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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Jpa, Agora:

Percebo pouco destas m*rda, mas também me parece que não faz lá muito sentido. Uma coisa seria o Estado injetar mais dinheiro no Fundo de Resolução, outra é dinheiro que suponho que já estaria destinado para o NB e disponível caso fosse (e, previsivelmente, é) necessário.

E a IL até argumentou bem. O Bloco nem esperou pela auditoria e isto acaba por ser uma medida populista. E o PSD, coitado, anda perdido, nem sabe para onde se haverá de virar. 

Cheira me q o psd sabe q se der para o torto, quem se f*de é o PS

Basta ver q o André ventura mudou o voto de contra para se abster

 

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Citação de doom_master, há 56 minutos:

Um bom dia para a ginástica portuguesa 😂

image.png

😂

 

Citação de Jpa, há 13 minutos:

Percebo pouco destas m*rda, mas também me parece que não faz lá muito sentido. Uma coisa seria o Estado injetar mais dinheiro no Fundo de Resolução, outra é dinheiro que suponho que já estaria destinado para o NB e disponível caso fosse (e, previsivelmente, é) necessário.

E a IL até argumentou bem. O Bloco nem esperou pela auditoria e isto acaba por ser uma medida populista. E o PSD, coitado, anda perdido, nem sabe para onde se haverá de virar. 

A proposta do BE é para não haver injecção até os resultados da auditoria serem conhecidos.

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Citação de doom_master, há 5 minutos:

image.png

😂

Esses também são bons. Quando foi pedido uma comissão de inquérito à gestão do novo banco votaram contra.

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Citação de Bumba, há 1 hora:

e votaram na joacine? ou votaram na joacine do partido? i don't really know

Isso não sei, quem votou nela é que pode responder.

Citação de Elvis, há 55 minutos:

Looool

Porreiro, passa no meu.

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Citação de Plagio o Original, há 58 minutos:

Ainda em fevereiro o psd recusou a mesma proposta

E estão a votar á esquerda

Estas a procura de lógico no PSD do Rio? De dizer que o PSD não é um partido de direita mas sim de centro ali virado para a esquerda, de estamos dispostos a fazer governo com PS (andou este tempo todo a tentar) de dar uma guinada valente a direita e fazer acordos com o Chega. 

 

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Citação de Ghelthon, há 4 horas:

Ui, não vi isto. Seria porreiro, se o Estado não tivesse de compensar as concessionárias.

Ou seja, as pessoas poupam de um lado para depois, enquanto Estado, irem gastar do outro.

Mas claro que é necessário, especialmente no interior. Por exemplo, acho que não se justifica eu pagar quase 5€ por 65km, na A23 e A25 (apenas um pórtico nesta segunda), na viagem que faço mais vezes. Isto bem feito era acabar com estes contratos ruinosos com as concessionárias, e depois usar o sistema suíço, onde se paga um X anual (40 francos, penso) para andar nas auto-estradas. Esse dinheiro já deve chegar bem para manter todas as auto-estradas deste país e provavelmente até chega para novos investimentos.

Porra a gente aqui que fala sem qualquer nocao do que esta a dizer...

Muitas dessas autoestradas nao foram construidas pelo Estado, foram construidas por consorcios privados que a troco disso fazem a exploracao das mesmas por x anos. O que tu pagas (esses 5 Euros) provavelmente nem chegam para o custo e em muitas destas autoestradas o Estado tem de indemnizar mensalmente o consorcio se um numero suficiente de carros nao passar nelas.

Podes dizer que os contratos da concessoes foram mal negociados. É bem provavel que podessem ser negociados. Agora dizer que cado um paga 40 Euros é transferir o custo da tua utilizacao, para o Estado ou seja para tu pagares 40 euros, vao existir portugueses que nao usam autoestrada mas que vao ter que pagar por ela.

Pior era acabar com esses contratos...eramos levados ao tribunal Europeu e depois andavas a pagar indemnizacoes nas proximas decadas. Era a mesma coisa que tu fazeres um contrato com o Estado em que forneces computadores as escolas/hospitais do estado, entregas 2000 computadores custando 1 M de Euros, e que o Estado vai pagar em 24 prestacoes de 42,000. Ao fim de tres meses o Estado diz que vai cancelar o contrato, fica com os computadores e tu recebeste um total de 126,000 Euros. Achas que é assim que um estado de direito deve funcionar.

