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Sumudica by Night

Resistência Anónima no Man Utd

Publicações recomendadas

Citação de Wincing Hálldor, há 2 minutos:

O Sumudica foi Sumudicado

Vi no Expresso e nem questionei. Devia-me ter lembrado do Artur Baptista da Silva, grande consultor da ONU.

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Viu precisar de um tempo, Sumu. 

Muda o teu número eu mudei o meu, muda o teu mundo que eu mudei o meu.

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Citação de Sumudica by Night, há 5 horas:

Vi no Expresso e nem questionei. Devia-me ter lembrado do Artur Baptista da Silva, grande consultor da ONU.

Normal, teria feito o mesmo provavelmente. Apenas apreciei a fina ironia da situação.

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Quero likes no meu primeiro post, faxabor, pois logo na altura disse que isto tresandava a paródia por todos os lados.

 

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Já está em curso a atribulada terceira época de Mourinho no Manchester United

O treinador português do Manchester United confirma sinais de tensão já vistos em anteriores passagens pelo Chelsea e Real Madrid. Relacionamento entre o técnico e Pogba é apenas o último sinal de conflito.

Breve resumo do que tem sido a temporada de José Mourinho e do Manchester United até ao momento: começou por queixar-se de falta de reforços, exigiu “respeito” aos jornalistas após perder 0-3 com o Tottenham, foi eliminado na Taça da Liga inglesa pelo Derby County, do segundo escalão, e transportou a tensão com Paul Pogba para a esfera pública ao retirá-lo do lote de capitães — os dois foram ontem filmados no treino e foi evidente a frieza entre ambos. A síndrome da terceira época de José Mourinho é algo que já adquiriu contornos de evidência científica (as últimas trocas de clube na sua carreira, Real Madrid e Chelsea, aconteceram em contexto de conflito e ao terceiro ano) e ninguém ficará surpreendido se a passagem pelo Manchester United também terminar na terceira temporada, face ao desgaste que vai sendo perceptível.

O divórcio está à vista, a questão é saber de que lado vai partir a corda. José Mourinho e Paul Pogba são os dois egos em confronto no Manchester United, e o choque deixa adivinhar algo sobre o treinador português de 55 anos: já não é capaz de chegar aos seus jogadores como acontecia antigamente, quando a sua partida (do Inter de Milão) fazia futebolistas como Marco Materazzi ficarem lavados em lágrimas. No Real Madrid, e na sua segunda passagem pelo Chelsea, não houve essas cenas. “[Mourinho] desgasta os seus jogadores, torna isso uma rotina e, no limite, os jogadores viram-se contra ele. O padrão da carreira de Mourinho sugere que normalmente a situação piora, em vez de melhorar”, escreveu Daniel Taylor no The Guardian.

“Nunca serei capaz de trabalhar sem sucesso. Não está na minha natureza”, afirmava José Mourinho em 2016, na apresentação como novo treinador do Manchester United. Mas os resultados, a medida para avaliar o trabalho de qualquer treinador, contrariam a aura de vencedor em série que o português foi construindo. À sexta jornada está no sétimo lugar, com dez pontos (três vitórias, um empate e duas derrotas), nove golos marcados e outros tantos sofridos. Há um ano, pela mesma altura, somava 16 pontos (cinco triunfos e um empate) e contava 17 golos marcados e apenas dois sofridos. Nas últimas cinco temporadas só ergueu troféus em duas delas — em 2016-17 conduziu o Manchester United à conquista da Liga Europa, Supertaça inglesa e Taça da Liga inglesa, e em 2014-15 tinha ganho a Liga inglesa e a Taça de Inglaterra pelo Chelsea.

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O problema Pogba

O progressivo afastamento relativamente a Pogba marca esta época. Contratado em 2016, quando Mourinho chega a Old Trafford, por um valor então recorde de 105 milhões de euros, o francês tem passado por dificuldades para mostrar-se ao seu melhor nível. Numa fase inicial, o treinador português fez questão de defendê-lo das críticas: “O Paul [Pogba] não tem culpa de ganhar dez vezes mais do que alguns jogadores muito bons ganharam no passado”, afirmava há um ano.

O cenário alterou-se drasticamente. Após ter promovido Pogba ao lote de capitães de equipa, no início desta época, Mourinho não demorou a retirar-lhe esse estatuto. Na sequência do empate caseiro frente ao Wolverhampton, o francês de 25 anos defendeu que a equipa devia assumir outra postura e “atacar, atacar, atacar”. “És um bom jogador, mas não um jogador especial”, ter-lhe-á dito Mourinho em frente aos companheiros.

