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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Duda34, há 1 hora:

Porra. Quem é que tem um garrafão de água na mesa de trabalho?

O homem é um hydrohomie, é dos meus 

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Citação de Duda34, há 2 horas:

Porra. Quem é que tem um garrafão de água na mesa de trabalho?

Presente 

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Citação de Duda34, há 2 horas:

Porra. Quem é que tem um garrafão de água na mesa de trabalho?

Supostamente ele andava de dieta e bebia chá ao longo do dia em recipientes desse tamanho do garrafão.

EDIT: Não estou a gozar, li isso não sei aonde, acho que foi um dos deputados do Parlamento que disse isso porque ele além das malas também andava com recipientes térmicos gigantescos. 

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Citação de Lebohang, há 12 minutos:

Supostamente ele andava de dieta e bebia chá ao longo do dia em recipientes desse tamanho do garrafão.

EDIT: Não estou a gozar, li isso não sei aonde, acho que foi um dos deputados do Parlamento que disse isso porque ele além das malas também andava com recipientes térmicos gigantescos. 

Sim senhor. Pode-se dizer que dava o litro a roubar malas

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Citação de Descartes, há 14 horas:

Apareça na esquerda. Há quem defenda que a esquerda abandonou os trabalhadores e que a extrema direita ocupou esse espaço. É uma das explicações para o declínio do PCP no Alentejo e na Margem Sul. E para as vitórias do Chega no Algarve, por exemplo.

Mas esse não é um argumento novo da esquerda

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Citação de Lebohang, há 2 horas:

Supostamente ele andava de dieta e bebia chá ao longo do dia em recipientes desse tamanho do garrafão.

EDIT: Não estou a gozar, li isso não sei aonde, acho que foi um dos deputados do Parlamento que disse isso porque ele além das malas também andava com recipientes térmicos gigantescos. 

Maluquinho certificado!

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Citação de Lebohang, Em 25/01/2025 at 14:00:

Supostamente ele andava de dieta e bebia chá ao longo do dia em recipientes desse tamanho do garrafão.

EDIT: Não estou a gozar, li isso não sei aonde, acho que foi um dos deputados do Parlamento que disse isso porque ele além das malas também andava com recipientes térmicos gigantescos. 

també, trabalhei com um senhor assim, o homem tinha análises de 6 em 6 meses e 2 semanas antes andava a chá de burututu, só

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Citação de Duda34, Em 25/01/2025 at 14:13:

Sim senhor. Pode-se dizer que dava o litro a roubar malas

 

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Citação de HappyKing, há 28 minutos:

O problema não é Pedro Nuno recuar na manifestação de interesse. Veremos o que o PS propõe. É dizer que os imigrantes têm de partilhar a nossa cultura e valores. Os meus e de Ribeiro e Castro? Os dele e Mário Machado? Os imigrantes têm de respeitar a lei e a Constituição. Como todos nós. Nisto, fez o que criticou ao que a Terceira Via, na economia: aceitou a derrota e adaptou-se. Seria diferente se isto correspondesse uma diferenciação no resto. Cedendo no IRC, no IRS Jovem ou na lei dos solos, está à esquerda de Costa em quê?

O meu problema com a entrevista de Pedro Nuno Santos, na parte relativa à imigração, não é ter recuado na manifestação de interesse. Sei que a solução atual é uma mentira. Como continuamos a precisar de imigrantes e a única forma deles virem legalmente é por via de consulados que nunca poderão dar esta resposta, só se permitirá a imigração ilegal. A que compete com salários decentes e direitos e fomenta a marginalidade. A que agrava todos os problemas que se dizem querer resolver.

É possível que seja difícil, com uma União com fronteiras internas abertas, um país manter uma política de imigração decente quando todos os outros, reagindo à extrema-direita, optam por transformar a Europa numa temerosa e decadente fortaleza. Mas para se a dizer que os imigrantes vinham por causa da Manifestação de Interesses, porque esta funcionava como chamada, e não porque há trabalho para eles, têm de se apresentar dados que demonstrem essa relação de causalidade.

Em 2023, foram concedidas cerca 330 mil autorizações de residência, mas a esmagadora maioria foi ao abrigo do novo visto CPLP, com os brasileiros, grandes beneficiados da nova lei, a representarem 70%. Apenas 11% dos imigrantes usaram a manifestação de interesse para se regularizarem. Na entrevista, as respostas Pedro Nuno Santos foram confusas. Veremos, quando apresentar as propostas concretas do PS, se houve uma mudança sustentada de discurso ou se também anda a trabalhar com perceções.

É verdade que as escolas, que até precisavam de mais alunos em muitas regiões do país, não se prepararam para o impacto de receber crianças que não falam a língua. É verdade que a aprendizagem da língua, incluindo para adultos, é um elemento central (e até obrigatório) para a integração. É possível que os SNS se tenha de adaptar a este aumento da população. Concentre-se então o Partido Socialista em propostas para agir sobre estas carências, de uma forma positiva e distinguindo-se do oportunismo da AD, que trata os imigrantes como um problema que deveríamos evitar. Porque se precisamos dos imigrantes (e não apenas na produção), é na preparação para a sua receção, e não na redução do número de imigrantes de um país muitíssimo envelhecido, que está a resposta.

