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Axadrezado

G15 arranca terça feira.

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Citação do site "Maisfutebol"

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G-15 quer limitar empréstimos e taxas de TV diferenciadas

Movimento reuniu-se hoje em Vila Nova de Gaia e requereu a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária da Liga para alterar regulamentos

O movimento G-15, reunido hoje em Vila Nova de Gaia, deliberou que irá requerer a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária da Liga, a ter lugar até final deste mês, com o intuito de alterar os regulamentos da competição.

Segundo apurou o Maisfutebol junto de fonte do movimento, entre as alterações a propor está o estabelecimento de um número limite aos empréstimos. O G-15 defende que um clube não possa emprestar mais do que seis jogadores no total (entre emblemas da mesma Liga), enquanto os que recebem as cedências não poderão exceder o limite de três atletas, não podendo ter nesses três mais do que um futebolista cedido por cada clube.

Outra das alterações a propor tem que ver com a diferenciação das taxas de televisão anuais pagas à Liga. Atualmente, cada clube paga 2 500 euros de taxa por jogo transmitido pela TV (num total de 42 500 euros por época). O que o G-15 defende é uma diferenciação em função dos orçamentos de cada clube, sem prejuízo da verba total de 765 mil euros que a Liga arrecada nas taxas das transmissões televisivas.

Segundo os representantes dos não-grandes não faz sentido o pagamento de uma taxa uniforme havendo receitas diferentes dos contratos de televisão e até de bilheteira.

Vitória de Guimarães e Moreirense marcaram pela primeira vez presença na reunião de hoje. Faltando apenas, além dos grandes, excluídos à partida, o Vitória de Setúbal, que está numa situação de vazio diretivo, e o Portimonense, que, tal como nas duas primeiras reuniões, apresentou uma justificação para a ausência.

A próxima reunião do G-15 realiza-se a 27 de dezembro da parte da tarde na mesma unidade hoteleira de Vila Nova de Gaia já com a presença também de clubes da II Liga.

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Da próxima vez peço ao kareca para me dar uma ajuda a sintetizar as ideias em apenas uma ou duas frases para ficar mais acessível... :wink:

Então mas segundo essa citação quem tem a culpa não são os grandes

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Então mas segundo essa citação quem tem a culpa não são os grandes

 

Pois. É o argumento da maioria das pessoas acusadas de fraude. A culpa não é deles que convenceram os incautos. É de quem se deixou enganar.

 

 

Quanto à evolução das propostas do G-15 já me desiludiram. Partiram de uma posição de força para agora começarem com as cedências. Já admitem os empréstimos. Assim já não me agrada. Mais uma vitória para os Grandes.

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O Braga e o Vitória SC também emprestam jogadores a clubes da 1ª Liga, não à escala dos 3 grandes (obviamente), mas emprestam. Vitória SC tem 2 (Boyd e Tozé) e o Braga 3 (Djavan, Tiba e Joca).

 

Estão claramente a ceder terreno à Liga e aos 3 grandes para tentar que sejam aprovadas outras medidas mas também estão, em parte, a defender o interesse de alguns clubes da própria organização. É um G-15 a puxar para um G-13+2... :mrgreen:

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O Braga e o Vitória SC também emprestam jogadores a clubes da 1ª Liga, não à escala dos 3 grandes (obviamente), mas emprestam. Vitória SC tem 2 (Boyd e Tozé) e o Braga 3 (Djavan, Tiba e Joca).

 

Estão claramente a ceder terreno à Liga e aos 3 grandes para tentar que sejam aprovadas outras medidas mas também estão, em parte, a defender o interesse de alguns clubes da própria organização. É um G-15 a puxar para um G-13+2... :mrgreen:

 

O Djavan não está emprestado, é jogador do Chaves.

 

O Tiba também está emprestado até ao final do seu contrato, provavelmente será para assinar pelo Chaves depois.

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A questão da taxa deve ser enquandrada no âmbito da centralização dos direitos de transmissão. Corta-se o valor à cabeça e distribui-se o valor restante na forma que vierem a entender ser a melhor. Colocar a redução da taxa como uma iniciativa isolada é no fundo assumir que a centralização não vai ser conseguida, o que é um mau princípio.