A serio, eu sei que isto é um forum da net, mas existe tanta gente que nao pensa antes de escrever...

Citação de doom_master, há 54 minutos:

A proposta do BE é para não haver injecção até os resultados da auditoria serem conhecidos.

E qual é a alternativa, deixar o Novo Banco falir e mandar algumas milhares de pessoas para o desemprego? O BE parece que anda a aprender com o Ventura...

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Bem sei que o que eu disse não é exequível, só disse é que seria a solução "bem feita". E isso mantenho.

Dizes que esses 5€ não chegam para o custo. Que custo? O estrago que a minha passagem provoca na estrada? Ou o custo de dar dividendos aos accionistas das concessionárias?

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Citação de Ghelthon, há 41 minutos:

Bem sei que o que eu disse não é exequível, só disse é que seria a solução "bem feita". E isso mantenho.

Dizes que esses 5€ não chegam para o custo. Que custo? O estrago que a minha passagem provoca na estrada? Ou o custo de dar dividendos aos accionistas das concessionárias?

Ai esta mais uma coisa que dizes que nao sabes. Um kilometro de autoestrada custa 3 milhoes de Euros se tiver apenas duas faixas, isto so o custo da construcao. O custo de manutencao sao a volta de 200k Euros ano.

Ora tu falas de 65km de autoestrada que tiveram um custo de construcao de 195 milhoes de Euros e custam a manter 13 milhoes por ano. 

Vamos dizer que queremos amortizar o custo de construcao em 30 anos (acho que tem sido isso o valor medio dos contratos de concessao), portanto tendo em conta uma inflacao baixa 2% por ano (a media dos ultimos 30 anos foi 5%, portanto 2%  ) é consevador, tens que abater 195M*1,02^30 = 356M dividindo por 30 anos =11,8 milhoes.

11,8 +13 de manutencao = 24,8 custo bruto para o consorcio dos 65km de autoestrada por ano

Se um carro paga 5 Euros seram necessarios passar 24800000/5 = 4,960,000 milhoes de carros nessa estrada por ano e aqui nem estamos a contabilizar que o consorcium tem outros custos e que tambem nao esta a trabalhar para aquecer, logo tem de fazer algum lucro que ainda nao esta nestas contas...logo nao 5 Euros nao chega para pagar o custo dessa estrada.

 

Editado por Burkina2008
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Citação

Pausas, pressões e telefones a tocar. Como o PS tentou até ao fim salvar transferência para o Novo Banco - e falhou

Por esta altura, Joacine Katar Moreira dizia ao Observador que estava “muito ocupada”, enquanto segurava no telefone, e que ainda não tinha “decidido nada”. Do lado de fora do hemiciclo, o Governo estava na sala do Governo à espera que o impasse se resolvesse. Já com o primeiro-ministro e alguns ministros dentro de portas, iam entrando e saindo peças-chave da negociação com os partidos, como o deputado João Paulo Correia e a líder parlamentar Ana Catarina Mendes. Duarte Cordeiro, o pivô da geringonça, esteve sempre nos corredores agarrado ao telefone e a falar com ministro das Finanças. O ar de preocupação era evidente.

A pausa parlamentar ainda decorria e Joacine Katar Moreira volta ao seu lugar no hemiciclo. Assim que a vê, o deputado bloquista Jorge Costa, que por esta altura reunia com o núcleo duro da direção do BE (Catarina Martins, Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares) numas filas abaixo do hemiciclo, dirige-se na sua direção. Mas trava a passada a meio quando vê que, sentado ao lado de Joacine, está o deputado socialista Filipe Neto Brandão, coordenador da comissão de orçamento e vice-presidente da bancada socialista. A marcação estava a ser cerrada. Minutos depois ainda seria a vez do deputado socialista Pedro Delgado Alves se aproximar da última fila, para mais dois dedos de conversa com a deputada.

