Longineu Publicado 29 Abril 2018 E ao Rui patrício. E ao Gelson. E A TI BRUNO DE CARVALHO NÃO ME BATASLSKDKDKDKDKKDKDKSKEIOOOWOWIRUEUXNNANCBAJJAIWKSORIEIIEI :lol: :lol: <3 Mas se vamos por aí também posso dizer mais alguns do Benfica :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Fajo Publicado 29 Abril 2018 Bruno Fernandes e Gelson, que deuses na nossa equipa. Temos de ter mais malta com este nível da frente de ataque (sim Pity podes vir, trocas com o Acuna). Já não me lembrava de gritar golo assim há algum tempo, mas depois disse há malta para esperar pelo VAR que nunca se sabe. A abordagem ao Benfica tem de ser num só sentido:vitória. Agora uma coisa é certa, fisicamente a equipa está toda lixada, as nossas segundas partes ontem e frente ao Boavista demonstram isso mesmo. Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado 29 Abril 2018 Isto no tugao e tudo muito craque mas depois lá fora saiem uns flops..Acho que o último jogador que n flopou fora do tugao era para alguns visionários um cepo com dois tijolos em vez de pes. O seu nome e casemiro.De resto é um rol infidavel de flops made in tugao. Que comentário da tanga. O mesmo pode ser dito de vários jogadores que saíram dos campeonatos "formadores" como o francês, o belga e o holandês. E o que não falta são jogadores que sairam de Portugal e deram/dão nas vistas pela qualidade. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 29 Abril 2018 Que comentário da tanga. O mesmo pode ser dito de vários jogadores que saíram dos campeonatos "formadores" como o francês, o belga e o holandês. E o que não falta são jogadores que sairam de Portugal e deram/dão nas vistas pela qualidade. Oh SAS, estás a tentar discutir com o gajo que tentou desvalorizar a qualidade do Bas Dost por cá porque não era tão bom lá fora? É escusado. Compartilhar este post Link para o post
UnReal Publicado 29 Abril 2018 (editado) Justiça seja feita ao Jonas. Basta ver o que é o Benfica sem ele. Perde duas vezes em casa e ganha dois jogos para lá dos 90 contra aflitos. Se suavizarmos o fator sorte/azar no fim dos jogos, tinham 3 empates e 1 derrota. Editado 29 Abril 2018 por UnReal Compartilhar este post Link para o post
Poeira Publicado 29 Abril 2018 O Bruno é o melhor jogador humano do campeonato. O Jonas é um ET. É o Messi desta realidade, e não é de agora. Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 29 Abril 2018 Oh SAS, estás a tentar discutir com o gajo que tentou desvalorizar a qualidade do Bas Dost por cá porque não era tão bom lá fora? É escusado. fajo = clone confirmed :mrgreen: Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 29 Abril 2018 :lol: :lol: <3 Mas se vamos por aí também posso dizer mais alguns do Benfica :mrgreen: DIGA UM! Compartilhar este post Link para o post
Simeone Publicado 29 Abril 2018 Bruno > Jonas, e tem uns 10 anos a menos. Anyway, dois craquezões. Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 29 Abril 2018 Ok, aceito. obg amigo. aquele abraço. Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado 29 Abril 2018 obg amigo. aquele abraço. Sempre! Compartilhar este post Link para o post
kazzanova Publicado 29 Abril 2018 Que comentário da tanga. O mesmo pode ser dito de vários jogadores que saíram dos campeonatos "formadores" como o francês, o belga e o holandês. E o que não falta são jogadores que sairam de Portugal e deram/dão nas vistas pela qualidade. Nos ultimos anos o que eu tenho vindo a reparar é que a regra é "craques" daqui floparem nos grandes campeonatos. Antes era precisamente o contrário,os "craques" daqui afirmavam-se lá fora facilmente.Desde o caso do Gaitán,um jogador que sempre pensei que estava a "mais" cá,mas depois no Atletico foi um completo falhanço,que tenho esta opinião. Compartilhar este post Link para o post
Rugido Publicado 29 Abril 2018 Foi a primeira coisa que me passou pela cabeça quando ouvi a resposta do Jesus à pergunta na Flash Interview. Algo do género: "fds, esqueci-me que o nosso treinador é o Jesus". Só uma achega sobre aquilo que nos falta para sermos campeões e vencer títulos de forma regular. Durante o jogo fui comentando com a malta com que vi o jogo que tinha alguma pena pelo Bryan, pelo Bruno e em especial pelo Jesus. É lixado montar uma equipa equilibrada sem bola, com aqueles dois jogadores a terem de recorrer à profundeza da sua imaginação para criarem lances de jeito, mas depois a bola ir parar ao Gelson que arranca com a bola e só pára fora do campo, ou ao Acuña que a despeja na frente, ou na área, sem grande critério. A sério, na segunda parte, algures pelos 80 minutos, há