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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

Publicações recomendadas

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1 em 6 acheived. A OFC Champions league é nossa:

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Assim deixo o Waiheke United como uma das 4/5 melhores equipas da Nova Zelandia, com um plantel ao nivel da League 2, capaz de lutar por titulos, a ver quanto tempo se mantêm assim. Agora demito-me à procura de um clube asiático.

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Citação de xicantonio, Em 01/04/2024 at 10:42:

Outubro, Gyokeres ganha a Bola de Ouro
Novembro, Gyokeres não faz parte daquela lista dos 50 melhores jogadores
Dezembro, Gyokeres ganha o prémio da FIFA

🤷‍♂️

Um é reputação, o outro é performance

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No Bangkok United ofereceram-me 20M de budget para transferencias 😄 Resultado, esta é a última convocatória da Tailândia. Como entramos a 2/3 da época, em quinto, a 10 pontos do primeiro, já não devemos ir a tempo de ganhar a liga este ano, mas acho que para o ano...

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Editado por Cannonball

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jogar com o bilbao é impossível sem estar em constante stress, não faz bem a uma pessoa 😂

voltei ao save que tinha do AZ, mudei a tática para a nova época, e.....

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Citação de PequenoGenio, Em 03/04/2024 at 11:51:

Boas malta.
Falta de tempo e problemas no portátil levaram-me a abandonar o meu save do Catania. Ando com "dificuldades" a escolher um clube/país para começar.
Mas queria algo por estas ligas/países:

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Ideias?

Japão 😎

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Citação de Erwin, há 4 horas:

jogar com o bilbao é impossível sem estar em constante stress, não faz bem a uma pessoa 😂

voltei ao save que tinha do AZ, mudei a tática para a nova época, e.....

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......

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Isto de ganhar as champions de todas os continentes está a andar mais depressa que esperava - estou com o Bangkok United com um pé nas meias, onde devo jogar provavelmente com o Kashima Antlers, que é dificil mas teoricamente acessível, para depois na final apanhar um dos clubes sauditas, por isso se chegar lá apanho com uma destas opções:

1 - van Dijk, Alaba, Casemiro, Al Musrati, Grealish, Sané;

2 - Süle, Skriniar, Zaccagni, Son, Abel Ruiz

3 - Akanji, Calabria, Marquinhos, Zambo Anguissa, Kimmich, Milinković-Savić

Se apanhar a caga do ano e ganhar, devo ir para Africa ou America do Norte a seguir?

Editado por Cannonball

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Previsões completamente erradas :D, o Port chapou 5 ao Kashima na segunda mão das Quartas, e o Shabab dos UAE ganhou aos Sauditas todos... e nós ganhamos a final em golos fora 😄 Agora vem a decisão, proximo passo? America do Norte ou África?

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Citação de Quintero, Em 06/04/2024 at 17:25:

@JC3 podes postar a tática que estás a usar na Sociedad? Ainda é o 433?

Boas. Desculpa só responder agora. É um 4231. Encontrei na net, vou apenas alterando funções e a mentalidade dependendo dos adversários ou das contratações/vendas.

Vou mandar-te por MP.

Época 2028/2029

Depois de 5 épocas na Real Sociedad e de 11 títulos conquistados (4x La Liga, 2x Copa del Rey, 2x Champions, 1x Supercopa Espanha, 2x UEFA Super Cup), decidi mudar de ares.

Surgiu uma proposta do Arsenal para substituir o Ancelotti que saiu para o Milan.

Venceram 5 troféus nas últimas 5 épocas, sendo um deles a Premier League. Os restantes foram Taça de Inglaterra / Taça da Liga e Community Shield.

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Primeiro jogo foi contra o Nottm Forest.

Xabi Alonso deixou o Liverpool para assumir a Real Sociedad. E o primeiro jogo desta champions contra a minha antiga equipa correu otimamente. Apenas lhes disse para vingarem a derrota que sofremos no último jogo contra eles na época passada sendo que o treinador adversário era...eu.

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Editado por JC3
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2029/2030 Vanarama National League South - Sport London e Benfica

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Pronto mais uma subida 😁

Queria atualizar mais para vos mostrar isto que fiz na FA Cup na época que estou atualmente:

2030/2031

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O Hull é da Premier League (20º mas conta😁)

Não sei como aconteceu mas aconteceu.

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Aqui não vai acontecer mas pelo menos vou ganhar um bolo da bilheteira.

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Citação de Black Hawk, Em 02/04/2024 at 22:47:

Atualização da sexta temporada do meu save, a primeira completa com o enorme Sporting Clube de Portugal.

Na época passada, entrei nos Leões em Novembro após cumpridas 11 jornadas apanhando-os em 17º lugar, como se recordarão. Ainda fomos a tempo de conquistar o título de campeão nacional e vencer a Taça de Portugal, uma dobradinha inesperada dado o atraso que levávamos.

Para este ano, o objetivo era vencer todas as competições internas e ir o mais longe possível na Liga dos Campeões. Não mexi muito no plantel, até porque depois do que fizemos o ano passado fiquei bem impressionado com a maioria dos jogadores - só precisavam de confiança para voltarem a jogar ao nível que deveriam dada a qualidade da maioria.

O principal trabalho a que me dediquei nesta fase foi arrumar a casa. O plantel que herdei tinha quase 60 jogadores, muitos deles na equipa B e ainda se tratavam dos jogadores de origem do Sporting B; sim, os Chicos Lambas, Diogos Cabrais, Franciscos Canários e outros que tais.

 

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Por isso, muitas das saídas que estão no print são desses jogadores cujo contratos terminavam e saíram a custo zero ou outros que, não terminando contrato, consegui colocação para eles mesmo que por valores bem modestos. A prioridade era livrar-me deles, por isso fiquei satisfeito com as suas saídas.

Da equipa principal saíram também vários jogadores que eram na sua maioria terceiras opções: casos do Geny, Sotiris, Samuel Justo, Pedro Ferreira, Nazinho e Luís Maximiano. Os únicos que saíram e preferia que tivessem permanecido foram o Pedro Álvaro e o Faride Alidou.

O primeiro era o terceiro central, não sendo titular era porém bastante sólido e fazia o seu trabalho, mas 15M por um suplente é um valor que não se pode desdenhar. Para o lugar dele promovi da equipa B o João Muniz, que também já fez alguns jogos comigo na equipa principal na época passada.

O Faride Alidou foi porque pouco depois da minha chegada ele pediu para sair. Na altura pedi-lhe para ficar com a promessa de o deixar sair se surgisse uma boa proposta. O rapaz foi a minha principal opção para a esquerda do ataque, marcou alguns golos e fez assistências. Contava com ele.

Infelizmente apareceu o Leipzig interessado nele. O valor de mercado dele era baixo, rondava os 12M, e os alemães ofereceram pouco mais do que isso. Optei por cumprir a minha palavra e deixá-lo ir. Ele também é alemão e vai para um dos grandes da Alemanha, é uma boa oportunidade para ele.

 

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Em termos de reforços, acabei por não trazer ninguém para a equipa principal. Todos os reforços foram pensados para a equipa B. O plano era jogarem lá um ano, evoluírem enquanto ajudavam a equipa B a subir para a Segunda Liga e talvez entrarem no plantel principal daqui a um ano.

A única excepção a isto acabou por ser o André Clovis Alves, extremo esquerdo (embora destro) brasileiro de 19 anos que foi direto para a equipa principal devido à saída do Faride Alidou.

Dos restantes falarei em futuras atualizações... excepto sobre o Guido de Paul, do qual ainda dedicarei umas palavras mais à frente, e do Luis Baeza. Este último é um jovem guarda-redes francês de 19 anos que o meu scouting pediu por tudo que o contratasse.

Ele até tem bons atributos, parece ser realmente muito promissor. Só que saiu-me uma fava: é pouco profissional, elemento disruptivo nos treinos e tem uma personalidade descrita em inglês como "rash" - que julgo que será algo como imprudente? Já dá para ter uma ideia.

Por causa disso acabei por contratar em Janeiro um guarda-redes veterano quase de graça apenas porque tem personalidade positiva e profissional para servir-lhe de mentor. Um tal de Mickael Haas. Se ajudar a meter-lhe juízo na cabeça já valerá a pena.

Para complementar as entradas, promovi ainda o regresso de dois jogadores que estavam emprestados: o médio Guilherme Santos e o avançado Gabriel Silva.

O primeiro teve pouco impacto na temporada. O outro é um avançado que foge às características que procuro num ponta-de-lança pois é pouco agressivo e fraco no jogo aéreo. É, porém, rápido com e sem bola e tem bom remate. Retreinei-o para ser avançado interior a partir da esquerda e ainda teve um bom papel na última fase da temporada quando tive uma vaga de lesões que me afastou vários avançados interiores, marcando alguns golos.

Mas passemos aos jogos e resultados, que é isso que a malta quer.

 

 

Supertaça

 

 

A primeira competição da temporada costuma ser a Supertaça. Nesta fase do save por qualquer motivo que me ultrapassa é disputada já com o campeonato a decorrer, mas como foi a primeira competição a ser concluída começo por aqui.

O adversário foi o Braga, apurado enquanto vice-campeão da Taça de Portugal - já que nós vencemos no ano passado tanto a Primeira Liga como a Taça de Portugal. E se no ano passado os goleámos no Jamor, desta vez a tarefa foi bem mais complicada.

 

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Não que o jogo tenha sido equilibrado, porque as estatísticas falam por si, mas porque decidimos complicar na hora da finalização. O Braga chegou à vantagem na primeira parte e passámos o resto do jogo a correr atrás do prejuízo. Criámos diversas ocasiões de golo, mas fomos desperdiçando-as.

A certo ponto temi seriamente que perdêssemos o jogo, a tal ponto que fiz algo que raramente faço: mudei a mentalidade de "Control" para "Overload".

A minha táctica está feita para jogar em "Control", enrolando o adversário no nosso carrossel a meio-campo até cometerem um erro na pressão que abra buracos que possamos explorar. Jogar em "Overload" é contraproducente porque os jogadores vão para cima do adversário antes de esses buracos aparecerem, o que deita por terra a estratégia - como se costuma dizer, a equipa vai com demasiada sede ao pote.

Mas como o Braga também não estava a sair lá de trás, foi isso que fiz e o Hannibal lá empatou o jogo à entrada do quarto de hora final num remate à entrada da área. Continuámos a criar ocasiões até final, mas o festival de desperdício manter-se até ao apito final.

Curiosamente, o que falhámos nos 90 minutos regulamentares corrigimos logo no primeiro lance do prolongamento, quando o puto Julien de Sart, nessa altura já em campo no lugar do desinspirado Viktor Gyökeres, marcou o golo que nos deu uma mais que merecida vantagem.

Foi mais difícil do que deveria ter sido, mas o primeiro troféu desta temporada veio mesmo para Alvalade. Um conquistado, quatro por conquistar.

 

 

Primeira Volta

 

 

A primeira volta estendeu-se até 07 de Janeiro de 2029 e incluiu, além das primeiras 17 jornadas da Primeira Liga, jogos para a Liga dos Campeões, Taça de Portugal e Taça da Liga - e a já falada Supertaça. Foram, no total, 29 jogos em 5 meses.

 

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O saldo, como se vê, foi positivo apesar de ter saído frustrado de alguns jogos.

A temporada começou com um Clássico contra o Porto em Alvalade. Começa a ser tradição entrar a perder contra os Dragões e neste jogo não foi excepção: João Soeiro, jovem prodígio do ataque do Porto, marcou logo nos minutos iniciais.

Fomos globalmente superiores, mas só na segunda parte demos a volta ao marcador graças a dois golos de Francisco Trincão.

A esta vitória seguiram-se várias outras até ao primeiro desaire da temporada na deslocação a Faro.

Vínhamos de cinco vitórias na Primeira Liga com apenas dois golos concedidos, mas de alguma forma aos 10 minutos de jogo no Estádio de São Luís já perdíamos 2-0. Não sei se a vitória na Supertaça três dias antes, num jogo com prolongamento, teve algum efeito, mas voltámos a Lisboa com uma derrota na bagagem.

