Ir para conteúdo
Entre para seguir isso  
Sr. Inácio

Literatura | Discussão Geral

Publicações recomendadas

00000220858.JPG

 

Acabei de ler. Adorei, tornou-se dos meus livros preferidos e, nem sei porquê, associei a personagem principal ao Fusyon :lol:

Compartilhar este post


Link para o post

queros do género thriller ou do género pipoca?

thriller: Os Homens Que Odeiam As Mulheres

Pipoca: Regra de Quatro

Compartilhar este post


Link para o post

queros do género thriller ou do género pipoca?

thriller: Os Homens Que Odeiam As Mulheres

Pipoca: Regra de Quatro

 

thriller. Obrigado pela sugestão :fixe:

Compartilhar este post


Link para o post
Guest Rumpas

Quais os livros que aconselham (aqueles melhores e mais interessantes vá) a mandar vir dessa campanha da Editorial Presença?

Compartilhar este post


Link para o post

Quais os livros que aconselham (aqueles melhores e mais interessantes vá) a mandar vir dessa campanha da Editorial Presença?

 

Dostoievski é sempre bem pensado. Eu encomendei: Big Sur e as Laranjas de Jerónimo Bosch e a Medida do Mundo.

Compartilhar este post


Link para o post

Acabei o World War Z.

Gostei muito do estilo e de como poderia a consciência humana reagir a algo do género em diferentes partes do mundo, classes sociais, etc.

Compartilhar este post


Link para o post

A Filha do Capitão, de José Rodrigues dos Santos

 

O enredo vale pelo último quarto, quinto do livro, porque até aí não me agarrou. Excelente trabalho de pesquisa, mas integrar as curiosidades e os factos históricos na narrativa não é o forte do autor. Esses detalhes deveriam complementar a narrativa, ao mesmo tempo informando o leitor, mas sem serem intrusivos. Em muitos momentos toda aquela informação desviava-se tanto da história que me fazia desejar estar a ler as obras de referência consultadas pelo autor, porque é de facto informação pertinente e interessante, contudo mal aplicada no contexto de um romance. Há muito conteúdo que soa forçado, os próprios diálogos pareceram-me, na sua maioria, forçados. Para além disso, a escrita enfadou-me. Não foi há muito tempo que li "Os Maias", e as descrições eram deliciosas, era um prazer acompanhar o abrandar da ação e apreciar a narração descritiva. Este foi o oposto, assim que a ação desacelerava, eu acelerava a leitura. Não peço uma mestria tão grande como a do Eça, mas para uma narrativa tão ambiciosa era de esperar mais. Considero, portanto, que o livro beneficiava em não ser tão longo. Por último, as descrições mais picantes foram de um contraste tão grande com o tom do resto do romance que mais parecia estar a ler um romance erótico barato. Não percebo a necessidade de se ser tão gráfico, tantas vezes; até era capaz de entender se o momento da ação assim o justificasse, mas isso ocorre, talvez, uma vez. Nunca me esquecerei de uma descrição de Anthony Powell, em "A Dance to the Music of Time", que em vez de se focar no ato em si, opta antes por exprimir o estado de espírito dos intervenientes, transformando a ação numa espécie de análise do espírito humano, tanto numa forma particular como geral, contribuindo também para o desenvolvimento do caráter dos personagens. Foi uma descrição que combinou perfeitamente com o estilo do autor, não contrastou; como leitor, não fui expulso do universo no qual me tinha imergido. Neste caso, só não fui cuspido com brutalidade, porque, primeiramente, o autor falhara em cativar a minha atenção.

Compartilhar este post


Link para o post

The Hoods, by Harry Grey

 

Gostei, é de leitura rápida e com ação a bom ritmo; mas tornou-se repetitivo, em partes. A história passa mais por um aglomerado de eventos a ocorrer em sucessão, do que um enredo estruturalmente coeso; em consequência, por vezes, senti alguma dificuldade em situar-me temporalmente: quanto tempo passou entre os vários episódios descritos e que idades tinham os personagens, precisamente. A narrativa na primeira pessoa retira alguma da tensão que poderia existir com uma abordagem diferente, e, infelizmente, falhei em experienciar o nível de intimidade e realismo que o autor ambicionou, dessa forma, criar.

 

 

Through the Brazilian Wilderness, by Theodore Roosevelt

 

Antes de começar a ler esta obra, desconhecia a existência da Expedição Científica Rondon-Roosevelt e o trabalho de exploração efetuado, pelo que não esperava algo de extraordinário no relato, em primeira mão, de Theodore Roosevelt.

 

Foram os capítulos que abordam a travessia e exploração do rio da Dúvida (depois batizado rio Roosevelt) que mais me fascinaram. No início do livro, as primeiras alusões ao desvendar do mistério sobre a afluência do rio, cedo me causaram curiosidade, especialmente devido ao potencial para aventura, mas nunca esperaria tais desfechos.

 

Adicionalmente, há uma considerável quantidade de informação muito interessante sobre certos comportamentos de diversos animais presentes na América do Sul, como por exemplo a imperturbável muçurana (maneada enquanto engolia a sua presa); o jaguar e o puma no que concerne à frequência com que atacam pessoas (o jaguar o mais temido); a passividade dos jacarés (com algumas exceções); a imprevisibilidade e fereza das piranhas; o tormento causado pelos mais diversos insetos; etc.

