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[UEFA] EURO 2020

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Citação
Numa retrospetiva dos 15 anos que passou à frente da Mannschaft, e que nos quais conquistou um Mundial, Joachim Low deixou um desabafo curioso.

«O momento mais aziago foi a derrota nas meias-finais do Euro-2016 diante da França. Fizemos um grande torneio, a equipa estava a jogar muito bem, os jogadores focados e a chegar ao intervalo tudo parecia bem. Depois, o Griezmann fez dois golos [45+2' e 72']. Mas não tenho dúvidas, se tivéssemos vencido a França, teríamos sido campeões em 2016», atirou, numa alusão ao Campeonato da Europa que foi conquistado por… Portugal.

A BOLA - Low na despedida: «Se tivéssemos vencido a França, teríamos sido campeões em 2016» (Alemanha)

Editado por Eden Hazard

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Eu lembro-me de na altura querer muito mais que jogássemos com a França do que com a Alemanha. Apesar de historicamente serem ambas muito complicadas para Portugal eu achava que a Alemanha jogava melhor que eles e nós contra eles levamos sempre grandes enrrabadelas.

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Estranho não falar da final do Euro 2008 porque nessa competição estava mesmo na final e só bastava ganhar à Espanha. Enquanto que em 2016 ainda tinha de jogar a final.

 

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Citação de jmopborba, Agora:

E continua.

Que peça arrogante, p*rra.

Não há seleção no mundo que mais queira ganhar que a Alemanha.

E ele tem razão em acreditar...já no nosso lado temos um treinador que levou uma lição tática e no fim diz que se apanhar a Alemanha na final, tinha a certeza que vencia...

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Citação de DS7, há 50 minutos:

Eu lembro-me de na altura querer muito mais que jogássemos com a França do que com a Alemanha. Apesar de historicamente serem ambas muito complicadas para Portugal eu achava que a Alemanha jogava melhor que eles e nós contra eles levamos sempre grandes enrrabadelas.

Acho que toda a gente queria jogar com a França e não era por ser menos complicada, era porque nos estava entalada na garganta depois do Euro 2000 e Mundial 2006. Falhámos a final em ambos em jogos contra eles, e ainda por cima jogos que podiam cair para qualquer lado.

Tens também as meias-finais de 84, mas se calhar o 3-2 até foi lisonjeiro.

A Alemanha está ligada ao Mundial de 2014 numa fase de grupos e nos quartos do Euro 2008, fases mais prematuras.

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Citação de Mica, há 5 minutos:

Acho que toda a gente queria jogar com a França e não era por ser menos complicada, era porque nos estava entalada na garganta depois do Euro 2000 e Mundial 2006. Falhámos a final em ambos em jogos contra eles, e ainda por cima jogos que podiam cair para qualquer lado.

Tens também as meias-finais de 84, mas se calhar o 3-2 até foi lisonjeiro.

A Alemanha está ligada ao Mundial de 2014 numa fase de grupos e nos quartos do Euro 2008, fases mais prematuras.

E já tínhamos visto Portugal a ganhar à Alemanha.

A França era mesmo aquela seleção, que mais do que qualquer outra, que eu estava mortinho para ver Portugal ganhar. Quem diria que íamos "vingar" essas eliminações na casa deles, numa final e num jogo que eles podiam até ter ganho confortavelmente. Melhor só se fosse numa final de um Mundial.

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Citação de Black Hawk, há 9 horas:

Um gajo da tua idade não deveria saber que é má ideia oferecer doces a gente mais nova? 🤷‍♂️

Isso só funciona até aos 18 anos. Por aqui já está tudo velho. O que não falta por aí é gente que já tem a vacinação completa contra a COVID (e eu ainda não a tenho). Não vejo qualquer problema por aí. A não ser a questão das cáries...

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Citação de Refutador, há 10 horas:

O Grealish é incrível. Ele e o f*den estão bem encaminhados para destronar o Joe Cole e o Beckham como os meus jogadores ingleses preferidos de sempre.

Ainda ontem pensei nisso, se há jogador naquela equipa que o 7 fica bem, é no Grealish, é tudo o que o Beckham era.

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Citação de JoaoFer, há 3 minutos:

Ainda ontem pensei nisso, se há jogador naquela equipa que o 7 fica bem, é no Grealish, é tudo o que o Beckham era.

