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[FM2023] Saves Não Detalhados

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Finita a segunda época no Lens. Comecei a época mantendo o esquema táctico (5-3-2) com algum investimento forte em posições que achava chaves como as laterais e mais um ponta. Nisto acabaram por vir o Angeliño, o João Lucas e o Beto.

Primeira metade da época com resultados ok...mas a tactica não me convencia. No mercado de Inverno a Juve deu 59M pelo meu central titular (Danso) e aproveitei a oportunidade para adaptar a tactica a uma com extremos (5-2-2-1) e contratei para tal (Akturkoglu e Promes), incluindo já a pensar nisso Isma Sarr e Podence que chegarão a custo 0 no fim da época, e reforcei tb a central com as chegadas do Becão e do Comas.

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Mais uma época longissímo do nível do PSG, mas em que cimentamos a posição como melhor do resto...e destacado diga-se. Destaque claro para o primeiro trofeu, na taça de França onde apesar de uma final mais acessivel contra o Nantes eliminámos o Marselha nos quartos e o PSG nas meias.
Destaque ainda para o Beto que acaba a época com 43 golos.

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Venha mais uma época, em que vou aproveitar a pré-época para ver se ataco a época neste 5-2-2-1 que ainda não me convence ou se mudo para um 4-3-3 ou 4-4-2.

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Citação de Lavrador, Em 21/03/2023 at 15:43:

Um dia quando tiveres um pouco mais de tempo gostava que me desses uma ajuda a replicar o 4-2-3-1 que o Roger usa no Benfica que eu neste fm tenho tido algumas dificuldades e preciso de algumas luzes de alguem que entenda da coisa.

Opa, tentei. A sério que tentei, mas isto no Mobile parece-me quase impossível de ser replicado.

Fiz vários testes. Tentei com duplo pivot na linha do meio-campo defensivo, depois com eles na linha do meio-campo. O João Mário pela esquerda testei-o a Avançado Interior, mas não gostei, depois mudei-o para Playmaker Avançado e acabei por usá-lo a médio ofensivo a descair para a esquerda.

O Aursnes a médio, tentei com ele como Roaming Playmaker, depois como Box-to-Box, mas voltei à fórmula inicial. O Florentino queria usá-lo a Médio Recuperador de Bolas, mas notei que faltava ali alguém a dar linhas de passe e acabei a defini-lo como Deep Lying Midfielder.

Desculpa usar os termos em inglês, mas já jogo isto em inglês há tanto tempo que não me lembro dos termos em português.

O resultado a que cheguei na última tentativa foi isto.

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MyR34Tk.jpeg

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70EI2PT.jpeg

megp6NT.jpeg

 

Porque é que digo que não consigo replicar o Schmidtball? Porque o Mobile está codificado com duas particularidades parvas.

A primeira é que os jogadores são estúpidos e precisam que lhes apontemos o que fazer. Por exemplo, se jogar como no print acima, com o duplo pivot na linha do meio-campo, os médios acham perfeitamente natural deixar que um adversário esteja nas costas deles e não se ajustam. Já os centrais acham natural sair da linha defensiva e irem pressioná-los, deixando o avançado adversário sozinho para receber a bola na cara do guarda-redes.

É por esse motivo que nas minhas tácticas não abdico de um médio defensivo. Sou obrigado a ter ali um jogador porque de outro modo eles são estúpidos ao ponto de não perceberem que convém alguém cobrir aquela zona do terreno.

Por outro lado, se recuar o duplo pivot para a linha do meio-campo defensivo eles não se aproximam dos jogadores ofensivos e cria-se um espaço enorme entre os dois blocos sem qualquer conexão entre eles.

A segunda particularidade parva do Mobile é que as duas partes do jogo são como que dois jogos diferentes. Independentemente do que disser aos jogadores ao intervalo, a segunda parte será quase certamente a antítese da primeira.

Por exemplo, se fizer uma grande exibição na primeira parte, massacrando o adversário, na segunda parte não fazemos um boi. Não é raro chegar ao intervalo com 10 a 15 remates feitos, mas é certinho que na segunda só faço 2 ou 3. Já o adversário, até pode ter feito 0 na primeira parte, mas na segunda vai chegar aos 7, 8 ou até mais.

Quando faço uma primeira parte de grande domínio, mas chego ao intervalo empatado ou a vencer só por um golo, já sei que a segunda parte vai ser um sofrimento do carago. Já tentei todas as variantes na palestra, é indiferente.

Isto para dizer o quê: que aquela mentalidade do Benfica do Schmidt, de continuar a atacar mesmo a vencer, não a consigo replicar.

Olha os resultados:

 

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Não consigo meter a equipa a carregar sobre o adversário. Contra o Monaco, 0-0 ao intervalo, exibição cinzenta, segunda parte 3-0. Contra o Braga, 0-0 ao intervalo, 1-0 na segunda parte e poderiam ser mais. Nos outros jogos, 2-0 ao intervalo, segunda parte para esquecer.

De qualquer forma, consegui ali umas movimentações giras entre o Aursnes, o João Mário, o Rafa e o Ramos, fazem ali um carrossel engraçado naquela zona do terreno. O Rafa e o João Mário aparecem várias vezes em zonas de finalização (e marcaram golos), o Ramos decidiu ser zarolho e não marcou nada, mas não foi por falta de oportunidades.

A equipa é instável defensivamente por causa da questão do duplo pivot na linha do meio-campo, é um autêntico milagre não ter sofrido golos nos jogos oficiais. Principalmente nas segundas partes. Mas estou a um Liverpool ou assim de distância de levar uma tareia.

