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Homicídio Carlos Castro: Renato Seabra considerado culpado

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Pela minha parte, confesso-me ignorante em discutir os danos, mas admito que certos comportamentos homossexuais interferem com o meu bem-estar.

Já agora, de que modo os comportamentos homossexuais interferem com o teu bem-estar?

Tambem gostava de saber.

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estás a confundir uma coisa com a outra.

 

a homossexualidade havia muito era no exército. Por alguma razão cada um tinha um par, que era o, digamos, amante.

 

Eu não estou a confundir nada. Eu citei o post do Antifa que não falava em exércitos.

 

Desc o ser humano infligir dor a outro ser humano não é um acto natural? Mostrar domínio sobre o outro? Mesmo assim é condenável e tem que ser punido.

 

Os actos homossexuais, se consentidos, não afectam nenhum dos intervenientes. E a homossexualidade nos moldes que referi deve ser aceite, claro que as implicações sociais, quer-se queira que não, têm uma palavra a dizer: os países do médio oriente por exemplo.

 

Já agora, de que modo os comportamentos homossexuais interferem com o teu bem-estar?

 

Esse tipo de actos naturais são condenáveis e têm de ser punidos à luz do código de valores éticos e morais das sociedades actuais. Antigamente esse tipo de práticas como outras (tortura, escravidão, etc...) não era condenável nem punido. Daí eu entender que deve haver muito cuidado quando se apresentam argumentos do género "a homossexualidade deve ser aceite porque já os gregos e romanos a praticavam" ou, ainda, "a homossexualidade deve ser aceite porque é própria da natureza humana".

 

Quanto à última pergunta há que ter cuidado com as palavras, porque este é um ponto sensível. Eu não disse que os comportamentos homossexuais interferem com o meu bem-estar. Eu disse que certos comportamentos homossexuais interferem com o meu bem-estar. Por exemplo, ver em locais públicos dois homens a beijarem-se lascivamente causa-me repugnância. Confrontar-me com "avanços" de panascas (coisa que, felizmente, só me aconteceu por 2 ou 3 vezes) causa-me desconforto. Mesmo que eu saiba que, na maior parte dos casos, me basta dizer não.

 

 

mas ele já fala da pedofilia. isso era outra coisa diferente da homossexualidade, digamos, normal dos tempos gregos e romanos.

 

A pedofilia também era normal e aceite socialmente.

 

Err... Vejamos:

 

Se dizes que as pessoas não gostam nem comem m*rda porque isso é algo que não nos está na natureza, será permissível dizer-se que, se existem pessoas que gostam de levar na alheta, então é porque isso é algo que nos é natural, não?

 

Seria. Se os homens que gostam de levar na alheta não fossem minoria enquanto que não comer m*rda é unânime e não depende de épocas, de culturas ou de variações geográficas. O comportamento natural, na minha modesta opinião, é não gostar de levar na alheta. Quem gosta tem um comportamento desviante. Não chego ao ponto de o considerar anti-natura ou aberrante, mas é desviante. O que não é obrigatoriamente mau. Há comportamentos desviantes que devem ser incentivados e acarinhados. Aliás, os grandes progressos a nível científico ou artístico foram geralmente conduzidos por quem tinha comportammentos, pensamentos e modos de vida desviantes.

 

Tal como nem tudo o que é natural é bom, também nem tudo o que não é natural é mau.

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Esse tipo de actos naturais são condenáveis e têm de ser punidos à luz do código de valores éticos e morais das sociedades actuais. Antigamente esse tipo de práticas como outras (tortura, escravidão, etc...) não era condenável nem punido. Daí eu entender que deve haver muito cuidado quando se apresentam argumentos do género "a homossexualidade deve ser aceite porque já os gregos e romanos a praticavam" ou, ainda, "a homossexualidade deve ser aceite porque é própria da natureza humana".

 

Quanto à última pergunta há que ter cuidado com as palavras, porque este é um ponto sensível. Eu não disse que os comportamentos homossexuais interferem com o meu bem-estar. Eu disse que certos comportamentos homossexuais interferem com o meu bem-estar. Por exemplo, ver em locais públicos dois homens a beijarem-se lascivamente causa-me repugnância. Confrontar-me com "avanços" de panascas (coisa que, felizmente, só me aconteceu por 2 ou 3 vezes) causa-me desconforto. Mesmo que eu saiba que, na maior parte dos casos, me basta dizer não.

