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Mesut Ozil

[Tóquio 2020] Portugueses em Ação

Publicações recomendadas

o Pedro Martins jogava muito. tendo em consideração a tradição noutros países e a falta de tradição no nosso, onde deve haver meia dúzia de sítios onde se possa treinar, o nosso currículo é bem bom. 

o badminton tem um CAR nas Caldas da Rainha que deve ter uns 10-15 anos, não sei propriamente como funciona mas não acredito que alguém tenha algum apoio (um ou outro patrocínio), é daqueles desportos a treinar bi diário e conciliar com o trabalho.

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Citação de antifa, há 24 minutos:

Saudades do pólo aquático no Salgueiros. Campeões nacionais 12 anos seguidos e tareias monumentais na Europa.

Interrompidos pelo meu grande CNA 😎 Que curiosamente tambem se juntou ao clube das tareias na europa no ano seguinte 

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Citação de Kendrick Lmao, há 1 hora:

wait wat mas iam de ressaca para as provas?

estimulante. Só há uns anos é que a quantidade de cafeína equivalente a 8 ou 12 cafés - não me lembro qual era, deixou de ser considerado doping.

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Citação

A Cinderela que quebrou os estigmas do surf (e do desporto) nacional!

Depois desta semana verdadeiramente mágica para o surf nacional e para Yolanda Hopkins, talvez sejam cada vez menos aqueles que nos bastidores duvidam das suas ambições de chegar ao circuito mundial feminino.

A primeira letra é um Y. E o sobrenome é Hopkins, que vem da mãe, galesa. Também já foi Sequeira, que vem do pai, português. No ano em que se sagrou campeã nacional, em 2019, era esse o sobrenome escolhido. Mas as burocracias olímpicas fizeram com que voltasse à forma original: Yolanda Hopkins. Fora da esfera do surf talvez fossem poucos os que já tivessem ouvido o nome da surfista algarvia. Mas depois de Tóquio, todos já o devem ter decorado.

A estreia olímpica do surf era muito aguardada e Portugal soube estar à altura do momento, com o grande destaque a ser o 5.º posto de Yolanda, sobretudo depois de eliminar a atual número 2 mundial, a francesa Johanne Defay. Falhou as medalhas por muito pouco, mas atingiu uma notoriedade invulgar para uma modalidade que só agora chegou ao Olimpo. Desde os noticiários das principais televisões, às maiores rádios do país, já não falando nas notícias recorrentes nos sites desportivos e generalistas, e culminando com a primeira página dos desportivos. O nome de Yolanda ecoou por toda a parte.

Os mais distraídos podem pensar que Yolanda estava predestinada ao sucesso. No entanto, nada no percurso da surfista foi conseguido de forma fácil. Aliás, só mesmo uma confiança brutal nas suas capacidades e uma crença fora do comum a fizeram chegar até aqui, ficando à porta daquilo que seria uma estrondosa medalha em Tóquio’2020.

Yolanda Hopkins surgiu praticamente do nada no surf nacional, vindo de uma região com pouca tradição de competidores, sobretudo a nível feminino. E tornou-se num verdadeiro furacão que subiu a pulso, como quem sobe lanços de escadas de três em três degraus, contra todas, mas mesmos todas as perspetivas de quem a via crescer. Todas, menos as suas… E, felizmente, são essas que contam.

Estreou-se no principal circuito do surf nacional aos 15 anos, prestes a fazer 16, sem um currículo júnior que sustentasse essa aparição. Poucos a conheciam, mas Yolanda foi rapidamente apresentando o seu nome a todos no meio. Em 2014, no seu ano de estreia, conseguiu logo uma final à terceira etapa, terminando a temporada num prometedor 7.º posto. Contudo, apesar dos bons indicadores dentro de água, as reticências de quem via de fora eram muitas.

Em 2016 conseguiu o primeiro vice-título, em Ílhavo, e no ano seguinte terminou no 4.º posto do ranking, afirmando-se cada vez mais como um nome a ter em conta. O primeiro triunfo surgiu em 2018, na etapa de Cascais, com 20 anos. Se para muitos parecia tarde, para ela era apenas o acender do rastilho. E o barril de pólvora explodiu em 2019, quando venceu três das seis etapas do circuito nacional para se sagrar campeã nacional pela primeira vez. Nas outras três etapas fez segundo lugar, sendo sempre batida por Teresa Bonvalot, o que denota bem o momento que atravessava e a eficiência competitiva que já tinha.

