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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

Publicações recomendadas

Citação de Petar Musa, há 15 minutos:

Que comparador é esse?

No squad planner. Os meus defesas, para dar exemplo:

 

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Citação de Cannonball, há 1 minuto:

No squad planner. Os meus defesas, para dar exemplo:

 

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Pensava que era outra coisa 😄

Bem, convém reforçares a equipa. Carrega-te com empréstimos senão não há tática que te valha 

Editado por Petar Musa

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Está dificil quando estás na primeira divisão e ainda tens reputação regional 😄

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Incrivelmente não está a correr tão mal quanto esperaria. Se calhar ainda nos aguentamos.

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E antes da pausa (de 76 dias!) por causa do Mundial de 2026:

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O último jogo foi contra os rivais de Malmö:

 

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Editado por Cannonball

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2038/2039 Premier League - Sport London e Benfica

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Vai ser difícil furar aquele top 4 mas estou contente.

Essa imagem já dá spoiler mas:

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Muito satisfeito com a exibição considerando a qualidade do Liverpool.

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Na tabela do xG estamos em último, mas a cinco jogos do fim o sonho continua vivo!

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E ficou vivo até ao fim!

 

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Editado por Cannonball
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Citação de Cannonball, há 1 hora:

Na tabela do xG estamos em último, mas a cinco jogos do fim o sonho continua vivo!

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E ficou vivo até ao fim!

 

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Nos ultimos 5 jogos só venceste 1 jogo? 😂

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Citação de Diogo_CFB, há 10 minutos:

E o AIK

Mesmo. Eu despedia-me e tentava ir para um dos históricos

Editado por Alonso.

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Citação de Alonso., há 1 hora:

Mesmo. Eu despedia-me e tentava ir para um dos históricos

Ele é muito incompetente

 

Estou a  brincar

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Citação de Petar Musa, há 1 hora:

Nos ultimos 5 jogos só venceste 1 jogo? 😂

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o jogos foram todos contra equipas a lutar pelas competições europeias/pelo titulo.

E sim, o AIK já tinha tido uma época bem má no ano passado, acabando em 12º, mas mesmo eu não percebo de onde vem isso. Ambos os clubes estão bem de finanças e tudo!

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Citação de Cannonball, há 19 minutos:

 

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o jogos foram todos contra equipas a lutar pelas competições europeias/pelo titulo.

E sim, o AIK já tinha tido uma época bem má no ano passado, acabando em 12º, mas mesmo eu não percebo de onde vem isso. Ambos os clubes estão bem de finanças e tudo!

O que devias ter feito para não transpirar nos ultimos 2 jogos:

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Citação de Black Hawk, Em 29/04/2024 at 23:26:

Segunda metade da oitava temporada do meu savezito.

Na última atualização tínhamos terminado o ano civil de 2030 com o final da primeira volta. O Tottenham liderava a Premier League com 44 pontos, mais 5 em relação aos rivais londrinos Arsenal e Chelsea, e 7 para o Manchester City de Kyle Walker.

Sim, o treinador dos Citizens é o Kyle Walker, nem acredito que só agora me passou pela cabeça mencionar esse detalhe.

 

 

Mexidas no mercado de Inverno

 

 

Antes de passar aos resultados, referir apenas que no mercado de Inverno me livrei de mais dois excedentários: Luka Vuskovic e Stafford Redmond. Juntos deram perto de 15M de euros que me permitiram procurar reforços.

Como a margem era curta, consegui trazer apenas três novos nomes: dois jovens a pensar no futuro e um para servir de rotação ao Guido de Paul.

Os dois jovens foram um lateral direito dinamarquês de 20 anos chamado Lucas Rasmussen e um lateral esquerdo francês de 21 anos de seu nome Mathys da Silva. Ambos foram para a equipa de reservas e foram chamados à equipa principal ocasionalmente.

O outro foi o Karim Adeyemi. Mas não é o Karim Adeyemi que estarão a pensar. Dito de outra forma: é ele, mas não é bem ele. Confusos? Deixo aqui o print dele.

 

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Como podem ver, este Karim Adeyemi está longe do menino que espalhava magia em Dortmund em 2024. Fui encontrá-lo perdido no Freiburg, na 2. Bundesliga, com esses atributos que podem ver, claramente desvalorizado.

Não sei se teve alguma lesão grave que fez a sua carreira ir por aí abaixo ou o que lhe aconteceu, mas pelos 3M que me pediram é um investimento de baixo risco e ao alcance do parco orçamento que tinha disponível.

A minha esperança era, e continua a ser após o término da temporada, que possa recuperar alguma da magia que todos sabemos haver naquele mágico pezito esquerdo.

 

 

Segunda Volta - até à 34ª jornada

 

 

No final da temporada, em Maio de 2031, fariam precisamente 70 anos desde a última vez que o Tottenham Hotspurs Football Club se sagrou campeão inglês pela última vez, conquistando o seu segundo e último título nacional pelas mãos de Bill Nicholson.

Este Bill Nicholson, diga-se como curiosidade, é uma autêntica lenda dos Spurs. Disputou como jogador do clube mais de 300 partidas entre as décadas de 1930 e 1950 e foi treinador durante 16 temporadas, conquistando a dobradinha (Liga e FA Cup) em 1961.

Aliás, ele conseguiu a proeza de ser campeão inglês duas vezes pelo Tottenham: uma como jogador e outra como treinador, ou seja, esteve em ambos os títulos conquistados pelo Spurs.

Somou-lhes ainda 3 FA Cups, 2 League Cups, 1 Taça UEFA e 1 Taça dos Vencedores das Taças, entre outros títulos, todos como treinador.

Partindo para a segunda volta com 5 pontos de vantagem, a expectativa de voltar a ser campeão inglês era tremenda entre os adeptos dos Spurs.

Estamos a falar de 70 anos. Gerações de avós, filhos e netos e possivelmente até bisnetos que nunca viram o seu clube campeão sonhavam testemunhar esse feito pela primeira vez nos seus tempos de vida.

A pressão era tremenda e não vou mentir, a certo ponto tive de ter muito cuidado com as palestras porque os próprios jogadores começaram a sentir a pressão que sobre eles recaía.

O que não faltaram foi jogos em que tive de dizer para terem calma que tudo ia correr bem, tais eram os nervos que sentiam. E mesmo assim alguns deles não ficavam convencidos e iam nervosos para o relvado.

Seja como for, fomos à luta. Por todos os adeptos do Tottenham que nunca viram o seu clube ser campeão e com o nosso lema bem presente na nossa memória: "to dare is to do" ("ousar é fazer").

 

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Está é a lista de jogos que culminou com a 34ª jornada da Premier League 2030/31.

Este ciclo começou com três jogos perante o Liverpool de Julian Nagelsmann nos primeiros 15 dias de 2031, que se saldaram em dois empates, um deles para a Premier League, e uma vitória que nos apurou para a final da Carabao Cup.

Depois disso tivemos uma sequência de três boas vitórias consecutivas antes de entrarmos numa espiral de más exibições, provavelmente consequência do desgaste acumulado por um mês de Janeiro em que disputámos nove jogos - dez se contarmos com o que foi disputado em 01 de Fevereiro, o que deu um jogo a cada 3 ou 4 dias.

Falo da deslocação ao terreno do Everton, em que só um golo do Guido de Paul no último lance da partida impediu uma inesperada derrota, e do nulo na recepção ao Leicester com uma exibição bem cinzenta.