A dada altura, a sensação que reinava na sala era de que o PS estava a conseguir convencer o PAN a pelo menos abster-se e as deputadas não inscritas a votarem ao seu lado, e, estava salvo porque a proposta seria rejeitada. Mas não estava no papo. Depois de Ferro Rodrigues ter retomado os trabalhos e dado início às votações, sobre outras normas avocadas, o socialista João Paulo Correia pediria a palavra para pedir nova pausa de 20 minutos. Para quê? Para continuarem as negociações sobre o Novo Banco. Afinal, ainda não estava seguro. As contas eram delicadas.

Na quarta-feira à noite, tinha sido esta a votação da proposta do BE para travar a transferência do Novo Banco:

PS, IL e Chega votaram contra;

PSD, BE, PCP e PAN, a favor;

CDS absteve-se.

Resultado: 110 deputados a favor e 111 contra. Margem mínima, mas suficiente para a proposta do Bloco passar.

Problema: PEV e deputadas não inscritas (Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues) não tinham votado, porque não tinham assento naquela comissão.

Daí que a proposta tenha sido avocada a plenário esta manhã. E como estavam as contas esta quinta-feira de manhã, depois do debate sobre o tema?

PS e IL anunciaram logo que mantinham voto contra;

Chega anunciou que mudaria sentido de voto para abstenção;

PSD, BE, PCP e PEV anunciaram que votariam a favor da proposta que travava a transferência do Estado para Novo Banco (sem necessidade de auditoria prévia);

CDS anunciou que mantinha abstenção.

Resultado: 109 deputados contra, 110 a favor. Para já.

Problema: Faltava saber como votaria o PAN, que não anunciou se manteria o voto ou se iria afinal abster-se, e faltava saber o que fariam as duas deputadas não inscritas — Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues. Ou seja, se o PAN se abstivesse, e como o Chega afinal tinha mudado o seu voto de contra para abstenção, era preciso que as duas deputadas não inscritas caíssem para o lado do PS para salvar o Governo.

Problema 2: Em caso de empate a regra é que a votação se deve repetir e, se se mantiver o empate, a proposta de alteração é rejeitada.

Ou seja, o Governo tinha mesmo de convencer Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues a votarem contra a proposta do Bloco de Esquerda. Conseguiu? Não. Cristina Rodrigues fez o que o Governo queria, mas Joacine não.

Segundo take. Nova pausa para negociações e nova ronda de telefonemas, movimentação e entra e sai nos gabinetes. Eram os 20 minutos finais para o Governo e o PS tentarem inverter o rumo e ver chumbada a proposta dos bloquistas. Foi aí que o Observador assistiu a uma azáfama de todo o tamanho junto do gabinete parlamentar do CDS, com os cinco deputados do CDS em alvoroço porque corria a informação de que o líder do partido, Francisco Rodrigues dos Santos, poderia dar liberdade de voto para alguns deputados se desalinharem. Mas afinal não, o CDS votou mesmo pela abstenção.

O alvoroço estava afinal uns metros ao lado, na bancada madeirense do PSD. Por esta altura, era ver Sara Madruga da Costa a falar alto ao telemóvel e a falar depois com o colega de bancada Paulo Neves, também do PSD/Madeira. Alguma coisa parecia estar prestes a acontecer.

E foi mesmo isso que aconteceu quando Ferro Rodrigues chamou os deputados a votar: os três deputados do PSD Madeira votaram inicialmente ao lado do PS e, juntamente com os votos do Iniciativa Liberal e da deputada Cristina Rodrigues, a proposta do Bloco que travava injeções no Novo Banco parecia que ia ser rejeitada. O Observador apurou junto de fontes da bancada do PSD que houve de facto tentativas de negociação entre o Governo e os três deputados do PSD/Madeira. Não seria a primeira vez: no Orçamento para 2020, os madeirenses desalinharam e abstiveram-se na generalidade, furando a disciplina de voto. Se o filme se repetisse, era o Governo a ganhar.

Só que não. Num instante, lá está, tudo pode mudar. E mudou: Sara Madruga da Costa pediu a palavra para dizer que, afinal, tinha-se enganado. O voto dos três deputados do PSD Madeira, afinal, ia ser igual ao voto do PSD.

Resultado? A proposta do Bloco foi mesmo aprovada, com os votos a favor do PSD, do PCP, do PEV, e da Joacine Katar Moreira. Ah, e de André Ventura, do Chega.

