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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

Publicações recomendadas

Ontem fechei o jogo já a desesperar

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😂 hoje estive a pensar um bocado no que podia alterar na tactica e meti a linha defensiva baixa, os laterais a defender, medio centro a atacar e o extremo esquerdo a atacar e o direito invertido a apoiar os avançados.

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Izzi pizzi

 

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Outubro, Gyokeres ganha a Bola de Ouro
Novembro, Gyokeres não faz parte daquela lista dos 50 melhores jogadores
Dezembro, Gyokeres ganha o prémio da FIFA

🤷‍♂️

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Subi na liga e fiz brilharete na taça ao ir até aos quartos (não digam a ninguém é que não me caiu no sorteio nenhuma equipa da primeira divisão )

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Sport London e Benfica - Southern League Premier South - 2028\29

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6ª subida seguida, Vanarama agora.

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Citação de xicantonio, há 13 horas:

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Que engraçados...

Como?

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Citação de Ed, há 18 minutos:

Como?

Quando entras na conferência aparece uma mensagem de 1 de abril

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Citação de Erwin, Em 30/03/2024 at 16:41:

Vamos lá começar isto.

Cheira-me que não vou aguentar muito tempo, mas vamos a ver.

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Ganhei taça e campeonato, a jogar na retranca.

Mas a partir da pré-época é só morale manager, fica quase impossível. o Arsenal já veio buscar o Simon por 120M, e agora estou a ver se consigo manter o Sancet e os Williams, mas isto drena um gajo.

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E pronto, na proxima época estou numa das primeiras divisões da Nova Zelandia, a lutar por um lugar na fase final e para me qualificar para a OFC Champions League:

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Citação de Black Hawk, Em 22/03/2024 at 02:08:

Ora, continuando da última atualização. Diverti-me de carai com o resto da temporada e queria partilhar convosco esta aventura.

(caso não vos interesse a análise do plantel e a contextualização do estado do Sporting em 2027/28, avancem até aos prints dos resultados, mas acho que perdem uma cena engraçada no sentido em que nunca tinha visto algo assim num FM)

No dia 02 de Novembro de 2027, Black Hawk foi apresentado como treinador da maior potência desportiva nacional: o Sporting Clube de Portugal.

Muitas dúvidas foram levantadas quanto às capacidades do treinador natural da Margem Sul. No currículo contava apenas com a passagem pela União Desportiva de Santarém e o seu palmarés ostentava somente a conquista da Liga 3 pelo simpático clube ribatejano.

 

"E se corre mal?", perguntavam os adeptos com alguma legitimidade dada a total inexperiência do novo treinador em clubes da dimensão do Sporting Clube de Portugal.

 

"E se corre bem?"

 

O correr bem é muito relativo. Em Novembro de 2027 já se haviam passado mais de três anos desde o último grande título do Sporting. Se calhar podemos começar por aí: fazer um apanhado do que é o Sporting em 2027, o seu histórico recente e o seu plantel, de forma a perceber-se a tarefa em mãos que Black Hawk herdou do anterior treinador.

 

 

O Sporting em 2027

 

 

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Quando Black Hawk assumiu o comando técnico da União de Santarém, no final do primeiro trimestre de 2024, o Sporting encantava os seus adeptos rumo ao título de campeão nacional sob a batuta do carismático Ruben Amorim. Em Maio desse ano, a União de Santarém conquistava a promoção à Liga 3 quase ao mesmo tempo que os Leões de Portugal garantiam o seu 24º título de campeões nacionais - ou o 20º título do Campeonato Nacional. Como preferirem.

Infelizmente, este título foi sol de pouca dura para os lados de Alvalade. Ruben Amorim saiu poucas semanas depois para treinar a Fiorentina - não perguntem, também não percebo - e o novo treinador designado para lhe suceder, o azeri Qurban Qurbanov, nunca mostrou mãos para repetir tais feitos.

Durante as três épocas seguintes, Benfica e Porto sagraram-se campeões nacionais sem que o Sporting se intrometesse nessa luta - nem sequer um 2º lugar. As prestações na Taça de Portugal e na Europa não renderam também qualquer título.

Durante estes três anos, o apetite dos adeptos do Sporting foi sendo aliviado com títulos na Taça da Carica...

 

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... o que é fraco consolo para um clube da dimensão do Sporting.

À partida para a sua quarta temporada de Leão Rampante ao peito, e depois de um 4º lugar na temporada 2026/27, exigia-se a Qurban Qurbanov o título de campeão nacional pelo qual os adeptos tanto ansiavam.

E se havia expectativas nesse sentido, o cenário em Novembro de 2027 não poderia ser mais decepcionante.

 

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A classificação não mentia e apresentava o Sporting num impensável 17º lugar já com mais de metade da primeira volta disputada. Em 11 jogos disputados, apenas uma vitória obtida (!) e 8 pontos conquistados (!!!), saldo de golos negativo e 16 pontos de desvantagem para o líder (!!!!!) - no caso, o Benfica.

A temporada estava a ser um pesadelo, os adeptos estavam furiosos com a liderança de Qurban Qurbanov e o antigo treinador do Qarabag não resistiu aos maus resultados e à pressão do universo leonino.

Para o seu lugar, como já sabem...

 

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... entrou Black Hawk.

Só para complementar no que respeita às várias competições: o Sporting continuava em todas as frentes.

Na Taça de Portugal, os Leões entraram na prova na 3ª Eliminatória com uma vitória tangencial sobre o Ginásio de Alcobaça (1-2 no terreno da modesta formação da cidade do grandioso Mosteiro local).

Nas duas outras competições, o Sporting estava em ambas na Fase Regular.

 

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Na Liga Europa, o Sporting havia disputado já três partidas, todas com resultados diferentes: vitória sobre o Hammarby, empate com o Copenhagen e uma humilhante derrota com o APOEL.

Na Taça da Liga, a vitória volumosa sobre o Santa Clara permitiu deixar o Sporting a uma vitória sobre o Vitória SC de garantir o apuramento para a Final Four.

Mas, claro está, o objetivo principal seria a Primeira Liga para a qual a Direção leonina já não pedia muito - apenas um lugar a meio da tabela.

 

 

O plantel do Sporting

 

 

Quem olhar para a classificação do Sporting em Novembro de 2027 pensará, com fundamento, que o plantel montado por Qurban Qurbanov seria frágil. Mas nem sequer é esse o caso, o que torna tudo mais caricato.

Três anos volvidos desde a conquista do título, fazem ainda parte do plantel principal 12 jogadores que estavam ligados contratualmente ao Sporting no tempo de Ruben Amorim. A saber: Flávio Nazinho, Morten Hjulmand, Dário Essugo, Hidemasa Morita, Daniel Bragança, Sotiris Alexandropoulos, Mateus Fernandes, Francisco Trincão, Abdul Fatawu, Geny Catamo, Afonso Moreira e Viktor Gyökeres.

Claro está que destes poucos são os que efetivamente fizeram parte da campanha vitoriosa que culminou com esse título de campeão nacional.

Dos restantes jogadores, e só para se ter uma ideia:

- os três guarda-redes são André Gomes (sim, o da formação do Benfica), Luís Maximiano (sim, esse mesmo) e Mile Svilar (também leram bem).

- na defesa, os destaques vão para o lateral Diogo Dalot (exato!) e o central inglês ex-Aston Villa, Ezri Konsa (que é craque e está para este Sporting como Coates estava para o Sporting em 2024).

- no meio-campo, os mais utilizados estavam a ser Morten Hjulmand, Mateus Fernandes, Hidemasa Morita, Sotiris Alexandropoulos e Christoph Baumgartner. Por qualquer motivo aleatório, o Daniel Bragança estava emprestado ao Ludogorets.

- os extremos principais são o Francisco Trincão e o Afonso Moreira, mas além dos já mencionados Abdul Fatawu e Geny Catamo constavam no plantel Domenico Berardi, Luiz Araújo e Faride Alidou.

- o ataque tinha Viktor Gyökeres e... era isso. A única alternativa ao sueco era um jovem chamado João Infante que talvez pudesse ser craque em vários clubes da Primeira Liga, mas está longe de ter qualidade para o Sporting.

Deixo três prints para quem tiver curiosidade com as estatísticas do plantel até ao momento:

 

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Este dos dez jogadores mais utilizados.

 

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Este dos dez melhores marcadores.

 

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E este dos dez jogadores com mais assistências.

Ou seja, o plantel não era mau. Alguns dos reforços de Qurban Qurbanov durante estes três anos incluíram alguns jogadores de qualidade e provas dadas noutros lados, casos de Ezri Konsa, Christoph Baumgartner, Domenico Berardi, Diogo Dalot ou Luís Maximiano. Outros eram jovens com potencial para evoluir, como André Gomes ou Faride Alidou. O treinador azeri até aproveitou a prata da casa e promoveu jogadores como Dário Essugo, Mateus Fernandes, Abdul Fatawu ou Afonso Moreira.

