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Lebohang

Trapalhadas no Tugão

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Desenterrar o tópico para escrever que os novos órgãos sociais do Benfica e Castelo Branco tomaram posse anteontem e o Presidente disse que o famoso processo do Movimento Juntos (BCB, Fafe, Olhanense, Lourosa, Real e Praiense) vs FPF pela não realização dos play-offs do CPP em 2019/20 ainda está a rolar.

para 2025/26 devemos ter decisão.

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Citação de Lebohang, há 17 horas:

Desenterrar o tópico para escrever que os novos órgãos sociais do Benfica e Castelo Branco tomaram posse anteontem e o Presidente disse que o famoso processo do Movimento Juntos (BCB, Fafe, Olhanense, Lourosa, Real e Praiense) vs FPF pela não realização dos play-offs do CPP em 2019/20 ainda está a rolar.

para 2025/26 devemos ter decisão.

Depois sobem todas à 2ª Liga, numa edição especial com 24 equipas.

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Citação de Hidden, há 1 hora:

Depois sobem todas à 2ª Liga, numa edição especial com 24 equipas.

Sempre se soube que isto seria uma novela de vários capítulos, agrada-me que o silêncio do BCB ao longo deste ano fosse de falta de novidades e não de negligência.

De resto o Presidente também deu a entender que a FPF exigiu documentação aos 6 clubes de licenciamento para a II Liga, o que dá a entender que a FPF prometeu fazer o play-off e c*gou na promessa, mas isso para quem acompanha o caso pelas notícias já se sabia.

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Citação de Lebohang, há 5 minutos:

Sempre se soube que isto seria uma novela de vários capítulos, agrada-me que o silêncio do BCB ao longo deste ano fosse de falta de novidades e não de negligência.

De resto o Presidente também deu a entender que a FPF exigiu documentação aos 6 clubes de licenciamento para a II Liga, o que dá a entender que a FPF prometeu fazer o play-off e c*gou na promessa, mas isso para quem acompanha o caso pelas notícias já se sabia.

O Praiense ainda desce ás distritais e sobe para a 2ª Liga no ano a seguir. 😅

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Cartão do adepto é um universo dominado pelos portistas

Mais de metade dos cartões do adepto actualmente em utilização são de apoiantes do FC Porto, num universo total de cerca de 1700 documentos emitidos. Muito ou pouco? Depende de quem vê.

22 de Agosto de 2021, 6:24

                       futebol,desporto,violencia-desporto,futebol-nacional,governo,

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59% dos cartões emitidos foram requeridos por adeptos do FC Porto,59% dos cartões emitidos foram requeridos por adeptos do FC Porto Tiago Lopes,Tiago Lopes Adeptos do Sp. Braga criticaram o cartão do adepto no jogo frente ao Sporting
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Adeptos do Sp. Braga criticaram o cartão do adepto no jogo frente ao Sporting LUSA/ESTELA SILVA
 

Em terra de futebol quem tem cartão é rei. Este pode ser o resumo de uma das mais badaladas polémicas das últimas semanas de futebol nacional. O Governo lançou o cartão do adepto, documento do qual depende o acesso a zonas específicas dos estádios em jogos de competições profissionais ou de alto risco, mas a medida tem motivado contestação.

Mais do que controlar espectadores em sentido lato, este é um cartão que “monitoriza” adeptos que querem assistir a jogos em determinados locais do estádio – geralmente, os mais pródigos em incidentes –, fazendo uso de artefactos de apoio às equipas. Para eles, ficam reservadas as ZCEAP, zonas com condições especiais de acesso e permanência de adeptos.

Em tese, o cartão do adepto, para maiores de 16 anos, dá regalias aos utilizadores. Mas este é só um ângulo para avaliar a questão. Outro é o que leva algumas pessoas a argumentar que ter este documento pressupõe abdicar de direitos, liberdades e garantias. Há até, apontam alguns críticos, um atropelo do princípio da igualdade, basilar na República Portuguesa, pela estigmatização que faz dos adeptos que frequentam as zonas das claques.

Que cartão é este e como funciona na prática (ver caixa), que questões jurídico-constitucionais suscita e que adesão e impacto está a ter no futebol nacional?

Sobre este último aspecto, questionada pelo PÚBLICO, a Autoridade Portuguesa de Combate à Violência no Desporto (APCVD) avançou que já foram pedidos 1696 cartões do adepto nas duas primeiras jornadas. No meio de tantas críticas – de adeptos, clubes, claques e até de partidos políticos –, quem mais aderiu? Até ver, foram os adeptos do FC Porto os que mais corresponderam a esta medida.

A APCVD avança que 59,5% dos cartões foram pedidos por adeptos do FC Porto, 12,4% do Sporting, 8,8% do Benfica, 1,8% do Gil Vicente e 17,5% no acumulado de outros clubes.

Muito ou pouco?