Também sou capaz de ser o gajo errado para tentar criar uma equipa assim tão vertiginosa como a do Benfica do Schmidt, as minhas equipas são sempre de controlo e ritmo mais baixo, troca de bola a enrolar os adversários e tal. Há uns dias disseram no FM Vibe que a minha táctica é guardiolesca e eu ri-me, mas as ideias não andam longe 😄

De qualquer forma, deixo aí algum feedback do que tentei fazer e de até onde cheguei. Pode ser que ajude na tua busca.

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Citação de Black Hawk, há 8 horas:

Opa, tentei. A sério que tentei, mas isto no Mobile parece-me quase impossível de ser replicado.

Fiz vários testes. Tentei com duplo pivot na linha do meio-campo defensivo, depois com eles na linha do meio-campo. O João Mário pela esquerda testei-o a Avançado Interior, mas não gostei, depois mudei-o para Playmaker Avançado e acabei por usá-lo a médio ofensivo a descair para a esquerda.

O Aursnes a médio, tentei com ele como Roaming Playmaker, depois como Box-to-Box, mas voltei à fórmula inicial. O Florentino queria usá-lo a Médio Recuperador de Bolas, mas notei que faltava ali alguém a dar linhas de passe e acabei a defini-lo como Deep Lying Midfielder.

Desculpa usar os termos em inglês, mas já jogo isto em inglês há tanto tempo que não me lembro dos termos em português.

O resultado a que cheguei na última tentativa foi isto.

JTqQVOs.jpeg

MyR34Tk.jpeg

z9f7U2y.jpeg

70EI2PT.jpeg

megp6NT.jpeg

 

Porque é que digo que não consigo replicar o Schmidtball? Porque o Mobile está codificado com duas particularidades parvas.

A primeira é que os jogadores são estúpidos e precisam que lhes apontemos o que fazer. Por exemplo, se jogar como no print acima, com o duplo pivot na linha do meio-campo, os médios acham perfeitamente natural deixar que um adversário esteja nas costas deles e não se ajustam. Já os centrais acham natural sair da linha defensiva e irem pressioná-los, deixando o avançado adversário sozinho para receber a bola na cara do guarda-redes.

É por esse motivo que nas minhas tácticas não abdico de um médio defensivo. Sou obrigado a ter ali um jogador porque de outro modo eles são estúpidos ao ponto de não perceberem que convém alguém cobrir aquela zona do terreno.

Por outro lado, se recuar o duplo pivot para a linha do meio-campo defensivo eles não se aproximam dos jogadores ofensivos e cria-se um espaço enorme entre os dois blocos sem qualquer conexão entre eles.

A segunda particularidade parva do Mobile é que as duas partes do jogo são como que dois jogos diferentes. Independentemente do que disser aos jogadores ao intervalo, a segunda parte será quase certamente a antítese da primeira.

Por exemplo, se fizer uma grande exibição na primeira parte, massacrando o adversário, na segunda parte não fazemos um boi. Não é raro chegar ao intervalo com 10 a 15 remates feitos, mas é certinho que na segunda só faço 2 ou 3. Já o adversário, até pode ter feito 0 na primeira parte, mas na segunda vai chegar aos 7, 8 ou até mais.

Quando faço uma primeira parte de grande domínio, mas chego ao intervalo empatado ou a vencer só por um golo, já sei que a segunda parte vai ser um sofrimento do carago. Já tentei todas as variantes na palestra, é indiferente.

Isto para dizer o quê: que aquela mentalidade do Benfica do Schmidt, de continuar a atacar mesmo a vencer, não a consigo replicar.

Olha os resultados:

 

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Não consigo meter a equipa a carregar sobre o adversário. Contra o Monaco, 0-0 ao intervalo, exibição cinzenta, segunda parte 3-0. Contra o Braga, 0-0 ao intervalo, 1-0 na segunda parte e poderiam ser mais. Nos outros jogos, 2-0 ao intervalo, segunda parte para esquecer.

De qualquer forma, consegui ali umas movimentações giras entre o Aursnes, o João Mário, o Rafa e o Ramos, fazem ali um carrossel engraçado naquela zona do terreno. O Rafa e o João Mário aparecem várias vezes em zonas de finalização (e marcaram golos), o Ramos decidiu ser zarolho e não marcou nada, mas não foi por falta de oportunidades.

A equipa é instável defensivamente por causa da questão do duplo pivot na linha do meio-campo, é um autêntico milagre não ter sofrido golos nos jogos oficiais. Principalmente nas segundas partes. Mas estou a um Liverpool ou assim de distância de levar uma tareia.

Também sou capaz de ser o gajo errado para tentar criar uma equipa assim tão vertiginosa como a do Benfica do Schmidt, as minhas equipas são sempre de controlo e ritmo mais baixo, troca de bola a enrolar os adversários e tal. Há uns dias disseram no FM Vibe que a minha táctica é guardiolesca e eu ri-me, mas as ideias não andam longe 😄

De qualquer forma, deixo aí algum feedback do que tentei fazer e de até onde cheguei. Pode ser que ajude na tua busca.

Es Incrivel Black! Obrigado desde já por isto! Eu diria que o G. Ramos não marcou talvez por o Rafa estar como Avancado Sombra, deve acabar muitas daz vezes em cima dele não?

A questão do Florentiino a melhor forma que o consegui utilizar foi com a função de medio centro, acaba por defensivamente ser mais posicional e não sai tanto á queima.

De qualquer forma tenho de realçar uma coisa, todos os teus jogadores estão com uma classificação média acima de 7, algo rarissimo!