É nessa altura que começam a surgir as primeiras afirmações fortes de Yolanda. Assume, sem rodeios, o objetivo de entrar na elite mundial, mesmo que do lado de fora muitos continuem a duvidar, sobretudo devido a questões técnicas relacionadas com o seu surf. A par da celebração a nível nacional, Hopkins iniciou o seu ataque aos pódios internacionais, vencendo uma etapa do WQS no Reino Unido e entrando definitivamente dentro do top 100 mundial – terminou essa temporada no 71.º posto.

Os que duvidavam de Yolanda, talvez pensassem que estava ali a atingir o seu máximo potencial. Mas aquela era só o início de uma caminhada que ainda promete durar e que, ano após ano, continua a surpreender tudo e todos. E se acham que Tóquio foi o pináculo de um trajeto ímpar no surf nacional, esperem por Paris, onde a prova de surf vai acontecer nos temidos tubos de Teahupoo, no Taiti. Mesmo ao jeito das ondas pesadas que tanto gosta e dos tubos que ousa dar como poucas.

Este contrarrelógio contra o tempo e contra as probabilidades que Yolanda Hopkins encetou há um par de anos tem ainda mais valor, percebendo que a mesma chegou até aqui com uma mão cheia de tudo e outra cheia de nada. De um lado os sonhos imensos e o crer inabalável que certamente não cabem apenas na palma de uma mão. Do outro os parcos apoios que se contam pelos dedos de uma mão. Aliás, em praticamente sete anos de carreira Yolanda nunca conheceu um patrocinador principal forte.

Só recentemente Yolanda conseguiu colorir o bica da prancha com uma marca, neste caso a Oslo. Marca que está a surgir aos poucos no meio do surf, mas que ainda está longe do poderio dos nomes mais fortes da indústria – como a Billabong que patrocinou Teresa, a Rip Curl que agora patrocina Teresa ou a Hurley, que apoia Carolina Mendes, e a Roxy que patrocina Kika Veselko. Yolanda nunca soube o que era ter alguém a amparar-lhe as costas e a financiar o seu sonho. Mas soube melhor que todas as adversárias que a fé move montanhas, ou neste caso mares.

Numa indústria onde é natural que as grandes marcas do meio ao final do dia estejam mais preocupadas com as peças de roupa que vendem do que necessariamente com os resultados desportivos, uma vez que além de patrocinadores de atletas são marcas de retalho e surwear, a verdade é que ao longo dos últimos anos a tendência por procurar a surfistas mais esbelta tem aumentado, em detrimento da competidora mais letal. O lado físico ainda tem muito peso na indústria, o que acaba por prejudicar algumas carreiras.

Veja-se Johanne Defay, que competiu durante inúmeros anos sem patrocinador no circuito mundial, aguentando-se apenas com prize moneys, depois do seu antigo patrocinador lhe ter dito que não era suficientemente bonita… Só esse estigma enraizado no meio pode justificar o facto de uma surfista com o currículo de Yolanda nunca tenha tido um patrocinador de renome. Nem por uma época, nem por um mês que fosse.

Em entrevista ao Beachcam, em 2019, após garantir o título, uma Yolanda emocionada abriu o jogo em relação aos desafios constantes que encontrou neste meio.

“Basicamente, consegui competir no estrangeiro com os prize-moneys que ganhei na Liga MEO Surf. Quase todas as despesas foram pagas com esse dinheiro. Tive uma ou outra ajuda, sobretudo da minha família, mas nada de extraordinário. Julgo que antigamente, como não estava tão focada, não merecia apoios tanto quanto acho que mereço agora. Sou a rapariga que aparece às 5 da manhã na praia para ir surfar e que mais vezes vai para dentro de água durante um dia. Faço mais exercício físico que qualquer uma e mesmo assim, mesmo que peça e envie currículos, as marcas não avançam e não querem apostar em mim. A única coisa que me falta é apoio financeiro. Que mais posso fazer? Estou a tentar fazer tudo o que posso para mostrar que vale a pena apoiarem-me”, frisou.

Sem apoios, foi a dupla criada com o técnico John Tranter que a ajudou a subir rumo ao topo. Além de treinador, o antigo competidor do WQS que se estabeleceu em São Torpes, acolheu Yolanda no seu surf camp. Ambos tornaram-se unha com carne e esse tém sido o segredo do sucesso. Como troco pelos ensinamentos passados, Yolanda também desempenha alguns trabalhos no Pig Dog Surf Camp, de Tranter.