A equipa redimiu-se frente ao Newcastle e ao Brighton, jogos em que tudo nos saiu bem, mas novo tropeção na deslocação ao terreno do Sheffield United fez soar os alarmes.

Aqui a culpa foi minha, pois rodei a equipa dado que daí a quatro dias disputávamos a final da Carabao Cup. Tardámos a marcar o segundo golo que daria alguma tranquilidade, comecei a gerir os habituais titulares a meio da segunda parte e acabámos por sofrer o empate.

Por falar em Carabao Cup...

 

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Ainda hoje não sei como perdemos esta final.

Respondemos a um golo madrugador do Ruben Dias com o empate pelo Leonel Vareda, o jovem prodígio português que trouxe do Sporting, e o jogo parecia inclinado para nós dados o volume ofensivo que impusemos.

No entanto, fomos desperdiçando ocasiões de golo e acabámos traídos pelo inevitável Erling Haaland, que bateu em velocidade o central Mika Mármol numa transição rápida e bateu o Aaron Ramsdale, dando o título ao Manchester City.

Foi duro perder este jogo, passei uns bons minutos a ver a imagem desse print sem avançar no jogo a tentar perceber como não vencemos o caneco. Há 10 anos que o Tottenham não disputava uma final e há 23 anos que os Spurs não vencem um troféu. Doeu.

A partir deste ponto os jogos tornaram-se mais espaçados, na sua maioria disputados apenas aos fins-de-semana, e isso ajudou à recuperação dos índices físicos, o que se refletiu nos resultados com cinco vitórias consecutivas sem concedermos qualquer golo.

Foi uma sequência que veio mesmo a calhar pois chegámos ao final da 31ª jornada na liderança da Premier League com 4 pontos de vantagem para o Arsenal.

Era essa a vantagem que tínhamos à partida para um ciclo de loucos em que defrontávamos Manchester United, Chelsea e o próprio Arsenal no espaço de apenas oito dias.

 

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Ironicamente, foi o rival que está a fazer a pior temporada quem nos impôs maiores dificuldades.

O Manchester United estava nesta fase ainda a tentar afastar o fantasma da despromoção, mas impuseram-nos a primeira derrota da segunda volta para a Premier League, colocando um ponto final à uma série de 15 jogos sem perder para a Liga Inglesa.

O Chelsea pagou a fatura dessa derrota, connosco a ir a Stamford Bridge golear os Blues, e no North London Derby batemos o Arsenal por dois golos sem resposta.

Em resultado disto...

 

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... abrimos uma margem de 7 pontos na liderança da Premier League a apenas 4 jogos do final da temporada - graças à nossa vitória frente ao Arsenal e ao facto de os Gunners também terem perdido na jornada em que caímos em Old Trafford.

 

 

"To dare is to do" - A reta final

 

 

Nesta fase já não havia desculpas.

No início da temporada não acreditava que pudéssemos intrometer-nos nesta luta. A meio da temporada ainda tinha dúvidas que conseguíssemos manter o ritmo sem quebras. Após aquele ciclo que culminou na derrota na Carabao Cup temi que a quebra tivesse chegado por fim.

Agora, a quatro jogos do final e com 7 pontos de vantagem, não havia desculpas: era ganhar ou ganhar, fosse a jogar bem ou mal, com nota artística ou ao ritmo do Kick 'N Rush.

São 70 anos de seca. Nada mais importa do que ganhar. Era ir com tudo bem que fosse preciso empurrar os adversários ao bom estilo dos mêlées de rugby.

"To dare is to do".

Então vamos lá ousar para fazer o que tem de ser feito.

 

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É nossa, carai! O Tottenham é campeão inglês!

Foram 70 anos de seca. Setenta! O meu pai ainda não tinha nascido da última vez que o Tottenham tinha sido campeão inglês. Não eu; o meu pai! Era há quanto tempo os Spurs não celebravam o título!

Foram gerações inteiras de londrinos a encher as ruas da capital inglesa, celebrando um muito aguardado título que se escapava há demasiado tempo.

Está feito, é nosso, é do Tottenham Hotspurs.

 

 

Prémios Individuais e estatísticas

 

 

Uma coisa que saltou à vista na classificação final foi que tal só foi possível porque o Arsenal esteve aquém da sua prestação na época anterior. Tivesse o Arsenal feito 96 pontos como em 2029/30, o título poderia não ter caído para nós.

Ainda assim, 90 pontos é uma soma bem respeitável para nos podermos considerar dignos campeões da Premier League. Também somámos uma vitória e um empate sobre os nossos rivais londrinos do Arsenal, o que abrilhanta a nossa conquista.

Aliás, este título fica assente numa boa performance contra as equipas do chamado Big 6. Apenas perdemos um jogo contra o Man United, porque de resto batemos o Manchester City e o Chelsea (duas vezes cada), o Arsenal e o Liverpool (uma vitória e um empate cada).

Fomos de longe a melhor defesa da prova, com apenas 18 golos sofridos em 38 jogos, e o segundo melhor ataque - apenas batidos pelo Arsenal que marcou mais 2 golos do que nós.

De referir que em casa fomos imbatíveis: somámos 17 vitórias nos 19 jogos aí disputados, empatando apenas com Liverpool e Leicester.

Aliás, já vou numa sequência de quase quatro anos sem perder em casa em jogos para o campeonato. A última vez que isso aconteceu foi ainda pelo União de Santarém, a 07 de Agosto de 2027 na recepção ao Porto, na altura uma derrota por 1-2.

Outra coisa que se destaca é o quão regulares fomos ao longo da temporada. Na primeira volta fizemos 44 pontos, na segunda foram 46; na primeira vencemos 14 jogos, na segunda 14 vencemos; na primeira volta sofremos apenas 8 golos, na segunda foram 10.

 

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Isso e termos concluído 26 jogos com a nossa baliza inviolável, o que é um número bem assinalável. Não sofrer golos não garante títulos, mas deixa-nos bem mais próximos de os podermos conquistar.

 

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O Guido de Paul entrou de rompante na Premier League e foi considerado o jogador do ano, sucedendo nesse título individual a craques como Bukayo Saka, Gabriel Martinelli, Erling Haaland e Mohamed Salah. É o primeiro regen a conquistar este título neste save.

Esta surpreendeu-me, pois o Guidito foi inconstante. Acusou a pressão que sobre ele recaiu - foram 75M, ne... - e passou vários períodos de três a quatro jogos em que não apareceu intercalados com outros em que fez duas ou três contribuições num só jogo.

Ele é novito, pelo que isso não é preocupante. Quando o menino ganhar regularidade nem consigo imaginar os números que conseguirá fazer. É um verdadeiro prodígio.

 

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Também surpreendente foi a prestação do meu Paulinho italiano, como o apelidei no início da época. Terminou a temporada como melhor marcador da Premier League apesar de na segunda volta ter ficado bem aquém do que fez até Dezembro.

Dá-me a ideia que está a ser espremido na totalidade e que dificilmente conseguirá fazer melhor do que isto, mas "isto" já não foi nada mau e muito deste título conquistado teve a sua marca.

 

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E por fim, também eu conquistei o prémio de treinador do ano na Premier League, sucedendo a uma lista de treinadores algo aleatórios que me leva a questionar a reputação deste galardão.

Enfim, vencida a Premier League e concluídas as celebrações havia ainda uma competição para disputar.

