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Meteorologia e outros fenómenos naturais

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"El Niño" deve regressar em força este ano, mas impacto direto em Portugal deverá ser “moderado”

A partir de maio o fenómeno climatológico começará a ter os seus efeitos um pouco por todo o mundo, entre os quais o de aquecer as águas do mar, incluindo na costa portuguesa. 2026 pode voltar a bater recordes de temperaturas

Tudo indica que o planeta vai assistir a um “super El Niño” a partir da segunda metade de 2026. O fenómeno climático – que costuma fazer subir a temperatura média das águas no Pacífico equatorial, alterando padrões meteorológicos em várias regiões do mundo – deverá regressar com intensidade acima do habitual, de acordo com informação divulgada recentemente pelo Centro Europeu de Previsão do Tempo a Médio Prazo (European Centre for Medium-Range Weather Forecasts - ECMWF). Os cientistas apontam uma probabilidade de 62% disto acontecer.

Sempre que chega, esta “oscilação do sul” desencadeia fortes alterações na atmosfera, alterando a frequência e a localização de ondas de calor, chuvas intensas, períodos de seca e influenciando a formação de ciclones tropicais em diferentes partes do Planeta.

Passaram dois anos desde o último “super El Niño”, que ocorreu em 2023/24. O anterior tinha sido em 2016, seguindo o padrão de intervalos irregulares de um fenómeno que pode acontecer de dois a 10 anos e durar entre nove meses e dois anos. Este ano a temperatura média das águas do Pacífico, já naturalmente mais quentes, podem vir a subir mais 2 ºC.

Efeitos moderados em Portugal

Embora o fenómeno contribua para um aumento global da temperatura média, que poderá voltar a quebrar recordes em 2026, “os efeitos diretos em Portugal deverão ser muito moderados”, explica ao Expresso o climatologia Carlos Câmara.

Enquanto a Indonésia poderá enfrentar elevadas temperaturas e ser devastada por incêndios, no Nordeste do Brasil ou na África do Sul podem agravar-se as secas, em Moçambique ou na Índia alterarem-se os regimes de monção e no Atlântico o regime de furacões. Na Europa, porém, o sinal é fraco e muito mais incerto. Portugal, em particular, não estará entre as zonas mais impactadas. Contudo, “o aquecimento global adicional induzido pelo fenómeno pode ter repercussões indiretas no país, e alterar a projeção de um verão potencialmente menos quente”, reforça o investigador do Instituto Dom Luiz da Faculdade de Ciências de Lisboa (FCUL).

As previsões analisadas para os meses de verão (junho, julho e agosto) apontam para um sinal térmico mais fraco sobre a Península Ibérica do que em 2025. Ainda assim, os modelos climáticos sugerem que a costa portuguesa “poderá registar águas menos frias do que o habitual, devido a uma possível nortada mais fraca”, o que reduz o afloramento costeiro de águas profundas.

“Bomba de calor”

Certo é que os cientistas observam “uma tendência clara para um aquecimento muito significativo do Pacífico”, com algumas projeções a apontar para aumentos de até 2 ºC na superfície do oceano”, atesta o climatologista Carlos Câmara. Estes valores no mar representam “uma verdadeira bomba de calor”, sublinha.

Mapa do Centro Europeu de Monitorização do Tempo a Médio Prazo com as anomalias de temperatura medidas a dois metros do solo
Mapa do Centro Europeu de Monitorização do Tempo a Médio Prazo com as anomalias de temperatura medidas a dois metros do solo

Se o fenómeno meteorológico se confirmar com grande intensidade, o impacto na temperatura média global também será significativo. “Anos de El Niño reforçam o aquecimento provocado pelo efeito de estufa [causado pelas alterações climáticas]. E quando os dois se juntam, batem-se recordes”, alerta. Os cientistas admitem mesmo que 2026 ou 2027 podem tornar-se os anos mais quentes registados até agora, depois de 2024 ter ficado no pódio como o mais quente de sempre e 2025 ter ocupado o terceiro lugar.

Desde o início do século XX até agora estima-se que tenham ocorrido pelo menos 30 episódios de El Niño, sendo os eventos de 1925–26, 1972–73, 1982–83, 1997–98, 2014–16 e 2023–24 os mais fortes registados. A explicar como se antevê a chegada de “El Niño” estão dois indicadores clássicos do início do episódio: a já referida subida de temperatura das águas no Pacífico e sinais claros de enfraquecimento dos ventos alísios – que sopram todo o ano de Leste para Oeste, das zonas de alta pressão subtropical para a baixa pressão equatorial, e que no caso do Hemisfério Norte costumam soprar de Nordeste transportando humidade e influenciando as correntes marítimas.