Até têm ambos a Vitória. Vamos ver se o Grealish a aguenta até 11 de julho. Quanto ao Beckham parece que ainda vai durando.

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Citação de Descartes, há 23 horas:

Indefensável? Se calhar Portugal entra com dois trincos exatamente porque tem imenso talento ofensivo. Já aqui recordaram que a seleção de 2000, que tão bem jogou, não dispensava 2 trincos. Criticou-se o Fernando Santos por ter convocado Danilo, William, Palhinha e Ruben Neves, mas o Humberto, com menos lugares disponíveis na convocatória, não abdicou de Vidigal, Costinha, Paulo Sousa e Paulo Bento.

A questão não é apenas jogar com um médio defensivo, dois, três, ou nenhum. É o que os jogadores em causa podem dar ao jogo. Só o Vidigal de 2000 valia mais do que o Danilo e o William de 2021 juntos. E falo do Vidigal, porque se falasse do Costinha nem tinha qualquer tipo de comparação.

O modelo de jogo, a tática, as posições ocupadas, são importantes, sem dúvida. Mas mais importantes é ter jogadores em condições para desempenhar o que lhes é pedido. Aí está a grande falha do Fernando Santos, na minha opinião. Não foi perspicaz para encontrar o melhor onze disponível, para avaliar as condições específicas em que os jogadores se encontravam, quer em termos físicos, quer anímicos, nem foi sagaz para definir o melhor modelo de jogo que se adequasse aos mais capazes. Não identifiquei esta limitação nas campanhas de 2016 e de 2018. Para mim isto foi novidade, daí não concordar com a teoria dos padrões.

Aquilo que constitui um padrão, e daí o rótulo de retranqueiro, é que ele se ocupa mais na tentativa de condicionar o jogo do adversário do que em potenciar o jogo da própria equipa. E isso sim, já vemos desde 2016.

Lido tudo isto, acho que, basicamente estamos todos de acordo. A divergência existe apenas na graduação do (de)mérito do homem. Recuso-me a apontar-lhe em exclusivo todas as responsabilidades, a fazer dele uma besta e a forçar argumentos para lhe atribuir mais e mais culpas no fracasso que foi esta campanha.

Andar por aqui no início do Euro a ler inúmeros comentários a defender que a Bélgica era uma das favoritas ao título e, depois de uma fase de grupos imaculada, passaram a ser uma equipa perfeitamente acessível nos oitavos, implica com as minhas noções de coerência. Tal como os supra-sumos da França passaram a ser banais e nós, afinal, temos é que aprender com os suiços. Ou que a Alemanha, na prática, pouco mais vale do que um Luxemburgo da vida. Se isto desculpa a campanha miserável fizemos? Claro que não. É só uma questão de coerência e graduação.

Convém lembrar que entrámos a jogar no Euro contra a Hungria. Não foi a Alemanha nem a França.

Não vou fingir que me lembro da seleção do Humberto, mesmo tendo vibrado com os golos e vitórias do Euro 2000. Mas olhando para os números, o homem saiu com dois golos sofridos na fase de grupos. O Nando comeu 6 no bucho. Dois trincos ou três, Vidigal ou não, a diferença é abismal e não é de agora. Esta seleção que tanto se gosta de apelidar defensiva, defende mal e não nos faltam defesas de qualidade. Longe disso. 

O Nando é muito parecido ao Scolari. Tem o seu grupo predestinado, mesmo que hajam opções melhores. Como o Scolari, foi forçado a fazer mudanças a meio do torneio, porque as coisas claramente não estavam a correr como o esperado. E isto não é de agora. Correu-lhe bem no Euro 2016, mas esgotou-se-lhe a sorte.

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Citação de Rōnin, há 14 minutos:

Convém lembrar que entrámos a jogar no Euro contra a Hungria. Não foi a Alemanha nem a França.

Não vou fingir que me lembro da seleção do Humberto, mesmo tendo vibrado com os golos e vitórias do Euro 2000. Mas olhando para os números, o homem saiu com dois golos sofridos na fase de grupos. O Nando comeu 6 no bucho. Dois trincos ou três, Vidigal ou não, a diferença é abismal e não é de agora. Esta seleção que tanto se gosta de apelidar defensiva, defende mal e não nos faltam defesas de qualidade. Longe disso. 