Quando dizes que estás a um Liverpool de distancia de levar uma tareia é normal neste tipo de jogo que o Schmidt impõe.

Entretanto vou criar um novo save com o Benfica e testar esta tua tática e depois deixo o feedback!

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Estes foram os meus ajustes em relação á tua sugestão @Black Hawk, Passei o Florentino para a função de medio centro porque acredito que seja algo mais posicional que construtor de jogo recuado e vai mais de encontro as suas caracteristicas. O João Mario passei para a posição 10 e o Rafa encostei a ala com a função de extremo invertido. Tudo o resto ficou igual tal como as instruções.

 

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Em todos os jogo usei sempre o mesmo 11 e não fiz qualquer substituição e em termos estatisticos foram todos excelentes á exceção do Grimaldo.

 

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Acabei por ter um calendário um pouco mais dificil que o teu pois enfrentei logo dois dos grandes, e contra o Sporting senti claramente que com substituições teria ganho o jogo, com o Porto falhámos um penalty e o Grimaldo lesionou-se o que nos deixou a jogar com 10 (nunca levei suplentes). A partir daqui a equipa comecou a baixar a moral e perdemos na Turquia e empatamos em Paços onde falhámos imenso.

 

Em jeito de resumo, gostei imenso do que vi da equipa, jogamos subidos com bastante pressão e imensos remates, naturalmente recebemos alguns golos no contra golpe e acaba por ser como tu dizes, esta é uma tatica que fica a um Liverpool de distancia de levar uma tareia.

 

 

Obrigado pela ajuda!

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Terceira temporada do Rayito.

Na época anterior conquistámos a Liga Europa e a Copa de Su Majestad el Rey. Na La Liga surpreendemos "nuestros hermanos" ao relegarmos Atletico e Real como melhores equipas de Madrid, terminando a temporada em 2º lugar a meros três pontos do eventual campeão, o Barcelona.

 

Para esta temporada, os objetivos que delineei foram os seguintes:

 

- melhorar os 91 pontos averbados na La Liga 2023/24, ultrapassando a marca de 95 pontos atingida pelo Barcelona na época anterior;

- chegar à final tanto da Supercopa de España como da Copa de Su Majestad el Rey;

- alcançar pelo menos o apuramento para a fase a eliminar da Liga dos Campeões - e a partir daí ir eliminatória a eliminatória.

 

A preparação da temporada começou mal. As boas prestações do orgulho de Vallecas atraíram o olhar de tubarões gulosos e nada pude fazer para evitar a saída de três dos meus principais jogadores: Isi Palazón, Álvaro García e Fran García.

 

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O Isi Palazón e o Fran García já esperava e tinha alternativas preparadas. Ambos tinham clubes interessados e cláusulas de rescisão que não eram propriamente extravagantes. Acabaram por sair precisamente pelos valores das cláusulas. Nada que pudesse fazer para o evitar.

Já o Álvaro García veio do nada. Habitual suplente de luxo, jogador de 31 anos, contava que assumisse a titularidade durante um anito com a saída do Isi Palazón enquanto o Ângelo, com os seus 19 anitos, fazia mais uma temporada emprestado para regressar preparado para assumir a posição. Só que o Bayern decidiu aparecer com 25M que era a cláusula dele e levou-o.

Por que raio o Bayern decidiu contratar o suplente de 31 anos do Rayo Vallecano? Sabe lá Deus. Mas foi o que aconteceu.

Ainda sobre surpresas, saiu o José Pozo por 20M. Esta deixou-me uns segundos a olhar para o ecrã do smartphone quando surgiu a proposta nas notícias. Ele era o meu Avançado Interior esquerdo suplente, mas estava tão lá em baixo na hierarquia que por vezes preferia usar o Álvaro García, esquerdino, desse lado - e quem segue as minhas cenas sabe que eu sou ortodoxo na escolha do pé trocado para os meus avançados interiores... Mas pagaram a cláusula e eu não me chateei minimamente por ele sair.

Saíram ainda Radamel Falcao, que não aparece no print, mas que se reformou em glória no final da época passada após marcar o golo decisivo na final da Liga Europa no seu último jogo da carreira, e uma série de putos que andei a contratar e que vão rodar um ano noutros lados.

(Sim, o Bébé é aquele que um dia o Man Utd contratou por um balúrdio. Está no Rayito e não me consigo livrar dele)

 

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Como podem ver, fui muito criterioso na hora de contratar e procurei que cada reforço viesse por um valor inferior ao de quem vinham substituir.

O mais caro, curiosamente, nem sequer veio para assumir a titularidade.

 

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Milos Kerkez, internacional sub21 pela Sérvia, veio do AZ por 22,5M para substituir um dos esteios da equipa nos dois anos anteriores, Fran García.

Já o tinha identificado há algum tempo como potencial reforço caso o Fran García saísse. Os meus observadores garantem que tem potenciam e é isso que procuro, já que o Nuno Santos vai herdar a titularidade na ala esquerda da defesa, mas também já vai quase nos 30 anos.

Os atributos não parecem grande coisa, mas já apresenta velocidade, resistência e agressividade. Os níveis de movimentação, desarme e finta (que no Mobile é mais amplo do que apenas finta, é também progressão com bola) já estão próximos dos níveis verde (15 ou mais) e por isso não deve ter dificuldades em evoluir nesses parâmetros.

Os meus assistentes dão-lhe 2,5 estrelas de abilidade atual (o Nuno Santos tem 3,0), mas 4,0 estrelas de potencial. Conto com ele como solução de futuro.