A equipa marcou passo mais três vezes até ao final da primeira volta: primeiro na recepção ao Benfica, onde entrámos a perder e só lográmos salvar um ponto; depois com dois empates em Barcelos, um deles para a Taça da Liga.

Aparte estes percalços somámos por vitórias todos os restantes jogos, incluindo os das Taças internas e da Liga dos Campeões. Destes falarei mais à frente; para já importa apenas realçar que...

 

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... liderávamos a Primeira Liga no final da primeira volta.

A vantagem de 6 pontos nesta fase enganava um pouco. Após aqueles empates com Benfica e Gil Vicente estivemos em 2º lugar atrás de um Vitória SC que durante muito tempo tinha por vitórias todos os jogos excepto a derrota contra nós.

Por fim lá quebraram um pouco, também porque o calendário deles tornou-se mais difícil nos últimos jogos da primeira volta, e conseguimos voltar à liderança e construir uma almofada de segurança para a perseguição.

Sobre as outras equipas, realce para mais uma temporada atroz do Benfica de Roger Schmidt, que de alguma forma vai-se aguentando sem ser despedido; e a posição da União de Santarém, que por esta altura preocupava-me bastante.

 

 

Mercado de Janeiro

 

 

O mês de Janeiro é sempre um terror. Temos a equipa montada para a temporada assente num conjunto de jogadores já rotinados, mas e se algum tubarão surge a tentar levar alguma das nossas pérolas?

E eles tentaram. Por exemplo, o Liverpool ofereceu 28M pelo Hannibal, o que interpretei como um insulto dado ele estar avaliado em quase 40M. Os representantes do Bétis apareceram em Alvalade pelo Trincão com 22M na mala, nem sequer os deixei entrar no estádio.

Das restantes propostas cito apenas aquela que acabei por aceitar: o Hoffenheim contratou o João Muniz por 23M. O rapaz era o terceiro central desde a saída do Pedro Álvaro no Verão e cumpriu quando foi chamado, mas duvido que alguma vez viesse a ser titular por cá.

O valor oferecido foi bom e deixei-o ir. Para o lugar dele filtrei as recomendações do meu scouting até ficar com dois nomes: Armel Bella-Kotchap, central alemão de 27 anos do Man Utd; e Jona Wessig, central alemão de 21 anos do Union Berlin.

Não havia grande diferença entre eles em termos de atributos e ambos estariam disponíveis por valores próximos dos 20M. A escolha recaiu no Jona Wessig simplesmente porque é mais jovem e poderá ter maior margem para evoluir.

 

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Nesta fase estou já a pensar no futuro do Sporting. O Ezri Konsa tem 31 anos e o Maxence Lacroix vai com 29 anos. O Bella-Kotchap era ligeiramente melhor no presente, mas é pouco mais jovem do que eles, pelo que o Wessig pareceu-me melhor opção no futuro.

Veio por 18,75M, o que deu um saldo positivo de 4,25M na troca João Muniz pelo Jona Wessig.

De resto, para a equipa principal contratei apenas o Mickael Haas que será o terceiro guarda-redes da equipa e veio com a única função de servir de mentor para o jovem Luis Baeza, como já tinha referido.

A maioria das movimentações acabou por acontecer na equipa B. Libertei espaço com a saída de vários dos excedentários que ainda por lá estavam desde o início do save, e que por esta altura obviamente nunca vão dar em nada, e trouxe 16 jovens reforços.

Sim, 16. Gastei um total de 25M nestas contratações, o que deu em média pouco mais de 1,5M por cada um. Eram jovens na sua maioria portugueses e o único critério foi a recomendação do meu scouting.

Nenhum deles é material para a equipa principal de momento e muitos foram emprestados porque nem para a Liga 3 davam no imedisto, mas se quatro ou cinco derem craques já compensa.

 

 

Taça da Liga

 

 

A segunda competição a ser decidida foi a Taça da Liga. É uma competição que ainda não venci, mas também não me preocupo com ela e aproveitei para rodar quase todos os jogadores, inclusivé lançando um punhado de jovens da equipa B.

Ainda assim, e como viram nos prints, vencemos o Portimonense por 3-0 e empatámos em Barcelos. A miudagem até se bateu bem. Claro que o empate em Barcelos deixou-nos dependentes do resultado do Gil Vicente contra o Portimonense: se vencessem por 3 golos, seriam eles apurados para a Final Four.

No entanto...

 

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Isso não aconteceu e avançámos nós para a Final Four da Taça da Carica, juntamente com Boavista, Porto e Braga.

O sorteio ditou que o nosso adversário na Meia-Final seria o Boavista.

Na Fase de Grupos não dou grande importância a esta competição, mas chegando-se à Final Four isto é para ganhar, pelo que fui na máxima força rodando apenas o guarda-redes: troquei o habitual titular André Gomes pelo Mile Svilar.

 

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E com a equipa na máxima força e num dia de grande inspiração, levámos o Boavista à frente. O Viktor Gyökeres marcou quatro e poderia ter marcado mais, o Trincão fez o que quis da defesa axadrezada, enfim, é o que se vê no print.

Ultrapassado o Boavista, faltava a final. O nosso adversário foi o Porto, os quais bateram o Braga na outra Meia-Final.

Fui com o mesmo onze e...

 

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... o Porto nem conseguiu tirar a matrícula do camião que os atropelou. Viktor Gyökeres e Francisco Trincão de novo em grande forma, este último marcando uma vez e assistindo para vários dos outros golos e justamente considerado o melhor em campo.

Tamanha foi a sua exibição que a imprensa elogiou-o, tendo ele realçado a importância do treinador na boa forma que atravessa nesta fase da sua carreira.

 

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Meu menino Trincão ❤️

A Taça da Liga era a última competição interna que me faltava vencer pelo Sporting. Pouco mais de um ano desde a minha entrada em Alvalade, está feito o pleno!

Dois troféus conquistados, três por conquistar.

 

 

Taça de Portugal

 

 

A campanha na Prova Rainha dividiu-se em duas fases bem distintas: uma primeira acessível e uma segunda em que nos abriram os portões do inferno.

Os primeiros três jogos já apareceram nos prints dos resultados da primeira volta. Vencemos Real, Estoril e Tondela sem dificuldades de maior e com isso chegámos aos Quartos-de-Final.

Adversário? Benfica, no Estádio da Luz.

Fui para este jogo com algum receio. O Benfica atravessa uma fase terrível, mas um Derby é sempre um Derby e eles têm muita qualidade individual. Basta um dia mau nosso e um bom deles para deitar por terra uma competição quando se joga tudo em 90 minutos.

 

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Mas não precisava. Fomos lá dominá-los e vergá-los a mais uma humilhação. Em dois jogos no Estádio da Luz como treinador do Sporting tenho duas vitórias, sete golos marcados e nenhum sofrido.

Aliás, as ondas de choque desta goleada foram tais que Rui Costa, presidente encarnado, finalmente encontrou a motivação para tomar uma decisão que já tardava.

 

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E agora perguntam-se vocês: para quem se virou o Benfica na perspetiva de dar início a um novo ciclo depois da era de Roger Schmidt, líder dos lisboetas durante os últimos seis anos e meio?

Vocês não vão acreditar, tal como eu não acreditei quando vi isto saltar no menu das notícias...

 

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Como é que diz o ditado popular? Se não consegues vencê-los, rouba-lhes o treinador? Não, não é bem isto... mas foi o que o Benfica tentou fazer.

O que lhes passou pela cabeça para acreditarem que eu trocaria o Sporting pelo Benfica, não faço ideia, mas rejeitei a proposta, obviamente.

Depois da minha nega demoraram quase um mês a optar pelo novo treinador, acabando por recrutar o Marco Silva... como treinador interino!!!

 

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São Marco da Amoreira os ajude...

Bem, passámos às Meias-Finais da Taça de Portugal e o sorteio já tinha ditado que defrontaríamos a duas mãos o vencedor do Leça v Porto.

Já estão a ver aonde isto foi dar, certo?

 

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A primeira mão disputou-se no Dragão e ao intervalo perdíamos 2-0. Os dois golos foram marcados pelo jovem avançado João Soeiro, que por esta altura já me marcou alguns três ou quatro golos. O puto é rápido como uma flecha a fugir aos meus defesas...

Um puxão de orelhas ao intervalo serviu para a minha equipa reagir como se lhes exigia e o Viktor Gyökeres puxou dos seus galões de capitão para mostrar o caminho. O golo da vitória surgiu em cima do minuto 90 com o Trincão na cara do Diogo Costa a não perdoar.

Isto foi uma vitória daquelas que dá gosto. Tivemos enorme personalidade e resiliência a reagir a uma situação muito adversa. Ao intervalo a eliminatória parecia muito tremida, mas em apenas 45 minutos virámo-la a nosso favor.

Só faltava confirmar na segunda mão a presença no Jamor...

 

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... o que foi feito com mais uma goleada sobre os dragões.

Depois dos 4-0 na final da Taça da Carica, 4-1 em Alvalade para a Taça de Portugal com Trincão e Hannibal em enorme destaque - ambos já tinham marcado ao Porto esta época e continuam a mostrar gosto pela baliza dos nossos rivais nortenhos.

Eliminados Benfica e Porto, não restava mais nenhum grande para defrontar no Jamor. O nosso adversário em Maio será o Nacional, que venceram a outra Meia-Final e farão parte da habitual festa e confraternização na Mata Nacional do Jamor.

Mais sobre isto mais à frente.

 

 

Liga dos Campeões - Road to Lisbon

 

 

A Liga dos Campeões 2028/29 teria final em Lisboa, no Estádio da Luz. A hipótese de jogar uma final na nossa cidade, mesmo que no terreno do maior rival, deu-nos a motivação para uma Fase Regular que roçou a perfeição.

 

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Terminámos esta fase na liderança da competição, o que nos garantiu o apuramento direto para os Oitavos-de-Final - escapando assim ao Playoff destinado aos clubes que terminam entre as 9ª e 24ª posições.

O calendário também não foi muito adverso, diga-se. Sturm Graz, Valencia, Genk, Fenerbahçe e Atalanta eram adversários perfeitamente ao nosso alcance e saldaram-se em cinco vitórias. O Leipzig não era fácil, em especial porque jogámos fora de casa, mas também vencemos.

Os dois jogos mais difíceis foram contra duas das maiores equipas inglesas da atualidade.

 

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A primeira foi o Liverpool. Vieram a Lisboa e não sei ao certo o que lhes aconteceu, mas foram passados a ferro de uma forma que nem um Arouca da vida.

Eles até vieram com a maioria dos jogadores principais. Não me parece que eles sejam piores do que nós, porque não são. Foi um daqueles jogos em que tudo nos correu bem, é aproveitar.

 

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A segunda foi o Manchester City. Foi esta a nossa única derrota na Fase Regular da Liga dos Campeões, embora tenhamos dado uma boa réplica.

Sim, é uma vitória moral, mas deu para perceber que conseguimos bater-nos com as equipas mais fortes da Europa e foi com essa motivação que fomos para os Oitavos-de-Final da Liga Milionária.

E o nosso primeiro adversário foram os vizinhos verdes da Andaluzia.

 

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O Bétis nunca esteve sequer perto de nos causar dores de cabeça.

A primeira mão em Sevilha foi completamente dominada por nós, embora tenhamos acabado por sofrer um golo contra a corrente no último minuto do tempo regular que foi um balde de água fria.

A segunda mão confirmou a superioridade que já tínhamos demonstrado no Benito Villamarín e foi com naturalidade que o resultado se foi avolumando - só na primeira parte já levávamos quatro golos de vantagem. Mais uma vez, Gyökeres e Trincão foram as estrelas.

Avançámos para os Quartos-de-Final sabendo que já só sobravam tubarões entre nós e a final na Luz.

De entre eles, foi o Paris Saint-Germain quem se nos opôs.

