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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

Publicações recomendadas

findada mais uma época

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1ª de  Primeira liga, na Allianz ficamos com os mesmos pontos que o braga mas com -2 golos.

 

O Mascarós teve a transferencia acertada em janeiro(31.5M€), mas como aceitou depois do fecho do mercado, recebi o dinheiro mas ele ficou ca.

Deu ainda para comprar mais uns putos interessantes.

VOu atacar a nova época,  trazendo ja um extremo do Belem por 19M e sacando mais uns free agents e alguns bargains que encontrei na America Latina

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Citação de Danskin, Em 27/04/2024 at 13:00:

Sempre conseguiste pôr a tua táctica a recriar o dito Futebol Total, a carburar neste FM? Lembro-me de ver um post teu no fórum da SI a abordar o tema, aqui há uns tempos.

Nope. Não foge muito do que o Michael disse abaixo mas meio que "abandonei" a ideia porque acabei por não ter feedback sobre a intenção de criar algo assim. FM21/22 ainda consegui chegar perto disso mas com a cena do jogo posicional que foi implementado este ano tive que deixar de lado a ideia.

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Citação de Erwin, Em 25/04/2024 at 01:53:

 

 

qual é a tua skin @Erwin?

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Citação de Su1, há 5 minutos:

qual é a tua skin @Erwin?

Nesse caso é a do Rensie.

só mudei os match panels

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Citação de Erwin, Agora:

Nesse caso é a do Rensie.

só mudei os match panels

obrigado!

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Citação de Erwin, Em 27/04/2024 at 05:35:

no 23 fiz um save no Sporting; todas as semanas elogiava o treino dele (estava sempre acima de 9 por causa do profissionalismo) e a workrate começou a subir e aí também começou a evoluir o resto.

entretanto a workrate até chegou a 20 mesmo.

Isso agora infelizmente não acontece, tal como meteres o capitão a dar as boas vindas aos reforços e a Determinação e o Workrate dispararem.

 

No meu save com o Benfica, são 7 CL seguidas e o António Silva está a 3 épocas de bater o recorde de jogos pela equipa. Acho que saio nessa altura

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Citação de El Colosso, há 8 minutos:

Isso agora infelizmente não acontece, tal como meteres o capitão a dar as boas vindas aos reforços e a Determinação e o Workrate dispararem.

 

No meu save com o Benfica, são 7 CL seguidas e o António Silva está a 3 épocas de bater o recorde de jogos pela equipa. Acho que saio nessa altura

admito que este ano nunca tentei a cena de elogiar. e o resto nem sabia.

tanto com Porto como Benfica passado um tempo fica demasiado ganhar CL, pq em Portugal é um passeio e por isso a moral dos jogadores está sempre quase no máximo.

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Citação de Erwin, há 1 minuto:

admito que este ano nunca tentei a cena de elogiar. e o resto nem sabia.

tanto com Porto como Benfica passado um tempo fica demasiado ganhar CL, pq em Portugal é um passeio e por isso a moral dos jogadores está sempre quase no máximo.

Sim, e as finanças, se as souberes gerir, são uma piada. Na época anterior estava com 1.7B de euros, e este ano sou capaz de chegar aos 1.2/1.3. Ainda por cima estou a limitar-me a só dar salarios acima dos 250k a jogadores saidos do Seixal. Agora o meu próximo objetivo, não em 32/33 mas em 33/34 é ter uma equipa principal só de jogadores desses

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Citação de El Colosso, há 13 minutos:

Sim, e as finanças, se as souberes gerir, são uma piada. Na época anterior estava com 1.7B de euros, e este ano sou capaz de chegar aos 1.2/1.3. Ainda por cima estou a limitar-me a só dar salarios acima dos 250k a jogadores saidos do Seixal. Agora o meu próximo objetivo, não em 32/33 mas em 33/34 é ter uma equipa principal só de jogadores desses

certo, no Porto tenho 1B de orçamento para transferência.

e podia ter muito mais só que apeteceu-me estourar dinheiro no Haaland, no Yamal e no Joao Neves 😂

mas já não pego no save há um pedaço por acaso

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Citação de Erwin, há 7 minutos:

certo, no Porto tenho 1B de orçamento para transferência.

e podia ter muito mais só que apeteceu-me estourar dinheiro no Haaland, no Yamal e no Joao Neves 😂

mas já não pego no save há um pedaço por acaso

Eu na beta tenho sempre um save assim, onde estouro dinheiro só porque sim. No 22 tinha o Haaland e o Mbappe na frente, no 23 o meu meio campo era Wirtz, Jude e Kephren Thuram com o Szobozlai na esquerda

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Citação de Nobrewow, há 23 horas:

findada mais uma época

 

 

1ª de  Primeira liga, na Allianz ficamos com os mesmos pontos que o braga mas com -2 golos.

 

O Mascarós teve a transferencia acertada em janeiro(31.5M€), mas como aceitou depois do fecho do mercado, recebi o dinheiro mas ele ficou ca.

Deu ainda para comprar mais uns putos interessantes.

VOu atacar a nova época,  trazendo ja um extremo do Belem por 19M e sacando mais uns free agents e alguns bargains que encontrei na America Latina

Para completar esta época incrivel segue-se o EURO com a seleçao das quinas.
Ainda nao tinhamos uma vitoria em competiçoes após as 2 do Nando, finalmente chegam aqui em Espanha(2040)

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Citação de Black Hawk, Em 23/04/2024 at 23:06:

Atualização da oitava temporada do meu save, embora desta vez só até meio da temporada que foi até onde consegui avançar. Também permite fazer um post com o processo de criação do plantel.

Depois dos sucessos no Sporting, cujos highlights foram o tricampeonato e a conquista da Liga dos Campeões na última temporada, decidi ir em busca de um novo desafio.