É que a cambalhota final seria de André Ventura — embora o seu voto não tenha sido decisivo. Depois de ter votado contra na votação de quarta-feira à noite, em comissão, ou seja, ao lado do Governo/PS, André Ventura anunciou esta manhã no período de discussão que ira afinal abster-se, apenas porque achava que a forma como a proposta do BE estava redigida era uma “aberração jurídica”.

No final, contudo, quando a votação foi repetida devido ao engano da deputada do PSD Madeira, o voto de André Ventura foi afinal a favor, o que faz com que o Chega tenha passado de voto contra, na quarta-feira, para voto a favor, na quinta-feira.

Isso mesmo foi notado no Twitter pelo líder parlamentar do BE: “André Ventura fez a tripla de quem não tem espinha dorsal, não quer afrontar os poderes do sistema financeiro e não quer ficar fora de nenhuma fotografia que ache apetecível”. “Oportunismo parlamentar”, resumiu Pedro Filipe Soares.

No final, foi assim que ficou. A proposta do Bloco de Esquerda que impede o Orçamento de autorizar verbas para o Fundo de Resolução, e que obriga a um orçamento retificativo caso o Governo venha a pedir no futuro autorização ao Parlamento para essa verba, foi aprovada com os votos do BE, PSD, PCP, PEV, Chega e Joacine Katar Moreira. O CDS e o PAN abstiveram-se. E o PS conseguiu apenas ter a Iniciativa Liberal e a deputada Cristina Rodrigues (ex-PAN) do seu lado. Ou seja, ficou 112 contra 110 e a proposta foi aprovada. Por um triz, e depois de muito suor.

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Citação de Burkina2008, há 17 minutos:

Ai esta mais uma coisa que dizes que nao sabes. Um kilometro de autoestrada custa 3 milhoes de Euros se tiver apenas duas faixas, isto so o custo da construcao. O custo de manutencao sao a volta de 200k Euros ano.

Ora tu falas de 65km de autoestrada que tiveram um custo de construcao de 195 milhoes de Euros e custam a manter 13 milhoes por ano. 

Vamos dizer que queremos amortizar o custo de construcao em 30 anos (acho que tem sido isso o valor medio dos contratos de concessao), portanto tendo em conta uma inflacao baixa 2% por ano (a media dos ultimos 30 anos foi 5%, portanto 2%  ) é consevador, tens que abater 195M*1,02^30 = 356M dividindo por 30 anos =11,8 milhoes.

11,8 +13 de manutencao = 24,8 custo bruto para o consorcio dos 65km de autoestrada por ano

Se um carro paga 5 Euros seram necessarios passar 24800000/5 = 4,960,000 milhoes de carros nessa estrada por ano e aqui nem estamos a contabilizar que o consorcium tem outros custos e que tambem nao esta a trabalhar para aquecer, logo tem de fazer algum lucro que ainda nao esta nestas contas...logo nao 5 Euros nao chega para pagar o custo dessa estrada.

Obrigado pelas contas, reconheço que, de facto, tinha os números errados na cabeça e, como tal, talvez não tenha razão.

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Talvez? Mas tu acreditas mesmo que tens a solução para o buraco das PPPs rodoviárias sem perceberes patavina do assunto?

Fodase

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Citação de Elvis, há 1 minuto:

Talvez? Mas tu acreditas mesmo que tens a solução para o buraco das PPPs rodoviárias sem perceberes patavina do assunto?

Fodase

A tua contribuição foi bastante útil para a minha mudança de opinião, continua assim!

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Não é para mudares de opinião, mas sim de comportamento quando se é ignorante num assunto.

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Então a solução para eu mudar é simplesmente chamar-me ignorante e seguir com a vida? Ou fazer-me ver, como o Burkina fez, o porquê de eu estar errado?

Que eu sou ignorante em muita coisa já eu sei, mas simplesmente chamarem-me isso não me ajuda grande coisa. Para isso vou discutir para o 4chan.

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Citação de Elvis, há 27 minutos:

Talvez? Mas tu acreditas mesmo que tens a solução para o buraco das PPPs rodoviárias sem perceberes patavina do assunto?

Fodase

 

Citação de kareca, há 22 minutos:

Não é para mudares de opinião, mas sim de comportamento quando se é ignorante num assunto.