 

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Não é um cenário comum, mas ambas as equipas venceram fora de casa. Como dá para perceber pelas estatísticas, foi uma eliminatória equilibrada - basta ver a posse de bola e os remates efetuados.

Em Alvalade a figura foi o ex-Benfica, Gonçalo Ramos. Abriu o ativo na primeira parte, antes de o Gyökeres ter empatado o jogo, e depois marcou um golaço a 45 metros da baliza, aproveitando o adiantamento do André Gomes para lhe meter uma chapelada.

Por esta altura não tinha grandes esperanças na reviravolta, mas a equipa foi a Paris fazer uma jogatana quase perfeita. E digo quase porque um mau passe do Ezri Konsa, tantas vezes herói, isolou o Mbappé e permitiu aos parisienses levar isto a prolongamento.

No prolongamento nada se especial se passou e o jogo foi para desempate por penalidades. Nos dois que tive até agora da marca dos onze metros pelo Sporting, perdi ambos - na Taça da Liga contra o Benfica e na Liga Europa contra a Roma, os dois na época passada.

Não haveria duas sem três ou à terceira seria de vez?

 

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À terceira foi de vez! O Ian Maatsen ainda permitiu uma defesa ao Donnarumma, mas o André Gomes defendeu duas penalidades, a última das quais era a derradeira da série e deu-nos o apuramento para as Meias-Finais da Liga dos Campeões Europeus.

De realçar que ao chegarmos a esta fase já batemos a melhor prestação de sempre do Sporting na prova. No nosso caminho para uma também inédita final sobrava um adversário, e um que é um habitual pesadelo para os Leões de Portugal.

O adversário chama-se Bayern...

 

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... e desta vez fomos nós o pesadelo!

Isto até começou mal. Entrámos em campo atarantados, o Bayern marcou cedo e criou várias ocasiões mais que felizmente, por sorte e algum mérito do André Gomes, não se concretizaram em golos.

Ao intervalo fiz uma coisa que não costumo fazer. Para quem não souber, a palestra ao intervalo no Mobile tem três opções: Upbeat, Satisfied e Unhappy. Costumo recorrer apenas ao Satisfied ou Unhappy conforme esteja satisfeito ou insatisfeito, como é evidente.

Desta vez recorri ao Upbeat, dado que os jogadores estavam meio perdidos e confusos. Foi uma forma de lhes dizer "calma, nem tudo está perdido, o importante é que ninguém se aleijou".

E a mensagem parece ter sido bem recebida, pois na segunda parte foi tudo diferente. Ezri Konsa de cabeça, Gabriel Silva e Viktor Gyökeres deram a vitória ao Sporting e deixaram-nos com pé e meio na final.

Faltava apenas não implodir na segunda mão, o que seria a coisa mais à Sporting que conseguiria imaginar, mas a equipa esteve à altura das circunstâncias e goleou os alemães - com a curiosidade de os golos terem sido pelos mesmos marcadores da primeira mão.

E com isto carimbámos o passaporte para a final. Bem, não literalmente pois a final seria em Lisboa, mas percebem a ideia.

O adversário?

 

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Não poderia ser bom presságio que o nosso adversário seja a equipa que habitualmente vence a Liga dos Campeões por diversão, mas foi o que nos saiu na rifa.

Já voltarei ao tema Liga dos Campeões. Para já, vamos fechar contas com a Primeira Liga, que aquando dos jogos contra o Bayern já estava na sua reta final.

 

 

Segunda Volta

 

 

Deixei isto para o final para não spoilar os jogos das Taças e principalmente da Liga dos Campeões.

No final da primeira volta levávamos seis pontos de vantagem para o Porto. O calendário não seria fácil, incluindo deslocações ao Dragão, à Luz, a Guimarães e a Braga. Havia muitas armadilhas prontas a fazer-nos tropeçar e deitar por terra a corrida para o título.

Como nos saímos?

 

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A segunda volta começou com um jogo que em teoria seria fácil, mas foi terrível. Recebemos o Portimonense e fomos desperdiçando golos até que aos 90+3 minutos o jovem André Clovis Alves rematou cruzado para o fundo das redes.

Esta vitória foi essencial para nos permitir manter a vantagem pontual para o Porto, que foi o adversário seguinte.

 

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Mais uma vez entrámos a perder contra o Porto, e de novo com um golo do João Soeiro que por esta altura parece ter qualquer coisa contra nós, já que é quase sempre ele a marcar-nos.

Na segunda parte veio a nossa reação.

Viktor Gyökeres, após rodopiar sobre um adversário antes de rematar cruzado, e Hannibal aos 86 minutos, num remate de ressaca em zona frontal já dentro da área após um primeiro remate bloqueado do André Clovis Alves, deram-nos nova vitória sobre o Porto.

Estas duas vitórias deram-nos ímpeto e nos meses seguintes somámos por vitórias todos os jogos para a Primeira Liga, incluindo esta beleza.

 

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Três jogos na Luz, três goleadas, dez golos marcados e nenhum sofrido. Bem-vindo ao Derby Eterno, Marco Silva!

(este foi o primeiro Derby do Marco Silva como treinador do Benfica)

Terminámos a temporada com 28 jogos consecutivos sem derrotas na Primeira Liga, dos quais os últimos 21 foram vitórias, o que significa aquilo em que estão a pensar.

 

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O Sporting Clube de Portugal é bicampeão nacional, somando o seu 26º título de Campeão Nacional - ou 22º título da Primeira Liga, conforme prefiram.

Os números não mentem. Foram 95 pontos em 34 jogos (2,79 por jogo), 100 golos marcados (2,94 por jogo) e apenas 17 sofridos (0,5 por jogo), 23 pontos de vantagem para Vitória e Porto e 55 para o Benfica, que terminou num impensável 10º lugar.

No final da primeira volta estava preocupado com a União de Santarém, mas a segunda volta correu-lhes bem e terminaram num tranquilo 9º lugar - à frente do Benfica! - e assim prosseguem o trabalho que iniciei por lá para os cimentar entre a elite do futebol português.

Para concluir quanto ao campeonato e voltar aos dois jogos em falta, só referir que também a minha equipa B esteve em grande.

 

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A miudagem conquistou o título da Liga 3 e vai para a Segunda Liga, o que é importante para dar maior rodagem à juventude e prepará-los melhor para no futuro subirem à equipa principal.

E, já agora, diga-se que as prestações de dois ou três jogadores da equipa B ao longo da época convenceram-me a promovê-los ao plantel principal na próxima temporada, mas isso ficará para uma futura atualização.

Por agora passemos às duas finais em falta para concluir a temporada.

 

 

Final da Liga dos Campeões

 

 

Era chegado o dia 26 de Maio de 2029. O Sporting estreava-se numa final da Liga dos Campeões e, ironia do destino, logo na casa do seu maior rival histórico: o Estádio da Luz.

O adversário era o Real Madrid, recordista de títulos na prova maior do futebol de clube europeu com 14 títulos, o último dos quais conquistado em 2022.

Sobre este Real Madrid, diga-se que fazia uma temporada praticamente imaculada. Para terem uma ideia, vejam a classificação desta temporada na Liga Espanhola.

 

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Olhando para esta classificação dá logo para perceber que o Real Madrid deve ser uma equipa extremamente coesa - 14 golos sofridos em 38 jogos é a todos os títulos um registo impressionante.

Fácil não seria, de certeza, mas chegados aqui teríamos de dar o litro para conseguir o inédito feito de conquistar a Liga dos Campeões.

 

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Da nossa parte nenhuma surpresa. Este tem sido o meu onze de gala, aquele a quem recorro sempre que possível em jogos com maior grau de dificuldade.

Caso tenham dúvidas, o #8 é o Mateus Fernandes e o #11 é o Afonso Moreira, dois meninos de Alcochete que são atualmente dos meus melhores e mais confiáveis jogadores do plantel.

 

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Do lado do Real Madrid ainda sobram muitos dos jogadores do plantel original.

Dos reforços, o lateral direito é o Reece James, o Francés é um central que começou o save como uma jovem promessa, o Scalvini toda a gente deve saber quem é e o Ndour é mesmo aquele em que estão a pensar, evoluiu imenso e está um senhor jogador.

Ah, e o avançado é o Elye Wahi que na realidade é uma jovem promessa do Montpellier.

O jogo começou com enorme equilíbrio, o que seria a nota dominante ao longo de toda a partida. Aliás, parece-me que tanto o Real Madrid como nós privilegiamos um futebol de controlo dos ritmos do jogo, o que se saldou em 90 minutos com pouco para contar.

A partida arrastava-se sem motivos de interesse quando uma transição rápida do Real Madrid permitiu ao Wahi quebrar o nulo no marcador, estavam jogados 25 minutos.

Ainda nós estávamos a lidar com a súbita desvantagem quando o mesmo Wahi ganhou as costas da nossa defesa e fez o segundo. À meia hora perdíamos 2-0, e as estatísticas davam 2-1 em remates feitos.

A partir daqui o jogo tornou-se muito difícil para nós. O Real Madrid confirmou a minha sensação de ser uma equipa muito sólida e não dava espaços. O tempo foi passando e tornou-se claro que a orelhuda iria para Madrid.

Não vale a pena fazer suspense, foi mesmo isso que aconteceu.

 

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A meio da segunda parte, dado que não estávamos a conseguir sobrepor-nos aos espanhóis, tentei em desespero alterar a mentalidade de "Control" para "Overload", mas não fez diferença.

O Real Madrid foi o campeão europeu e para nós sobrou a estreia numa final da Liga dos Campeões. Foi um sonho bonito, mas a realidade bateu-nos na cara com força. Fica para uma próxima.

Efeitos práticos da nossa campanha foi a subida de Portugal no ranking europeu. No início da época estava assim.

 

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No final da temporada, subimos ao 5º lugar por troca com Alemanha e Turquia e Portugal voltará a ter quatro elementos na Liga dos Campeões.

 

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Portugal foi mesmo o país com melhor coeficiente na temporada e quero acreditar que foi graças a nós, pois nenhuma outra equipa passou os Quartos-de-Final das suas respetivas competições.

Para o ano há mais.

 

 

Final da Taça de Portugal

 

 

Para concluir a temporada fomos ao Jamor defrontar o Nacional.

 

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Num Estádio Nacional a rebentar pelas costuras, foi o Nacional a pagar a fatura pela derrota poucos dias antes contra o Real Madrid.

A temporada ia longa e o Viktor Gyökeres cedeu por fim ao desgaste, tendo saído lesionado ainda durante a primeira parte. A lesão levaria três semanas a ser ultrapassada, mas não havia mais jogos a disputar.

O Trincão terminou o ano como começou, a marcar dois golos, que surgiram numa fase em que o Nacional já tinha baixado os braços após um auto-golo madrugador e mais um de Ezri Konsa, que tem uma capacidade inacreditável de aparecer em jogos importantes.

Quatro troféus conquistados, ficou um por conquistar.

 

 

Estatísticas Individuais e Curiosidades

 

 

Deixo os habituais prints com as estatísticas habituais.

 

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Estes foram os meus principais dez jogadores de campo, ou pelo menos os que mais vezes foram titulares.

Quem tiver visto os prints dos jogos não ficará admirado ao ver que Francisco Trincão e Viktor Gyökeres foram as principais figuras ofensivas da equipa.

O sueco e capitão marcou impressionantes 43 golos e fez 14 assistências em 54 jogos, sendo importante notar que muitas destas presenças não foram como titular. É a melhor temporada dele tanto no Sporting como na carreira.

O Trincão fez 36 contribuições diretas para golo, incluindo 21 golos que são números notáveis para um extremo - ou avançado interior como prefiro chamar-lhe.

O Afonso Moreira tem números um pouco mais modestos do que ele, mas ainda assim bastante sólidos, e o Hannibal excedeu-se em relação ao ano passado, o que é normal dado que esta foi a primeira época completa que fez por cá.

Os laterais e o Morten Hjulmand fizeram várias assistências e o Ezri Konsa também concluiu com um bom registo de golos, muitos deles em jogos importantes.

