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Politica Internacional

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Citação de Axadrezado, há 3 minutos:

Um gajo vê isto e pensa fixe, estão a lixar-se.
Mas depois pensa, estes gajos estão estão a ser mandados para lá, também têm famílias, este psicopata está a mandar para a morte milhares do próprio povo.

É guerra, nunca há boas situações. Mas não há hipótese de um povo se defender de um exército invasor que os pretende subjugar sem mortes. É duro, muitos dos que lá estão provavelmente são jovens que vão sem grandes convicções mas isso sempre foi o que aconteceu em todas as guerras.

Não há obviamente o celebrar de mortes mas o que significar derrotas para os russos e vitórias ucranianas são boas notícias.

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Tantas páginas e ainda há malta a achar que a NATO se vai envolver sem haver um ataque claro e inequívoco a um membro?

No meu caso Ghelthon, foi uma duvida.

Sei de antemão que se for um ataque claro e inequívoco a NATO atua de imediato, mas neste tipo de casos não sabia.

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Citação de Ghelthon, há 2 minutos:

Tantas páginas e ainda há malta a achar que a NATO se vai envolver sem haver um ataque claro e inequívoco a um membro?

calma sabichão 

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Citação de SAS_Robben, há 3 minutos:

O Pedro Mourinho da CNN está às escuras. Foi pedido aos jornalistas para não ligarem as luzes 

coragem infinita desse gajo, ainda lá estar.

sim, é trabalho, mas porra.

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Citação de IlidioMA, há 1 minuto:

têm....lá no quintal deles.

Ali naquele recreio eles são o bully.

Mas no big boys league, eles não são assim

é assim, aquilo é uma zona de guerra, e morrer, numa zona de guerra é 'normal'. Se um cidadão estrangeiro estiver lá, está avisado para isso. Nenhum paós vai declarar guerra pq um cidadão seu está numa zona de guerra e é apanhado no fogo. Nem que seja até um ataque mais questionácel (abater um barco de outra bandeira e tal) estas coisas fazem parte de o desenrolar normal de uma guerra.

 

Só se um país estiver mesmo à procura de um pretextozinho de m*rda para declarar uma guerra que já queria declarar há muito tempo. Ora a NATO a esta altura não precisa de grande pretexto. Se quisesse declarar guerra ja o tinha feito. E não o fará se de repente 10 estudantes de Erasmus da Holanda morrerem num bombardeamento em Kharkiv.

Certo. Tem a sua lógica.

Obrigado pela explicação Ilidio, não fazia mesmo ideia até que ponto é que poderia ser um tipo de ataque "questionavel", daí a duvida.

 

Obrigado 

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Citação de aarao73, há 3 minutos:

O que significa isto em concreto ?

Pelo que dizem nos comentários, desta maneira, garante que a ucrania mantenha a internet e não seja possível aos russos mandar abaixo

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Citação de aarao73, há 4 minutos:

O que significa isto em concreto ?

Internet por satelite , novo serviço de internet do elon, mandou satelites para dar cover

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Citação de Descartes, há 20 horas:

Quem é que define quem são os bons e os maus? Os acontecimentos ou a ciência? É disso que estamos a falar.

Aí estás a falar de uma terceira alternativa para definir "história" 😁

"História" pode ser, e é, utilizada de forma abrangente para definir três coisas diferentes: os acontecimentos em si; a ciência social destinada a estudá-los e a enquadrá-los em teorias; e as próprias teorias, que em conquistando consenso tornam-se aquilo que designamos vulgarmente por "História".

Isto numa analogia arranjada à pressão:

- o primeiro, o acontecimento, é um jogo de futebol cujos 90 minutos já se disputaram (imaginemos aqui que foi um jogo sem transmissão televisiva de qualquer espécie);

- o segundo, a ciência social, seria o jornalista que escreve a crónica do jogo de acordo com o que viu, o que se relembra do jogo e os apontamentos que foi tirando;

- o terceiro é a crónica do jogo.

O problema aqui reside sempre na construção da crónica do jogo. Há de ser sempre um relato aproximado do que aconteceu, mas não exacto. O jornalista talvez tenha visto um golo limpo, mas o golo foi fora-de-jogo e ninguém se apercebeu disso, ou talvez lhe tenha escapado uma agressão que ocorreu sem bola porque estava a olhar para onde a bola estava do outro lado do campo.

É esse o problema da História enquanto ciência social - talvez devesse ser melhor passar a chamar-lhe Historiografia daqui em diante. As teorias são montadas com base nos dados disponíveis que talvez garantam alguma veracidade e lhes permitam estar próximas do que realmente aconteceu... mas não exactamente certeiras na sua totalidade.

Respondendo ao que disseste, tanto no post que quotei como anteriormente, os acontecimentos em si não definem nada; quem os define somos nós, historiadores ou não, de acordo com os códigos de valores ético-morais pelos quais nos regemos.