 

Citação de Ghelthon, há 21 minutos:

Então a solução para eu mudar é simplesmente chamar-me ignorante e seguir com a vida? Ou fazer-me ver, como o Burkina fez, o porquê de eu estar errado?

Que eu sou ignorante em muita coisa já eu sei, mas simplesmente chamarem-me isso não me ajuda grande coisa. Para isso vou discutir para o 4chan.

 

Acho que nao é necessario (nem justo) estar a chamar ignorante ao Ghelton, eu so acho que existe demasiada gente que simplifica assuntos que nao teem nada de simples.

E numa coisa ele tem razao (e acho que aqui ninguem discorda), existem muitas PPPs que sao ruinosas. Mas ate ai as razoes sao um mix de coisas. Ha a tendencia para dizer que é devido a corrupcao e compadrios (e sem duvida que isso existe), mas tambem tem muito que ver (neste caso, por exemplo) de meter politicos a tomar decisoes sobre assuntos que nao percebem. 

Editado por Burkina2008
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Os EUA proibiram a western union de operar remessas para Cuba. 

Amaldiçoados se vejam os estados unidos da América. 

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Citação de Burkina2008, há 1 minuto:

Acho que nao é necessario (nem justo) estar a chamar ignorante ao Ghelton, eu so acho que existe demasiada gente que simplifica assuntos que nao teem nada de simples.

E numa coisa ele tem razao (e acho que aqui ninguem discorda), existem muitas PPPs que sao ruinosas. Mas ate ai as razoes sao um mix de coisas. Ha a tendencia para dizer que é devido a corrupcao e compadrios (e sem duvida que isso existe), mas tambem tem muito que ver (neste caso, por exemplo) de meter politicos a tomar decisoes sobre assuntos que nao percebem. 

A ideia de elegermos políticos é que eles decidam sobre essas coisas e, se não percebem sobre um assunto, devem informar-se com quem percebe. Eu não perceber de um assunto e mandar bitaites é aceitável, um político não saber e tomar decisões potencialmente ruinosas para o erário público nem por isso.

Mas nem quero entrar por aí, senão desembocamos noutros assuntos que são mais do foro legal do que propriamente técnicos.

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Citação de Lebohang, há 55 minutos:
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Pausas, pressões e telefones a tocar. Como o PS tentou até ao fim salvar transferência para o Novo Banco - e falhou

Por esta altura, Joacine Katar Moreira dizia ao Observador que estava “muito ocupada”, enquanto segurava no telefone, e que ainda não tinha “decidido nada”. Do lado de fora do hemiciclo, o Governo estava na sala do Governo à espera que o impasse se resolvesse. Já com o primeiro-ministro e alguns ministros dentro de portas, iam entrando e saindo peças-chave da negociação com os partidos, como o deputado João Paulo Correia e a líder parlamentar Ana Catarina Mendes. Duarte Cordeiro, o pivô da geringonça, esteve sempre nos corredores agarrado ao telefone e a falar com ministro das Finanças. O ar de preocupação era evidente.

A pausa parlamentar ainda decorria e Joacine Katar Moreira volta ao seu lugar no hemiciclo. Assim que a vê, o deputado bloquista Jorge Costa, que por esta altura reunia com o núcleo duro da direção do BE (Catarina Martins, Mariana Mortágua e Pedro Filipe Soares) numas filas abaixo do hemiciclo, dirige-se na sua direção. Mas trava a passada a meio quando vê que, sentado ao lado de Joacine, está o deputado socialista Filipe Neto Brandão, coordenador da comissão de orçamento e vice-presidente da bancada socialista. A marcação estava a ser cerrada. Minutos depois ainda seria a vez do deputado socialista Pedro Delgado Alves se aproximar da última fila, para mais dois dedos de conversa com a deputada.

A dada altura, a sensação que reinava na sala era de que o PS estava a conseguir convencer o PAN a pelo menos abster-se e as deputadas não inscritas a votarem ao seu lado, e, estava salvo porque a proposta seria rejeitada. Mas não estava no papo. Depois de Ferro Rodrigues ter retomado os trabalhos e dado início às votações, sobre outras normas avocadas, o socialista João Paulo Correia pediria a palavra para pedir nova pausa de 20 minutos. Para quê? Para continuarem as negociações sobre o Novo Banco. Afinal, ainda não estava seguro. As contas eram delicadas.