O Nando é muito parecido ao Scolari. Tem o seu grupo predestinado, mesmo que hajam opções melhores. Como o Scolari, foi forçado a fazer mudanças a meio do torneio, porque as coisas claramente não estavam a correr como o esperado. E isto não é de agora. Correu-lhe bem no Euro 2016, mas esgotou-se-lhe a sorte.

´Tás a ver. Afinal não discordamos assim tanto. Eu subscrevo quase na íntegra o que acabaste de escrever. E digo "quase" porque não preciso de fingir que me lembro da seleção do Humberto. Lembro-me mesmo. Os dois golos sofridos aconteceram devido a uma entrada em falso nos primeiros 20 minutos do 1º jogo em que a equipa foi apanhada de surpresa pela "seta" McManaman. Depois o Figo chateou-se e o resto é história. Só voltámos a sofrer golos marcados pelos "monstros" Henry e Zidane (este na transformação daquele penalty completamente escusado).

Apesar de me lembrar fui agora consultar os dados para não dizer nenhum disparate. O Humberto utilizou sempre o mesmo modelo de jogo. Mas nunca repetiu a equipa. Arriscou sempre nas opções, mexendo na forma de jogar ao utilizar as características diferentes de cada jogador que tinha à sua disposição. Só foi inflexível nos 5 jogos numa coisa: a dupla de centrais Fernando Couto - Jorge Costa. O resto mexeu tudo. Sim, é verdade que teve oportunidade de o fazer porque chegou já apurado ao jogo com a Alemanha, mas também é verdade que só teve essa oportunidade porque foi competente para a alcançar.

O duplo pivôt foi sempre diferente e sempre a render:

Vidigal - Paulo Bento com a Inglaterra e a Roménia;

Paulo Sousa - Costinha com a Alemanha;

Costinha - Paulo Bento com a Turquia;

Costinha - Vidigal com a França.

 

O defesa direito ainda mexeu mais:

Abel Xavier com a Inglaterra;

Secretário com a Roménia;

Beto com a Alemanha;

Sérgio Conceição com a Turquia;

Abel Xavier com a França.

 

O Sérgio Conceição jogou em 3 posições diferentes: defesa direito com a Turquia, médio/extremo direito com a Alemanha; médio/extremo esquerdo com a França. Sempre com rendimento elevado.

 

E por aí fora, chegando ao "luxo" de deixar o João V. Pinto no banco no jogo importantíssimo com a França.

 

Já disseram por aí que o Humberto limitava-se a dar a bola aos meninos e eles jogavam o que sabiam. É uma visão romântica, de facto mas só arranha a verdade. O mérito do Humberto foi colocar a seleção a jogar num modelo de jogo que melhor se adequava às características dos jogadores que tinha à disposição e conseguir extrair deles tudo o que eles tinham para dar.

 

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O Euro 2000 parece quase um "mito". Parece que teve muito mais impacto que qualquer outra meia-final que Portugal tenha alcançado.

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Citação de Eden Hazard, há 19 horas:

O Euro 2000 parece quase um "mito". Parece que teve muito mais impacto que qualquer outra meia-final que Portugal tenha alcançado.

Não tenhas qualquer dúvida em relação a isso.

O Euro 2000 só não foi o ponto de viragem do futebol português a nível de seleções, em que passámos a integrar o grupo dos melhores, dos que podem assumir que são candidatos à vitória em qualquer jogo ou qualquer competição, porque a sequir veio o Euro 2002 em que voltámos a ser o "Portugal dos Pequeninos", ficando a verdadeira viragem adiada para o Euro 2004 associada ao aparecimento do Cristiano Ronaldo.

No Euro 2000 a "Geração de Ouro" estava no apogeu das suas carreiras, todos entre os 27 e os 30 anos. Todos (aqueles que conseguiram vingar no futebol ao mais alto nível) no pico das suas capacidades (com a exceção do Paulo Sousa que, massacrado por lesões graves, já se apresentava em défice físico). Em 2002 já estavam mais velhotes e em 2004 praticamente só o Figo se apresentava com indiscutível.