“Sem ele, de certeza que não tinha conseguido ser campeã, nem vencer os campeonatos que já venci, tanto na Liga MEO como no WQS. Temos alguns problemas de dinheiro, porque sinto que não lhe posso pagar aquilo que ele merece pelo trabalho que desenvolve comigo. Ele faz um grande favor em ajudar-me. O John tem dificuldades como toda a gente, porque está a trabalhar e também precisa de dinheiro como sustento da família. Mas, apesar de me sentir em falta para com ele nesse aspeto, vamos até ao fim. Sinto que sem ele não conseguiria chegar aos objetivos”, referiu nessa mesma entrevista.

Curiosamente, a crítica à mentalidade não se pode reduzir apenas ao meio do surf, mas também ao desporto nacional no global. É certo que o apoio estatal é quase inexistente e acima de tudo ineficaz nas mais variadas modalidades, mas numa altura em que se repetem os discursos da falta de apoios, como acontece habitualmente de quatro em quatro anos, não deixa de ser curioso que um dos melhores resultados da comitiva nacional em Tóquio venha da atleta que garantidamente usufruiu de menos apoios para chegar onde chegou…

Depois desta semana verdadeiramente mágica para o surf nacional e para Yolanda Hopkins, talvez sejam cada vez menos aqueles que nos bastidores duvidam das suas ambições de chegar ao circuito mundial feminino. A surfista algarvia falhou a qualificação para as Challenger Series de apuramento para o CT 2022, mas depois dos resultados recentes pode muito bem receber convite. E caso isso aconteça, não se queiram apropriar do mérito que é só dela, da mente dela e da única pessoa que a apoiou verdadeiramente e a fez alimentar o sonho, o treinador e amigo John Tranter.

“Obviamente, que quando abdico de tudo, dou tudo de mim e as coisas não acontecem por causa de uns pontinhos começo a colocar tudo em causa… E depois uma pessoa qualquer que não abdica tanto como eu, tem uma vida muito mais fácil do que a minha, em termos de patrocínios e tudo, e passa o heat. Eu dou tudo e não tenho dinheiro. Quando dou o máximo e não sou valorizada por isso é algo que quebra a minha confiança. Nesse aspeto o John puxa muito pelo meu lado psicológico. Ajuda-me a ganhar a confiança que necessito e que já deveria ter automaticamente”, rematou, na altura, ainda longe de imaginar – ou talvez não - que iria conseguir chegar ao Olimpo.

A partir daqui nada será igual. Com ou sem novos apoios… Yolanda sabe que o céu é o limite. Foi ela própria que antes da competição garantiu que a sua história com o surf era de amor. E Portugal ganhou a sua própria história da Cinderela, que contornou todos os obstáculos para alcançar o seu amado príncipe. A técnica não é tudo. Não interessa a forma como calças o sapato. Interessa, sim, que o calces bem. Yolanda Hopkins sabia disso melhor que ninguém… O país inteiro, agora, também o sabe! E talvez a história não termine aqui…

 

https://beachcam.meo.pt/newsroom/2021/07/yolanda-hopkins-e-a-historia-da-cinderela-portuguesa-que-quebrou-todas-as-barreiras/?fbclid=IwAR2HlU7lE4uK4BtwIJIFt6GWQ89dZyzSdjF2ThfKRg6cclrrovACYlE8Hw4#.YQKt9I1Qng0.facebook

A Yolanda Hopkins também é um exemplo e pêras de superação. Ainda para mais num desporto dominado em Portugal pelos filhos de famílias ricas que competem em grande parte por hobby.

Nunca teve pais que lhe pagassem viagens ao Hawaii ou às Filipinas quando era pequena e mesmo agora as deslocações para competições saem-lhe do bolso. Nunca teve um patrocínio principal que lhe garantisse um salário mensal, surftrips e promoções, provavelmente por não ter o apelido certo nem a imagem de surfistinha. Vive num surfcamp e dá aulas para se sustentar. 

E no entanto, domina com a Teresa Bonvalot o surf feminino português, foi vice-campeã no Mundial da ISA e ficou em 5ª nos JO. Das surfistas portuguesas actuais tem para mim o estilo com mais potencial para um dia poder sonhar com fazer o circuito Mundial da WSL.

Editado por antifa
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A Teresa em termos de patrocínios não dá hipótese à Yolanda. Não sei se ela é assim tão superior, em relação, à Algarvia, mas é uma diferença do caneco em termos de apoios.

Btw, o treinador dela também tem o curso de psicologia, deve ajudar a miúda. Em tempos houve outra algarvia que se juntou a eles, mas cagou na cena e colocou o surf em 2º plano.