 

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Crl, que p*ta de estouro se deu agora no Porto. Um trovão bem agressivo.

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Citação de bmfpcdm, há 23 horas:

 

Invasão sayian começou 

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Citação de Banks29, há 27 minutos:

 

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O verão começa oficialmente em Portugal às 9h24 do próximo domingo, 21. Mas até lá Portugal vai entrar, em menos de um mês, na segunda onda de calor deste ano. Com uma agravante: as temperaturas vão ser mais elevadas e esta vaga vai ser mais prolongada no tempo. É o que dizem os principais modelos meteorológicos, que convergem todos no mesmo sentido. E essa direção aponta para que a partir desta quarta-feira as temperaturas comecem a subir até máximas que, na próxima semana, podem ir bem além dos 40°C (há estimativas de que possam chegar aos 45ºC), com noites tropicais (acima dos 20ºC) e tórridas (acima dos 25ºC). E, pelo menos até ao fim do mês, ficaremos debaixo desta cúpula quente.

O fenómeno está a ser acompanhado com crescente preocupação pelos meteorologistas. A formação desta vasta cúpula de calor vai estender-se sobre a Europa Central outra vez e o período mais crítico pode ter lugar entre 22 e 26 de junho. Nessa altura as temperaturas devem atingir as máximas mais altas, não apenas em Portugal (que pode até ficar protegido no litoral) e Espanha, mas também em França (que já está em alerta) e Reino Unido.

https://x.com/VigipreventionM/status/2066104446182924750?ref_src=twsrc^tfw

Ainda existem algumas incertezas importantes, sobretudo relacionadas com a posição final da depressão que se está a formar a oeste da Península Ibérica (uma gota fria). Pequenas alterações na sua localização poderão significar diferenças de vários graus nas temperaturas previstas. Mas as indicações dos modelos são cada vez mais consistentes.

https://x.com/goncalo_nspinto/status/2066470390918943163?ref_src=twsrc^tfw

A preocupação é ainda maior porque esta nova onda de calor surge poucas semanas depois de um outro episódio semelhante e excecional que começou a 20 de maio e terminou a 1 de junho. Em Portugal, tratou-se da terceira onda de calor mais longa de que há registo em número de dias, com 9,3 dias: a mais longa ocorreu em 1964, com 9,7 dias. Já quanto à magnitude média da onda de calor, ou seja, a intensidade e a extensão do desvio térmico, foi a segunda maior, depois da que teve lugar em 1965.

Nesse período, foram registados 25 novos máximos da temperatura máxima, um no dia 26 de maio, três no dia 28 e os restantes no dia 27. Foi ainda registado um novo extremo absoluto, em Mora, que atingiu os 40,3°C, e as estações de Mora (distrito de Évora) e Alvega (Abrantes, distrito de Santarém) ultrapassaram o anterior extremo absoluto de maio (40°C, Pinhão).

Nessa altura o heat dome atingiu também vários países da Europa, como agora vai acontecer, com França e Inglaterra a registarem 16 mortos: por colapso devido ao calor; ou por afogamento em locais não vigiados quando procuravam refrescar-se. O Reino Unido atingiu os 33,5°C perto do aeroporto de Heathrow, em Londres, valor que superou o recorde anterior para o mês de maio no país, que era de 32,8°C, registado na capital em 1922. Em França, os termómetros bateram os 37°C nas proximidades de Hossegor, na região de Les Landes. Mais de 350 cidades francesas registaram as temperaturas mais altas alguma vez sentidas no mês de maio.

https://x.com/meteopalamos_/status/2066455277939945600?ref_src=twsrc^tfw

https://x.com/meteoeradar/status/2066475848450928783?ref_src=twsrc^tfw

Agora é de novo para França que apontam os piores alertas, já que há previsões de mais de 40ºC para algumas regiões. Portugal e Espanha podem chegar a valores perto dos 45ºC.

Porque é que os especialistas estão mais preocupados do que em maio?

Além das temperaturas máximas previstas, existem vários fatores agravantes: o estado dos solos e os dias mais longos. Depois da onda de calor do final de maio, os solos ficaram mais secos em muitas regiões da Península Ibérica e de França. Ora quando existe humidade disponível, o calor leva à evaporação da água. Mas quando os solos estão secos, o calor transforma-se em aquecimento do ar. Por outro lado, como estamos muito próximos do solstício de verão, vêm aí os dias mais longos do ano, mais horas de sol e mais calor para aquecer a superfície.

