Dominator Publicado 10 Julho 2024 Citação de Descartes, há 3 horas: Nada mau. Pelo menos não foi como o Ruy de Carvalho. O Ruy de Carvalho tem idade pra ser teu neto Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado 10 Julho 2024 Que qualidade quando alguém com mais de 20 anos está o tempo todo a provocar um user que é claro e sabido que tem problemas, à espera de uma reação como teve ontem à noite. Parabéns no entanto a quem tem paciência e debate mostrando e apontado os erros de raciocínio Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado 10 Julho 2024 Citação de bmfpcdm, há 7 horas: Eish ganda deep cut Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Julho 2024 (editado) Citação de Mayday, há 9 horas: SS não digo mas pelas sondagens que mandaste ao teu amigo ventura em época de campanha dizia na boa que olhavas o goebbels de baixo para cima. 🐁 Ele também citou sondagens da Intercampus, ICS ISCTE, Católica e das outras, quando os números lhe eram favoráveis? Vais dizer que também são instrumentos ao serviço do fascismo? Está tudo feito numa kabala para o ajudar? Para tua sabedoria dei-lhe 16% nas legislativas e ele teve 18%. Portanto não sei onde queres chegar com esse raciocínio. Discuti diversas vezes com cheganos no perfil que diziam que estava feito com o PS e que eles iam ter 20%. E se quiseres mando prints. Tenho uma equipa cheia de malta Livre, pcp e outros partidos. Na primeira vez que ele nos citou fizemos uma declaração conjunta a dizer que ele só estava a deturpar o sentido do que tínhamos dito. Até te digo mais, alguém com quem costumo falar em privado no Twitter para além do Jonet e afins é o Rui Tavares que sempre se demonstrou interessado no projeto. O que queres que se faça mais? Que façamos uma petição para a AR em nome da Intrapolls a defender que o Chega seja banido? Pronto, por ti ficava quieto e não fazia as coisas para as quais tanto gosto e tenho jeito para fazer só porque era partilhado por aquela malta no Twitter. É giro que em 2016, 2017 e 2019 quando não existia o chega ou ele era residual todos aqui gostavam do meu projeto, esse partido ganhou força nas sondagens e nos estudos que faço e deixaram de gostar. Se calhar em 2016/2017 ja estava feito com o Chega Vai dar uma volta ao Bilhar Grande talvez te faça bem para deixares de ter alucinações com o fascismo. Citação de Jimpo, há 2 horas: Que qualidade quando alguém com mais de 20 anos está o tempo todo a provocar um user que é claro e sabido que tem problemas, à espera de uma reação como teve ontem à noite. Parabéns no entanto a quem tem paciência e debate mostrando e apontado os erros de raciocínio Não tem questão com ter problemas ou não. Ser insultuoso com alguém que não defende as políticas do Melenchon e ser automaticamente rotulado de hardcore fascista por isso também é ter problemas e bem graves. Ele basicamente é um alucinado que vê fascismo em todo o lado. Se calhar a demissão do Costa também foi para ajudar o fascismo a crescer... Se calhar o Montenegro não os querer no governo é um plano da maçonaria para ajudar o fascismo a crescer. Se calhar isto tudo da UE é um plano das entidades malignas para ajudar o fascismo a crescer e é um plano maléfico dirigido pelas grandes nações europeias, os alemães e franceses e italianos para implementar o fascismo de forma faseada. O Biden ter demonstrado fragilidade no debate é um plano satânico dele para perder as eleições e deixar o Trump implementar o projeto 2025. E o Rui Tavares costumar falar comigo e ter criado o Livre é um plano para dividir a esquerda e ajudar o Chega a crescer. Editado 10 Julho 2024 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado 10 Julho 2024 aproveitava o ímpeto deste tópico e trazia os clãs de volta! isto agora é uma seca 1 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 10 Julho 2024 Citação de Su1, há 2 minutos: aproveitava o ímpeto deste tópico e trazia os clãs de volta! isto agora é uma seca cmpt death note permanente, se fores tocado por um facho o @Diogo_CFB apaga-te a conta Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado 10 Julho 2024 Citação de Pavel, há 1 minuto: cmpt death sdds Sérvia 😞 1 Compartilhar este post Link para o post