 

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O segundo reforço mais caro é um jogador nascido em Inglaterra que fez furor há uns anitos quando aceitou representar o Chile apesar de nunca lá ter jogado ou vivido, não sei se se lembram.

Já o tinha identificado como um alvo relativamente barato para a sua qualidade. Com a saída do Pozo, avancei de imediato. Custou metade do que recebemos do Pozo e tem o dobro da qualidade dele.

Ben Brereton Díaz e Matheus Martins parecem-me soluções de qualidade para a ala esquerda do ataque.

 

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Toda a gente conhece este, certo? Promessa do Barcelona há uns anos e tal...

Passei metade do ano a ver o Palazón com o símbolo que significa o interesse de outros clubes e desde Janeiro que andava em busca de alguém que viesse, já antecipando a sua saída. O Carlitos Pérez terminava contrato com a AS Roma (Capitoline no Mobile desde o último update por qualquer motivo) e já o tinha garantido quando surgiu a mais do que previsível proposta pelo Palazón.

Tem bons atributos, mas deve ter margem para melhorar já que pouco jogou no último ano e meio. Não esperava impacto imediato (e de facto não teve), sendo que esperava ver evolução com utilização regular ao longo da temporada num sistema de rotação com o Álvaro García.

Depois saiu o Álvaro García de forma algo inesperada, como já referi. Tive de ir repescar o Ângelo, que estava preparado para um ano por empréstimo. A ala direita do ataque, que no ano passado valeu quase 30 golos (entre Palazón e García) ficou algo coxa, com um miúdo (Ângelo) e um gajo que estava sem ritmo competitivo (Carlitos Pérez).

 

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Este foi um risco pessoal. O Wesley Moraes foi um tiro no escuro. Outrora uma promessa do futebol brasileiro que surgiu de rompante no Club Brugge entre 2016 e 2019, flopou fortemente no Aston Villa e em todos os empréstimos que se seguiram. Neste save teve uma grande temporada no Levante em 2022/23 (embora na realidade esteja a ser um desastre), mas em 2023/24 estava a comer banco novamente no Aston Villa.

Seja como for, vejo nele bons atributos em tudo o que valorizo num avançado: é forte no jogo aéreo, tem boa movimentação e capacidade de remate, é agressivo, forte fisicamente e resistente, jogo de equipa e capacidade de decisões (que no Mobile, segundo a minha experiência, inclui não só a tomada de decisões mas também capacidade de ler o jogo e inteligência de jogo). Só lhe falta velocidade.

Tal como o Carles Pérez, imagino que com um ano de utilização regular evolua em alguns dos seus atributos, que devem ter caído naturalmente por não competir regularmente.

Do José Marques não falo muito, é um miúdo da equipa B do Benfica que terminou contrato e os meus observadores recomendaram vivamente a sua contratação. Foi emprestado, a ver se será opção no futuro.

Para finalizar sobre a construção da equipa, realçar que a Direção ficou felicíssima com o mercado de Verão. Deram entrada 112M em vendas e gastámos apenas 32,5M em contratações, dá para imaginar os motivos.

Mal sabiam eles que eu iria torrar quase todo o saldo positivo no mercado de inverno em jovens promessas que os meus observadores garantiram serem futuras estrelas do amanhã 😄

Sobre essas não falarei agora. Talvez em futuras atualizações.

 

Supertaça Europeia

Pois é, vencemos a Liga Europa e conquistámos o direito de participar na Supertaça Europeia, competição que abriu a temporada. O adversário foi o atual campeão europeu em título... a Juventus. Não me perguntem, também não sei como. É o que é.

Sobre o jogo:

 

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Pumba! Bai buscar!

Fizemos uma grande exibição. Não fomos abaixo psicologicamente mesmo após sofrermos um golo no final da primeira parte contra a corrente de jogo - foi o primeiro remate deles no jogo.

Raúl De Tomás de livre direto repôs a igualdade no início da segunda parte. Já na fase final, quando já começava a olhar para os índices físicos da malta antecipando o prolongamento, o nosso centralão Kevin Vogt, já a entrar na veterania mas sempre a dar o exemplo, foi à área resolver as contas com uma potente cabeçada.

Fez-se festa entre a malta de Vallecas que foi à Irlanda apoiar a sua equipa. Assim como quem não quer a coisa, muito pela calada, o Rayo Vallecano já soma a Supertaça Europeia e a Liga Europa. Já só falta a Liga dos Campeões!

 

Supercopa de España

A segunda competição a ficar decidida foi a infame Supercopa, que em Espanha é disputada em Janeiro numa Final Four na Arábia Saudita.

Chegámos como vencedores da Copa de Su Majestad el Rey (não me canso de escrevê-la por extenso só para realçar o quão pomposos estes "nuestros hermanos" nos saíram), mas é meu entendimento que ao sermos 2ºs classificados da La Liga no ano passado também seríamos apurados para isto.

A Meia-Final foi disputada contra o Real Madrid.

 

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E aí está! Um golaço de fora da área de Riccardo Saponara abriu as contas e seguiu-se um longo jogo de controlo que impediu o Real Madrid de reentrar na discussão - as estatísticas são elucidativas.

O Atletico eliminou o campeão Barcelona e aproximava-se novo derby madrileno quando aconteceu algo inesperado.

 

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O Real Madrid decidiu, dias depois de ter sido eliminado por nós, accionar a cláusula de rescisão do Raúl De Tomás.

Ainda hoje não sei qual o objetivo disto. Foi por despeito, uma espécie de vingança da realeza de Madrid por terem sido humilhados pelo vizinho pobre da ralé da cidade? É que se notarem no print que se segue, tirado já no final da temporada...

