Lebohang Publicado Maio 11 Citação Grécia arma-se com Israel para travar a Turquia, mas a aliança tem custos políticos Israel encontra-se num ambiente geopolítico muito complexo, no meio de uma reordenação histórica do poder regional. Embora nos últimos 15 anos o Estado hebraico e a Turquia tenham tentado reconciliar-se em muitas ocasiões, nos círculos de segurança israelitas, a Turquia é vista como potencial ameaça. É nesse contexto que ganha forçaa aliança israelita com a Grécia (e Chipre) Na política internacional, as parcerias são contingentes e estão sujeitas a alterações. A Turquia e Israel já foram parceiros estratégicos próximos; hoje, já não são. Os “dias de ouro” desta relação poderão nunca regressar, mas a Turquia continuará a ser um protagonista regional demasiado importante para desaparecer dos cálculos estratégicos de Israel. Para a Grécia, isto comporta uma conclusão clara: a cooperação com Israel é valiosa, mas não deve ser tratada como estrutura estratégica autossuficiente ou substituto da rede mais ampla de parcerias de Atenas. Pode oferecer ganhos concretos em defesa, tecnologia, partilha de informação classificada, energia e conectividade regional, mas apenas como elemento de uma estratégia mais ampla e diversificada. Fechar fileiras no Mediterrâneo Oriental Há dias, Francesca Albanese, relatora especial da Organização das Nações Unidas (ONU) para os territórios palestinianos ocupados, fez um alerta, durante o lançamento em Atenas do seu novo livro, “Quando o Mundo Dorme: Histórias, Palavras e Feridas da Palestina”. Frisou que Israel escolheu a Grécia para promover as suas ambições regionais, e que alguns sectores da Grécia têm uma perceção errada da sua aliança com Israel. “Pensam que escolheram Israel para garantir a paz contra o seu inimigo eterno? Penso que não. Israel escolheu-vos e vai explorar os vossos medos e a vossa insegurança, porque é isso que faz para avançar na sua hegemonia regional”, alertou. Também a oposição grega, em particular o partido de esquerda Syriza, contesta a proximidade com Israel, dada a atuação militar deste país em Gaza. A Grécia, como Chipre, considera a solução de dois Estados pré-requisito indispensável para a estabilização do Médio Oriente. Os laços greco-israelitas remontam a 2010, quando as relações entre Israel e a Turquia se deterioraram, devido à ajuda turca aos palestinianos, aquando dos confrontos na Faixa de Gaza entre grupos armados palestinianos e o Exército israelita. Essa aproximação envolveu Chipre, numa relação trilateral que começou por visar discutir projetos conjuntos no âmbito da energia, e que agora se estende à segurança e defesa. A motivação dos três Estados levou Ancara a defini-los como aliança “antiturca”. De aliados estratégicos a rivais A relação entre Israel e a Turquia tem-se deteriorado ainda mais desde dezembro de 2024, quando as forças apoiadas por Ancara assumiram o controlo da Síria. Desde então, a Grécia e Israel iniciaram exercícios militares conjuntos. “Imaginem como a Grécia poderia sobreviver na periferia da Europa, no meio de uma região completamente muçulmana, se Israel deixasse de existir”, justificou a vice-ministra dos Negócios Estrangeiros grega, Alexandra Papadopoulou, ao jornal “To Vima”. Kenneth Roth, colunista do diário britânico “The Guardian”, professor convidado na Escola de Assuntos Públicos e Internacionais de Princeton e ex-diretor executivo da Human Rights Watch, lembra como a NATO foi concebida para proteger os seus membros de ameaças externas. Por isso, diz ao Expresso, “não é claro o que faria em caso de conflito entre dois dos seus membros, a Grécia e a Turquia”. “Se a Grécia procurar o apoio militar de Israel contra a Turquia, estará a tomar uma atitude arriscada”, alerta o docuente, já que “Israel não tem historial de agir em nome de mais ninguém, além de si próprio”. Acresce que “as Forças Armadas turcas são mais formidáveis do que tudo quanto Israel tenha enfrentado no passado”, destaca Roth. “Israel adota um método de guerra — com amplo desrespeito