Petar Musa Publicado 10 Julho 2024 Citação de Su1, há 25 minutos: aproveitava o ímpeto deste tópico e trazia os clãs de volta! isto agora é uma seca Clã Facho Clã Stalinista Make it happen 4 Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado 10 Julho 2024 Citação de Petar Musa, há 5 minutos: Clã Facho Clã Stalinista Make it happen não ia acontecer os fachos iam-se esconder todos e fingir que são passistas como agora Compartilhar este post Link para o post
Rōnin Publicado 10 Julho 2024 Citação de El Shafto, há 42 minutos: memes à parte, chega a uma altura em que é melhor dar ao rapaz um ano sabático 1 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 10 Julho 2024 O amor triunfará? França vai ficar entregue à incerteza, à cizânia e ao insulto. E ganhou dois blocos radicais A festa era na République. Uma multidão ululante, junto a uma estátua vandalizada por graffiti. Alguns archotes ardiam e sabemos a facilidade com que em França se pega fogo a qualquer coisa durante uma manifestação. Uns cartazes dispersos com causas dispersas, bandeiras da Palestina, uma pancarta que proclamava a vermelho O Amor Triunfará. A primeira greve foi já convocada, apesar da vitória de uma Frente Popular de esquerdas cujo primeiro chefe a aparecer nos ecrãs foi o tonitruante Jean-Luc Mélenchon. Não foi o plácido François Hollande, renascido das cinzas, ou o atual chefe do Partido Socialista, que está a tentar levantar o partido dessas mesmas cinzas. Não foram os chefes Verdes, que ninguém fora da França sabe quem sejam. Foi Mélenchon, e Mélenchon não é amado em França. É um inflamado, um soixante-huitard fora de tempo. A greve é a dos trabalhadores dos aeroportos, uns dias antes dos Jogos Olímpicos de Paris. Talvez a grave não afete os voos, as companhias aéreas estão a perder milhões. Os turistas abandonam a França em massa, evitando os Olímpicos e a agitação política. O meu hotel habitual em Paris estava a um terço do preço e com quartos vagos de um dia para o outro. Nunca aconteceu. Entretanto, o casal Macron, saído da “Vogue” e trajado à Louis Vuitton, dois paradigmas de estilo, tudo o que a esquerda de colarinho azul detesta, deslizou com ar solene depois do voto. A aposta de Macron, que alguns analistas acharam brilhante, era autorizar o lepenismo e o imberbe Bardella a governar durante dois anos. Dois anos marcados por levantamentos das esquerdas extremas, Mélenchon e afins, e as oposições “responsáveis” dos macronistas e talvez dos socialistas, que demonstrariam que o centro é o caminho. Le Pen espetar-se-ia num governo cujas medidas populistas fariam disparar o défice da França e lançariam o país no desgoverno. E seria destronada em 2027. Macron deixaria no Eliseu um sucessor, para maior glória e grandeza da República. O macronismo continuaria, com o vigor e a intensidade de um novo gaullismo moderado, pragmático e patriótico. Com duração. O problema dos jogos de adivinhação e de atirar um país na roleta política atual, que escapa ao controlo da racionalidade e depende de eleitorados voláteis e sem convicções ideológicas, é que raramente se acerta. A casa, o sistema, ganha sempre. Macron ganhou uma parada, a extrema-direita perdeu e ficou em terceiro lugar, e perdeu o jogo. Ganhou os inimigos à esquerda, e uma frente popular que é um saco de gatos e não tem sobre nada, desde a economia à política externa, uma frente comum de ação e pensamento. Mélenchon, o mais vocal, não o mais poderoso, elevado pela fraqueza dos socialistas, odeia tanto Macron como Le Pen, quer destruir ambos. Não está sozinho. Perdeu um país que vai ficar entregue à incerteza, à cizânia e ao insulto. É preciso não conhecer os franceses. E ganhou dois blocos radicais, cada um mais assanhado do que o outro. Que o imberbe Attal consiga dominar as forças contrárias, duvida-se. Os otimistas esperam que os macronistas façam pactos parlamentares entre si para governarem o país, pode acontecer, mas as esquerdas radicais não lhes deixarão um minuto de sossego, e já agora, a direita também não, embora não se vá manifestar nas ruas ou incendiar carros e lojas. O que a direita lepenista vai fazer é esperar por 2027, sem ter a despesa de governar. Vai assistir ao caos sem nele participar, vai reafirmar que o RN é um partido responsável, vai denunciar a “desonra” dos frentistas, e quando a economia francesa atingir o desnorte, o que rapidamente acontecerá nos mercados a