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[FM 2024] Football Manager 2024: Reações

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Citação de Petar Musa, Agora:

@Longineu tu é que tiveste um save por Gibraltar ou eu sonhei?

Tive sim señor. No Europa FC.

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Citação de Longineu, Agora:

Tive sim señor. No Europa FC.

Foi o tal que levaste à Europa, não foi?

Perguntei porque comecei o meu último save deste FM. Estou o St. Joseph. Aquele campeonao está ao nível do CdP 😄

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Citação de Petar Musa, Agora:

Foi o tal que levaste à Europa, não foi?

Perguntei porque comecei o meu último save deste FM. Estou o St. Joseph. Aquele campeonao está ao nível do CdP 😄

oui. ya as primeiras épocas são complicadas, especialmente com a regra dos formados no país/clube 😂 usa aquela cena que meti aí há dias para pesquisar por jogadores amadores e começa já a contratar os jovens que assim aí na 3ª ou 4ª época já fica muito mais fácil 😂

já jogaste contra os red imps? boa sorte contra os avançados deles pqp. têm lá um bicho que não sei como crl foi ali parar 😆

Citação de Longineu, Em 07/05/2024 at 17:20:

false.

https://www.mediafire.com/file/m9czb4hrrr3ixru/AmDram.fmf/file

mete isto nos filtros de pesquisa de jogadores. life saver. já não sei de que video do secondyellowcard é que fui tirar isso mas safou me em gibraltar 😂

isto @Petar Musa

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Citação de Longineu, há 1 minuto:

oui. ya as primeiras épocas são complicadas, especialmente com a regra dos formados no país/clube 😂 usa aquela cena que meti aí há dias para pesquisar por jogadores amadores e começa já a contratar os jovens que assim aí na 3ª ou 4ª época já fica muito mais fácil 😂

já jogaste contra os red imps? boa sorte contra os avançados deles pqp. têm lá um bicho que não sei como crl foi ali parar 😆

O que é que isso faz? É só um filtro, não é? É que sou muito rigido na forma como jogo.

Estou na 5º jornada, ainda não joguei com eles. Acho que são dos ultimos, na 8º ou 9 jornada. Até agora o meu 442 está rijo. Começaram a cair umas lesões, mas nada que afete a dureza da equipa.

Eu tinha começado um save com o Lam, mas aquela porra na 2º época crashou e não consegui recuperar. Fiquei mesmo triste 😞

 

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Citação de Petar Musa, Agora:

O que é que isso faz? É só um filtro, não é? É que sou muito rigido na forma como jogo.

Estou na 5º jornada, ainda não joguei com eles. Acho que são dos ultimos, na 8º ou 9 jornada. Até agora o meu 442 está rijo. Começaram a cair umas lesões, mas nada que afete a dureza da equipa.

Eu tinha começado um save com o Lam, mas aquela porra na 2º época crashou e não consegui recuperar. Fiquei mesmo triste 😞

 

Ya, só mesmo para pesquisar jogadores sem contrato ou contrato amador. Construi a base da equipa a partir daí e alguns jogadores ainda lá estão. Foi mesmo o que me safou para registar para a europa e acho que para a taça também porque os jogadores nacionais que tinha eram praticamente todos uma m*rda 😂

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Citação de Cannonball, há 48 minutos:

As dores de ser clube pequeno. Chego às meias da Conference. O Pisa oferece 700k por um jogador meu. Eu sei que nao vou conseguir segurar o jogador, tem mais uns 15 clubes atrás dele. Mesmo assim negoceio para 6.5M, o dobro do valor que o FM lhe dá no momento. A board aceita a oferta por mim, já nem mais consigo discutir. Chega ao Pisa é imediatamente avaliado em 13-15.5M€

As dores de ser clube pequeno parte 2: o teu ponta de lança itular, melhor marcador da conference league, é vendido ao Portimonense.

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Citação de Cannonball, há 9 minutos:

As dores de ser clube pequeno parte 2: o teu ponta de lança itular, melhor marcador da conference league, é vendido ao Portimonense.

oooof. por quanto?

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Citação de Longineu, há 27 minutos:

oooof. por quanto?

tive sorte, já que o ia perder e ia, ofereci a mais clubes acabou por ir para o Standrd por 5M€. o Portimonense tinha oferecido 2

EIDT: Mas eu arranjo-me, os meus scouts andam literalmente a ver toda a escandinávia por jogadores que possam ter potencial, então faço dinheiro:

 

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estas duas vendas cobriram isto tudo:

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Editado por Cannonball

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Citação de Longineu, há 2 horas:

Ya, só mesmo para pesquisar jogadores sem contrato ou contrato amador. Construi a base da equipa a partir daí e alguns jogadores ainda lá estão. Foi mesmo o que me safou para registar para a europa e acho que para a taça também porque os jogadores nacionais que tinha eram praticamente todos uma m*rda 😂

Podes partilhar para eu dar uma vista de olhos?

Funciona para quem tem atributos ocultos?

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Citação de Longineu, há 13 horas:

meti o link em cima bro https://www.mediafire.com/file/m9czb4hrrr3ixru/AmDram.fmf/file

achp que sim. tirei deste gajo. ele explica como funciona

já tá no minuto em que fala do filtro.

Não percebi a utilidade disso, nem percebi o que tem esse filtro de fantástico.

Só define a busca por amadores com 18 anos dentro da região que eu definir.

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Citação de Petar Musa, há 11 minutos:

Não percebi a utilidade disso, nem percebi o que tem esse filtro de fantástico.

Só define a busca por amadores com 18 anos dentro da região que eu definir.

É exatamente isso. Para mim foi fantástico 😞 😆 ajudou me a ir à liga dos campeões por isso 😂

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Citação de Longineu, há 43 minutos:

É exatamente isso. Para mim foi fantástico 😞 😆 ajudou me a ir à liga dos campeões por isso 😂

Mas o que fazes com cepos de 18 anos?

A minha experiência em ligas de trolha, é que malta com 38 anos com técnica e mentalidade lá para cima fazem muita diferença. Depois é ter o calmeirão de 200cm na frente, e as motas a correr nas linhas.

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Citação de Petar Musa, há 11 minutos:

Mas o que fazes com cepos de 18 anos?

A minha experiência em ligas de trolha, é que malta com 38 anos com técnica e mentalidade lá para cima fazem muita diferença. Depois é ter o calmeirão de 200cm na frente, e as motas a correr nas linhas.

Não são cepos. Talvez na primeira/segunda época até Janeiro mas contratar a zero e basicamente sem salário para depois ficarem como formados no clube e ainda serem melhores do que 99% da liga? Vale bem a pena 😂 É que na minha experiência a treinar aí, o Manchester e o Red Imps especialmente têm equipaças comparadas ao resto e se eu lhes quis fazer frente então tive que ir a esses putos.

Tipo eu meti umas SS umas paginas atrás. Um dos gajos que tinha a marcar golos para crl foi este

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Citação de Longineu, há 4 minutos:

Não são cepos. Talvez na primeira/segunda época até Janeiro mas contratar a zero e basicamente sem salário para depois ficarem como formados no clube e ainda serem melhores do que 99% da liga? Vale bem a pena 😂 É que na minha experiência a treinar aí, o Manchester e o Red Imps especialmente têm equipaças comparadas ao resto e se eu lhes quis fazer frente então tive que ir a esses putos.

Tipo eu meti umas SS umas paginas atrás. Um dos gajos que tinha a marcar golos para crl foi este

qXYOMbY.png

 

Dava um ótimo 2º avançado para a minha equipa. Que idade tem e quanto tempo ficou na La Masia do FC Europa? 😄

Opah, eu usei o filtro, encontrou 2 mecos e contratei para os sub23. Um vem sem contrato, mas o outro moço vai receber 250€/mês. Se não der em nada de jeito, vou-te pedir esses 250€!

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Citação de Petar Musa, há 2 minutos:

Dava um ótimo 2º avançado para a minha equipa. Que idade tem e quanto tempo ficou na La Masia do FC Europa? 😄

Opah, eu usei o filtro, encontrou 2 mecos e contratei para os sub23. Um vem sem contrato, mas o outro moço vai receber 250€/mês. Se não der em nada de jeito, vou-te pedir esses 250€!

E foi segundo avançado. Para pontas de lança tinha outros melhores. Neste momento deve ter 24 ou 25 e já saiu porque eu já saí de lá também. Mas o ponta de lança continua lá

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Citação de Longineu, há 3 minutos:

E foi segundo avançado. Para pontas de lança tinha outros melhores. Neste momento deve ter 24 ou 25 e já saiu porque eu já saí de lá também. Mas o ponta de lança continua lá

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É baixinho. Não dava para as minhas equipas de divisões como referência. Gosto de ter o calmeirão para as correiras do flanco darem resultado. Ou como se diz, o kick&rush 😄

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Citação de Petar Musa, há 21 minutos:

É baixinho. Não dava para as minhas equipas de divisões como referência. Gosto de ter o calmeirão para as correiras do flanco darem resultado. Ou como se diz, o kick&rush 😄

Mas é rápido (comparando com o normal de gibraltar) 😂 Já viste o bulgaro do Imps? Sempre podes tentá-lo 😂

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Citação de Longineu, há 5 minutos:

Mas é rápido (comparando com o normal de gibraltar) 😂 Já viste o bulgaro do Imps? Sempre podes tentá-lo 😂

Jogo contra eles na próxima jornada. Como disseste que era dificil, ontem preferi ir para a cama e pensar na melhor forma de ganhar o jogo 

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Citação de Petar Musa, Agora:

Jogo contra eles na próxima jornada. Como disseste que era dificil, ontem preferi ir para a cama e pensar na melhor forma de ganhar o jogo 

Então depois mostra como correu 😂 btw sempre podes ficar de olho em gajos que saem das equipas de reservas da epl. eu consegui ter o micah hamilton do city por duas épocas. belo médio.

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Citação de Longineu, há 4 minutos:

Então depois mostra como correu 😂 btw sempre podes ficar de olho em gajos que saem das equipas de reservas da epl. eu consegui ter o micah hamilton do city por duas épocas. belo médio.

Hoje já mostro. Se o meu central da direita já estiver bom, eu ganho o jogo

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Sei que não é o local, mas por alguma razão só consigo postar neste topico. nem mensagens consigo enviar para os moderadores. quem me pode ajudar?

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Citação de MCoelho, há 4 minutos:

Sei que não é o local, mas por alguma razão só consigo postar neste topico. nem mensagens consigo enviar para os moderadores. quem me pode ajudar?

@Diogo_CFB

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Citação de Black Hawk, Em 14/05/2024 at 16:54:

Nona temporada do meu save, a segunda época em Londres ao comando do Tottenham. Depois de ter conquistado o título inglês pelos Spurs, o primeiro em 70 anos para o clube londrino, o objetivo para este ano passava por repetir o feito.

À partida para esta temporada, no Verão de 2031, estávamos numa situação um pouco semelhante à do Sporting do Ruben Amorim em 2021.

Fomos campeões, mas havia reservas que fossemos capazes de o fazer num ano dito "normal". Na época passada não estávamos nas competições europeias e pudemos dedicar-nos por inteiro às provas inglesas, o que calhou bem pois não havia profundidade no plantel.

Para esta segunda época, e havendo Liga dos Campeões para distrair as atenções, o meu foco passou para o reforço das chamadas "segundas linhas", que no ano passado eram... banais, para não ser demasiado agressivo.