Esta combinação do bloqueio atmosférico que não deixa desfazer a cúpula de calor, solos mais secos e dias mais longos leva vários meteorologistas a admitir que a segunda onda de calor em menos de um mês deverá ser mais intensa do que a registada em maio e durar mais dias.

https://x.com/Stormyalert/status/2066465900111302725?ref_src=twsrc^tfw

Estas cúpulas de calor, ou heat domes, formam-se quando uma extensa área de altas pressões permanece praticamente imóvel durante vários dias (sujeita a um bloqueio de um outro anticiclone, neste caso o que está sobre os países nórdicos). O ar desce lentamente dentro do anticiclone, aquece e seca, a formação de nuvens torna-se mais difícil, não há hipótese de chuva e o calor do sol acumula-se diariamente à superfície. Resultado: uma subida progressiva das temperaturas e um bloqueio capaz de manter o calor durante muitos dias consecutivos.

Portanto, até quarta-feira Portugal continuará sob a influência de uma atmosfera relativamente instável. Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deverão continuar a formar-se aguaceiros e trovoadas, sobretudo durante a tarde, nas regiões do interior Norte e Centro e nas zonas montanhosas. Em alguns locais poderão ocorrer fenómenos localmente intensos de chuva, acompanhados de granizo e rajadas fortes de vento. As temperaturas estão mais baixas, mas não muito: o país está dividido entre um litoral mais fresco e um interior já com valores típicos do verão.

No litoral Norte e Centro, as máximas deverão variar entre os 22 e os 28 graus. Na região de Lisboa e Setúbal entre os 27 e os 31 graus. Já no interior Norte e Centro são esperadas temperaturas entre os 30 e os 36 graus, enquanto no Alentejo e Vale do Tejo os termómetros poderão atingir os 34 a 38 graus.

Depois de quarta, a massa de ar quente, a gota fria e o calor de dia e de noite

É a partir de quarta que tudo muda: as temperaturas iniciam uma escalada generalizada. As maiores subidas deverão ocorrer no Vale do Tejo, Beira Baixa, Alentejo e Nordeste Transmontano. As projeções atuais apontam para máximas entre 37°C e 40°C em Santarém, 38°C e 41°C em Castelo Branco, 39°C e 42°C em Évora e Beja, 36°C e 39°C em Bragança e Vila Real. A partir daí, a tendência é de continuação da subida e entre sábado e domingo começa a grande preocupação dos meteorologistas.

Se se confirmar o cenário atualmente sugerido pelos modelos, a Península Ibérica entrará numa fase de calor mais intenso associada ao reforço de uma dorsal africana e à formação de uma depressão isolada a oeste da costa portuguesa. A depressão funcionará como o mecanismo de transporte do ar muito quente do Norte de África, enquanto o anticiclone nórdico bloqueará a circulação atmosférica sobre a Europa Ocidental. A combinação de ambos poderá funcionar como uma verdadeira “bomba de calor”, transportando o ar muito quente do Norte de África para a Península Ibérica, França e grande parte da Europa Ocidental.

https://x.com/LusoMeteo/status/2066110972918411459?ref_src=twsrc^tfw

Ou seja, neste momento, a milhares de quilómetros de Portugal, os modelos meteorológicos já mostram o reforço de uma vasta dorsal subtropical que se estende desde o Norte de África até à Europa Ocidental, uma espécie de “língua” de ar muito quente que se desloca para latitudes mais elevadas. E depois o elemento mais importante, que vai estar no Atlântico: uma depressão isolada em altitude — gota fria — que se posicionará a oeste da Península Ibérica. A circulação atmosférica em torno da depressão ajudará a puxar o ar extremamente quente do Saara para norte, canalizando-o para Portugal, Espanha, França e depois para o resto da Europa. Chama-se uma advecção quente excecional.

Os cenários mais consensuais apontam para 40°C a 42°C no interior alentejano, 39°C a 41°C no Vale do Tejo, 38°C a 40°C na Beira Baixa e 36°C a 39°C no Nordeste Transmontano. Mas algumas simulações mais extremas admitem temperaturas próximas dos 43°C a 45°C em zonas do interior Sul da Península Ibérica. Os franceses também temem valores acima dos 40ºC.

https://x.com/ExtremeMeteo/status/2065862434733142101?ref_src=twsrc^tfw

Há outra preocupação: as noites. Os modelos apontam também para noites tropicais generalizadas, sobretudo no Sul e em parte do litoral, com as temperaturas mínimas a não descerem abaixo dos 20°C. Em alguns locais do interior do Alentejo e do Vale do Guadiana poderão mesmo ocorrer noites tórridas, quando os termómetros não descem dos 25°C. Estas situações aumentam significativamente o impacto do calor sobre a saúde, porque impedem o organismo de recuperar e arrefecer durante a noite. O mesmo acontece com a atmosfera, que se mantém quente, não arrefece, e soma o calor do dia seguinte.