um lance em que o Gelson arranca pelo meio, tinha dois ou três colegas na direita, mas decidiu ir a correr em frente para uma zona onde estavam cinco defesas. Não estou a exagerar, eu contei-os; ele foi-se enfiar no meio de cinco adversários. E perdeu a bola, claro está. São jogadores como o Bruno a que temos de almejar. Talvez não com a qualidade dele, que não andam por aí craques destes aos pontapés, mas neste perfil de inteligência e de entendimento de jogo. Jogadores que procuram ler o jogo e executar, e não o inverso. Se não vamos andar neste vida em jogos destes, que são jogos equilibrados em que a posse de bola é conquistada a ferros, mas a devolvemos ao adversário logo de seguida porque não há critério algum na posse. Recuperar uma bola, conseguir criar um desequilíbrio e ver esse trabalho desperdiçado porque o Gelson, ou o Acuña, fazem o primeiro disparate que lhes passe pela cabeça é frustrante. Se o é para mim, que estou em casa, imagino para quem está em campo. Imaginem vocês que no vosso emprego estão um dia inteiro a trabalhar no duro para desenvolver trabalho de qualidade, mas de seguida vem um colega de trabalho estragar o vosso trabalho, e isso acontece quase todos os dias. Não há paciência. Outra coisa, só por curiosidade: hoje, o Gelson teve um lance na segunda parte em que ganhou a bola na grande área, hesitou no remate de primeira, hesitou em rematar num segundo momento, e quando quis rematar no terceiro momento já tinha um adversário em cima que cortou para canto. O Bruno, no final, parou uma bola de peito e rematou de primeira. Deu golo. São estas as pequenas diferenças que fazem os grandes jogadores. Numa equipa grande, que muitas vezes enfrenta autocarros, uma pequena hesitação faz toda a diferença. A velocidade de raciocínio, mais do que a velocidade do jogador em si, é que geralmente faz a diferença. Devido ao que aconteceu esta época leio sempre este tipo de posts, percebo e até concordo na maior parte das coisas escritas mas depois lembro-me do Marega, como é possível que ele tenha feito tanta diferença na equipa do Porto este ano. Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 29 Abril 2018 Não vi assim tantos jogos do Porto quanto isso, portanto posso estar enganado, mas a ideia que tenho é que o Marega tem jogado preferencialmente como avançado num sistema de dois. Os jogadores que eu referi são maioritariamente médios, actuam mais vezes numa zona de construção, mais recuada. Há outra coisa. O Porto está montado para aproveitar a cavalice dos seus avançados - sem qualquer sentido pejorativo. O Porto pressiona alto, procura recuperar rapidamente a bola e não tem medo de a jogar directa nos avançados sabendo que estes ganham no físico. O Marega está bem enquadrado, aqui. O Sporting joga de forma diferente. Primeiro, raramente pressionamos alto. A norma é recuar o bloco e deixar o adversário subir para, recuperando a bola, lançarmos ataques rápidos aproveitando a velocidade do Gelson. Há uns tempos vi uma estatística do número de faltas cometidas pelas várias equipas e o número de amarelos mostrados. O Sporting é o grande que precisa de menos faltas para receber um amarelo. Houve malta a aproveitar essa estatística para dizer que os árbitros nos perseguem; pessoalmente, seria mais interessante analisar onde é que cometemos essas faltas, pois se as cometemos mais perto da nossa área é normal que recebamos mais amarelos do que os outros que as cometem perto da área adversária. Da nossa parte, se recuamos mais quando não temos bola, é também natural que demoremos mais tempo a recuperar a bola e passemos menos tempo com ele, especialmente nos jogos fora de casa. A partir daqui, é também natural que recuperando a bola mais longe da baliza seja mais complicado chegar lá, e que nas já reduzidas vezes que começamos a atacar cada vez que um jogador decide inventar um disparate qualquer perde-se mais uma das já reduzidas oportunidades de o fazer. Já alguém parou para questionar o porquê de o Sporting ter um registo tão mau de golos sofridos fora de casa, mas em casa já não sofre golos desde há não sei quantos meses? Essa é que é a análise interessante a fazer. Eu tenho a minha teoria. Basta ver a diferença na pressão que se faz nos jogos em casa e fora, onde é que iniciamos essa pressão, de onde é que começamos a construir o ataque e onde é que Gelson e Acuña habitualmente estão posicionados no terreno nas suas acções. Não foi por acaso que me referi à acção de Gelson e Acuña, no outro post, "nestes jogos". É nestes jogos fora de casa, mais divididos, que isso se nota. Porque jogam mais atrás, porque as perdas de bola são mais danosas, tanto em termos de posse ofensiva, como na exposição da nossa defesa após essas perdas. Em casa não se nota tanto porque, mesmo fazendo disparates, geralmente fazem-no perto da área adversária. Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 29 Abril 2018 Não vi assim tantos jogos do Porto quanto isso, portanto posso estar enganado, mas a ideia que tenho é que o Marega tem jogado preferencialmente como avançado num sistema de dois. Os jogadores que eu referi são maioritariamente médios, actuam mais vezes numa zona de construção, mais recuada. Há outra coisa. O Porto está montado para aproveitar a cavalice dos seus avançados - sem qualquer sentido pejorativo. O Porto pressiona alto, procura recuperar rapidamente a bola e não tem medo de a jogar directa nos avançados sabendo que estes ganham no físico. O Marega está bem enquadrado, aqui. O Sporting joga de forma diferente. Primeiro, raramente pressionamos alto. A norma é recuar o bloco e deixar o adversário subir para, recuperando a bola, lançarmos ataques rápidos aproveitando a velocidade do Gelson. Há uns tempos vi uma estatística do número de faltas cometidas pelas várias equipas e o número de amarelos mostrados. O Sporting é o grande que precisa de menos faltas para receber um amarelo. Houve malta a aproveitar essa estatística para dizer que os árbitros nos perseguem; pessoalmente, seria mais interessante analisar onde é que cometemos essas faltas, pois se as cometemos mais perto da nossa área é normal que recebamos mais amarelos do que os outros que as cometem perto da área adversária. Da nossa parte, se recuamos mais quando não temos bola, é também natural que demoremos mais tempo a recuperar a bola e passemos menos tempo com ele, especialmente nos jogos fora de casa. A partir daqui, é também natural que recuperando a bola mais longe da baliza seja mais complicado chegar lá, e que nas já reduzidas vezes que começamos a atacar cada vez que um jogador decide inventar um disparate qualquer perde-se mais uma das já reduzidas oportunidades de o fazer. Já alguém parou para questionar o porquê de o Sporting ter um registo tão mau de golos sofridos fora de casa, mas em casa já não sofre golos desde há não sei quantos meses? Essa é que é a análise interessante a fazer. Eu tenho a minha teoria. Basta ver a diferença na pressão que se faz nos jogos em casa e fora, onde é que iniciamos essa pressão, de onde é que começamos a construir o ataque e onde é que Gelson e Acuña habitualmente estão posicionados no terreno nas suas acções. Não foi por acaso que me referi à acção de Gelson e Acuña, no outro post, "nestes jogos". É nestes jogos fora de casa, mais divididos, que isso se nota. Porque jogam mais atrás, porque as perdas de bola são mais danosas, tanto em termos de posse ofensiva, como na exposição da nossa defesa após essas perdas. Em casa não se nota tanto porque, mesmo fazendo disparates, geralmente fazem-no perto da área adversária. faz me uma confusão do crl ver que os extremos estão quase sempre dentro do nosso meio campo. Compartilhar este post Link para o post
Poeira Publicado 29 Abril 2018 Discutir estas coisas torna-se quase inútil dado aquilo que se vê todas as semanas, mas o Jesus cedo explicou todo este Sporting. É aquela história de sermos uma equipa "à italiana". Infelizmente, o Jesus não estava a pensar no Nápoles do Sarri quando disse isso. Quando se joga apenas com um extremo, um avançado e um médio ofensivo apontados à baliza adversária, e quando dois dos maiores desequilibradores da equipa são um central e um lateral esquerdo, ambos já abaixo do nível que outrora atingiram por limitações físicas, torna-se difícil conseguir ser uma equipa "à espanhola". Ou "à holandesa". Ou "à alemã". Ou algo assim parecido. Compartilhar este post Link para o post
Rugido Publicado 29 Abril 2018 Não vi assim tantos jogos do Porto quanto isso, portanto posso estar enganado, mas a ideia que tenho é que o Marega tem jogado preferencialmente como avançado num sistema de dois. Os jogadores que eu referi são maioritariamente médios, actuam mais vezes numa zona de construção, mais recuada. Há outra coisa. O Porto está montado para aproveitar a cavalice dos seus avançados - sem qualquer sentido pejorativo. O Porto pressiona alto, procura recuperar rapidamente a bola e não tem medo de a jogar directa nos avançados sabendo que estes ganham no físico. O Marega está bem enquadrado, aqui. O Sporting joga de forma diferente. Primeiro, raramente pressionamos alto. A norma é recuar o bloco e deixar o adversário