 

 

FA Cup

 

 

Como vimos, a última vez que o Tottenham fez a dobradinha foi em 1961. Tínhamos aqui uma oportunidade de ouro para repetir o feito do lendário Bill Nicholson.

O percurso na reputada prova foi relativamente acessível, não nos tendo saído ao caminho nenhum adversário de elevado gabarito. Isso terminou nas Meias-Finais quando o sorteio nos colocou no caminho do Chelsea.

 

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Já tínhamos vencido o Chelsea nos três jogos contra eles disputados esta temporada - dois para a Premier League e um para a Carabao Cup - e este jogo não diferiu dos desfechos anteriores.

Quanto muito, desde jogo pode-se dizer que foi bastante mais equilibrado do que os anteriores. O resultado poderia ter caído para qualquer um dos lados; caiu para nós graças a uma cabeçada do central Hoefkens na resposta a um livre lateral do Stewart Legg.

Este Legg, diga-se de passagem, foi o herói do jogo ao fazer ambas as assistências para os nossos dois golos. Ele é um regen gerado pelas camadas jovens do Tottenham em 2024/25 e está agora com 23 anos a fazer a sua primeira temporada na equipa principal.

E está a fazer uma boa temporada, tanto assim é que foi a minha escolha para assumir a posição do Pape Matar Sarr quando este se lesionou no início de Abril, terminando a temporada na titularidade mesmo após o regresso do senegalês.

Esta vitória levou-nos para a final da FA Cup, onde tivemos pela frente o Liverpool. Deixo os onze iniciais de ambas as equipas para verem não só a minha equipa que concluiu a temporada, mas também para terem uma ideia do que é o Liverpool em 2031.

 

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Da minha parte, os destaques vão para as titularidades de Hoefkens no lugar do Mármol; do Legg na posição do Sarr; e do Ramsak em vez do Ndoye.

Todos eles assumiram a titularidade devido a lesões das principais opções mencionadas e fizeram-no tão bem que já não os tirei - se notarem, os três titulares estão no banco para esta final.

O Ramsak, em especial, revelou-se uma grande surpresa, mas sobre isso já falarei. Por enquanto vamos ao jogo.

 

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Isto começou mal com a lesão do Legg, mas no final da primeira parte já o destino da FA Cup estava bem encaminhado para nós. O capitão Micky van de Ven abriu o ativo com um golaço e o Guido de Paul concretizou uma penalidade que ele próprio sofrera.

Na segunda metade o Liverpool cresceu um pouco e equilibrou as estatísticas, mas a nossa vitória nunca esteve em causa.

Concluímos a temporada com uma dobradinha que deixaria orgulhoso Bill Nicholson.

 

 

Estatísticas individuais

 

 

Passando aos números da nossa malta, dos heróis que tornaram o Tottenham campeão inglês 70 anos depois.

 

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Este é o print dos dez jogadores de campo que mais vezes foram titulares ao longo da temporada. Os números mostram o crescimento da maior parte dos jogadores ao longo da temporada.

Nas laterais, o Reuell Walters que tinha apenas 2 assistências Dezembro terminou com 2 golos e 7 assistências; o Almugera Kabar terminou com 1g/3a quando em Dezembro não tinha nenhuma.

O Micky van de Ven passou aumentou a sua conta de 4 para 10 golos, o que é um número assombroso para um defesa central.

O Dário Essugo continua a não ser incisivo próximo da baliza adversária, o que se reflete nos seus números, mas estou satisfeito com a sua participação no que vejo do motor de jogo.

Já os seus colegas de setor, o Pape Matar Sarr e o Conor Gallagher, cresceram consideravelmente ao longo da temporada e melhoraram os seus números: o primeiro de 1g/4a para 3g/8a, o último de 2g/1a para 5g/4a.

O Guidito de Paul levava 7g/4a em Dezembro, mas terminou com 15g/13a. Não são números estonteantes, já tinha referido pouco acima que ele teve alguma dificuldade em lidar com a pressão e como consequência foi irregular.

Mas é um miúdo de 21 anos, é normal que ainda não tenha a regularidade de um veterano. Se agora já tem números destes, na sua primeira época na Premier League, imagino quando for regular...

O Lorenzo Colombo acabou por quebrar. Se se recordarem, ele levava 17 golos em 20 jogos até Dezembro; na segunda metade marcou apenas mais 11 golos nos 26 jogos que fez na segunda metade da época - o que é um registo bem modesto.

Ainda assim, é a melhor temporada da sua carreira e foi essencial para os sucessos alcançados pela equipa.

A surpresa foi o Robert Ramsak. Ponta-de-lança de origem, adaptei-o a avançado interior pela esquerda porque é fraco no jogo aéreo e não gosto de avançados frágeis nesse capítulo. Na primeira metade da época marcou apenas 1 golo; nem era titular.

De repente, o Dan Ndoye lesionou-se. Promovi-o à titularidade, ele começou a marcar golos e já não o tirei. Foram 9 golos em 23 jogos na segunda metade da temporada, o que é um registo notável para um avançado interior.

 

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Aqui o print das minhas segundas linhas.

O destaque é o Leonel Vareda, que marcou 10 golos em 27 jogos na segunda volta. São números praticamente iguais aos do Colombo, mas foi mais vezes suplente, o que os tornam impressionantes.

Também o Stewart Legg melhorou bastante e o Karim Adeyemi entrou bem na equipa, fazendo sólidos 3g/3a em 12 jogos - quase sempre a partir do banco para o lugar do Guidito De Paul.

Não há muito mais a referir daqui, só a quebra do Dano Ndoye que coincide com a sua perda da titularidade para o Robert Ramsak.

 

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Aqui estão os guarda-redes utilizados - Ramsdale, Sansonetti, Nesbeth e Krasniqi, estes dois últimos ambos no último jogo da Premier League para também serem campeões - e alguns dos jogadores de campo menos utilizados.

Os jogadores de campo são todos jovens promessas à excepção de Bowen, Maddison e Pinyaev. Os dois primeiros vão acabar a carreira e saem como campeões; o último não tem nível para isto e vou tentar livrar-me deles.

 

 

Outras cenas

 

 

Enquanto tudo isto aconteceu, em Portugal...

 

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O Benfica voltou a ser campeão nacional, quebrando o ciclo de três títulos consecutivos do Sporting que haviam sido conquistados comigo.

O Sporting, de resto, terminou num ridículo 5º lugar que levou à contestação do seu treinador, Francesco Farioli, por parte dos adeptos desde tão cedo quanto Fevereiro.

 

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O União de Santarém voltou a garantir a manutenção, desta vez com um mais modesto 12º lugar, mas com o apuramento inédito para a final da Taça de Portugal.

 

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Infelizmente para eles, porém, foram passados a ferro pelo Vitória SC.

Também passado a ferro foi o Manchester City na final da Liga dos Campeões.

 

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Numa final entre equipas inglesas, o Liverpool não deu hipótese e voltou a conquistar o título maior das provas de clubes na Europa.