Ele não tardou a surgir.

 

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Isto é um desafio interessante porque o Tottenham, embora seja um clube de enormes dimensões, não é campeão inglês desde 1961, data em que conquistou o seu segundo título. À data do save, que vai em 2030, já são 69 anos de jejum.

O último título conquistado pelos Spurs foi em 2008, com a conquista da League Cup, atual Carabao Cup, sob o comando de Juande Ramos numa final contra o Chelsea de Avram Grant. São 22 anos sem sequer uma tacita para celebrar. É demasiado tempo.

Por isso, o desafio de voltar a dar uma alegria às gentes de Tottenham é bastante atrativo. No entanto, há aqui um handicap: se notarem com atenção no print, os responsáveis falam em "estabilizar as finanças do clube".

Isto acontece porque o Tottenham não está num bom momento no que às suas contas diz respeito. Tentei perceber o que aconteceu e o que descobri é que muitos dos jogadores do plantel foram contratados por valores absurdos, nada coerentes com a sua qualidade.

Isto em conjunto com o facto de o Tottenham falhar o acesso à Liga dos Campeões desde o início do save pode explicar o estado mais débil das contas do clube.

Ainda assim, disponibilizaram-me 83M para contratações, o que embora pareça muito é, na verdade, pouco para a quantidade de reforços que os Spurs deveriam ter para ser uma equipa competitiva, em especial no que à profundidade do plantel diz respeito.

 

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Isto é o Tottenham em 2030. A melhor classificação do clube foram as 5ªs posições em 2027 e 2029, intercaladas com as autênticas desgraças de 2028 e 2030 em que terminaram em impensáveis 14ºs lugares.

Como consequência, o clube perdeu reputação. Se notarem no canto superior esquerdo, o Tottenham tem apenas 4,0 estrelas de reputação. Isto é a reputação de clubes como Braga ou Guimarães.

Já as finanças estão no estado "Okay". No Mobile não dá para ver o dinheiro em caixa do clube, apenas é possível saber qual o estado das finanças. Os clubes podem ser "Ricos", estar "Seguros", "Okay", "Inseguros" ou estar na "Bancarrota".

Para aparecermos como "Okay", as coisas de facto não podem estar famosas.

Só para quem tiver curiosidade, deixo também o printscreen da classificação da Premier League na temporada anterior.

 

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Como dá para ver, Tottenham e Chelsea tiveram temporadas terríveis e por isso trocaram de treinador: o Chelsea virou-se para o Michael Carrick, o Tottenham para mim.

O Arsenal sagrou-se bicampeão fazendo uma temporada fantástica sob o comando do Mikel Arteta. Foi o terceiro título dos Gunners neste save. Liverpool, com três conquistas, e Man City, com uma, venceram as restantes temporadas neste save.

 

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Esta situação é um extra bem-vindo. A equipa que parece ser dominadora nesta fase é o grande rival do Tottenham. Para conquistarmos a glória teremos de destronar o Arsenal do pedestal em que se encontram.

Vamos ao trabalho.

 

O Plantel

 

Do plantel original do Tottenham no início do save sobram apenas quatro jogadores: Micky van de Ven, Pape Matar Sarr, James Maddison e Manor Solomon. Tudo o resto são jogadores já contratados ao longo das sete temporadas anteriores que o save já leva.

Na baliza só tenho um guarda-redes em condições: Aaron Ramsdale, agora com 32 anos. Apesar da idade é um óptimo jogador e já está no Tottenham há vários anos.

Na defesa tenho quatro elementos que me deixam descansado - pelo menos no que à primeira linha diz respeito. Para lateral direito tenho o Reuell Walters (na realidade é um jovem do Arsenal), para a esquerdo há o alemão Almugera Kabar (na realidade é um júnior do Dortmund), e os centrais são o Micky van de Ven (que é agora capitão do Tottenham) e o Mika Mármol (da formação do Barcelona e que está atualmente no Las Palmas).

Como alternativas tenho o Aaron Hickey (lateral do Brentford que joga em ambos os lados) e o Livano Comenencia (está na equipa Sub23 da Juventus) que é lateral direito e pode jogar também como médio defensivo. Precisava de um central para servir de rotação à dupla principal, fora isso a defesa até tem bastante qualidade.

Do meio-campo para a frente é que começa o drama.

Como médio defensivo tinha apenas o Nicolò Rovella (da Juventus, atualmente emprestado ao Lazio) e um jovem regen de 17 anos chamado Karlan Burland. O Rovella na realidade tem imensa qualidade, mas aqui encontrei-o com atributos bastante desvalorizados, um pouco como os jogadores do Sporting estavam quando lá cheguei.

Para os vértices mais adiantados do triângulo do meio-campo há o Pape Matar Sarr, que é craque, o Conor Gallagher (o do Chelsea) e o Lewis Miley (o puto do Newcastle), e um regen chamado Stewart Legg.

Em teoria seria um bom meio-campo, mas aparte o Sarr, os restantes pecam na qualidade. O Gallagher e o Miley estão razoáveis, daqueles médios que não são maus em nada mas também não se destacam em nenhum atributo em especial. Pode ser que estejam desvalorizados e evoluam ao longo da época... O Legg dependerá da margem de evolução que tiver.

Ou seja, o meio-campo não sendo mau, não é também um espanto.

Para as alas do ataque há Dan Ndoye (na realidade está no Bologna) que usarei pela esquerda, Sergey Pinyaev (um jovem do Lokomotiv), Jarrod Bowen (o do West Ham), James Maddison e Manor Solomon.

O problema aqui é que destes cinco apenas o Dan Ndoye é uma opção real, e mesmo assim não é nada por aí além. O Pinyaev e o Solomon são fraquitos, não posso dizê-lo de outra forma, e Bowen e Maddison são agora veteranos que já não têm nível para isto.