Editado por Quan Chi

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VAR, transmissões da BTV, claques ilegais, títulos e castigos: as ideias do Sporting para a AG da Liga

 

Sporting preparou documento para apresentar e discutir na Assembleia Geral da Liga, a 29 de dezembro, com temas tão distintos como o VAR, as claques, as transmissões televisivas ou os castigos.

 

O Sporting tem já preparado um documento, a que o Observador teve acesso, para apresentar e discutir na próxima Assembleia Geral da Liga, que se realiza a 29 de dezembro, na próxima sexta-feira, e promete ser escaldante no seguimento de todas as polémicas que têm assolado o futebol nacional nos últimos meses. O vídeo-árbitro, as transmissões da BTV, a situação das claques ilegais, o número de Campeonatos Nacionais por clube e os castigos a dirigentes foram algumas das questões que mereceram reflexão do clube.

 

Em relação ao artigo 19.º do atual Regulamento de Competições, e em resposta às principais conclusões retiradas do encontro do G12 (12 clubes “extra grandes” da Primeira Liga, que se encontraram recentemente duas vezes), os leões admitem que a condicionante de Benfica, FC Porto e Sporting não se encontrarem nas primeiras duas jornadas seja retirada, mas defendem que se deve manter a condicionante de nenhuma equipa defrontar de forma consecutiva os “grandes” (“é uma forma de defesa e proteção para todos os clubes”) e, em paralelo, a possibilidade de haver melhores condições a nível de calendário para todas as equipas que estejam nas competições europeias “porque isso é benéfico para todo o futebol português”.

 

Entrando depois no artigo 37.º, que diz respeito às Leis do Jogo, os responsáveis verde e brancos mostram-se totalmente favoráveis à uniformização dos meios técnicos para o vídeo-árbitro (VAR), voltando a revelar-se contra a transmissão de jogos do Benfica na BTV sem referir em concreto o nome do rival. “Deve-se ir ainda mais longe, proibindo em definitivo que os canais de clube possam produzir ou realizar as transmissões dos seus jogos em competições em que o VAR esteja presente, recorrendo às imagens que lhe chegam via operador televisivo. O que aqui está em causa são os critérios de realização, que implicam repetições, ângulos de câmara, linhas de fora de jogo, etc.. Os meios utilizados pelo operador devem obedecer a um plano mínimo de câmaras obrigatório, igual em todos os jogos e em todos os estádios, sem prejuízo de este poder ser aumentado desde que se mantenham os critérios de igualdade em jogos futuros”, assumem os leões, avançando com a garantia que, quando a Segunda Liga passar a ter vídeo-árbitro, a Sporting TV deixará de transmitir os jogos da equipa B.

 

No artigo 78.º das Cedências Temporárias, aqui de novo em resposta às ideias do G12, o Sporting alerta para o maior cuidado que os clubes que mais jogadores emprestam passarão a ter confirmando-se que deixa de existir a possibilidade de “resgatar” os jogadores em janeiro mas coloca o enfoque das suas propostas em dois pontos: “Abertura para que os clubes contratantes estipulem a possibilidade de cessação antecipada da cedência temporária na janela de transferências de janeiro; e clarificação de que as limitações introduzidas se referem ao número de cedências vigentes em cada momento, ou seja, que se uma cedência cessar por qualquer motivo a mesma deixe de contar para o limite a que tanto o clube cedente como o cessionário estão sujeitos”.

 

Passando para a Titularidade de Direitos (artigo 88.º), os leões mostram-se de acordo que os clubes ditos “grandes” contribuam mais do que os outros para objetivos como “a criação de uma bolsa financeira que permita financiar as melhorias necessárias à arbitragem e ao VAR e uma almofada financeira para os clubes que descem de divisão e um apoio aos clubes da Segunda Liga”, mas recusam a fórmula de cálculo apresentada pelo G12, que levaria por exemplo a que o conjunto verde e branco pagasse seis vezes mais do que paga atualmente em multas e taxas: “Aquilo que é proposto é um escalonamento progressivo do fator multiplicador do valor de referência em função das receitas operacionais dos clubes, que vai aumentando da seguinte forma: 0.75, 1.0, 1.5, 2.0. E quando se chega aos 3 grandes, o multiplicador passa para 6.0. O Sporting até teria por razoável um escalonamento que mantivesse essa progressividade, coerente, atribuindo aos 3 grandes um multiplicador de 2.5, aumentando o valor de referência”.