 

A pedofilia também era normal e aceite socialmente.

 

Seria. Se os homens que gostam de levar na alheta não fossem minoria enquanto que não comer m*rda é unânime e não depende de épocas, de culturas ou de variações geográficas. O comportamento natural, na minha modesta opinião, é não gostar de levar na alheta. Quem gosta tem um comportamento desviante. Não chego ao ponto de o considerar anti-natura ou aberrante, mas é desviante. O que não é obrigatoriamente mau. Há comportamentos desviantes que devem ser incentivados e acarinhados. Aliás, os grandes progressos a nível científico ou artístico foram geralmente conduzidos por quem tinha comportammentos, pensamentos e modos de vida desviantes.

 

Tal como nem tudo o que é natural é bom, também nem tudo o que não é natural é mau.

Sim, nem questiono o que tu dizes. É realmente necessário ter cuidado com os argumentos que se baseiam no passado. Até porque temos que ter em conta as evoluções sociais e psicológicas que a população foi sofrendo.

 

Oh Desc mas essa repulsa roça um pouco a homofobia. Mesmo que não intencional.

 

Eu gostava de saber porque a pedofilia é considerada uma doença. Acima de tudo é a procura da satisfação, mesmo que seja incorrecta e tenha que ser devidamente punível para que não haja comportamentos desse tipo.

 

Desviante? Se aplicares o termo desviante à normalidade entendo e apoio, senão...

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Sim, nem questiono o que tu dizes. É realmente necessário ter cuidado com os argumentos que se baseiam no passado. Até porque temos que ter em conta as evoluções sociais e psicológicas que a população foi sofrendo.

 

Oh Desc mas essa repulsa roça um pouco a homofobia. Mesmo que não intencional.

 

Eu gostava de saber porque a pedofilia é considerada uma doença. Acima de tudo é a procura da satisfação, mesmo que seja incorrecta e tenha que ser devidamente punível para que não haja comportamentos desse tipo.

 

Desviante? Se aplicares o termo desviante à normalidade entendo e apoio, senão...

 

Achas que sim? Imagino que dependerá do conceito de homofobia que cada um aplique. Para mim é isto:

 

homofobia

(homo[ssexual] + fobia)

s. f.

Repulsa ou preconceito contra a homossexualidade ou os homossexuais.

 

E aqui eu não me sinto enquadrado.

 

Outros aspectos interessantes seria discutir-se porque é que, entre todas as fobias, a homofobia é entendida como a única condenável. Se alguém se confessasse como sofrendo de claustrofobia ou aracnofobia era apoiado, ajudado, aconselhado... mas um homofóbico é logo rotulado como um ser desprezível. E, ainda, o facto de se admitir a existência de intencionalidade numa atitude homofóbica. Também deve ser a única fobia em que se parte do princípio que depende de uma escolha...

 

Quanto ao comportamento desviante, seja em relação à normalidade ou à naturalidade vai dar tudo ao mesmo. Pelo menos no plano em que eu o estou a discutir. Talvez queiras aprofundar para que eu perceba as diferenças.

Editado por Descartes

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Achas que sim? Imagino que dependerá do conceito de homofobia que cada um aplique. Para mim é isto:

 

homofobia

(homo[ssexual] + fobia)

s. f.

Repulsa ou preconceito contra a homossexualidade ou os homossexuais.

 

E aqui eu não me sinto enquadrado.

 

Outros aspectos interessantes seria discutir-se porque é que, entre todas as fobias, a homofobia é entendida como a única condenável. Se alguém se confessasse como sofrendo de claustrofobia ou aracnofobia era apoiado, ajudado, aconselhado... mas um homofóbico é logo rotulado como um ser desprezível. E, ainda, o facto de se admitir a existência de intencionalidade numa atitude homofóbica. Também deve ser a única fobia em que se parte do princípio que depende de uma escolha...

 

Quanto ao comportamento desviante, seja em relação à normalidade ou à naturalidade vai dar tudo ao mesmo. Pelo menos no plano em que eu o estou a discutir. Talvez queiras aprofundar para que eu perceba as diferenças.