Então, o que correu mal?

A minha interpretação é que, por qualquer motivo que me ultrapassa, os jogadores regrediram. A sério, a maioria dos jogadores do Sporting estão uns quantos patamares abaixo do que deveriam estar e daquilo que deveria ser a sua real qualidade.

Para exemplificar isto, deixo alguns prints dos atributos de um punhado de jogadores para mostrar o nível em que os encontrei a 02 Novembro de 2027.

 

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Este é o André Gomes. Como dá para ver, aparte os reflexos não tem nenhum atributo elevado, o que é estranho pois já o vi a ter atributos mais elevados noutros saves. Também não sei qual o Potential Ability dele neste save, pode ter um valor potencial mais baixo do que noutros saves.

Seja como for, os restantes guarda-redes (Maximiano e Svilar) têm atributos semelhantes e são mais velhos, pelo que dei-lhe a titularidade unicamente pela esperança que ele possa evoluir.

 

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O Diogo Dalot aos 28 anos parece um lateral do Estoril ou do Vizela. Mas foi a isto que ele chegou. Custa acreditar que jogou regularmente no Manchester United.

 

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Também o Morten Hjulmand está uns furos abaixo do expectável - e decerto abaixo do jogador que era em 2023/24. Sobraram a Agressividade e o Teamwork.

 

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O agora veterano Hidemasa Morita também recebeu um downgrade considerável. Mantém uma técnica apurada e tornou-se mais agressivo com o tempo, mas pouco mais tem de significativo.

 

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Aos 27 anos de idade, o Francisco Trincão deveria estar a atingir o auge da sua carreira. Em vez disso está este jogador criativo e tecnicista, sim, mas lento, pouco assertivo e globalmente distante do patamar que deveria ter atingido.

 

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Encontram alguma diferença entre este Mateus Fernandes e aquele que esteve emprestado ao Estoril em 2023/24?

 

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Um dos casos mais severos de downgrade que encontrei foi o do Christoph Baumgartner, que é um óptimo jogador tanto na realidade e no início do save, mas que aqui só lhe testaram bons atributos psicológicos (atributos na coluna do meio), porque tecnicamente (atributos na coluna da esquerda) parece um jogador banal.

 

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O Daniel Bragança estagnou por completo e, por qualquer motivo que me ultrapassa, estava emprestado ao Ludogorets.

 

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O único que parece não ter sofrido perdas nas suas qualidades foi Viktor Gyökeres, atual capitão do Sporting.

Ora, em jeito de conclusão no que ao plantel diz respeito, o Sporting tem bons nomes, mas quase todos com um downgrade considerável de qualidade. Se isto foi por má preparação do anterior treinador ou por qualquer outra coisa, não sei.

O que isto significa é que o primeiro grande desafio que tive de enfrentar foi recuperar os jogadores, de forma a que regressassem gradualmente pelo menos aos patamares em que um dia estiveram.

Claro está que isto só poderia ser feito nos jogadores que ainda fossem a tempo de recuperar, o que significa que veteranos como Domenico Berardi, Luiz Araújo e, para muita pena minha, Hidemasa Morita, foram afastados por opção técnica pois já não vão a tempo disto.

Posto isto, este foi o primeiro onze inicial que apresentei aquando da estreia como treinador do Sporting.

 

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Falta aqui o Morten Hjulmand, que estava lesionado. De resto, este era o melhor onze à minha disposição em inícios de Novembro de 2024 (o Álvaro é o Pedro Álvaro da formação do Benfica que na realidade está no Estoril; o Meijer é o Bjorn Meijer que na realidade está no Club Brugge; nenhum deles me parece material para titular, mas não tinha melhor).

 

 

Primeira Volta

 

 

Feita toda a contextualização, vamos a jogos e resultados.

O pedido feito pela dupla Varandas/Viana era de concluir o ano num lugar tranquilo a meio da tabela. Não admira, pois olhando para a classificação que já postei alguns prints acima estávamos:

- a 16 pontos do líder Benfica;

- a 14 pontos do 2º classificado Boavista, ou seja, dos lugares de apuramento para a Liga dos Campeões;

- e a 11 pontos de Porto e Braga, ou seja, dos lugares de apuramento para a Liga Europa / Liga Conferência.

Teríamos 23 jogos para operar um autêntico milagre. Como começou esta aventura?

 

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Posso garantir que não fiz batota!

Entrámos com uma vitória sobre o Slovan Bratislava num jogo em que o resultado foi curto para a nossa superioridade no terreno de jogo, mas o verdadeiro desafio era a segunda partida. Estreei-me na Primeira Liga contra o Benfica, atual campeão nacional e líder do campeonato, em pleno Estádio da Luz.

 

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Num jogo muito equilibrado e fechado, os meus rapazes esmeraram-se. Viktor Gyökeres abriu as contas após uma tabela primorosa com o Francisco Trincão, o centralão Ezri Konsa foi à área adversária aumentar a vantagem e o Genynho silenciou de vez o Estádio da Luz ao atribuir ao placard números escandalosos.

Foi uma vitória inesperada, não só por ter sido um Sporting em péssima fase a derrotar na Luz um Benfica que liderava o campeonato, mas principalmente pelos números e superioridade demonstrados.

Teve ainda o condão de nos dar a confiança para o ciclo de jogos seguinte. Não defrontámos nenhum adversário de elevado grau de dificuldade - à excepção da deslocação a Guimarães para a Taça da Liga - e fomos despachando o que nos apareceu pela frente.

Assim, em inícios de Janeiro quando derrotámos o Famalicão em jogo para a 17ª jornada da Primeira Liga, levávamos 12 vitórias em 12 jogos para as várias competições. O cenário na Primeira Liga era já bem mais animador.

 

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Subimos até à 8ª posição, a apenas 4 pontos dos lugares europeus e 9 pontos do Boavista, que liderava o campeonato. Por esta altura é difícil não sonhar com algo mais - pelo menos os lugares europeus, que já não estão tão distantes assim.

De notar também a queda abrupta do Benfica, cujo início coincidiu com a derrota no Derby Eterno contra nós, e a temporada também modesta do Porto. Os três grandes a marcar passo em simultâneo, que bonito!

Só por curiosidade, após a minha saída a União de Santarém recrutou como novo treinador Sérgio Vieira, que teve um arranque complicado ao comando dos ribatejanos.

 

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Ele até venceu o primeiro jogo, em Famalicão, mas depois teve uma sequência de 6 jogos sem vitórias que incluíram 5 derrotas. Felizmente ainda estão seguros na classificação.

Por outro lado, o trabalho que fizemos na Taça da Liga - empate com o Braga e vitória 3-0 ao Varzim - foi insuficiente para levar a União de Santarém à Final Four dado que o Braga goleou o Varzim por 5-0, avançando pela diferença de golos.

 

 

Mexidas em Janeiro

 

 

A entrada em Janeiro de 2028 permitiu-me operar as primeiras mexidas no plantel.

A defesa do Sporting era especialmente frágil. Tirando o Diogo Dalot à direita e o Ezri Konsa ao centro, não via no plantel nenhum jogador com qualidade suficiente para ser titular no Sporting.

O caso era especialmente grave nas duas laterais: do lado direito não havia sequer um suplente que fosse rodando com o Diogo Dalot; do lado esquerdo as opções eram Bjorn Meijer e Flávio Nazinho, qual deles o mais limitado.

No centro da defesa, pelo menos ainda havia Pedro Álvaro que ia dando para o gasto, mas também havia uma ausência gritante de um reforço.

Havia ainda a questão do ataque, onde além do Viktor Gyökeres havia... exatamente ninguém.

Vai daí e resolvi estoirar o orçamento de transferências que consegui reunir.

 

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As minhas contratações são as que têm o visto verde.

O Mathieu De Ketelaere é um jovem lateral belga de 22 anos que trouxe para ir rodando com o Diogo Dalot e, quem sabe, poder evoluir um pouco a pensar no futuro.

O Ian Maatsen é um lateral esquerdo com alguma qualidade que estava ao abandono no Chelsea, pelo preço que foi acabou por ser uma pechincha.

O Julien de Sart veio da União de Santarém. Tinha sido contratado por mim no Verão e resolvi trazê-lo comigo para Alvalade. Não por se estar a destacar em Santarém, mas gostei do que vi no motor de jogo enquanto esteve comigo e tanto os olheiros da União, como agora os do Sporting, recomendavam-no vivamente.

O Maxence Lacroix é um central rápido e forte no jogo aéreo que estando no mercado por um valor tão baixo pareceu uma excelente solução.