 

Entrando no Regulamento Disciplinar, e ao contrário do que foi deliberado pelo G12, o Sporting, nos artigos 39.º e 40.º (Suspensão de Dirigentes e Delegados e Suspensão dos demais agentes) recusa que se volte a “violar o que está definido na Constituição em matéria de direitos – liberdade de opinião e de acesso ao trabalho”, defendendo assim que os castigos e as suspensões sejam aplicadas apenas no âmbito das competições desportivas, ao mesmo que tempo não concorda com a proibição de ida aos estádios dos dirigentes que estejam sob alçada disciplinar. “Trata-se de uma proposta que é materialmente impossível de implementar. Os próprios clubes não podem impedir o acesso de pessoas aos recintos desportivos – que são sua propriedade –, e que nos obrigam, muitas vezes, a pagar multas pesadas por causa do seu mau comportamento, sem que haja ordem de tribunal”, defende.

 

Mais à frente, nos artigos 67.º, 112.º e 112.º A (Declarações sobre arbitragem antes dos jogos; Lesão da Honra e da Reputação dos Órgãos da Estrutura Desportiva e dos seus Membros; e Denúncia Caluniosa), os responsáveis verde e brancos consideram “inaceitável” haver perda de pontos “em caso de declarações que ponham em causa a imparcialidade ou competência dos árbitros”, até por derivar de questões relacionadas com matérias de opinião: “Este tipo de declarações, quando feitas antes dos jogos, são, naturalmente, censuráveis, na medida em que significam uma forma de condicionamento e coação inaceitável dos agentes da arbitragem e, por isso, devem ser penalizadas. No entanto, importa referir que a pena de perda de pontos deve existir e ser aplicada em situações que derivem de assuntos desportivos e com interferência direta no regular funcionamento das competições. Por exemplo, casos de corrupção, adulteração de resultados, apostas ilegais”.

 

Há ainda duas situações que o Sporting levará à Assembleia Geral da Liga de dia 29 de dezembro, relacionadas com os títulos de campeões nacionais (“uma realidade que afeta todos os clubes na sua generalidade e, em particular, o Sporting, o FC Porto, o Benfica, o Belenenses, o Marítimo, o Olhanense e o Carcavelinhos/Atlético Clube de Portugal”, destaca o clube) e com as claques e respetiva legalização.

 

“Os clubes não podem continuar a permitir que a lei contra a violência no desporto não seja cumprida. Desse modo, o Sporting propõe que a legalização e reconhecimento dos Grupos Organizados de Adeptos seja obrigatória e que os clubes que o não façam sejam absolutamente proibidos da prestação de qualquer espécie de apoio, direto ou indireto, às claques que queiram manter-se na ilegalidade. O incumprimento desta norma deve ser punido, numa primeira transgressão, com a interdição do respetivo estádio de três a dez jogos e, em caso de reincidência, a dimensão da pena passa para o dobro, isto é, de seis a 20 jogos”, sustentam.

 

Observador

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O G15 é o sinal de uma revolta em marcha dos 'pequenos' clubes contra os 'grandes'?

 

Não vemos a questão dessa forma. A composição deste grupo, em função do muito que une estes clubes, permite que nesta fase inicial o debate seja fluido e produtivo, porque é muito fácil desenvolver propostas concretas e comuns a todos estes emblemas. Todos sentimos na pele os mesmos problemas e assimetrias. Queremos envolver todos os clubes do nosso futebol profissional, mas entendemos que nesta fase era fundamental que um grupo alargado pudesse refletir sobre o que é importante mudar no nosso futebol. Entendemos que há três clubes que estão menos interessados do que os outros nesta mudança de paradigma, porque há raízes muito fundas no nosso futebol que perpetuam a influência exercida por esses clubes [grandes] e que asfixia todos os outros.