E pronto, está aqui a oitava temporada do meu savezito. Por esta altura, o meu palmarés vai em 14 títulos:

 

1x Champions League: Sporting (2029/30)

1x Premier League: Tottenham (2030/31)

3x Primeira Liga: Sporting (2027/28, 2028/29, 2029/30)

1x FA Cup: Tottenham (2030/31

3x Taça de Portugal: Sporting (2027/28, 2028/29, 2029/30)

2x Supertaça: Sporting (2028/29, 2029/30)

2x Taça da Liga: Sporting (2028/29, 2029/30)

1x Liga 3: União de Santarém (2024/25)

 

Devo continuar no Tottenham pelo menos mais uma temporada ou duas apesar de já ter conquistado o título. Quero ver se consigo repetir o feito e tentar a Liga dos Campeões.

Nona temporada do meu save, a segunda época em Londres ao comando do Tottenham. Depois de ter conquistado o título inglês pelos Spurs, o primeiro em 70 anos para o clube londrino, o objetivo para este ano passava por repetir o feito.

À partida para esta temporada, no Verão de 2031, estávamos numa situação um pouco semelhante à do Sporting do Ruben Amorim em 2021.

Fomos campeões, mas havia reservas que fossemos capazes de o fazer num ano dito "normal". Na época passada não estávamos nas competições europeias e pudemos dedicar-nos por inteiro às provas inglesas, o que calhou bem pois não havia profundidade no plantel.

Para esta segunda época, e havendo Liga dos Campeões para distrair as atenções, o meu foco passou para o reforço das chamadas "segundas linhas", que no ano passado eram... banais, para não ser demasiado agressivo.

 

Mexidas no plantel

 

No ano passado, à minha chegada, deram-me "apenas" 80 milhões de euros para reforçar a equipa, valor curto para a realidade do futebol inglês e a magnitude da revolução necessária no plantel dos Spurs.

Esta época, com o título inglês e o apuramento para a Liga dos Campeões, lá tive acesso a uma quantia bem mais significativa.

 

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Com cerca de 170 milhões de euros, aos quais se juntaram 10 milhões da venda de Kwame Nickson ao West Brom em Junho, tive bastante mais margem de manobra para operar no reforço da equipa.

O primeiro passo a dar, porém, era livrar-me de muitas das referidas segundas linhas que pouca confiança me davam.

 

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Aposto que há aí alguns nomes que vos surpreenderam. Começando pelo Lorenzo Colombo, que foi o meu melhor marcador na última temporada - assim como da própria Premier League.

A questão é que o meu Paulinho italiano terminava contrato no final desta nova época e queria uma quantidade absurda de dinheiro para renovar. Como não achava que ele valesse assim tanto para ser de longe o mais bem pago do plantel, decidi vendê-lo.

Surgiram três propostas por ele: primeiro do Manchester United, depois do Newcastle e por fim do Arsenal. Não queria que ele reforçasse adversários diretos, por isso naturalmente rejeitei todas. Ele tinha clubes italianos interessados, pensei que algum avançasse por ele...

... mas não avançaram. Já na fase do desespero, a dias do fecho de mercado, surgiu a proposta do Ajax algo abaixo das anteriores que tive de aceitar.

Irónico no meio disto tudo é que ele foi para Amesterdão ganhar bem menos do que tencionava pagar-lhe, mas não aceitou aquilo que lhe propus. Enfim, ele lá saberá.

A saída do Dan Ndoye foi inesperada. Primeiro, porque esperava que fosse o Robert Ramsak a sair. Este último, formado pelo Bayern, tinha uma cláusula de recompra pelos bávaros próxima do valor de mercado dele - e eles estavam interessados nele.

Para meu espanto, apresentaram uma proposta... mas pelo suíço Dan Ndoye. Fiquei aliviado, pois assim pude manter o Ramsak, uma das figuras do título no ano passado.

Teria preferido manter o Ndoye também, confesso, embora a sua perda não aqueça nem arrefeça. E ele quis ir, foi melhor deixá-lo sair do que manter um provável suplente insatisfeito.

Todos os restantes eram habituais suplentes, alguns nem isso, e grão a grão lá somámos 166 milhões de euros em vendas - o que nos permitiu aumentar o orçamento para novas contratações para um valor de 336 milhões de euros.

Passemos então aos reforços dos Spurs.

 

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Foram apenas seis as contratações que operei, num total de 215 milhões de euros, o que significa que no saldo de transferências gastei apenas 49 milhões.

A que certamente mais se destaca é a do Florian Wirtz. O médio/avançado interior alemão estava ainda no Bayer Leverkusen, tem agora 28 anos de idade e foi um dos alvos que defini assim que perdi o Dan Ndoye - o outro foi o Claudio Echeverri.

O argentino era mais jovem, estava num patamar qualitativo semelhante ao alemão e era mais barato, mas estou a chegar a um ponto no save em que os grandes jogadores da realidade em 2024 estão a ficar velhos ou até já terminaram a carreira. O Wirtz é um dos últimos que ainda que posso treinar no auge da sua carreira, por isso foi ele mesmo que contratei.

Ironicamente, após contratar o Wirtz ao Bayer Leverkusen eles foram contratar para o seu lugar... o Claudio Echeverri.

O Rico Lewis e o Ian Maatsen são ambos laterais - o primeiro direito e o último esquerdo. Vêm para rodar com os habituais titulares Reuell Walters e Almugera Kabar, respetivamente.

Destaco o Ian Maatsen porque fui eu a contratá-lo para o Sporting em 2028 numa fase em que a sua carreira estava estagnada. O rapaz cresceu bastante enquanto lá estive, continuou a brilhar depois da minha saída e é agora um dos melhores laterais do jogo.

O Nilton Palma é um central português de 21 anos que estava na equipa B do Sporting enquanto treinei os leões. Tencionava promovê-lo à equipa principal em 2030/31, mas como saí do Sporting não tive essa oportunidade.

O novo treinador do Sporting vendeu-o ao Manchester United, onde o menino jogou um pouco sem no entanto conquistar a titularidade. Estava no mercado e decidi trazê-lo para crescer enquanto vai rodando com os três centrais que já fazem parte do plantel.

O Frazer Licorish-Mullings é um avançado interior jovem que foi recomendado pelo meu scouting e que foi emprestado de imediato para crescer... e com isto chegámos ao último nome da lista.

Dusan Vlahovic.

Foi por isto que não me preocupei com a saída do Lorenzo Colombo. O avançado sérvio terminava contrato com a Juventus e consegui convencê-lo a vir para Londres.

Já vai com 31 anos, mas a custo zero compensa o risco - e no ano passado marcou 43 golos em 46 jogos pela Juventus, por isso as suas qualidades estão lá todas.

 

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Os adeptos concordam e ficaram delirantes com a chegada do Vlahovic, demonstrando ainda satisfação com o ingresso do Ian Maatsen.

Com o plantel fechado, esta era a minha previsão para o onze inicial ao início da temporada.

 

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O onze era globalmente o mesmo da época passada, apenas com as entradas do Ian Maatsen para o lugar do Almugera Kabar e do Dusan Vlahovic pelo Lorenzo Colombo.

 

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As segundas linhas, essas sim sofreram uma revolução - tal como era meu objetivo.

O Oliveira Bertinato é um jovem guarda-redes brasileiro - que durante a época optou pela seleção francesa - que segundo o meu scouting tem imenso potencial e por isso o contratei no ano passado, tendo estado emprestado até agora.

O Karlan Burland é um regen formado na Academia do Tottenham que começou a temporada com 18 anos. É descrito como um wonderkid e brilhou tanto no empréstimo do ano passado que não tive dúvidas em incluí-lo no plantel.