O Hannibal é um médio marroquino de cariz mais ofensivo que estava algo perdido no Manchester United. Já estava referenciado pelo scouting do Sporting quando cheguei e decidi aceitar a sugestão que me foi dada. Foi um investimento avultado, mas parece-me claramente uma mais-valia.

Por fim, não aparece na imagem mas trouxe de volta o Daniel Bragança do empréstimo ao Ludogorets.

 

 

Vamos a eles!

 

 

Com o plantel mais equilibrado, os lugares europeus a apenas 4 pontos de distância e o universo leonino entusiasmado com as 12 vitórias consecutivas, partimos para a segunda metade da temporada com esforço, dedicação e devoção - e em busca da glória.

 

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O ciclo começou de forma perfeita, incluindo vitórias sobre Braga e Gil Vicente, na altura 3º e 2ºs classificados, respetivamente.

Os primeiros desaires da temporada, porém, não tardaram a chegar.

 

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Na Meia-Final da Final Four da Taça da Carica, novo embate contra o nosso rival do outro lado da Segunda Circular redundou num empate que levou a decisão para o desempate por penalidades.

Aí desperdiçámos duas das quatro que batemos e, quando assim é, o resultado não poderia ser outro que não a eliminação. Caímos na primeira de quatro frentes em que estamos envolvidos e, pela primeira vez em quatro anos, não será o Sporting a vencer a Caricada.

Foi também a minha primeira derrota ao comando do Sporting após 15 vitórias consecutivas em outros tantos jogos.

O segundo desaire surgiu inesperadamente a 06 de Fevereiro de 2028 no Estoril. Uma derrota por 3-2 que nos atrasou na nossa demanda pelos lugares europeus. Mas pelo menos serviu de motivação para voltarmos às vitórias e aviámos com goleadas os quatro adversários seguintes.

Este ciclo terminou com três jogos de elevado grau de dificuldade: os desafios com Vitória e Boavista, na altura 1º e 2º classificados da Primeira Liga, e a 1ª Mão dos Oitavos da Liga Europa. Não conseguimos sair de Guimarães com uma vitória, mas resolvemos a eliminatória frente ao Perder Bremen e derrotámos facilmente o Boavista.

Esta vitória sobre os boavisteiros teve ainda um impacto significativo pois...

 

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... permitiu-nos pela primeira vez esta temporada ascender aos lugares europeus! Partindo de 17º lugar na 11ª jornada, eis o Sporting em 4º lugar à 27ª jornada - e a apenas 6 pontos da liderança partilhada de Vitória e Boavista.

 

 

Um ciclo para homens de barba rija

 

 

Por esta altura era fácil fazer contas ao jogo em atraso que tínhamos e imaginar que vencendo-o ficaríamos a apenas 3 pontos dos líderes. O problema era que esse jogo em atraso era no Dragão, perante um Porto que também fazia uma recuperação assinalável na tabela classificativa.

E esse jogo seria encaixado numa fase muito difícil que incluiria outros desafios contra Benfica, a deslocação a Vila do Conde e as duas mãos dos Quartos-de-Final da Liga Europa.

Teria a equipa maturidade suficiente para lidar com a pressão?

 

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O ciclo até começou com uma derrota, embora para um jogo que em nada me interessava. Já havíamos resolvido a eliminatória na Alemanha, por isso a recepção ao Werder Bremen era irrelevante. Os jogos seguintes, esses sim era essenciais. E foram todos duros, exigentes e stressantes.

A deslocação a Vila do Conde acabou por ser um dos jogos mais frustrantes de todo o save. Atacámos, atacámos, atacámos, rematámos in-ces-san-te-men-te, e a pega da bola não queria entrar. A certa altura parecia um sketch humorístico, a bola batia em defesas, em colegas de equipa, nos postes, no guarda-redes, em todo o lado menos nas redes!

O golo lá surgiu aos 85' por intermédio de um dos reforços de Janeiro, o central Maxence Lacroix, dando uma vitória à justa num jogo em que deveríamos ter goleado.

E depois, num espaço de nove dias, defrontámos Benfica, Roma e Porto.

 

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Estes foram os jogos mais importantes da temporada e a equipa portou-se à altura. Primeiro na resposta a um golo madrugador do Benfica, dando a volta ao marcador para nova vitória sobre os encarnados; depois numa rara vitória no Dragão, jogo que não poderia ter outro resultado.

E não poderia ter outro resultado porque...

 

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... isto não teria acontecido.

À 29ª jornada, exatamente 18 jornadas depois de assumir a liderança do Sporting, alcançámos pela primeira vez a liderança da Primeira Liga!

Nunca, em momento algum, imaginei que tal cenário fosse possível. Feitas as contas, nestes 18 jogos recuperámos: 25 pontos ao Benfica (!!!); 16 pontos ao Boavista e ao Braga; 12 pontos ao Vitória; e 11 pontos ao Porto!

Claro está que ainda nada estava garantido. O Porto estava à espreita de qualquer deslize e a dupla Vitória e Boavista perseguiam logo atrás. Qualquer ponto perdido poderia deitar por terra todo o esforço, dedicação e glória empenhados nesta recuperação - e deitar por terra a glória ambicionada.

Antes de avançar para os jogos finais, faço só um pequeno aparte para falar de algo que tenho deixado de parte.

 

 

O sonho europeu

 

 

Quando assumi o Sporting, estávamos em 15º lugar na Fase Regular da Liga Europa com 3 jogos disputados - relembrando que neste novo formato apenas os 8 primeiros garantem o apuramento direto para os Oitavos-de-Final.

Nos cinco jogos disputados já sob o meu comando, obtivemos 4 vitórias e 1 empate, o que nos garantiu...

 

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... uma 3ª posição e o apuramento tranquilo para os Oitavos-de-Final onde, conforme já viram, batemos calmamente o Werder Bremen. Seguiu-se a AS Roma, que nesta fase do save é uma equipa que luta pelo título da Serie A e tem um plantel assustador.

Ora, a primeira mão foi disputada apenas três dias antes da deslocação ao Dragão. Decidi fazer all in na Primeira Liga, como era evidente, e para poupar a equipa principal de forma a estarem frescos para esse jogo acabei por apresentar as segundas linhas na recepção aos italianos. Não se safaram mal; garantimos um empate que deixou tudo em aberto para a segunda mão em Roma.

Depois da vitória no Dragão e já sem essa deslocação a pesar-nos, fomos com tudo na deslocação a Roma com o intuito de surpreender os italianos.

 

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Entrámos fortes em campo, empurrando a Roma para o seu meio-campo desde cedo numa supremacia que teve o seu apogeu com o golo do Francisco Trincão no início da segunda parte.

No entanto, a reação romana em conjunto com o desgaste dos meus jogadores, que há quatro dias haviam deixado a pele em campo no Dragão, levaram a que esse domínio fosse gradualmente dissipando. O golo do empate foi natural.

No prolongamento, nenhuma das equipas teve pernas para resolver a eliminatória e esta foi para o desempate por penalidades.

E aí, aconteceu isto.

 

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Sim, viram bem: foram necessárias 11 séries, ou 22 penalidades, para decidir o vencedor.

Recorrendo à linguagem do Ténis, tivemos quatro Match Points para resolver o desempate. Meijer e De Ketelaere desperdiçaram as duas últimas penalidades da primeira série de cinco penalidades. Se qualquer um deles tivesse concretizado, teríamos vencido.

Na morte súbita, Essugo e Lacroix também tiveram nos pés a possibilidade de nos dar o apuramento se tivessem marcado, mas ambos desperdiçaram essa oportunidade.

Por fim, com todos os jogadores de campo já corridos, coube aos guarda-redes bater. Sansonetti foi o herói romano ao marcar a sua e defender logo depois a do André Gomes e, dessa forma, a Roma avançou para as Meias-Finais.

Foi a segunda competição em que caímos, ambas no desempate por penalidades. É difícil esconder a frustração...

 

 

Um esforço final rumo à glória

 

 

A Liga Europa pode ter caído, mas ainda tínhamos dois objetivos ao nosso alcance: Primeira Liga e Taça de Portugal. E em ambos dependíamos apenas de nós.

 

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A equipa foi estando à altura dos acontecimentos até este momento, mas após a vitória no Dragão as coisas complicaram-se. Muito. Foi como se até aqui, enquanto outsiders, os jogadores estivessem mais soltos, mas assim que assumimos a liderança e passámos a ter a pressão de sermos os principais candidatos ao título, foram adicionados 50 kg às costas dos jogadores.

Como consequência, as últimas cinco jornadas da Primeira Liga foram um sofrimento constante.