 

Na origem do movimento está o caso dos e-mails e a estratégia belicista de comunicação de Benfica, FC Porto e Sporting?

 

De todo. Vejo com preocupação aquilo que tem acontecido a esse nível e julgo que também os meus colegas do G15 sentem o mesmo, mas a nossa motivação é a defesa das nossas propostas e não surge como reação a qualquer clube ou grupo de clubes. Queremos reformar o futebol em Portugal e isso passa por coisas muito mais profundas do que pontuais estratégias de comunicação.

 

O programa 'Chama Imensa', da BTV, foi a gota de água?

 

Não há relação absolutamente nenhuma entre uma coisa e outra.

O jornalista estava cheio de vontade de ver sangue :lol:

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Pois. É o argumento da maioria das pessoas acusadas de fraude. A culpa não é deles que convenceram os incautos. É de quem se deixou enganar.

 

O que é que isso tem a ver? Se o G15 decidir reunir-se amanhã e estabelecer que não vai fazer propostas de empréstimo pelos jogadores de Sporting, Benfica e Porto, não é preciso regra nenhuma. Ainda não me conseguiste dizer quem é que está a obrigar os clubes pequenos a pedir jogadores emprestados.

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Citação do site "Maisfutebol"

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G15 vai à Liga apresentar limitação de empréstimos

Movimento reuniu-se esta tarde em Vila Nova de Gaia

O G15, grupo de clubes da I Liga que não inclui FC Porto, Benfica e Sporting, vai apresentar à Liga de Clubes cinco propostas, entre as quais se destacam limitação no número de jogadores emprestados entre clubes do principal escalão do futebol português.

Essa é apenas um dos cinco pontos que o movimento definiu esta tarde, num encontro em Vila Nova de Gaia, que contou com a primeira presença do Moreirense, enquanto Portimonense e V. Setúbal continuaram ausentes.

No encontro que contou com dez clubes, entre os quais dois da II Liga – Ac. Viseu e Leixões – na condição de observadores, o G15 decidiu que vai apresentar, na sexta-feira, uma proposta que limita a seis o número de jogadores que um clube pode emprestar a outros do mesmo campeonato e impede que ceda mais do que um a cada emblema.

A proposta da limitação dos empréstimos defende, ainda, que um clube não pode receber mais do que três atletas de outros clubes do mesmo campeonato, nem mais do que um jogador de cada clube do mesmo campeonato.

O restante da mão cheia de propostas passa pela melhoria do sistema de videoárbitro, com o mesmo número de câmaras em todos os jogos. O G15 apresentará, ainda, uma proposta de alteração de taxas de transmissão televisiva. Propor-se-á, ainda, a alteração de castigos, tais como a perda de um a dois pontos a um clube, quando um seu dirigente ou delegado for sancionado três vezes na mesma temporada. O último ponto quer o fim do sorteio condicionado do calendário de jogos da I Liga.

«São cinco medidas que vêm beneficiar o futebol português. Mas isto é o princípio do longo caminho que queremos percorrer», sublinhou Carlos Pereira, presidente do Marítimo, no final da reunião.

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Citação do jornal "Record" online

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AG da Liga: Bruno de Carvalho chamou "cobardes" aos presidentes antes de sair

Propostas do Sporting e do FC Porto não foram sequer admitidas a discussão

As propostas de alteração aos regulamentos que Sporting e FC Porto pretendiam apresentar na Assembleia-Geral (AG) da Liga nem sequer foram admitidas a discussão e, por isso, Bruno de Carvalho e Pinto da Costa abandonaram a reunião. Em cima da mesa continuaram as propostas apresentadas pelo G15.

Antes de haver uma discussão e votação das propostas apresentadas pelos clubes, há uma votação prévia que define quais os pontos em discussão na AG, uma espécie de filtro à própria reunião magna. E aí, a maioria dos clubes decidiu que as medidas propostas por leões e dragões nem sequer iriam ser submetidas à discussão na especialidade.