não ser que os macronistas sejam fazedores de milagres, o lepenismo ressurgirá, fresco e sem as cicatrizes de governo, com a base de apoio reforçada. Hoje, são o maior partido com assento parlamentar, e a base não é apenas colarinho azul, foi alargada à classe média com algum rendimento e propriedade, que detesta o pandemónio e teme a demografia saída da imigração. A França profunda não está morta e não aprecia empobrecer. Tudo o que o imberbe Bardella e a mentora têm de fazer é esperar, acusar os outros partidos, e deixar acontecer. À instabilidade e incerteza, que geram resultados económicos desastrosos, oporão a ordem e a autoridade conseguida nas urnas. Quanto mais caos houver, melhor para eles. E, com tantos deputados como os que agora elegeram, o maior partido sem frentes nem coligações, terão mais fundos e mais dinheiro do Estado nos cofres. Relembremos que, em 2018, Le Pen foi obrigada a contrair um empréstimo a um banco russo. Que pagou. O RN não tem neste momento problema financeiros. Esperemos que Macron aprecie este momento breve de felicidade, julgando que vai pôr rédeas no cavalo indomado, antes de chegar a Waterloo. Esperemos que os socialistas consigam contrariar a folie coletiva, mas o partido não está em condições de o fazer. Quanto às esquerdas insubmissas, concedamos a ilusão breve de acreditar que um programa de redistribuição de riqueza é socialmente justo e conseguiria ser aplicado. Não interessa que o défice ficasse um leviatã e que trouxesse a senhora Lagarde e o FMI para as margens do Sena. O que interessa é perceber se esta gente de esquerda, alguma bem-intencionada e crente de que “o amor triunfará”, sabe em que mundo vive e em que estado está o capitalismo tecnocrático. Um mundo onde o dinheiro voa a velocidade supersónica de um país para outro, em busca de salvaguarda, sem controlo pela política capturada pela economia e esta pela finança internacional, sem controlo pelos Estados ou os seus mecanismos de regulação e de distribuição e redistribuição de riqueza. Taxar os ricos não é um programa, porque os ricos tomam providências no mesmo minuto em que as esquerdas borram uma parede com slogans. O capitalismo, desde a recuperação do desastre de 2008, a crise do subprime, renovou-se, adaptou-se, modernizou-se e tornou o mundo ainda mais desigual. Há mais riqueza não taxada e não redistribuída do que nunca. A alta tecnologia ao serviço do capitalismo sem freio degenerou em plutocracias intocáveis. O capitalismo é orgânico, cresce e sobrevive a tudo. Esta frase, que parece de esquerda, não é de esquerda. Podia ser do chefe dos analistas económicos do “Financial Times”, o sensato Martin Wolf, que não é propenso a esquerdismos. Escreveu um livro com o título “A Crise do Capitalismo Democrático”, onde avança e prova o argumento de que o capitalismo está viciado pelo triunfo global, e pelas consequências tardias da crise financeira de 2008 que geraram os fenómenos populistas que conhecemos, sobretudo nos Estados Unidos. A aliança entre capitalismo e democracia liberal está em crise, e continuará. Wolf é um reformador, não um revolucionário, mas as reformas estão fora do alcance dos políticos atuais, capturados pela volatilidade e a tecnocracia e opacidade que não conhecem ou regulam. O Estado foi capturado pela plutocracia. A tirania espreita o descontentamento e o empobrecimento de uma classe média encurralada entre medos vários, a imigração, a pandemia, a guerra, a extinção climática, e de uma classe trabalhadora, os mais pobres, mais a massa imigrante, que foi abandonada pelas elites. Escravizados em baixos salários que por sua vez baixam os salários da classe média. Desde 2008, Wall Street continuou a enriquecer, apostando em novas modalidades de valor, mais rentáveis e virtuais, a tech e, agora, o armamento cuja inovação depende mais de Silicon Valley e da tech do que do Pentágono. Tech e inovação que vão de Pequim a Moscovo ou de Telavive a Teerão. O rendimento da classe média estagnou, com as exceções de nichos como o turismo ou a hospitalidade (caso de Portugal, entre muitos), e os choques de 2008 continuam. O Keynesianismo foi ultrapassado, criar prosperidade não é o objetivo, criar riqueza concentrada é. Trump foi o resultado eleitoral disto, em 2016. À mistura com as redes de comunicação manipuladas e o culto da celebridade tabloide. O hedonismo, o narcisismo e a mania da conspiração. A base dos autoritarismos. As práticas éticas foram abandonadas pelo capitalismo extrativo. Os acionistas querem lucros, não querem o bem comum. E como disse a sra. Thatcher, “essa coisa chamada sociedade não existe”. As esquerdas andaram preocupadas com a wokeness, os direitos das minorias e a certeza de que o amor triunfará. Não percebem o mundo em que vivemos, e os choques endógenos e exógenos que o fazem avançar. