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Lebohang

Addio, adieu, aufwiedersehen, goodbye Fernando Santos

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Citação de lastdance, há 2 horas:

que marcou em todos os jogos e não perdeu jogo nenhum, sendo eliminada nos penaltis pela super potencia demolidora da argentina.

Que ganhou ao Senegal sem saber bem como, que não foi superior ao Equador, o Catar enfim coitados e marcou 2 golos totalmente contra a corrente do jogo e num jogo em que nada criou contra a Argentina. Talvez tenho convencido contra os USA mas esse jogo tal como contra o Catar nem vi.

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Fica aqui também. Só porque faz sentido que assim seja:

 

O Fernando Gomes está agora no centro das atenções. É ele quem tem a batata quente nas mãos e não pode passá-la ao Ronaldo, ao Fernando Santos ou ao Marcelo (e tanto que este gostaria de poder decidir... 😁).

O Fernando Gomes só tem 3 caminhos à escolha. E terá obrigatoriamente que optar por um deles a breve prazo porque a qualificação para o Euro 2024 começa daqui a 3 meses.

 

CAMINHO 1

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. O Fernando Santos tem contrato até 2024. O Fernando Gomes pode seguir o caminho de manter o Engenheiro para mais esta campanha sem se obrigar a tomar uma decisão radical. Vai gerindo a comunicação, mete uns comentadores a apagar os fogos e tentar passar entre os pingos da chuva até terminar o mandato e quem vier depois que feche a porta.

É uma opção péssima. O Fernando Santos, já é evidente, perdeu o "balneário" ao não conseguir ter sucesso com a opção drástica de sentar o Ronaldo no banco. Colocou a cabeça no cepo e perdeu. Mesmo continuando no cargo, mesmo que decida afastar o Ronaldo das convocatórias, já perdeu o grupo. Perdeu o grupo e perdeu o respeito dos jogadores. Seguir-se-ão vários "Rafas", a máquina publicitária do Ronaldo vai destruí-lo na opinião pública e vai perder jogos com equipas menores. Será outro Queirós ou Paulo Bento, mas ainda com maior estrondo.

E tudo isto manchará o fim do "reinado" do Fernando Gomes ao leme da Federação. Espero que ele seja minimamente inteligente para o perceber e que entenda que esta opção não é viável. Ainda que a decisão de demitir o Fernando Santos lhe custe 4 ou 5 milhões.

 

CAMINHO 2

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. A continuidade do Fernando Santos é inadmissível. O Fernando Gomes entende que deve apostar numa solução que não comprometa o seu sucessor e procura uma alternativa para 2 anos. Até ao Europeu de 2024. A aposta só pode ser uma: o Rui Jorge. Até porque este já tem contrato com a Federação, também até 2024. É uma promoção, com melhoria de vencimento.

É uma opção melhor que a anterior, sem qualquer dúvida. Mas continua a não ser aceitável, na minha opinião. Porque é manifestamente transitória. Porque diminui o poder do selecionador. Porque os jogadores, em particular aqueles que ainda têm muitos anos para dar à seleção, vão tomar consciência que se trata de uma solução provisória, sem estratégia definida, sem objetivos de médio/longo prazo.

 

CAMINHO 3

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. A continuidade do Fernando Santos é inadmissível. O Fernando Gomes sabe que a Federação vai continuar a existir mesmo sem ele a presidir. E tem consciência que se exige dele que acautele o futuro sem pensar apenas nos seus próprios interesses. Mesmo sabendo que só estará lá por mais 2 anos, há que definir e implementar uma estratégia a médio/longo prazo. Há que começar, desde já, a preparar o próximo mundial, o próximo ciclo de 4 anos, olhar para 2026 (sem prejuízo, naturalmente, de prever uma avaliação intercalar em 2024). Há que definir um perfil de selecionador adequado face ao leque de jogadores que dispomos, ao futebol que podemos e devemos praticar, aos objetivos que pretendemos atingir.

E aí as possibilidades são múltiplas. Desde o Rui Jorge (com renovação de contrato estendendo-o até 2026), um treinador português disponível para assumir essas funções, um treinador estrangeiro, um consagrado, o que ele entender ser melhor. Com o foco em 2026.

É a opção que mais me agrada. E a mais difícil de tomar. Envolve o despedimento do Fernando Santos com pagamento de cláusula indemnizatória e eventuais acusações de ingratidão. Envolve a escolha de novo selecionador sujeitando-se aos comentários mais ou menos mordazes da panóplia de comentadores encartados que crescem como cogumelos neste país (do Marcelo às manas Kátia e Elma) e a eventual crítica por condicionar o trabalho do seu sucessor. É a vida... Há momentos em que quem ocupa determinadas posições tem que decidir com o poder que lhe é conferido pelo lugar que ocupa. Se fosse só festas e romarias qualquer um poderia lá estar.