Esse Euro foi marcante por estas questões mais generalistas mas também pelos detalhes. Pelo caráter épico e dramático que esteve presente em todos os jogos:

  • a reviravolta com a Inglaterra a vingar a meia final de 66, a que não faltou o momento emblemático do jogador mais carismático a ir buscar a bola ao fundo da baliza dos cámones para a colocar rapidamente no círculo central em vez de festejar o golo, replicando a imagem que ficou na história do Eusébio em 66;
  • o golo inacreditável do Figo;
  • a jogada de génios que culminou no golo do João Pinto;
  • a classe do Rui Costa na assistência fabulosa para o golo do Nuno Gomes;
  • o Costinha como herói improvável no jogo contra Roménia, na sua 4ª internacionalização, entra aos 85' para marcar o golo da vitória aos 91';
  • o Sérgio Conceição a gritar por todo o lado que merecia ser titular a destruir os panzers alemães com um hat-trick ao Kahn;
  • a delícia do Figo a arrasar com os turcos, alimentando o instinto goleador do Nuno Gomes num jogo em que o Baía defendeu um penalty quando havia 1-0;
  • e a vingança falhada do Euro de 84 quando o Abel Xavier teve na cabeça, aos 89 minutos, o golo da vitória negado por uma defesa do outro mundo do Barthez, para cairmos aos 117' num penalty idiota do mesmo Abel Xavier (sim, a vitória na final de 2016 teve esse gostinho particular e o paralelo do nosso golo da vitória ter surgido mais ou menos na mesma altura depois de uma defesa fantástica do Rui Patrício a negar o título aos aveques).

Não me consigo recordar de nenhum outro evento em que a emoção estivesse tão marcada. Nem 2004, nem 2006, nem 2012, nem sequer, acreditem ou não, 2016.

Editado por Descartes
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Citação de Descartes, há 4 minutos:

Não me consigo recordar de nenhum outro evento em que a emoção estivesse tão marcada. Nem 2004, nem 2006, nem 2012, nem sequer, acreditem ou não, 2016.

Concordo quase em absoluto, deixo apenas algumas reservas porque creio que aquele mês de 2004 foi do melhor que vivi e 2006 também foi muito bom. 2016 não foi nada, em comparação.

Em 2000 o choque foi tão grande que parecia que aquilo nem estava a acontecer. A Inglaterra a ganhar 2x0 e o previsível era que levássemos 4 ou 5, depois com a Roménia um desconhecido a dar a vitória e qualificação nos descontos, os suplentes a enfiarem 3 numa Alemanha bastante fraca, etc. 

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Citação de Ibrahimovic_9, há 20 minutos:

Concordo quase em absoluto, deixo apenas algumas reservas porque creio que aquele mês de 2004 foi do melhor que vivi e 2006 também foi muito bom. 2016 não foi nada, em comparação.

Em 2000 o choque foi tão grande que parecia que aquilo nem estava a acontecer. A Inglaterra a ganhar 2x0 e o previsível era que levássemos 4 ou 5, depois com a Roménia um desconhecido a dar a vitória e qualificação nos descontos, os suplentes a enfiarem 3 numa Alemanha bastante fraca, etc. 

2004 teve a questão do envolvimento e mobilização da população. O facto de se ter disputado cá foi determinante. Mas quanto ao jogo jogado e às situações emotivas, épicas, dramáticas deu muito menos do que o Euro 2000.

O que é que recordamos como marcante em termos positivos? O golo do Nuno Gomes que nos apurou e mandou para casa os nuestros hermanos; o penalty defendido pelo Ricardo sem luvas e o mesmo Ricardo a marcar o penalty decisivo que derrotou os ingleses e pouco mais... vá, concedo que o golo do Maniche à Holanda também é digno de figurar na lista e, com boa vontade, o golo do Rui Costa à Inglaterra no prolongamento cujo efeito foi logo de seguida anulado pelo golo do empate dos ingleses.

Por outro lado, como aspetos negativos, tens as 2 derrotas inimagináveis com a Grécia, tens o jogo com a Rússia que, apesar da vitória por 2-0, mal me recordo de pormenores, a não ser que foi um golo a abrir o jogo, outro a fechar e pelo meio mais de 80 minutos com o coração nas mãos.

Em 2000 foi outra coisa. Tal como disseste, parecia que não estava a acontecer. Em 2000 foi épico, estilo Braveheart. Em 2004 houve demasiada angústia, antecipando o pior... que veio a acontecer, ao estilo Apocalipse Zombie em que no fim acabam por morrer todos.

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Desc unica coisa a apontar

no jogo vs Turquia, tenho ideia do Baia ter defendido o penalty quando já estava 0-1 e eles com menos 1

e o lance do Abel, nao foi a acabar o tempo regulamentar?