Cerca de 1700 cartões emitidos são muito ou pouco? Depende do ponto de vista. Em 2020, havia 5000 inscritos em grupos organizados de adeptos (e cerca de 3000 efectivos), sendo que os adeptos do Benfica não estão legalizados e contabilizados neste registo. A Associação Portuguesa de Defesa do Adepto (APDA) e a Autoridade Portuguesa de Combate à Violência no Desporto fazem uma leitura diferente destes números.

Martha Gens, da APDA, aponta ao PÚBLICO que nas duas primeiras jornadas da I Liga nem sempre houve cabal adesão ao cartão – motivo pelo qual nem sempre as zonas de adeptos visitantes estiveram bem preenchidas –, além de terem existido protestos por parte dos que lá estiveram.

“Temos duas jornadas ocorridas e efeitos muito visíveis. Temos uma medida altamente contestada e sectores destinados ao cartão do adepto completamente vazios e temos manifestações contra dos adeptos de norte a sul. A nosso ver, é uma prova evidente da pouca ou nenhuma receptividade que esta medida merece da massa adepta”, avalia.

Já a APCVD, que tutela a distribuição destes cartões, ressalva, por outro lado, que estes números surgem numa “fase de adaptação” e que a aplicação desta medida tem ficado marcada por “diversas acções de contestação e de protesto”.

“Passada esta fase de adaptação dos promotores e dos próprios adeptos para as alterações implementadas, que apenas vigoram para as competições profissionais (I e II Liga) ou consideradas de risco elevado, será possível fazer um efectivo balanço. Não obstante, verifica-se adesão ao cartão, na proporção dos números já referidos, não esquecendo que esta implementação tem sido marcada por diversas acções de contestação e de protesto por parte de alguns grupos organizados de adeptos e simpatizantes da cultura ultra, para além das posições manifestadas por alguns clubes”, defende ao PÚBLICO.

Liga está resignada

Seja qual for o ângulo de apreciação, não há por onde fugir: este é um cartão que muitos desdenham, mas que vão mesmo ter de “comprar”. Pelo menos é o que diz Pedro Proença, presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), organismo que se mostra resignado.

Jogos da selecção dependem das autoridades

Segundo avançou ao PÚBLICO a Autoridade Portuguesa de Combate à Violência no Desporto, o cartão do adepto “apenas vigora para as competições profissionais (I e II Ligas) ou consideradas de risco elevado”.

Daqui depreende-se que em partidas da selecção nacional tudo estará dependente do conceito de “risco elevado”, avaliado jogo a jogo.

Esta é uma avaliação de segurança definida pelas autoridades, que ficarão, por extensão, responsáveis por definir se o cartão do adepto será obrigatório em jogos de Portugal e se essas partidas terão ZCEAP (zonas com condições especiais de acesso e permanência de adeptos).

“É uma imposição legal que a Liga está a cumprir. Uma normativa imposta pelo Governo. Sabemos de antemão os inconvenientes que o cartão tem e, em devida altura, já colocámos as nossas questões, mas vamos todos ter de nos habituar”, referiu o dirigente.

Vamos mesmo? Para já, sim. A APDA sublinha, no entanto, que a resignação da Liga não significa que a associação tenha deixar de lutar: “Não é sinónimo de termos de nos habituar a medidas injustas, sem ir ao último reduto do que podemos fazer para as combater”.

Esse reduto será ainda a Justiça, que já recusou (pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, em Fevereiro; e pelo Tribunal Central Administrativo do Sul, em Junho) as investidas com que a APDA tentou travar a medida. Pelo que quem quer ver futebol junto de claques terá mesmo, pelo menos por enquanto, de aderir ao cartão do adepto. Citando o acórdão do tribunal, “só o tempo dirá se o cartão do adepto logrará ou não cumprir a sua missão”.

Perguntas e respostas sobre o cartão do adepto

O que é?

É um documento que permite ao titular comprar bilhetes para zonas específicas dos estádios – as ZCEAP (zonas com condições especiais de acesso e permanência de adeptos).

Essas zonas são criadas em eventos desportivos de competições profissionais ou considerados de risco elevado. Este cartão dá ainda o acesso às zonas destinadas aos adeptos visitantes.

Para que serve?

Em tese, o objectivo é aumentar a segurança nos eventos desportivos. Os adeptos portadores de cartão do adepto estão identificados com vários dados pessoais, o que facilita não só a gestão do acesso às zonas especiais como eventuais investigações a incidentes.

A ideia que justifica a medida é "controlar e promover as boas práticas de segurança e combater ao racismo, xenofobia e intolerância nos eventos desportivos".

Desta forma, mais do que para beneficiar o “adepto comum”, este cartão pretende controlar o acesso das claques aos jogos, focando a atenção nos elementos geralmente mais conflituosos.

O que ganha quem o tem?

O cartão do adepto estipula que o portador possa levar artefactos físicos de apoio às equipas, já que apenas nas ZCEAP podem existir esses materiais.