pelas baixas civis — que desrespeita o direito internacional humanitário e é antitético aos princípios que os membros da NATO deveriam defender.” Aliança não é garantia de defesa mútua Na cooperação em tecnologia de defesa, as empresas israelitas “podem não estar tão restringidas como as congéneres europeias ou da NATO, que tentam equilibrar os interesses gregos e turcos”, comenta Gabriel Mitchell, antigo diretor de relações internacionais do Instituto Mitvim, e analista de questões de energia e clima na região do Mediterrâneo. Como não membro da NATO, Israel não está sujeito à política da aliança transatlântica, que pode ou não ser complicada pela presença da Turquia na organização multinacional. Isto oferece à Grécia opções na sua região que podem ser alternativas às relações tradicionais europeias ou transatlânticas. A 4 de dezembro, o Comité de Assuntos de Defesa da Grécia aprovou a compra de 36 sistemas de lançamento múltiplo de rockets PULS, com um custo aproximado de 646 milhões de euros), a maior aquisição de armamento israelita alguma vez realizada por Atenas. O sistema de defesa aérea de médio alcance foi pensado para integrar o Escudo de Aquiles da Grécia, um sistema de defesa aérea em camadas, no valor de 2800 milhões de euros. A 28 de dezembro de 2025, as Forças de Defesa de Israel anunciaram que o chefe da sua Divisão de Cooperação Internacional, brigadeiro-general Amit Adler, se deslocou a Nicósia para assinar o “Plano de Trabalho Trilateral para a Cooperação Militar” entre o Estado hebraico, a Grécia e Chipre. O acordo incluía “exercícios e treinos conjuntos, grupos de trabalho em diversas áreas e diálogo militar estratégico sobre questões de interesse comum”. A assinatura ocorreu poucos dias depois de uma cimeira de alto nível em Jerusalém, a 22 de dezembro, na qual o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, se reuniu com o grego, Kyriakos Mitsotakis, e o Presidente cipriota, Nikos Christodoulides, para discutir o aprofundamento dos laços de segurança e económicos. Arsenal grego reforçado Em fevereiro deste ano, autoridades gregas voltaram a vincar que Atenas tem interesse em desenvolver armamento com Israel, noticiou a emissora Al Jazeera. “Somos um excelente cliente dos sistemas israelitas”, disse Angelos Syrigos, presidente da Comissão de Assuntos de Defesa do Parlamento helénico. “O grande avanço na nossa relação de defesa acontecerá quando houver coprodução de sistemas de defesa e planeamento conjunto.” Também no início do ano, o Ministério da Defesa grego formou comissões de negociação para a compra de três sistemas adicionais de defesa antimíssil: Spyder, Barak e David’s Sling, produzidos pelas empresas israelitas Rafael e Israeli Aerospace Industries, num valor potencial de 3100 milhões de euros. Os três sistemas (defesa aérea de curto, médio e longo alcance contra ameaças aéreas, incluindo mísseis balísticos), completariam o Escudo de Aquiles. A Grécia e Israel estão a discutir um acordo entre governos que dispensaria o processo do concurso. “O principal objetivo da parceria entre a Grécia e Israel desde 2009 tem sido equilibrar e travar a crescente influência da Turquia no Mediterrâneo Oriental”, garante Mitchell ao Expresso. A seu ver, esta relação evoluiu, verificando-se hoje maior alinhamento dos interesses israelitas e gregos, tanto na região como em parcerias com terceiros, sejam os Emirados Árabes Unidos ou a Índia. Portanto, “embora a Turquia possa ter sido a motivação inicial, houve uma diversificação significativa da relação nos últimos 15 anos, em diferentes graus”. Ancara vê uma aliança crescer contra si A Grécia tem procurado “contrabalançar a influência turca, através do cultivo de alianças e sinergias em toda a região”. Tais parceriasa funcionam como “multiplicadores de força”, contextualiza Constantinos Filis, diretor do Instituto de Assuntos Globais, em Atenas. Considera que a lógica subjacente não é marginalizar a Turquia, mas promover iniciativas de cooperação que impulsionem a estabilidade e a prosperidade, sem