Estes dois últimos vão terminar contrato no final da época e têm a intenção de se retirarem. Poderão fazer um punhado de jogos, mas pouco mais do que isso.

Para o centro do ataque há apenas dois avançados: Lorenzo Colombo (jovem avançado do AC Milan que está emprestado ao Monza) e o alemão Robert Ramsak (que na realidade está ainda nas camadas jovens do Bayern).

O Colombo posso descrevê-lo como um Paulinho italiano. Tem bom remate, mas não é forte nem fraco em mais nenhum aspeto. O Ramsak é frágil no jogo aéreo, acabei por decidir adaptá-lo a avançado interior pela esquerda - até porque tenho poucos, como já vimos.

Feitas as contas, precisava mesmo de um central, um médio defensivo, um avançado interior e um ponta-de-lança. Tinha 83M para encontrar quatro jogadores... Felizmente, o Tottenham tinha uma coisa: excedentários com fartura para vender!

 

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Passei o Verão todo a oferecer jogadores e a tentar encontrar colocação para esta gente toda. Houve alguns que ficaram, não me consegui livrar de todos os excedentários, mas ainda deu para somar 137M ao orçamento para transferências!

De todos, fiquei apenas com pena de perder o Sebastian Szymanski e o Tyler Dibling. Eram ambos bons jogadores, mas o primeiro já é trintão e tenho de pensar no futuro do Tottenham, e o segundo embora razoável, precisava do dinheiro.

E precisava do dinheiro porque...

 

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Gastei 216M em contratações 😂

As três contratações mais caras foram todas do Sporting. É verdade, dei numa de José Mourinho e trouxe vários dos meus jogadores na minha aventura por Terras de Sua Majestade.

O Guido de Paul foi a minha prioridade. Não só porque precisava de um avançado interior esquerdino para jogar a partir da direita, mas também porque aquilo que ele fez na sua primeira temporada na equipa principal do Sporting foi demasiado bom.

Fun fact quanto ao valor: já durante a minha última temporada pelo Sporting, o menino começou a brilhar e decidi renovar o contrato. Ele exigiu cláusula de rescisão e acabei por conseguir que aceitasse 75M, foi o valor mais alto que aceitou.

Claro que na altura ele estava muito longe de ter esse valor de mercado. Quando começou a jogar tanto que até sentou o Francisco Trincão tentei renovar de novo, mas ele não quis renovar de novo porque tinha um contrato renovado muito recentemente.

Acabou por calhar bem, pude trazê-lo por um valor elevado, mas abaixo do valor de mercado dele. Até fiquei surpreendido por ele aceitar vir para o Tottenham dada a reduzida reputação atual do clube, mas eis o menino em Londres ❤️

Como torrei o orçamento quase todo nele, todas as outras contratações vieram a conta-gotas à medida que ia conseguindo somar dinheiro com as vendas que já mostrei, porque não saíram todos de imediato.

O Dário Essugo veio, mas não era a minha primeira opção. Andei à procura de um médio defensivo com as características certas para jogar como Roaming Playmaker, mas era tudo demasiado caro dado que já tinha estoirado o orçamento com o Guido de Paul.

A minha primeira opção era o Boubacar Doumbia, o jovem que promovi a época passada no Sporting, mas ele saiu de Alvalade antes de ter dinheiro para o contratar.

Quando reuni os fundos, e como não havia nada que me chamasse a atenção, lembrei-me que o Essugo no meu último ano no Sporting já tinha manifestado intenção de procurar um novo desafio. Ele já era titular a meias com o Hjulmand sem se notar qualquer diferença de qualidade, seria um bom reforço.

Quanto ao Leonel Vareda, a sua contratação foi meio aleatória. O meu alvo era o Julien de Sart, o substituto do Viktor Gyökeres no Sporting, mas o Barcelona antecipou-se e contratou-o quando ainda não tinha fundos para isso.

Decidi atacar o Leonel Vareda porque impressionou-me nos jogos que fez na época passada pelo Sporting. É forte no jogo aéreo, é rápido, é agressivo, só peca no Teamwork e no Dribbling.

Tenho alguma esperança que cresça e venha a ser titular nos Spurs dentro de um anito ou dois.

As restantes contratações foram a pensar no futuro - excepto o Jan Hoefkens que será o meu terceiro central. Curiosamente, algumas opções foram jogadores que tinha referenciados para o Sporting, mas que optei por outras opções. O Hoefkens estava na lista de centrais, mas na altura optei antes pelo Jan Wessig. O Fassnacht foi preterido pelo Boubacar Doumbia e pelo Alejo Spina.

Todos eles tinham pelo menos 4 estrelas em 5 de recomendação pelo meu scouting - nem sequer considero os jogadores com 3,5 ou menos estrelas - e tenho esperança que venham a acrescentar qualidade ao Tottenham num futuro próximo.

Para já, uns foram para a equipa de reservas e outros foram emprestados.

 

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Pouco depois de começar a temporada, recebi esta notícia terrível. O Ramsdale, o único guarda-redes em condições que tenho, lesionou-se com gravidade. Não tinha dinheiro para contratar um novo guardião, pelo que tive de procurar alguém por empréstimo.

O Antonino Sansonetti é um jovem guarda-redes que o Man City contratou à AS Roma. Não sei se se lembram dele, foi o herói dos romanos no desempate por penalidades contra o meu Sporting na Liga Europa, na minha primeira época por lá.

É um bom guarda-redes, mas prefiro usar os meus jogadores e quando o Ramsdale voltou em Dezembro até estava em condições razoáveis para reassumir a titularidade.

 

Apreciação do Plantel

 

Ora, o plantel que montei foi o possível. Se pudesse teria contratado mais uns quatro ou cinco jogadores. O onze inicial não é mau, mas há uns dois ou três jogadores que preferiria ter apenas como segundas linhas. Falta profundidade nesta equipa.