Bom ponto de vista. Nunca tinha pensado nisso.

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Guest Schizo

O homem distancia-se do animal é verdade...

 

Mas gostava tanto que as vezes fosse mais parecido com o animal do que com o "homem"

 

:lol:

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Outros aspectos interessantes seria discutir-se porque é que, entre todas as fobias, a homofobia é entendida como a única condenável. Se alguém se confessasse como sofrendo de claustrofobia ou aracnofobia era apoiado, ajudado, aconselhado... mas um homofóbico é logo rotulado como um ser desprezível. E, ainda, o facto de se admitir a existência de intencionalidade numa atitude homofóbica. Também deve ser a única fobia em que se parte do princípio que depende de uma escolha...
Porque será Descartes, porque que será que quando te entusiasmas escorregas logo para o raciocínio falacioso? :lol:

 

Primeiro que nada, estás a comparar duas coisas muito diferentes, como tu bem sabes. Se foste ao dicionário hás-de ter reparado que a definição de homofobia é bastante diferente das restantes fobias como a que referiste, primeiro porque é utilizada na língua portuguesa num sentido diferente das restantes fobias, ou seja, quando se fala em homofobia não se fala em receio/medo patológico de sujeitos homossexuais, mas sim do preconceito ou aversão não irracional dos homossexuais. Segundo, porque, apesar de não me surpreender que existam destes casos, nunca conheci nenhum caso de alguém que sofresse de homofobia literal, ou seja, que sinta um medo ou receio irracional e patológico de sujeitos homossexuais.

É por isso que as pessoas reagem de forma diferente de alguém que entre em pânico quando vê uma aranha e de outra que acha que os homossexuais deviam ser marginalizados, como tu bem sabes Descartes.

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Achas que sim? Imagino que dependerá do conceito de homofobia que cada um aplique. Para mim é isto:

 

homofobia

(homo[ssexual] + fobia)

s. f.

Repulsa ou preconceito contra a homossexualidade ou os homossexuais.

 

E aqui eu não me sinto enquadrado.

 

Outros aspectos interessantes seria discutir-se porque é que, entre todas as fobias, a homofobia é entendida como a única condenável. Se alguém se confessasse como sofrendo de claustrofobia ou aracnofobia era apoiado, ajudado, aconselhado... mas um homofóbico é logo rotulado como um ser desprezível. E, ainda, o facto de se admitir a existência de intencionalidade numa atitude homofóbica. Também deve ser a única fobia em que se parte do princípio que depende de uma escolha...

 

Quanto ao comportamento desviante, seja em relação à normalidade ou à naturalidade vai dar tudo ao mesmo. Pelo menos no plano em que eu o estou a discutir. Talvez queiras aprofundar para que eu perceba as diferenças.

Sim depende do conceito que cada aplique. Eu acho que qualquer repulsa contra um acto homossexual é um princípio homofóbico.

 

Desc vá lá, nem tu acreditas nesse argumento que tu usas-te. Achas que se pode comparar a fobia a sítios fechados ou aranhas a uma opção sexual? E ainda por cima quando essa fobia traduz-se em actos violentos contra as pessoas que tem uma opção diferente da maioria das pessoas.

 

É natural haver gostos diferentes, pode é não ser normal porque a maioria prefere X a Y.

 

Porque será Descartes, porque que será que quando te entusiasmas escorregas logo para o raciocínio falacioso? :lol:

 

Primeiro que nada, estás a comparar duas coisas muito diferentes, como tu bem sabes. Se foste ao dicionário hás-de ter reparado que a definição de homofobia é bastante diferente das restantes fobias como a que referiste, primeiro porque é utilizada na língua portuguesa num sentido diferente das restantes fobias, ou seja, quando se fala em homofobia não se fala em receio/medo patológico de sujeitos homossexuais, mas sim do preconceito ou aversão não irracional dos homossexuais. Segundo, porque, apesar de não me surpreender que existam destes casos, nunca conheci nenhum caso de alguém que sofresse de homofobia literal, ou seja, que sinta um medo ou receio irracional e patológico de sujeitos homossexuais.

É por isso que as pessoas reagem de forma diferente de alguém que entre em pânico quando vê uma aranha e de outra que acha que os homossexuais deviam ser marginalizados, como tu bem sabes Descartes.