A vitória em Chaves foi conquistada apenas aos 76' com um improvável golo de cabeça do Afonso Moreira num jogo em que desperdiçámos golos inacreditáveis. A recepção ao Vianense para a Taça de Portugal foi pouco importante dado que os havíamos goleado na primeira mão, mas o facto de empatarmos em Alvalade contra um adversário de escalão inferior é auto-explicativo.

Seguiram-se vitórias sobre Famalicão (a mais tranquila de todas, aos 53' já estava 2-0), Vizela (um magro 1-0 em que sofremos imenso na fase final quando o Vizela criou duas chances de golo flagrantes) e União de Santarém (que apesar dos 3-0, só após os 83' foi confirmada).

E, com isto, faltava apenas um jogo. A 34ª jornada decidiria o campeão e as contas seriam feitas em Arouca, num campo tradicionalmente difícil para o Sporting.

Tal como foi acontecendo em todos os jogos fora de Alvalade nesta fase final da temporada, a equipa revelou um desacerto inexplicável na hora de rematar à baliza. As oportunidades iam-se sucedendo, o tempo ia passando e o nulo no marcador não se desfazia.

A frustração crescia nas bancadas onde a onda verde preenchia as cadeiras amarelas do Estádio Municipal de Arouca. Ouviam-se rádios para se saber o resultado do Porto, que nesse momento jogava em Vizela, enquanto se tremia literalmente com receio que no meio de tanto desperdício leonino surgisse um inesperado golo dos da casa.

Mas não surgiu: nem para o Sporting, nem para o Arouca. A partida terminou com um anticlimático empate a zeros.

Era hora de fazer as contas finais.

Quem conquistou o título?

 

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Abram alas para o Campeão Nacional 2027/28, Sporting Clube de Portugal!

É o 25º título nacional dos leões, ou 21º título do Campeonato Nacional se preferirem. E certamente um dos mais saborosos depois de um início de temporada a todos os níveis terrível, incluindo a presença nos lugares de despromoção já com 11 jornadas disputadas!

Nos 23 jogos disputados com a minha liderança, conseguimos uma média de 2,69 pontos por jogo, 57 golos marcados (quase 2,5 golos por jogo) e apenas 8 sofridos! São números impressionantes que não esperava logo na primeira temporada.

O Porto perdeu na última jornada em Vizela e terminou a apenas 3 pontos de nós. Eles também se distraíram um pouco porque nessa fase estavam na disputa pelo acesso à final da Liga dos Campeões - que conseguiram, embora tenham sido derrotados na final.

Note-se ainda o Benfica, que teve um ano desastroso. Foi a pior classificação de sempre dos encarnados. Roger Schmidt conduziu o Benfica a três títulos de campeão em cinco anos (2023, 2025 e 2027), mas não sei se resiste a isto.

À data que parei para postar esta atualização, em inícios de Junho, ainda era treinador do Benfica.

Para finalizar, a conquista do título e devidos festejos não impediu os leões de entrarem no Jamor decididos a conquistar a Dobradinha.

 

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Cinco golos sem resposta ao Braga e a fruteira é nossa.

Se no início da época, quando estava a montar com imenso esforço o plantel da União Desportiva de Santarém, me dissessem que iria conquistar a Dobradinha, iria atrás deles com um pau para lhes bater porque estariam a mentir e mentir é feio.

E, no entanto, aqui estou eu a apreciar a visão dos dois canecos.

 

 

Prestações Individuais

 

 

Termino isto com os habituais prints das estatísticas individuais dos meus jogadores.

 

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Estes foram os dez jogadores de campo que mais vezes acabei por utilizar - ou dito de outra forma, foram aqueles que acabei a utilizar de forma regular assim que estabilizei a equipa.

Há vários destaques a fazer:

- o capitão Viktor Gyökeres foi o melhor marcador da equipa e da Primeira Liga. Marcou menos golos do que tem sido habitual neste save, mas a sua marca nos dois títulos conquistados é inegável.

- o Francisco Trincão registou números impressionantes para alguém que não é ponta-de-lança, tal como o Faride Alidou. Os meus avançados interiores costumam ser os abre-latas nas minhas tácticas e este ano não foi excepção.

- Morten Hjulmand, jogando como Roaming Playmaker a médio defensivo, registou 5 golos e 8 assistências.

- o Hannibal integrou-se bem na equipa e o Ezri Konsa invocou o seu inner Coates ao marcar impressionantes 8 golos.

 

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Estes são os dez jogadores de campo que considero as segundas linhas.

O Mateus Fernandes lesionou-se a certa altura e perdeu ímpeto, vendo Daniel Bragança e Hannibal conquistarem os dois lugares nos vértices mais adiantados do meio-campo, mas ainda contribuiu com 7 assistências. Pior ficou o Baumgartner, que parece demorar a recuperar o ritmo.

Os dois jovens Fatawu e Afonso Moreira também responderam muito bem sempre que chamados, ambos revelando-se alternativas muito válidos a Trincão e Alidou.

Por fim, o menino Julien de Sart explodiu de súbito assim que pisou o relvado de Alvalade. Na União de Santarém levava 3 golos marcados em 14 jogos.

Aqui, sendo utilizado em jogos mais acessíveis para poupar o Gyökeres ou entrando na fase final de jogos já decididos pelo mesmo motivo, faz o que se vê nesse print. Máquina!

 

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Aqui uma seleção de jogadores que também foram utilizados, mas que são tendencialmente terceiras escolhas para as suas respetivas posições.

 

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E para terminar, os números dos três guarda-redes da equipa principal.

E pronto, foi isto, espero que tenham gostado tanto quanto eu. Para a próxima temporada tenciono continuar a recuperação dos meus jogadores até ao patamar que muitos deles prometeram em tempos ou até ao que em tempos estiveram.

Não sei se tratei reforços para a equipa principal. Para já só tenho um punhado de jovens que me foram recomendados pelo scouting do clube. A vir alguém para a equipa principal, será algum deles ou qualquer hipótese de negócio inesperado que surja e seja demasiado bom para desperdiçar.

Voltarei em breve e viva o Sporting!

Atualização da sexta temporada do meu save, a primeira completa com o enorme Sporting Clube de Portugal.

Na época passada, entrei nos Leões em Novembro após cumpridas 11 jornadas apanhando-os em 17º lugar, como se recordarão. Ainda fomos a tempo de conquistar o título de campeão nacional e vencer a Taça de Portugal, uma dobradinha inesperada dado o atraso que levávamos.

Para este ano, o objetivo era vencer todas as competições internas e ir o mais longe possível na Liga dos Campeões. Não mexi muito no plantel, até porque depois do que fizemos o ano passado fiquei bem impressionado com a maioria dos jogadores - só precisavam de confiança para voltarem a jogar ao nível que deveriam dada a qualidade da maioria.

O principal trabalho a que me dediquei nesta fase foi arrumar a casa. O plantel que herdei tinha quase 60 jogadores, muitos deles na equipa B e ainda se tratavam dos jogadores de origem do Sporting B; sim, os Chicos Lambas, Diogos Cabrais, Franciscos Canários e outros que tais.

 

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Por isso, muitas das saídas que estão no print são desses jogadores cujo contratos terminavam e saíram a custo zero ou outros que, não terminando contrato, consegui colocação para eles mesmo que por valores bem modestos. A prioridade era livrar-me deles, por isso fiquei satisfeito com as suas saídas.

Da equipa principal saíram também vários jogadores que eram na sua maioria terceiras opções: casos do Geny, Sotiris, Samuel Justo, Pedro Ferreira, Nazinho e Luís Maximiano. Os únicos que saíram e preferia que tivessem permanecido foram o Pedro Álvaro e o Faride Alidou.

O primeiro era o terceiro central, não sendo titular era porém bastante sólido e fazia o seu trabalho, mas 15M por um suplente é um valor que não se pode desdenhar. Para o lugar dele promovi da equipa B o João Muniz, que também já fez alguns jogos comigo na equipa principal na época passada.

O Faride Alidou foi porque pouco depois da minha chegada ele pediu para sair. Na altura pedi-lhe para ficar com a promessa de o deixar sair se surgisse uma boa proposta. O rapaz foi a minha principal opção para a esquerda do ataque, marcou alguns golos e fez assistências. Contava com ele.

Infelizmente apareceu o Leipzig interessado nele. O valor de mercado dele era baixo, rondava os 12M, e os alemães ofereceram pouco mais do que isso. Optei por cumprir a minha palavra e deixá-lo ir. Ele também é alemão e vai para um dos grandes da Alemanha, é uma boa oportunidade para ele.

 

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Em termos de reforços, acabei por não trazer ninguém para a equipa principal. Todos os reforços foram pensados para a equipa B. O plano era jogarem lá um ano, evoluírem enquanto ajudavam a equipa B a subir para a Segunda Liga e talvez entrarem no plantel principal daqui a um ano.