Por acaso calha estamos fora das competições europeias, o que permite gerir isto melhor. Estivéssemos na Europa e não sei como seria possível gerir o plantel... Assim podemos concentrar-nos apenas na Premier League e respetivas taças domésticas.

 

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Esta era a equipa que previa vir a ser o meu onze base. Na altura do print o Ramsdale ainda não se tinha lesionado e o Essugo estava no estaleiro por um mês, mas é este o meu melhor onze.

O que me pediram foi o apuramento para a Europa League, ou seja, terminar no top6. Sou um pouco mais ambicioso e acredito que podemos lutar pelo top4 e consequente acesso à Liga dos Campeões.

Seria importante até para entrar dinheiro para financiar contratações para o próximo ano.

Bem, passemos à bola e à atualização da primeira volta dos Spurs sob nova gerência.

 

Primeira Volta

 

A primeira volta terminou no final do ano civil, precisamente a 29 de Dezembro de 2030. Além dos 19 primeiros jogos para a Premier League, jogámos também para a Carabao Cup.

 

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Isto foram os 23 jogos que disputámos nos cerca de quatro meses e meio entre as partidas contra Burnley e Aston Villa.

Como dá para perceber, está a correr bem. Foram 18 vitórias, 2 empates e apenas 3 derrotas, estes cinco todos para a Premier League - e todos fora de casa, pois na nossa casa fomos imperiais.

De notar que estamos a bater-nos de igual para igual contra os adversários de maior calibre. Vencemos Newcastle, Man Utd e Chelsea (todos em casa) e Man City (fora), e empatámos nas deslocações a Liverpool e ao terreno do nosso maior rival Arsenal.

As derrotas surgiram em confrontos contra adversários mais frágeis. A nossa equipa carece um pouco de criatividade, em especial no trio de meio-campo, e tem sido difícil furar defesas mais fechadas. Vimo-nos a perder contra Leicester, Brighton e Coventry e já não tivemos capacidade de evitar esses desaires.

Na Carabao Cup avançámos quatro rondas e estamos nas Meias-Finais. O grande destaque desta primeira volta vem precisamente desta prova, da 3ª Ronda.

 

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Recebemos o Arsenal e arrasámos os nossos rivais numa exibição de sonho em que o nosso trio ofensivo levou tudo à frente.

Dan Ndoye abriu as contas ao roubar a bola ao guarda-redes dos Gunners - não estou a brincar, foi mesmo assim que aconteceu -, o Lorenzo Colombo assinou um hattrick e o nosso menino de ouro, Guido de Paul, completou a humilhação do Arsenal.

Depois disto ainda batemos o Chelsea e agora iremos defrontar o Liverpool nas Meias-Finais, que nesta prova é a duas mãos. O vencedor é quase garantido que defrontará o Man City, pois os Citizens terão um adversário acessível pelo caminho.

 

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O que estamos a fazer até agora é um pequeno milagre!

A meio da prova lideramos com cinco pontos de vantagem para Chelsea e Arsenal, performance sustentada por uma defesa que tem sido bastante sólida e que permitiu sofrermos apenas 8 golos até ao momento.

A maioria das equipas mais cotadas estão muito próximas. Apenas 9 pontos separam os seis primeiros, o que na Premier League facilmente se anula dado que a perda de pontos pode acontecer em qualquer campo, em qualquer momento.

O destaque negativo vai para o Man Utd, que ocupa um impensável 18º lugar que custou o cargo ao seu treinador, Xavi Hernández.

Não sei se teremos andamento para manter a liderança até ao final. O que nos tem valido é o espaço vago deixado pela ausência das competições europeias, o que me permite usar quase sempre o mesmo onze.

Mas estou a sobrecarregar o meu onze base e temo que na segunda volta paguemos a fatura e possamos quebrar em algum momento.

A ver vamos.

 

Performances Individuais e Cenas

 

Só para dar uma perspetiva de como os jogadores estão a render.

 

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Esta é a minha primeira linha e tenho de destacar três nomes: Guido de Paul, Dan Ndoye e Lorenzo Colombo, o meu trio de ataque.

O italiano em especial tem sido uma revelação. Pelos atributos parece um Paulinho italiano, mas tem marcado golos em catadupa, leva perto de 1 por jogo! O Guidito leva já números razoáveis e o Ndoye afinal não é tão mehzito como pensei.

Pela negativa, o Dário Essugo vai na segunda lesão na temporada, jogou menos de metade dos jogos e não está a destacar-se por aí além.

 

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Das segundas linhas, os destaques vão para o Nicolò Rovella, que tem aproveitado as ausências do Essugo, e para o miúdo Leonel Vareda que leva 6 golos e 7 assistências... sendo ele suplente habitual.

De resto, não é surpresa que a maioria das minhas segundas linhas tenham números modestos, muitos deles não estão ao nível dos titulares e noto imenso a diferença de qualidade sempre que preciso de rodar a equipa.

 

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Só por curiosidade, o Sporting optou por um tal Francesco Farioli para me substituir. O Sporting vendeu muita gente, em especial na equipa B e alguns titulares também, e não lidera a Primeira Liga nesta fase. É até um pouco triste ver a minha equipa ser desmontada.

 

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E para concluir, vencer a Liga dos Campeões e a Primeira Liga sem qualquer derrota em todas as competições, e liderar a Premier League com o Tottenham, não foi suficiente para vencer o prémio de treinador do ano. Fiquei em terceiro.

Agora vou disputar a segunda volta. Estamos em todas as frentes, os adeptos sonham com a Premier League ou pelo menos uma Carabao Cup ou FA Cup.