Aliás, o papel dos historiadores não é definir "bons ou maus"; o papel dos historiadores é analisar criticamente os indícios que nos chegam para criar uma teoria que os enquadre e permita criar uma narrativa o mais próxima possível dos acontecimentos tal como eles foram. Definir "bons ou maus" já é papel da sociedade, de acordo com os valores que regem a mesma.

Só outra nota e sobre a expressão "a História é escrita pelos vencedores"... essa expressão está datada. Desatualizada. Para explicar o porquê de dizer isto, importa só referir que a História, enquanto ciência social, é recente. Não havia historiadores no sentido moderno do termo até há cem, cento e poucos anos. O que havia antes era registo de acontecimentos que tinham sempre um propósito, nunca interessados em registar imparcialmente os acontecimentos.

Por exemplo, a campanha de Júlio César é-nos conhecida porque ficaram registos escritos... do próprio Júlio César, que o fez para ganho pessoal, como propaganda política. Registos enviesados, por certo, como é evidente. Em Portugal, as crónicas dos reinados que nos chegaram foram patrocinadas pelos próprios descendentes dos monarcas. O cronista mais afamado, Fernão Lopes, escreveu as crónicas de D. Pedro I, D. Fernando e D. João I pagas por D. Duarte, filho deste último e seu sucessor no trono. Napoleão levava um batalhão de escribas quando andava nas suas guerras para documentar as suas conquistas e os seus feitos.

Aqui falamos de história laudatória. Os registos existiram para celebrar feitos militares e diplomáticos de quem os escreveu ou patrocinou, para efeitos de propaganda política (Júlio César), glorificação (Napoleão) ou legitimação dinástica (Fernão Lopes e suas crónicas). E é muito daqui que vem a expressão "a História é escrita pelos vencedores", pois o que nos chega é o registo de quem vence, de quem foi bem sucedido.

Hoje em dia, a História continua a ser refém de narrativas enviesadas com propósitos políticos em países de cariz autocrático, isso é certo, mas em países democráticos a investigação é feita pela Academia e é independente do poder político. A investigação na Academia quer apurar a verdade dos factos, sejam eles positivos ou negativos. Nessa perspectiva, a História que é investigada e escrita nos dias de hoje já não é escrita pelos vencedores. Bem pelo contrário, cada vez mais vão surgindo teorias que vão desmontando as narrativas laudatórias dos grandes feitos e das grandes personalidades.

Por isso é que volta e meia aparecem palermas como o José Gomes Ferreira a criticar os historiadores portugueses por não defenderem os feitos dos antepassados. Gente a quem custa que a sua herança não seja o mar de rosas que lhes venderam.

Anyway, porque isto já vai mais longo do que pretendia: a história é bué de cenas, há sempre gente e entidades políticas interessados em moldar as teorias para ganho próprio, a Academia afadiga-se a tentar desmontar mitos e em conseguir desenvolver teorias que sejam o mais próximas possível da realidade e há gente que odeia isso porque têm o pirilau pequeno e querem acreditar que os vôvôs os tinham grande.

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Citação de UnReal, há 6 minutos:

aqueles clarões na cnn são constantes, não entendo

Também não compreendo. Não consigo acreditar que os clarões são explosões constantes durante vários minutos. Talvez um fogo?

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Não podemos ter propaganda russa também, tal como temos esse nexta da ucrania?

Editado por kareca

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Citação de Erwin, há 19 minutos:

coragem infinita desse gajo, ainda lá estar.

sim, é trabalho, mas porra.

É trabalho, mas o Penim (e outros) já bazaram. O Mourinho ainda lá está, grande boss. Pelo menos duas jornalistas da SIC (e respectivos câmeras) também, penso.

Coragem de aço.

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Citação de kareca, há 1 minuto:

Não podemos ter propaganda russa também, tal como temos esse nexta da ucrania?

Supostamente o NEXTA é uma conta verificada mas eu agora tenho não trazer coisas de lá porque já muitas coisas começam a ser duvidosas

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

É trabalho, mas o Penim (e outros) já bazaram. O Mourinho ainda lá está, grande boss. Pelo menos duas jornalistas da SIC (e respectivos câmeras) também, penso.

Coragem de aço.

O Rodrigues dos Santos da RTP também. 

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Citação de NIkeL, há 3 minutos:

Também não compreendo. Não consigo acreditar que os clarões são explosões constantes durante vários minutos. Talvez um fogo?

It is reported that an oil depot near #Vasylkiv is on fire as a result of the strike. If this is true, a large-scale technogenic and environmental catastrophe is possible.
 
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Citação de Dragao Funchal, há 1 minuto:
It is reported that an oil depot near #Vasylkiv is on fire as a result of the strike. If this is true, a large-scale technogenic and environmental catastrophe is possible.
 

O Pedro Mourinho está a falar disso agora

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Coragem, mas um bocado desnecessário acho, qual a necessidade de cada canal português ter lá alguém, fossem todos os países assim, houvessem hotéis bastantes só para repórteres, neste caso a CNN Portugal porque não retrasmitia de algum outro repórter CNN que lá estivesse? 

Editado por Kaz

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