subir para, recuperando a bola, lançarmos ataques rápidos aproveitando a velocidade do Gelson. Há uns tempos vi uma estatística do número de faltas cometidas pelas várias equipas e o número de amarelos mostrados. O Sporting é o grande que precisa de menos faltas para receber um amarelo. Houve malta a aproveitar essa estatística para dizer que os árbitros nos perseguem; pessoalmente, seria mais interessante analisar onde é que cometemos essas faltas, pois se as cometemos mais perto da nossa área é normal que recebamos mais amarelos do que os outros que as cometem perto da área adversária. Da nossa parte, se recuamos mais quando não temos bola, é também natural que demoremos mais tempo a recuperar a bola e passemos menos tempo com ele, especialmente nos jogos fora de casa. A partir daqui, é também natural que recuperando a bola mais longe da baliza seja mais complicado chegar lá, e que nas já reduzidas vezes que começamos a atacar cada vez que um jogador decide inventar um disparate qualquer perde-se mais uma das já reduzidas oportunidades de o fazer. Já alguém parou para questionar o porquê de o Sporting ter um registo tão mau de golos sofridos fora de casa, mas em casa já não sofre golos desde há não sei quantos meses? Essa é que é a análise interessante a fazer. Eu tenho a minha teoria. Basta ver a diferença na pressão que se faz nos jogos em casa e fora, onde é que iniciamos essa pressão, de onde é que começamos a construir o ataque e onde é que Gelson e Acuña habitualmente estão posicionados no terreno nas suas acções. Não foi por acaso que me referi à acção de Gelson e Acuña, no outro post, "nestes jogos". É nestes jogos fora de casa, mais divididos, que isso se nota. Porque jogam mais atrás, porque as perdas de bola são mais danosas, tanto em termos de posse ofensiva, como na exposição da nossa defesa após essas perdas. Em casa não se nota tanto porque, mesmo fazendo disparates, geralmente fazem-no perto da área adversária. Interessante esta parte, eu tenho visto vários jogos do Porto e se há coisa em que eles se diferem a nós é mesmo nisto, o Conceição não tem medo de deixar algum espaço e pressionar mais alto e nós não, demoramos imenso tempo para atacar o portador da bola e isso traduz-se num menor tempo de jogo aproveitado a nosso favor. Isso acaba também por resultar por termos oportunidades, tendo um gajo como o Bas Dost se tivéssemos criado mais oportunidades de golo o nosso número de golos aumentava consideravelmente. Eu já o disse uma vez, a sensação que me fica é que o Jesus apanhou o susto tão grande na época passada que ficou praticamente com os mesmos golos marcados por SLB e FCP mas com o dobro dos golos sofridos e por isso este ano haver aquela máxima do "se não sofrermos golos temos a certeza que marcamos pelo menos um". Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado 30 Abril 2018 Eu já o disse uma vez, a sensação que me fica é que o Jesus apanhou o susto tão grande na época passada que ficou praticamente com os mesmos golos marcados por SLB e FCP mas com o dobro dos golos sofridos e por isso este ano haver aquela máxima do "se não sofrermos golos temos a certeza que marcamos pelo menos um". O que acho que ele não percebeu é que o problema não estava no processo defensivo, mas sim nos executantes. Lembrar que no ano passado os titulares eram Zeegelaar, Schelotto e Semedo e que muito do que falhávamos quer a defender quer a atacar devia-se ao facto de um central ser burro e os dois laterais não só serem burros, como ainda eram cepos de distrital. Compartilhar este post Link para o post
Wincing Hálldor Publicado 30 Abril 2018 O que acho que ele não percebeu é que o problema não estava no processo defensivo, mas sim nos executantes. Lembrar que no ano passado os titulares eram Zeegelaar, Schelotto e Semedo e que muito do que falhávamos quer a defender quer a atacar devia-se ao facto de um central ser burro e os dois laterais não só serem burros, como ainda eram cepos de distrital. Esses jogadores já lá estavam todos na época anterior em que sofremos menos golos Compartilhar este post Link para o post
JGabriel Publicado 30 Abril 2018 Esses jogadores já lá estavam todos na época anterior em que sofremos menos golos Estiveram durante meia época, onde o Semedo conseguiu esconder alguma da sua burrice e tínhamos um meio-campo de William-Adrien-Bryan-JM que detonava tudo, para controlar a bola não havia pai para eles. E mesmo nessa meia época já se notava que os dois laterais eram muito fracos, só que o resto do 11 era tão forte que disfarçava bem. Compartilhar este post Link para o post