 

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Citação de Black Hawk, há 2 horas:

(ffs metade do pessoal nem vai perceber a referência)

Estás a falar de um treinador que fazia Portugal ser um dono do jogo. Se te vão perceber? Sim ou não. Quando terás a resposta? Agora ou nunca. 
Recordemos que este mundo do futebol é uma roda de milhões. A discussão sobre a seleção não é séria e mesmo os comentadores nos canais nobres fazer aquilo parecer um bar da TV.

A aposta neste treinador seria uma aventura. Usar estes jogadores no próximo euro era transformar a seleção num natal dos hospitais.
Saindo o Fernando Santos e com este novo treinador, tínhamos tudo para sair das ruas da amargura e passar para a praça da alegria. No meio de tanta trafulhada não sei qual será o seu preço certo em euros da saída do Eng. O que a história nos conta é que quem quer ser milionário só tem que ser despedido pela federação.

Com a saída de Ronaldo, esse grande soccerstar, das convocatórias já imagino um novo trio de ataque! Qualquer miúdo com mais de 10 anos vê que ele titular não pode ser!

 

Editado por Ion Timofte
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Citação de Ion Timofte, há 31 minutos:

Estás a falar de um treinador que fazia Portugal ser um dono do jogo. Se te vão perceber? Sim ou não. Quando terás a resposta? Agora ou nunca. 
Recordemos que este mundo do futebol é uma roda de milhões. A discussão sobre a seleção não é séria e mesmo os comentadores nos canais nobres fazer aquilo parecer um bar da TV.

A aposta neste treinador seria uma aventura. Usar estes jogadores no próximo euro era transformar a seleção num natal dos hospitais.
Saindo o Fernando Santos e com este novo treinador, tínhamos tudo para sair das ruas da amargura e passar para a praça da alegria. No meio de tanta trafulhada não sei qual será o seu preço certo em euros da saída do Eng. O que a história nos conta é que quem quer ser milionário só tem que ser despedido pela federação.

Com a saída de Ronaldo, esse grande soccerstar, das convocatórias já imagino um novo trio de ataque! Qualquer miúdo com mais de 10 anos vê que ele titular não pode ser!

 

Este post merece muito amor.

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aposto no roberto martinez

Editado por Keef

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Citação de JGabriel, há 45 minutos:

O Nando já foi despedido?

Não, ainda está a empatar 

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O jornal A Bola que costuma estar bem informado nestas coisas dizia hoje que a saída era certa mas que o contrato que a FPF tem com a FEMACOSA estava a dificultar a rescisão.

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Citação de JackBauerPT, há 42 minutos:

Roger Schmidt

O crl

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Citação de Descartes, há 5 horas:

Fica aqui também. Só porque faz sentido que assim seja:

 

O Fernando Gomes está agora no centro das atenções. É ele quem tem a batata quente nas mãos e não pode passá-la ao Ronaldo, ao Fernando Santos ou ao Marcelo (e tanto que este gostaria de poder decidir... 😁).

O Fernando Gomes só tem 3 caminhos à escolha. E terá obrigatoriamente que optar por um deles a breve prazo porque a qualificação para o Euro 2024 começa daqui a 3 meses.

 

CAMINHO 1

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. O Fernando Santos tem contrato até 2024. O Fernando Gomes pode seguir o caminho de manter o Engenheiro para mais esta campanha sem se obrigar a tomar uma decisão radical. Vai gerindo a comunicação, mete uns comentadores a apagar os fogos e tentar passar entre os pingos da chuva até terminar o mandato e quem vier depois que feche a porta.

É uma opção péssima. O Fernando Santos, já é evidente, perdeu o "balneário" ao não conseguir ter sucesso com a opção drástica de sentar o Ronaldo no banco. Colocou a cabeça no cepo e perdeu. Mesmo continuando no cargo, mesmo que decida afastar o Ronaldo das convocatórias, já perdeu o grupo. Perdeu o grupo e perdeu o respeito dos jogadores. Seguir-se-ão vários "Rafas", a máquina publicitária do Ronaldo vai destruí-lo na opinião pública e vai perder jogos com equipas menores. Será outro Queirós ou Paulo Bento, mas ainda com maior estrondo.

E tudo isto manchará o fim do "reinado" do Fernando Gomes ao leme da Federação. Espero que ele seja minimamente inteligente para o perceber e que entenda que esta opção não é viável. Ainda que a decisão de demitir o Fernando Santos lhe custe 4 ou 5 milhões.

