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78ª Volta a Portugal

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Prólogo | 27.07.16 - Oliveira de Azeméis - Oliveira de Azeméis - 3.6km

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1ª Etapa | 28.07.16 - Ovar - Braga - 167.4km

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2ª Etapa | 29.07.16 - Viana do Castelo - Fafe - 160km

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3ª Etapa | 30.07.16 - Montalegre - Macedo de Cavaleiros - 158.9km

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4ª Etapa | 31.07.16 - Bragança - Mondim de Basto (Srª da Graça) - 191.9km

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5ª Etapa | 01.08.16 - Lamego - Viseu - 153.2km

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6ª Etapa | 03.08.16 - Belmonte - Guarda - 173.7km

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7ª Etapa | 04.08.16 - Figueira Castelo Rodrigo - Castelo Branco - 182km

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8ª Etapa | 05.08.16 - Nazaré - Arruada dos Vinhos - 208.5km

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9ª Etapa | 06.08.16 - Alcácer do Sal - Setúbal - 187.5km

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10ª Etapa | 07.08.16 - Vila Franca de Xira - Lisboa - 32km (CRI)

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Equipas

 

Efapel (Portugal)

 

LA Alumínios / Antarte (Portugal)

 

Louletano - Hospital de Loulé (Portugal)

 

Rádio Popular / Boavista (Portugal)

 

Sporting - Tavira (Portugal)

 

W52 / Porto (Portugal)

 

Euskadi Basque Country - Murias (Espanha)

 

Christina Jewelry Pro Cycling (Alemanha)

 

Boyacá Raza de Campeones (Colombia)

 

Lokosphinx (Rússia)

 

Inteja - MMR Dominican Cycling Team (República Dominicana)

 

Astana City (Cazaquistão)

 

Armee De Terre (França)

 

Caja Rural - Seguros RGA (Espanha)

 

Drapac Professional Cycling

 

Team Roth (Suiça)

 

Androni Giocattoli - Sidermec (Itália)

 

Funvic Soul Cycles - Carrefour (Brasil)

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Do comboio da Sky directamente para o comboio da W52, nem vamos notar muitas diferenças :mrgreen:

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Boring. Venha mas é a Vuelta.

 

nunca te vi tão desejoso de assistir ao melhor do mundo :-

Faltam só 28 dias para ver ataques.

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nunca te vi tão desejoso de assistir ao melhor do mundo :-

 

Já houve confirmação por parte da Sky? :mrgreen:

Editado por Enzo Dios Perez

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Já houve confirmação por parte da Sky? :mrgreen:

 

Aposto que antes do Edit tinhas dito sim 8-)

ouvi algumas coisas onde diziam que ele ia estar presente,tal como o ch*pa rodas

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Pela startlist, nomes a ter em conta das equipas estrangeiras. José Gonçalves, Hugh Carthy, Eduard Prades, Brendan Canty, Franco Pelizotti, Egan Bernal, Francesco Gavazzi, Rodolfo Torres, Davide Vigano, David Belda, Andrea Pasqualon, Sergey Shilov, Stefan Schumacher, Garikoitz Bravo, Heiner Parra, Nikita Stalnov e Stephane Poulhies.

É bem melhor que nos últimos anos, mas continua a ser meh. Vale pelo timaço que a Androni traz.

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Sabes se vêem cá passear ou lutar por isto?

O Gianni Savio já veio falar do que vêem cá fazer e aparentemente apostam em lutar pela Geral e pelos sprints. Mas epá, as equipas tugas preparam a época especificamente para isto, dificilmente são batidas. No entanto, no último ano que não tivemos final na Torre, venceu o Efimkin a Volta, portanto who knows.

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Volta a Portugal: prepare-se para um déjà vu

 

Gustavo Veloso e a W52-FC Porto estão prontos para repetir a fórmula do sucesso na 78.ª edição, beneficiando de um percurso tendencialmente prejudicial aos trepadores. Alejandro Marque será o principal rival do bicampeão.