 

 

Mexidas no plantel

 

 

No ano passado, à minha chegada, deram-me "apenas" 80 milhões de euros para reforçar a equipa, valor curto para a realidade do futebol inglês e a magnitude da revolução necessária no plantel dos Spurs.

Esta época, com o título inglês e o apuramento para a Liga dos Campeões, lá tive acesso a uma quantia bem mais significativa.

 

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Com cerca de 170 milhões de euros, aos quais se juntaram 10 milhões da venda de Kwame Nickson ao West Brom em Junho, tive bastante mais margem de manobra para operar no reforço da equipa.

O primeiro passo a dar, porém, era livrar-me de muitas das referidas segundas linhas que pouca confiança me davam.

 

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Aposto que há aí alguns nomes que vos surpreenderam. Começando pelo Lorenzo Colombo, que foi o meu melhor marcador na última temporada - assim como da própria Premier League.

A questão é que o meu Paulinho italiano terminava contrato no final desta nova época e queria uma quantidade absurda de dinheiro para renovar. Como não achava que ele valesse assim tanto para ser de longe o mais bem pago do plantel, decidi vendê-lo.

Surgiram três propostas por ele: primeiro do Manchester United, depois do Newcastle e por fim do Arsenal. Não queria que ele reforçasse adversários diretos, por isso naturalmente rejeitei todas. Ele tinha clubes italianos interessados, pensei que algum avançasse por ele...

... mas não avançaram. Já na fase do desespero, a dias do fecho de mercado, surgiu a proposta do Ajax algo abaixo das anteriores que tive de aceitar.

Irónico no meio disto tudo é que ele foi para Amesterdão ganhar bem menos do que tencionava pagar-lhe, mas não aceitou aquilo que lhe propus. Enfim, ele lá saberá.

A saída do Dan Ndoye foi inesperada. Primeiro, porque esperava que fosse o Robert Ramsak a sair. Este último, formado pelo Bayern, tinha uma cláusula de recompra pelos bávaros próxima do valor de mercado dele - e eles estavam interessados nele.

Para meu espanto, apresentaram uma proposta... mas pelo suíço Dan Ndoye. Fiquei aliviado, pois assim pude manter o Ramsak, uma das figuras do título no ano passado.

Teria preferido manter o Ndoye também, confesso, embora a sua perda não aqueça nem arrefeça. E ele quis ir, foi melhor deixá-lo sair do que manter um provável suplente insatisfeito.

Todos os restantes eram habituais suplentes, alguns nem isso, e grão a grão lá somámos 166 milhões de euros em vendas - o que nos permitiu aumentar o orçamento para novas contratações para um valor de 336 milhões de euros.

Passemos então aos reforços dos Spurs.

 

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Foram apenas seis as contratações que operei, num total de 215 milhões de euros, o que significa que no saldo de transferências gastei apenas 49 milhões.

A que certamente mais se destaca é a do Florian Wirtz. O médio/avançado interior alemão estava ainda no Bayer Leverkusen, tem agora 28 anos de idade e foi um dos alvos que defini assim que perdi o Dan Ndoye - o outro foi o Claudio Echeverri.

O argentino era mais jovem, estava num patamar qualitativo semelhante ao alemão e era mais barato, mas estou a chegar a um ponto no save em que os grandes jogadores da realidade em 2024 estão a ficar velhos ou até já terminaram a carreira. O Wirtz é um dos últimos que ainda que posso treinar no auge da sua carreira, por isso foi ele mesmo que contratei.

Ironicamente, após contratar o Wirtz ao Bayer Leverkusen eles foram contratar para o seu lugar... o Claudio Echeverri.

O Rico Lewis e o Ian Maatsen são ambos laterais - o primeiro direito e o último esquerdo. Vêm para rodar com os habituais titulares Reuell Walters e Almugera Kabar, respetivamente.

Destaco o Ian Maatsen porque fui eu a contratá-lo para o Sporting em 2028 numa fase em que a sua carreira estava estagnada. O rapaz cresceu bastante enquanto lá estive, continuou a brilhar depois da minha saída e é agora um dos melhores laterais do jogo.

O Nilton Palma é um central português de 21 anos que estava na equipa B do Sporting enquanto treinei os leões. Tencionava promovê-lo à equipa principal em 2030/31, mas como saí do Sporting não tive essa oportunidade.

O novo treinador do Sporting vendeu-o ao Manchester United, onde o menino jogou um pouco sem no entanto conquistar a titularidade. Estava no mercado e decidi trazê-lo para crescer enquanto vai rodando com os três centrais que já fazem parte do plantel.

O Frazer Licorish-Mullings é um avançado interior jovem que foi recomendado pelo meu scouting e que foi emprestado de imediato para crescer... e com isto chegámos ao último nome da lista.

Dusan Vlahovic.

Foi por isto que não me preocupei com a saída do Lorenzo Colombo. O avançado sérvio terminava contrato com a Juventus e consegui convencê-lo a vir para Londres.

Já vai com 31 anos, mas a custo zero compensa o risco - e no ano passado marcou 43 golos em 46 jogos pela Juventus, por isso as suas qualidades estão lá todas.

 

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Os adeptos concordam e ficaram delirantes com a chegada do Vlahovic, demonstrando ainda satisfação com o ingresso do Ian Maatsen.

Com o plantel fechado, esta era a minha previsão para o onze inicial ao início da temporada.

 

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O onze era globalmente o mesmo da época passada, apenas com as entradas do Ian Maatsen para o lugar do Almugera Kabar e do Dusan Vlahovic pelo Lorenzo Colombo.

 

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As segundas linhas, essas sim sofreram uma revolução - tal como era meu objetivo.

O Oliveira Bertinato é um jovem guarda-redes brasileiro - que durante a época optou pela seleção francesa - que segundo o meu scouting tem imenso potencial e por isso o contratei no ano passado, tendo estado emprestado até agora.

O Karlan Burland é um regen formado na Academia do Tottenham que começou a temporada com 18 anos. É descrito como um wonderkid e brilhou tanto no empréstimo do ano passado que não tive dúvidas em incluí-lo no plantel.

O Fábio Fassnacht é um médio suíço de 23 anos que também esteve emprestado no ano passado e decidi tê-lo no plantel. O Mármol, o Kabar, o Legg, o Adeyemi e o Vareda já cá estavam no ano passado e do Palma e do Wirtz já falei.

 

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Por fim, sobravam três jogadores que também ficaram no plantel - que assim teria 25 jogadores.

O Comenencia é polivalente, pode ser lateral direito médio defensivo; o José Pedro Sampaio é um médio português de 18 anos que brilhou nas nossas reservas no ano passado; e o Igor Prychynenko é um promissor avançado interior ucraniano que estará nas reservas.

Feitas as contas, o plantel tinha a profundidade que procurava. Só havia algumas reservas quanto à maturidade de algumas das segundas linhas, pois malta como o Palma, o Burland, o Fassnacht, o Sampaio ou até o Vareda são muito jovens.

Foi com isto que fomos à guerra, com o objetivo de revalidar o título da Premier League e fazer a melhor figura possível na Liga dos Campeões.

Passemos aos jogos!

 

 

Community Shield

 

 

A temporada em Inglaterra começa oficialmente com a Community Shield.

Aqui confesso a minha falta de cultura futebolística, pois tendo vencido Premier League e FA Cup pensava que iria defrontar o finalista vendido desta última, que no caso seria o Liverpool.

Afinal o adversário foi o Arsenal, segundo classificado da Premier League.

 

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E foi melhor assim; que melhor maneira de começar a temporada que com uma vitória no North London Derby?

O jogo foi renhido e pouco espetacular até aos 42', altura em que se marcaram três golos em rápida sucessão. Primeiro para nós num remate de ressaca do Conor Gallagher à entrada da área, depois o empate por Bukayo Saka e por fim Dusan Vlahovic na sua estreia.

A promessa de espetáculo com este final de primeira parte caótico não se concretizou no segundo tempo, mantendo-se o resultado até final.

Primeiro jogo, primeiro título para os Spurs. Em apenas um ano em Inglaterra, já só me faltava a Carabao Cup para atingir o pleno dos principais títulos ingleses ao serviço do Tottenham.

 

 

A temporada 2031/32

 

 

Sem mais demoras, passemos aos resultados do Tottenham na minha segunda temporada aos comandos do clube.

 

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Não vale a pena fazer grande suspense, pelos resultados mostrados nestes prints já devem ter adivinhado qual o desfecho da Premier League.

 

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Foi uma limpeza. No final da primeira volta já liderávamos com 12 pontos para o Arsenal (e os Gunners levavam mais um jogo disputado) e 15 para o Manchester City, estando já seguro um inédito bicampeonato para o Tottenham Hotspurs FC.

Isto foi tão tranquilo que a certo ponto decidi criar um minijogo. Consistiu em acrescentar 1 golo em todos os jogos que Arsenal e Manchester City não venceram - isto transformou todos os seus empates em vitórias (+2 pontos) e as derrotas pela margem mínima em empates (+1 ponto). Excluí destas contas apenas os jogos contra mim, obviamente.

Passei a considerar como classificação real a deste minijogo e não a do print. O Manchester City terminaria a temporada com 95 pontos e o Arsenal com 90 pontos. Seríamos campeões à mesma.

Haveria vários momentos para destacar ao longo destes 38 jogos, incluindo as duas vitórias sobre o Manchester City e goleadas caseiras a Liverpool (4-1) e Chelsea (4-0), mas deixo as duas vitórias mais saborosas: as do North London Derby.

 

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A primeira foi logo na 2ª jornada e provavelmente catapultou-nos para o título, pois foi a segunda vitória sobre o Arsenal em três jogos oficiais na temporada (Community Shield e este), deu-nos confiança a nós e o Arsenal quebrou um pouco e perdeu alguns pontos nos jogos seguintes. Aliás, à 6ª ou 7ª jornada já tinham perdido mais pontos dos que os que nós perdemos na época inteira.

A segunda foi uma autêntica chapada na cara do nosso maior rival. Chapa quatro no Emirates com hattrick do Vlahovic e um livre direto do De Paul no último lance do jogo apenas para colocar sal na ferida que por essa altura já lhes deveria estar a doer.

Em termos de performance geral, empatámos seis jogos no total (dois na primeira volta e quatro na segunda). Ironicamente, foi na primeira volta que sofremos mais golos (14), enquanto na segunda sofremos apenas três golos (!!!).

Isto deveu-se às mexidas na defesa no Verão. A minha linha defensiva no início da época foi a mesma que terminou a época passada, mas vários elementos cometeram diversos erros que resultaram em golos sofridos.

Isto levou-me a testar diversas variações do quarteto defensivo. Entre os antigos titulares cometerem erros infantis e os reforços demorarem a entrar na rotina da nossa estratégia defensiva, só a meio da época acertei com a fórmula vencedora que conseguiu transformar a minha defesa numa autêntica muralha: Rico Lewis, Nilton Palma, Micky van de Ven e Ian Maatsen.

Por fim, realçar que a nossa performance em casa foi imaculada.

 

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Dezanove jogos, dezanove vitórias no Tottenham Hotspur Stadium.

Isto significa que adicionei mais um ano e 19 jogos ao registo de invencibilidade caseira em jogos para ligas internas que já trazia. A última derrota em casa foi a 07 Agosto de 2027, na altura pela União de Santarém na recepção ao Porto (1-2).