 

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Estas foram as principais segundas linhas do meu plantel.

Dois jogadores chamam de imediato a atenção: o Fatawu que foi sempre uma alternativa de elevada qualidade ao Trincão, e o Julien de Sart que marcou 18 golos apesar de ser suplente do Gyökeres.

Os restantes também tiveram bons números, o que mostra que pude confiar sempre nas segundas linhas da minha equipa, mas chamo a atenção para o André Clovis Alves que com apenas 20 anos teve 11 contribuições diretas para golo.

A este menino falta apenas ser mais consistente e alguma desenvoltura no momento do remate, mas é normal que ainda esteja a ganhar ambos dado ter sido a sua primeira temporada em Portugal.

Recordo que ele chegou no início da época e era para ter ido para a equipa B, mas a saída inesperada do Faride Alidou levou-me a promovê-lo de imediato.

 

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Aqui uma lista de mais alguns jogadores que também tiveram a sua contribuição, mas não foram apostas regulares - excepto o André Gomes, que foi o guarda-redes titular.

Daqui destaco dois jogadores:

- o Gabriel Silva, que é ponta-de-lança mas que não tem as características que procuro para essa posição; adaptei-o a avançado interior esquerdo e ainda foi a tempo de mostrar serviço na fase final da época, inclusive marcando dois golos ao Bayern.

- o jovem Guido de Paul, que fez a temporada quase toda na equipa B e foi promovido na fase final da temporada quando perdi o Fatawu por lesão durante alguns jogos; a performance dele foi excepcional e garante a presença dele na equipa para o ano.

De resto, a maioria dos que aí estão são miúdos da equipa B e alguns para o ano farão parte da equipa principal: além do Guido de Paul, também o Ângelo de Carvalho Santos, o Eduardo Felicíssimo e o Boubacar Doumbia.

Para concluir, três curiosidades.

 

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Fui considerado o melhor treinador português do ano.

 

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O Ricardo Sá Pinto foi contratado para selecionador nacional e não tirei print da notícia, mas o Roger Schmidt retirou-se depois de ser despedido do Benfica.

Pronto, foi isto a sexta temporada do meu save. Fica alguma frustração por ter perdido a Liga dos Campeões na final, mas no global não foi uma má campanha.

Atualização da sétima temporada do meu save.

Vamos para a temporada 2029/30, a segunda temporada completa no Sporting Clube de Portugal depois de no último ano e meio termos sido bicampeões nacionais e termos chegado a uma inédita final da Liga dos Campeões.

Na última atualização não me lembrei, e só me lembrei agora, que ao conquistarmos o bicampeonato fizemos algo que escapava ao Sporting há 75 anos: vencer campeonatos de forma consecutiva. A última vez foi em 1954, na altura o quarto consecutivo dos Leões.

Para esta época, o objetivo passava por fazer pelo menos o mesmo do ano passado - ou seja, vencer todas as competições internas. Na Liga dos Campeões a Direção pede-me os Quartos-de-Final, mas depois de irmos à final no ano passado queria pelo menos repetir a presença nesse grande palco, este ano em Atenas.

 

Mercado de Verão

 

Quando cheguei ao Sporting em Novembro de 2027 gastei cerca de 60M no primeiro mercado de transferências, o de Janeiro de 2028. Na altura trouxe o Maxence Lacroix, o Ian Maatsen, o Hannibal, o Julien de Sart e o Mathieu De Ketelaere. Todos eles têm sido essenciais para a conquista de títulos ao longo do meu percurso no Sporting, foi dinheiro bem investido.

Na época passada, 2028/29, só contratei para a equipa B e todo o investimento foi acautelado com vendas, de modo que ainda tivemos lucro. Para esta época tinha como objetivo encaixar dinheiro para começar a compensar o investimento inicial que fiz na primeira época e dar lucro ao clube.

 

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Objetivo atingido, como podem ver no print acima. Foram 187M em vendas, na sua maioria jogadores excedentários que facilmente pude substituir com alguns jovens promovidos da equipa B.

A estrela do mercado foi o Abdul Fatawu. Estava avaliado em 35M e tinha alguns clubes interessados. De repente surgiram propostas por ele e criou-se um leilão entre as equipas. O valor subiu até aos 61M, altura em que o Red Bull Leipzig desistiu e sobrou o Fulham.

É um óptimo jogador, mas era suplente do Trincão. Um suplente de luxo, diga-se, mas suplente de qualquer forma - e receber 61M por um suplente é fantástico. Para o lugar dele tinha o jovem Guido de Paul a aparecer, que já no final da época passada brilhou quando foi promovido à equipa principal.

O Gabriel Silva e o Christoph Baumgartner eram também habituais suplentes que a espaços tiveram o seu impacto, mas que não eram utilizados com regularidade. Saíram por bons valores e para bons destinos.

O Vando Félix foi uma surpresa. Emprestei-o ao Anderlecht no ano passado com cláusula de compra de 10M, o rapaz brilhou e valorizou até aos 20M. Os belgas não acionaram a cláusula e com isso consegui negociar o rapaz com o Monza por mais do dobro.

O único que não esperava perder, mas acabei por aceitar que saísse, foi o Diogo Dalot, que era titular na lateral direita. Mas há um bom motivo para o ter deixado ir.

 

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O Pedro Porro voltou a casa!

Passei a época passada toda a acompanhar de perto a situação dele. Depois do Tottenham saiu para o Newcastle, onde não era utilizado com regularidade. O valor de mercado dele foi baixando e estava tentado a investir uns 15M nele no Verão, numa operação parecida à que me permitiu trazer o Ian Maatsen em 2029, isto é, um valor baixo por um bom jogador em sub rendimento cujo clube queria livrar-se dele.

Para minha surpresa, a meio de Junho o Newcastle dispensou-o! Fui de imediato abordá-lo e temos o Porrito de volta à casa de onde nunca deveria ter saído.

Com a chegada do Porro pensei em passar o Diogo Dalot para a esquerda, ficando com o Porro a rodar com o De Ketelaere na direita, e o Dalot com o Maatsen na esquerda. Mas depois apareceu o Napoli a oferecer 30M por ele, subi o preço para os 40M, eles deram 30 e poucos, baixei para os 36M e entendemo-nos por aí.

Ele tinha 30 anos e ia perder a titularidade, era uma oportunidade a não perder. Fiquei melhor servido com o Porro e ainda lucro 36M com a troca. Brutal!

De resto não contratei ninguém, apenas o Gil Campos para a equipa B, um jovem avançado que o meu scouting diz ter potencial.

Para os lugares dos que saíram, promovi vários jovens: Ângelo de Carvalho Santos (central/lateral esquerdo), Eduardo Felicíssimo (médio defensivo), Boubacar Doumbia e Alejo Spina (ambos médios centro) e o Guido de Paul (avançado interior direito).

Assim, a minha previsão no início da época para o onze principal e o onze secundário eram estes.

 

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Ao longo do ano houve algumas mudanças neste plano. O Mateus Fernandes sofreu imenso com várias lesões, esteve de fora uns dois ou três meses no total, e o Francisco Trincão também foi ausência duas ou três vezes.

Lucraram com isso o Daniel Bragança e o Guido de Paul, que acabaram por ganhar a titularidade ao longo do ano. Mas já lá vamos.

 

Primeira Volta

 

Desta vez não vou fazer separadores por competição, à excepção da Liga dos Campeões que deixarei para o final. Nas restantes provas apenas vou separar a primeira volta da segunda.

 

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Como dá para perceber, a primeira volta foi praticamente imaculada.

Em 29 jogos vencemos 25 e empatámos os restantes 4 jogos, incluindo a deslocação ao Estádio da Luz para a Primeira Liga e as deslocações a Nápoles e Amesterdão para a Champions.

Note-se que o outro empate foi em Santarém contra a minha antiga equipa - bandidos! Brincadeira, passada a frustração até fiquei contente, é sinal que estão bem e recomendam-se.

Como destaques desta primeira volta deixo dois jogos.

 

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O primeiro da temporada que nos valeu o primeiro título, a Supertaça, vencida com um hattrick do capitão Viktor Gyökeres em Guimarães.

E isto...

 

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Uma goleada na recepção ao Porto, um daqueles jogos que ficarão na história e serão recordados eternamente.

Marcámos no primeiro lance do jogo e o Porto implodiu por completo, de tal forma que à meia hora de jogo já vencíamos por 6-0, que seria o resultado final. A equipa levantou o pé, o que acontece quase sempre no FM Mobile quando se chega ao intervalo a golear.

 

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Com isto estávamos, como é fácil de imaginar, na liderança da prova a meio do percurso. Uma média de 3 golos por jogo, apenas 4 golos sofridos em 17 partidas, Benfica e Porto a 10 e 17 pontos de distância, respetivamente.

O único adversário que ia mantendo o ritmo era nesta fase o Vitória SC, que chegaram à 16ª jornada a apenas 3 pontos de nós. Fomos a Guimarães na 17ª jornada disputar a liderança do campeonato e vencemos categoricamente por 4-0, mas é de realçar que nesta fase os vimaranenses estavam a fazer uma campanha impressionante.

 

Segunda Volta

 

Com o campeonato bem encaminhado, partimos para a segunda volta confiantes de que o título não nos fugiria. Bastaria manter o ritmo que trazíamos da primeira volta, o que não seria tarefa fácil pois haveria muitas distrações: Taças de Portugal, da Liga e a maior de todas, a Liga dos Campeões.

Mas já dizia o poeta do bombo que se fosse fácil não era para nós.

 

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Trinta e um jogos que se saldaram em 28 vitórias e 3 empates, curiosamente todos para a Liga dos Campeões.

A primeira competição a ser decidida foi a Taça da Liga, como é habitual. Passámos a Fase de Grupos com facilidade, vencendo Braga e Rio Ave, e chegados à Final Four saíram-nos ao caminho Porto e Farense.

 

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Segunda competição concluída, segundo título. Quando saiu o sorteio da Final Four já sabia que a verdadeira final seria a Meia Final frente ao Porto.

A insuspeita dupla Francisco Trincão e Viktor Gyökeres, que tantas alegrias tem dado nos últimos dois anos, voltou a ser decisiva e carimbou o acesso à final com nova goleada aplicada aos dragões.

Na final frente ao Farense não fomos tão exuberantes. Os dois avançados interiores marcaram no início de cada uma das partes os golos que garantiram a revalidação do título da Taça da Carica.

Enquanto isso, avançávamos também a todo o vapor nas outras duas competições internas.

Na Taça de Portugal, e depois de virarmos Moncarapachense, Rabo de Peixe e Marco 09 nas fases precoces da prova, seguiram-se Braga e o duplo confronto com o Arouca nas Meias-Finais. Três vitórias e estávamos pelo terceiro ano consecutivo no Jamor.

O adversário seria o Estoril, mas antes havia um título mais importante para resolver: o de campeão nacional.

Não vale a pena fazer grande suspense, se viram o print com os resultados perceberam que somámos por vitórias todos os 17 jogos da segunda volta na Primeira Liga, incluindo tanto o Derby Eterno como o Clássico.

 

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O Benfica foi arrasado logo na fase inicial da partida, tal como o Porto havia sido na primeira volta. Aos 21 minutos vencíamos por 3-0 com o prodígio Guido de Paul em grande destaque. O Benfica ainda reduziu no início da segunda parte, mas nem cheirou.

Já o jogo no Dragão foi bem mais competitivo. O Porto deu uma excelente réplica apesar de o Afonso Martins ter inaugurado o marcador a meio da primeira parte e o jogo poderia ter caído para qualquer um dos lados até ao momento em que o Ezri Konsa selou a vitória.

Se notarem com atenção a descrição do print, esta foi a nona vitória consecutiva do Sporting em Clássicos contra o Porto. Provavelmente um recorde que nunca mais será igualado.

Por outro lado, em três Clássicos esta temporada entre Sporting e Porto, os dragões não nos marcaram qualquer golo. Bastou o João Soeiro sair do Porto para eles deixarem de nos marcar. O puto era um pesadelo para mim, mas felizmente o Barcelona levou-o.