A tensão já nem é disfarçada. Nas imagens registadas durante o treino de desta quarta-feira, os dois não se cumprimentam e a linguagem corporal mostra frieza da parte de Mourinho e incredulidade de Pogba com qualquer coisa que o português lhe diz. O Barcelona encabeça a lista de pretendentes ao francês e ninguém descarta uma transferência no Inverno. Entretanto, a sombra de Zidane paira, ameaçadora, sobre Mourinho. Por que lado irá partir a corda?

Público

 

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Como é que se diz Special One em Chinês?

Acho que ele vai precisar no futuro próximo...

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Citação de IlidioMA, há 6 horas:

Como é que se diz Special One em Chinês?

Acho que ele vai precisar no futuro próximo...

Não me parece. We'll always have Inter.

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Se o Tuchel não ganha a Champions pro ano se for preciso está em Paris.

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Citação de DS7, há 2 minutos:

Se o Tuchel não ganha a Champions pro ano se for preciso está em Paris.

LOL se for esse o critério bem que Paris vai acolher os treinadores todos da Europa.

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Citação de Black Hawk, há 15 horas:

LOL se for esse o critério bem que Paris vai acolher os treinadores todos da Europa.

até agora é isso que estão a fazer...

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O Mourinho desde o inter que não consegue unir um balneário à volta dele, é impressionante

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O problema do Mourinho é o seu futebol, que não está ao nível das suas exigências. 

Não acredito que o Mourinho seja muito diferente do Guardiola no balneário. O que faz a diferença é que o espanhol cumpre com as exigências e motiva os jogadores a darem tudo de si.

Nestes tempos o Mourinho tornou-se num chato.

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Scholes: «O José Mourinho brilhante e arrogante foi-se, agora é o José das desculpas»

Antigo médio do Manchester United diz que o português tem de provar que é o melhor

Paul Scholes, antigo médio do Manchester United, concedeu uma entrevista à ESPN onde abordou o atual momento dos red devils. O antigo internacional considera que José Mourinho tem ainda muito a provar.

"Não o conheço muito bem, só do tempo em que jogava contra ele. Adorava ver as suas entrevistas, a sua arrogância. Achava-o brilhante, mas esse José foi-se. Agora é apenas o José das desculpas, o que te deixa frustrado. Ele queixa-se dos jogadores e daquilo que não tem. Mas vejam aquilo que ele tem. Ele diz às pessoas que é o melhor treinador, por isso devia prová-lo", atirou.

Paul Scholes relembrou ainda os milhões gastos pelo Special One: "Não é como se não lhe tivessem dado nada. Deram-lhe fortunas para gastar e ele comprou muitos destes jogadores. Comprou dois centrais que não parecem suficientemente bons. Se acha que não são suficientemente bons, que os treine e os torne melhores", concluiu.

Record

O Scholes tem conta no CMPT... 412592370471796736.png?v=1

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Da arrogância à humildade: José Mourinho é agora igual aos iguais

"A verdade é que Mourinho já não pertence ao pequeno e restrito grupo dos corajosos", explica Blessing Lumueno, notando a enorme mudança no treinador português, que passou da arrogância à humildade, especialmente depois de ter passado por Itália

 

Um dos melhores treinadores da história do futebol! É esse o carimbo que Mourinho vai carregar até ao final da sua carreira (que ainda está bastante longe), independentemente dos acontecimentos futuros.

Desde que chegou, sempre foi uma personagem que não deixou ninguém indiferente – cativava ou criava repulsa – por força da forma como apresentava as suas convicções, e da segurança com que as proferia. Ele criou uma personagem prepotente que lhe permitiu influenciar as equipas de forma positiva, mostrando-lhes que, juntos, poderiam alcançar grandes feitos.

Tinha uma confiança inabalável nas suas ideias e a equipa em campo era o reflexo inquebrável disso mesmo. Era arrogante, porque pensava que as ideias que tinha eram as melhores e, por isso, desenvolvia todo o jogo da equipa e moldava cada jogador para responder às exigências do seu modelo de jogo.

Para muitos, como eu, inspirador. Fez com que um miúdo que ainda jogava à bola sonhasse chegar mais alto como treinador do que como jogador, pela coerência entre o que dizia, o que fazia e o que a equipa jogava.