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Julho 2024 (editado) Citação de Pavel, há 48 minutos: não ia acontecer os fachos iam-se esconder todos e fingir que são passistas como agora É isso, só existem 2 ideologias. O fascismo e o estalinismo. Tudo o resto é paisagem. Na tua santa cabecinha Estaline e os Fascistas como Churchill ou De Gaulle venceram fascistas ainda piores como Hitler e Mussolini e a história da 2GM resume-se a isso. Editado 10 Julho 2024 por Ticampos 1 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 10 Julho 2024 Estou a adorar o meltdown dos brancos esquerdopatas. Estou só à espera que a máscara finalmente caia e digam que é preferível a Le Pen ao Melenchon. Que todos possamos dar as mãos e preferir o extermínio dos palestinos e o ódio aos muçulmanos a um imposto sobre as riquezas. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 10 Julho 2024 (editado) Citação de Lebohang, há 19 minutos: Não foram os chefes Verdes, que ninguém fora da França sabe quem sejam Isto não é de todo verdade. Pelo contrário. A Marine Tondelier é das figuras mais populares da frente popular fora do país. Citação de Lebohang, há 19 minutos: O meu hotel habitual em Paris estava a um terço do preço e com quartos vagos de um dia para o outro. Nunca aconteceu Adoro isto nos artigos da Clara. Citação de Lebohang, há 19 minutos: odeia tanto Macron como Le Pen, quer destruir ambos. Não está sozinho. Surpreendente de facto. Não tivessem sido as políticas liberais do primeiro a dar-nos (em força) a segunda. Citação de Lebohang, há 19 minutos: O RN não tem neste momento problema financeiros Pois não, tem problemas de financiamento ilegal na sua campanha de 2022 (onde estão incluídos putativos crimes de fraude com prejuízo para uma entidade pública, apropriação indevida de bens, de falsificação e utilização de falsificações). Assim é mais fácil não ter problemas financeiros, de facto. Citação de Lebohang, há 19 minutos: acreditar que um programa de redistribuição de riqueza é socialmente justo Outra tirada brilhante. Um programa de redistribuição de riqueza não é socialmente justo. Impressionante como esta figura ainda se passeia pelos jornais e televisões. Editado 10 Julho 2024 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Julho 2024 (editado) Citação de Ticampos, há 22 minutos: É isso, só existem 2 ideologias. O fascismo e o estalinismo. Tudo o resto é paisagem. Na tua santa cabecinha Estaline e os Fascistas como Churchill ou De Gaulle venceram fascistas ainda piores como Hitler e Mussolini e a história da 2GM resume-se a isso. E daí não sei. Se calhar De Gaulle e Churchill eram fascistas iguais aos outros todos permitindo a instauração mundial do capitalismo fascista do mundo no pós escombros da 2GM. Simplesmente estavam com medo que os outros fascistas lhes roubassem o poder. Isto é tudo um plano orquestrado pelas elites maçónicas dos 1% mais ricos do mundo para impedir os 99% mais pobres de serem igualmente ricos. Assim teríamos 100% de ricos. Mas ninguém quer isso, apenas iluminados como o Melenchon, o resto da população quer ser pobre e miserável. Editado 10 Julho 2024 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Ed Publicado 10 Julho 2024 Qual é o teu problema com o Melenchon? Compartilhar este post Link para o post
bmfpcdm Publicado 10 Julho 2024 Vai ler um livro, @Ticampos. "The Jakarta Method" seria um bom começo. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Julho 2024 Citação de Mayday, há 11 horas: SS não digo mas pelas sondagens que mandaste ao teu amigo ventura em época de campanha dizia na boa que olhavas o goebbels de baixo para cima. 🐁 Qual é o teu problema com o @Ticampos Citação de Rōnin, há 1 hora: memes à parte, chega a uma altura em que é melhor dar ao rapaz um ano sabático Qual é o teu problema com o @Ticampos Citação de El Shafto, há 1 hora: Qual é o teu problema com o @Ticampos Compartilhar este post Link para o post