E com isto...

 

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O Sporting é tricampeão nacional!

É o 27º título de campeão nacional, ou 23º da Primeira Liga, como preferirem. A última vez que o Sporting se sagrou tricampeão nacional foi em 1954 - há distantes 76 anos!

Fomos brilhantes! Somámos 32 vitórias em 34 jogos, cedendo apenas 4 pontos nos empates com Benfica e União de Santarém na primeira volta. Marcámos novamente 100 golos e sofremos apenas 11 tentos, o que é um registo com que não sonhava.

 

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O treinador profetizou-o e aconteceu mesmo: o Sporting foi imbatível.

Foram 34 jogos sem perder para a Primeira Liga, que se somam aos 28 jogos sem perder para a mesma competição que trazíamos da época passada - a última derrota foi na 6ª jornada da época passada, em Faro.

Isto significa que terminámos o campeonato com 62 jogos sem perder, batendo o recorde histórico do Porto de Sérgio Conceição que conseguiu estar imbatível 58 jogos consecutivos entre 2020 e 2022.

 

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Os dois avançados do Sporting, Viktor Gyökeres e o seu suplente Julien de Sart, foram os dois melhores marcadores do campeonato, o que atesta a dimensão do rolo compressor de Alvalade.

E o Viktor Gyökeres, na hora de receber o galardão, não se esqueceu de agradecer ao seu treinador. Capitão ❤️

 

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Num ano em que a onda verde alastrou a todo o país, nem a Segunda Liga nos escapou. A equipa que construí para ser o futuro do Sporting também conquistou o título, deixando claro que o nosso futuro é verde. Pun intended!

 

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Para concluir o tópico das competições internas, faltava disputar a final da Taça de Portugal. No Jamor apresentaram-se duas equipas da região, mas dificilmente se poderá chamar ao que aconteceu um duelo.

Vencemos, convencemos e repetimos a dobradinha do ano passado. Quatro competições internas, quatro títulos.

Viva o Sporting Clube de Portugal!

 

Liga dos Campeões - A caminho do Olimpo

 

A grande final da Liga dos Campeões 2029/30 seria disputada em Atenas, no OAKA Spyros Louis, estádio com cerca de 69 mil lugares que faz parte do Complexo Olímpico de Atenas onde se disputaram os Jogos Olímpicos de Verão de 2004.

Foi sob o lema "A caminho do Olimpo" que o universo leonino se uniu no sonho de regressar à final da Liga dos Campeões para vingar a derrota da época passada.

Se tiverem olhado com atenção para os prints já terão percebido que chegámos lá, por isso muito deste capítulo é uma descrição do caminho para o Olimpo.

 

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A Fase de Campeonato foi um desafio maior do que a do ano passado. Enquanto nessa altura varremos os sete primeiros adversários com outras tantas vitórias, desta vez tivemos de suar para garantir uma das oito vagas de acesso direto aos Oitavos-de-Final.

E foi apenas no último jogo que a garantimos, terminando esta fase na 6ª posição. À entrada para o último jogo ainda havia uma remota possibilidade de falharmos esse objetivo.

Para tal, teria de haver uma conjugação de vários resultados noutros jogos e nós perdermos em Florença por cinco golos de diferença. Era quase impossível, mas às vezes as coisas acontecem...

Em casa fomos imperiais: quatro jogos, quatro vitórias - Villarreal, Monaco, Freiburg e Bayern. Fora de casa as coisas foram mais tremidas, com a vitória sobre o Qarabag a destoar dos três empates a uma bola perante Napoli, Ajax e Fiorentina - em todos estivemos a perder.

Seja como for, passámos diretamente aos Oitavos-de-Final onde fomos cabeças-de-série. Apesar desse estatuto, havia alguns potenciais adversários de elevado calibre e quis a sorte que nos saísse um desses.

 

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O Barcelona investiu uma quantidade de dinheiro absurda nesta temporada para tentar derrotar o campeão europeu Real Madrid e voltar a ser campeão espanhol - e diga-se de passagem que não conseguiram.

Entre a constelação de estrelas na cidade condal constam alguns portugueses, o maior dos quais Gonçalo Inácio, formado no Sporting e uma figura muito querida entre os sportinguistas.

Além dele, figuram por lá também os tugas Gabriel Silva, meu ex-jogador que saiu do Sporting para lá no último Verão, e João Soeiro. Sim! Esse João Soeiro, o ex-Porto que me marcava sempre que jogava contra os dragões.

Na primeira mão demonstrámos desde logo que o Barcelona pode ter os craques todos, mas nós somos mais equipa. Estivémos por cima do jogo a maior parte do tempo e colocámo-nos em vantagem por duas vezes, a última das quais no período de descontos.

Por essa altura pensei que a vitória estava assegurada, mas - e estas coisas não se inventam - o João Soeiro não deixou de picar o ponto e voltou a marcar-me. O raio do rapaz tem qualquer coisa contra o Sporting, isto não é normal!

A segunda mão foi uma cópia bastante fiel do primeiro jogo, com a diferença que perante o apoio da nossa gente nós marcámos as oportunidades que criámos enquanto o Barcelona não o conseguiu fazer. As duas promessas sul-americanas bisaram e avançámos para a fase seguinte da prova milionária.

 

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Depois do azar no sorteio para os Oitavos-de-Final, veio a sorte nos Quartos-de-Final. O Marselha era o adversário mais apetecível no meio dos tubarões que restavam e calharam-nos a nós.

Foi uma eliminatória tão tranquila que nem há muito para dizer. Hannibal e Afonso Moreira foram os marcadores de serviço numa primeira mão em que poderíamos ter goleado, Guido de Paul deu-nos a vitória na segunda mão e o apuramento nunca esteve em risco.

Para as Meias-Finais saiu-nos um velho conhecido vindo do nosso vizinho ibérico.

 

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A reedição da final da época passada colocava frente a frente os dois campeões ibéricos: o espanhol contra o português. No entanto, desta vez a história foi bem diferente.

Numa noite para recordar, o Sporting foi ao Santiago Bernabéu golear o Real Madrid por claros 4-1. Guido de Paul deu o mote logo no início e Gyökeres alargou a vantagem antes do intervalo.

Parecia que iríamos para os balneários com dois golos de vantagem, mas Wahi reduziu logo depois - ele que havia marcado os dois golos com que o Real Madrid derrotou o Sporting na final do ano passado.

Mas isto era a noite do Sporting e Gyökeres provou-o ao fazer o terceiro dos leões. Dário Essugo concluiu a goleada com um belo remate de fora da área e deixou-nos com pé e meio na final.

Uma semana depois, em Alvalade, bastava não permitir ao campeão europeu em título encarnar a temível fúria espanhola.

Uma primeira parte frenética viu Wahi abrir o marcador logo no início, e nesta altura não vou negar que receei um choke de proporções épicas, mas o capitão Gyökeres veio salvar a noite com dois golos que deram a remontada.

O de sempre, Wahi de seu nome, ainda empatou o jogo, mas o resultado não se alteraria mais e a certa altura os espanhóis atiraram a toalha ao chão.

O Sporting bateu o Real Madrid, vingando-se da derrota de há um ano, e estaria em Atenas para nova final europeia.

 

As palavras do fundador

 

"Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa"

 

Foi assim que José Alvalade profetizou o clube que acabava de ser fundado, o Sporting Clube de Portugal, no distante ano de 1906. Volvidos 124 anos, no dia 01 Junho de 2030, o Sporting apresentava-se em Atenas com o objetivo de cumprir os desígnios do seu fundador.

O adversário seria o Paris Saint-Germain, eles próprios também desesperadamente em busca do seu primeiro título europeu. Qualquer que fosse o vencedor, uma coisa seria certa: haveria um estreante a vencer a Liga dos Campeões.

Fomos a jogo quase na máxima força. O Dário Essugo lesionou-se no dia do jogo e foi baixa de última hora - e ele ia ser titular... -, mas tinha o Morten Hjulmand pronto para ocupar a posição.

De resto, e deixo por escrito porque me esqueci de tirar print dos onze iniciais, fui a jogo com: André Gomes; Pedro Porro, Maxence Lacroix, Ezri Konsa e Ian Maatsen; Morten Hjulmand, Daniel Bragança e Hannibal; Guido de Paul, Afonso Moreira e Viktor Gyökeres.

Do outro lado, destaque para o temível Kylian Mbappé, o português Vitinha e os ex-Sporting Nuno Mendes e Manuel Ugarte.

Estádio cheio, fortes contingentes de adeptos leoninos e parisienses, um ambiente fantástico e duas equipas em busca do seu primeiro título de campeões europeus de futebol à sombra dos deuses do Olimpo.

Quem favoreceram os deuses?

 

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SOMOS. CAMPEÕES. DA. EUROPA. CARAI.

 

APFJABFODKANSHFOWNAHFIAJSBFAAAAAHHHHH

 

VIKTOR FUCKIN' GYÖKERES!

 

Foi um jogo intenso, duas equipas a batalhar por cada bola dividida como se as suas vidas dependessem disso e um equilíbrio quase total tanto em termos territoriais, como de remates e ocasiões de golo.

Isto poderia ter caído para qualquer lado. Caiu para nós e não poderia ter ficado mais feliz.

Até começou mal. Numa fase em que o jogo estava repartido e nenhuma equipa se destacava, Kylian Mbappé surgiu a aproveitar uma desatenção nossa, foi veloz a explorar o espaço e fuzilou o pobre André Gomes.

Nesta fase passaram-me pela cabeça flashes da final do ano passado, quando num jogo de características semelhantes vi o Wahi marcar dois golos de rajada que decidiram a Champions.

Mas desta vez a minha miudagem estava atenta - o que faz a diferença de estaleca: há um ano éramos um bando de miúdos bem intencionados, mas ingénuos; desta vez tínhamos a resiliência adquirida da experiência de há um ano.

Ainda antes do intervalo, um lance desenhado pela esquerda entre o Ian Maatsen e o Afonso Moreira atraiu as marcações e deixou o Hannibal sozinho e em zona frontal com uma clareira para a baliza. O internacional tunisino não se fez rogado e empatou com um remate rasteiro ao canto inferior esquerdo da baliza de Donnarumma.

 

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No início da segunda metade, a capitalizar a motivação com o golo do empate, o capitão Viktor Gyökeres respondeu com uma cabeçada fulminante a um cruzamento primoroso do Afonso Moreira a partir da esquerda, deixando o Sporting a 40 minutos do título.

Esse título ainda foi ferozmente disputado pelos parisienses, com especial destaque para o fenómeno que é Mbappé, um elemento disruptivo que ia criando o caos na minha defesa. Honra lhes seja feita, podem ter petrodólares a saltar-lhes dos bolsos, mas são uma equipa do carago.

O tempo ia passando e o sonho tornava-se cada vez mais real. Aos 86 minutos de jogo conquistámos um pontapé de canto, muito celebrado pela ruidosa onda verde que preenchia o sector mais próximo da bandeirola de canto. Trincão bateu-o, a defesa parisiense aliviou a bola e Lacroix bateu Nuno Mendes na disputa do ressalto já foram da área.

Depois aconteceu tudo num instante: Lacroix, Mateus Fernandes e Trincão trocaram a bola em rápida sucessão e este último cruzou rasteiro a partir da direita. Viktor Gyökeres antecipou-se a Brown ao primeiro poste e rematou cruzado.

As redes balançaram e o rugido do leão fez-se ouvir a quilómetros de distância, como um vulcão há muito ansioso por explodir - e este vulcão estava há 124 anos à espera deste momento; do momento em que o Sporting Clube de Portugal seria campeão europeu.

 

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Nem o golo tardio de Kylian Mbappé atenuou a festa que já se fazia em Atenas, em Lisboa e um pouco por todo o mundo.

Passaram-se 126 anos desde que José Alvalade profetizou que o Sporting seria grande, tão grande como os maiores da Europa. A 01 de Junho de 2030, o Sporting é o maior da Europa.

Esta é para ti, José Alvalade. 