Mas tudo isto é um debate em que não estão em causa fronteiras ideológicas ou civilizacionais. Há muitas formas de regular os fluxos migratórios e não trai os valores da esquerda estar disponível para os debater. Bem diferente é dizer que os imigrantes têm de partilhar “a nossa cultura, os nossos valores” e o nosso “modo de vida”. Nossos, de quem? Os meus e os de Ribeiro e Castro? Os do Pedro Nuno Santos e de Mário Machado? Esta conversa, sim, é um problema para alguém de esquerda. Porque assume que os países têm valores homogéneos.

Pedro Nuno Santos explica, falando dos direit§os das mulheres. Num país com enormes níveis de violência doméstica, onde a igualdade laboral ainda é uma miragem, partilhamos todos esses valores? Não me parece.

O que os imigrantes têm de respeitar é a lei e a Constituição. Como todos nós. Nem mais nem menos do que isso. Ou por ventura exigimos a um português que partilhe qualquer valor moral que não esteja plasmado na lei ou na Constituição? Imaginando que existem valores nacionais, exigimos aos imigrantes que sejam “mais portugueses” do que os próprios portugueses? Pedro Nuno Santos até fala da lei, mas não como único limite.

Muita gente viu esta intervenção como uma tentativa de recentramento do PS. Esta leitura contem dois equívocos.

O primeiro resulta da conversa que instalou, para fins eleitorais, quando se percebeu que Pedro Nuno Santos ia ser o próximo líder do PS: que ele é um radical. Não é. Nunca foi. No papel do Estado na economia e no que deve ser o Estado Social, é (ou era) da esquerda clássica que a direita passou a achar radical quando impôs toda a sua mundividência. Manteve-se mais fiel aos valores da social-democracia tradicional do que outros socialistas, é verdade. Mas em muitos dos outros temas até será mais conservador do que António Costa ou José Sócrates.

O segundo equívoco é achar que empurrar o PS para a direita é recentrá-lo. É apenas deslocar o centro para a direita. Porque a posição que o PS tinha sobre imigração era, é bom recordar, a consensual ao centro. O centro era, neste tema, o PS.

Compreendo que Pedro Nuno Santos não queira concentrar o debate político na imigração ou na segurança, temas confortáveis para a direita. Que queira que se volte a falar de trabalho, economia, Estado Social, temas onde a esquerda ainda disputa a hegemonia. Que não queira acantonar a esquerda numa redutora aliança de minorias, que matou o partido democrata nos Estados Unidos.

Só que a imigração também é um tema do mundo do trabalho. Bem antigo, por sinal. E ao inclinar este debate para a direita, sobretudo quando lhe acrescentou a ideia de que existem “valores nacionais”, em vez de se concentrar na defesa transversal dos direitos sociais e laborais, Pedro Nuno Santos fez o que tanto criticou à terceira via, no debate económico: aceitou a derrota e adaptou-se. Os temas são outros porque os tempos são outros. Apenas isso.

Seria diferente se, a esta deslocação em matérias como a imigração, correspondesse uma diferenciação clara com a AD em matéria económica e fiscal ou na defesa do papel regulador do Estado. Se não correspondesse ao um suposto “recentramento”, como comentadores de direita celebraram, mas a uma mudança de prioridades. Mas vendo a cedência no IRC, no IRS Jovem ou na lei dos solos e desconhecendo seja o que for em que essa firmeza se sinta, fica a pergunta: Pedro Nuno Santos é à esquerda de Antonio Costa em quê, exatamente?

Pelo contrário, e esse foi um risco que apontei no passado, esperando sempre que não se confirmasse, são os que sentem que têm de provar permanentemente que não são radicais que, muitas vezes, empurram os seus partidos ainda mais para a direita, gerindo a sua própria derrota. Veremos se é o caso.

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Citação de Pavel, há 6 minutos:

faz pensar no possível valor da queda da criminalidade no dia em que forças de segurança deixam de bater na esposa, nos filhos e em minorias 

isso e quando o benfica parar de perder pontos, violência doméstica vai cair a pique

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Citação de Pavel, há 6 minutos:

https://sicnoticias.pt/pais/2025-01-28-criminalidade-em-lisboa-registou-a-segunda-maior-descida-em-10-anos-8a423c29

olha, os facholas foram apanhados a mentir outra vez 

faz pensar no possível valor da queda da criminalidade no dia em que forças de segurança deixam de bater na esposa, nos filhos e em minorias 

Tens dados sobre isso ou também alinhas nas perceções? 

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Citação de Pavel, há 1 hora:

A velocidade com que fui a correr para a caixa de comentários do Observador até a mim me surpreendeu.