O Fábio Fassnacht é um médio suíço de 23 anos que também esteve emprestado no ano passado e decidi tê-lo no plantel. O Mármol, o Kabar, o Legg, o Adeyemi e o Vareda já cá estavam no ano passado e do Palma e do Wirtz já falei.

 

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Por fim, sobravam três jogadores que também ficaram no plantel - que assim teria 25 jogadores.

O Comenencia é polivalente, pode ser lateral direito médio defensivo; o José Pedro Sampaio é um médio português de 18 anos que brilhou nas nossas reservas no ano passado; e o Igor Prychynenko é um promissor avançado interior ucraniano que estará nas reservas.

Feitas as contas, o plantel tinha a profundidade que procurava. Só havia algumas reservas quanto à maturidade de algumas das segundas linhas, pois malta como o Palma, o Burland, o Fassnacht, o Sampaio ou até o Vareda são muito jovens.

Foi com isto que fomos à guerra, com o objetivo de revalidar o título da Premier League e fazer a melhor figura possível na Liga dos Campeões.

Passemos aos jogos!

 

Community Shield

 

A temporada em Inglaterra começa oficialmente com a Community Shield.

Aqui confesso a minha falta de cultura futebolística, pois tendo vencido Premier League e FA Cup pensava que iria defrontar o finalista vendido desta última, que no caso seria o Liverpool.

Afinal o adversário foi o Arsenal, segundo classificado da Premier League.

 

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E foi melhor assim; que melhor maneira de começar a temporada que com uma vitória no North London Derby?

O jogo foi renhido e pouco espetacular até aos 42', altura em que se marcaram três golos em rápida sucessão. Primeiro para nós num remate de ressaca do Conor Gallagher à entrada da área, depois o empate por Bukayo Saka e por fim Dusan Vlahovic na sua estreia.

A promessa de espetáculo com este final de primeira parte caótico não se concretizou no segundo tempo, mantendo-se o resultado até final.

Primeiro jogo, primeiro título para os Spurs. Em apenas um ano em Inglaterra, já só me faltava a Carabao Cup para atingir o pleno dos principais títulos ingleses ao serviço do Tottenham.

 

A temporada 2031/32

 

Sem mais demoras, passemos aos resultados do Tottenham na minha segunda temporada aos comandos do clube.

 

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Não vale a pena fazer grande suspense, pelos resultados mostrados nestes prints já devem ter adivinhado qual o desfecho da Premier League.

 

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Foi uma limpeza. No final da primeira volta já liderávamos com 12 pontos para o Arsenal (e os Gunners levavam mais um jogo disputado) e 15 para o Manchester City, estando já seguro um inédito bicampeonato para o Tottenham Hotspurs FC.

Isto foi tão tranquilo que a certo ponto decidi criar um minijogo. Consistiu em acrescentar 1 golo em todos os jogos que Arsenal e Manchester City não venceram - isto transformou todos os seus empates em vitórias (+2 pontos) e as derrotas pela margem mínima em empates (+1 ponto). Excluí destas contas apenas os jogos contra mim, obviamente.

Passei a considerar como classificação real a deste minijogo e não a do print. O Manchester City terminaria a temporada com 95 pontos e o Arsenal com 90 pontos. Seríamos campeões à mesma.

Haveria vários momentos para destacar ao longo destes 38 jogos, incluindo as duas vitórias sobre o Manchester City e goleadas caseiras a Liverpool (4-1) e Chelsea (4-0), mas deixo as duas vitórias mais saborosas: as do North London Derby.

 

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A primeira foi logo na 2ª jornada e provavelmente catapultou-nos para o título, pois foi a segunda vitória sobre o Arsenal em três jogos oficiais na temporada (Community Shield e este), deu-nos confiança a nós e o Arsenal quebrou um pouco e perdeu alguns pontos nos jogos seguintes. Aliás, à 6ª ou 7ª jornada já tinham perdido mais pontos dos que os que nós perdemos na época inteira.

A segunda foi uma autêntica chapada na cara do nosso maior rival. Chapa quatro no Emirates com hattrick do Vlahovic e um livre direto do De Paul no último lance do jogo apenas para colocar sal na ferida que por essa altura já lhes deveria estar a doer.

Em termos de performance geral, empatámos seis jogos no total (dois na primeira volta e quatro na segunda). Ironicamente, foi na primeira volta que sofremos mais golos (14), enquanto na segunda sofremos apenas três golos (!!!).

Isto deveu-se às mexidas na defesa no Verão. A minha linha defensiva no início da época foi a mesma que terminou a época passada, mas vários elementos cometeram diversos erros que resultaram em golos sofridos.

Isto levou-me a testar diversas variações do quarteto defensivo. Entre os antigos titulares cometerem erros infantis e os reforços demorarem a entrar na rotina da nossa estratégia defensiva, só a meio da época acertei com a fórmula vencedora que conseguiu transformar a minha defesa numa autêntica muralha: Rico Lewis, Nilton Palma, Micky van de Ven e Ian Maatsen.

Por fim, realçar que a nossa performance em casa foi imaculada.

 

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Dezanove jogos, dezanove vitórias no Tottenham Hotspur Stadium.

Isto significa que adicionei mais um ano e 19 jogos ao registo de invencibilidade caseira em jogos para ligas internas que já trazia. A última derrota em casa foi a 07 Agosto de 2027, na altura pela União de Santarém na recepção ao Porto (1-2).

São até ao momento 88 jogos consecutivos sem perder em casa para o campeonato, num período de cinco anos que engloba jogos ao serviço de União de Santarém, Sporting CP e Tottenham.

Ainda assim, longe do recorde absoluto que até onde sei pertence ao José Mourinho com 150 jogos sem perder para o campeonato em casa ao longo de nove anos, incluindo nesse período as passagens pelo Porto, Chelsea, Inter e Real Madrid.

Só tenho de fazer mais três anos e seis jogos no quarto ano sem perder em casa para bater o recorde do Zé. Coisa pouca lol

 

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Sem surpresas, o Guido de Paul voltou a ser eleito o melhor jogador da Premier League...

 

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... eu o melhor treinador da prova...

 

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... e o Dusan Vlahovic foi o melhor marcador, logo seguido pelo Guidito e a surpresa Maximilian Beier, do Bournemouth, que fecharam o pódio a dois golos de distância.

O Florian Wirtz foi o quarto melhor marcador, tendo apontado 20 golos.

 

Carabao Cup e FA Cup

 

Não é lá novidade o desfecho destas duas provas; se tiverem olhado para os prints dos resultados, estavam lá ambas. De qualquer forma, aqui fica.

 

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A final foi a reedição da do ano passado. O jogo foi disputadíssimo, foi a prolongamento e poderia ter caído para qualquer um dos lados, mas desta vez sorriu-nos a nós. Com esta vitória atingi o pleno de títulos em Inglaterra - a Carabao Cup era a prova que me faltava.

No entanto, o momento mais crítico da Carabao Cup nem foi a final em Wembley, mas sim a segunda mão da Meia-Final em Burnley. Depois de vencermos 1-0 na primeira mão, fomos ao terreno dos The Clarets perder 2-1, na altura a nossa primeira derrota da temporada.

Foi necessário recorrer a pontapés da marca de grande penalidade para decidir quem avançaria para a final. Após nove séries de penalidades - sim, nove! - lá houve um gajo deles a enviar a bola para a atmosfera, terminando 9-8 a nosso favor.