excluir quaisquer intervenientes. “Concomitantemente, estão a ser desenvolvidos esforços para identificar formas de as potências regionais chegarem a entendimentos que diminuam a sua dependência de protagonistas extrarregionais para gerir conflitos. Nos casos em que ainda não são alcançadas soluções abrangentes, o objetivo imediato é estabelecer um consenso mínimo: que as tensões existentes não sejam exacerbadas, que não surjam novas linhas de fratura e que não seja imposto qualquer impedimento a iniciativas que ultrapassem os limites dos Estados ou blocos individuais e sirvam a Europa como um todo.” Tais iniciativas incluem projetos de energia, corredores comerciais e infraestruturas de dados, ilustra Filis. Apesar de a parceria entre a Grécia e Israel ter começado há anos, o diretor do Instituto de Assuntos Globais, de Atenas, lembra que “tudo isto acontece no meio de perturbações nas cadeias de abastecimento globais, crescentes preocupações com os preços da energia e a segurança do abastecimento, pressões inflacionistas e escassez de produtos essenciais para o setor primário, como os fertilizantes”. Neste ambiente de transição — que pode gerar resultados não intencionais, ou até desestabilizadores — e em condições de incerteza generalizada, há “necessidade crescente de Estados que produzam mais segurança e estabilidade do que aquela que consomem”. Uma estratégia regional mais vasta Israel desenvolveu uma capacidade notável em áreas de particular relevância para a Grécia, sobretudo em tecnologias de dessalinização e outros sectores impulsionados pela inovação. É também um país que possui sistemas e capacidades de defesa altamente avançados. “Sob lideranças anteriores, constituiu efetivamente — com a Grécia e Chipre — um dos poucos Estados democráticos da região”, enaltece Filis. Além disso, há interesses convergentes em relação a projetos que visam o fornecimento de recursos energéticos ao continente europeu. Além disso, alguns dos acordos não são exclusivos. Através de estruturas multilaterais, participam neste esforço mais vasto outros intervenientes regionais, incluindo o Egito, a Jordânia, bem como a Arábia Saudita, os Emirados e até o Catar. Contudo, vários analistas acusam o Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, de ser o pai da atual parceria no Mediterrâneo, com o gasoduto do Mediterrâneo Oriental (East Med) há muito a ser discutido (podendo as empresas dos EUA extrair boas quantidades de gás natural das águas gregas). O objetivo da cooperação trilateral, em que se inclui a parceria com Chipre, não é a marginalização da Turquia, assegura ao Expresso Constantinos Filis. “Trata-se, antes, da criação de condições propícias a maior estabilidade regional, facilitando a execução de projetos que visam ligar o Médio Oriente e o Mediterrâneo Oriental com a Europa e os seus mercados, além de fomentar um ambiente de prosperidade e interdependência económica.” O diretor do Instituto de Assuntos Globais, em Atenas, admite que a questão não é saber se Israel oferece à Grécia algo que os seus outros parceiros não possam fornecer. “Toda a relação estratégica gera o seu próprio conjunto distinto de vantagens e benefícios mútuos”, reconhece. Atenas teme Ancara? Eran Lerman, antigo funcionário das secretas israelitas e vice-conselheiro de segurança nacional de Israel (2009–15), hoje professor na Faculdade Shalem (Jerusalém), no Departamento de Estudos do Médio Oriente e Islâmicos, assegura que “a Grécia tem uma preocupação estratégica preponderante — as ambições de Erdogan —, mas há outras boas razões, infelizmente”. Em primeiro lugar, diz, a estabilidade egípcia, já que Israel e a Grécia celebraram a queda da Irmandade Muçulmana. Há ainda a energia, investimento económico, exercícios, principalmente da Força Aérea, emergências como incêndios florestais, preocupações ecológicas no Mediterrâneo Oriental, e a integração política do Mediterrâneo Oriental. A aproximação entre a Grécia e Israel é vista em Ancara como esforço de alinhamento anti-Turquia, dado