A única excepção a isto acabou por ser o André Clovis Alves, extremo esquerdo (embora destro) brasileiro de 19 anos que foi direto para a equipa principal devido à saída do Faride Alidou.

Dos restantes falarei em futuras atualizações... excepto sobre o Guido de Paul, do qual ainda dedicarei umas palavras mais à frente, e do Luis Baeza. Este último é um jovem guarda-redes francês de 19 anos que o meu scouting pediu por tudo que o contratasse.

Ele até tem bons atributos, parece ser realmente muito promissor. Só que saiu-me uma fava: é pouco profissional, elemento disruptivo nos treinos e tem uma personalidade descrita em inglês como "rash" - que julgo que será algo como imprudente? Já dá para ter uma ideia.

Por causa disso acabei por contratar em Janeiro um guarda-redes veterano quase de graça apenas porque tem personalidade positiva e profissional para servir-lhe de mentor. Um tal de Mickael Haas. Se ajudar a meter-lhe juízo na cabeça já valerá a pena.

Para complementar as entradas, promovi ainda o regresso de dois jogadores que estavam emprestados: o médio Guilherme Santos e o avançado Gabriel Silva.

O primeiro teve pouco impacto na temporada. O outro é um avançado que foge às características que procuro num ponta-de-lança pois é pouco agressivo e fraco no jogo aéreo. É, porém, rápido com e sem bola e tem bom remate. Retreinei-o para ser avançado interior a partir da esquerda e ainda teve um bom papel na última fase da temporada quando tive uma vaga de lesões que me afastou vários avançados interiores, marcando alguns golos.

Mas passemos aos jogos e resultados, que é isso que a malta quer.

 

Supertaça

 

A primeira competição da temporada costuma ser a Supertaça. Nesta fase do save por qualquer motivo que me ultrapassa é disputada já com o campeonato a decorrer, mas como foi a primeira competição a ser concluída começo por aqui.

O adversário foi o Braga, apurado enquanto vice-campeão da Taça de Portugal - já que nós vencemos no ano passado tanto a Primeira Liga como a Taça de Portugal. E se no ano passado os goleámos no Jamor, desta vez a tarefa foi bem mais complicada.

 

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Não que o jogo tenha sido equilibrado, porque as estatísticas falam por si, mas porque decidimos complicar na hora da finalização. O Braga chegou à vantagem na primeira parte e passámos o resto do jogo a correr atrás do prejuízo. Criámos diversas ocasiões de golo, mas fomos desperdiçando-as.

A certo ponto temi seriamente que perdêssemos o jogo, a tal ponto que fiz algo que raramente faço: mudei a mentalidade de "Control" para "Overload".

A minha táctica está feita para jogar em "Control", enrolando o adversário no nosso carrossel a meio-campo até cometerem um erro na pressão que abra buracos que possamos explorar. Jogar em "Overload" é contraproducente porque os jogadores vão para cima do adversário antes de esses buracos aparecerem, o que deita por terra a estratégia - como se costuma dizer, a equipa vai com demasiada sede ao pote.

Mas como o Braga também não estava a sair lá de trás, foi isso que fiz e o Hannibal lá empatou o jogo à entrada do quarto de hora final num remate à entrada da área. Continuámos a criar ocasiões até final, mas o festival de desperdício manter-se até ao apito final.

Curiosamente, o que falhámos nos 90 minutos regulamentares corrigimos logo no primeiro lance do prolongamento, quando o puto Julien de Sart, nessa altura já em campo no lugar do desinspirado Viktor Gyökeres, marcou o golo que nos deu uma mais que merecida vantagem.

Foi mais difícil do que deveria ter sido, mas o primeiro troféu desta temporada veio mesmo para Alvalade. Um conquistado, quatro por conquistar.

 

Primeira Volta

 

A primeira volta estendeu-se até 07 de Janeiro de 2029 e incluiu, além das primeiras 17 jornadas da Primeira Liga, jogos para a Liga dos Campeões, Taça de Portugal e Taça da Liga - e a já falada Supertaça. Foram, no total, 29 jogos em 5 meses.

 

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O saldo, como se vê, foi positivo apesar de ter saído frustrado de alguns jogos.

A temporada começou com um Clássico contra o Porto em Alvalade. Começa a ser tradição entrar a perder contra os Dragões e neste jogo não foi excepção: João Soeiro, jovem prodígio do ataque do Porto, marcou logo nos minutos iniciais.

Fomos globalmente superiores, mas só na segunda parte demos a volta ao marcador graças a dois golos de Francisco Trincão.

A esta vitória seguiram-se várias outras até ao primeiro desaire da temporada na deslocação a Faro.

Vínhamos de cinco vitórias na Primeira Liga com apenas dois golos concedidos, mas de alguma forma aos 10 minutos de jogo no Estádio de São Luís já perdíamos 2-0. Não sei se a vitória na Supertaça três dias antes, num jogo com prolongamento, teve algum efeito, mas voltámos a Lisboa com uma derrota na bagagem.

A equipa marcou passo mais três vezes até ao final da primeira volta: primeiro na recepção ao Benfica, onde entrámos a perder e só lográmos salvar um ponto; depois com dois empates em Barcelos, um deles para a Taça da Liga.

Aparte estes percalços somámos por vitórias todos os restantes jogos, incluindo os das Taças internas e da Liga dos Campeões. Destes falarei mais à frente; para já importa apenas realçar que...

 

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... liderávamos a Primeira Liga no final da primeira volta.

A vantagem de 6 pontos nesta fase enganava um pouco. Após aqueles empates com Benfica e Gil Vicente estivemos em 2º lugar atrás de um Vitória SC que durante muito tempo tinha por vitórias todos os jogos excepto a derrota contra nós.

Por fim lá quebraram um pouco, também porque o calendário deles tornou-se mais difícil nos últimos jogos da primeira volta, e conseguimos voltar à liderança e construir uma almofada de segurança para a perseguição.

Sobre as outras equipas, realce para mais uma temporada atroz do Benfica de Roger Schmidt, que de alguma forma vai-se aguentando sem ser despedido; e a posição da União de Santarém, que por esta altura preocupava-me bastante.

 

Mercado de Janeiro

 

O mês de Janeiro é sempre um terror. Temos a equipa montada para a temporada assente num conjunto de jogadores já rotinados, mas e se algum tubarão surge a tentar levar alguma das nossas pérolas?

E eles tentaram. Por exemplo, o Liverpool ofereceu 28M pelo Hannibal, o que interpretei como um insulto dado ele estar avaliado em quase 40M. Os representantes do Bétis apareceram em Alvalade pelo Trincão com 22M na mala, nem sequer os deixei entrar no estádio.

Das restantes propostas cito apenas aquela que acabei por aceitar: o Hoffenheim contratou o João Muniz por 23M. O rapaz era o terceiro central desde a saída do Pedro Álvaro no Verão e cumpriu quando foi chamado, mas duvido que alguma vez viesse a ser titular por cá.

O valor oferecido foi bom e deixei-o ir. Para o lugar dele filtrei as recomendações do meu scouting até ficar com dois nomes: Armel Bella-Kotchap, central alemão de 27 anos do Man Utd; e Jona Wessig, central alemão de 21 anos do Union Berlin.

Não havia grande diferença entre eles em termos de atributos e ambos estariam disponíveis por valores próximos dos 20M. A escolha recaiu no Jona Wessig simplesmente porque é mais jovem e poderá ter maior margem para evoluir.

 

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Nesta fase estou já a pensar no futuro do Sporting. O Ezri Konsa tem 31 anos e o Maxence Lacroix vai com 29 anos. O Bella-Kotchap era ligeiramente melhor no presente, mas é pouco mais jovem do que eles, pelo que o Wessig pareceu-me melhor opção no futuro.

Veio por 18,75M, o que deu um saldo positivo de 4,25M na troca João Muniz pelo Jona Wessig.

De resto, para a equipa principal contratei apenas o Mickael Haas que será o terceiro guarda-redes da equipa e veio com a única função de servir de mentor para o jovem Luis Baeza, como já tinha referido.

A maioria das movimentações acabou por acontecer na equipa B. Libertei espaço com a saída de vários dos excedentários que ainda por lá estavam desde o início do save, e que por esta altura obviamente nunca vão dar em nada, e trouxe 16 jovens reforços.

Sim, 16. Gastei um total de 25M nestas contratações, o que deu em média pouco mais de 1,5M por cada um. Eram jovens na sua maioria portugueses e o único critério foi a recomendação do meu scouting.

Nenhum deles é material para a equipa principal de momento e muitos foram emprestados porque nem para a Liga 3 davam no imedisto, mas se quatro ou cinco derem craques já compensa.