Bruno de Carvalho, sabe Record, chamou "cobardes" aos presidentes dos clubes do G15. Para fonte leonina, tratou-se de um "processo antidemocrático" e uma "falta de respeito pelas mais de 700 horas que os grupos de trabalho tiveram".

Bruno de Carvalho saiu, por isso, em protesto pelo atual modelo de gestão e promete não voltar às reuniões da Liga enquanto este não sofrer alterações. O líder dos leões não responsabiliza o presidente da Liga, Pedro Proença, mas os clubes que decidiram recusar a admissão de propostas do Sporting e do FC Porto.

Na semana passada, Record deu a conhecer as linhas gerais das propostas que o Sporting iria levar à AG da Liga.


Citação do jornal "Record" online

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Pinto da Costa e saída da AG da Liga: «Não estava ali a fazer nada»

Presidente não gostou de ver a assembleia recusar a admissão de propostas por parte do FC Porto e do Sporting

Pinto da Costa abandonou prematuramente a reunião da Liga, que está a decorrer no Porto, por a assembleia não ter aceite a admissão das propostas do FC Porto e do Sporting. Bruno de Carvalho também saiu mais cedo.

"O Sporting e o FC Porto apresentaram propostas e o G15 recusou a admissão das mesmas. Curiosamente a proposta do FC Porto era a correção de gralhas que estavam nos regulamentos e que toda a gente reconhecia", contou à saída o histórico líder portista.

"Se o G15 quisesse conversar tinha de admitir as propostas dos outros, nem que depois votasse negativamente. Mas nem sequer querem ouvir e depois vêm dizer que querem diálogo entre todos? A partir daí entendi que não estava ali a fazer nada", rematou.

Contrariamente ao Sporting, o FC Porto deixou um representante na assembleia.


Citação do jornal "Record" online

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Pinto da Costa: «G15 quer substituir a Liga? Então que provoque eleições»

Presidente do FC Porto disse que "não estava a fazer nada" na Assembleia Geral da Liga e abandonou-a

Tal como Bruno de Carvalho, Pinto da Costa também abandonou a Assembleia Geral da Liga, que se realiza esta sexta-feira na sede do organismo, no Porto. O presidente do FC Porto falou aos jornalistas à saída para explicar que saiu, tal como o líder leonino, pelo facto de as propostas apresentadas pelos dois clubes não terem sequer sido discutidas na reunião.

"O G15, ou 11 ou 13... não sei bem, mas 15 é número redondo e acho bonito, defende que deve haver diálogo entre os clubes. Eu defendo que deve haver esse diálogo mas na Liga, que é a casa dos clubes. O Sporting e o FC Porto apresentaram propostas e o G15 recusou a admissão das mesmas. A do FC Porto era a correção de gralhas nos regulamentos que todos reconheciam. Se o G15 quisesse conversar tinha de admitir as propostas dos outros clubes, nem que viesse a votar negativamente. Mas nem sequer as quer ouvir... e depois vem dizer que quer diálogo entre todos. Eu e o presidente do Sporting entendemos que não estávamos a fazer nada", afirmou o dirigente portista.

"Se o G15 ou 13 ou 11 se sente preparado para substituir a Liga, deve provocar eleições na Liga e tomar conta dela. Todos reconhecem que Pedro Proença tem feito um excelente trabalho. Eu interpreto isto como uma tentativa de fragilizar, não sei comandada por quem, a direção da Liga. Mas nós não pactuaremos nisso. Se querem substituir a Liga que provoquem eleições. Agora com golpes destes de em que reúnem lá fora, querem conversa com todos e depois não admitem propostas que não sejam as deles, isso é um dialogo um bocado esquisito. É mais um monologo que um dialogo", disse Pinto da Costa.

Haverá condições para diálogos entre os três grandes e o G15? "É evidente que não há condições", disse. "O FC Porto não terá nenhum diálogo com quem não quer sequer na casa dos clubes admitir propostas dos outros", acrescentou, sem querer comentar as propostas do G15. "Nunca me ouviu dizer que o FC Porto é grande ou o Sporting é grande ou o Benfica é grande. Os outros, do G15, é que se intitulam de pequenos, e se calhar com razão. Mas nós nunca dissemos que não queremos diálogo. Eu quero diálogo entre todos, mas na Liga."

