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[TV] Festival RTP da Canção 2018

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Citação de Takezo, há 4 horas:

O Conan daqui a uns anos está a trabalhar na Galp e a dizer cenas sem sentido aos clientes. Continuo sem perceber o appeal, continuo a achar a música dele sem qualquer objetivo e o catarolar ciganado bem meh. É um hypebeast que convenceu a malta da Soares dos Reis que uma música de m*rda sobre adorar bolos era intelectual af. É que a letra mesmo que seja horrível, lame, parva e pacóvia não acrescenta nada. Não estamos a falar de Death Grips que dizem m*rda para o gozo de forma a alimentar o ambiente caótico das suas músicas. Para mim é um idiotice pegada este moço.

Eh. A minha opinião está entre a tua e a do Mayday.

Acho que o Conan é um gajo com muito talento e é um gajo inteligente. O estilo dele de cantar é único no que toca à música contemporânea e acho que é mais por aí que ele tem tantos adeptos. Um bocado como a Rosalía, com as devidas diferenças de qualidade e de género musical.

A parte das letras é um debate engraçado. Há uma linha ténue entre o absurdo artístico e o absurdo nonsense. E ainda não decidi bem que lado é que o Conan pisa. Acho que se por um lado algumas das coisas dele têm graça, por outro acho um bocado prepotente ele focar a discografia toda em escrever coisas random.

Agora, claro que isso também leva a que ele se diferencie de outros artistas e o reconhecimento das cenas que ele faz em Portugal não é para todos. O que é bom por um lado porque, mais uma vez, ele é um artista talentoso, mas de certa forma chateia-me que artistas bons não tenham esse crescimento só porque não optaram por esta via.

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Esse crl devia ter vergonha por concorrer no festival de um outro país. Ao menos não passou.

Em relação ao Conan, eu não acho grande coisa mas até é interessante. Pode-se dizer que o gajo tem um estilo próprio, a produção e a estrutura das músicas é diferente da norma por cá, mas perde pontos na letra de m*rda que tem. Neste registo teria outro impacto se não debitasse m*rda pela boca. Também não é um cantor por aí além.

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Quem é essa representante da Bielorrússia? É que não têm fuego nenhum. 

Espero que levem uma bem bem melhor.

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Como é que se acaba na Bielorrússia a cantar em espanhol com sotaque Português e a agradecer em italiano? 

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Citação de Wincing Hálldor, há 10 horas:

Eh. A minha opinião está entre a tua e a do Mayday.

Acho que o Conan é um gajo com muito talento e é um gajo inteligente. O estilo dele de cantar é único no que toca à música contemporânea e acho que é mais por aí que ele tem tantos adeptos. Um bocado como a Rosalía, com as devidas diferenças de qualidade e de género musical.

A parte das letras é um debate engraçado. Há uma linha ténue entre o absurdo artístico e o absurdo nonsense. E ainda não decidi bem que lado é que o Conan pisa. Acho que se por um lado algumas das coisas dele têm graça, por outro acho um bocado prepotente ele focar a discografia toda em escrever coisas random.

Agora, claro que isso também leva a que ele se diferencie de outros artistas e o reconhecimento das cenas que ele faz em Portugal não é para todos. O que é bom por um lado porque, mais uma vez, ele é um artista talentoso, mas de certa forma chateia-me que artistas bons não tenham esse crescimento só porque não optaram por esta via.

O Conan em entrevistas explica de uma forma bastante eloquente a questão das letras, que tentam ser abertas e transcendentes, que possam ter vários significados para quem as ouvir. E não uma tentativa de ser parvo e ter graça. É é assim que eu interpreto e acho que nem é preciso interrogar o artista sobre isso. A telemóveis para mim é um daqueles fados dramáticos e de certeza que a interpretação e sentimento que eu tiro da letra é diferente de toda a gente.

Depois toda aquela mistura de sons e estilos resulta muito bem. É tradicional e do mundo. Dá para ouvir com a alma como o fado ou dançar com o corpo todo como o kuduro.

É diferente, é único, tem personalidade. Ao lado das banalidades que os outros apresentam, destaca-se.

Falam das letras do conan, mas as restantes letras que são mais -digamos- normais, são péssimas. Há algumas que eu desconfio que são inspiradas no chaga Freitas e naqueles livros motivacionais. Já para não dizer que vieram quase todos com a receita Sobral.

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Aquele estilo de canto é o que estraga para o conceito que criou. Transforma a letra em algo de completamente ridículo para quem é tuga, mesmo que seja um texto interessante, satírico, metafórico ou quem para se está mesmo a cagar.

Visto que a Eurovisão tornou-se cada vez mais num espaço para excentricidades, vai-se dar bem.

Editado por BFC=Trincos_Everywhere

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Pela primeira vez na história do Festival da Canção, a RTP disponibilizou a colectânea de canções nas plataformas de streaming. Um avanço mais que necessário.

Efeito Spotify ou não, certo é que Portugal subiu ao 9º lugar nas casas de apostas.

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Israel evita penalização por plágio na Eurovisão e credita Jack White pela canção vencedora em Lisboa

Autores de Toy, canção interpretada por Netta Barzilai, reconhecem semelhanças com Seven Nation Army, clássico dos White Stripes. Se a acusação de plágio seguisse para os tribunais, Israel arriscava perder o direito a realizar o festival em Telavive.

Os compositores de Toy, a canção com que Israel venceu a Eurovisão em 2018 em Lisboa, chegaram a um acordo legal com o músico norte-americano Jack White, dos White Stripes, para que o seu nome também figure nos créditos do tema interpretado pela israelita Netta Barzilai. Em causa estava uma possível acusação de plágio devido às semelhanças entre a música vencedora da Eurovisão e Seven Nation Army, êxito dos White Stripes de 2003.

Se acusação por plágio fosse para a frente nos tribunais, a realização da edição de 2019 do Festival Eurovisão da Canção em Telavive poderia estar em causa. As normas da União Europeia de Radiodifusão, organizadora do concurso, requerem que os temas apresentados a concurso sejam originais. Caso fossem confirmadas as acusações de plágio, Barzilai teria sido desqualificada e, consequentemente, Israel perderia o direito de realizar o festival no seu território.

Em Junho de 2018, recorda o El País, a Universal Music contactou Doron Medalie e Stav Beger, compositores da canção vencedora, e informou-os que podiam incorrer numa violação dos direitos de propriedade intelectual de Jack White.

Ainda durante esse Verão, Netta Barzilai negou, aquando de uma visita a Madrid, que houvesse qualquer parecença entre Toy e Seven Nation Army. Um vídeo publicado no Youtube, no entanto, dá conta das semelhanças entre as duas canções, sobrepondo-as e evidenciando as similitudes nos ritmos e melodias.

Ambas as partes chegam agora a acordo, e White passará a receber parte das receitas geradas pela canção.

https://www.publico.pt/2019/02/07/culturaipsilon/noticia/israel-chega-acordo-evitar-acusacoes-plagio-tema-vencedor-eurovisao-1861142#gs.WC1YMrb1

 

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Citação de Takezo, Em 05/02/2019 at 15:33:

O Conan daqui a uns anos está a trabalhar na Galp e a dizer cenas sem sentido aos clientes

Tendo em conta que trabalha/trabalhou numa sex shop, não me parece que se vá importar muito :mrgreen:

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