São até ao momento 88 jogos consecutivos sem perder em casa para o campeonato, num período de cinco anos que engloba jogos ao serviço de União de Santarém, Sporting CP e Tottenham.

Ainda assim, longe do recorde absoluto que até onde sei pertence ao José Mourinho com 150 jogos sem perder para o campeonato em casa ao longo de nove anos, incluindo nesse período as passagens pelo Porto, Chelsea, Inter e Real Madrid.

Só tenho de fazer mais três anos e seis jogos no quarto ano sem perder em casa para bater o recorde do Zé. Coisa pouca lol

 

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Sem surpresas, o Guido de Paul voltou a ser eleito o melhor jogador da Premier League...

 

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... eu o melhor treinador da prova...

 

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... e o Dusan Vlahovic foi o melhor marcador, logo seguido pelo Guidito e a surpresa Maximilian Beier, do Bournemouth, que fecharam o pódio a dois golos de distância.

O Florian Wirtz foi o quarto melhor marcador, tendo apontado 20 golos.

 

 

Carabao Cup e FA Cup

 

 

Não é lá novidade o desfecho destas duas provas; se tiverem olhado para os prints dos resultados, estavam lá ambas. De qualquer forma, aqui fica.

 

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A final foi a reedição da do ano passado. O jogo foi disputadíssimo, foi a prolongamento e poderia ter caído para qualquer um dos lados, mas desta vez sorriu-nos a nós. Com esta vitória atingi o pleno de títulos em Inglaterra - a Carabao Cup era a prova que me faltava.

No entanto, o momento mais crítico da Carabao Cup nem foi a final em Wembley, mas sim a segunda mão da Meia-Final em Burnley. Depois de vencermos 1-0 na primeira mão, fomos ao terreno dos The Clarets perder 2-1, na altura a nossa primeira derrota da temporada.

Foi necessário recorrer a pontapés da marca de grande penalidade para decidir quem avançaria para a final. Após nove séries de penalidades - sim, nove! - lá houve um gajo deles a enviar a bola para a atmosfera, terminando 9-8 a nosso favor.

Já na FA Cup tudo corria bem até apanharmos o Aston Villa pelo caminho nos Quartos-de-Final.

 

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Ainda hoje não sei como perdi este jogo.

Certo é que tivemos um dia muito mau, criámos poucas ocasiões de golo e acabámos por ser justamente eliminados, mesmo que eles só tenham feito um remate em todo o jogo - mas nesse remate fizeram o que nós não conseguimos em doze.

Vencemos então três das quatro competições internas em disputa na temporada 2031/32, o que acaba por ser bastante positivo.

Passemos à outra prova.

 

 

Liga dos Campeões

 

 

À data do início desta época, 2031, o Tottenham não participava na Liga dos Campeões há oito temporadas. A última presença foi em 2022/23, sendo apurado num grupo que incluía Frankfurt, Sporting e Marselha, mas acabando eliminado nos Oitavos-de-Final pelo AC Milan.

Dá para imaginar, portanto, o entusiasmo dos adeptos com nova participação na mais emblemática e reputada competição de clubes do planeta.

Claro, a falta de estaleca europeia do plantel não poderia ser ignorada, mas éramos os campeões ingleses em título e isso conferia-nos uma reputação a manter. O objetivo era ir o mais longe possível, sendo a final de Paris um sonho que queríamos alcançar.

Como já deu para perceber pelos prints dos resultados, chegámos mesmo lá. Mas já lá vamos.

 

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A nossa campanha europeia até começou com um passo em falso. Fomos a Sevilha empatar com o Betis, resultado que fez soar uns quantos alarmes e levou a que encarássemos os cinco jogos seguintes com toda a seriedade - o que teve como resultado cinco vitórias.

Com cinco vitórias e um empate garantimos o apuramento para os Oitavos-de-Final, levando a que fôssemos a Milão no sétimo jogo com diversas alterações no onze que resultaram numa derrota pouco preocupante com o Inter. 

Na última jornada goleámos o Fenerbahçe para fechar esta fase em beleza, garantir o primeiro lugar na Fase de Campeonato e partir para os Oitavos-de-Final com a confiança em alto para o duelo frente à Fiorentina.

 

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A formação de Florença é treinada pelo carismático Rúben Amorim e, como habitual nas equipas deste senhor, são um adversário chatinho de defrontar.

A verdade é que esta foi a eliminatória mais difícil no nosso caminho até Paris. Embora tenhamos sido globalmente superiores, a Fiorentina deu-nos imensas dores de cabeça e a eliminatória apenas ficou resolvida com o golo do Florian Wirtz aos 84' da segunda mão.

 

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O sorteio para os Quartos-de-Final colocaram à nossa frente o Benfica, adversário que já havíamos defrontado na Fase de Campeonato - na altura com uma vitória nossa por tangencial 1-0 no Estádio da Luz.

Os encarnados estavam a meio de um duelo titânico com o Sporting pela conquista do título nacional e talvez isso os tenha distraído o suficiente para serem atropelados pelo nosso rolo compressor: a eliminatória ficou 9-0 a nosso favor.

Do nosso lado, além de mim estavam ainda Nilton Palma, Ian Maatsen, Dário Essugo, Guido de Paul e Leonel Vareda, todos jogadores que passaram pelo Sporting antes do Tottenham, pelo que estas duas goleadas tiveram um gostinho especial.

 

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Na Meia-Final defrontámos o temível Bayern, crónico campeão alemão.

E, de facto, provámos nesta eliminatória o sabor da derrota pela quarta vez esta temporada - até aqui apenas havíamos perdido com Burnley (segunda mão da Meia-Final da Carabao Cup), Aston Villa (FA Cup) e Inter (Fase de Campeonato da Liga dos Campeões).

Ironicamente, o golo dos bávaros foi apontado pelo Dan Ndoye, campeão inglês pelo Tottenham na época passada e portanto antigo jogador meu. Ele há coisas...

Perdida a primeira mão, teríamos de fazer melhor na segunda partida em Londres. E fizemo-lo; oh!, se o fizemos.

Foram seis golos sem resposta num jogo que estatisticamente até foi semelhante ao da primeira mão, com a diferença que eles não marcaram no único remate que fizeram à baliza e o guardião Dennis Seimen não defendeu tudo o que lhe apareceu à frente.

Ultrapassado o Bayern, estávamos na Final!

Quem seria o adversário, conseguem imaginar?

 

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Ora, claro está, não poderia ser outro que não o Real Madrid.

Entre os Merengues e os Spurs há 16 títulos da Liga dos Campeões... todos do Real Madrid, é certo, mas isso é um detalhe. A última conquista dos madrilenos data de 2029 numa final contra o Sporting treinado por... Black Hawk.

Os merengues são treinados já há vários anos por Jagoba Arrasate - que na realidade em 2024 é treinador do Osasuna - e somam sete títulos espanhóis nas últimas nove temporadas - os últimos quatro de forma consecutiva.

Serão portanto um adversário dificílimo, ainda para mais quando eles disputam Ligas dos Campeões com a naturalidade com que uma criança joga à bola no recreio.

Mas nós também não somos nada maus. Aliás, são provavelmente as duas melhores equipas da atualidade neste save: uma domina o futebol inglês nos últimos dois anos, a outra faz o mesmo em Espanha há uns anitos valentes também; nós fizemos 102 pontos na Premier League, eles somaram 98 pontos na La Liga.

O espetáculo seria garantido. Vamos à bola!

 

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O Real Madrid apresentou-se nesta agradável noite de finais de Maio como favorito, somando por vitórias os últimos cinco jogos disputados. Tinha, porém, uma baixa de vulto: Jude Bellingham, lesionado, não era opção.

Nunca é boa notícia um dos melhores jogadores do mundo ficar privado de disputar uma final, mas tenho de confessar que é muito mais agradável defrontar o Real Madrid sem ele do que com ele em campo...

Da nossa parte íamos na máxima força com o onze que se estabeleceu ao longo da temporada. E nem o nome do adversário, nem a pressão de ser a primeira final da Liga dos Campeões dos Spurs em treze anos, tolheu a confiança da minha querida equipa.

 

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Com a confiança nos píncaros, entrámos em campo para aquilo que viria a ser uma final disputada e equilibrada. As duas equipas encaixaram, a qualidade individual em campo estava bem equiparada e a orelhuda acabou por ser decidida em detalhes.

A primeira equipa a conseguiu soltar as amarras desse equilíbrio foi o Real Madrid, que por duas ocasiões conseguiu espaço para rematar de fora de área com algum perigo antes de Stiven Shpendi surgir isolado e finalmente acertar com o fundo das redes.

Estava perder desde o meio da primeira parte, tal como aconteceu em 2029 quando o Real Madrid me derrotou na final marcando o primeiro precisamente por essa altura. Só que o meu Tottenham está no ponto e tivemos uma óptima reação, como podem ver.

 

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O lance do empate começou com o Dusan Vlahovic a recuar para dar um apoio frontal, a bola depois circulou veloz entre Van de Ven, Sampaio, Wirtz e Maatsen, cabendo a este último cruzar de forma primorosa para a cabeça do sérvio - que abriu e finalizou o lance.

Foi com um empate no marcador que o jogo foi para intervalo e a segunda parte ameaçou não o mudar. As estatísticas refletiam o perfeito equilíbrio de forças no relvado, as ocasiões eram apenas de perigo relativo e não flagrantes.

Tal era o equilíbrio que nem eu, nem o Arrasate, quisemos fazer grandes alterações - vai que algum jogador entrava mal e o jogo inclinava para o adversário? Da forma como estava a correr, só um lance individual ou de bola parada poderia decidir a final.

E não é que ele surgiu mesmo?

 

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Capitão Micky ❤️

Um livre originado por uma falta de Reece James sobre Ian Maatsen deu ao Tottenham a oportunidade de as suas torres subirem à área adversária - e foram precisamente os dois centrais a ter o papel decisivo.

O mau cruzamento de Guido de Paul foi resgatado pelo Nilton Palma, que sem demoras cruzou de volta para a pequena área merengue. O guardião Ignacio Piquerez teve receio de abandonar a sua baliza - ou não teve tempo de o fazer - e Van de Ven apareceu de rompante.

A cabeçada foi fulminante e só as redes puderam parar a bola. O Tottenham completava a reviravolta no marcador por intermédio do seu capitão, a cumprir a sua nona temporada pelos londrinos. Não poderia haver alguém mais merecedor do que o Van de Ven.

A partir daqui, e com dez minutos de tempo regulamentar para jogar, o Real Madrid atirou-se a nós - e nós tentámos defender-nos como pudemos.

Aproveitei para refrescar os três elementos do meio campo - antes do golo só tinha lançado o Fassnacht pelo Pape Matar Sarr que estava anormalmente desinspirado - e lançar o Leonel Vareda para o lugar do Vlahovic, de forma a dar velocidade ao ataque e manter o Real Madrid desconfortável atrás.

Ainda assim, o Real Madrid caiu mesmo sobre nós, asfixiando-nos nesta ponta final da partida até isto acontecer.

 

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Um mau alívio permitiu a recuperação de Reece James, que colocou em Scalvini para este isolar Goyo Loscos. O avançado rematou forte, mas encontrou uma parede em Aaron Ramsdale! O nosso veterano guardião rechaçou a bola e Van de Ven aliviou para onde estava virado.