 

Taça da Liga

 

A segunda competição a ser decidida foi a Taça da Liga. É uma competição que ainda não venci, mas também não me preocupo com ela e aproveitei para rodar quase todos os jogadores, inclusivé lançando um punhado de jovens da equipa B.

Ainda assim, e como viram nos prints, vencemos o Portimonense por 3-0 e empatámos em Barcelos. A miudagem até se bateu bem. Claro que o empate em Barcelos deixou-nos dependentes do resultado do Gil Vicente contra o Portimonense: se vencessem por 3 golos, seriam eles apurados para a Final Four.

No entanto...

 

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Isso não aconteceu e avançámos nós para a Final Four da Taça da Carica, juntamente com Boavista, Porto e Braga.

O sorteio ditou que o nosso adversário na Meia-Final seria o Boavista.

Na Fase de Grupos não dou grande importância a esta competição, mas chegando-se à Final Four isto é para ganhar, pelo que fui na máxima força rodando apenas o guarda-redes: troquei o habitual titular André Gomes pelo Mile Svilar.

 

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E com a equipa na máxima força e num dia de grande inspiração, levámos o Boavista à frente. O Viktor Gyökeres marcou quatro e poderia ter marcado mais, o Trincão fez o que quis da defesa axadrezada, enfim, é o que se vê no print.

Ultrapassado o Boavista, faltava a final. O nosso adversário foi o Porto, os quais bateram o Braga na outra Meia-Final.

Fui com o mesmo onze e...

 

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... o Porto nem conseguiu tirar a matrícula do camião que os atropelou. Viktor Gyökeres e Francisco Trincão de novo em grande forma, este último marcando uma vez e assistindo para vários dos outros golos e justamente considerado o melhor em campo.

Tamanha foi a sua exibição que a imprensa elogiou-o, tendo ele realçado a importância do treinador na boa forma que atravessa nesta fase da sua carreira.

 

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Meu menino Trincão ❤️

A Taça da Liga era a última competição interna que me faltava vencer pelo Sporting. Pouco mais de um ano desde a minha entrada em Alvalade, está feito o pleno!

Dois troféus conquistados, três por conquistar.

 

Taça de Portugal

 

A campanha na Prova Rainha dividiu-se em duas fases bem distintas: uma primeira acessível e uma segunda em que nos abriram os portões do inferno.

Os primeiros três jogos já apareceram nos prints dos resultados da primeira volta. Vencemos Real, Estoril e Tondela sem dificuldades de maior e com isso chegámos aos Quartos-de-Final.

Adversário? Benfica, no Estádio da Luz.

Fui para este jogo com algum receio. O Benfica atravessa uma fase terrível, mas um Derby é sempre um Derby e eles têm muita qualidade individual. Basta um dia mau nosso e um bom deles para deitar por terra uma competição quando se joga tudo em 90 minutos.

 

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Mas não precisava. Fomos lá dominá-los e vergá-los a mais uma humilhação. Em dois jogos no Estádio da Luz como treinador do Sporting tenho duas vitórias, sete golos marcados e nenhum sofrido.

Aliás, as ondas de choque desta goleada foram tais que Rui Costa, presidente encarnado, finalmente encontrou a motivação para tomar uma decisão que já tardava.

 

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E agora perguntam-se vocês: para quem se virou o Benfica na perspetiva de dar início a um novo ciclo depois da era de Roger Schmidt, líder dos lisboetas durante os últimos seis anos e meio?

Vocês não vão acreditar, tal como eu não acreditei quando vi isto saltar no menu das notícias...

 

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Como é que diz o ditado popular? Se não consegues vencê-los, rouba-lhes o treinador? Não, não é bem isto... mas foi o que o Benfica tentou fazer.

O que lhes passou pela cabeça para acreditarem que eu trocaria o Sporting pelo Benfica, não faço ideia, mas rejeitei a proposta, obviamente.

Depois da minha nega demoraram quase um mês a optar pelo novo treinador, acabando por recrutar o Marco Silva... como treinador interino!!!

 

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São Marco da Amoreira os ajude...

Bem, passámos às Meias-Finais da Taça de Portugal e o sorteio já tinha ditado que defrontaríamos a duas mãos o vencedor do Leça v Porto.

Já estão a ver aonde isto foi dar, certo?

 

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A primeira mão disputou-se no Dragão e ao intervalo perdíamos 2-0. Os dois golos foram marcados pelo jovem avançado João Soeiro, que por esta altura já me marcou alguns três ou quatro golos. O puto é rápido como uma flecha a fugir aos meus defesas...

Um puxão de orelhas ao intervalo serviu para a minha equipa reagir como se lhes exigia e o Viktor Gyökeres puxou dos seus galões de capitão para mostrar o caminho. O golo da vitória surgiu em cima do minuto 90 com o Trincão na cara do Diogo Costa a não perdoar.

Isto foi uma vitória daquelas que dá gosto. Tivemos enorme personalidade e resiliência a reagir a uma situação muito adversa. Ao intervalo a eliminatória parecia muito tremida, mas em apenas 45 minutos virámo-la a nosso favor.

Só faltava confirmar na segunda mão a presença no Jamor...

 

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... o que foi feito com mais uma goleada sobre os dragões.

Depois dos 4-0 na final da Taça da Carica, 4-1 em Alvalade para a Taça de Portugal com Trincão e Hannibal em enorme destaque - ambos já tinham marcado ao Porto esta época e continuam a mostrar gosto pela baliza dos nossos rivais nortenhos.

Eliminados Benfica e Porto, não restava mais nenhum grande para defrontar no Jamor. O nosso adversário em Maio será o Nacional, que venceram a outra Meia-Final e farão parte da habitual festa e confraternização na Mata Nacional do Jamor.

Mais sobre isto mais à frente.

 

Liga dos Campeões - Road to Lisbon

 

A Liga dos Campeões 2028/29 teria final em Lisboa, no Estádio da Luz. A hipótese de jogar uma final na nossa cidade, mesmo que no terreno do maior rival, deu-nos a motivação para uma Fase Regular que roçou a perfeição.

 

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Terminámos esta fase na liderança da competição, o que nos garantiu o apuramento direto para os Oitavos-de-Final - escapando assim ao Playoff destinado aos clubes que terminam entre as 9ª e 24ª posições.

O calendário também não foi muito adverso, diga-se. Sturm Graz, Valencia, Genk, Fenerbahçe e Atalanta eram adversários perfeitamente ao nosso alcance e saldaram-se em cinco vitórias. O Leipzig não era fácil, em especial porque jogámos fora de casa, mas também vencemos.

Os dois jogos mais difíceis foram contra duas das maiores equipas inglesas da atualidade.

 

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A primeira foi o Liverpool. Vieram a Lisboa e não sei ao certo o que lhes aconteceu, mas foram passados a ferro de uma forma que nem um Arouca da vida.

Eles até vieram com a maioria dos jogadores principais. Não me parece que eles sejam piores do que nós, porque não são. Foi um daqueles jogos em que tudo nos correu bem, é aproveitar.

 

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A segunda foi o Manchester City. Foi esta a nossa única derrota na Fase Regular da Liga dos Campeões, embora tenhamos dado uma boa réplica.

Sim, é uma vitória moral, mas deu para perceber que conseguimos bater-nos com as equipas mais fortes da Europa e foi com essa motivação que fomos para os Oitavos-de-Final da Liga Milionária.

E o nosso primeiro adversário foram os vizinhos verdes da Andaluzia.

 

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O Bétis nunca esteve sequer perto de nos causar dores de cabeça.

A primeira mão em Sevilha foi completamente dominada por nós, embora tenhamos acabado por sofrer um golo contra a corrente no último minuto do tempo regular que foi um balde de água fria.

A segunda mão confirmou a superioridade que já tínhamos demonstrado no Benito Villamarín e foi com naturalidade que o resultado se foi avolumando - só na primeira parte já levávamos quatro golos de vantagem. Mais uma vez, Gyökeres e Trincão foram as estrelas.

Avançámos para os Quartos-de-Final sabendo que já só sobravam tubarões entre nós e a final na Luz.

De entre eles, foi o Paris Saint-Germain quem se nos opôs.

 

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Não é um cenário comum, mas ambas as equipas venceram fora de casa. Como dá para perceber pelas estatísticas, foi uma eliminatória equilibrada - basta ver a posse de bola e os remates efetuados.

Em Alvalade a figura foi o ex-Benfica, Gonçalo Ramos. Abriu o ativo na primeira parte, antes de o Gyökeres ter empatado o jogo, e depois marcou um golaço a 45 metros da baliza, aproveitando o adiantamento do André Gomes para lhe meter uma chapelada.