 

Ainda são feitas algumas observações sobre os aspetos sociais e económicos do Brasil, o que fora alcançado até então e o largo trabalho ainda pela frente, sempre com uma visão muito otimista.

 

 

Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro

 

O segundo ato arrebatou-me. O final é tão carregado de emoção que sucumbi a derramar algumas lágrimas. Todas as cenas são pensadas ao detalhe e os diálogos, mordazes em natureza, são muito bem escritos.

 

 

Dark Water, by Koji Suzuki

 

Uma bem elaborada coleção de contos de terror, sendo a água o tema que os une.

 

'Adrift' foi o meu favorito, muito por ser reminiscente de Lovecraft.

 

'Floating Water' é o conto que serviu de base para o filme japonês "Dark Water" e consequente remake norte-americano (já faz alguns anos que vi os filmes, mas lembro-me de ter tido em boa conta o japonês), tem uma história bastante previsível, mas vale pela atmosfera criada.

 

A previsibilidade também foi patente no conto 'The Hold', onde há também uma análise algo superficial sobre relações familiares disfuncionais e a perpetuação cíclica, através das gerações, desses problemas e conflitos.

 

'Solitary Isle', 'Dream Cruise' e 'Watercolours' valem pela atmosfera criada em alguns momentos, mas as conclusões deixaram um pouco a desejar.

 

Gostei de como o prólogo e o epílogo se complementam com o conto 'Forest Under the Sea', mas também o conceito geral do livro.

 

 

The Orchid Thief: A True Story of Beauty and Obsession, by Susan Orlean

 

As partes que achei mais interessantes foram sobre a história e os factos científicos sobre as orquídeas. Não achei o John Laroche particularmente curioso ou merecedor da atenção excecional que a autora lhe deu. O elemento mais romântico, que procura analisar a paixão e obsessão que algumas pessoas demonstram por orquídeas e não só, pareceu-me algo inconsequente.

 

 

The Crying Tree, by Naseem Rakha

 

O conceito pareceu-me muito interessante e, inicialmente, agarrou-me. Contudo, o desenrolar da história desiludiu-me e o impacto emocional que se estava a acumular para o final dissipou-se por completo. A caracterização de alguns personagens fica muito aquém do que a história exigia.

 

 

Terminal Freeze, by Lincoln Child

 

História previsível como tudo, personagens sem profundidade alguma. Como consequência, falha em criar qualquer tensão.

Editado por bmfpcdm

Compartilhar este post


Link para o post

Estou a ler o Inferno de Dan Brown. A temática surpreendeu-me pela positiva, nunca tinha pensado no crescimento da população mundial, e vejo-a como um dilema do crl

Compartilhar este post


Link para o post

Comecei à pouco a ler "A arte da guerra" e ainda vou na parte introdutória e abriu-me um grande apetite pela história chinesa. Hoje, curiosamente, tive uma palestra sobre educação e obras na China Antiga o que me aguçou ainda mais esse apetite e venho aqui perguntar se alguém sabe de algum livro onde consiga saber mais sobre as obras, cultura, história da China desde o principio da nação.

Compartilhar este post


Link para o post
Colecção Livros Proibidos

 

Às Quintas, a partir de 10 de Abril. 1º vol. apenas 1,95€, restantes 6,50€.

 

Livros Proibidos pelo Estado Novo nas suas edições originais.

 

O Público junta-se às comemorações dos 40 anos do 25 de Abril com uma colecção inédita de 13 livros proibidos pelo antigo regime, acompanhados pelos relatórios oficiais de censura, podendo assim ler as perigosas "razões" que levavam a censura a proibir a liberdade de expressão e de pensamento.

 

Com obras como "Gaibéus", "Histórias de Amor", "Fátima", "Povo", "Quando os Lobos Uivam", "O Encoberto", "Vagão J", "Rã no Pântano", "Minha Cruzada Pró-Portugal: Santa Maria", "Um Auto para Jerusalém", "Diário VIII", "Refúgio Perdido" e "Escritos Políticos".

 

Pode interessar a alguém.

 

1º volume é o "Gaibéus"

Editado por Lebohang

Compartilhar este post


Link para o post

Li o "Eurico, o Presbítero". Senti que é demais para a minha camionete intelectual. Escrita de qualidade mas complexa (melhora um pouco a meio do livro), foi-me complicado ler mais do que 10/15 páginas seguidas. A qualidade, contudo, está lá.

Compartilhar este post


Link para o post

Comprei o "Até Amanhã Camaradas" numa edição bem porreira.

Até agora estou a gostar.

Editado por Detlef

Compartilhar este post


Link para o post

Qual é a edição Detlef? E já agora, onde?

 

 

j0zpj6.jpg

 

Edições Avante

Lisboa 1977

 

Comprei num alfarrabista no Porto.

 

Compartilhar este post


Link para o post

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisa de ser membro desta comunidade para poder comentar

Criar uma conta

Registe-se na nossa comunidade. É fácil!

Criar nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Autentique-se agora
Entre para seguir isso  

  • Todo o Mundial 2026 no CMPT
  • Outros membros neste tópico

    Nenhum utilizador registado está a visualizar esta página.

×
×
  • Criar Novo...