hugoooo_17 Publicado 10 Julho 2024 nestas eleições pouco existe a fazer além de esperar uma poção milagrosa qualquer que acorde o biden da letargia... a kamala é paupérrima ou inexistente (e tanto esperava que fosse o "biden" do biden) e a única democrata que disputaria as eleições com o trump era a michelle, mas isso era cair na politica tv show dos americanos e espero que os democratas não optem por esse caminho. no outro dia ao ver o ex governo sombra, para minha surpresa, vi que o mexia falou no blinken como putativo candidato em 2028... minha surpresa porque também me parece que irá ser o futuro potus. é como o avb com a presidência... está destinado a ser, resta saber quando! é pena a mulher do biden não ter dado essa ideia ao marido e aí talvez... 1 Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 10 Julho 2024 O Churchill era um demónio ao nível de Hitler e Mussolini. Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 10 Julho 2024 (editado) Citação de hugoooo_17, há 5 minutos: nestas eleições pouco existe a fazer além de esperar uma poção milagrosa qualquer que acorde o biden da letargia... a kamala é paupérrima ou inexistente (e tanto esperava que fosse o "biden" do biden) e a única democrata que disputaria as eleições com o trump era a michelle, mas isso era cair na politica tv show dos americanos e espero que os democratas não optem por esse caminho. no outro dia ao ver o ex governo sombra, para minha surpresa, vi que o mexia falou no blinken como putativo candidato em 2028... minha surpresa porque também me parece que irá ser o futuro potus. é como o avb com a presidência... está destinado a ser, resta saber quando! é pena a mulher do biden não ter dado essa ideia ao marido e aí talvez... O Al Gore seria um bom candidato. É mais novo que o Biden. Popular nos ambientalistas. Moderado nas politicas económicas. Uma figura conhecida em todo o país e no mundo. E ninguém melhor para desmanchar as polémicas eleitorais de 2020 do que utilizar a polémica eleitoral de 2000 na Florida. Editado 10 Julho 2024 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 10 Julho 2024 Citação de Lebohang, há 1 hora: O amor triunfará? França vai ficar entregue à incerteza, à cizânia e ao insulto. E ganhou dois blocos radicais A festa era na République. Uma multidão ululante, junto a uma estátua vandalizada por graffiti. Alguns archotes ardiam e sabemos a facilidade com que em França se pega fogo a qualquer coisa durante uma manifestação. Uns cartazes dispersos com causas dispersas, bandeiras da Palestina, uma pancarta que proclamava a vermelho O Amor Triunfará. A primeira greve foi já convocada, apesar da vitória de uma Frente Popular de esquerdas cujo primeiro chefe a aparecer nos ecrãs foi o tonitruante Jean-Luc Mélenchon. Não foi o plácido François Hollande, renascido das cinzas, ou o atual chefe do Partido Socialista, que está a tentar levantar o partido dessas mesmas cinzas. Não foram os chefes Verdes, que ninguém fora da França sabe quem sejam. Foi Mélenchon, e Mélenchon não é amado em França. É um inflamado, um soixante-huitard fora de tempo. A greve é a dos trabalhadores dos aeroportos, uns dias antes dos Jogos Olímpicos de Paris. Talvez a grave não afete os voos, as companhias aéreas estão a perder milhões. Os turistas abandonam a França em massa, evitando os Olímpicos e a agitação política. O meu hotel habitual em Paris estava a um terço do preço e com quartos vagos de um dia para o outro. Nunca aconteceu. Entretanto, o casal Macron, saído da “Vogue” e trajado à Louis Vuitton, dois paradigmas de estilo, tudo o que a esquerda de colarinho azul detesta, deslizou com ar solene depois do voto. A aposta de Macron, que alguns analistas acharam brilhante, era autorizar o lepenismo e o imberbe Bardella a governar durante dois anos. Dois anos marcados por levantamentos das esquerdas extremas, Mélenchon e afins, e as oposições “responsáveis” dos macronistas e talvez dos socialistas, que demonstrariam que o centro é o caminho. Le Pen espetar-se-ia num governo cujas medidas populistas fariam disparar o défice da França e lançariam o país no desgoverno. E seria destronada em 2027. Macron