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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Sima01, há 2 minutos:

Queres mesmo entrar neste jogo da justificação? Dstamos a falar do povo judeu, podia por aqui muita coisa... ate de muçulmanos.

Quantas vezes o hamas tentou chegar a um consenso de paz? Sabes dizer quantas Israel tentou?

Tais como terminar o estado de... Israel?

Tais como... destruir tudo o que for do ocidente?

Eu nem te vou começar a explicar a diferença entre os objetivos do Hamas e os objetivos da ISIS, porque tu claramente não entendes a diferença entre eles. Podes argumentar, como o @Ticampos argumentou, que usam métodos semelhantes para atingir os objetivos, algo que concordo. Agora achares que tanto a ISIS como o Hamas querem destruir tudo o que é do Ocidente, pá...

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Citação de El Colosso, há 2 minutos:

Eu nem te vou começar a explicar a diferença entre os objetivos do Hamas e os objetivos da ISIS, porque tu claramente não entendes a diferença entre eles. Podes argumentar, como o @Ticampos argumentou, que usam métodos semelhantes para atingir os objetivos, algo que concordo. Agora achares que tanto a ISIS como o Hamas querem destruir tudo o que é do Ocidente, pá...

Só muda o ponto de partida mas o destino é igual.

E está escrito pelo hamas desde o inico, nos anos 80, que pretendem a destruição do estado de Israel.

Já agora...  achas o hamas um grupo terrorista ou não?

Editado por Sima01

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Citação de Ed, há 11 horas:

@Diogo_CFB muda isto, sff, para o tópico correto.

Ficaria tudo descontextualizado ao mover os comentários (ficava desorganizado)

Falem desses assuntos aqui

 

 

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Citação de Ed, há 17 horas:

A juntar ao que disseram é o timing, que para além dos incêndios, tens um governo que irá tomar posse na próxima terça-feira, nesta quarta-feira houve a tomada de posse da ALRAM e o homem desapareceu. 

É o mesmo que os incêndios no verão, decisões o Costa vai tomar? Mas, fica sempre bem aparecer, mostrar-se presente numa fase difícil para as populações.

Quanto tempo dás ao Secretário da Saúde depois dele dizer que os meios de fora são sempre necessários quando das primeiras coisas que o Albuquerque fez foi dizer que eles já não eram precisos? 🤣

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Citação de Petar Musa, há 13 horas:

@Sima01 porque não abres um tópico e vais para lá dizer coisas? O @Plagio o Original explica-te como se faz.

 

Esses tópicos foram chefs kiss, o apogeu da minha participação do cmpt

Epa, f*da-se, oh @Sima01, tá calado crl

Editado por Plagio o Original

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Citação de Plagio o Original, Em 02/10/2023 at 09:19:

a violencia dos oprimidos não é a mesma coisa que a violencia dos opressores

 

Só para adicionar que a citação da segunda imagem é do Paulo Freire, "Pedagogia do Oprimido":

Citação

 

"(...) No primeiro momento, o da pedagogia do oprimido, objeto da análise deste capítulo, estamos em face do problema da consciência oprimida e da consciência opressora; dos homens opressores e dos homens oprimidos, em uma situação concreta de opressão. Em face do problema de seu comportamento, de sua visão do mundo, de sua ética. Da dualidade dos oprimidos. E é como seres duais, contraditórios, divididos, que temos de encará-los. A situação de opressão em que se 'formam', em que 'realizam' sua existência, os constitui nesta dualidade, na qual se encontram proibidos de ser. Basta, porém, que homens estejam sendo proibidos de ser mais para que a situação objetiva em que tal proibição se verifica seja, em si mesma, uma violência. Violência real, não importa que, muitas vezes, adocicada pela falsa generosidade a que nos referimos, porque fere a ontológica e histórica vocação dos homens — a do ser mais.

Daí que, estabelecida a relação opressora, esteja inaugurada a violência, que jamais foi até hoje, na história, deflagrada pelos oprimidos.

Como poderiam os oprimidos dar início à violência, se eles são o resultado de uma violência?