que coincidiu com a significativa deterioração das relações entre a Turquia e Israel. Neste sentido, argumenta o investigador Sinan Ülgen, do think tank Carnegie Europe e do EDAM (grupo de reflexão turco), o momento escolhido não é acidental. “Para a Grécia, esta aproximação pode servir vários propósitos.” Pode, elenca, criar espaço para colaboração mais profunda em matéria de segurança e defesa com Israel, proporcionando maior dissuasão política e militar contra a Turquia. “Pode também contribuir para os esforços em curso para concretizar projetos de conetividade, em particular no sector energético, entre a Grécia e Israel”, acrescenta Ülgen, seguro de que Atenas não planeia depender do apoio de Israel numa potencial crise com a Turquia. “O cálculo é diferente. Atenas está interessada num aumento mais rápido das suas capacidades militares, a fim de melhorar a sua dissuasão.” Os principais benefícios desta relação para a Grécia serão na área das capacidades de defesa, melhoradas com a transferência de novas tecnologias e plataformas. Em segundo lugar, “a Grécia poderá obter o apoio político de Israel para manter a sua posição nas disputas do Mediterrâneo Oriental, onde a NATO deverá manter-se neutra”, vinca Ülgen. Há também desvantagens, na perspetiva do investigador: “O risco para a Grécia é ver a sua imagem manchada perante a opinião pública global pelos esforços em estreitar laços com um Governo israelita justificadamente criticado pelas suas ações em relação aos palestinianos, e cada vez mais visto como influência desestabilizadora na ordem do Médio Oriente.” Israel tenta amealhar aliados Em contraste, na perspetiva de Israel, interpretada por Ülgen, “uma relação mais próxima com países mediterrânicos, como a Grécia e o Chipre, que têm disputas não resolvidas com a Turquia, pode ser explicada pela estratégia de estabelecer uma aliança anti-Turquia na região”. Porém, para Israel, “esta aliança só pode gerar solidariedade política”. A defesa nacional continua a ser, por definição, responsabilidade soberana; não é algo que os Estados deleguem ou partilhem. “Israel não iniciou uma disputa com a Turquia, mas, uma vez que as políticas de Erdogan se tornaram agressivas, tivemos de encontrar um novo alinhamento”, explica Lerman. Se as atitudes em Ancara mudarem, diz, o grupo trilateral ficará satisfeito por ter uma relação de trabalho com a Turquia. “Não temos ilusões de que Israel declarasse guerra em nome da Grécia; a própria Grécia dificilmente o faria em nome de Israel”, admite Filis. Todavia, Israel — como o Egito e outros países da região — “não estaria disposto a ver a Turquia a alcançar um papel hegemónico na vizinhança estratégica mais vasta”, salienta o investigador. Consequentemente, na improvável hipótese de confronto militar entre a Grécia e a Turquia — cenário que, convém sublinhar, não será provável neste momento —, “estes países dificilmente acolheriam uma vitória turca”. Apesar de estes aliados não se encontrarem disponíveis para intervir militarmente para ajudar Atenas, o que alguns poderiam aceitar é fornecer às autoridades gregas informações valiosas ou sistemas de armas sofisticados — ainda que não gratuitamente — que poderiam fortalecer a posição da Grécia, em caso de confronto com terceiros. “Todas as partes [Israel, Grécia e Chipre] têm os seus motivos para aumentar a cooperação, e, na maioria das vezes, a Turquia faz parte desse cálculo”, conclui Mitchell, assinalando que “Israel procura manter a liberdade de ação no Mediterrâneo Oriental”, e ter uma relação de defesa sólida com a Grécia e Chipre faz parte da conquista e manutenção desta liberdade de ação. Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Maio 11 Trump volta a ameaçar o Irão após proposta ridícula. Este gajo 😄 Segunda > A guerra acabou Terça > Vou aniquilar o Irão Quarta > Eles aceitam o meu acordo, GRANDE ACORDO PAZ NO MUNDO Quinta > Guerra acabou Sexta > Vou aniquilar o Irão Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Maio 11 Citação de Almeno, há 4 minutos: Trump volta a ameaçar o Irão após proposta ridícula. Este gajo 😄 Segunda > A guerra acabou Terça > Vou aniquilar o Irão Quarta > Eles aceitam o meu acordo, GRANDE ACORDO PAZ NO MUNDO Quinta > Guerra acabou Sexta > Vou aniquilar o Irão Estás quase lá mas falta-te um pormenor. A guerra termina sempre nas sextas-feiras. Assim ditam os mercados. 