Por esta altura não tinha grandes esperanças na reviravolta, mas a equipa foi a Paris fazer uma jogatana quase perfeita. E digo quase porque um mau passe do Ezri Konsa, tantas vezes herói, isolou o Mbappé e permitiu aos parisienses levar isto a prolongamento.

No prolongamento nada se especial se passou e o jogo foi para desempate por penalidades. Nos dois que tive até agora da marca dos onze metros pelo Sporting, perdi ambos - na Taça da Liga contra o Benfica e na Liga Europa contra a Roma, os dois na época passada.

Não haveria duas sem três ou à terceira seria de vez?

 

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À terceira foi de vez! O Ian Maatsen ainda permitiu uma defesa ao Donnarumma, mas o André Gomes defendeu duas penalidades, a última das quais era a derradeira da série e deu-nos o apuramento para as Meias-Finais da Liga dos Campeões Europeus.

De realçar que ao chegarmos a esta fase já batemos a melhor prestação de sempre do Sporting na prova. No nosso caminho para uma também inédita final sobrava um adversário, e um que é um habitual pesadelo para os Leões de Portugal.

O adversário chama-se Bayern...

 

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... e desta vez fomos nós o pesadelo!

Isto até começou mal. Entrámos em campo atarantados, o Bayern marcou cedo e criou várias ocasiões mais que felizmente, por sorte e algum mérito do André Gomes, não se concretizaram em golos.

Ao intervalo fiz uma coisa que não costumo fazer. Para quem não souber, a palestra ao intervalo no Mobile tem três opções: Upbeat, Satisfied e Unhappy. Costumo recorrer apenas ao Satisfied ou Unhappy conforme esteja satisfeito ou insatisfeito, como é evidente.

Desta vez recorri ao Upbeat, dado que os jogadores estavam meio perdidos e confusos. Foi uma forma de lhes dizer "calma, nem tudo está perdido, o importante é que ninguém se aleijou".

E a mensagem parece ter sido bem recebida, pois na segunda parte foi tudo diferente. Ezri Konsa de cabeça, Gabriel Silva e Viktor Gyökeres deram a vitória ao Sporting e deixaram-nos com pé e meio na final.

Faltava apenas não implodir na segunda mão, o que seria a coisa mais à Sporting que conseguiria imaginar, mas a equipa esteve à altura das circunstâncias e goleou os alemães - com a curiosidade de os golos terem sido pelos mesmos marcadores da primeira mão.

E com isto carimbámos o passaporte para a final. Bem, não literalmente pois a final seria em Lisboa, mas percebem a ideia.

O adversário?

 

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Não poderia ser bom presságio que o nosso adversário seja a equipa que habitualmente vence a Liga dos Campeões por diversão, mas foi o que nos saiu na rifa.

Já voltarei ao tema Liga dos Campeões. Para já, vamos fechar contas com a Primeira Liga, que aquando dos jogos contra o Bayern já estava na sua reta final.

 

Segunda Volta

 

Deixei isto para o final para não spoilar os jogos das Taças e principalmente da Liga dos Campeões.

No final da primeira volta levávamos seis pontos de vantagem para o Porto. O calendário não seria fácil, incluindo deslocações ao Dragão, à Luz, a Guimarães e a Braga. Havia muitas armadilhas prontas a fazer-nos tropeçar e deitar por terra a corrida para o título.

Como nos saímos?

 

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A segunda volta começou com um jogo que em teoria seria fácil, mas foi terrível. Recebemos o Portimonense e fomos desperdiçando golos até que aos 90+3 minutos o jovem André Clovis Alves rematou cruzado para o fundo das redes.

Esta vitória foi essencial para nos permitir manter a vantagem pontual para o Porto, que foi o adversário seguinte.

 

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Mais uma vez entrámos a perder contra o Porto, e de novo com um golo do João Soeiro que por esta altura parece ter qualquer coisa contra nós, já que é quase sempre ele a marcar-nos.

Na segunda parte veio a nossa reação.

Viktor Gyökeres, após rodopiar sobre um adversário antes de rematar cruzado, e Hannibal aos 86 minutos, num remate de ressaca em zona frontal já dentro da área após um primeiro remate bloqueado do André Clovis Alves, deram-nos nova vitória sobre o Porto.

Estas duas vitórias deram-nos ímpeto e nos meses seguintes somámos por vitórias todos os jogos para a Primeira Liga, incluindo esta beleza.

 

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Três jogos na Luz, três goleadas, dez golos marcados e nenhum sofrido. Bem-vindo ao Derby Eterno, Marco Silva!

(este foi o primeiro Derby do Marco Silva como treinador do Benfica)

Terminámos a temporada com 28 jogos consecutivos sem derrotas na Primeira Liga, dos quais os últimos 21 foram vitórias, o que significa aquilo em que estão a pensar.

 

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O Sporting Clube de Portugal é bicampeão nacional, somando o seu 26º título de Campeão Nacional - ou 22º título da Primeira Liga, conforme prefiram.

Os números não mentem. Foram 95 pontos em 34 jogos (2,79 por jogo), 100 golos marcados (2,94 por jogo) e apenas 17 sofridos (0,5 por jogo), 23 pontos de vantagem para Vitória e Porto e 55 para o Benfica, que terminou num impensável 10º lugar.

No final da primeira volta estava preocupado com a União de Santarém, mas a segunda volta correu-lhes bem e terminaram num tranquilo 9º lugar - à frente do Benfica! - e assim prosseguem o trabalho que iniciei por lá para os cimentar entre a elite do futebol português.

Para concluir quanto ao campeonato e voltar aos dois jogos em falta, só referir que também a minha equipa B esteve em grande.

 

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A miudagem conquistou o título da Liga 3 e vai para a Segunda Liga, o que é importante para dar maior rodagem à juventude e prepará-los melhor para no futuro subirem à equipa principal.

E, já agora, diga-se que as prestações de dois ou três jogadores da equipa B ao longo da época convenceram-me a promovê-los ao plantel principal na próxima temporada, mas isso ficará para uma futura atualização.

Por agora passemos às duas finais em falta para concluir a temporada.

 

Final da Liga dos Campeões

 

Era chegado o dia 26 de Maio de 2029. O Sporting estreava-se numa final da Liga dos Campeões e, ironia do destino, logo na casa do seu maior rival histórico: o Estádio da Luz.

O adversário era o Real Madrid, recordista de títulos na prova maior do futebol de clube europeu com 14 títulos, o último dos quais conquistado em 2022.

Sobre este Real Madrid, diga-se que fazia uma temporada praticamente imaculada. Para terem uma ideia, vejam a classificação desta temporada na Liga Espanhola.

 

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Olhando para esta classificação dá logo para perceber que o Real Madrid deve ser uma equipa extremamente coesa - 14 golos sofridos em 38 jogos é a todos os títulos um registo impressionante.

Fácil não seria, de certeza, mas chegados aqui teríamos de dar o litro para conseguir o inédito feito de conquistar a Liga dos Campeões.

 

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Da nossa parte nenhuma surpresa. Este tem sido o meu onze de gala, aquele a quem recorro sempre que possível em jogos com maior grau de dificuldade.

Caso tenham dúvidas, o #8 é o Mateus Fernandes e o #11 é o Afonso Moreira, dois meninos de Alcochete que são atualmente dos meus melhores e mais confiáveis jogadores do plantel.

 

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Do lado do Real Madrid ainda sobram muitos dos jogadores do plantel original.

Dos reforços, o lateral direito é o Reece James, o Francés é um central que começou o save como uma jovem promessa, o Scalvini toda a gente deve saber quem é e o Ndour é mesmo aquele em que estão a pensar, evoluiu imenso e está um senhor jogador.

Ah, e o avançado é o Elye Wahi que na realidade é uma jovem promessa do Montpellier.

O jogo começou com enorme equilíbrio, o que seria a nota dominante ao longo de toda a partida. Aliás, parece-me que tanto o Real Madrid como nós privilegiamos um futebol de controlo dos ritmos do jogo, o que se saldou em 90 minutos com pouco para contar.

A partida arrastava-se sem motivos de interesse quando uma transição rápida do Real Madrid permitiu ao Wahi quebrar o nulo no marcador, estavam jogados 25 minutos.

Ainda nós estávamos a lidar com a súbita desvantagem quando o mesmo Wahi ganhou as costas da nossa defesa e fez o segundo. À meia hora perdíamos 2-0, e as estatísticas davam 2-1 em remates feitos.

A partir daqui o jogo tornou-se muito difícil para nós. O Real Madrid confirmou a minha sensação de ser uma equipa muito sólida e não dava espaços. O tempo foi passando e tornou-se claro que a orelhuda iria para Madrid.

Não vale a pena fazer suspense, foi mesmo isso que aconteceu.