Não sei se teremos andamento para manter a liderança até final, mas o nosso lema passa a mensagem: "Audere est Facere" ("to dare is to do").

Let's go, Spurs!

Segunda metade da oitava temporada do meu savezito.

Na última atualização tínhamos terminado o ano civil de 2030 com o final da primeira volta. O Tottenham liderava a Premier League com 44 pontos, mais 5 em relação aos rivais londrinos Arsenal e Chelsea, e 7 para o Manchester City de Kyle Walker.

Sim, o treinador dos Citizens é o Kyle Walker, nem acredito que só agora me passou pela cabeça mencionar esse detalhe.

 

Mexidas no mercado de Inverno

 

Antes de passar aos resultados, referir apenas que no mercado de Inverno me livrei de mais dois excedentários: Luka Vuskovic e Stafford Redmond. Juntos deram perto de 15M de euros que me permitiram procurar reforços.

Como a margem era curta, consegui trazer apenas três novos nomes: dois jovens a pensar no futuro e um para servir de rotação ao Guido de Paul.

Os dois jovens foram um lateral direito dinamarquês de 20 anos chamado Lucas Rasmussen e um lateral esquerdo francês de 21 anos de seu nome Mathys da Silva. Ambos foram para a equipa de reservas e foram chamados à equipa principal ocasionalmente.

O outro foi o Karim Adeyemi. Mas não é o Karim Adeyemi que estarão a pensar. Dito de outra forma: é ele, mas não é bem ele. Confusos? Deixo aqui o print dele.

 

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Como podem ver, este Karim Adeyemi está longe do menino que espalhava magia em Dortmund em 2024. Fui encontrá-lo perdido no Freiburg, na 2. Bundesliga, com esses atributos que podem ver, claramente desvalorizado.

Não sei se teve alguma lesão grave que fez a sua carreira ir por aí abaixo ou o que lhe aconteceu, mas pelos 3M que me pediram é um investimento de baixo risco e ao alcance do parco orçamento que tinha disponível.

A minha esperança era, e continua a ser após o término da temporada, que possa recuperar alguma da magia que todos sabemos haver naquele mágico pezito esquerdo.

 

Segunda Volta - até à 34ª jornada

 

No final da temporada, em Maio de 2031, fariam precisamente 70 anos desde a última vez que o Tottenham Hotspurs Football Club se sagrou campeão inglês pela última vez, conquistando o seu segundo e último título nacional pelas mãos de Bill Nicholson.

Este Bill Nicholson, diga-se como curiosidade, é uma autêntica lenda dos Spurs. Disputou como jogador do clube mais de 300 partidas entre as décadas de 1930 e 1950 e foi treinador durante 16 temporadas, conquistando a dobradinha (Liga e FA Cup) em 1961.

Aliás, ele conseguiu a proeza de ser campeão inglês duas vezes pelo Tottenham: uma como jogador e outra como treinador, ou seja, esteve em ambos os títulos conquistados pelo Spurs.

Somou-lhes ainda 3 FA Cups, 2 League Cups, 1 Taça UEFA e 1 Taça dos Vencedores das Taças, entre outros títulos, todos como treinador.

Partindo para a segunda volta com 5 pontos de vantagem, a expectativa de voltar a ser campeão inglês era tremenda entre os adeptos dos Spurs.

Estamos a falar de 70 anos. Gerações de avós, filhos e netos e possivelmente até bisnetos que nunca viram o seu clube campeão sonhavam testemunhar esse feito pela primeira vez nos seus tempos de vida.

A pressão era tremenda e não vou mentir, a certo ponto tive de ter muito cuidado com as palestras porque os próprios jogadores começaram a sentir a pressão que sobre eles recaía.

O que não faltaram foi jogos em que tive de dizer para terem calma que tudo ia correr bem, tais eram os nervos que sentiam. E mesmo assim alguns deles não ficavam convencidos e iam nervosos para o relvado.

Seja como for, fomos à luta. Por todos os adeptos do Tottenham que nunca viram o seu clube ser campeão e com o nosso lema bem presente na nossa memória: "to dare is to do" ("ousar é fazer").

 

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Está é a lista de jogos que culminou com a 34ª jornada da Premier League 2030/31.

Este ciclo começou com três jogos perante o Liverpool de Julian Nagelsmann nos primeiros 15 dias de 2031, que se saldaram em dois empates, um deles para a Premier League, e uma vitória que nos apurou para a final da Carabao Cup.

Depois disso tivemos uma sequência de três boas vitórias consecutivas antes de entrarmos numa espiral de más exibições, provavelmente consequência do desgaste acumulado por um mês de Janeiro em que disputámos nove jogos - dez se contarmos com o que foi disputado em 01 de Fevereiro, o que deu um jogo a cada 3 ou 4 dias.

Falo da deslocação ao terreno do Everton, em que só um golo do Guido de Paul no último lance da partida impediu uma inesperada derrota, e do nulo na recepção ao Leicester com uma exibição bem cinzenta.

A equipa redimiu-se frente ao Newcastle e ao Brighton, jogos em que tudo nos saiu bem, mas novo tropeção na deslocação ao terreno do Sheffield United fez soar os alarmes.

Aqui a culpa foi minha, pois rodei a equipa dado que daí a quatro dias disputávamos a final da Carabao Cup. Tardámos a marcar o segundo golo que daria alguma tranquilidade, comecei a gerir os habituais titulares a meio da segunda parte e acabámos por sofrer o empate.

Por falar em Carabao Cup...

 

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Ainda hoje não sei como perdemos esta final.

Respondemos a um golo madrugador do Ruben Dias com o empate pelo Leonel Vareda, o jovem prodígio português que trouxe do Sporting, e o jogo parecia inclinado para nós dados o volume ofensivo que impusemos.