 

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... o pobre RDT acabou por nem somar sequer um minuto de jogo pela equipa principal, atuando única e exclusivamente pela equipa secundária dos merengues, o Castilla.

Seja como for, não tive como evitar a sua saída. Ainda para mais, o Real Madrid é o clube favorito do RDT. Perdi o que era na altura o meu melhor goleador com 10 golos em 22 jogos, mesmo na véspera da final.

Já voltarei a este tema, pois com os 43,5M da sua saída abriu-se espaço para atacar o mercado em busca de um avançado. Para já, vamos à final.

 

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Pumba! Bai buscar!

Um jogo intenso, com duas equipas a quererem atacar e ganhar (sim, uma delas era o Atletico!), oportunidades flagrantes para ambos os lados, foi um jogo de nervos.

Mais uma vez, demonstrámos fibra ao não ir abaixo depois de um golo sofrido que na altura valeu o empate. O Matheus Martins, que já tinha apontado o primeiro golo, foi rasteirado na área e o Wesley Moraes não tremeu na hora da conversão.

O Atletico ainda assustou no último lance do jogo, mas a vitória caiu para a modesta ralé de Madrid. Vallecas novamente em festa, este é o ano da classe operária de Madrid, "xupem" realeza!

Ah, sobre o avançado, enviei os meus observadores para me darem relatórios sobre uma série de avançados que já tinha identificados para me precaver de algo como o que aconteceu - homem prevenido...

A lista acabou por se restringir até três nomes: Sadiq, da Real Sociedad; Muriqi, do Mallorca; e Beto, da Udinese. Havia mais, mas ou ganhavam quantidades obscenas de dinheiro, ou eram demasiado caros - e não pretendia gastar mais de 30M, isto é o Rayito, não contem connosco para entrar em contratações milionárias.

O Muriqi foi afastado por já ter entrado nos trintas e eu querer alguém para o futuro. Entre Beto e Sadiq, acabei por escolher o luso-cabo-verdiano.

Porquê? Porque embora sejam jogadores muito equivalentes, o Beto tem um conjunto de atributos ligeiramente mais adequados ao que pretendo num avançado. Tem todas aquelas características que apontei no Wesley Moraes, mas é também rápido e melhor no jogo de equipa que o Sadiq.

Custou 30M, saldo positivo de 13,5M e até acho que saio melhor servido com o Betinho do que com o RDT.

E foi assim, já com o Beto, que atacámos a segunda parte da temporada.

 

UEFA Champions League

Ora, a Champions. A nossa estreia a ouvir "Die Meister, Die Besten, Les grandes Équipes, The Champions!" em Vallecas. Arrepios por toda a parte só de imaginar! E sim, por toda a parte, até em zonas de que não cabe aqui falar.

Entrámos diretos na Fase de Liga, que em 2024/25 já é num só grupo com oito jogos contra equipas sorteadas. E este não foi meigo: Man City, PSG, Dortmund e Leipzig estavam entre as oito equipas; os mais modestos Partizan, Copenhaga, Celtic e Salzburg completavam o lote de adversários.

 

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Foi um tremendo sucesso. Estreámo-nos com duas vitórias fora de portas (Partizan e Copenhaga). O primeiro jogo de sempre da prova em Vallecas foi a recepção ao Man City na 3ª jornada e arrancámos um empate a uma bola com um golo próximo do minuto 90 do jogo.

Tivemos alguns momentos de excelência nesta fase. Empatámos no Signal Iduna Park num jogo em que merecíamos claramente a vitória, fomos a Paris arrancar um empate justíssimo ao PSG e vencemos todos os restantes jogos, incluindo o Leipzig (que terminou esta fase em 2º).

 

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Aqui dois exemplos de alguns desses momentos de excelência.

Com isto tivemos apuramento direto para os Oitavos, saltando a fase de repescagem que é disputada pelas equipas que ficaram entre o 9º e o 24º lugares da Fase de Liga. E éramos cabeças-de-série para os Oitavos! Só que saiu-nos em sorte... o Man City.

Primeira mão disputada no Ettihad:

 

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Primeira parte mágica com enorme exibição de toda a equipa, em especial Matheus Martins e Carles Pérez! Na segunda parte sustivémos como pudemos a carga dos campeões ingleses em título (e que revalidariam o título no final desta época), não evitando sofrer um golo de Laporte num livre lateral.

De qualquer forma, partimos para a segunda mão com uma vantagem de dois golos para gerir em Vallecas. As coisas estavam encaminhadas, certo?

Certo?

 

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Errado!

O Man City decidiu mostrar por que raio são a melhor equipa inglesa nesta altura e retribuíram-nos a prenda da primeira mão: três golos na primeira parte, tal como fizemos lá, de longe os piores 45 minutos da temporada.

Jogo para prolongamento e Beto dá-nos a vantagem na eliminatória! A partir daí foi sofrer, sofrer, sofrer... e sofrer o golo do empate aos 123 minutos por intermédio de um auto-golo do nosso lateral direito Álvaro Núñez. Um autêntico balde de água gelada.

Na marcação de penalidades os guarda-redes decidiram ser figuras. O Stole Dimitrievski defendeu os três primeiros pontapés do City, o Ederson dois deles, 1-0 para nós no final da terceira série.

Na quarte série, o Beto fez o 2-0 que nos deixou com pé e meio nos Quartos. Se o De Bruyne falhasse, vencíamos, mas o De Bruyne raramente falha. Sem problema, bastava o Nuno Santos marcar a quinta penalidade, comigo a fazer os paralelismos com o recente jogo no Emirates e a desejar que o desfecho fosse o mesmo.