Esta foi a segunda grande ocasião de golo criada pelo Real Madrid na reta final do jogo, na fase em que procuravam desesperadamente levar a partida para prolongamento - em ambas, Aaron Ramsdale foi imperial entre os postes.

A partida entrou no período de compensação com o Tottenham a enrolar os merengues no seu carrossel. O tempo passava e o discernimento dos nossos adversários já não era o melhor, acabando por ceder aos desejos de Conor Gallagher que, fazendo uso da sua experiência, conquistou uma falta já no meio campo adversário.

Um rápido vislumbre do ecrã gigante do Stade de France permitiu confirmar que estávamos a segundos do final do tempo de compensação.

Só faltava o árbitro apitar.

O senhor de negro era o centro das atenções quando levou o apito e, com gestos teatrais, soprou com convicção enquanto apontava com ambos os braços para o centro do terreno.

Explosão de alegria em Paris!

É nossa!

É dos Spurs!

 

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Fundado em 1882, o Tottenham celebrava o seu 150º ano esta temporada - e que melhor forma de o fazer do que sagrando-se campeão europeu pela primeira vez na sua História?

Já tendo conquistado a Liga Europa por duas ocasiões (em 1972 e 1984, ainda como Taça UEFA) e a extinta Taça dos Vencedores das Taças (em 1963), os Spurs juntam-lhe agora a Liga dos Campeões. Ficam a faltar a Liga Conferência - prova em que, convenhamos, não queremos sequer participar... - e a Supertaça Europeia, a qual disputaremos na próxima temporada.

 

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As estatísticas demonstram que foi um jogo muito equilibrado. O Real Madrid de 2032 continua a ser bastante semelhante ao de 2029 que me derrotou na final da Liga dos Campeões quando treinava o Sporting, isto é, uma equipa muito sólida e coesa contra a qual é difícil criar oportunidades de golo, valendo-se depois da qualidade técnica e velocidade dos seus jogadores ofensivos para fazerem a diferença nas transições.

Este jogo foi muito nessa linha. Nós tivemos mais posse de bola enquanto o Real Madrid procurou cortar linhas de passe e sair em transições rápidas quando recuperava a redondinha. Foi assim que marcaram o primeiro golo (que foi a primeira "clear cut chance" deles) e que chegaram a maior parte das vezes próximo da nossa baliza.

Note-se como isto é perceptível na diferença de passes feitos pelas equipas: nós tivemos uma percentagem de acerto de 78% (210 certos em 267 tentativas) enquanto eles tiveram 67% (129 em 190).

Por outro lado, ambas as equipas têm defesas bastante sólidas e isso percebe-se na baixa percentagem de cruzamentos acertados: o Real acertou apenas 1 em 9; nós acertámos 3 em 20. Curiosamente, desses 3 cruzamentos que acertámos surgiram os nossos 2 golos.

Eles acabaram por equilibrar o número de remates no final do jogo após o golo do Micky van de Ven, altura em que também criaram as restantes "clear cut chances", mas até aos 80' o jogo estava naquele ponto em que poderia cair para qualquer um dos lados.

Felizmente caiu para nós.

 

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A análise individual desta final mostra uma coisa curiosa: vencemos o jogo apesar de três dos nossos jogadores mais influentes terem passado completamente ao lado dos acontecimentos.

O Pape Matar Sarr é o meu melhor médio. Um autêntico cavalo na zona intermédia, veloz, forte fisicamente e capaz de correr durante os 90' como se o jogo tivesse acabado de começar, terá sofrido porém com a forma de jogar mais fechada do Real Madrid.

Os outros forma os meus dois avançados interiores: Guido de Paul e Florian Wirtz. Eles são os principais espalha-brasas da equipa na nossa forma de jogar, responsáveis por fornecer criatividade e também a surgir em zonas de finalização.

Muito raras foram as ocasiões em que ambos os meus avançados interiores estiveram desinspirados em simultâneo. Normalmente, pelo menos um deles fazia o seu papel quando o outro estava em dia não, e quando estavam os dois inspirados aconteciam coisas como as goleadas a Benfica ou Bayern.

Nesta noite, em Paris, ambos passaram ao lado do jogo. Felizmente para nós, isso não nos impediu de conquistar o troféu até porque o resto da equipa exibiu-se a muito bom nível, com especial destaque para o capitão Micky van de Ven - que, incrivelmente, não foi considerado o melhor jogador em campo.

Diga-se, para fechar o tema da Liga dos Campeões, que vencer a prova com um golo dele é o que de mais poético poderia ter acontecido. O capitão cumpriu a sua nona temporada pelo Tottenham, tendo este jogo sido o seu 379º pelos Spurs. Uma carreira quase inteira ao serviço da equipa coroada com o golo que garantiu o maior título da história do clube.

Outros que também merecem reconhecimento semelhante são o Aaron Ramsdale (nove temporadas, 347 jogos), o Pape Matar Sarr (dez temporadas, 345 jogos) e o Mika Mármol (oito temporadas, 273 jogos). Ficarão como lendas do clube, associados não só a longas temporadas pelo Tottenham como também à maior conquista dos Spurs.

 

 

Estatísticas individuais da temporada

 

 

Deixo os habituais prints das estatísticas individuais dos meus jogadores.

 

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Há aqui várias coisas que gostaria de referir, mas vou só comentar sucintamente algumas.

Primeiro, esta foi a melhor prestação que vi de avançados interiores em qualquer FM Mobile. Juntos, o Guido de Paul e o Florian Wirtz marcaram inacreditáveis 57 golos e fizeram 29 assistências; são estonteantes 86 contribuições diretas para golo!

O alemão até começou a temporada no banco como suplente do Robert Ramsak, mas as suas performances sempre que entrava depressa me convenceram a dar-lhe a titularidade. Já o Guidito simplesmente deu mais um passo no seu crescimento.

O Dusan Vlahovic demorou a entrar no estilo de jogo da equipa, julgo que levava uns 7 ou 8 golos marcados quando atingiu o seu 20º jogo, mas não desisti dele e em boa hora o fiz: terminou o ano marcando um importante golo na final da Liga dos Campeões e com quase 1 contribuição direta para golo por jogo.

Além disso, a sua superior capacidade no jogo aéreo (por comparação com o anterior avançado Lorenzo Colombo) permitiu que os cruzamentos dos meus laterais finalmente encontrassem correspondência, permitindo que todos eles fizessem várias assistências.

De resto, destaque para a temporada fabulosa do menino Karlan Burland (que recordo, é um regen da formação do Tottenham com apenas 19 anos), que relegou o Essugo para o banco; do Nilton Palma e do José Pedro Sampaio, que conquistaram a titularidade apesar da juventude de ambos; e, claro, do Micky van de Ven, novamente decisivo tanto a defender, como a atacar.

 

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Estas foram as chamadas segundas linhas e tenho de alertar que alguns destes números são inflacionados por terem sido obtidos contra adversários mais acessíveis.

Isto é especialmente verdade no caso do Leonel Vareda, que normalmente foi lançado a partir do banco em jogos já decididos ou titular em jogos teoricamente mais fáceis para gerir o Vlahovic. Ainda assim, 27 golos apontados é uma marca de respeito para o miúdo!

O segundo destaque que quero dar é ao Robert Ramsak, que teve uma temporada estranhíssima. Ele jogou bem, como o comprovam as 14 assistências feitas apesar de não ser o habitual titular, mas marcou apenas 3 golos... Não sei explicar o que aconteceu, simplesmente parecia que a bola não queria entrar.

O Karim Adeyemi tem um papel ingrato ao ser o suplente do melhor jogador da equipa (o Guidito), pelo que acaba por ter menos presenças, mas cumpriu sempre que foi chamado.

O Conor Gallagher continua a ter bons números apesar de a idade já lhe ir pesando um pouco nas pernas e os dois laterais suplentes também não foram nenhum empecilho.

De negativo aqui, apenas o Dário Essugo que infelizmente continua a não se destacar por aí além; e o Fábio Fassnacht que sentiu claras dificuldades em apanhar o ritmo da Premier League.

 

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Aqui estão mais jogadores que também tiveram participação na nossa temporada (de notar que Bertinato, March e Prychynenko têm números ali que englobam jogos na Taça das Reservas).

Os dois guarda-redes, Ramsdale e Bertinato, sendo que o primeiro foi o guardião na Premier League e Liga dos Campeões, e o segundo na Carabao Cup e FA Cup.

O Livano Comenencia e o Stewart Legg acabaram por perder influência com o crescimento de alguns meninos e serviram principalmente para tapar eventuais lesões que foram surgindo.

O Mylan March é aquele super wonderkid que mostrei no outro post e fez 3 jogos na equipa principal (os restantes, incluindo o golo, foram nas reservas).

O Prychynenko é um jovem avançado interior ucraniano que promovi durante um mês e pouco enquanto o Adeyemi esteve lesionado. Só marcou um golo na equipa principal, os restantes foram nas reservas.

 

 

Cenas e curiosidades

 

 

Para finalizar o post, algumas cenas que achei curiosas ao longo deste ano.

 

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Em 2029/30 venci a Liga dos Campeões com o Sporting, mas o treinador do ano foi o Mikel Arteta que só venceu a Premier League.

Em 2030/31 venci a Premier League com o Tottenham, mas o treinador do ano foi o Simone Inzaghi que só venceu a Serie A. Eu nem fui considerado para o pódio.

Em 2031/32 venci a Premier League e a Liga dos Campeões, aposto que o prémio vai para o vencedor da Liga Croata.

 

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Pela primeira vez neste save meti jogadores meus no onze mundial do ano (2031, referente à época anterior à desta atualização): Micky van de Ven e Guido de Paul. De referir que nesse onze também está o Dusan Vlahovic graças à sua última temporada na Juventus.

 

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O Senegal não venceu a CAN, mas o Pape Matar Sarr foi considerado o melhor jogador do torneio.

 

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Enquanto isso, em Portugal, o Sporting voltou a ser campeão nacional! O título foi disputado até ao último minuto, tendo os Leões batido o Benfica na diferença de golos, já que no confronto direto empataram.

Olhem bem para os números: o Sporting foi campeão por um golo. Literalmente um golo!

Ah, e mais uma boa temporada da União de Santarém, que assim continuará na Primeira Liga.

 

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Deixo aqui a classificação da Bundesliga apenas porque aconteceu algo absolutamente incrível: o Bayern não foi campeão!

 

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O ano 2032 é ano de Europeu e dois dos meus meninos que conquistaram a titularidade ao longo da temporada foram chamados pelas suas seleções, sendo assim provável que as suas estreias sejam feitas nessa competição.

Parabéns, Karlan Burland e Nilton Palma!

 

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E, por fim, depois de ter mostrado no outro post o regen que me apareceu (o Mylan March), eis outro dos regens que estava no forno dos Spurs. Parece ser craque!

Pronto, foi a nona temporada. Conquistei tudo o que pretendia no Tottenham, mas vou fazer mais uma temporada em Londres apenas porque 2033 é ano de Mundial de Clubes e quero tentar conquistar esse título.

Ah, e também quero tentar ganhar a Supertaça Europeia, prova que nunca disputei (saí do Sporting antes de ela ser jogada). Por curiosidade, imaginam quem será o adversário dos Spurs nessa competição?

Não? Vai uma ajuda?

 

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😱

Atualização com a temporada 2032/33, a décima do meu savezito e a terceira ao comando do Tottenham Hotspurs FC.