Na quarta-feira à noite, tinha sido esta a votação da proposta do BE para travar a transferência do Novo Banco:

PS, IL e Chega votaram contra;

PSD, BE, PCP e PAN, a favor;

CDS absteve-se.

Resultado: 110 deputados a favor e 111 contra. Margem mínima, mas suficiente para a proposta do Bloco passar.

Problema: PEV e deputadas não inscritas (Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues) não tinham votado, porque não tinham assento naquela comissão.

Daí que a proposta tenha sido avocada a plenário esta manhã. E como estavam as contas esta quinta-feira de manhã, depois do debate sobre o tema?

PS e IL anunciaram logo que mantinham voto contra;

Chega anunciou que mudaria sentido de voto para abstenção;

PSD, BE, PCP e PEV anunciaram que votariam a favor da proposta que travava a transferência do Estado para Novo Banco (sem necessidade de auditoria prévia);

CDS anunciou que mantinha abstenção.

Resultado: 109 deputados contra, 110 a favor. Para já.

Problema: Faltava saber como votaria o PAN, que não anunciou se manteria o voto ou se iria afinal abster-se, e faltava saber o que fariam as duas deputadas não inscritas — Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues. Ou seja, se o PAN se abstivesse, e como o Chega afinal tinha mudado o seu voto de contra para abstenção, era preciso que as duas deputadas não inscritas caíssem para o lado do PS para salvar o Governo.

Problema 2: Em caso de empate a regra é que a votação se deve repetir e, se se mantiver o empate, a proposta de alteração é rejeitada.

Ou seja, o Governo tinha mesmo de convencer Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues a votarem contra a proposta do Bloco de Esquerda. Conseguiu? Não. Cristina Rodrigues fez o que o Governo queria, mas Joacine não.

Segundo take. Nova pausa para negociações e nova ronda de telefonemas, movimentação e entra e sai nos gabinetes. Eram os 20 minutos finais para o Governo e o PS tentarem inverter o rumo e ver chumbada a proposta dos bloquistas. Foi aí que o Observador assistiu a uma azáfama de todo o tamanho junto do gabinete parlamentar do CDS, com os cinco deputados do CDS em alvoroço porque corria a informação de que o líder do partido, Francisco Rodrigues dos Santos, poderia dar liberdade de voto para alguns deputados se desalinharem. Mas afinal não, o CDS votou mesmo pela abstenção.

O alvoroço estava afinal uns metros ao lado, na bancada madeirense do PSD. Por esta altura, era ver Sara Madruga da Costa a falar alto ao telemóvel e a falar depois com o colega de bancada Paulo Neves, também do PSD/Madeira. Alguma coisa parecia estar prestes a acontecer.

E foi mesmo isso que aconteceu quando Ferro Rodrigues chamou os deputados a votar: os três deputados do PSD Madeira votaram inicialmente ao lado do PS e, juntamente com os votos do Iniciativa Liberal e da deputada Cristina Rodrigues, a proposta do Bloco que travava injeções no Novo Banco parecia que ia ser rejeitada. O Observador apurou junto de fontes da bancada do PSD que houve de facto tentativas de negociação entre o Governo e os três deputados do PSD/Madeira. Não seria a primeira vez: no Orçamento para 2020, os madeirenses desalinharam e abstiveram-se na generalidade, furando a disciplina de voto. Se o filme se repetisse, era o Governo a ganhar.

Só que não. Num instante, lá está, tudo pode mudar. E mudou: Sara Madruga da Costa pediu a palavra para dizer que, afinal, tinha-se enganado. O voto dos três deputados do PSD Madeira, afinal, ia ser igual ao voto do PSD.

Resultado? A proposta do Bloco foi mesmo aprovada, com os votos a favor do PSD, do PCP, do PEV, e da Joacine Katar Moreira. Ah, e de André Ventura, do Chega.

É que a cambalhota final seria de André Ventura — embora o seu voto não tenha sido decisivo. Depois de ter votado contra na votação de quarta-feira à noite, em comissão, ou seja, ao lado do Governo/PS, André Ventura anunciou esta manhã no período de discussão que ira afinal abster-se, apenas porque achava que a forma como a proposta do BE estava redigida era uma “aberração jurídica”.