 

Para aqueles que gostam de ciclismo e que, desde o final da parada de estrelas nos Campos Elísios, que, no domingo, confirmou o "tri" de Chris Froome (Sky), não sabem como ocupar as suas tardes, o PÚBLICO tem uma boa notícia: é já hoje que começa a rolar a 78.ª Volta a Portugal, com a apresentação das equipas e das suas principais figuras em Oliveira de Azeméis – para vê-los em acção terá de esperar por quarta-feira, dia de prólogo e da definição do primeiro camisola amarela. Mas não se entusiasme muito: se foi daqueles que achou a última Volta a França um marasmo, é muito provável que, entre amanhã e 7 de Agosto, tenha um déjà vu.

 

É assim há dois anos na Volta a Portugal. Um homem, uma equipa, uma vitória sem contestação e sem ataques consistentes. A haver um equivalente internacional para Gustavo Veloso e a sua W52-FC Porto estes teriam, inevitavelmente, de ser Chris Froome e a Sky. Com as devidas distâncias – nem o palmarés do galego se aproxima do do britânico, nem o orçamento da formação "azul-e-branca" se compara com o da "negra-e-azul" -, aquilo que o binómio Veloso-W52 têm feito em Portugal é muito semelhante àquilo que se viu no Tour.

 

Aqui, como lá, as coisas estão bem definidas: o líder é Veloso e o lema é “um por todos, todos por um”. Unidos como nenhuns outros, os "dragões" abdicaram das suas ambições pessoais para lutar pela amarela, que sentem como sua, e nunca se esquecem do seu papel. Impressionantes durante toda a temporada, vão chegar à Volta a Portugal com o moral em alta, um planeamento estratégico perfeito – estudaram o percurso, no local, ao detalhe -, com uma preparação impensável para qualquer outra formação nacional – estiveram todos concentrados em altitude, em Navacerrada (Madrid) – e com um líder "fresco".

 

Obrigada a restruturar a sua preparação, devido à fractura de duas costelas, o galego de 36 anos está completamente despreocupado com o facto de acumular apenas 18 dias de competição. “Não tenho por que acusar a falta de ritmo competitivo. Até pode ser bom, porque chego com vontade de correr. No Troféu Joaquim Agostinho, tive boas sensações e isso motiva-me”, resumiu ao PÚBLICO.

 

Veloso está confiante e isso percebe-se, porque, em teoria, ninguém terá pernas (e equipa) para o impedir de chegar ao "tri", nem mesmo o seu antecessor no palmarés dos campeões. Voltar a vestir a amarela que conquistou por quatro segundos em 2013, quando era o "escudeiro" do homem de Vilagarcía de Arousa, é o sonho que move Alejandro Marque. Um percurso com menos chegadas em alto – haverá uma única, no domingo, na Senhora da Graça – e um contra-relógio demasiado longo (32 quilómetros) para as pernas de todos os outros adversários, à excepção do seu amigo galego, seriam o cenário idílico para um segundo título.

 

Mas, tal como no ano passado, o desejo de "Alex" pode esbarrar na opção táctica de uma liderança bipartida e, consequentemente, na ambição de um jovem trepador português. O ciclista da A Estrada saiu da Efapel à procura de uma equipa em que fosse a única aposta e encontrou na LA-Antarte o porto de abrigo perfeito. Um percalço de saúde no início da época – um vírus atirou-o para a cama de um hospital e fê-lo correr risco de vida – manteve-o afastado de competição o tempo suficiente para Amaro Antunes se evidenciar, com o décimo lugar e o estatuto de melhor português na Volta ao Algarve. Em franco crescimento, o algarvio ganhou o direito de coliderar a LA-Antarte nesta Volta a Portugal.