A dita arrogância era um dos maiores valores das equipas de Mourinho! Era de um valor inestimável a autoestima, a confiança nos seus processos de jogo, a solidariedade e a conexão com o treinador que os jogadores mostravam. O desejo e a vontade de conquistar o mundo, dominar o jogo, ou, nas próprias palavras de Mourinho, dar ao adversário “massacres que nem respiram”, eram o selo que diferenciava as suas equipas de todas as outras.

Era o que o diferenciava do resto. Havia uma congruência enorme em tudo o que fazia e as suas equipas demonstravam-no de forma inequívoca e arrogante. Não há uma equipa na história que tenha ganho muito, e consecutivamente, sem essa arrogância, sem esse sentimento de superioridade. Havia equipas com individualidades incríveis que ficaram para trás no somatório dos títulos ao longo dos anos e aí os títulos apareciam como consequência de uma ideologia diferente. Resultavam de uma forma “GRANDE” de pensar e de viver o jogo. Não bastava chegar ao pódio; Mourinho desafiava o Olimpo.

No Inter de Milão, onde ganhou, e ganhou muito no seu segundo ano, ficou convencido que tinha lá chegado.

José Mourinho foi campeão europeu pelo Inter de Milão

José Mourinho foi campeão europeu pelo Inter de Milão

 

SHAUN BOTTERILL

Despiu-se das convicções com que tinha chegado até ali e dizia ter encontrado um grupo de jogadores incapazes de executar a sua ideologia. Mudou! Mudou e ganhou como nunca antes na sua carreira, e essa conquista levou-o à humildade.

Hoje, Mourinho diz ser mais humilde, por ser mais flexível nas suas ideias e por não trabalhar especificamente para uma forma de jogar. Molda-se aos jogadores para que eles se moldem também ao adversário. Não é fundamentalista de um estilo e a humildade de que agora se gaba levou-o a uma mudança drástica de registo.

“Hoje”, junta-se a um número enorme de treinadores humildes cujas conquistas não marcam, não cativam e causam indiferença. Não se distingue dos demais e, por isso, apenas esporadicamente vai vencendo.

Num passado recente, se alguém perguntasse quem era José Mourinho, todos conseguiriam responder com um número de características que faziam sentido para ele, e que eram devidamente visíveis nas suas equipas.

No presente, é tanta a confusão com que ele nos brinda (desde os jogos onde diz querer assumir a bola, jogar entre linhas e pressionar alto, aos jogos onde quer é despachar a bola, esperar perto da área e jogar para não sofrer golos; aos jogos onde quer que os seus jogadores joguem com marcações individuais; aos jogos onde prefere que se comportem de forma zonal; até aos jogos onde junta as referências todas, deixando aos jogadores a interpretação de cada momento) que não sei bem caracterizar Mourinho.

Diz que se tornou mais estratega e que joga mais em função do adversário. Pois bem, é essa falta de arrogância, é o facto de se submeter à vontade do adversário que o torna, agora, igual aos iguais.

“Mostra-me como joga que eu digo-te como treinas”. A frase é de Mourinho e é bastate elucidativa da mudança. Olhando para o jogo do Manchester United, Mourinho não seria capaz de perceber “como é que a equipa treina” e para que treina. A humildade levou as regularidades e trouxe uma confusão tal ao nível dos comportamentos que os jogadores não sabem o que fazer, como fazer, quando fazer.

É através do jogo que se percebe que os jogadores não estão convictos do que têm que fazer, que não são verdadeiramente uma equipa. É dos comportamentos tão díspares e desligados que demonstram em campo que se entende que a equipa não treina regularmente em torno de uma ideia sua. Ou melhor, que a equipa treina diariamente em torno da ideia do próximo adversário. E isso, por mais anos que passem, é uma forma pouco eficiente para transformar um conjunto de jogadores numa equipa, porque não lhes é dado nada que seja exclusivamente deles. Daí a desconexão, a disparidade e a quantidadede informação incongruente que (a humildade) transmite nas conferências de imprensa.

Johan Cruyff disse que havia dois grupos de treinadores: os corajosos e os outros. E, mesmo havendo algum exagero nas palavras do génio holandês, a verdade é que Mourinho já não pertence ao pequeno e restrito grupo dos corajosos.

Expresso

 

 

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Qualquer pessoa que bata o coro à Mariana Cabral escreve no Expresso... 

 

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