Editado por Hawkeye

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Citação de Hawkeye, há 11 minutos:

Desc unica coisa a apontar

no jogo vs Turquia, tenho ideia do Baia ter defendido o penalty quando já estava 0-1 e eles com menos 1

e o lance do Abel, nao foi a acabar o tempo regulamentar?

Sim, foi nos 90 minutos. O Descartes talvez esteja a confundir com o remate do João Pinto a rasar o poste, esse sim no prolongamento.

13:37

Editado por Serpa Pinto

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Citação de Hawkeye, há 35 minutos:

Desc unica coisa a apontar

no jogo vs Turquia, tenho ideia do Baia ter defendido o penalty quando já estava 0-1 e eles com menos 1

e o lance do Abel, nao foi a acabar o tempo regulamentar?

Tens razão em ambas. É a liberdade artística a embelezar a história. 😁

Em relação ao lance do Abel a confusão veio do facto de, na altura, vigorar a regra do golo dourado no prolongamento. Daí que, por algum motivo, a noção de que, dando golo a cabeçada do Abel, o jogo acabava. E de facto assim era, porque um golo aos 89 minutos era como se fosse o tal golo dourado.

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Citação de Descartes, há 3 horas:

´Tás a ver. Afinal não discordamos assim tanto. Eu subscrevo quase na íntegra o que acabaste de escrever. E digo "quase" porque não preciso de fingir que me lembro da seleção do Humberto. Lembro-me mesmo. Os dois golos sofridos aconteceram devido a uma entrada em falso nos primeiros 20 minutos do 1º jogo em que a equipa foi apanhada de surpresa pela "seta" McManaman. Depois o Figo chateou-se e o resto é história. Só voltámos a sofrer golos marcados pelos "monstros" Henry e Zidane (este na transformação daquele penalty completamente escusado).

Isto começou com um meme sobre o Éder e acabou com uma lição de história da seleção. Valeu a pena.

Diria que a maior diferença entre o Euro 2000 e as restantes competições que vi foi a aura que aqueles jogadores tinham. Que eram imbatíveis e o futebol praticado era exemplo disso mesmo, até esbarrarem contra os futuros campeões. 2004 tem as suas semelhanças com 2016, com tropeções pelo meio e vitórias suadas até ao último minuto. 2016 teria igual sabor agridoce não tivéssemos ganho a final.

Talvez só em 2012 tenhamos tido uma seleção que aspirava jogar a esse nível, mesmo com lacunas pelo meio, o que não deixa de ser deprimente, tal o talento que Portugal tem vindo a produzir. Mas este queixume é também exagerado. Até este ano, Portugal provavelmente estaria no top 4/5 no que toca a resultados nos últimos 20 anos em Europeus. Já Mundiais...

Editado por Rōnin

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Por acaso, concordando, o que se viveu em 2004 e 2006 foi inesquecível. Pelo que jogávamos, pelos jogadores, pelo ambiente que se gerou.

E diga-se de passagem, muito o Scolari era criticado em certas coisas e hoje está ultrapassado, mas jogávamos bastante bem.
A nível técnico, do que me recordo, o jogo contra a Espanha e Holanda (2004) não demos chances. Também gostei muito da nossa exibição frente ao Irão no Mundial 2006, não me lembro de ter gritado tanto num golo como no remate do Deco.

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Citação de jmopborba, há 5 minutos:

Por acaso, concordando, o que se viveu em 2004 e 2006 foi inesquecível. Pelo que jogávamos, pelos jogadores, pelo ambiente que se gerou.

E diga-se de passagem, muito o Scolari era criticado em certas coisas e hoje está ultrapassado, mas jogávamos bastante bem.
A nível técnico, do que me recordo, o jogo contra a Espanha e Holanda (2004) não demos chances. Também gostei muito da nossa exibição frente ao Irão no Mundial 2006, não me lembro de ter gritado tanto num golo como no remate do Deco.

O jogo com a Espanha em 2004 foi um sofrimento do crl.

Quando começaram a apertar após o golo do Nuno Gomes, valeu-nos a Nossa Senhora do Caravaggio!

Os espanhóis também devem ter tido uma santinha, porque podíamos ter feito o 2-0 já nos minutos finais.

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Citação de Seferogol, há 1 hora:

O jogo com a Espanha em 2004 foi um sofrimento do crl.

Quando começaram a apertar após o golo do Nuno Gomes, valeu-nos a Nossa Senhora do Caravaggio!