No entanto, fomos desperdiçando ocasiões de golo e acabámos traídos pelo inevitável Erling Haaland, que bateu em velocidade o central Mika Mármol numa transição rápida e bateu o Aaron Ramsdale, dando o título ao Manchester City.

Foi duro perder este jogo, passei uns bons minutos a ver a imagem desse print sem avançar no jogo a tentar perceber como não vencemos o caneco. Há 10 anos que o Tottenham não disputava uma final e há 23 anos que os Spurs não vencem um troféu. Doeu.

A partir deste ponto os jogos tornaram-se mais espaçados, na sua maioria disputados apenas aos fins-de-semana, e isso ajudou à recuperação dos índices físicos, o que se refletiu nos resultados com cinco vitórias consecutivas sem concedermos qualquer golo.

Foi uma sequência que veio mesmo a calhar pois chegámos ao final da 31ª jornada na liderança da Premier League com 4 pontos de vantagem para o Arsenal.

Era essa a vantagem que tínhamos à partida para um ciclo de loucos em que defrontávamos Manchester United, Chelsea e o próprio Arsenal no espaço de apenas oito dias.

 

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Ironicamente, foi o rival que está a fazer a pior temporada quem nos impôs maiores dificuldades.

O Manchester United estava nesta fase ainda a tentar afastar o fantasma da despromoção, mas impuseram-nos a primeira derrota da segunda volta para a Premier League, colocando um ponto final à uma série de 15 jogos sem perder para a Liga Inglesa.

O Chelsea pagou a fatura dessa derrota, connosco a ir a Stamford Bridge golear os Blues, e no North London Derby batemos o Arsenal por dois golos sem resposta.

Em resultado disto...

 

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... abrimos uma margem de 7 pontos na liderança da Premier League a apenas 4 jogos do final da temporada - graças à nossa vitória frente ao Arsenal e ao facto de os Gunners também terem perdido na jornada em que caímos em Old Trafford.

 

"To dare is to do" - A reta final

 

Nesta fase já não havia desculpas.

No início da temporada não acreditava que pudéssemos intrometer-nos nesta luta. A meio da temporada ainda tinha dúvidas que conseguíssemos manter o ritmo sem quebras. Após aquele ciclo que culminou na derrota na Carabao Cup temi que a quebra tivesse chegado por fim.

Agora, a quatro jogos do final e com 7 pontos de vantagem, não havia desculpas: era ganhar ou ganhar, fosse a jogar bem ou mal, com nota artística ou ao ritmo do Kick 'N Rush.

São 70 anos de seca. Nada mais importa do que ganhar. Era ir com tudo bem que fosse preciso empurrar os adversários ao bom estilo dos mêlées de rugby.

"To dare is to do".

Então vamos lá ousar para fazer o que tem de ser feito.

 

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É nossa, carai! O Tottenham é campeão inglês!

Foram 70 anos de seca. Setenta! O meu pai ainda não tinha nascido da última vez que o Tottenham tinha sido campeão inglês. Não eu; o meu pai! Era há quanto tempo os Spurs não celebravam o título!

Foram gerações inteiras de londrinos a encher as ruas da capital inglesa, celebrando um muito aguardado título que se escapava há demasiado tempo.

Está feito, é nosso, é do Tottenham Hotspurs.

 

Prémios Individuais e estatísticas

 

Uma coisa que saltou à vista na classificação final foi que tal só foi possível porque o Arsenal esteve aquém da sua prestação na época anterior. Tivesse o Arsenal feito 96 pontos como em 2029/30, o título poderia não ter caído para nós.

Ainda assim, 90 pontos é uma soma bem respeitável para nos podermos considerar dignos campeões da Premier League. Também somámos uma vitória e um empate sobre os nossos rivais londrinos do Arsenal, o que abrilhanta a nossa conquista.

Aliás, este título fica assente numa boa performance contra as equipas do chamado Big 6. Apenas perdemos um jogo contra o Man United, porque de resto batemos o Manchester City e o Chelsea (duas vezes cada), o Arsenal e o Liverpool (uma vitória e um empate cada).

Fomos de longe a melhor defesa da prova, com apenas 18 golos sofridos em 38 jogos, e o segundo melhor ataque - apenas batidos pelo Arsenal que marcou mais 2 golos do que nós.

De referir que em casa fomos imbatíveis: somámos 17 vitórias nos 19 jogos aí disputados, empatando apenas com Liverpool e Leicester.

Aliás, já vou numa sequência de quase quatro anos sem perder em casa em jogos para o campeonato. A última vez que isso aconteceu foi ainda pelo União de Santarém, a 07 de Agosto de 2027 na recepção ao Porto, na altura uma derrota por 1-2.

Outra coisa que se destaca é o quão regulares fomos ao longo da temporada. Na primeira volta fizemos 44 pontos, na segunda foram 46; na primeira vencemos 14 jogos, na segunda 14 vencemos; na primeira volta sofremos apenas 8 golos, na segunda foram 10.

 

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Isso e termos concluído 26 jogos com a nossa baliza inviolável, o que é um número bem assinalável. Não sofrer golos não garante títulos, mas deixa-nos bem mais próximos de os podermos conquistar.

 

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O Guido de Paul entrou de rompante na Premier League e foi considerado o jogador do ano, sucedendo nesse título individual a craques como Bukayo Saka, Gabriel Martinelli, Erling Haaland e Mohamed Salah. É o primeiro regen a conquistar este título neste save.

Esta surpreendeu-me, pois o Guidito foi inconstante. Acusou a pressão que sobre ele recaiu - foram 75M, ne... - e passou vários períodos de três a quatro jogos em que não apareceu intercalados com outros em que fez duas ou três contribuições num só jogo.

Ele é novito, pelo que isso não é preocupante. Quando o menino ganhar regularidade nem consigo imaginar os números que conseguirá fazer. É um verdadeiro prodígio.