Como poderiam ser os promotores de algo que, ao instaurar-se objetivamente, os constitui?

Não haveria oprimidos, se não houvesse uma relação de violência que os conforma como violentados, numa situação objetiva de opressão.

Inauguram a violência os que oprimem, os que exploram, os que não se reconhecem nos outros; não os oprimidos, os explorados, os que não são reconhecidos pelos que os oprimem como outro.

Inauguram o desamor, não os desamados, mas os que não amam, porque apenas se amam.

Os que inauguram o terror não são os débeis, que a ele são submetidos, mas os violentos que, com seu poder, criam a situação concreta em que se geram os 'demitidos da vida', os esfarrapados do mundo.

Quem inaugura a tirania não são os tiranizados, mas os tiranos.

Quem inaugura o ódio não são os odiados, mas os que primeiro odiaram.

Quem inaugura a negação dos homens não são os que tiveram a sua humanidade negada, mas os que a negaram, negando também a sua.

Quem inaugura a força não são os que se tornaram fracos sob a robustez dos fortes, mas os fortes que os debilitaram.

Para os opressores, porém, na hipocrisia de sua 'generosidade', são sempre os oprimidos, que eles jamais obviamente chamam de oprimidos, mas, conforme se situem, interna ou externamente, de 'essa gente' ou de 'essa massa cega e invejosa', ou de 'selvagens', ou de 'nativos', ou de 'subversivos', são sempre os oprimidos os que desamam. São sempre eles os 'violentos', os 'bárbaros', os 'malvados', os 'ferozes', quando reagem à violência dos opressores.

Na verdade, porém, por paradoxal que possa parecer, na resposta dos oprimidos à violência dos opressores é que vamos encontrar o gesto de amor. Consciente ou inconscientemente, o ato de rebelião dos oprimidos, que é sempre tão ou quase tão violento quanto a violência que os cria, este ato dos oprimidos, sim, pode inaugurar o amor.

Enquanto a violência dos opressores faz dos oprimidos homens proibidos de ser, a resposta destes à violência daqueles se encontra infundida do anseio de busca do direito de ser.

Os opressores, violentando e proibindo que os outros sejam, não podem igualmente ser; os oprimidos, lutando por ser, ao retirar-lhes o poder de oprimir e de esmagar, lhes restauram a humanidade que haviam perdido no uso da opressão.

Por isto é que somente os oprimidos, libertando-se, podem libertar os opressores. Estes, enquanto classe que oprime, nem libertam, nem se libertam. (...)"

 

 

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Por acaso os números absurdos de malta que vai à urgência por tudo e por nada são um problema grave.

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Citação de antifa, Agora:

Por acaso os números absurdos de malta que vai à urgência por tudo e por nada são um problema grave.

Não conheço ninguém à minha volta que ligue para a Saúde 24 antes de ir à urgência, por exemplo. Nós aqui em casa ligamos sempre, foi um hábito que não tinhamos mas desde o Covid que o fazemos, mesmo quando é para o cachopo. 

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Citação de antifa, há 3 minutos:

Por acaso os números absurdos de malta que vai à urgência por tudo e por nada são um problema grave.

Sempre assim foi, não foi uma coisa que começou a acontecer de um dia para o outro, pela qual possamos culpar como o problema estrutural da questão. Era assim há 1 ano, era assim há 5 anos, era assim há 10, 20 anos. Se não estamos a conseguir dar resposta agora e antes conseguíamos, quer dizer que esse não é o problema de base.

Editado por Ticampos

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Citação de antifa, há 5 minutos:

Por acaso os números absurdos de malta que vai à urgência por tudo e por nada são um problema grave.

Muito isto. 

Claro que isto também se deve a problemas nos acessos aos cuidados de saúde primários mas aquilo que o Costa diz é verdadeiro. Há muita gente nas urgências que não precisava de ir às urgências e se estás a tratar estas pessoas não estás a tratar "quem precisa".

Há países europeus, onde por exemplo, às urgências não são abertas ao público.