 

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(o Hjulmand aparece como capitão, mas foi o Gyökeres quem envergou a braçadeira; deve aparecer o dinamarquês porque o avançado foi substituído no final do jogo)

 

A exibição do Mbappé foi tão perfeita que foi o melhor em campo apesar de a sua equipa ter sido derrotada. Foi de resto o único que esteve em destaque do lado dos parisienses; falharam-lhe os colegas de equipa.

Do nosso lado destacam-se a propensão ofensiva dos nossos laterais, a segurança defensiva do Lacroix e as ações decisivas de Hannibal, Afonso Moreira, Viktor Gyökeres e do Francisco Trincão, este último suplente lançado na segunda parte.

 

Estatísticas Individuais e Prémios

 

Resta fazer a análise final às prestações individuais dos jogadores.

 

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Estes foram os dez jogadores de campo que se poderão considerar os titulares, já que foi a eles que recorri nos jogos mais importantes da fase final da temporada.

O destaque, mais uma vez, é o capitão Viktor Gyökeres. Com 45 golos e 12 assistências em 55 jogos, o sueco continua a ser decisivo e uma peça fulcral nas conquistas recentes do Sporting.

Numa segunda linha de importância aponto os dois avançados interiores, Guido de Paul e Afonso Moreira, o médio Hannibal e os laterais Pedro Porro e Ian Maatsen.

O Guido de Paul com 20 anitos a marcar 20 golos na sua primeira época completa a este nível. Incrível o talento deste menino! O Afonso Moreira este ano teve mais instinto matador, que era o que lhe faltava na época passada.

O Hannibal marcou menos do que na época passada, mas fê-lo em jogos e momentos importantes quando a equipa mais precisava - como na final da Liga dos Campeões. Os dois laterais fizeram assistências a torto e a direito, o que atesta a sua importância ofensiva.

 

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Aqui estão os dez jogadores que se consideram as minhas segundas linhas. Os destaques principais têm de ir para três jogadores: Boubacar Doumbia, Francisco Trincão e Julien de Sart.

O primeiro é um jovem médio francês de 20 anos que na época passada marcou mais de 20 golos na Liga 3 pela equipa B. Promovi-o para esta época e correspondeu com os belos números que se vêem.

Do Trincão já pouco há a dizer. É um craque! Perdeu a titularidade para o Guido de Paul devido às lesões que o afetaram ao longo do ano, mas sempre que foi chamado correspondeu com golos e assistências.

O de Sart está um senhor avançado e só tem um problema - chamado Gyökeres. Está tapado pelo capitão, mas não foram poucas as vezes em que entrou para o seu lugar em segundas partes quando os jogos já estavam decididos e ainda ia a tempo de marcar.

O destaque negativo vai para o Mateus Fernandes, cuja temporada foi um pesadelo devido às lesões - visível pelos apenas 31 jogos feitos em 61 disputados.

 

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Aqui o print com os restantes jogadores utilizados ao longo da época: os guarda-redes André Gomes, Luís Baeza e Mickaël Haas; e os quatro jovens jogadores de campo, selecionados nas suas respetivas posições.

 

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Sem surpresas, fui considerado o treinador português do ano pela segunda vez consecutiva.

 

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E o Afonso Moreira foi eleito o jogador português do ano, facto que me deixou orgulhoso porque vi o seu crescimento ao longo da temporada. É craque da cabeça aos pés, é um dos meninos de Alcochete e é do Sporting Clube de Portugal.

 

E...

 

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... meu menino de ouro ❤️

 

Balanço final e desafios futuros

 

Terminada esta temporada com a conquista da Liga dos Campeões, julgo que se fecha o ciclo no Sporting.

Poderia continuar para disputar a Supertaça Europeia e o Campeonato do Mundo de Clubes, mas a primeira não é assim tão importante e o segundo é apenas em 2033. Não encontro motivação para disputar três Primeiras Ligas até lá - já não é um objetivo desafiante.

Deixo o Sporting com 11 títulos conquistados em 14 provas disputadas em dois anos e meio. Somámos ao já vasto museu leonino uma Liga dos Campeões, três Primeiras Ligas, três Taças de Portugal, duas Supertaças e duas Taças da Liga.

Saio com o Sporting numa série de 62 jogos consecutivos sem perder para a Primeira Liga, recorde histórico da prova. A última derrota foi há mais de ano e meio, em 2028, em Faro.

Em todas as competições não perdemos também os últimos 62 jogos. A última derrota foi há um ano, na final da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid, em 2029.

O Sporting fica com um plantel cheio de qualidade e com jogadores hiper-valorizados, além de uma equipa B repleta de talento para o futuro. Têm tudo para continuar a dominar o futebol português nos próximos anos.

Comecei a tomar atenção às movimentações de treinadores logo no dia seguinte à vitória na final da Liga dos Campeões. O meu interesse nesta fase passava pela Premier League; quero testar-me na maior Liga do mundo.

Surgiram nas semanas seguintes três possibilidades: Chelsea, Liverpool e Tottenham. Em todos eles apresentei interesse em ocupar as vagas disponíveis.

O Chelsea estava sem treinador depois de terminarem a Premier League em 2029/30 num impensável 17º lugar. Optaram porém por recrutar Michael Carrick, que vinha fazendo um bom trabalho no Coventry.

O Tottenham não fez muito melhor do que os seus rivais londrinos, tendo terminado a Premier League em 14º lugar. O treinador Joe Edwards tinha o cargo muito inseguro e o clube acabou por despedi-lo a 22 de Junho.

Uns dias depois, o Jurgen Klopp decidiu terminar a sua carreira e com isso o Liverpool ficou também sem treinador. Nesta fase, entre os dois, aceitaria o primeiro clube que me abordasse.

Assim, tinha estas duas alternativas ainda em aberto quando entrámos em Julho. Pelo sim, pelo não, comecei a planear a pré-temporada do Sporting para o caso de nenhum deles me contactar.

Até que no dia 03 de Julho...

 

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Parece-me um bom desafio para dar seguimento ao save.

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Ia sendo um comeback incrivel, mas foi para o que deu.

atacar a 2ª Liga que vamos destacadissimos em 1º e pro ano ir pa Primeira liga dar trabalho aos tubaroes

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Que orgulho nestes ce... craques ❤️

O Paços está na Liga 3:

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E agora o passeio acaba, mas ficará na história do clube:

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Nunca enganaste. 😍 

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Citação de Black Hawk, Em 10/04/2024 at 14:01:

Atualização da sétima temporada do meu save.

Vamos para a temporada 2029/30, a segunda temporada completa no Sporting Clube de Portugal depois de no último ano e meio termos sido bicampeões nacionais e termos chegado a uma inédita final da Liga dos Campeões.

Na última atualização não me lembrei, e só me lembrei agora, que ao conquistarmos o bicampeonato fizemos algo que escapava ao Sporting há 75 anos: vencer campeonatos de forma consecutiva. A última vez foi em 1954, na altura o quarto consecutivo dos Leões.

Para esta época, o objetivo passava por fazer pelo menos o mesmo do ano passado - ou seja, vencer todas as competições internas. Na Liga dos Campeões a Direção pede-me os Quartos-de-Final, mas depois de irmos à final no ano passado queria pelo menos repetir a presença nesse grande palco, este ano em Atenas.

 

 

Mercado de Verão

 

 

Quando cheguei ao Sporting em Novembro de 2027 gastei cerca de 60M no primeiro mercado de transferências, o de Janeiro de 2028. Na altura trouxe o Maxence Lacroix, o Ian Maatsen, o Hannibal, o Julien de Sart e o Mathieu De Ketelaere. Todos eles têm sido essenciais para a conquista de títulos ao longo do meu percurso no Sporting, foi dinheiro bem investido.

Na época passada, 2028/29, só contratei para a equipa B e todo o investimento foi acautelado com vendas, de modo que ainda tivemos lucro. Para esta época tinha como objetivo encaixar dinheiro para começar a compensar o investimento inicial que fiz na primeira época e dar lucro ao clube.

 

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Objetivo atingido, como podem ver no print acima. Foram 187M em vendas, na sua maioria jogadores excedentários que facilmente pude substituir com alguns jovens promovidos da equipa B.

A estrela do mercado foi o Abdul Fatawu. Estava avaliado em 35M e tinha alguns clubes interessados. De repente surgiram propostas por ele e criou-se um leilão entre as equipas. O valor subiu até aos 61M, altura em que o Red Bull Leipzig desistiu e sobrou o Fulham.

É um óptimo jogador, mas era suplente do Trincão. Um suplente de luxo, diga-se, mas suplente de qualquer forma - e receber 61M por um suplente é fantástico. Para o lugar dele tinha o jovem Guido de Paul a aparecer, que já no final da época passada brilhou quando foi promovido à equipa principal.

O Gabriel Silva e o Christoph Baumgartner eram também habituais suplentes que a espaços tiveram o seu impacto, mas que não eram utilizados com regularidade. Saíram por bons valores e para bons destinos.

O Vando Félix foi uma surpresa. Emprestei-o ao Anderlecht no ano passado com cláusula de compra de 10M, o rapaz brilhou e valorizou até aos 20M. Os belgas não acionaram a cláusula e com isso consegui negociar o rapaz com o Monza por mais do dobro.

O único que não esperava perder, mas acabei por aceitar que saísse, foi o Diogo Dalot, que era titular na lateral direita. Mas há um bom motivo para o ter deixado ir.

 

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O Pedro Porro voltou a casa!

Passei a época passada toda a acompanhar de perto a situação dele. Depois do Tottenham saiu para o Newcastle, onde não era utilizado com regularidade. O valor de mercado dele foi baixando e estava tentado a investir uns 15M nele no Verão, numa operação parecida à que me permitiu trazer o Ian Maatsen em 2029, isto é, um valor baixo por um bom jogador em sub rendimento cujo clube queria livrar-se dele.

Para minha surpresa, a meio de Junho o Newcastle dispensou-o! Fui de imediato abordá-lo e temos o Porrito de volta à casa de onde nunca deveria ter saído.

Com a chegada do Porro pensei em passar o Diogo Dalot para a esquerda, ficando com o Porro a rodar com o De Ketelaere na direita, e o Dalot com o Maatsen na esquerda. Mas depois apareceu o Napoli a oferecer 30M por ele, subi o preço para os 40M, eles deram 30 e poucos, baixei para os 36M e entendemo-nos por aí.

Ele tinha 30 anos e ia perder a titularidade, era uma oportunidade a não perder. Fiquei melhor servido com o Porro e ainda lucro 36M com a troca. Brutal!

De resto não contratei ninguém, apenas o Gil Campos para a equipa B, um jovem avançado que o meu scouting diz ter potencial.

Para os lugares dos que saíram, promovi vários jovens: Ângelo de Carvalho Santos (central/lateral esquerdo), Eduardo Felicíssimo (médio defensivo), Boubacar Doumbia e Alejo Spina (ambos médios centro) e o Guido de Paul (avançado interior direito).

Assim, a minha previsão no início da época para o onze principal e o onze secundário eram estes.

 

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Ao longo do ano houve algumas mudanças neste plano. O Mateus Fernandes sofreu imenso com várias lesões, esteve de fora uns dois ou três meses no total, e o Francisco Trincão também foi ausência duas ou três vezes.

Lucraram com isso o Daniel Bragança e o Guido de Paul, que acabaram por ganhar a titularidade ao longo do ano. Mas já lá vamos.

 

 

Primeira Volta

 

 

Desta vez não vou fazer separadores por competição, à excepção da Liga dos Campeões que deixarei para o final. Nas restantes provas apenas vou separar a primeira volta da segunda.

 

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Como dá para perceber, a primeira volta foi praticamente imaculada.

Em 29 jogos vencemos 25 e empatámos os restantes 4 jogos, incluindo a deslocação ao Estádio da Luz para a Primeira Liga e as deslocações a Nápoles e Amesterdão para a Champions.

Note-se que o outro empate foi em Santarém contra a minha antiga equipa - bandidos! Brincadeira, passada a frustração até fiquei contente, é sinal que estão bem e recomendam-se.