 

CAMINHO 2

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. A continuidade do Fernando Santos é inadmissível. O Fernando Gomes entende que deve apostar numa solução que não comprometa o seu sucessor e procura uma alternativa para 2 anos. Até ao Europeu de 2024. A aposta só pode ser uma: o Rui Jorge. Até porque este já tem contrato com a Federação, também até 2024. É uma promoção, com melhoria de vencimento.

É uma opção melhor que a anterior, sem qualquer dúvida. Mas continua a não ser aceitável, na minha opinião. Porque é manifestamente transitória. Porque diminui o poder do selecionador. Porque os jogadores, em particular aqueles que ainda têm muitos anos para dar à seleção, vão tomar consciência que se trata de uma solução provisória, sem estratégia definida, sem objetivos de médio/longo prazo.

 

CAMINHO 3

O mandato da atual direção da FPF termina em 2024. A continuidade do Fernando Santos é inadmissível. O Fernando Gomes sabe que a Federação vai continuar a existir mesmo sem ele a presidir. E tem consciência que se exige dele que acautele o futuro sem pensar apenas nos seus próprios interesses. Mesmo sabendo que só estará lá por mais 2 anos, há que definir e implementar uma estratégia a médio/longo prazo. Há que começar, desde já, a preparar o próximo mundial, o próximo ciclo de 4 anos, olhar para 2026 (sem prejuízo, naturalmente, de prever uma avaliação intercalar em 2024). Há que definir um perfil de selecionador adequado face ao leque de jogadores que dispomos, ao futebol que podemos e devemos praticar, aos objetivos que pretendemos atingir.

E aí as possibilidades são múltiplas. Desde o Rui Jorge (com renovação de contrato estendendo-o até 2026), um treinador português disponível para assumir essas funções, um treinador estrangeiro, um consagrado, o que ele entender ser melhor. Com o foco em 2026.

É a opção que mais me agrada. E a mais difícil de tomar. Envolve o despedimento do Fernando Santos com pagamento de cláusula indemnizatória e eventuais acusações de ingratidão. Envolve a escolha de novo selecionador sujeitando-se aos comentários mais ou menos mordazes da panóplia de comentadores encartados que crescem como cogumelos neste país (do Marcelo às manas Kátia e Elma) e a eventual crítica por condicionar o trabalho do seu sucessor. É a vida... Há momentos em que quem ocupa determinadas posições tem que decidir com o poder que lhe é conferido pelo lugar que ocupa. Se fosse só festas e romarias qualquer um poderia lá estar.

 

Descartes, o Caminho 2 e o Caminho 3 têm em comum o Rui Jorge como hipótese. No Caminho 2 essa hipótese na tua opinião não é aceitável. No Caminho 3, o Rui Jorge continua a ser uma das possibilidades e junto com as restantes que enumeras, passa a ser a ser o Caminho que preferes. O que muda do Caminho 2 para o Caminho 3 para que o Rui Jorge passe ser aceitável? A extensão do contrato? O poder que lhe poderá vir a ser conferido?

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Citação de o Pai já vai, há 21 minutos:

Descartes, o Caminho 2 e o Caminho 3 têm em comum o Rui Jorge como hipótese. No Caminho 2 essa hipótese na tua opinião não é aceitável. No Caminho 3, o Rui Jorge continua a ser uma das possibilidades e junto com as restantes que enumeras, passa a ser a ser o Caminho que preferes. O que muda do Caminho 2 para o Caminho 3 para que o Rui Jorge passe ser aceitável? A extensão do contrato? O poder que lhe poderá vir a ser conferido?

Eu não estou a dizer que o Rui Jorge é ou não aceitável. Estou a dizer que, para mim, o caminho 3 é o único aceitável. Tem a ver com os critérios que o Fernando Gomes utilizará. Tem a ver com a decisão ser tomada com base numa estratégia a médio/longo prazo ou apenas tendo em atenção a gestão de curto prazo até que ele saia de cena.

Na maneira como vejo as coisas, se ele optar por esse caminho 2 parece-me que só o Rui Jorge reúne as condições para assumir essa responsabilidade de forma provisória. É a solução mais à mão. Mas posso estar enganado. Ele até pode desencantar uma solução tipo Ilídio Vale para esse efeito.

Se optar pelo caminho 3 o Rui Jorge poderia ser uma hipótese, como tantas outras. Mas aí sim, teria que dar o sinal com a extensão do contrato e conferindo-lhe o poder que qualquer selecionador tem que ter: total liberdade para convocar quem entender, para colocar a jogar quem quiser, para constituir a sua equipa técnica, para estar protegido de quaisquer pressões externas. Ele ou outro qualquer que seja escolhido.

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JJ, tenho saudades dos memes e ouvi-lo a fazer uma convocatória, deve ser um bom momento para galhofa.

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