Já na FA Cup tudo corria bem até apanharmos o Aston Villa pelo caminho nos Quartos-de-Final.

 

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Ainda hoje não sei como perdi este jogo.

Certo é que tivemos um dia muito mau, criámos poucas ocasiões de golo e acabámos por ser justamente eliminados, mesmo que eles só tenham feito um remate em todo o jogo - mas nesse remate fizeram o que nós não conseguimos em doze.

Vencemos então três das quatro competições internas em disputa na temporada 2031/32, o que acaba por ser bastante positivo.

Passemos à outra prova.

 

Liga dos Campeões

 

À data do início desta época, 2031, o Tottenham não participava na Liga dos Campeões há oito temporadas. A última presença foi em 2022/23, sendo apurado num grupo que incluía Frankfurt, Sporting e Marselha, mas acabando eliminado nos Oitavos-de-Final pelo AC Milan.

Dá para imaginar, portanto, o entusiasmo dos adeptos com nova participação na mais emblemática e reputada competição de clubes do planeta.

Claro, a falta de estaleca europeia do plantel não poderia ser ignorada, mas éramos os campeões ingleses em título e isso conferia-nos uma reputação a manter. O objetivo era ir o mais longe possível, sendo a final de Paris um sonho que queríamos alcançar.

Como já deu para perceber pelos prints dos resultados, chegámos mesmo lá. Mas já lá vamos.

 

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A nossa campanha europeia até começou com um passo em falso. Fomos a Sevilha empatar com o Betis, resultado que fez soar uns quantos alarmes e levou a que encarássemos os cinco jogos seguintes com toda a seriedade - o que teve como resultado cinco vitórias.

Com cinco vitórias e um empate garantimos o apuramento para os Oitavos-de-Final, levando a que fôssemos a Milão no sétimo jogo com diversas alterações no onze que resultaram numa derrota pouco preocupante com o Inter. 

Na última jornada goleámos o Fenerbahçe para fechar esta fase em beleza, garantir o primeiro lugar na Fase de Campeonato e partir para os Oitavos-de-Final com a confiança em alto para o duelo frente à Fiorentina.

 

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A formação de Florença é treinada pelo carismático Rúben Amorim e, como habitual nas equipas deste senhor, são um adversário chatinho de defrontar.

A verdade é que esta foi a eliminatória mais difícil no nosso caminho até Paris. Embora tenhamos sido globalmente superiores, a Fiorentina deu-nos imensas dores de cabeça e a eliminatória apenas ficou resolvida com o golo do Florian Wirtz aos 84' da segunda mão.

 

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O sorteio para os Quartos-de-Final colocaram à nossa frente o Benfica, adversário que já havíamos defrontado na Fase de Campeonato - na altura com uma vitória nossa por tangencial 1-0 no Estádio da Luz.

Os encarnados estavam a meio de um duelo titânico com o Sporting pela conquista do título nacional e talvez isso os tenha distraído o suficiente para serem atropelados pelo nosso rolo compressor: a eliminatória ficou 9-0 a nosso favor.

Do nosso lado, além de mim estavam ainda Nilton Palma, Ian Maatsen, Dário Essugo, Guido de Paul e Leonel Vareda, todos jogadores que passaram pelo Sporting antes do Tottenham, pelo que estas duas goleadas tiveram um gostinho especial.

 

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Na Meia-Final defrontámos o temível Bayern, crónico campeão alemão.

E, de facto, provámos nesta eliminatória o sabor da derrota pela quarta vez esta temporada - até aqui apenas havíamos perdido com Burnley (segunda mão da Meia-Final da Carabao Cup), Aston Villa (FA Cup) e Inter (Fase de Campeonato da Liga dos Campeões).

Ironicamente, o golo dos bávaros foi apontado pelo Dan Ndoye, campeão inglês pelo Tottenham na época passada e portanto antigo jogador meu. Ele há coisas...

Perdida a primeira mão, teríamos de fazer melhor na segunda partida em Londres. E fizemo-lo; oh!, se o fizemos.

Foram seis golos sem resposta num jogo que estatisticamente até foi semelhante ao da primeira mão, com a diferença que eles não marcaram no único remate que fizeram à baliza e o guardião Dennis Seimen não defendeu tudo o que lhe apareceu à frente.

Ultrapassado o Bayern, estávamos na Final!

Quem seria o adversário, conseguem imaginar?

 

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Ora, claro está, não poderia ser outro que não o Real Madrid.

Entre os Merengues e os Spurs há 16 títulos da Liga dos Campeões... todos do Real Madrid, é certo, mas isso é um detalhe. A última conquista dos madrilenos data de 2029 numa final contra o Sporting treinado por... Black Hawk.

Os merengues são treinados já há vários anos por Jagoba Arrasate - que na realidade em 2024 é treinador do Osasuna - e somam sete títulos espanhóis nas últimas nove temporadas - os últimos quatro de forma consecutiva.

Serão portanto um adversário dificílimo, ainda para mais quando eles disputam Ligas dos Campeões com a naturalidade com que uma criança joga à bola no recreio.

Mas nós também não somos nada maus. Aliás, são provavelmente as duas melhores equipas da atualidade neste save: uma domina o futebol inglês nos últimos dois anos, a outra faz o mesmo em Espanha há uns anitos valentes também; nós fizemos 102 pontos na Premier League, eles somaram 98 pontos na La Liga.

O espetáculo seria garantido. Vamos à bola!

 

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O Real Madrid apresentou-se nesta agradável noite de finais de Maio como favorito, somando por vitórias os últimos cinco jogos disputados. Tinha, porém, uma baixa de vulto: Jude Bellingham, lesionado, não era opção.

Nunca é boa notícia um dos melhores jogadores do mundo ficar privado de disputar uma final, mas tenho de confessar que é muito mais agradável defrontar o Real Madrid sem ele do que com ele em campo...

Da nossa parte íamos na máxima força com o onze que se estabeleceu ao longo da temporada. E nem o nome do adversário, nem a pressão de ser a primeira final da Liga dos Campeões dos Spurs em treze anos, tolheu a confiança da minha querida equipa.

 

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Com a confiança nos píncaros, entrámos em campo para aquilo que viria a ser uma final disputada e equilibrada. As duas equipas encaixaram, a qualidade individual em campo estava bem equiparada e a orelhuda acabou por ser decidida em detalhes.

A primeira equipa a conseguiu soltar as amarras desse equilíbrio foi o Real Madrid, que por duas ocasiões conseguiu espaço para rematar de fora de área com algum perigo antes de Stiven Shpendi surgir isolado e finalmente acertar com o fundo das redes.

Estava perder desde o meio da primeira parte, tal como aconteceu em 2029 quando o Real Madrid me derrotou na final marcando o primeiro precisamente por essa altura. Só que o meu Tottenham está no ponto e tivemos uma óptima reação, como podem ver.

 

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O lance do empate começou com o Dusan Vlahovic a recuar para dar um apoio frontal, a bola depois circulou veloz entre Van de Ven, Sampaio, Wirtz e Maatsen, cabendo a este último cruzar de forma primorosa para a cabeça do sérvio - que abriu e finalizou o lance.

Foi com um empate no marcador que o jogo foi para intervalo e a segunda parte ameaçou não o mudar. As estatísticas refletiam o perfeito equilíbrio de forças no relvado, as ocasiões eram apenas de perigo relativo e não flagrantes.