Bem eu já escrevi em relação a isto mas a minha resposta pode ser a do Fusão. É isto, e contínuo a pensar que nem tu te acreditas no argumento que empregas-te.

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Sendo assim, parece-me que o termo homofobia é mal utilizado...

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Guest Dennis The Menace

*continuo

*nem tu acreditas

*empregaste

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Agora dizem que não foi o Renato Seabra,o que não me acredito.

O C.Castro de certeza que lhe ofereceu algo la nos USA e ele foi atrás disso...De certeza que o interesse do C.Castro era outro e ele pumba,toma la morangos. :mrgreen:

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Agora dizem que não foi o Renato Seabra,o que não me acredito.

O C.Castro de certeza que lhe ofereceu algo la nos USA e ele foi atrás disso...De certeza que o interesse do C.Castro era outro e ele pumba,toma la morangos. :mrgreen:

Eles já estavam juntos há meses.

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Eles já estavam juntos há meses.

 

A mãe diz que ele não era panelei*o. E vem numa notícia em que ele dizia que não o era, e que só queria o dinheiro do velho.

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A mãe diz que ele não era panelei*o. E vem numa notícia em que ele dizia que não o era, e que só queria o dinheiro do velho.

Só sei o que vi, que foi os amigos do Carlos Castro a dizerem que ele já lhes tinha apresentado o jovem como companheiro e que estava muito entusiasmado com ele porque gostava muito dele. Isso da mãe dizer isso parece-me o mesmo que as mães dizem quando o filho é acusado de algo "o meu filho? nunca seria capaz disso!".

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A mãe diz que ele não era panelei*o. E vem numa notícia em que ele dizia que não o era, e que só queria o dinheiro do velho.

Tão era prostituto rabeta

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Em Cantanhede e na Faculdade, se há coisa que dizem é que ele não era maricas.

Pois, mas eu acredito mais nas acções que nas palavras, ainda por cima de "conhecidos". E as acções dele mostram o contrário.

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Só sei o que vi, que foi os amigos do Carlos Castro a dizerem que ele já lhes tinha apresentado o jovem como companheiro e que estava muito entusiasmado com ele porque gostava muito dele. Isso da mãe dizer isso parece-me o mesmo que as mães dizem quando o filho é acusado de algo "o meu filho? nunca seria capaz disso!".

A propria Portuguesa que se ia encontrar com eles no hotel referiu-se a ele como "companheiro" do Carlos Castro.

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Qual é a dúvida recebia € e viagens a troca de bem..não deve ter sido o primeiro rapaz que o Carlos Castro tenha "aliciado".

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Se todos "comessem e calem-se" com o que a ciência diz sobre alguns aspectos estávamos bem f*didos.

 

Parte de ser cientista envolve questionar as coisas que por vezes parecem um dado adquirido ou que o são ou foram.

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Pois, mas eu acredito mais nas acções que nas palavras, ainda por cima de "conhecidos". E as acções dele mostram o contrário.

 

Opá, tu acreditas no que quiseres. Eu tou-me a marimbar para se ele era ou não. Apenas estou a dizer o que me dizem pessoas que o conhecem, algumas desde puto. Ainda hoje fui ali ao estádio, para perguntar a um amigo do meu pai de Cantanhede como é que era a história. E ele voltou a dizer o que já me tinham dito ontem, que aquilo eram só gajas e que só o facto de ele querer vingar na moda é que o poderia ter feito sujeitar-se ao velho.

Editado por DV Bairrada

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Opá, tu acreditas no que quiseres. Eu tou-me a marimbar para se ele era ou não. Apenas estou a dizer o que me dizem pessoas que o conhecem, algumas desde puto. Ainda hoje fui ali ao estádio, para perguntar a um amigo do meu pai de Cantanhede como é que era a história. E ele voltou a dizer o que já me tinham dito ontem, que aquilo eram só gajas e que só o facto de ele querer vingar na moda é que o poderia ter feito sujeitar-se ao velho.

E tu acreditas no que quiseres também... Só que tu preferes acreditar no que pessoas dizem, e eu prefiro acreditar no que a própria pessoa faz. Se alguém tem um relacionamento com um homem é homossexual. Se recebe dinheiro por isso só faz dele prostituto ou acompanhante além disso.

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