 

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A meio da segunda parte, dado que não estávamos a conseguir sobrepor-nos aos espanhóis, tentei em desespero alterar a mentalidade de "Control" para "Overload", mas não fez diferença.

O Real Madrid foi o campeão europeu e para nós sobrou a estreia numa final da Liga dos Campeões. Foi um sonho bonito, mas a realidade bateu-nos na cara com força. Fica para uma próxima.

Efeitos práticos da nossa campanha foi a subida de Portugal no ranking europeu. No início da época estava assim.

 

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No final da temporada, subimos ao 5º lugar por troca com Alemanha e Turquia e Portugal voltará a ter quatro elementos na Liga dos Campeões.

 

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Portugal foi mesmo o país com melhor coeficiente na temporada e quero acreditar que foi graças a nós, pois nenhuma outra equipa passou os Quartos-de-Final das suas respetivas competições.

Para o ano há mais.

 

Final da Taça de Portugal

 

Para concluir a temporada fomos ao Jamor defrontar o Nacional.

 

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Num Estádio Nacional a rebentar pelas costuras, foi o Nacional a pagar a fatura pela derrota poucos dias antes contra o Real Madrid.

A temporada ia longa e o Viktor Gyökeres cedeu por fim ao desgaste, tendo saído lesionado ainda durante a primeira parte. A lesão levaria três semanas a ser ultrapassada, mas não havia mais jogos a disputar.

O Trincão terminou o ano como começou, a marcar dois golos, que surgiram numa fase em que o Nacional já tinha baixado os braços após um auto-golo madrugador e mais um de Ezri Konsa, que tem uma capacidade inacreditável de aparecer em jogos importantes.

Quatro troféus conquistados, ficou um por conquistar.

 

Estatísticas Individuais e Curiosidades

 

Deixo os habituais prints com as estatísticas habituais.

 

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Estes foram os meus principais dez jogadores de campo, ou pelo menos os que mais vezes foram titulares.

Quem tiver visto os prints dos jogos não ficará admirado ao ver que Francisco Trincão e Viktor Gyökeres foram as principais figuras ofensivas da equipa.

O sueco e capitão marcou impressionantes 43 golos e fez 14 assistências em 54 jogos, sendo importante notar que muitas destas presenças não foram como titular. É a melhor temporada dele tanto no Sporting como na carreira.

O Trincão fez 36 contribuições diretas para golo, incluindo 21 golos que são números notáveis para um extremo - ou avançado interior como prefiro chamar-lhe.

O Afonso Moreira tem números um pouco mais modestos do que ele, mas ainda assim bastante sólidos, e o Hannibal excedeu-se em relação ao ano passado, o que é normal dado que esta foi a primeira época completa que fez por cá.

Os laterais e o Morten Hjulmand fizeram várias assistências e o Ezri Konsa também concluiu com um bom registo de golos, muitos deles em jogos importantes.

 

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Estas foram as principais segundas linhas do meu plantel.

Dois jogadores chamam de imediato a atenção: o Fatawu que foi sempre uma alternativa de elevada qualidade ao Trincão, e o Julien de Sart que marcou 18 golos apesar de ser suplente do Gyökeres.

Os restantes também tiveram bons números, o que mostra que pude confiar sempre nas segundas linhas da minha equipa, mas chamo a atenção para o André Clovis Alves que com apenas 20 anos teve 11 contribuições diretas para golo.

A este menino falta apenas ser mais consistente e alguma desenvoltura no momento do remate, mas é normal que ainda esteja a ganhar ambos dado ter sido a sua primeira temporada em Portugal.

Recordo que ele chegou no início da época e era para ter ido para a equipa B, mas a saída inesperada do Faride Alidou levou-me a promovê-lo de imediato.

 

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Aqui uma lista de mais alguns jogadores que também tiveram a sua contribuição, mas não foram apostas regulares - excepto o André Gomes, que foi o guarda-redes titular.

Daqui destaco dois jogadores:

- o Gabriel Silva, que é ponta-de-lança mas que não tem as características que procuro para essa posição; adaptei-o a avançado interior esquerdo e ainda foi a tempo de mostrar serviço na fase final da época, inclusive marcando dois golos ao Bayern.

- o jovem Guido de Paul, que fez a temporada quase toda na equipa B e foi promovido na fase final da temporada quando perdi o Fatawu por lesão durante alguns jogos; a performance dele foi excepcional e garante a presença dele na equipa para o ano.

De resto, a maioria dos que aí estão são miúdos da equipa B e alguns para o ano farão parte da equipa principal: além do Guido de Paul, também o Ângelo de Carvalho Santos, o Eduardo Felicíssimo e o Boubacar Doumbia.

Para concluir, três curiosidades.

 

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Fui considerado o melhor treinador português do ano.

 

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O Ricardo Sá Pinto foi contratado para selecionador nacional e não tirei print da notícia, mas o Roger Schmidt retirou-se depois de ser despedido do Benfica.

Pronto, foi isto a sexta temporada do meu save. Fica alguma frustração por ter perdido a Liga dos Campeões na final, mas no global não foi uma má campanha.

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Boas malta.
Falta de tempo e problemas no portátil levaram-me a abandonar o meu save do Catania. Ando com "dificuldades" a escolher um clube/país para começar.
Mas queria algo por estas ligas/países:

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Ideias?

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Citação de PequenoGenio, há 2 minutos:

Boas malta.
Falta de tempo e problemas no portátil levaram-me a abandonar o meu save do Catania. Ando com "dificuldades" a escolher um clube/país para começar.
Mas queria algo por estas ligas/países:

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Ideias?

Real Massama ou Valadares Gaia só para mostrar que não é o Canelas que pode fazer sucesso. 

Forrest Green Rovers

Ryukyu

Vitesse, vai ser relegado para as distritais. 

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Citação de Banks29, há 3 minutos:

Real Massama ou Valadares Gaia só para mostrar que não é o Canelas que pode fazer sucesso. 

Forrest Green Rovers

Ryukyu

Vitesse, vai ser relegado para as distritais. 

uma das equipas de Yokohama que não o Marinos, tanto o Yokohama FC  como o YSCC são fan owned e vais tentar ser maior que o grande rival.

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Citação de Cannonball, há 2 horas:

uma das equipas de Yokohama que não o Marinos, tanto o Yokohama FC  como o YSCC são fan owned e vais tentar ser maior que o grande rival.

 

Citação de Banks29, há 2 horas:

Real Massama ou Valadares Gaia só para mostrar que não é o Canelas que pode fazer sucesso. 

Forrest Green Rovers

Ryukyu

Vitesse, vai ser relegado para as distritais. 

Também estou mais inclinado em começar no Japão. Duvida se na J3 ou J2. Queria um clube que tivesse boas condições de jovens principalmente

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Vamos à National League! Na realidade até deveriamos ter 41 pontos, mas o ultimo jogo era contra o Melville United, já estavamos qualificados e levei muitos dos backups... perdemos 3-2!

 

Agora vem o mais dificil:

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9 jogos, os 2 primeiros jogam a Grand Final e qualificam-se para a OFC Champions League. Acho que ainda não tenho equipa para isso, mas é a primeira tentativa de chegar à champions league - sendo que chegando vamos sempre ser um dos favoritos.

Editado por Cannonball

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Faltam jogos e a corrida está apertada:

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Editado por Cannonball

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Não ganhamos o campeonato mas vamos à OFC Champions League! O formato da Champions aqui é diferente dos outros paises: os 2 clubes de cada pais que se qualificaram jogam um playoff e depois vai um clube por pais à fase de grupos - ou seja, na proxima epoca temos que ganhar ao Auckland Utd, e o resto dos clubes, mesmo na fase final devem ser mais acessíveis.

 

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acho que finalmente vou largar o 4231 pela primeira vez desde o fm21, fiz este 433 na pré época e gostei bastante, primeiro jogos da época está totil, dei 7-2 ao Chelsea na Supertaça Europeia, na liga vou com 27 golos marcados e 3 sofridos em 6 jogos. Sinto a equipa muito mais segura defensivamente, porque o meu 4231 apesar de até ser relativamente bom na defesa ainda sofria demasiados golos para o meu gosto, ofensivamente tou a gostar mais disto, noto mais soluções por parte da equipa, contra equipas demasiado compactas (ou seja praticamente todas da liga) notava muita dificuldade (com o 4231) e tinha que fazer várias alterações durante o jogo e equipa usava demasiado o cruzamento. Outra coisa que não gostava no 4231 é que já em fms anteriores ele parecia só funcionar na liga portuguesa, sempre que a testava no estrangeiro era muito mais dificil, hei de testar esta se continuar assim. Estes resultados é possível que estejam bastante enviesados já que o meu plantel já só é composto por regens bombados pa cacete.

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