O FC Porto continua representado na Assembleia Geral por Hugo Silva Nunes.


Acusações do Porto e Sporting a dizerem que o G15 é controlado pelo Benfica em 3,2,1...

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Ahaha vão masé mamar na quinta pata do cavalo. Sempre bom vê-los assim borradinhos.

 

Acusações do Porto e Sporting a dizerem que o G15 é controlado pelo Benfica em 3,2,1...

O PdC nas declarações da última notícia já o sugeriu.

Editado por andriy pereplyotkin

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"Tem a certeza que deseja sair da Assembleia Geral de Clubes? Todo o progresso não gravado será perdido"

 

Porto e Sporting: "Sim"

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Ahaha vão masé mamar na quinta pata do cavalo. Sempre bom vê-los assim borradinhos.

 

 

O PdC nas declarações da última notícia já o sugeriu.

Só faltou dizer o nome do Benfica :lol:

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O PdC nas declarações da última notícia já o sugeriu.

 

Já sabia que eles iam sugerir isso e não iam ver o cerne da questão: isto não é sobre o Benfica, isto é pura e simplesmente Matemática em acção.

 

O PdC e BdC não percebem que as suas propostas só tem 1 voto garantido (o deles) enquanto as propostas do G15 têm, no mínimo, 13. Ora, obviamente que nestas condições as do G15 passam todas...

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Já sabia que eles iam sugerir isso e não iam ver o cerne da questão: isto não é sobre o Benfica, isto é pura e simplesmente Matemática em acção.

 

O PdC e BdC não percebem que as suas propostas só tem 1 voto garantido (o deles) enquanto as propostas do G15 têm, no mínimo, 13. Ora, obviamente que nestas condições as do G15 passam todas...

15 ou 13 ou 11... também adorei essa. A necessidade de tentar desvalorizar.

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Visitante

Não estão habituados.

 

O que não quer dizer que não tenham razão. Se tiveram o trabalho de desenvolver propostas para a melhoria no funcionamento da Liga, então essas deveriam ser discutidas, mesmo que chocassem com o que o G15 propõe (que não parece ser o caso). Cheira-me que isto foi só uma demonstração de força por parte dos clubes mais pequenos, e apesar de achar que fizeram mal, dá-me gozo ver o BdC neste estado depois de ter andado com ameaças e a ver se provocava divisões.

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O que não quer dizer que não tenham razão. Se tiveram o trabalho de desenvolver propostas para a melhoria no funcionamento da Liga, então essas deveriam ser discutidas, mesmo que chocassem com o que o G15 propõe (que não parece ser o caso). Cheira-me que isto foi só uma demonstração de força por parte dos clubes mais pequenos, e apesar de achar que fizeram mal, dá-me gozo ver o BdC neste estado depois de ter andado com ameaças e a ver se provocava divisões.

Eu também acho que passa por aqui. Chumbar porque sim é só estúpido.

E é bem feito para o BdC.

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como assim? não apanhei

"Todos reconhecem que Pedro Proença tem feito um excelente trabalho. Eu interpreto isto como uma tentativa de fragilizar, não sei comandada por quem, a direção da Liga."

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Mas não há ali referencia ao Benfica na reunião porquê?

Não deve ter aparecido

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O que não quer dizer que não tenham razão. Se tiveram o trabalho de desenvolver propostas para a melhoria no funcionamento da Liga, então essas deveriam ser discutidas, mesmo que chocassem com o que o G15 propõe (que não parece ser o caso). Cheira-me que isto foi só uma demonstração de força por parte dos clubes mais pequenos, e apesar de achar que fizeram mal, dá-me gozo ver o BdC neste estado depois de ter andado com ameaças e a ver se provocava divisões.

 

Estamos a discutir isto sem saber se as propostas fariam qualquer sentido, portanto não vou confiar a 100% na palavra do BdC e do PdC... mas sim, não me admirava que tivesse sido uma demonstração de força e sinceramente apesar de não saber se é algo que lhes vai correr acho que fazem bem em provocar comichão desde que não caiam no ridículo (a notícia não é clara o suficiente).

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