 

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Também surpreendente foi a prestação do meu Paulinho italiano, como o apelidei no início da época. Terminou a temporada como melhor marcador da Premier League apesar de na segunda volta ter ficado bem aquém do que fez até Dezembro.

Dá-me a ideia que está a ser espremido na totalidade e que dificilmente conseguirá fazer melhor do que isto, mas "isto" já não foi nada mau e muito deste título conquistado teve a sua marca.

 

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E por fim, também eu conquistei o prémio de treinador do ano na Premier League, sucedendo a uma lista de treinadores algo aleatórios que me leva a questionar a reputação deste galardão.

Enfim, vencida a Premier League e concluídas as celebrações havia ainda uma competição para disputar.

 

FA Cup

 

Como vimos, a última vez que o Tottenham fez a dobradinha foi em 1961. Tínhamos aqui uma oportunidade de ouro para repetir o feito do lendário Bill Nicholson.

O percurso na reputada prova foi relativamente acessível, não nos tendo saído ao caminho nenhum adversário de elevado gabarito. Isso terminou nas Meias-Finais quando o sorteio nos colocou no caminho do Chelsea.

 

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Já tínhamos vencido o Chelsea nos três jogos contra eles disputados esta temporada - dois para a Premier League e um para a Carabao Cup - e este jogo não diferiu dos desfechos anteriores.

Quanto muito, desde jogo pode-se dizer que foi bastante mais equilibrado do que os anteriores. O resultado poderia ter caído para qualquer um dos lados; caiu para nós graças a uma cabeçada do central Hoefkens na resposta a um livre lateral do Stewart Legg.

Este Legg, diga-se de passagem, foi o herói do jogo ao fazer ambas as assistências para os nossos dois golos. Ele é um regen gerado pelas camadas jovens do Tottenham em 2024/25 e está agora com 23 anos a fazer a sua primeira temporada na equipa principal.

E está a fazer uma boa temporada, tanto assim é que foi a minha escolha para assumir a posição do Pape Matar Sarr quando este se lesionou no início de Abril, terminando a temporada na titularidade mesmo após o regresso do senegalês.

Esta vitória levou-nos para a final da FA Cup, onde tivemos pela frente o Liverpool. Deixo os onze iniciais de ambas as equipas para verem não só a minha equipa que concluiu a temporada, mas também para terem uma ideia do que é o Liverpool em 2031.

 

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Da minha parte, os destaques vão para as titularidades de Hoefkens no lugar do Mármol; do Legg na posição do Sarr; e do Ramsak em vez do Ndoye.

Todos eles assumiram a titularidade devido a lesões das principais opções mencionadas e fizeram-no tão bem que já não os tirei - se notarem, os três titulares estão no banco para esta final.

O Ramsak, em especial, revelou-se uma grande surpresa, mas sobre isso já falarei. Por enquanto vamos ao jogo.

 

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Isto começou mal com a lesão do Legg, mas no final da primeira parte já o destino da FA Cup estava bem encaminhado para nós. O capitão Micky van de Ven abriu o ativo com um golaço e o Guido de Paul concretizou uma penalidade que ele próprio sofrera.

Na segunda metade o Liverpool cresceu um pouco e equilibrou as estatísticas, mas a nossa vitória nunca esteve em causa.

Concluímos a temporada com uma dobradinha que deixaria orgulhoso Bill Nicholson.

 

Estatísticas individuais

 

Passando aos números da nossa malta, dos heróis que tornaram o Tottenham campeão inglês 70 anos depois.

 

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Este é o print dos dez jogadores de campo que mais vezes foram titulares ao longo da temporada. Os números mostram o crescimento da maior parte dos jogadores ao longo da temporada.

Nas laterais, o Reuell Walters que tinha apenas 2 assistências Dezembro terminou com 2 golos e 7 assistências; o Almugera Kabar terminou com 1g/3a quando em Dezembro não tinha nenhuma.

O Micky van de Ven passou aumentou a sua conta de 4 para 10 golos, o que é um número assombroso para um defesa central.

O Dário Essugo continua a não ser incisivo próximo da baliza adversária, o que se reflete nos seus números, mas estou satisfeito com a sua participação no que vejo do motor de jogo.

Já os seus colegas de setor, o Pape Matar Sarr e o Conor Gallagher, cresceram consideravelmente ao longo da temporada e melhoraram os seus números: o primeiro de 1g/4a para 3g/8a, o último de 2g/1a para 5g/4a.

O Guidito de Paul levava 7g/4a em Dezembro, mas terminou com 15g/13a. Não são números estonteantes, já tinha referido pouco acima que ele teve alguma dificuldade em lidar com a pressão e como consequência foi irregular.

Mas é um miúdo de 21 anos, é normal que ainda não tenha a regularidade de um veterano. Se agora já tem números destes, na sua primeira época na Premier League, imagino quando for regular...

O Lorenzo Colombo acabou por quebrar. Se se recordarem, ele levava 17 golos em 20 jogos até Dezembro; na segunda metade marcou apenas mais 11 golos nos 26 jogos que fez na segunda metade da época - o que é um registo bem modesto.

Ainda assim, é a melhor temporada da sua carreira e foi essencial para os sucessos alcançados pela equipa.

A surpresa foi o Robert Ramsak. Ponta-de-lança de origem, adaptei-o a avançado interior pela esquerda porque é fraco no jogo aéreo e não gosto de avançados frágeis nesse capítulo. Na primeira metade da época marcou apenas 1 golo; nem era titular.

De repente, o Dan Ndoye lesionou-se. Promovi-o à titularidade, ele começou a marcar golos e já não o tirei. Foram 9 golos em 23 jogos na segunda metade da temporada, o que é um registo notável para um avançado interior.

 

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Aqui o print das minhas segundas linhas.