Como destaques desta primeira volta deixo dois jogos.

 

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O primeiro da temporada que nos valeu o primeiro título, a Supertaça, vencida com um hattrick do capitão Viktor Gyökeres em Guimarães.

E isto...

 

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Uma goleada na recepção ao Porto, um daqueles jogos que ficarão na história e serão recordados eternamente.

Marcámos no primeiro lance do jogo e o Porto implodiu por completo, de tal forma que à meia hora de jogo já vencíamos por 6-0, que seria o resultado final. A equipa levantou o pé, o que acontece quase sempre no FM Mobile quando se chega ao intervalo a golear.

 

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Com isto estávamos, como é fácil de imaginar, na liderança da prova a meio do percurso. Uma média de 3 golos por jogo, apenas 4 golos sofridos em 17 partidas, Benfica e Porto a 10 e 17 pontos de distância, respetivamente.

O único adversário que ia mantendo o ritmo era nesta fase o Vitória SC, que chegaram à 16ª jornada a apenas 3 pontos de nós. Fomos a Guimarães na 17ª jornada disputar a liderança do campeonato e vencemos categoricamente por 4-0, mas é de realçar que nesta fase os vimaranenses estavam a fazer uma campanha impressionante.

 

 

Segunda Volta

 

 

Com o campeonato bem encaminhado, partimos para a segunda volta confiantes de que o título não nos fugiria. Bastaria manter o ritmo que trazíamos da primeira volta, o que não seria tarefa fácil pois haveria muitas distrações: Taças de Portugal, da Liga e a maior de todas, a Liga dos Campeões.

Mas já dizia o poeta do bombo que se fosse fácil não era para nós.

 

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Trinta e um jogos que se saldaram em 28 vitórias e 3 empates, curiosamente todos para a Liga dos Campeões.

A primeira competição a ser decidida foi a Taça da Liga, como é habitual. Passámos a Fase de Grupos com facilidade, vencendo Braga e Rio Ave, e chegados à Final Four saíram-nos ao caminho Porto e Farense.

 

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Segunda competição concluída, segundo título. Quando saiu o sorteio da Final Four já sabia que a verdadeira final seria a Meia Final frente ao Porto.

A insuspeita dupla Francisco Trincão e Viktor Gyökeres, que tantas alegrias tem dado nos últimos dois anos, voltou a ser decisiva e carimbou o acesso à final com nova goleada aplicada aos dragões.

Na final frente ao Farense não fomos tão exuberantes. Os dois avançados interiores marcaram no início de cada uma das partes os golos que garantiram a revalidação do título da Taça da Carica.

Enquanto isso, avançávamos também a todo o vapor nas outras duas competições internas.

Na Taça de Portugal, e depois de virarmos Moncarapachense, Rabo de Peixe e Marco 09 nas fases precoces da prova, seguiram-se Braga e o duplo confronto com o Arouca nas Meias-Finais. Três vitórias e estávamos pelo terceiro ano consecutivo no Jamor.

O adversário seria o Estoril, mas antes havia um título mais importante para resolver: o de campeão nacional.

Não vale a pena fazer grande suspense, se viram o print com os resultados perceberam que somámos por vitórias todos os 17 jogos da segunda volta na Primeira Liga, incluindo tanto o Derby Eterno como o Clássico.

 

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O Benfica foi arrasado logo na fase inicial da partida, tal como o Porto havia sido na primeira volta. Aos 21 minutos vencíamos por 3-0 com o prodígio Guido de Paul em grande destaque. O Benfica ainda reduziu no início da segunda parte, mas nem cheirou.

Já o jogo no Dragão foi bem mais competitivo. O Porto deu uma excelente réplica apesar de o Afonso Martins ter inaugurado o marcador a meio da primeira parte e o jogo poderia ter caído para qualquer um dos lados até ao momento em que o Ezri Konsa selou a vitória.

Se notarem com atenção a descrição do print, esta foi a nona vitória consecutiva do Sporting em Clássicos contra o Porto. Provavelmente um recorde que nunca mais será igualado.

Por outro lado, em três Clássicos esta temporada entre Sporting e Porto, os dragões não nos marcaram qualquer golo. Bastou o João Soeiro sair do Porto para eles deixarem de nos marcar. O puto era um pesadelo para mim, mas felizmente o Barcelona levou-o.

E com isto...

 

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O Sporting é tricampeão nacional!

É o 27º título de campeão nacional, ou 23º da Primeira Liga, como preferirem. A última vez que o Sporting se sagrou tricampeão nacional foi em 1954 - há distantes 76 anos!

Fomos brilhantes! Somámos 32 vitórias em 34 jogos, cedendo apenas 4 pontos nos empates com Benfica e União de Santarém na primeira volta. Marcámos novamente 100 golos e sofremos apenas 11 tentos, o que é um registo com que não sonhava.

 

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O treinador profetizou-o e aconteceu mesmo: o Sporting foi imbatível.

Foram 34 jogos sem perder para a Primeira Liga, que se somam aos 28 jogos sem perder para a mesma competição que trazíamos da época passada - a última derrota foi na 6ª jornada da época passada, em Faro.

Isto significa que terminámos o campeonato com 62 jogos sem perder, batendo o recorde histórico do Porto de Sérgio Conceição que conseguiu estar imbatível 58 jogos consecutivos entre 2020 e 2022.

 

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Os dois avançados do Sporting, Viktor Gyökeres e o seu suplente Julien de Sart, foram os dois melhores marcadores do campeonato, o que atesta a dimensão do rolo compressor de Alvalade.

E o Viktor Gyökeres, na hora de receber o galardão, não se esqueceu de agradecer ao seu treinador. Capitão ❤️

 

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Num ano em que a onda verde alastrou a todo o país, nem a Segunda Liga nos escapou. A equipa que construí para ser o futuro do Sporting também conquistou o título, deixando claro que o nosso futuro é verde. Pun intended!

 

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Para concluir o tópico das competições internas, faltava disputar a final da Taça de Portugal. No Jamor apresentaram-se duas equipas da região, mas dificilmente se poderá chamar ao que aconteceu um duelo.

Vencemos, convencemos e repetimos a dobradinha do ano passado. Quatro competições internas, quatro títulos.

Viva o Sporting Clube de Portugal!

 

 

Liga dos Campeões - A caminho do Olimpo

 

 

A grande final da Liga dos Campeões 2029/30 seria disputada em Atenas, no OAKA Spyros Louis, estádio com cerca de 69 mil lugares que faz parte do Complexo Olímpico de Atenas onde se disputaram os Jogos Olímpicos de Verão de 2004.

Foi sob o lema "A caminho do Olimpo" que o universo leonino se uniu no sonho de regressar à final da Liga dos Campeões para vingar a derrota da época passada.

Se tiverem olhado com atenção para os prints já terão percebido que chegámos lá, por isso muito deste capítulo é uma descrição do caminho para o Olimpo.

 

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A Fase de Campeonato foi um desafio maior do que a do ano passado. Enquanto nessa altura varremos os sete primeiros adversários com outras tantas vitórias, desta vez tivemos de suar para garantir uma das oito vagas de acesso direto aos Oitavos-de-Final.

E foi apenas no último jogo que a garantimos, terminando esta fase na 6ª posição. À entrada para o último jogo ainda havia uma remota possibilidade de falharmos esse objetivo.

Para tal, teria de haver uma conjugação de vários resultados noutros jogos e nós perdermos em Florença por cinco golos de diferença. Era quase impossível, mas às vezes as coisas acontecem...

Em casa fomos imperiais: quatro jogos, quatro vitórias - Villarreal, Monaco, Freiburg e Bayern. Fora de casa as coisas foram mais tremidas, com a vitória sobre o Qarabag a destoar dos três empates a uma bola perante Napoli, Ajax e Fiorentina - em todos estivemos a perder.

Seja como for, passámos diretamente aos Oitavos-de-Final onde fomos cabeças-de-série. Apesar desse estatuto, havia alguns potenciais adversários de elevado calibre e quis a sorte que nos saísse um desses.

 

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O Barcelona investiu uma quantidade de dinheiro absurda nesta temporada para tentar derrotar o campeão europeu Real Madrid e voltar a ser campeão espanhol - e diga-se de passagem que não conseguiram.

Entre a constelação de estrelas na cidade condal constam alguns portugueses, o maior dos quais Gonçalo Inácio, formado no Sporting e uma figura muito querida entre os sportinguistas.

Além dele, figuram por lá também os tugas Gabriel Silva, meu ex-jogador que saiu do Sporting para lá no último Verão, e João Soeiro. Sim! Esse João Soeiro, o ex-Porto que me marcava sempre que jogava contra os dragões.

Na primeira mão demonstrámos desde logo que o Barcelona pode ter os craques todos, mas nós somos mais equipa. Estivémos por cima do jogo a maior parte do tempo e colocámo-nos em vantagem por duas vezes, a última das quais no período de descontos.

Por essa altura pensei que a vitória estava assegurada, mas - e estas coisas não se inventam - o João Soeiro não deixou de picar o ponto e voltou a marcar-me. O raio do rapaz tem qualquer coisa contra o Sporting, isto não é normal!

A segunda mão foi uma cópia bastante fiel do primeiro jogo, com a diferença que perante o apoio da nossa gente nós marcámos as oportunidades que criámos enquanto o Barcelona não o conseguiu fazer. As duas promessas sul-americanas bisaram e avançámos para a fase seguinte da prova milionária.

 

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Depois do azar no sorteio para os Oitavos-de-Final, veio a sorte nos Quartos-de-Final. O Marselha era o adversário mais apetecível no meio dos tubarões que restavam e calharam-nos a nós.

Foi uma eliminatória tão tranquila que nem há muito para dizer. Hannibal e Afonso Moreira foram os marcadores de serviço numa primeira mão em que poderíamos ter goleado, Guido de Paul deu-nos a vitória na segunda mão e o apuramento nunca esteve em risco.

Para as Meias-Finais saiu-nos um velho conhecido vindo do nosso vizinho ibérico.

 

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A reedição da final da época passada colocava frente a frente os dois campeões ibéricos: o espanhol contra o português. No entanto, desta vez a história foi bem diferente.

Numa noite para recordar, o Sporting foi ao Santiago Bernabéu golear o Real Madrid por claros 4-1. Guido de Paul deu o mote logo no início e Gyökeres alargou a vantagem antes do intervalo.

Parecia que iríamos para os balneários com dois golos de vantagem, mas Wahi reduziu logo depois - ele que havia marcado os dois golos com que o Real Madrid derrotou o Sporting na final do ano passado.

Mas isto era a noite do Sporting e Gyökeres provou-o ao fazer o terceiro dos leões. Dário Essugo concluiu a goleada com um belo remate de fora da área e deixou-nos com pé e meio na final.

Uma semana depois, em Alvalade, bastava não permitir ao campeão europeu em título encarnar a temível fúria espanhola.

Uma primeira parte frenética viu Wahi abrir o marcador logo no início, e nesta altura não vou negar que receei um choke de proporções épicas, mas o capitão Gyökeres veio salvar a noite com dois golos que deram a remontada.

O de sempre, Wahi de seu nome, ainda empatou o jogo, mas o resultado não se alteraria mais e a certa altura os espanhóis atiraram a toalha ao chão.

O Sporting bateu o Real Madrid, vingando-se da derrota de há um ano, e estaria em Atenas para nova final europeia.

 

 

As palavras do fundador

 

 

"Queremos que o Sporting seja um grande clube, tão grande como os maiores da Europa"

 

Foi assim que José Alvalade profetizou o clube que acabava de ser fundado, o Sporting Clube de Portugal, no distante ano de 1906. Volvidos 124 anos, no dia 01 Junho de 2030, o Sporting apresentava-se em Atenas com o objetivo de cumprir os desígnios do seu fundador.

O adversário seria o Paris Saint-Germain, eles próprios também desesperadamente em busca do seu primeiro título europeu. Qualquer que fosse o vencedor, uma coisa seria certa: haveria um estreante a vencer a Liga dos Campeões.