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Praticamente só sendo rico é que se consegue ser profissional em Portugal nesse tipo de desportos. Patrocínios por cá deve ser super difícil porque não há visibilidade nenhuma no país, tem que pagar tudo do bolso, viagens, treinadores, etc... Não dá. Como querem que alguém viva de Surf, Ténis, Judo...

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Citação de NIkeL, há 6 minutos:

Praticamente só sendo rico é que se consegue ser profissional em Portugal nesse tipo de desportos. Patrocínios por cá deve ser super difícil porque não há visibilidade nenhuma no país, tem que pagar tudo do bolso, viagens, treinadores, etc... Não dá. Como querem que alguém viva de Surf, Ténis, Judo...

Só consegues viver de uma maneira: tendo um salário de um clube.

Ou então fazes como o João Sousa (Ténis) ou João Almeida (Ciclismo) e pões-te a andar cedo para fazer carreira lá fora.

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A questão dos patrocínios é pertinente devido à população que temos. 

No outro dia falava disso com um utente mas era relativamente ao mundo da música. Um artista mediano em França chega facilmente aos ouvidos de 5/10 milhões de pessoas. 

Que é algo que um artista bom em Portugal terá dificuldade em atingir. 

Isto são contas de merceeiro e inventadas por mim, mas tendo em conta a população de um país e de outro, penso que não estará muito longe da realidade. 

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Citação de Jimpo, há 48 minutos:

A questão dos patrocínios é pertinente devido à população que temos. 

No outro dia falava disso com um utente mas era relativamente ao mundo da música. Um artista mediano em França chega facilmente aos ouvidos de 5/10 milhões de pessoas. 

Que é algo que um artista bom em Portugal terá dificuldade em atingir. 

Isto são contas de merceeiro e inventadas por mim, mas tendo em conta a população de um país e de outro, penso que não estará muito longe da realidade. 

Sim, temos um mercado pequeno, mas temos NOS da vida a dar 400 e 500 milhões a clubes. O mercado é pequeno mas também está concentrado num só desporto e até dentro desse desporto está concentrado em 3 clubes. É insustentável. Haveria espaço para todos, nunca num nível de países com 6 ou 7 vezes a nossa população, mas dava perfeitamente para patrocínios em vários desportos/desportistas se houvesse interesse e visibilidade da população em geral.

Temos campeões do mundo e vencedores nas suas modalidades a ter atenção num quadrado no canto da capa dos jornais enquanto se anuncia o novo defesa esquerdo do Porto em grande plano... Querem que os putos se interessem por ciclismo, basket, vólei, surf, tenis?

Editado por NIkeL
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Citação de NIkeL, há 2 minutos:

Sim, temos um mercado pequeno, mas temos NOS da vida a dar 400 e 500 milhões a clubes. O mercado é pequeno mas também está concentrado num só desporto e até dentro desse desporto está concentrado em 3 clubes. É insustentável. Haveria espaço para todos, nunca num nível de países com 6 ou 7 vezes a nossa população, mas dava perfeitamente para patrocínios em vários desportos/desportistas se houvesse interesse e visibilidade da população em geral.

Completamente de acordo

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Citação de NIkeL, há 4 minutos:

Sim, temos um mercado pequeno, mas temos NOS da vida a dar 400 e 500 milhões a clubes. O mercado é pequeno mas também está concentrado num só desporto e até dentro desse desporto está concentrado em 3 clubes. É insustentável. Haveria espaço para todos, nunca num nível de países com 6 ou 7 vezes a nossa população, mas dava perfeitamente para patrocínios em vários desportos/desportistas se houvesse interesse e visibilidade da população em geral.

Temos campeões do mundo e vencedores nas suas modalidades a ter atenção num quadrado no canto da capa dos jornais enquanto se anuncia o novo defesa esquerdo do Porto em grande plano... Querem que os putos se interessem por ciclismo, basket, vólei, surf, tenis?

A maioria dos desportos não tem transmissão televisiva, é esquecida pela comunição social, tanto jornais como canais generalistas que só se lembram que existem outras modalidades quando ganham algo no estrangeiro.

Se houvesse transmissão, publicidade dessas mesmas transmissões, não seria o suficiente, mas aumentaria o interesse e consequentemente iria existir uma pequena evolução das modalidades.

  • Concordo! 1

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Imaginem se mesmo com essa distribuicao entre 3 clubes e praticamente so no futebol ainda apenas fazemos uma qualquer gracinha a nivel europeu quando o rei faz anos....se distribuissem pelas mais por outras modalidades era tudo medianamente mau.