Para esta temporada, o objetivo passava também pela revalidação dos títulos da Premier League e da Liga dos Campeões, mas o principal seria o FIFA Club World Cup, a disputar no final da temporada, no Verão de 2033.

Mas já lá iremos.

 

Prémios e Cenas

Antes de avançar para as mexidas no plantel e os resultados propriamente ditas, deixo aqui algumas curiosidades que vêm ainda da época passada.

A primeira, esta:

 

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O ano 2032 foi ano de Europeu, disputado nos Países Baixos e Bélgica, aparentemente.

Portugal apurou-se para a competição sob o comando do selecionador Armando Teixeira, Petit para os amigos e no mundo do futebol, e contava com dois jogadores do Tottenham: Nilton Palma e Dário Essugo.

Leonel Vareda, por qualquer motivo, talvez por não ser agenciado por uma certo senhor, não foi convocado.

A seleção de todos nós passou a fase de grupos na segunda posição após vitórias sobre Ucrânia e Estónia, perdendo na 3ª jornada com os anfitriões holandeses, mas caiu nos Oitavos-de-Final frente à Itália, o que custou a posição ao selecionador.

Espanha e Inglaterra foram as seleções que disputaram o título na Arena de Amesterdão. Numa final que contou com as presenças de Aaron Ramsdale, Rico Lewis, Reuell Walters, Karlan Burland e Mika Mármol, todos jogadores meus, foram os nuestros hermanos a prevalecer num jogo caótico e a erguer o troféu.

 

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Passando a prémios individuais, a segunda curiosidade prende-se com a eleição do meu Guidito como melhor jogador da Europa na temporada 2031/32, batendo Jude Bellingham (anterior vencedor do galardão) e Gonçalo Ramos - sim, esse Gonçalo Ramos.

O menino foi o melhor jogador da equipa que venceu a Premier League, sendo considerado o melhor jogador da competição, e conquistou a Liga dos Campeões. É uma distinção justa para a luz dos meus olhos; recordo que fui eu a lançá-lo no Sporting e o trouxe comigo para Londres, sou o único treinador que o Guidito conheceu até ao momento no futebol sénior. Que orgulho ❤️

Foi também com esta notícia que me apercebi que o Guidito estava na corrida para o prémio The Best, atribuído pela FIFA ao melhor jogador do mundo. Foi preciso chegar a Novembro para saber o vencedor e, sem surpresas...

 

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... o menino conquistou a sua primeira distinção, sucedendo a Bukayo Saka. Que seja a primeira de muitas!

No entanto, diga-se que esta prémio teve um impacto significativo no menino. Não sei se a fama lhe subiu à cabeça ou se simplesmente as coisas não lhe estavam a sair, nesta temporada 2032/33 ele ficou bem aquém do brilhantismo da época anterior. Mas já lá iremos.

No que respeita a prémios individuais, surgiram mais uns quantos no que diz respeito aos meus jogadores e a mim próprio, algumas delas algo cómicas.

Começando pela que fez sentido.

 

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O Pape Matar Sarr foi eleito jogador africano do ano, o que não surpreende dado ter sido o melhor jogador da CAN que se disputou na época passada e juntando à equação os títulos coletivos pelo Tottenham.

Passando para os casos caricatos...

 

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O meu avançado interior esquerdo, Robert Ramsak, foi eleito o jogador alemão do ano. Isto é curioso porque ele bateu na corrida ao galardão o Florian Wirtz, que calha jogar na mesma equipa e ser titular direto na mesma posição.

Sim, o Florian Wirtz, avançado esquerdo titular no Tottenham, perdeu o troféu para o Robert Ramsak, avançado esquerdo suplente no Tottenham. Os gajos deram o troféu ao suplente dele!

E se acham que isto é o mais engraçado que teria para apresentar, não, não é.

 

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Depois de ter sido eleito o treinador português do ano nas duas temporadas anteriores, eis que fui preterido pelo Marco Silva.

O mesmo Marco Silva que, treinando o Benfica, foi eliminado por mim na Liga dos Campeões pelo resultado agregado 9-0. O mesmo Marco Silva que perdeu o título de campeão nacional para o Sporting.

Venci a Premier League e a Liga dos Campeões, mas fui preterido neste troféu por um treinador que falhou em toda a linha. Deve ter a ver com o agente ou assim.

Sim, fiquei salty.

Por falar em ficar salty...

 

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Na atualização anterior comentei sarcasticamente que não estive sequer perto de vencer o prémio de treinador mundial do ano apesar de ter vencido a Liga dos Campeões com o Sporting e a Premier League com o Tottenham, referindo que mesmo tendo vencido na época passada Premier League e Liga dos Campeões ainda seria o campeão da Liga Croata o vencedor esta época.

Bem, não falhei por muito. Não foi o da Liga Croata, foi o da Itália. É logo ao lado, fazem fronteira e tudo!

Portanto, o Simone Inzaghi venceu o título graças à conquista da Serie A, pois não foi longe na Liga dos Campeões. E em segundo lugar ainda ficou o treinador que derrotei na final da Liga dos Campeões.

Ah, não me incomoda. Não me incomoda. Não me incomoda! Incomoda. Incomoda muito! Argh!

Curiosamente, a nova temporada acabou por correr mal ao Simone Inzaghi, de tal forma que o novo "melhor treinador do mundo" acabou despedido!

 

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IhIhIhIhIh! 🤭

Este despedimento criou um efeito dominó que teve implicações no... Sporting.

 

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O meu sucessor em Alvalade, Francesco Farioli, foi o escolhido em Milão para assumir as rédeas do Inter. Isto obrigou a dupla Varandas/Viana a procurar novo treinador e viraram-se para o ex-jogador Orbelín Pineda.

Boa sorte ao mexicano, é tudo o que lhe posso desejar.

E pronto, feito este preâmbulo com diversas curiosidades ocorridas no Verão de 2032, em Novembro de 2032 e esta última já em Maio de 2033, passemos ao Tottenham e à nossa temporada 2032/33, a minha última em Londres.

 

Mexidas no plantel

Dois títulos consecutivos na Premier League e uma Liga dos Campeões conquistada tiveram evidente impacto nas finanças. Longe vão os tempos conturbados em que me era pedido que ajudasse a equilibrar as contas dos Spurs - agora a história era outra.

 

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No entanto, e como podem imaginar pelos resultados da época passada, a equipa não precisava propriamente de reforços. O orçamento que me foi dado de 231 milhões de euros ficou largamente intacto.

O plantel já era bom e havia vários jovens emprestados que estavam no ponto para serem promovidos, pelos que foram poucas as mexidas.

Mas elas existiram. Começando pelas saídas.

 

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As perdas verificadas não eram preocupantes e na sua esmagadora maioria até foram por mim provocadas. A única que não esperava foi a do Almugera Kabar.

O lateral esquerdo alemão foi o titular na primeira época, mas perdeu a titularidade no ano passado para o Ian Maatsen. O rapaz revelou a sua insatisfação por não ser primeiro escolha, o que é compreensível pois na última renovação de contrato foi-lhe dito que seria um elemento importante para a equipa principal.

Optei por o colocar no mercado e surgiu o Arsenal. Idealmente não aceitaria a sua saída para os nossos maiores rivais, mas a oferta foi boa e temi outro cenário parecido ao do Lorenzo Colombo no ano passado em que depois ninguém queria avançar por ele...

As saídas do Mika Mármol e do Jan Hoefkens podem parecer estranhas, mas têm lógica pois eram ambos centrais suplentes da dupla Micky van de Ven e Nilton Palma. Mas havia ainda mais motivos.

O Jan Hoefkens cometeu demasiados erros individuais no ano passado para conseguir confiar nele. O Liverpool quis levá-lo e deixei-o ir apesar de ser nosso adversário direto - se ele comete erros individuais comigo também os cometerá com eles. Xadrez em 4D.

Já o Mika Mármol é um tipo porreiro, até gosto dele por ser bom de pés, mas falta-lhe jogo aéreo e velocidade - além de ser trintão e suplente.

Por qualquer motivo diversos clubes de topo apresentaram propostas por ele nos últimos doze meses, entre eles Barcelona, Real Madrid, PSG ou Bayern. Neste Verão voltaram a fazê-lo e quando o Barcelona meteu 42M na mesa, pedi 50M.

Para surpresa minha, aceitaram a exigência e assim saiu um suplente trintão por 50M. Até fiquei parvo!

Os restantes, Livano Comenencia e Stewart Legg, ainda tiveram alguma influência na equipa na primeira época, mas na época passada perderam-na com o surgimento de vários jovens que os ultrapassaram em qualidade, em especial o José Pedro Sampaio e o Karlan Burland.

As suas saídas não chatearam e sempre renderam mais uns trocados, ascendendo o saldo de vendas o valor bem robusto de 144 milhões de euros.

Dos jogadores mais importantes houve apenas dois que estiveram tremidos: o Reuell Walters e o Karim Adeyemi.

O primeiro foi alvo de Real Madrid e Bayern. Ele foi suplente do Rico Lewis na época passada, mas eles são equivalentes em qualidade e queria manter duas opções igualmente fortes para a posição. Ele não achou muita piada, mas acabou por aceitar.

O último foi alvo também do Bayern. O coitado está tapado pelo Guido de Paul e eu compreendo que para um alemão chegar ao Bayern seja o topo da carreira... mas eu gosto muito dele, é dos meus jogadores favoritos na realidade e não o queria perder.

Lá aceitou ficar e nem levantou ondas. Meu Karimzito ❤️ E ainda foi importante nesta nova temporada, mas quanto a isso já lá iremos.

 

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Com a saída de dois centrais, tive de recorrer ao mercado para cobrir a vaga e a escolha recaiu no António Silva.

O central português ainda estava no Benfica e perdeu preponderância na última época, julgo que por entrar em rota de colisão com o Marco Silva. Acabou por vir por um preço acessível. Tem agora 28 anos e é uma boa opção para ir rodando com os titulares habituais.

De resto não veio ninguém novo. Optei por promover três jogadores jovens que brilharam nos clubes a quem os emprestei na época passada:

- o Lucas Rasmussen, que pode ser lateral direito e central, com 22 anos e que esteve no Djurgardens, para ser a quarta opção para o eixo defensivo e a terceira para a lateral direita;

- o Mathys da Silva, lateral esquerdo de 22 anos que esteve emprestado ao Bristol City e foi alternativa direta ao Ian Maatsen;

- e o Joaquín Ferreres, médio de 18 anos que atuou na Premier League pelo Aston Villa e que foi rodando com os restantes médios.

Feitas as contas, esta era a minha previsão para o onze principal e as respetivas segundas e terceiras linhas do plantel.

 

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A equipa principal seria à partida a mesma que terminou a época passada como o meu onze preferencial.

 

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As segundas linhas seriam também as mesmas, havendo apenas a apontar as inclusões dos já referidos Lucas Rasmussen e António Silva, no centro da defesa, e do Mathys da Silva na lateral esquerda.

 

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As terceiras linhas seriam compostas por diversos jovens, dos quais a maioria jogaria nas Reservas.

O Ferreres, do qual já falei, partia atrás do Gallagher em hierarquia, mas tencionava utilizá-lo bastante, e o March é o tal super wonderkid que também estava pronto para utilizar sempre que possível.