E o SNS24 é das melhores coisas que este país já criou. Sempre que precisei funcionou de forma impecável e foram sempre muito atenciosos.

Editado por HappyKing

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Muito isto. 

Claro que isto também se deve a problemas nos acessos aos cuidados de saúde primários mas aquilo que o Costa diz é verdadeiro. Há muita gente nas urgências que não precisava de ir às urgências e se estás a tratar estas pessoas não estás a tratar "quem precisa". 

E o SNS24 é das melhores coisas que este país já criou. Sempre que precisei funcionou de forma impecável e foram sempre muito atenciosos.

Não digo que seja mentira. Não é essa a questão. A questão é desculpar a premissa 1 com a premissa 2 que é só uma forma de lavar as mãos como Pôncio Pilatos.

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Citação de Ticampos, há 9 minutos:

Não digo que seja mentira.

Não vale a pena dizeres porque não é, existem diferentes estudos a provar isso mesmo: o excesso do uso das urgências para casos não urgentes. 

Desde 2015 que a percentagem de casos que poderiam ser vistos fora destes serviços abertos 24 horas e equipados para receber e tratar doentes com gravidade tem vindo a subir — e em Novembro de 2022 atingiu o valor mais elevado dos últimos anos, a crer na monitorização disponível no portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os dados indicam que 44,5% dos mais de 5,7 milhões de atendimentos nas urgências nos primeiros 11 meses do ano passado (os números de Dezembro ainda não estão disponíveis) receberam à entrada pulseiras verdes, azuis e brancas, casos considerados pouco ou não urgentes, respectivamente, de acordo com a triagem de Manchester, um sistema de escalonamento de prioridades que permite classificar a gravidade da situação dos doentes.

https://www.publico.pt/2023/03/24/sociedade/noticia/aumentam-doentes-nao-urgentes-dar-entrada-hospitais-inadiavel-resolver-problema-2043603

Se tens quase metade das entradas como não urgentes tens efetivamente um problema. O Costa constatou isso, parece-me. Depois pode-se analisar as razões que levam a isso. 

Editado por HappyKing

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Os velhos não tem médico de família e para terem acesso a um, têm de ir às 5h da manhã para a porta do centro de saúde. Não é muito complicado de perceber porque vão para uma urgência.

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Não vale a pena dizeres porque não é, existem diferentes estudos a provar isso mesmo: o excesso do uso das urgências para casos não urgentes. 

Desde 2015 que a percentagem de casos que poderiam ser vistos fora destes serviços abertos 24 horas e equipados para receber e tratar doentes com gravidade tem vindo a subir — e em Novembro de 2022 atingiu o valor mais elevado dos últimos anos, a crer na monitorização disponível no portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os dados indicam que 44,5% dos mais de 5,7 milhões de atendimentos nas urgências nos primeiros 11 meses do ano passado (os números de Dezembro ainda não estão disponíveis) receberam à entrada pulseiras verdes, azuis e brancas, casos considerados pouco ou não urgentes, respectivamente, de acordo com a triagem de Manchester, um sistema de escalonamento de prioridades que permite classificar a gravidade da situação dos doentes.

https://www.publico.pt/2023/03/24/sociedade/noticia/aumentam-doentes-nao-urgentes-dar-entrada-hospitais-inadiavel-resolver-problema-2043603

Se tens quase metade das entradas como não urgentes tens efetivamente um problema. O Costa constatou isso, parece-me.

 

Mas eu não disse lol.

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Citação de Ticampos, há 7 minutos:

Mas eu não disse lol.

Nem eu disse que o disseste 🙂

Mas a forma inicial como comentaste o assunto, com o 'Utentes Maganos!' dava a entender que ele estava a dizer alguma mentira ou coisa parecida. Disse uma factualidade.

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Citação de kareca, há 11 horas:

Os velhos não tem médico de família e para terem acesso a um, têm de ir às 5h da manhã para a porta do centro de saúde. Não é muito complicado de perceber porque vão para uma urgência.