deixaria no Eliseu um sucessor, para maior glória e grandeza da República. O macronismo continuaria, com o vigor e a intensidade de um novo gaullismo moderado, pragmático e patriótico. Com duração. O problema dos jogos de adivinhação e de atirar um país na roleta política atual, que escapa ao controlo da racionalidade e depende de eleitorados voláteis e sem convicções ideológicas, é que raramente se acerta. A casa, o sistema, ganha sempre. Macron ganhou uma parada, a extrema-direita perdeu e ficou em terceiro lugar, e perdeu o jogo. Ganhou os inimigos à esquerda, e uma frente popular que é um saco de gatos e não tem sobre nada, desde a economia à política externa, uma frente comum de ação e pensamento. Mélenchon, o mais vocal, não o mais poderoso, elevado pela fraqueza dos socialistas, odeia tanto Macron como Le Pen, quer destruir ambos. Não está sozinho. Perdeu um país que vai ficar entregue à incerteza, à cizânia e ao insulto. É preciso não conhecer os franceses. E ganhou dois blocos radicais, cada um mais assanhado do que o outro. Que o imberbe Attal consiga dominar as forças contrárias, duvida-se. Os otimistas esperam que os macronistas façam pactos parlamentares entre si para governarem o país, pode acontecer, mas as esquerdas radicais não lhes deixarão um minuto de sossego, e já agora, a direita também não, embora não se vá manifestar nas ruas ou incendiar carros e lojas. O que a direita lepenista vai fazer é esperar por 2027, sem ter a despesa de governar. Vai assistir ao caos sem nele participar, vai reafirmar que o RN é um partido responsável, vai denunciar a “desonra” dos frentistas, e quando a economia francesa atingir o desnorte, o que rapidamente acontecerá nos mercados a não ser que os macronistas sejam fazedores de milagres, o lepenismo ressurgirá, fresco e sem as cicatrizes de governo, com a base de apoio reforçada. Hoje, são o maior partido com assento parlamentar, e a base não é apenas colarinho azul, foi alargada à classe média com algum rendimento e propriedade, que detesta o pandemónio e teme a demografia saída da imigração. A França profunda não está morta e não aprecia empobrecer. Tudo o que o imberbe Bardella e a mentora têm de fazer é esperar, acusar os outros partidos, e deixar acontecer. À instabilidade e incerteza, que geram resultados económicos desastrosos, oporão a ordem e a autoridade conseguida nas urnas. Quanto mais caos houver, melhor para eles. E, com tantos deputados como os que agora elegeram, o maior partido sem frentes nem coligações, terão mais fundos e mais dinheiro do Estado nos cofres. Relembremos que, em 2018, Le Pen foi obrigada a contrair um empréstimo a um banco russo. Que pagou. O RN não tem neste momento problema financeiros. Esperemos que Macron aprecie este momento breve de felicidade, julgando que vai pôr rédeas no cavalo indomado, antes de chegar a Waterloo. Esperemos que os socialistas consigam contrariar a folie coletiva, mas o partido não está em condições de o fazer. Quanto às esquerdas insubmissas, concedamos a ilusão breve de acreditar que um programa de redistribuição de riqueza é socialmente justo e conseguiria ser aplicado. Não interessa que o défice ficasse um leviatã e que trouxesse a senhora Lagarde e o FMI para as margens do Sena. O que interessa é perceber se esta gente de esquerda, alguma bem-intencionada e crente de que “o amor triunfará”, sabe em que mundo vive e em que estado está o capitalismo tecnocrático. Um mundo onde o dinheiro voa a velocidade supersónica de um país para outro, em busca de salvaguarda, sem controlo pela política capturada pela economia e esta pela finança internacional, sem controlo pelos Estados ou os seus mecanismos de regulação e de distribuição e redistribuição de riqueza. Taxar os ricos não é um programa, porque os ricos tomam providências no mesmo minuto em que as esquerdas borram uma parede com slogans. O capitalismo, desde a recuperação do desastre de 2008, a crise do subprime, renovou-se, adaptou-se, modernizou-se e tornou o mundo ainda mais desigual. Há mais riqueza não taxada e não redistribuída do que nunca. A alta tecnologia ao serviço do capitalismo sem freio degenerou em plutocracias intocáveis. O capitalismo é orgânico, cresce e sobrevive a tudo. Esta frase, que parece de esquerda, não é de esquerda. Podia ser do chefe