Eu acho que está na altura de se começar a pensar tipificar de um ponto e vista psiquiátrico o comportamento e as atitudes de pessoas que ficam desapontadas quando a realidade não confirma a distopia em que acreditam viver. Isto vai para lá da má-fé ou da narrativa ideológica, há gente que aparenta estar genuinamente desconsolada com o facto da criminalidade não ter aumentado. Isto parece um género de Síndrome de Münchhausen social, é só perturbador.

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Citação de whatever, há 36 minutos:

A velocidade com que fui a correr para a caixa de comentários do Observador até a mim me surpreendeu.

Eu acho que está na altura de se começar a pensar tipificar de um ponto e vista psiquiátrico o comportamento e as atitudes de pessoas que ficam desapontadas quando a realidade não confirma a distopia em que acreditam viver. Isto vai para lá da má-fé ou da narrativa ideológica, há gente que aparenta estar genuinamente desconsolada com o facto da criminalidade não ter aumentado. Isto parece um género de Síndrome de Münchhausen social, é só perturbador.

É isso mas mais do que isso: quando esses dados não confirmam essas percepções então só resta uma hipótese: os media são uns mentirosos e a PSP está ao serviço das teorias da extrema esquerda. É genial.

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Citação de HappyKing, há 8 minutos:

É isso mas mais do que isso: quando esses dados não confirmam essas percepções então só resta uma hipótese: os media são uns mentirosos e a PSP está ao serviço das teorias da extrema esquerda. É genial.

Resulta noutro lado... Porque não aqui?

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Citação de HappyKing, há 16 minutos:

É isso mas mais do que isso: quando esses dados não confirmam essas percepções então só resta uma hipótese: os media são uns mentirosos e a PSP está ao serviço das teorias da extrema esquerda. É genial.

O mais fascinante é que se fosse há meia dúzia de anos o que se diria nestes comentários de tasca é que em meia dúzia de meses o PSD conseguiu o que o PS não conseguiu em oito anos, agora o que se lê são lamentos de quem está desolado por PS e PSD serem iguais.

Eu sinceramente acho que isto vai para além do "querer ter razão na internet" e procurar 'justificações' para a xenofobia em que se alimentam, esta gente parece genuinamente querer viver na distopia que imagina.

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Citação de Tibraco, há 2 horas:

Tens dados sobre isso ou também alinhas nas perceções? 

Sobre aqueles crimes em concreto não sei mas somos dos países da Europa com mais casos de violência policial e maus-tratos nas prisões segundo o Comité para a Prevenção da Tortura e Tratamentos Desumanos do Conselho da Europa (CPT).

334 inquéritos crime sobre violência policial em investigação. Subiram 57% num ano

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Citação de HappyKing, há 16 minutos:

Sobre aqueles crimes em concreto não sei mas somos dos países da Europa com mais casos de violência policial e maus-tratos nas prisões segundo o Comité para a Prevenção da Tortura e Tratamentos Desumanos do Conselho da Europa (CPT).

334 inquéritos crime sobre violência policial em investigação. Subiram 57% num ano

Pois é. Mas isso é relevante para se concluir que as forças policiais batem nos filhos, nas esposas e nas minorias? É muito engraçado dizer que os outros vivem em distopias, dizendo que vivem de perceções e depois fazerem-se afirmações com base em...perceções. Percebes a ironia?

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Citação de Tibraco, há 2 minutos:

Pois é. Mas isso é relevante para se concluir que as forças policiais batem nos filhos, nas esposas e nas minorias? É muito engraçado dizer que os outros vivem em distopias, dizendo que vivem de perceções e depois fazerem-se afirmações com base em...perceções. Percebes a ironia?

Contra as esposas e filhos não há dados, creio eu.

ONU alerta para lacunas nos processos judiciais de racismo em Portugal | Direitos humanos | PÚBLICO


Comité de Direitos Humanos recomenda investigação de todas as queixas e punição proporcional. Está preocupada com uso excessivo da força pela polícia contra minorias étnico-raciais. Destaca necessidade de compensar vítimas.


O Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas está preocupado com o uso excessivo da força pela polícia portuguesa contra pessoas de minorias étnico-raciais, sobretudo de origem cigana e afrodescendente.

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Citação de HappyKing, há 1 minuto:

Contra as esposas e filhos não há dados, creio eu.

ONU alerta para lacunas nos processos judiciais de racismo em Portugal | Direitos humanos | PÚBLICO


Comité de Direitos Humanos recomenda investigação de todas as queixas e punição proporcional. Está preocupada com uso excessivo da força pela polícia contra minorias étnico-raciais. Destaca necessidade de compensar vítimas.


O Comité de Direitos Humanos das Nações Unidas está preocupado com o uso excessivo da força pela polícia portuguesa contra pessoas de minorias étnico-raciais, sobretudo de origem cigana e afrodescendente.

Mas o uso excessivo da força pela policia não é geral? Ou incide de forma mais óbvia nos ciganos e afrodescendentes? É possível sustentar essa tese com estudos ou ficamos pelas sensações? 

E isso das esposas e filhos, damos de borla, não é?

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