Feitas as contas às entradas e saídas, foram mais de 100M que deram entrada nos cofres do clube. Isto é interessante porque enquanto nós partimos para esta temporada com saldo positivo, os nossos concorrentes diretos investiram imenso!

Os campeões do investimento foram o Manchester City (277M), o Chelsea (275M), o Arsenal (264M) e o Liverpool (223M), seguidos de perto por Leicester (195M) e Newcastle (149M).

Talvez os outros grandalhões tenham sentido necessidade de reforçar grandemente as suas equipas para quebrar a nossa hegemonia recente, após vencermos seis das oito competições que disputámos nesse período?

Da minha parte não senti necessidade de o fazer. Será que fiz mal?

 

FA Community Shield e UEFA Super Cup

Como campeões da Premier League pelo segundo ano consecutivo, este foi também o segundo ano em que disputámos a FA Community Shield para abrir a temporada oficial.

O nosso adversário foi o Newcastle, vencedor da FA Cup numa final em que derrotaram o nosso carrasco, o Aston Villa, em Wembley.

E foi de novo em Wembley que este jogo foi disputado...

 

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... "disputado" é como quem diz 😅

Dois golos madrugadores de Dusan Vlahovic e Guido de Paul deram-nos logo uma vantagem considerável na partida. Não levantámos o pé e carregámos forte, só parando após Pape Matar Sarr e Micky van de Ven também acrescentarem os seus nomes à lista de marcadores antes do intervalo.

O Newcastle ainda reagiu no segundo tempo, período no qual fizeram praticamente todos os remates das estatísticas, mas fomos nós quem acertou com as redes contrárias para tornar ainda mais escandaloso o resultado final desta FA Community Shield.

Com o resultado final 5-0, esta foi a maior vitória de alguma equipa na prova desde 1978, ano em que o Nottingham Forest bateu pelo mesmo resultado o Ipswich Town - à data deste save, isto foi há 54 anos.

Despachado o primeiro troféu da temporada, seguia-se outro que ainda não tinha disputado até ao momento: a UEFA Super Cup.

 

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A história recente da competição mostra que o vencedor da Liga dos Campeões é também o habitual conquistador do troféu. Nos últimos cinco anos isso só não aconteceu em 2029, quando o Shakhtar surpreendeu o Real Madrid.

Foi por isso como favoritos que partimos para a partida, disputada no Stadion Maksimir, na Croácia, perante o vencedor da UEFA Europa League.

Lembram-se de quem venceu essa prova na época passada, certo?

 

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O Sporting em 2032 ainda tinha vários dos jogadores que compunham o plantel nos tempos em que os treinei - também não foi assim há tanto tempo, saí de lá há dois anos.

Curiosamente, é na vertente defensiva que a maioria das alterações teve lugar. Entre guarda-redes, defesas e médio defensivo, apenas sobrou o Ângelo de Carvalho Santos da minha equipa, embora jogue a lateral esquerdo enquanto comigo era central.

O resto da equipa já estava comigo, mais notavelmente Hannibal, Afonso Moreira, André Alves e Viktor Gyökeres. O Fabiano Huja também lá estava, mas há dois anos ainda jogava na equipa B.

Da minha parte, fui com a equipa principal na máxima força e com três jogadores que passaram pelo Sporting - Palma, Maatsen e de Paul - e mais dois no banco - Essugo e Vareda.

Preferências clubísticas e nostalgia à parte, somos todos profissionais e queríamos bater os leões do italiano Francesco Farioli.

 

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Objetivo atingido!

O jogo foi bem difícil. O Sporting deste Farioli era uma equipa bem competitiva e durante a primeira hora do jogo equilibrou bem as coisas, tanto que o golo do Gyökeres aos 54' só poderá ter surpreendido quem não estivesse a ver o jogo.

Felizmente para nós, esse golo acordou-nos e fomos a tempo de uma meia hora final que fez a diferença, cabendo ao Florian Wirtz liderar o grito de revolta com um golo e uma assistência para o Dusan Vlahovic.

Segundo título conquistado em duas competições concluídas, esta última um título inédito para os Spurs e para mim também.

Com este bom início de temporada, as expectativas para as restantes competições eram elevadas. Como correu?

 

Resultados da temporada e Premier League

Spoiler: disputámos 67 jogos nesta temporada. Isso já vos dá uma ideia de como as coisas correram e de termos chegado longe nas várias competições.

Os resultados, esses, estão já aqui.

 

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Foi nova temporada com resultados muito positivos nas várias competições disputadas.

Não vale a pena estar aqui com paleio, toda a gente consegue adivinhar que revalidámos o título da Premier League e que nos sagrámos tricampeões consecutivos.

 

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Apesar da diferença pontual no final da prova, esta temporada não foi tão fácil quanto os números fazem prever.

Perdemos três jogos, um dos quais foi o suficiente para me estragar o humor para o resto do dia - sim, estou a falar da derrota no Emirates, a minha primeira contra o Arsenal desde que cheguei ao Tottenham.

No final da primeira volta tínhamos apenas três pontos de vantagem para o Manchester City! Esta perseguição dos Citizens apenas colapsou quando os fomos derrotar ao Etihad a 26 Fevereiro 2033 (print abaixo), dias depois de os derrotarmos na Carabao Cup também.

 

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A campanha deles na Premier League implodiu por completo com essas duas derrotas.

Quando isso aconteceu decidi retomar o minijogo que inventei na época passada - que, recordo, consiste em acrescentar um golo aos meus adversários diretos nos jogos em que não venceram, excepto em jogos contra mim e outros adversários diretos.

Isso acrescentou muitos pontos a Manchester City e Liverpool, mas especialmente ao Arsenal, que com 6 empates elegíveis e 4 derrotas pela margem mínima elegíveis, somou mais 16 pontos do que a classificação real.

Dessa forma, o Arsenal surgiu como perseguidor direto e quando partimos para a 37ª jornada, em que os recebi no The Tottenham Hotspur Stadium, tinha apenas 3 pontos de vantagem para eles (mas eu tinha menos um jogo disputado).

Ou seja, assumindo a classificação do minijogo em vez da real, seria campeão em casa perante o Arsenal se os vencesse no North London Derby.

 

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E vencemos mesmo. Ignorando a classificação real e assumindo a do minijogo, fomos campeões em campo contra o Arsenal. Quão giro seria isto? 🤭

 

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Pelo segundo ano consecutivo vencemos todos os jogos disputados em casa. Dezanove vitórias, 57 golos marcados e apenas 5 sofridos, um registo bastante semelhante ao do ano passado.

E com isto acrescentei mais um ano e 19 jogos ao registo de jogos caseiros sem perder para campeonatos nacionais, que recordo já vem dos tempos da União de Santarém em 2027 - vai agora em 107 jogos consecutivos sem perder em casa.

 

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Depois de dois anos consecutivos com o Guidito a ser eleito melhor jogador da Premier League, eis que ao terceiro ano outro nome emergiu: Florian Wirtz.

O prémio teria sido justo para dois jogadores: para o Wirtz ou para o Dusan Vlahovic. Ambos jogaram enormidades e foram decisivos em diversos momentos. Acabou por cair para o alemão.

O anterior vencedor fez uma temporada muito frágil. O ano não correu nada bem ao Guido de Paul em termos individuais, tanto que a certa altura perdeu a titularidade para o Karim Adeyemi. Foi um ano para esquecer para o menino.

 

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O prémio de treinador do ano também mudou de mãos... para o Steven Schumacher, que levou o Burnley a uma impensável 9ª posição na Premier League.

Estou a ser irónico, obviamente. Isto não faz sentido algum, mas é o que é.

 

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Por fim, comentar como os 29 golos do Dusan Vlahovic não foram suficientes para ser o goleador-mor da Premier League. Culpa de Emanuel Emegha, avançado do fantástico Leicester City que com os seus 31 golos catapultou os Foxes até à 5ª posição da Premier League.

Se tivesse perdido o prémio de treinador do ano para o Robert Edwards, do Leicester City, não me queixava. Eles sim, fizeram um ano fantástico. Agora o Burnley... meh...

Bem, passemos às duas taças domésticas, as quais já devem ter percebido como correram pois estão nos prints dos resultados.

 

Carabao Cup e FA Cup

A primeira prova a ser concluída destas duas é tradicionalmente a Taça da Liga Inglesa, por motivos comerciais conhecida como Carabao Cup.

Normalmente uso-a para rodar o plantel, dando ritmo de jogo a elementos menos utilizados e introduzir alguns jovens que esteja a preparar para entrarem no plantel, pois é normal os sorteios ditarem adversários relativamente acessíveis nas primeiras rondas.

No entanto, este ano a dona sorte quis dificultar-nos a tarefa e colocou no nosso caminho Manchester United (em Old Trafford), Arsenal (na nossa casa) e Liverpool (em Anfield Road), pelo que disputei esta prova como se da Liga dos Campeões se tratasse.

Assim, foi com a equipa na máxima força - à excepção da baliza, onde rodei o Ramsdale pelo jovem Bertinato como é habitual em todos os jogos das Taças - que ultrapassei todos estes adversários... à justa.

Os jogos em Old Trafford e Anfield Road foram difíceis e exigiram a ida ao desempate por penalidades, onde acabámos por prevalecer. O Manchester United foi batido em cinco séries por 5-4, enquanto o Liverpool foi derrotado em quatro séries por 3-1.

Pelo meio despachámos o nosso rival Arsenal naquela que foi na altura a nossa quinta vitória consecutiva no North London Derby - dois meses depois vimos este ciclo quebrado com uma derrota no Emirates para a Premier League, como já vimos.

 

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Que maravilha 🥰

Nas Meias-Finais batemos o Brentford por um agregado de 5-1 e avançámos pelo terceiro ano consecutivo para a final de Wembley, onde pelo também terceiro ano consecutivo defrontámos o Manchester City.

 

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Foi atropelo e fuga. Durante uns dias ainda temi que a Polícia Metropolitana de Londres viesse atrás de nós para nos prender dado o estado em que deixámos o Manchester City 🤭

Não há muito para dizer deste jogo. Marcámos cedo e dominámos a primeira parte, mas o segundo golo apenas surgiu em cima do intervalo. Depois o Florian Wirtz fez o 3-0 no primeiro lance da segunda parte e matou qualquer sugestão de reação que os Citizens pudessem ter congeminado para a segunda metade.

Não resisto a destacar o puto Leonel Vareda, que entrou no jogo para o lugar do Vlahovic cheio de vontade: marcou um golo uns minutos depois e ainda apontou mais dois, infelizmente ambos anulados pelo VAR.

Despachada a Carabao Cup, que na altura foi o terceiro título da temporada em três competições concluídas, seguiu-se a FA Cup.

As primeiras rondas cruzaram-nos com Blackpool, Leeds United e Southampton, que pouca oposição apresentaram. Com isto chegámos aos Quartos-de-Final para defrontar o Manchester United, cujo nome impõe mais respeito mas foi despachado por 4-1.

Para as Meias-Finais a cidade de Manchester decidiu enviar-nos outro dos seus representantes.

 

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O Manchester City, que já havíamos derrotado esta temporada na final da Carabao Cup e por outras duas vezes na Premier League, perdeu pela quarta vez connosco num jogo que foi um hino ao futebol.

Foram nove os golos apontados em 90 minutos do mais elevado quilate, destacando-se na partida o nosso puto Leonel Vareda e o agora veterano Erling Haaland, cada um apontando um hattrick na partida.