Se querem ganhar medalhas é escolher dois ou tres desportos e investir o bolo inteiro nesses, cagando nos outros. Nao existem paises que sejam bons em todos os desportos, sobretudo paises da dimensao de Portugal, como em tudo é necessario encontrar um nicho e apostar ai...disparar em varias direccoes é o que se anda a fazer ha anos.

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Ou "nearshore" com eles, tipo atletas africanos a treinarem no norte da europa.

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Citação de NIkeL, há 1 hora:

Sim, temos um mercado pequeno, mas temos NOS da vida a dar 400 e 500 milhões a clubes. O mercado é pequeno mas também está concentrado num só desporto e até dentro desse desporto está concentrado em 3 clubes. É insustentável. Haveria espaço para todos, nunca num nível de países com 6 ou 7 vezes a nossa população, mas dava perfeitamente para patrocínios em vários desportos/desportistas se houvesse interesse e visibilidade da população em geral.

Temos campeões do mundo e vencedores nas suas modalidades a ter atenção num quadrado no canto da capa dos jornais enquanto se anuncia o novo defesa esquerdo do Porto em grande plano... Querem que os putos se interessem por ciclismo, basket, vólei, surf, tenis?

Eish também não é preciso descer assim tão baixo.

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Citação de La Flame, há 12 minutos:

Eish também não é preciso descer assim tão baixo.

Mandei para o ar lol. Nem faço ideia de quem é o defesa esquerdo do Porto tbh. Sei que estás a brincar, mas é só para dar o exemplo, os 3 grandes no futebol dominam a 100% as capas de jornais e noticiários. É absurdo.

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Citação de NIkeL, Agora:

Mandei para o ar lol. Nem faço ideia de quem é o defesa esquerdo do Porto tbh. Sei que estás a brincar, mas é só para dar o exemplo, os 3 grandes no futebol dominam a 100% as capas de jornais e noticiários. É absurdo.

E tens toda a razão.

Quanto ao bold, ninguém sabe 😂 Mas foi só um comentário porque achei piada à pontaria.

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Citação de La Flame, Agora:

E tens toda a razão.

Quanto ao bold, ninguém sabe 😂 Mas foi só um comentário porque achei piada à pontaria.

A sério? 😂 foi pontaria mesmo então. Desliguei completamente do futebol nos últimos 2 a 3 anos. Sou super casual, principalmente em Portugal. Se me pedires para dizer as equipas do Sporting e Porto se calhar consigo dizer 2 ou 3 jogadores do plantel no máximo.

Benfica conheço mas só porque é o Benfica, que nem os jogos já vejo praticamente.

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Tokyo 2020 marathon and race walk venue approved - Olympic News

HORÁRIOS DOS PORTUGUESES

30 DE JULHO

image.png 

A Amarelo em caso de qualificação.

NOTA: Sábado e Domingo atualizarei o tópico dos resultados, medalhas e diplomas. Tenho esperança de trazer meia mão descoberta na próxima consulta (Sábado). 😂

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Citação de Wacko_Jacko, há 21 minutos:

Rochele passou á proxima fase.

vai lutar contra a nr1 mundial e tripla medalhada olimpica

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Citação de Kendrick Lmao, há 32 minutos:

vai lutar contra a nr1 mundial e tripla medalhada olimpica

Culpa foi do arbitro, não deu a terceira falta. 18px-MrGreen.svg.png

Rochele eliminada.

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Lorene fez quarto na sua série. Pelo que entendi, ainda tem possibilidades de ir ás meias por repescagem.

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Citação de NIkeL, há 8 horas:

A sério? 😂 foi pontaria mesmo então. Desliguei completamente do futebol nos últimos 2 a 3 anos. Sou super casual, principalmente em Portugal. Se me pedires para dizer as equipas do Sporting e Porto se calhar consigo dizer 2 ou 3 jogadores do plantel no máximo.

Benfica conheço mas só porque é o Benfica, que nem os jogos já vejo praticamente.

Engraçado que a capa de hoje do Record é sobre um defesa esquerdo para o Benfica 😄 

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A dupla dos 49er na vela é que está a ter uma excelente prestação. Já não devem chegar às medalhas (estão a 18 pontos do 3º) mas estão bem dentro de trazer um diploma.

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Citação de a.lopes, há 3 horas:

Engraçado que a capa de hoje do Record é sobre um defesa esquerdo para o Benfica 😄 

Inacreditável, essa capa.

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