Não foi. Atirou a bola para Old Trafford, o Bernardo Silva de seguida não falhou e fez o 2-2. Sexta série, Algobia falha, Phoden, escrito assim para o fórum não censurar, fez-nos aquilo que o seu nome sugere.

 

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Estávamos fora da Liga dos Campeões.

Se me perguntarem, ainda hoje me custa aceitar este desfecho. Depois de vencermos no Ettihad com uma exibição de sonho, depois de sofrermos o empate na eliminatória aos 123 minutos com um maldito autogolo, depois de termos tido três match points (as penalidades do De Bruyne, do Nuno Santos e do Bernardo).

Foi dos momentos mais aziagos que já vivi num FM, estragou-me mesmo o humor para o resto do dia em que fiz este jogo.

Também não é que esperasse vencer a Liga dos Campeões, não tenho equipa para estas vidas, não contava era perder esta eliminatória depois do brilharete da primeira mão e com a quantidade de near misses que tivemos para selar o apuramento.

Bem, ultrapassemos isto. Vamos a coisas mais importantes.

 

Copa de Su Majestad el Rey

Vencedores em título, tínhamos obrigação de fazer novamente uma boa campanha. O meu objetivo era a final, apesar de só me ser pedida a Meia-Final - olhem o patamar a que já chegámos, o Rayo Vallecano já exige ao seu treinador chegar no mínimo à Meia-Final!

O objetivo de ambos foi relativamente fácil de alcançar: despachámos Lugo, Málaga, Leganés e Villarreal sem grandes dificuldades e demos por nós na final... contra o Real Madrid.

 

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Pumba! Bai buscar!

Esta soube particularmente bem. Ainda estava assado por me terem ido roubar o RDT (por esta altura já me tinha apercebido que o contrararam para jogar apenas pelo Castilla) e queria sangue!

Foi de longe a melhor exibição da temporada. O jogo ainda tremeu um pouco quando o Vinicius Jr reduziu no início da segunda parte, mas daí em diante entrámos em modo rolo compressor e goleámos a realeza do futebol espanhol.

É a revolução, meus queridos. Comam brioche e não reclamem ou ficam sem cabeça.

 

La Liga

Como é que hei de explicar isto...

A primeira coisa a realçar é que o Rayito que começou esta temporada não era propriamente o mesmo que terminou a anterior.

Desde logo porque perdemos os dois avançados interiores direitos, Isi Palazón e Álvaro García, que foram o 2º e 3º melhores marcadores da equipa, respetivamente. Os seus substitutos eram Carles Pérez que estava há ano e meio a jogar pouco e o Ângelo que é um miúdo a fazer a sua primeira época a este nível.

Foi evidente, e senti-o em muitos momentos, que a equipa estava a jogar algo coxa. O flanco direito, que na época passada distribuía chocolate por relvados em toda a Espanha, este ano sofreu durante os primeiros meses para causar impacto.

Felizmente, surgiu outra figura do outro lado do campo: Matheus Martins.

O menino, agora com 20 anos, foi reforço para a época passada a custo zero e assumiu a titularidade desse ano. Tal como disse para o Ângelo, digo o mesmo para ele: demorou a habituar-se ao ritmo competitivo da La Liga e só para o final da temporada passada começou a marcar golos e a fazer assistências.

Mas explodiu definitivamente nos últimos jogos da época passada, de tal forma que foi surpreendentemente convocado para a Copa América. E não foi ver o Neymar jogar.

 

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O menino voltou em altas, com os troféus de melhor jogador jovem e melhor marcador da prova, e tornou-se o espalha-brasas do Rayito, sucedendo a Isi Palazón nesse papel.

Seja como for, a equipa demorou algum tempo a reajustar-se e na primeira volta perdemos alguns pontos: duas derrotas (Villarreal e Barcelona, ambas injustas) e dois empates (Sevilla e Espanyol). Algumas vitórias foram sofridas e algo fortuitas, mas aceitámo-las de bom grado.

Justo realçar aqui que todos os pontos perdidos nesta fase foram em jogos fora de casa; em Vallecas não perdemos pontos. Em Vallecas manda a classe operária. Em Vallecas manda o Rayito. Em Vallecas são os Bukaneros quem canta mais alto.

Já agora, e como talvez tenham notado, não mencionei Real Madrid e Atletico nos pontos perdidos. Pois, derrotámos os nosso vizinhos, os primeiros em casa, os últimos no seu próprio reduto.

A meio da temporada estávamos a um ponto do líder Barcelona. Na luta!

Para a segunda volta, já com o Beto e a Supercopa de España conquistada, começámos a carburar melhor. O Carles Pérez e o Wesley Moraes começaram a render mais - que era o que esperava que acontecesse com utilização regular, como referi -, o Brereton Díaz que ao início também pareceu sentir a diferença de ritmo entre o Championship e a La Liga começou a ser uma opção muito válida, os médios Algobia e Andrés Martin a certo ponto evoluíram para começar a ser titulares regulares num sistema de rotação com os titulares da época passada Unai López e Comesaña. Até o menino Ângelo começou a mostrar alguma da sua qualidade!

Quando demos por nós, entrámos num ritmo infernal de vitórias na segunda volta que nos colocou na liderança. Chegámos a ter 15 vitórias consecutivas e 25 jogos sem perder!, tendo por entre esse período vencido ainda o Barcelona.

O ciclo de 15 vitórias consecutivas chegou ao seu final na recepção ao Atlético.