Tal era o equilíbrio que nem eu, nem o Arrasate, quisemos fazer grandes alterações - vai que algum jogador entrava mal e o jogo inclinava para o adversário? Da forma como estava a correr, só um lance individual ou de bola parada poderia decidir a final.

E não é que ele surgiu mesmo?

 

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Capitão Micky ❤️

Um livre originado por uma falta de Reece James sobre Ian Maatsen deu ao Tottenham a oportunidade de as suas torres subirem à área adversária - e foram precisamente os dois centrais a ter o papel decisivo.

O mau cruzamento de Guido de Paul foi resgatado pelo Nilton Palma, que sem demoras cruzou de volta para a pequena área merengue. O guardião Ignacio Piquerez teve receio de abandonar a sua baliza - ou não teve tempo de o fazer - e Van de Ven apareceu de rompante.

A cabeçada foi fulminante e só as redes puderam parar a bola. O Tottenham completava a reviravolta no marcador por intermédio do seu capitão, a cumprir a sua nona temporada pelos londrinos. Não poderia haver alguém mais merecedor do que o Van de Ven.

A partir daqui, e com dez minutos de tempo regulamentar para jogar, o Real Madrid atirou-se a nós - e nós tentámos defender-nos como pudemos.

Aproveitei para refrescar os três elementos do meio campo - antes do golo só tinha lançado o Fassnacht pelo Pape Matar Sarr que estava anormalmente desinspirado - e lançar o Leonel Vareda para o lugar do Vlahovic, de forma a dar velocidade ao ataque e manter o Real Madrid desconfortável atrás.

Ainda assim, o Real Madrid caiu mesmo sobre nós, asfixiando-nos nesta ponta final da partida até isto acontecer.

 

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Um mau alívio permitiu a recuperação de Reece James, que colocou em Scalvini para este isolar Goyo Loscos. O avançado rematou forte, mas encontrou uma parede em Aaron Ramsdale! O nosso veterano guardião rechaçou a bola e Van de Ven aliviou para onde estava virado.

Esta foi a segunda grande ocasião de golo criada pelo Real Madrid na reta final do jogo, na fase em que procuravam desesperadamente levar a partida para prolongamento - em ambas, Aaron Ramsdale foi imperial entre os postes.

A partida entrou no período de compensação com o Tottenham a enrolar os merengues no seu carrossel. O tempo passava e o discernimento dos nossos adversários já não era o melhor, acabando por ceder aos desejos de Conor Gallagher que, fazendo uso da sua experiência, conquistou uma falta já no meio campo adversário.

Um rápido vislumbre do ecrã gigante do Stade de France permitiu confirmar que estávamos a segundos do final do tempo de compensação.

Só faltava o árbitro apitar.

O senhor de negro era o centro das atenções quando levou o apito e, com gestos teatrais, soprou com convicção enquanto apontava com ambos os braços para o centro do terreno.

Explosão de alegria em Paris!

É nossa!

É dos Spurs!

 

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Fundado em 1882, o Tottenham celebrava o seu 150º ano esta temporada - e que melhor forma de o fazer do que sagrando-se campeão europeu pela primeira vez na sua História?

Já tendo conquistado a Liga Europa por duas ocasiões (em 1972 e 1984, ainda como Taça UEFA) e a extinta Taça dos Vencedores das Taças (em 1963), os Spurs juntam-lhe agora a Liga dos Campeões. Ficam a faltar a Liga Conferência - prova em que, convenhamos, não queremos sequer participar... - e a Supertaça Europeia, a qual disputaremos na próxima temporada.

 

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As estatísticas demonstram que foi um jogo muito equilibrado. O Real Madrid de 2032 continua a ser bastante semelhante ao de 2029 que me derrotou na final da Liga dos Campeões quando treinava o Sporting, isto é, uma equipa muito sólida e coesa contra a qual é difícil criar oportunidades de golo, valendo-se depois da qualidade técnica e velocidade dos seus jogadores ofensivos para fazerem a diferença nas transições.

Este jogo foi muito nessa linha. Nós tivemos mais posse de bola enquanto o Real Madrid procurou cortar linhas de passe e sair em transições rápidas quando recuperava a redondinha. Foi assim que marcaram o primeiro golo (que foi a primeira "clear cut chance" deles) e que chegaram a maior parte das vezes próximo da nossa baliza.

Note-se como isto é perceptível na diferença de passes feitos pelas equipas: nós tivemos uma percentagem de acerto de 78% (210 certos em 267 tentativas) enquanto eles tiveram 67% (129 em 190).

Por outro lado, ambas as equipas têm defesas bastante sólidas e isso percebe-se na baixa percentagem de cruzamentos acertados: o Real acertou apenas 1 em 9; nós acertámos 3 em 20. Curiosamente, desses 3 cruzamentos que acertámos surgiram os nossos 2 golos.

Eles acabaram por equilibrar o número de remates no final do jogo após o golo do Micky van de Ven, altura em que também criaram as restantes "clear cut chances", mas até aos 80' o jogo estava naquele ponto em que poderia cair para qualquer um dos lados.

Felizmente caiu para nós.

 

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A análise individual desta final mostra uma coisa curiosa: vencemos o jogo apesar de três dos nossos jogadores mais influentes terem passado completamente ao lado dos acontecimentos.

O Pape Matar Sarr é o meu melhor médio. Um autêntico cavalo na zona intermédia, veloz, forte fisicamente e capaz de correr durante os 90' como se o jogo tivesse acabado de começar, terá sofrido porém com a forma de jogar mais fechada do Real Madrid.

Os outros forma os meus dois avançados interiores: Guido de Paul e Florian Wirtz. Eles são os principais espalha-brasas da equipa na nossa forma de jogar, responsáveis por fornecer criatividade e também a surgir em zonas de finalização.

Muito raras foram as ocasiões em que ambos os meus avançados interiores estiveram desinspirados em simultâneo. Normalmente, pelo menos um deles fazia o seu papel quando o outro estava em dia não, e quando estavam os dois inspirados aconteciam coisas como as goleadas a Benfica ou Bayern.

Nesta noite, em Paris, ambos passaram ao lado do jogo. Felizmente para nós, isso não nos impediu de conquistar o troféu até porque o resto da equipa exibiu-se a muito bom nível, com especial destaque para o capitão Micky van de Ven - que, incrivelmente, não foi considerado o melhor jogador em campo.

Diga-se, para fechar o tema da Liga dos Campeões, que vencer a prova com um golo dele é o que de mais poético poderia ter acontecido. O capitão cumpriu a sua nona temporada pelo Tottenham, tendo este jogo sido o seu 379º pelos Spurs. Uma carreira quase inteira ao serviço da equipa coroada com o golo que garantiu o maior título da história do clube.

Outros que também merecem reconhecimento semelhante são o Aaron Ramsdale (nove temporadas, 347 jogos), o Pape Matar Sarr (dez temporadas, 345 jogos) e o Mika Mármol (oito temporadas, 273 jogos). Ficarão como lendas do clube, associados não só a longas temporadas pelo Tottenham como também à maior conquista dos Spurs.

 

Estatísticas individuais da temporada

 

Deixo os habituais prints das estatísticas individuais dos meus jogadores.

 

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Há aqui várias coisas que gostaria de referir, mas vou só comentar sucintamente algumas.