A lei obriga quem queira assistir aos jogos com tambores, megafones, tarjas ou bandeiras a concentrar-se em zonas especificamente criadas pelos clubes nos seus estádios, às quais só pode aceder depois de adquirir o novo cartão.

Quem pode tê-lo?

O cartão está limitado a pessoas com um mínimo de 16 anos, o que significa que jovens abaixo dessa idade não podem estar nas ZCEAP.

Indivíduos com penas de interdição de acesso a recintos desportivos não podem, naturalmente, pedir este cartão.

Quanto custa e onde é pedido?

O cartão custa 20 euros e é válido durante três anos. Inicialmente, é usado um cartão digital provisório, válido durante um mês – ou até que chegue a casa o cartão físico.

O cartão é pedido via digital, na página “pedir cartão adepto”, criada pelo Governo para o efeito.

Que dados tenho de dar?

Usando a chave móvel digital, o processo é simplificado, dado que muitos dados ficam logo disponíveis no Portal do Adepto. Fazendo um preenchimento manual do formulário, o processo é mais complexo.

Além dos dados pessoais básicos como nome, filiação e os diversos números de identificação, são pedidos pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto o endereço de email, a morada, uma fotografia, o número de telemóvel e os clubes que apoia (máximo de três). Também a filiação numa claque pode ser inserida.

O que dizem os clubes?

Não há, até ver, um clube que tenha elogiado claramente esta medida. Há, por outro lado, várias manifestações contra o cartão.

Com maior ou menor contundência, Sporting, FC Porto, Benfica, Sp. Braga e Vitória de Guimarães, os clubes que mais adeptos mobilizam a nível nacional, já manifestaram discordância face a esta medida.

E os adeptos?

Várias claques já exibiram tarjas de contestação ao cartão do adepto e a Associação Portuguesa de Defesa do Adepto (APDA) continua a criticar duramente a medida: “ameaça direitos, liberdades e garantias e consideramos existir um grave perigo da lesão de direitos”.

O que defendem os tribunais?

Até ver, a legalidade desta medida está assegurada pelos tribunais, que recusaram tentativas de impedir que entrasse em vigor através de procedimentos cautelares. Até agora, os tribunais concluiram que “não há atropelo de direitos, liberdades e garantias”.

 

 

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O que impede os individuos de claques irem para outras zonas das bancadas?

Achei piada a isto

Citação

Além dos dados pessoais básicos como nome, filiação e os diversos números de identificação, são pedidos pela Autoridade para a Prevenção e o Combate à Violência no Desporto o endereço de email, a morada, uma fotografia, o número de telemóvel e os clubes que apoia (máximo de três). Também a filiação numa claque pode ser inserida.

 

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A Académica está a pedir dados pessoais a toda a gente que comprar bilhetes. Nome completo, números de identificação, contactos, moradas...

.|.

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Citação de Black Hawk, há 13 minutos:

A Académica está a pedir dados pessoais a toda a gente que comprar bilhetes. Nome completo, números de identificação, contactos, moradas...

.|.

Queixa na CNPD

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Citação de Black Hawk, há 59 minutos:

A Académica está a pedir dados pessoais a toda a gente que comprar bilhetes. Nome completo, números de identificação, contactos, moradas...

.|.

Rio Ave também

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Isso são regras da DGS:

  1. Os bilhetes são pessoais e intransmissíveis, pelo que os dados fornecidos na obtenção dos mesmos deverão corresponder aos dos adeptos presentes no estádio.

https://www.fpf.pt/pt/FooterMenu/Termos-e-Condições-bilhética

Assumo que esses bilhetes sejam o da venda ao público, daí estarem a pedir os dados. No caso dum associado, os dados já estão lá na base de dados.

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Os bilhetes têm essa informação desde os anos 90 ou sei lá

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Também não... O caso remonta a 11/12, e nessa época a segunda liga acabou assim:

image.png

 

Considerando o fim do Aves e da Naval, sobe-se o Belenenses?

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O União quer subir sendo que acabou em 10º? fds deviam era ter vergonha em pedir uma cena dessas

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Citação de What, há 19 minutos:

Também não... O caso remonta a 11/12, e nessa época a segunda liga acabou assim:

image.png

 

Considerando o fim do Aves e da Naval, sobe-se o Belenenses?

A notícia refere um caso de corrupção em 2018...

 

 

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Citação de PRFA47, há 4 minutos:

A notícia refere um caso de corrupção em 2018...

 

 

Já há demasiado fumo sobre o Moreirense, mau...

No outro dia era o sr. do Belenenses SAD a dizer que iam descer na secretaria esta época.

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Afinal o caso é de quando ? 

É que a noticia fala da Naval e afins mas depois dizem 2018. A Naval já andava extinta em 2017 sem contar com os anos anteriores que já andava pelas distritais.

 

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