Os espanhóis também devem ter tido uma santinha, porque podíamos ter feito o 2-0 já nos minutos finais.

Recordo-me de uma bola na trave, mas confesso que nunca senti o jogo perdido.

Já agora: Parents arguing, Benzema tensions and a hotel that wasn't fancy enough - the extraordinary story of France's Euro 2020 exit

Alguns momentos interessantes (já que tem paywall):

Citação
  • “There have been other stories about divisions within the dressing room, friction between players and a lack of togetherness that can be demonstrated, perhaps, by the fact Raphael Varane, Antoine Griezmann and Clement Lenglet were allowed to fly off on holidays rather than travelling back with the rest of the squad, as is the norm.”

  • “One of their issues from Euro 2020 was that they did not feel settled at their Marriott hotel in Budapest and, barring one evening on the rooftop bar, did not have enough opportunities to relax together. Apparently, some of the players were unhappy about their city-centre location and wanted more luxurious facilities. One complaint was that the bedroom windows did not fully open. The squad were initially meant to move to Gardony, 40 miles south, after their group game against Hungary and take up residence in a hotel on the shores of Lake Velence. Instead, they remained in Budapest to play their final group game against Portugal. According to a near-forensic post-mortem in the French sports daily L’Equipe, Pogba had made it clear to Deschamps that the players ‘hated’ the accommodation and wanted to leave as soon as possible.”

  • “Rabiot’s mother is known to be very sensitive and very close to her son and she didn’t appreciate what Pogba’s friends were saying about one of the touches of Adrien,’ says one well-placed source with inside knowledge of the French camp. ‘So she blamed Pogba for the loss of the ball in midfield (leading to Switzerland’s third goal). Then she went to Mbappe’s father, ‘You better take care of your son because he has a big head and too much protection from the press and I think he’s arrogant.’ So it’s a mess and she is well known for that at Paris Saint-Germain and Juventus.”

  • “At one point, she wrote to Deschamps to complain that her son was not being picked enough. Or there was the time when PSG would not let her accompany her son on a trip to Qatar midway through his first season. Outraged, Veronique took up a position outside Carlo Ancelotti’s office, waiting for the coach to arrive so she could let him know exactly what she thought of it.”

  • “The dispute involving Veronique [Rabiot] is said to have lasted, on and off, for 20 minutes, including a ‘heated exchange’ with Mbappe’s mother, Fayza Lamari. The families of the other French players were reportedly ‘shocked’ by Veronique’s conduct and particularly the timing of it, having just watched the team crash out of the tournament. But it is also worth knowing the background here and one of the reasons, perhaps, why she is so protective of her son and takes such a prominent role in his career, representing him in all his contract negotiations and regularly speaking on his behalf in the media. She, indeed, negotiated his first professional contract when he was a teenager, sitting face-to-face with PSG sporting director Leonardo. In 2007, when Rabiot was a 12-year-old in the youth system at US Creteil, his father, Michel, suffered a stroke that left him with locked-in syndrome, a condition that meant he was completely paralysed. Michel, a PSG supporter who used to run his son to youth-team matches, was left in a wheelchair and could communicate only by moving his eyelids. He died in January 2019. ‘What you have to understand here is her background,’ says one person with close knowledge of the family. ‘She singlehandedly raised three boys with a handicapped husband, and I mean seriously handicapped. Her husband was in hospital most of Adrien’s life. He was very poorly. He had his brain but could not talk. He was in a cocoon. This woman suffered a lot. She stands her ground. She goes overboard but she raised her boys and took her son everywhere for football, no matter if it was minus five degrees and snow. And she is an honest woman. She gives money to church. She was (from a) very poor upbringing. She is really hard-nosed. She is not a prima donna. She gives back to people who helped her before. Is she too loud? Yes. But she has a lot of baggage. The context is everything. She is not a bad person. And she will always defend her son to death.”

  • “Various observers have told The Athletic they believe Benzema’s return to the squad had a number of consequences. How, they ask, must Giroud have felt, as the second highest scorer in France’s history, to be displaced almost overnight by a player who had openly derided him?”

  • “One long-time follower of the national team describes it as a ‘vicious group.’ Deschamps had previously dropped Samir Nasri and Hatem Ben Arfa after taking the view they were not suited to play ‘squad football.’ Now questions are being asked about whether there might have to be some more tough decisions.”

Já sabem contra quem apostar no Mundial 2022 se o Deschamps continuar, francius being francius.

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