Se fossem só esses casos estávamos nós muito bem. E a quantidade de pessoas que vai às urgências porque os filhos acordaram constipados e precisam de dizer no trabalho que não podem ir trabalhar?

Citação de Sandes., Em 13/10/2023 at 11:37:

Pergunta honesta: qual a diferença entre isso e no conflito na Ucrânia deixar a Rússia ficar com as regiões contestadas?

Vou responder no outro tópico para não estar a contribuir para a confusão. 

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Citação de whatever, há 2 minutos:

Se fossem só esses casos estávamos nós muito bem. E a quantidade de pessoas que vai às urgências porque os filhos acordaram constipados e precisam de dizer no trabalho que não podem ir trabalhar?

A verdade é que devia ser "aceite" que uma pessoa constipada ou com gripe não vá ao trabalho sem declaração. Existe um bocado a cultura enraizada em Portugal que só se pode faltar por doença com declaração de um médico

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Citação de Sandes., há 4 minutos:

A verdade é que devia ser "aceite" que uma pessoa constipada ou com gripe não vá ao trabalho sem declaração. Existe um bocado a cultura enraizada em Portugal que só se pode faltar por doença com declaração de um médico

A verdade é que já existe uma forma de isso ser feito: https://www.sns24.gov.pt/guia/autodeclaracao-de-doenca/#o-que-e-a-autodeclaracao-de-doenca

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Citação de HappyKing, há 11 horas:

Nem eu disse que o disseste 🙂

Mas a forma inicial como comentaste o assunto, com o 'Utentes Maganos!' dava a entender que ele estava a dizer alguma mentira ou coisa parecida. Disse uma factualidade.

Disse isso com todo o sentido, é fácil culparmos as situações que acontecem, mas o papel do político não é culpar, é resolver. Tal como disse é um problema que existe há imenso tempo, as pessoas recorrerem em excesso às urgências há anos. Se antes o SNS aguentava e agora não aguenta é necessário reflexão e não um passa culpas. Porque se continuamos com passa culpas, assim nada se vai resolver.
Isto é equivalente a um político dizer que a culpa de estarmos com problemas na habitação em Lisboa e no resto do país se deve às pessoas. E nada fazer para resolver. 

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Citação de whatever, há 13 minutos:

A verdade é que já existe uma forma de isso ser feito: https://www.sns24.gov.pt/guia/autodeclaracao-de-doenca/#o-que-e-a-autodeclaracao-de-doenca

Por acaso não sabia disto! No entanto, não me admirava que a maior parte das pessoas também não o soubesse. Devia haver um maior esforço para informar e educar as pessoas sobre essa possibilidade.

Mas ainda vou mais longe, para quê ter que haver um documento?

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Citação de Sandes., há 1 minuto:

Por acaso não sabia disto! No entanto, não me admirava que a maior parte das pessoas também não o soubesse. Devia haver um maior esforço para informar e educar as pessoas sobre essa possibilidade.

Mas ainda vou mais longe, para quê ter que haver um documento?

É recente e também desconfio que não terá sido amplamente comunicado. Em relação ao documento, tem de haver um registo escrito destas situações, é o mínimo. 

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Citação de Ticampos, há 1 hora:

 

"Não podemos estar a sobrecarregar um serviço com necessidades que não são necessárias de satisfazer naquele serviço, prejudicando, objetivamente, aqueles que precisam mesmo de ser atendidos nas Urgências hospitalares", afirmou ontem ao fim da tarde o chefe do Governo, citado pela CNN Portugal.

Com a concordância do diretor-executivo do SNS, Fernando Araújo, Costa apelou assim a que "quem precisa de cuidados de saúde, aquilo que tem de fazer é ligar para a Linha Saúde 24". E sublinhou que esta recomendação, apesar de muitas vezes feita, tem sido poucas vezes seguida.

 

Querer fazer um celeuma com estas declarações é uma parvoíce. Mas eu percebo: no Twitter pegaram no título que o DN escolheu e está em polvorosa. De resto, aplicando comentários parecido ao teu como se o Costa tivesse a culpar as pessoas do quer que seja. 

Editado por HappyKing
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