A final estava apontada para o fim-de-semana seguinte à última jornada da Premier League, o que significa que voltámos a Wembley com a real possibilidade de vencermos todas as competições internas numa só temporada - não me dei ao trabalho de ir pesquisar se é algo inédito, mas se não for não há de ter acontecido muitas vezes.

O adversário foi o Liverpool.

 

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E foi despachado por claros 4-1.

O jogo em si começou a ser resolvido cedo com um golaço do nosso wonderkid Karlan Burland que encheu o pé de longa distância e só as redes puderam parar a bola.

Um segundo golo do Karim Adeyemi a meio da primeira parte deixou a sensação de o jogo estar resolvido, mas o Darwin Nunez decidiu ainda ser relevante em 2033 e reduziu antes do intervalo, relançando a partida...

... até ao terceiro minuto da segunda parte quando o Vlahovic repôs a vantagem de dois golos no marcador. O Liverpool ergueu a bandeira branca e o jogo só não terminou aí porque o Leonel Vareda voltou a marcar, mais uma vez pouco depois de ser lançado na partida.

Com esta vitória atingimos o quinto título em cinco possíveis até essa data: FA Community Shield, UEFA Super Cup, Carabao Cup, Premier League e FA Cup. Faltavam disputar apenas a Liga dos Campeões e o FIFA Club World Cup para fazermos o pleno!

 

Liga dos Campeões

Como campeões europeus em título, a nossa obrigação não poderia ser outra que não a presença na final, agendada para 28 Maio 2033 no Millennium Stadium, em Cardiff.

Se viram os prints dos resultados já sabem que lá chegámos, portanto passemos aos resultados.

 

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A Fase de Campeonato não foi particularmente difícil, mas este ano apenas lográmos concluí-la na 4ª posição mesmo que tenhamos passado pelas oito jornadas sem qualquer derrota.

Os dois empates foram ambos fora de casa, nas deslocações a Lyon e em mais uma edição do North London Derby (empate a zeros no Emirates). De resto, batemos Bodo/Glimt, Ludogorets, AC Milan, Sevilla, Napoli e Nice.

Com esta performance qb, pouco exuberante, mas suficiente para assegurar a presença nos Oitavos-de-Final como cabeças-de-série, aguardámos pelo nosso adversário na fase a eliminar da Liga Milionária.

Saiu-nos em sorte o Valencia.

 

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(o primeiro print tem um layout diferente porque foi tirado depois de avançar no jogo; no Mobile só temos acesso ao layout habitual se tirarmos o printscreen antes de avançarmos no jogo)

 

No ano passado saiu-nos a Fiorentina nos Oitavos-de-Final, naquela que acabou por ser a eliminatória mais difícil. Este ano, frente ao Valencia, parecia que a eliminatória iria no mesmo caminho após um empate algo injusto no Mestalla.

No entanto, a minha equipa partiu tudo na segunda mão, derrotando os espanhóis por claros 5-1 num jogo que deu para tudo, incluindo um raríssimo golo do Ian Maatsen - os meus laterais raramente marcam golos pois têm a instrução de jogar junto à linha lateral.

Ultrapassados os espanhóis, saiu-nos um adversário de um país diferente: da Catalunha (shorts fired eheh).

Antes da primeira mão tivemos um contratempo inesperado.

 

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O Guidito lesionou-se na vitória sobre o Manchester United para a FA Cup e foi baixa para a eliminatória frente ao Barcelona - e não só, falhou também desafios para a Premier League contra Chelsea e Newcastle e ainda a Meia-Final da FA Cup contra o Manchester City.

Foi por isso sem o menino que recebemos o Barcelona no The Tottenham Hotspur Stadium para a primeira mão de uma eliminatória onde enfrentaria vários velhos conhecidos: Mika Mármol (ex-Tottenham, já falei dele nesta atualização), Antonio Salgueiro (que foi meu jogador na União de Santarém e no Sporting), Gabriel Silva (meu jogador no Sporting), Gonçalo Inácio e... Julien de Sart.

Sim, esse Julien de Sart, meu jogador na União de Santarém e no Sporting, o suplente do Viktor Gyökeres que tantos golos marcou no meu Sporting durante os três anos em que lá estive. Tão bom reencontrar o menino!

Bem, isto é tudo muito bonito, mas amigos, amigos, negócios à parte...

 

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... e nós queríamos mesmo vencer a Liga dos Campeões. Resolvemos a eliminatória na primeira mão com estrondosos 4-0 e fomos à Catalunha rodando os onze jogadores, mas nem isso nos impediu de vencer com nova goleada.

Ultrapassados os blaugrana, defrontaríamos na Meia-Final o vencedor da eliminatória entre Bayern e Real Madrid. E com o mundo ávido por uma reedição nas Meias-Finais da final do ano passado, eis que o Bayern foi a Madrid surpreender os merengues.

Tal como no ano passado, defrontámos o Bayern nas Meias-Finais e com a primeira mão a ser disputada em Munique.

 

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Só que desta vez não houve surpresa na primeira mão. Há um ano perdemos 1-0 na Arena München; este ano fomos vencer lá por claros 5-1 com Leonel Vareda de novo em grande destaque ao apontar um hattrick - que forma de aproveitar a oportunidade que lhe dei no onze!

Na segunda mão apresentei um onze novo, tal como tinha feito na Catalunha e isso dá para perceber pelos marcadores que surgem no print. O Dário Essugo marcou dois golos (!!!), o Joaquín Ferreres e o Lucas Rasmussen marcaram também, foi uma boa noite!

E com um agregado de 11-1 frente ao Bayern nas Meias-Finais, avançámos para a final da Liga dos Campeões. A minha quarta final naa últimas cinco edições: as duas primeiras com o Sporting (perdi a primeira, venci a segunda) e estas duas últimas com o Tottenham.

O adversário? Um velho conhecido.

 

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O Manchester City não era o adversário ideal. Eles foram derrotados por nós na Premier League duas vezes, e foram derrotados por nós também na final da Carabao Cup e na Meia-Final da FA Cup.

Ou seja, nós fomos o carrasco deles em todas as competições que eles disputaram até agora nesta temporada. Viriam para esta final com raiva!

Apesar de todo o dinheiro investido nos Citizens, o Manchester City apenas conquistou a Liga dos Campeões por uma vez na data em que vamos neste save: em 2022/23, ainda com o Guardiola ao comando - e nem foi no período deste save!

Nós também só temos um título na Liga dos Campeões, conquistado como sabem no ano passado frente ao Real Madrid.

O Millennium Stadium engalanou-se para uma final britânica: dois clubes ingleses num estádio galês, tudo pronto para o que se esperava ser um grande espetáculo entre duas equipas que privilegiam futebol ofensivo.

 

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Do lado dos Citizens havia apenas a apontar a ausência de Archie Gray, médio defensivo de enorme qualidade que estava a recuperar de lesão.

Aparte este, contavam com todas as suas estrelas disponíveis, incluindo o capitão Phil F.oden, Erling Haaland, Marcos Leonardo ou Gabri Veiga, e um velho conhecido meu: Aaron Hickey, lateral que esteve comigo na primeira época em Londres e vendi ao City.

Quanto a nós, fomos na máxima força com o onze que previa ser o melhor no início da época... excepto pela alteração do Guido de Paul pelo Karim Adeyemi.

Se estão surpreendidos, não estejam. O Guido de Paul fez de facto uma temporada bastante aquém da sua qualidade e já o tinha trocado pelo Adeyemi antes até da lesão que o Guidito sofreu e cujo print já mostrei.

Essa lesão apenas selou a troca entre os dois, até porque o Adeyemi mostrou bom rendimento e chegou a este jogo na titularidade por mérito próprio.

 

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Com a minha equipa confiante na vitória, subimos ao bem tratado relvado do Millennium Stadium prontos para a nossa quinta vitória da temporada frente ao Manchester City. Só dependíamos de nós!

Esta temporada adquirimos o saudável hábito de marcar cedo com regularidade. Entrámos por isso na expectativa de repetir esse feito.

 

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E não é que isso aconteceu mesmo? Uma troca de bola que começou na esquerda com o Ian Maatsen levou o jogo até ao Vlahovic, cuja ação atraiu o central Marc Guéhi para longe da sua posição. O sérvio atrasou no Karlan Burland que esticou rapidamente o jogo.

O passe longo encontrou o Florian Wirtz em velocidade nas costas do Aaron Hickey. Uma recepção orientada para a zona onde faltava Marc Guéhi deixou o alemão na cara de Mike Maignan - e o alemão raramente falha nestas situações.

Um remate cruzado fora do alcance do guardião francês e estávamos na frente da final da Liga dos Campeões!

A primeira parte pouco mais trouxe de interesse. Ao intervalo havia um quase total equilíbrio nas estatísticas, com 4-4 em remates e 49%-51% em posse de bola a nosso favor. A separar as equipas havia apenas o remate certeiro do Wirtz.

A segunda parte começou no mesmo ritmo. Apesar de ambas as equipas privilegiarem futebol ofensivo, Tottenham e Manchester City encaixaram na perfeição, ambas nos seus 4123 e com o jogo fechado e muito baseado nos duelos individuais.

E o tempo foi passando sem que surgissem ocasiões de golo.

Pouco antes da meia hora da segunda parte, iam decorridos 74 minutos no total do jogo, decidi fazer as primeiras substituições. Tirei o exausto Dusan Vlahovic, que batalhou imenso com os centrais adversários, lançando o puto maravilha Leonel Vareda; e troquei o Karim Adeyemi pelo Guido de Paul para refrescar o flanco direito.

No minuto seguinte aconteceu isto.

 

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Entrada de sonho do Leonel Vareda!

O lance explica-se facilmente: a entrada do Guido de Paul, melhor jogador do mundo, assustou de tal forma o Gvardiol que o lateral do Manchester City ficou a marcá-lo homem-a-homem.

O Rico Lewis subiu a aproveitar o espaço livre que essa movimentação do Guidito provocou e o Pape Matar Sarr não perdeu tempo a lançar-lhe a bola. O lateral cruzou ao primeiro poste, o Leonel Vareda antecipou-se ao Marc Guéhi e fuzilou o Mike Maignan.

A quinze minutos do final, estávamos a vencer por dois golos e já sentíamos o título nas mãos!

Mas o jogo ainda não havia terminado e era preciso garantir que o Manchester City não reentrava nele. Para esse efeito, refresquei o meio-campo trocando o Karlan Burland pelo Dário Essugo, para garantir consistência à frente dos centrais.

Se fiz bem ou não...

 

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... não sei, mas também não posso atribuir as culpas do lance ao Essugo (#6). É verdade que ele esteve a nadar em todo o lance, mas também o Van de Ven (#37) e o Sampaio (#14) estiveram, bem como o Palma (#15) e o Lewis (#21) ao deixarem o Phil F.oden surgir no espaço entre eles.

Fosse como fosse, aos 84 minutos o Manchester City estava de novo na discussão do resultado.

Seguiram-se os dez minutos mais longos da vida dos adeptos do Tottenham. O Manchester City subiu as suas linhas e arriscou tudo, de tal forma que o Leonel Vareda aos 87 minutos ia marcando após ganhar as costas da defesa dos Citizens, mas falhou o alvo.

Perdida a oportunidade de matarmos o jogo, o Manchester City bateu rapidamente o pontapé de baliza e...