 

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Tal como havia acontecido na Supercopa, foi um jogo intenso e tremendamente disputado. Não teve tantas ocasiões, mas teve mais golos. Estivemos a ganhar apenas para o Atletico dar a volta, voltámos a empatar, o Atletico repôs a vantagem aos 86' e parecia a machadada final até o Beto voltar a empatar no lance seguinte.

Jogaço!

E mais importante, nesta fase o Atletico era o nosso principal rival na luta pelo título. O empate permitia manter a liderança e a vantagem no confronto direto.

A partir daí, sofremos. A equipa começou a sentir a pressão, os jogadores tinham a moral em baixo porque receavam que um mau resultado prejudicasse as hipóteses de vencer o título (no perfil dos jogadores aparecia mesmo essa emoção negativa como motivo da moral baixa).

Depois do empate com o Atletico, empatámos a zero com o Sevilla em casa (foram estes os dois únicos jogos que não vencemos em casa) e fomos perder na deslocação à Real Sociedad. Aproximava-se a sensação de um choke de proporções épicas como aconteceu contra o Man City.

Felizmente, os dois jogos seguintes foram em casa e com os nossos adeptos a apoiar somámos duas vitórias, ambas 2-0, contra Espanyol e Betis, e com isto...

 

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... Pumba! Bai buscar!

Foi um alívio do carago vencer esses dois jogos. Não foram bons jogos, estivemos muitos furos abaixo do que fizemos durante a segunsa volta, mas o importante era vencer fosse lá como fosse. Até porque depois deles fomos ao Santiago Bernabeu, onde perdemos, mas já com o título assegurado nem fiquei aziado.

Ainda assim, fizemos menos pontos do que tinha definido. Queria 95 ou mais para igualar a pontuação do Barcelona na época passada, ficámos abaixo disso. Também fizemos apenas mais 3 pontos que na época passada.

Felizmente os estarolas estiveram uns furos abaixo do habitual, caso contrário o título não teria vindo para Vallecas.

Marcámos muitos mais golos do que até aqui, mas sofremos mais também. Isto tem uma explicação: o Dimitrievski lesionou-se com gravidade antes do jogo contra o Atletico, ficando quatro meses de fora. Até aí tínhamos 12 golos sofridos em 30 jogos; só nos 3 jogos seguintes sofremos 6, isto em 7 ou 8 remates enquadrados.

Foi um golo por jogo em média desde que o Dimitrievski se lesionou.

 

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Individualmente, o Wesley Moraes foi o melhor marcador da equipa depois de um início tímido. O Matheus Martins liderou a equipa na primeira volta, o Carles Pérez apareceu de rompante na segunda volta, juntos foram os principais desequilibradores de todo o nosso futebol ofensivo.

O Brereton Díaz e o Ângelo apareceram a espaços, têm números mais modestos mas ainda assim muito positivos tendo em conta que são habituais segundas linhas do Matheus e do Carles.

O Beto integrou-se bem e apontou 12 golos em meia época, número impressionante pois muitas das suas presenças foram a saltar do banco.

Destaco ainda o Algobia, cujos números já se equiparam aos do habitual médio defensivo titular Unai López (que me cheira não ficar para o ano, já foi um filme tremendo conseguir evitar perdê-lo no início desta época).

O Kerkez cresceu bastante ao longo do ano, conforme esperado, tendo até mais presenças do que o Nuno Santos embora este tenha sido o habitual titular. Isto muito por o Nuno levar um amarelo quase a cada dois jogos, obrigando-me a substituí-lo quase sempre.

No meio-campo ninguém se destacou por aí além e começa a ser bastante óbvio que todos os meus médios centro estão já a ser curtos para o patamar que atingimos. É algo a rever futuramente.

Ah, o Dimitrievski teve a lesão gravíssima de que falei e perdeu atributos. Tem 31 anos e duvido seriamente que os recupere. Tenho de atacar o mercado em busca de um guarda-redes titular.

 

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E com esta temporada lá me deram o prémio de treinador do ano.

E pronto, foi isto. Entusiasmei-me com a escrita porque esta temporada deu-me também o mesmo entusiasmo a jogar e quis partilhar convosco.

Próximas atualizações, se as fizer, serão mais curtas como as anteriores, prometo.

Ah, que faço eu, prometo sempre isto e depois é o que se vê...

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bem, terminei o meu percurso no Vitória após chegar finalmente ao objetivo maior, ser campeão português!

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fizemos um grande percurso e duas derrotas foram nas últimas 2 jornadas em que rodei para poupar para a final da liga europa... que perdemos 😞 mas não deixou de ser um grande trajeto!

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estive 3 anos e meio no Vitória e peguei neles em dezembro de 2023 na 16 posição com uma vitória em 14 jornadas!

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o meu suposto melhor onze na última temporada

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e agora a minha menção especial para o top 5 de jogadores mais importantes e que mais gostei deste trajeto:

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queria sair para a liga alemã ou francesa e apareceu uma oportunidade numa equipa numa posição semelhante à do Vitória quando fui contratado, com potencial para bem mais e alguns bons jogadores. Uma equipa a precisar de rebuild mas com armas para o fazer!

 

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o melhor nos últimos largos anos foram um sexto e sétimo lugar que me permite ir à conference league este ano. Objetivo é top 6, apesar do pessoal ser apurar para a champions e começar a preparar o ataque ao bayern no futuro

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Ajudem aqui um companheiro com seu ultimo long term save neste FM

Tenham em conta que quero sempre começar numa equipa de divisões inferiores(uma segunda, máximo terceira liga), com alguma "história" e com boas condições de trabalho. Objetivo é ter um bom local para iniciar a carreira. Não é um "One save club".