 

O filme repete-se para Marque, que há um ano viu Joni Brandão "assaltar-lhe" o lugar de líder. "Vice" na edição de 2015, o corredor Santa Maria da Feira vai, pela primeira vez na sua carreira, ser o chefe de fila único da Efapel, uma condição que dificilmente o perturbará. Provavelmente o melhor ciclista nacional ainda a correr em solo português, Brandão pode ser uma séria dor de cabeça para os "dragões" nas subidas, mas o seu carácter cauteloso será um entrave para que ataque de longe em tiradas como a sexta, em que a dupla passagem pela Torre, perdida à distância da meta, será muito mais atractiva a homens como Rui Sousa ou Rinaldo Nocentini.

 

Em ano de despedida, o "quarentão" da Rádio Popular-Boavista promete ser um dos grandes agitadores, algo que também se espera do experiente italiano, que terá a missão de comandar o Sporting-Tavira no regresso dos "leões" à estrada após quase 30 anos de ausência. Mas sem um percurso à sua medida – os 1618,7 km entre Oliveira de Azeméis e Lisboa são, muito provavelmente, os mais desequilibrados dos últimos anos, devido à ausência de chegadas em alto -, o papel dos dois conhecidos trepadores deve resumir-se ao de meros figurantes em nova glorificação de Veloso e o seu "gangue", que só a melhor versão do contra-relogista (tornado ciclista completo) Marque poderá impedir.

 

Parece que alguém não gostou do artigo pois a jornalista já escreveu outra coisa...

 

Direito de resposta

 

À Volta a Portugal falta-lhe um campeão carismático capaz de inverter a espiral descendente em que entrou.

 

Verão após Verão, ouvimos placidamente as lamúrias dos patrões do pelotão. Num exercício de auto-comiseração autista, queixam-se da escassa cobertura mediática dada à Volta a Portugal, sem terem a capacidade de olhar para dentro e perceber que o mal está neles e não nos outros. A Volta a Portugal já não é o que era – esfumaram-se as grandes equipas, os nomes internacionais, a competitividade e até os adeptos em palcos míticos como a Senhora da Graça – e só os mais teimosos se recusam a perceber.

 

Coloquem-se no nosso lugar: como vender um produto em que o vencedor (Gustavo Veloso), salvo azar, está definido à partida? Em que uma equipa (a W52-FC Porto) vai dominar a seu bel-prazer, como aconteceu nas últimas três edições (e em toda a temporada de 2016), dando-se ao luxo de escolher quando e onde vestir a camisola amarela ou de transformar a subida à Torre numa crono-escalada por equipas? Em que os ataques numa etapa emblemática como a da Torre se vão resumir a dois ou três safanões? Em que os colegas competem entre si, com o propósito de demonstrar que são melhor do que o outro e não de ganhar? E em que a mentalidade geral passa por segurar um lugar no pódio – o primeiro, esse, dão-no como perdido ainda antes do arranque – ao invés de arriscar tudo pela amarela, mesmo que o resultado seja tudo perder?

 

No entanto, tudo isto seria esquecido se o vencedor da Volta fosse um Peter Sagan à escala nacional, um ciclista espectáculo dentro e fora da estrada. Ou, para sermos mais realistas, um David Blanco. Mas Gustavo Veloso não é David Blanco. Perdesse ou ganhasse, o recordista de vitórias da prova atraía as pessoas, com as suas tiradas politicamente incorrectas e coloquiais, com a sua postura desprendida e, ainda assim, emotiva. Blanco vivia para ganhar na estrada e não para coleccionar "fãs" entre os adversários do pelotão. Quando algo corria mal, disparava (sobretudo contra os jornalistas), sem papas na língua. Era autêntico e, por isso, captava público de fora da modalidade, público que hoje nem sabe quem é Veloso. Ao actual bicampeão falta-lhe a essência transparente do vizinho galego, a aura que tornou Blanco uma figura do desporto nacional. E à Volta a Portugal falta-lhe um campeão carismático capaz de inverter a espiral descendente em que entrou.

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nice, vai partir de Vila Franca de Xira a última etapa, a ver se dou lá um pulinho

Editado por Oblivion

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