2 4 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Maio 11 Mas ele só anuncia o ataque total depois das 19h Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado Maio 12 Renunciou é um termo esquisito. Mas é como disse na altura das eleições, o Starmer naquele dia teve a saída confirmada, ele é que ainda não percebeu A carta de demissão está brutal https://bsky.app/profile/catneilan.bsky.social/post/3mlnqab4oi22h Compartilhar este post Link para o post
Sandes. Publicado Maio 14 Wes Streeting também se demite e já se candidata a líder do partido trabalhista (e primeiro ministro por conseguinte). Compartilhar este post Link para o post
Ghelthon Publicado Maio 14 Citação de bmfpcdm, Em 13/05/2026 at 10:39: Isso não é verdade. Os amigos dele a fazer milhões com insider trading também são americanos. Compartilhar este post Link para o post
Mayday Publicado Maio 14 Citação de Sandes., há 1 hora: Wes Streeting também se demite e já se candidata a líder do partido trabalhista (e primeiro ministro por conseguinte). Parece a versão nenuco do Starmer. Compartilhar este post Link para o post
RAG Publicado Maio 17 Não sabia que o Andy Burham já se ia candidatar a deputado https://www.theguardian.com/politics/2026/may/17/andy-burnham-faces-perilous-race-to-win-makerfield-byelection-allies-say Compartilhar este post Link para o post
Jimpo Publicado Maio 22 (editado) Engano no topico. Editado Maio 22 por Jimpo Compartilhar este post Link para o post
Aleef456 Publicado Maio 24 Não há condições para Ucrania continuar essa guerra. O que o Putin fez hoje deixou isso claro. Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Pinto Publicado Maio 24 Citação de Aleef456, há 1 hora: Não há condições para Ucrania continuar essa guerra. O que o Putin fez hoje deixou isso claro. Em que sentido? Compartilhar este post Link para o post
Aleef456 Publicado Maio 24 Citação de Ricardo Pinto, há 9 horas: Em que sentido? Ucrania não tem condições de se defender de misseis hipersônicos e balisticos e nem de proteger sua população mesmo com apoio europeu e americano. Ataque de hoje que a Russia efetuou foi devastador de ponto de vista estrutura e mental. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Maio 24 Citação de Aleef456, há 59 minutos: Ucrania não tem condições de se defender de misseis hipersônicos e balisticos e nem de proteger sua população mesmo com apoio europeu e americano. Ataque de hoje que a Russia efetuou foi devastador de ponto de vista estrutura e mental. E a Europa tem? Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Maio 24 Citação de Descartes, há 5 minutos: E a Europa tem? Alguem tem? Compartilhar este post Link para o post
Su1 Publicado Maio 24 Eu tenho pq uso a app troca misseis do @Plagio o Original 5 Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado Maio 24 Citação de Su1, há 2 horas: Eu tenho pq uso a app troca misseis do @Plagio o Original E os misseis que metes lá descrevem os teus gostos ou são apenas aqueles que não queres? Compartilhar este post Link para o post
Ricardo Pinto Publicado Maio 24 Citação de Aleef456, há 4 horas: Ucrania não tem condições de se defender de misseis hipersônicos e balisticos e nem de proteger sua população mesmo com apoio europeu e americano. Ataque de hoje que a Russia efetuou foi devastador de ponto de vista estrutura e mental. Mas isso já se sabia, é uma guerra que a Ucrânia não tem como a vencer, vai prolongando na esperança da Rússia desistir ou conseguir um melhor acordo que o atual 1 Compartilhar este post Link para o post
Almeno Publicado Maio 24 Citação de Su1, há 3 horas: Eu tenho pq uso a app troca misseis do @Plagio o Original Trocaogivas Compartilhar este post Link para o post