 

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f*da-se, precisavam mesmo desse calor. 

Vai ser uma longa longa semana e meia a partir de quinta, é rezar que não cheguem a esses valores. 

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Citação de Lebohang, há 13 horas:

 

 

a minha ansiedade quando anunciam estas vagas de calor

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Publicado (editado)

Aquilo na Venezuela está bonito...

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Editado por Ticampos

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Supostamente 2 sismos… 7.1 e 7.5

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A administração Trump esfrega as mãos

Também estou a adorar a normalidade com estamos a levar o facto de estarmos em Julho a assar aqui na Europa.

Ler que é preciso é comprar aparelhos de ar condicionado para solucionar as ondas de calor é daquelas coisas que demonstra que o ser humano já deu mesmo o que tinha a dar.

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Citação de SAS_Robben, há 6 minutos:

A administração Trump esfrega as mãos

Também estou a adorar a normalidade com estamos a levar o facto de estarmos em Julho a assar aqui na Europa.

Ler que é preciso é comprar aparelhos de ar condicionado para solucionar as ondas de calor é daquelas coisas que demonstra que o ser humano já deu mesmo o que tinha a dar.

Aqui chove há mais de uma hora...

 

 

Tão Bom...

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

A administração Trump esfrega as mãos

Também estou a adorar a normalidade com estamos a levar o facto de estarmos em Julho a assar aqui na Europa.

Ler que é preciso é comprar aparelhos de ar condicionado para solucionar as ondas de calor é daquelas coisas que demonstra que o ser humano já deu mesmo o que tinha a dar.

Junho*

Aqui no Norte está tão agradável que só quando vi as notícias é que tive noção de como está na Europa. 

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Citação de SAS_Robben, há 1 hora:

A administração Trump esfrega as mãos

Também estou a adorar a normalidade com estamos a levar o facto de estarmos em Julho a assar aqui na Europa.

Ler que é preciso é comprar aparelhos de ar condicionado para solucionar as ondas de calor é daquelas coisas que demonstra que o ser humano já deu mesmo o que tinha a dar.

Acho que é mais demonstrativo o otário do Rui Rocha estar mais preocupado em acusar as notícias de serem alarmistas pois a vaga de calor não vai afectar muito portugal. 

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Citação de Mwangaza, há 24 minutos:

Junho*

Aqui no Norte está tão agradável que só quando vi as notícias é que tive noção de como está na Europa. 

aqui em Gaia já choveu de crl

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Em lisboa também já choveu, lá pelas 8-9h

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Eu aqui em Viena sinto-me na Amazónia. Já vamos em vários dias de 38ºC com 2 ou 3 períodos de 15-30min de chuva torrencial e o céu todo escuro. 

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Citação de pedropb13, há 14 minutos:

Eu aqui em Viena sinto-me na Amazónia. Já vamos em vários dias de 38ºC com 2 ou 3 períodos de 15-30min de chuva torrencial e o céu todo escuro. 

Vou para aí em trabalho dia 6

Espeor que melhore até la 

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Foram 4 sismos só ontem. 

1 na Califórnia de 6.4

2 na Venezuela de 7.5 e 7.1

E um no Japão 6.9. 

Tudo num espaço de 5/6hrs 

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Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

A administração Trump esfrega as mãos

Também estou a adorar a normalidade com estamos a levar o facto de estarmos em Julho a assar aqui na Europa.

Ler que é preciso é comprar aparelhos de ar condicionado para solucionar as ondas de calor é daquelas coisas que demonstra que o ser humano já deu mesmo o que tinha a dar.

Estou no Luxemburgo neste momento e isto é como estar na Amareleja em pleno Agosto. Com diferença que aqui quase nenhuma casa tem AC.

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 hora:

Acho que é mais demonstrativo o otário do Rui Rocha estar mais preocupado em acusar as notícias de serem alarmistas pois a vaga de calor não vai afectar muito portugal. 

Caminhamos todos alegremente para um mundo em que grande parte do mesmo se vai tornar inabitável devido a eventos climáticos que extremos (e a Europa é das zonas mais propícias), criando eventos migratórios muito piores dos que os atuais e com conflitos cada vez maiores por causa de recursos mas ei, a malta continua a fazer dinheiro. 

E já nem é a cena de "as gerações seguintes que se desenrasquem" porque isto é agora, hoje.

 

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Citação de challenger, há 15 minutos:

Estou no Luxemburgo neste momento e isto é como estar na Amareleja em pleno Agosto. Com diferença que aqui quase nenhuma casa tem AC.

Sim, porque a Amareleja deve mesmo ter um rácio de AC por habitação bem maior do que no Luxemburgo.

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