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Já encontrei. Tinha sido uma das ideias que tive ainda antes  do update final e vai ser mesmo aqui a minha carreira final. Agora é escolher a minha persona in-game e siga.

 

Editado por PequenoGenio
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Citação de PequenoGenio, há 1 hora:

Ajudem aqui um companheiro com seu ultimo long term save neste FM

Tenham em conta que quero sempre começar numa equipa de divisões inferiores(uma segunda, máximo terceira liga), com alguma "história" e com boas condições de trabalho. Objetivo é ter um bom local para iniciar a carreira. Não é um "One save club".

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Já encontrei. Tinha sido uma das ideias que tive ainda antes  do update final e vai ser mesmo aqui a minha carreira final. Agora é escolher a minha persona in-game e siga.

 

Se é essa a tua motivação, então siga migo...Dá lhe com alma 😁

Editado por MICK

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Malta que joga aquelas ligas que não existem por definição no jogo, tipo gibraltar e assim, que db é que usam? Eu no fm passado usei umas do fmscout mas aquilo passado x tempo dava-me sempre erro, curtia de fazer um journeyman mas curtia de ter essas liguinhas

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Citação de fsociety, há 2 minutos:

Andou a ver videos do Pote 😂

Isto aos 90 minutos a jogar com 10 desde os 7 e a fazer o empate. Que saco. Dos melhores que vi no meu fm 😂

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Citação de PequenoGenio, há 18 horas:

Ajudem aqui um companheiro com seu ultimo long term save neste FM

ainda estamos em março, calma 

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Citação de Pistolas, Em 21/03/2023 at 21:18:

Nunca soube usar olheiros, só mesmo para mandar observar jogadores.

Eu só de olhar para certos jogadores já sei que vão ser maquinas de tantos anos a jogar FM e a procurar jogadores sozinho.

Tipo este:

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Velocidade, técnica e determinação já dizem tudo.

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Este já é mais puxado mas de graça não perco nada.

CAPUTA de truta esse Canali, FDS

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Citação de MICK, há 20 horas:

Se é essa a tua motivação, então siga migo...Dá lhe com alma 😁

👊

Citação de fns, há 3 horas:

ainda estamos em março, calma 

Yep, eu sei 😂 Mas é para ser tipo mesmo looonngg term save

 

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Editado por PequenoGenio
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Citação de Hammerfall, Em 31/03/2023 at 17:03:

CAPUTA de truta esse Canali, FDS

Ainda bem que me lembras-te dele 😂

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Parece que não evoluiu nada, mas vou contratar.

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Este está a ficar interessante, melhor do que esperava certamente.

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Lá chegou á seleção aos 17 anos mas esperava mais, a determinação tem baixado deve ter algum problema de atitude.

Se ele queria sair do Real Madrid aos 16 porque queria ir á seleção é porque tem algum problema 😂

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Terceira época no Lens a chegar ao fim, uma excelente prestação europeia chega ao fim de uma forma...desmoralizante. Meias finais da Champions, depois de um empate 2-2 fora, o jogo em casa corre assim:

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😥😥😥

Editado por dekap

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Finito a terceira época, e está feito o objectivo! O PSG deixou de ser o dono da liga dos agricultores 😂. E em adição ao título juntamos a taça (ganha ao PSG) e o sonho da Champions esteve perto pertinho como meti aí atrás:

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Como tinha falado no meu último post, a ideia seria passar para algo com 4 defesas e extremos e a tactica e 11 mais utilizados acabaram por ser estes:

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Como podem ver pela primeira SS o Beto é de longe o destaque maior da época, mas deixo aqui um print com as stats dos melhores marcadores:

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Ainda estou indeciso se ficarei no clube para tentar a gracinha na Europa, ou se parto para outros voos e começo a fazer o Glory Hunter de ganhar a liga e taça nas 5 principais ligas europeias. Vai depender muito dos clubes que fiquem sem treinador. ZImboraaaaaa

Editado por dekap
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Citação de Tilas1996, há 38 minutos:

Malta ajudem me Pfv em contratações úteis e baratas para o Porto na 2epoca

 

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Citação de RoMbA, há 15 horas:

 

@Tilas1996

Ibrahima Bamba, André Amaro, Leonardo Lelo, João Basso, Savior Godwin, Costinha, Pedro Malheiro, Fran Navarro, Filipe Relvas, Bernardo Vital, Tiago Santos e Pedro Ganchas. 

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Citação de fns, há 3 horas:

@Tilas1996

Ibrahima Bamba, André Amaro, Leonardo Lelo, João Basso, Savior Godwin, Costinha, Pedro Malheiro, Fran Navarro, Filipe Relvas, Bernardo Vital, Tiago Santos e Pedro Ganchas. 

O Bamba pedem a cláusula 30M. Nunca consegui contratar para o Porto.

Perder assim uma final da Champions... 

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Primeira época, tudo bem que é a taça que não interessa nem ao menino jesus (e vê-se pela equipa do Liverpool), mas não deixa de ser o Liverpool.

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Só fui buscar o Josh Maja e que até nem tem estado em grande forma.

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E aqui a bela cagada que o Klopp fez.

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Último jogo da época, basta o empate para conseguirmos o primeiro título de campeão nacional. Vamos lá ver o que sai daqui.

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Citação de KO PrizeFighter, há 34 minutos:

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Último jogo da época, basta o empate para conseguirmos o primeiro título de campeão nacional. Vamos lá ver o que sai daqui.

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Já cá canta.

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