Fomos a jogo quase na máxima força. O Dário Essugo lesionou-se no dia do jogo e foi baixa de última hora - e ele ia ser titular... -, mas tinha o Morten Hjulmand pronto para ocupar a posição.

De resto, e deixo por escrito porque me esqueci de tirar print dos onze iniciais, fui a jogo com: André Gomes; Pedro Porro, Maxence Lacroix, Ezri Konsa e Ian Maatsen; Morten Hjulmand, Daniel Bragança e Hannibal; Guido de Paul, Afonso Moreira e Viktor Gyökeres.

Do outro lado, destaque para o temível Kylian Mbappé, o português Vitinha e os ex-Sporting Nuno Mendes e Manuel Ugarte.

Estádio cheio, fortes contingentes de adeptos leoninos e parisienses, um ambiente fantástico e duas equipas em busca do seu primeiro título de campeões europeus de futebol à sombra dos deuses do Olimpo.

Quem favoreceram os deuses?

 

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SOMOS. CAMPEÕES. DA. EUROPA. CARAI.

 

APFJABFODKANSHFOWNAHFIAJSBFAAAAAHHHHH

 

VIKTOR FUCKIN' GYÖKERES!

 

Foi um jogo intenso, duas equipas a batalhar por cada bola dividida como se as suas vidas dependessem disso e um equilíbrio quase total tanto em termos territoriais, como de remates e ocasiões de golo.

Isto poderia ter caído para qualquer lado. Caiu para nós e não poderia ter ficado mais feliz.

Até começou mal. Numa fase em que o jogo estava repartido e nenhuma equipa se destacava, Kylian Mbappé surgiu a aproveitar uma desatenção nossa, foi veloz a explorar o espaço e fuzilou o pobre André Gomes.

Nesta fase passaram-me pela cabeça flashes da final do ano passado, quando num jogo de características semelhantes vi o Wahi marcar dois golos de rajada que decidiram a Champions.

Mas desta vez a minha miudagem estava atenta - o que faz a diferença de estaleca: há um ano éramos um bando de miúdos bem intencionados, mas ingénuos; desta vez tínhamos a resiliência adquirida da experiência de há um ano.

Ainda antes do intervalo, um lance desenhado pela esquerda entre o Ian Maatsen e o Afonso Moreira atraiu as marcações e deixou o Hannibal sozinho e em zona frontal com uma clareira para a baliza. O internacional tunisino não se fez rogado e empatou com um remate rasteiro ao canto inferior esquerdo da baliza de Donnarumma.

 

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No início da segunda metade, a capitalizar a motivação com o golo do empate, o capitão Viktor Gyökeres respondeu com uma cabeçada fulminante a um cruzamento primoroso do Afonso Moreira a partir da esquerda, deixando o Sporting a 40 minutos do título.

Esse título ainda foi ferozmente disputado pelos parisienses, com especial destaque para o fenómeno que é Mbappé, um elemento disruptivo que ia criando o caos na minha defesa. Honra lhes seja feita, podem ter petrodólares a saltar-lhes dos bolsos, mas são uma equipa do carago.

O tempo ia passando e o sonho tornava-se cada vez mais real. Aos 86 minutos de jogo conquistámos um pontapé de canto, muito celebrado pela ruidosa onda verde que preenchia o sector mais próximo da bandeirola de canto. Trincão bateu-o, a defesa parisiense aliviou a bola e Lacroix bateu Nuno Mendes na disputa do ressalto já foram da área.

Depois aconteceu tudo num instante: Lacroix, Mateus Fernandes e Trincão trocaram a bola em rápida sucessão e este último cruzou rasteiro a partir da direita. Viktor Gyökeres antecipou-se a Brown ao primeiro poste e rematou cruzado.

As redes balançaram e o rugido do leão fez-se ouvir a quilómetros de distância, como um vulcão há muito ansioso por explodir - e este vulcão estava há 124 anos à espera deste momento; do momento em que o Sporting Clube de Portugal seria campeão europeu.

 

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Nem o golo tardio de Kylian Mbappé atenuou a festa que já se fazia em Atenas, em Lisboa e um pouco por todo o mundo.

Passaram-se 126 anos desde que José Alvalade profetizou que o Sporting seria grande, tão grande como os maiores da Europa. A 01 de Junho de 2030, o Sporting é o maior da Europa.

Esta é para ti, José Alvalade. 

 

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(o Hjulmand aparece como capitão, mas foi o Gyökeres quem envergou a braçadeira; deve aparecer o dinamarquês porque o avançado foi substituído no final do jogo)

 

A exibição do Mbappé foi tão perfeita que foi o melhor em campo apesar de a sua equipa ter sido derrotada. Foi de resto o único que esteve em destaque do lado dos parisienses; falharam-lhe os colegas de equipa.

Do nosso lado destacam-se a propensão ofensiva dos nossos laterais, a segurança defensiva do Lacroix e as ações decisivas de Hannibal, Afonso Moreira, Viktor Gyökeres e do Francisco Trincão, este último suplente lançado na segunda parte.

 

 

Estatísticas Individuais e Prémios

 

 

Resta fazer a análise final às prestações individuais dos jogadores.

 

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Estes foram os dez jogadores de campo que se poderão considerar os titulares, já que foi a eles que recorri nos jogos mais importantes da fase final da temporada.

O destaque, mais uma vez, é o capitão Viktor Gyökeres. Com 45 golos e 12 assistências em 55 jogos, o sueco continua a ser decisivo e uma peça fulcral nas conquistas recentes do Sporting.

Numa segunda linha de importância aponto os dois avançados interiores, Guido de Paul e Afonso Moreira, o médio Hannibal e os laterais Pedro Porro e Ian Maatsen.

O Guido de Paul com 20 anitos a marcar 20 golos na sua primeira época completa a este nível. Incrível o talento deste menino! O Afonso Moreira este ano teve mais instinto matador, que era o que lhe faltava na época passada.

O Hannibal marcou menos do que na época passada, mas fê-lo em jogos e momentos importantes quando a equipa mais precisava - como na final da Liga dos Campeões. Os dois laterais fizeram assistências a torto e a direito, o que atesta a sua importância ofensiva.

 

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Aqui estão os dez jogadores que se consideram as minhas segundas linhas. Os destaques principais têm de ir para três jogadores: Boubacar Doumbia, Francisco Trincão e Julien de Sart.

O primeiro é um jovem médio francês de 20 anos que na época passada marcou mais de 20 golos na Liga 3 pela equipa B. Promovi-o para esta época e correspondeu com os belos números que se vêem.

Do Trincão já pouco há a dizer. É um craque! Perdeu a titularidade para o Guido de Paul devido às lesões que o afetaram ao longo do ano, mas sempre que foi chamado correspondeu com golos e assistências.

O de Sart está um senhor avançado e só tem um problema - chamado Gyökeres. Está tapado pelo capitão, mas não foram poucas as vezes em que entrou para o seu lugar em segundas partes quando os jogos já estavam decididos e ainda ia a tempo de marcar.

O destaque negativo vai para o Mateus Fernandes, cuja temporada foi um pesadelo devido às lesões - visível pelos apenas 31 jogos feitos em 61 disputados.

 

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Aqui o print com os restantes jogadores utilizados ao longo da época: os guarda-redes André Gomes, Luís Baeza e Mickaël Haas; e os quatro jovens jogadores de campo, selecionados nas suas respetivas posições.

 

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Sem surpresas, fui considerado o treinador português do ano pela segunda vez consecutiva.

 

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E o Afonso Moreira foi eleito o jogador português do ano, facto que me deixou orgulhoso porque vi o seu crescimento ao longo da temporada. É craque da cabeça aos pés, é um dos meninos de Alcochete e é do Sporting Clube de Portugal.

 

E...

 

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... meu menino de ouro ❤️

 

 

Balanço final e desafios futuros

 

 

Terminada esta temporada com a conquista da Liga dos Campeões, julgo que se fecha o ciclo no Sporting.

Poderia continuar para disputar a Supertaça Europeia e o Campeonato do Mundo de Clubes, mas a primeira não é assim tão importante e o segundo é apenas em 2033. Não encontro motivação para disputar três Primeiras Ligas até lá - já não é um objetivo desafiante.

Deixo o Sporting com 11 títulos conquistados em 14 provas disputadas em dois anos e meio. Somámos ao já vasto museu leonino uma Liga dos Campeões, três Primeiras Ligas, três Taças de Portugal, duas Supertaças e duas Taças da Liga.

Saio com o Sporting numa série de 62 jogos consecutivos sem perder para a Primeira Liga, recorde histórico da prova. A última derrota foi há mais de ano e meio, em 2028, em Faro.

Em todas as competições não perdemos também os últimos 62 jogos. A última derrota foi há um ano, na final da Liga dos Campeões frente ao Real Madrid, em 2029.

O Sporting fica com um plantel cheio de qualidade e com jogadores hiper-valorizados, além de uma equipa B repleta de talento para o futuro. Têm tudo para continuar a dominar o futebol português nos próximos anos.

Comecei a tomar atenção às movimentações de treinadores logo no dia seguinte à vitória na final da Liga dos Campeões. O meu interesse nesta fase passava pela Premier League; quero testar-me na maior Liga do mundo.

Surgiram nas semanas seguintes três possibilidades: Chelsea, Liverpool e Tottenham. Em todos eles apresentei interesse em ocupar as vagas disponíveis.

O Chelsea estava sem treinador depois de terminarem a Premier League em 2029/30 num impensável 17º lugar. Optaram porém por recrutar Michael Carrick, que vinha fazendo um bom trabalho no Coventry.

O Tottenham não fez muito melhor do que os seus rivais londrinos, tendo terminado a Premier League em 14º lugar. O treinador Joe Edwards tinha o cargo muito inseguro e o clube acabou por despedi-lo a 22 de Junho.

Uns dias depois, o Jurgen Klopp decidiu terminar a sua carreira e com isso o Liverpool ficou também sem treinador. Nesta fase, entre os dois, aceitaria o primeiro clube que me abordasse.

Assim, tinha estas duas alternativas ainda em aberto quando entrámos em Julho. Pelo sim, pelo não, comecei a planear a pré-temporada do Sporting para o caso de nenhum deles me contactar.

Até que no dia 03 de Julho...

 

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Parece-me um bom desafio para dar seguimento ao save.

Curiosidade.

Após sair para o Tottenham, o Sporting começou a vender vários jogadores. Um deles foi o Julien de Sart.

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Ora, o Julien de Sart foi contratado por mim para a União de Santarém no Verão de 2027 por 4M. Quando fui para o Sporting em Novembro desse ano, levei-o comigo no primeiro mercado de transferências, em Janeiro 2028, por 7M.

Ele agora, no Verão de 2030, saiu por 74M para o Barcelona. O que há de curioso nisto? É que quando o contratei para o Sporting deixei uma cláusula de 50% para a União de Santarém numa futura transferência.

A União de Santarém acabou de receber 37M com esta transferência do menino para o Barcelona. Foi a minha última prenda para o clube que me deu a mão no início da carreira.

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100 golos em todas as competições a faltar 2 jogos para o final da época.

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Citação de xicantonio, há 22 horas:

É mais fácil vencer a liga dos campeões do que o campeonato espanhol

Tive de vender a alma ao diabo, porra
Recorde de pontos, golos marcados e vitórias. É o campeonato mais difícil de vencer 

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Editado por xicantonio

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Comecei um jogo nove no Clube União Micaelense por causa do genial acrónimo. Começam com este gajo no plantel por isso a tactica ofensiva está definida: é chutar contra o pinheiro.

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Citação de Nobrewow, Em 11/04/2024 at 02:34:

 

Ia sendo um comeback incrivel, mas foi para o que deu.

atacar a 2ª Liga que vamos destacadissimos em 1º e pro ano ir pa Primeira liga dar trabalho aos tubaroes

 

 

 

Fomos promovidos facilmente.

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isto acontece no inicio da epoca seguinte.

lets go

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