No final, contudo, quando a votação foi repetida devido ao engano da deputada do PSD Madeira, o voto de André Ventura foi afinal a favor, o que faz com que o Chega tenha passado de voto contra, na quarta-feira, para voto a favor, na quinta-feira.

Isso mesmo foi notado no Twitter pelo líder parlamentar do BE: “André Ventura fez a tripla de quem não tem espinha dorsal, não quer afrontar os poderes do sistema financeiro e não quer ficar fora de nenhuma fotografia que ache apetecível”. “Oportunismo parlamentar”, resumiu Pedro Filipe Soares.

No final, foi assim que ficou. A proposta do Bloco de Esquerda que impede o Orçamento de autorizar verbas para o Fundo de Resolução, e que obriga a um orçamento retificativo caso o Governo venha a pedir no futuro autorização ao Parlamento para essa verba, foi aprovada com os votos do BE, PSD, PCP, PEV, Chega e Joacine Katar Moreira. O CDS e o PAN abstiveram-se. E o PS conseguiu apenas ter a Iniciativa Liberal e a deputada Cristina Rodrigues (ex-PAN) do seu lado. Ou seja, ficou 112 contra 110 e a proposta foi aprovada. Por um triz, e depois de muito suor.

"Chaos is a ladder"

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Citação de Burkina2008, há 7 minutos:

 

 

 

Acho que nao é necessario estar a chamar ignorante ao Ghelton, eu so acho que existe demasiada gente que simplifica assuntos que nao teem nada de simples.

E numa coisa ele tem razao (e acho que aqui ninguem discorda), existem muitas PPPs que sao ruinosas. Mas ate ai as razoes sao um mix de coisas. Ha a tendencia para dizer que é devido a corrupcao e compadrios (e sem duvida que isso existe), mas tambem tem muito que ver (neste caso, por exemplo) de meter politicos a tomar decisoes sobre assuntos que nao percebem. 

E não só, muitos dos negócios ruinosos surgiram com as renegociações dos contratos iniciais por pressão política do momento. Não podemos aumentar as portagens porque isso terá impacto nas próximas eleições? Deixa-me cá renegociar os contratos com o privado e postecipar o problema. O exemplo perfeito foi o caso da Lusoponte com a ponte 25 de Abril. O Cavaco não quis aumentar o valor das portagens conforme estava definido no modelo financeiro da obra e para compensar a concessionária decidiu que o Estado ia passar a cobrir os custos de manutenção da ponte 25 de Abril. Em termos práticos a Lusoponte obtém a receita total das portagens e não incorre no custo mais relevante. Como este houve outros disparates. O Estado quando entra nestas renegociações sai sempre a perder pq a decisão financeira mais inteligente a tomar muitas vezes não é a mais favorável em termos de impacto na opinião pública.

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Citação de Burkina2008, há 2 horas:

E qual é a alternativa, deixar o Novo Banco falir e mandar algumas milhares de pessoas para o desemprego? O BE parece que anda a aprender com o Ventura...

Ainda o Ventura andava no seminário e já o BE andava nestas andanças populistas.

Percebo a ideia de quererem mais uma auditoria, mas também há que respeitar o que foi contratado em 2017 aquando da privatização, se o contrato foi bem ou mal feito a conversa já é outra.

E a Joacine só votou a favor da proposta do BE porque estava lá o Jorge Costa a fazer marcação cerrada.

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Vou aqui confessar que um dos meus guilty pleasures é de vez em quando ir espreitar a conta de twitter do Nuno Rogeiro. Nada mais hilariante que um gajo que se acha o supra-sumo da intelectualidade e que consegue sempre dar a volta aos temas como se tudo fosse uma partida de xadrez 4D que só ele tem capacidade de analisar e em que todos os assuntos são uma coisa e o seu contrário. Isto perfumado com as informações de intermináveis fontes bizarras mega exclusivas, torna aquilo em grande fonte de tesourinhos.

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Gosto de seguir o Nuno Rogeiro por causa das notícias de Moçambique. 

De resto sofre o síndrome de ser há muitos anos comentador político, pensam que sabem tudo e opinam sobre tudo 

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