O destaque é o Leonel Vareda, que marcou 10 golos em 27 jogos na segunda volta. São números praticamente iguais aos do Colombo, mas foi mais vezes suplente, o que os tornam impressionantes.

Também o Stewart Legg melhorou bastante e o Karim Adeyemi entrou bem na equipa, fazendo sólidos 3g/3a em 12 jogos - quase sempre a partir do banco para o lugar do Guidito De Paul.

Não há muito mais a referir daqui, só a quebra do Dano Ndoye que coincide com a sua perda da titularidade para o Robert Ramsak.

 

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Aqui estão os guarda-redes utilizados - Ramsdale, Sansonetti, Nesbeth e Krasniqi, estes dois últimos ambos no último jogo da Premier League para também serem campeões - e alguns dos jogadores de campo menos utilizados.

Os jogadores de campo são todos jovens promessas à excepção de Bowen, Maddison e Pinyaev. Os dois primeiros vão acabar a carreira e saem como campeões; o último não tem nível para isto e vou tentar livrar-me deles.

 

Outras cenas

 

Enquanto tudo isto aconteceu, em Portugal...

 

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O Benfica voltou a ser campeão nacional, quebrando o ciclo de três títulos consecutivos do Sporting que haviam sido conquistados comigo.

O Sporting, de resto, terminou num ridículo 5º lugar que levou à contestação do seu treinador, Francesco Farioli, por parte dos adeptos desde tão cedo quanto Fevereiro.

 

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O União de Santarém voltou a garantir a manutenção, desta vez com um mais modesto 12º lugar, mas com o apuramento inédito para a final da Taça de Portugal.

 

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Infelizmente para eles, porém, foram passados a ferro pelo Vitória SC.

Também passado a ferro foi o Manchester City na final da Liga dos Campeões.

 

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Numa final entre equipas inglesas, o Liverpool não deu hipótese e voltou a conquistar o título maior das provas de clubes na Europa.

E pronto, está aqui a oitava temporada do meu savezito. Por esta altura, o meu palmarés vai em 14 títulos:

 

1x Champions League: Sporting (2029/30)

1x Premier League: Tottenham (2030/31)

3x Primeira Liga: Sporting (2027/28, 2028/29, 2029/30)

1x FA Cup: Tottenham (2030/31

3x Taça de Portugal: Sporting (2027/28, 2028/29, 2029/30)

2x Supertaça: Sporting (2028/29, 2029/30)

2x Taça da Liga: Sporting (2028/29, 2029/30)

1x Liga 3: União de Santarém (2024/25)

 

Devo continuar no Tottenham pelo menos mais uma temporada ou duas apesar de já ter conquistado o título. Quero ver se consigo repetir o feito e tentar a Liga dos Campeões.

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Aquelas duplas miticas de avançados que todos conhecem...

York & Cole

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Ba & Cissé

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Boateng & Yakubu

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...

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Citação de Prata, há 12 minutos:

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A fazer o Prison FC no Girona

Agora é juntares ai o Portanova do Genoa também.

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2035/2036 Champioship - Sport London e Benfica

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Depois da equipa estar coesa até foi tranquilo.

Muito medo da Premier League tendo em conta o que aconteceu quando subi ao championship.

Não consegui melhorar a equipa para a Premier League, só os laterais mas nada de mais.

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acabei por ficar no marco porque seria impensável não fazer uma época inteira na primeira

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fui buscá-lo quando ainda tinha contrato amador a zero

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este custou 50k vindo do padroense

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a título definitivo este é o meu melhor jogador, props para os meus olheiros a descobrir este gajo nos confins da colombia em fim de contrato

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maior problema está aqui

 

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apesar de pagar os menores salários da liga

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Depois da época no Bayern, ficamos assim:

Liga Portuguesa e da Taça de Portugal 

2.pngPremier League & FA Cup (& Carabao Cup)  (Arsenal 2025)
3.png La Liga & Copa del Rey  (Real Madrid 2026)
4.png Serie A & Coppa Italia  (Fiorentina 2024)
5.png Bundesliga & DFB Pokal  (Bayern 2027)
6.png Ligue 1 & Coupe de France
7.png Champions League (Real Madrid 2026; Bayern 2027)

7.png Europa League  (Arsenal 2025)

7.pngConference League  (Fiorentina 2024)

 

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Agora Portugal e França, a ver o que há disponivel, mas não me parece que haja nada de especial.

Editado por Erwin

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Citação de Jamarcus, há 12 horas:

Que skin usas, @Black Hawk? Saquei isto agora e estou a meter bonito.

Há aí alguns gráficos que não são os normais.

Eu estou a usar esta: https://fmmvibe.com/files/file/1367-dark-skins/

Infelizmente não ficou exatamente igual aos prints, devo ter feito alguma coisa mal, mas até engracei com a forma como ficou e deixei estar.

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make it make sense

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Então o Chelsea compra-me este gajo pela clausula (4.5M lol), mete-o logo para empréstimo e pede logo 19M obrigatórios no final do mesmo?

Fiquei sem o meu pl titular quando estou a lutar pelo titulo e duas taças para ele ir fazer de cannon fodder para o chelsea. okay then.

E não, não consegui renovar com ele para tirar a clausula porque ele queria lá com o mesmo valor 💀

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Citação de Longineu, há 1 hora:

make it make sense

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Então o Chelsea compra-me este gajo pela clausula (4.5M lol), mete-o logo para empréstimo e pede logo 19M obrigatórios no final do mesmo?

Fiquei sem o meu pl titular quando estou a lutar pelo titulo e duas taças para ele ir fazer de cannon fodder para o chelsea. okay then.

E não, não consegui renovar com ele para tirar a clausula porque ele queria lá com o mesmo valor 💀

Qual é a skin? Muito top!

 

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