 

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... o meu coração! Ah!, o meu coração!

O desgraçado do Nilton Palma não conseguiu aliviar a bola na disputa aérea com o Haaland. O norueguês atrasou num tal Lewis-Skelly e a bola chegou ao Phil F.oden que isolou o Haaland nas costas do Palma, onde o Essugo deveria estar a compensar... mas não estava!

Valeu-nos o veterano Aaron Ramsdale. Tal como há um ano, quando fez duas defesonas nos últimos lances da final contra o Real Madrid, o nosso guardião bloqueou o remate do Haaland, mantendo a nossa vantagem a salvo.

Foi o canto do cisne do Manchester City. Fiz mais duas substituições, mais para queimar tempo do que outra coisa, mas os Citizens não tiveram andamento para ameaçar a nossa baliza até final após este lance.

Quando o marcador eletrónico do Millennium Stadium atingiu os 95 minutos, estando assim compensados os 4 minutos de compensação e o minuto extra que duraram as duas substituições que fiz nesta fase, o árbitro apitou e...

... e...

 

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... os Spurs são bicampeões europeus!

Festa rija no relvado e no setor dedicado aos adeptos do Tottenham Hotspurs FC. Black Hawk abraçava a sua equipa técnica, alguns jogadores choravam no relvado, outros correram em direção aos adeptos. Pelas ruas de Londres já milhares de pessoas celebravam.

Não era para menos. Longe vão os tempos em que o lema do clube mais parecia ser "Lads! It's Tottenham...". Hoje, o Tottenham é a melhor equipa da Europa pelo segundo ano consecutivo.

"To dare is to do!"

 

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O jogo foi bem menos espetacular do que se esperava. O que não será de espantar; estava em discussão a maior e mais prestigiada competição de clubes do planeta.

As duas equipas têm uma proposta de jogo tão semelhante que as estatísticas são quase equivalentes, seja em posse de bola, como em remates, passes e cruzamentos.

A final acabou por se decidir em detalhes. Os dois avançados interiores em melhor forma de ambas, Phil F.oden e Florian Wirtz, marcaram; os dois avançados de ambas tiveram chances para marcar na fase final, o Vareda marcou e o Haaland falhou.

Tal como há um ano, a diferença fez-se mais uma vez nos detalhes.

 

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E por aqui se vê como o jogo foi renhido, dado que quase nenhum jogador se destacou por aí além.

Da nossa parte, o Rico Lewis e o Karlan Burland tiveram as suas avaliações inflacionadas pelas assistências para os golos, e o Florian Wirtz e o Leonel Vareda pelos golos que apontaram.

Do lado do Manchester City, o Phil F.oden fez uma grande exibição, tendo apontado um golo e feito uma espécie de assistência - que só não o foi porque o Haaland desperdiçou o golo, acabando por terminar com a pior avaliação de todos os jogadores em campo.

Contas finais, este foi o nosso sexto título em seis competições disputadas esta temporada.

Foi ainda o meu terceiro título na UEFA Champions League, o que significa que igualei lendas como Bob Paisley, Zinedine Zidane ou Pep Guardiola (todos com títulos reais), e Mikel Arteta (que já venceu três Ligas dos Campeões neste save).

À minha frente fica apenas Carlo Ancelotti com cinco títulos. Talvez um dia lá chegue, ainda tenho vinte temporadas neste save para conquistar mais duas orelhudas (os saves no Mobile duram um máximo de 30 anos).

 

Estatísticas individuais

Passemos aos habituais prints das estatísticas dos meus jogadores.

O primeiro print tem os dez jogadores de campo que habitualmente foram titulares ao longo da temporada.

 

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O que salta mais à vista num rápido olhar, pelo menos a mim, são os números do Guido de Paul. Já tinha comentado que o menino, recém-eleito melhor jogador do mundo, ficou bem aquém do que vinha fazendo até agora, mas uma imagem vale mais do que mil palavras.

Não tanto em termos de assistências, que foram mais ou menos as mesmas da época passada, mas o Guidito marcou menos 16 golos esta época - apenas 12, um registo bem modesto para a sua qualidade.

Por aqui fica explicado o porquê de a certa altura o ter preterido no onze pelo Karim Adeyemi (que vai aparecer no próximo print).

De resto, note-se os números do Dusan Vlahovic, que com impressionantes 48 golos fez aos 33 anos a melhor temporada da sua carreira; os do Florian Wirtz, que compensou os golos a menos com muitas mais assistências; e a quantidade de assistências do Rico Lewis.

Por fim, o menino José Pedro Sampaio, agora com 20 anos de idade, cimentou a sua importância para a equipa com 19 golos/assistências, a melhor performance de um médio do Tottenham nestes três anos em que os treinei.

 

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Entre as chamadas segundas linhas, há três destaques que quero fazer:

- o Leonel Vareda, que agora aos 22 anos está um jogador de topo e só não é titular porque o Vlahovic esteve na forma da sua vida. Ainda assim foi importante em muitos jogos, como puderam ver nos vários prints que fui deixando;

- o Karim Adeyemi, que assumiu a posição do Guido de Paul com tal autoridade que não tive coragem de o tirar mais do onze. Os 16 golos e 7 assistências em 32 jogos não mentem;

- e o Reuell Walters, que comentei anteriormente nesta atualização que foi assediado por outros clubes mas não o quis deixar sair, e aqui fica o porquê. Foram 15 assistências apesar de ter sido mais vezes suplente do que titular, o que mostra toda a sua qualidade.

Dos meninos, tanto o Mathys da Silva, como o Joaquín Ferreres, entraram bem na equipa nesta época de estreia de ambos; o Dário Essugo finalmente teve maior impacto no momento ofensivo; e o Robert Ramsak voltou a ter um ano modesto em golos apesar das boas performances.

 

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Para finalizar, o print com os dois guarda-redes e os outros dois médios que também fizeram parte do plantel.

O Ramsdale foi titular na Premier League e Liga dos Campeões, terminando com apenas 21 golos sofridos em 51 jogos; o Bertinato foi titular nas Taças e concedeu 11 golos em 16 jogos.

O Mylan March é o wonderkid que o Liverpool nos tentou roubar e, apesar de ter apenas 17 anos, utilizei-o 19 vezes. Os 4 golos e 3 assistências que fez não enganam; é craque da cabeça aos pés.

O Conor Gallagher, coitado, sofreu uma lesão cedo na temporada e voltou com os atributos mais reduzidos, sendo que na idade dele já não os conseguiu recuperar. Acabou por ser preterido ao longo do ano face ao crescimento dos vários meninos que tenho na equipa.

Utilizei mais uns quantos jovens das Reservas, mas não os coloquei aqui porque os números englobam jogos da Taça das Reservas e não permitem tirar conclusões.

 

Curiosidades

A maior parte das curiosidades já ficou na parte inicial da atualização, mas deixo duas.

A primeira...

 

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... foi a revalidação do título de campeão pelo Sporting, que assim sagrou-se bicampeão nacional, somando o seu 29º título de campeão nacional - ou o 25º da Primeira Liga, wtv.

O Francesco Farioli teve um primeiro ano mau após a minha saída, mas guiou o Sporting a dois títulos nacionais e uma Liga Europa antes de sair para o Inter, o que acaba por ser bem positivo.

A ver como se safa o novo treinador do Sporting, que como já mostrei será o mexicano Orbelín Pineda.

Já a União de Santarém sacou outra boa temporada, concluindo 2032/33 num brilhante 7º lugar. A próxima época será a 8ª consecutiva dos escalabitanos entre os grandes do futebol português, o que me deixa orgulhoso dado os ter levado até lá desde o Campeonato de Portugal.

A outra curiosidade diz respeito ao Tottenham.

 

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Três Premier Leagues e duas Ligas dos Campeões deram ao Tottenham o desafogo financeiro suficiente para decidir construir um novo estádio - apesar de o The Tottenham Hotspur Stadium ter por esta altura apenas uns 14 ou 15 anos.

A Direção pediu a minha opinião quanto ao nome, algo que declinei porque iria deixar de ser o treinador deles no final da época e senti que não teria o direito de influenciar essa escolha.

Antes o tivesse feito!

 

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The Achievement Stadium!!!

Quando os jornalistas pediram a minha opinião sobre o nome anunciado, coloquei um sorriso amarelo e segui em frente.

Eles lá sabem.

E agora, neste ponto, perguntam vocês "mas oh Black Hawk, então e o campeonato do mundo de clubes?".

Pois...

 

FIFA Club World Cup

Logo após a final da Liga dos Campeões, aguardei pelo sorteio da competição para conhecer o meu grupo. Avancei uns dias até 01 Junho e nada. Foi nesta altura que percebi que havia algo estranho.

Até este momento, estava convencido que vencer a Liga dos Campeões dava apuramento automático para o FIFA Club World Cup. Nós vencemos a prova duas vezes, logo estaríamos apurados.

Errado!

Vim a descobrir com uma pesquisa nas interwebz que na versão Mobile, e não sei se na realidade também será assim, o apuramento para a competição é feito pelo somatório dos coeficientes europeus de cada clube nas quatro temporadas que precedem a prova.

Ora, o Tottenham venceu a Liga dos Campeões em 2032 e 2033, mas em 2030 fez uma performance fraquíssima na Europa e em 2031 nem lá esteve.

Ou seja, mesmo conquistando a Liga dos Campeões duas vezes nos quatro anos prévios, não conseguimos os pontos necessários para sermos qualificados para o FIFA Club World Cup.

E, assim sendo, não havendo FIFA Club World Cup e depois de conquistarmos a Liga dos Campeões a 28 Maio seguiu-se festa rija no Millennium Stadium...

A 29 Maio voltámos para Londres onde os jogadores desfilaram de autocarro por ruas repletas de adeptos dos Spurs, exibindo a orelhuda ainda resplandecente a refletir os raios de sol...

A 30 Maio celebrámos com os nossos adeptos na recepção dada pelo Mayor de Londres ao plantel...

A 31 Maio o plantel e todos os elementos do Tottenham, da Direção ao staff, dos roupeiros aos tratadores da relva, juntaram-se para um jantar de festejo e despedida...

E a 01 Junho...

 

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... saí do Tottenham Hotspurs FC. E saio de consciência tranquila de Londres.

Encontrei um clube em dificuldades financeiras e que não era campeão há 70 anos; deixei uma equipa tricampeã inglesa em título e bicampeã europeia e com os cofres cheios.

O plantel que me deram à chegada era curto e carecia de qualidade; deixo uma equipa forte e repleta de juventude em todas as posições.

Foram três anos bem sucedidos em que conquistámos 12 títulos em 14 que disputámos. O novo treinador que o Tottenham escolher terá todas as condições para continuar a somar títulos para o museu do clube e manter o ritmo de conquistas dos Spurs.

Quanto a mim, saio de Londres com o palmarés bem mais recheado.

 

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Após dez anos de save, somo 24 títulos no meu palmarés entre os conquistados por União de Santarém, Sporting e Tottenham.

Já com sucessos conquistados em Portugal e Inglaterra, o meu objetivo agora passava por aguardar por um desafio interessante num de três países: Alemanha, Espanha ou Itália.

Estava preparado para aguardar meses até surgir alguma possibilidade que me motivasse. Para minha surpresa, porém, o meu período sabático durou apenas alguns dias.

 

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Que tal os I Nerazzurri para continuar esta aventura?

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