Primeiro, esta foi a melhor prestação que vi de avançados interiores em qualquer FM Mobile. Juntos, o Guido de Paul e o Florian Wirtz marcaram inacreditáveis 57 golos e fizeram 29 assistências; são estonteantes 86 contribuições diretas para golo!

O alemão até começou a temporada no banco como suplente do Robert Ramsak, mas as suas performances sempre que entrava depressa me convenceram a dar-lhe a titularidade. Já o Guidito simplesmente deu mais um passo no seu crescimento.

O Dusan Vlahovic demorou a entrar no estilo de jogo da equipa, julgo que levava uns 7 ou 8 golos marcados quando atingiu o seu 20º jogo, mas não desisti dele e em boa hora o fiz: terminou o ano marcando um importante golo na final da Liga dos Campeões e com quase 1 contribuição direta para golo por jogo.

Além disso, a sua superior capacidade no jogo aéreo (por comparação com o anterior avançado Lorenzo Colombo) permitiu que os cruzamentos dos meus laterais finalmente encontrassem correspondência, permitindo que todos eles fizessem várias assistências.

De resto, destaque para a temporada fabulosa do menino Karlan Burland (que recordo, é um regen da formação do Tottenham com apenas 19 anos), que relegou o Essugo para o banco; do Nilton Palma e do José Pedro Sampaio, que conquistaram a titularidade apesar da juventude de ambos; e, claro, do Micky van de Ven, novamente decisivo tanto a defender, como a atacar.

 

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Estas foram as chamadas segundas linhas e tenho de alertar que alguns destes números são inflacionados por terem sido obtidos contra adversários mais acessíveis.

Isto é especialmente verdade no caso do Leonel Vareda, que normalmente foi lançado a partir do banco em jogos já decididos ou titular em jogos teoricamente mais fáceis para gerir o Vlahovic. Ainda assim, 27 golos apontados é uma marca de respeito para o miúdo!

O segundo destaque que quero dar é ao Robert Ramsak, que teve uma temporada estranhíssima. Ele jogou bem, como o comprovam as 14 assistências feitas apesar de não ser o habitual titular, mas marcou apenas 3 golos... Não sei explicar o que aconteceu, simplesmente parecia que a bola não queria entrar.

O Karim Adeyemi tem um papel ingrato ao ser o suplente do melhor jogador da equipa (o Guidito), pelo que acaba por ter menos presenças, mas cumpriu sempre que foi chamado.

O Conor Gallagher continua a ter bons números apesar de a idade já lhe ir pesando um pouco nas pernas e os dois laterais suplentes também não foram nenhum empecilho.

De negativo aqui, apenas o Dário Essugo que infelizmente continua a não se destacar por aí além; e o Fábio Fassnacht que sentiu claras dificuldades em apanhar o ritmo da Premier League.

 

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Aqui estão mais jogadores que também tiveram participação na nossa temporada (de notar que Bertinato, March e Prychynenko têm números ali que englobam jogos na Taça das Reservas).

Os dois guarda-redes, Ramsdale e Bertinato, sendo que o primeiro foi o guardião na Premier League e Liga dos Campeões, e o segundo na Carabao Cup e FA Cup.

O Livano Comenencia e o Stewart Legg acabaram por perder influência com o crescimento de alguns meninos e serviram principalmente para tapar eventuais lesões que foram surgindo.

O Mylan March é aquele super wonderkid que mostrei no outro post e fez 3 jogos na equipa principal (os restantes, incluindo o golo, foram nas reservas).

O Prychynenko é um jovem avançado interior ucraniano que promovi durante um mês e pouco enquanto o Adeyemi esteve lesionado. Só marcou um golo na equipa principal, os restantes foram nas reservas.

 

Cenas e curiosidades

 

Para finalizar o post, algumas cenas que achei curiosas ao longo deste ano.

 

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Em 2029/30 venci a Liga dos Campeões com o Sporting, mas o treinador do ano foi o Mikel Arteta que só venceu a Premier League.

Em 2030/31 venci a Premier League com o Tottenham, mas o treinador do ano foi o Simone Inzaghi que só venceu a Serie A. Eu nem fui considerado para o pódio.

Em 2031/32 venci a Premier League e a Liga dos Campeões, aposto que o prémio vai para o vencedor da Liga Croata.

 

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Pela primeira vez neste save meti jogadores meus no onze mundial do ano (2031, referente à época anterior à desta atualização): Micky van de Ven e Guido de Paul. De referir que nesse onze também está o Dusan Vlahovic graças à sua última temporada na Juventus.

 

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O Senegal não venceu a CAN, mas o Pape Matar Sarr foi considerado o melhor jogador do torneio.

 

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Enquanto isso, em Portugal, o Sporting voltou a ser campeão nacional! O título foi disputado até ao último minuto, tendo os Leões batido o Benfica na diferença de golos, já que no confronto direto empataram.

Olhem bem para os números: o Sporting foi campeão por um golo. Literalmente um golo!

Ah, e mais uma boa temporada da União de Santarém, que assim continuará na Primeira Liga.

 

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Deixo aqui a classificação da Bundesliga apenas porque aconteceu algo absolutamente incrível: o Bayern não foi campeão!

 

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O ano 2032 é ano de Europeu e dois dos meus meninos que conquistaram a titularidade ao longo da temporada foram chamados pelas suas seleções, sendo assim provável que as suas estreias sejam feitas nessa competição.

Parabéns, Karlan Burland e Nilton Palma!

 

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E, por fim, depois de ter mostrado no outro post o regen que me apareceu (o Mylan March), eis outro dos regens que estava no forno dos Spurs. Parece ser craque!

Pronto, foi a nona temporada. Conquistei tudo o que pretendia no Tottenham, mas vou fazer mais uma temporada em Londres apenas porque 2033 é ano de Mundial de Clubes e quero tentar conquistar esse título.

Ah, e também quero tentar ganhar a Supertaça Europeia, prova que nunca disputei (saí do Sporting antes de ela ser jogada). Por curiosidade, imaginam quem será o adversário dos Spurs nessa competição?

Não? Vai uma ajuda?

 

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😱

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Citação de Kluivert, há 21 horas:

@Black Hawk Esse teu save está cheio de pequenas boas histórias! E é cada regen, credo, nem devia de valer!

Às vezes tenho saudades de ter um save no EMEM, problema é não jogar com a mesma regularidade e, convenhamos, pouca gente lá passa e estar a criar histórias para quase não haver interação mata um pouco a motivação.

Nunca na vida vi um regen como aquele Mylan March. Já me tinha acontecido proporem-me um regen de outra equipa, mas saiu um marreco fraco. Quando aconteceu esta notícia de o Liverpool querer um regen meu, pensei que fosse outro marreco e afinal saiu aquilo!

O Ronnie Brooks também parece bom, pena é que como só farei mais um ano no Tottenham já não o vou aproveitar. Meh, outros surgirão noutros clubes.

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O jogo é em casa mas é como se fosse fora, mais adeptos do outro Malmö que da nossa equipa.

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A Suécia tem um sistema estranho em que a liga joga-se no verão, mas a taça anda no calendário do resto da Europa.

O que quer dizer que é Novembro, a liga acabou, mas só sei se vou à conference em Maio, e rezo para que ganhe um dos 3 acima de mim 😄

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Citação de Alonso., há 13 minutos:

Helsingborgs desceu. Volta @Longineu

wat 👀

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Citação de Longineu, há 8 minutos:

wat 👀

Não tiveste um save neles!? 

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