dos analistas económicos do “Financial Times”, o sensato Martin Wolf, que não é propenso a esquerdismos. Escreveu um livro com o título “A Crise do Capitalismo Democrático”, onde avança e prova o argumento de que o capitalismo está viciado pelo triunfo global, e pelas consequências tardias da crise financeira de 2008 que geraram os fenómenos populistas que conhecemos, sobretudo nos Estados Unidos. A aliança entre capitalismo e democracia liberal está em crise, e continuará. Wolf é um reformador, não um revolucionário, mas as reformas estão fora do alcance dos políticos atuais, capturados pela volatilidade e a tecnocracia e opacidade que não conhecem ou regulam. O Estado foi capturado pela plutocracia. A tirania espreita o descontentamento e o empobrecimento de uma classe média encurralada entre medos vários, a imigração, a pandemia, a guerra, a extinção climática, e de uma classe trabalhadora, os mais pobres, mais a massa imigrante, que foi abandonada pelas elites. Escravizados em baixos salários que por sua vez baixam os salários da classe média. Desde 2008, Wall Street continuou a enriquecer, apostando em novas modalidades de valor, mais rentáveis e virtuais, a tech e, agora, o armamento cuja inovação depende mais de Silicon Valley e da tech do que do Pentágono. Tech e inovação que vão de Pequim a Moscovo ou de Telavive a Teerão. O rendimento da classe média estagnou, com as exceções de nichos como o turismo ou a hospitalidade (caso de Portugal, entre muitos), e os choques de 2008 continuam. O Keynesianismo foi ultrapassado, criar prosperidade não é o objetivo, criar riqueza concentrada é. Trump foi o resultado eleitoral disto, em 2016. À mistura com as redes de comunicação manipuladas e o culto da celebridade tabloide. O hedonismo, o narcisismo e a mania da conspiração. A base dos autoritarismos. As práticas éticas foram abandonadas pelo capitalismo extrativo. Os acionistas querem lucros, não querem o bem comum. E como disse a sra. Thatcher, “essa coisa chamada sociedade não existe”. As esquerdas andaram preocupadas com a wokeness, os direitos das minorias e a certeza de que o amor triunfará. Não percebem o mundo em que vivemos, e os choques endógenos e exógenos que o fazem avançar. Li na diagonal mas concordo. Existe um problema bastante real com o capitalismo/globalismo, e as desigualdades crescentes sobretudo nos últimos anos, não tenho dúvidas que nisso a esquerda tem razão, mas as medidas propostas pela esquerda francesa não iriam fazer muito a não ser arruinar França. Isto tem de ser uma discussão global e sincronizada entre todos os países do sistema de capital global, como p.ex acordos sobre níveis mínimos de impostos, proibições de offshores e paraísos fiscais. Medidas a nível nacional é mijar contra o vento. Com o desmoronar do mundo unipolar, talvez se torne ainda mais difícil resolver estes problemas - porque a geopolítica torna ainda mais difícil acordos a nível mundial. Esta dinâmica tem algumas semelhanças com os problemas climáticos, em que o que é bom para todos (chegar a acordo para diminuir emissões) não é bom para os países individuais (as emissões permitem o enriquecimento nacional). Os impostos é igual, era ideal para a desigualdade global que se aumentasse os impostos aos ricos em todo o lado; mas se um país aumenta unilateralmente para níveis substancialmente maiores que os outros países semelhantes, f*de-se, pois há sempre formas de tirar o capital para outros sítios - e assim a desigualdade mantém-se na mesma, empobrecendo o país e perdendo capacidade de investimento. Não me parece que um país estagnado e com um défice considerável como França, precise disso. Prometer coisas deste género, ainda por cima sabendo que não estão em posição para as implementar, só torna a situação política ainda mais difícil de gerir. Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado 10 Julho 2024 O senador Juan Carlos Pagotto, do mesmo partido do presidente Javier Milei, o Liberdade Avança, propôs que famílias de baixo poder aquisitivo possam vender crianças no país… - Veja mais em https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2024/07/06/senador-argentino-propoe-venda-criancas.htm?cmpid=copiaecola Não só sou a favor como espero que a venda seja taxada em 90%. Compartilhar este post Link para o post