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Cinema | Discussão Geral

Publicações recomendadas

Existe este e este.Sendo o ultimo o remake.

Eu sei, mas porque aconselhaste esse quando ele pediu por comédia?

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The Homecoming

 

Basicamente uma encenação integral da peça de teatro escrita por Harold Pinter, realizada por Peter Hall (que faleceu este mês), pai da Rebecca Hall.

 

Os seis atores têm boas interpretações, gostei particularmente do Paul Rogers, do Ian Holm e da Vivien Merchant.

 

Tem algumas cenas interessantes a nível de enquadramento da câmara e dos personagens, mas é o texto e as interpretações que carregam o filme.

 

A peça é estranha, críptica e fascinante, abordando a dinâmica entre homem e mulher, a família, o machismo, a misoginia, o intelectualismo, com uma constante inversão e reversão das posições dominantes.

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Vi o novo Kingsman, continua na senda do primeiro, mas apesar das americanisses, gostei mais deste. :handclap:

 

Também fui ver e por acaso senti o contrário, este teve demasiadas americanices. Preferi o primeiro.

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A Fábrica de Nada

Muito bom. Tem recebido muitas comparações com o "As Mil e Uma Noites" do Miguel Gomes, como ambos retratam a crise portuguesa, mas para mim este filme tem uma maior coesão e funciona melhor. E consegue evitar abordagens típicas nestes temas e não se ficar apenas pelo mostrar a realidade, há uma verdadeira tentativa de encontrar soluções, de o filme ter assim um certo propósito para além da mera exposição, achei isso muito interessante.

 

Doce, este é o filme para ti. Vais gostar.

Editado por frnk th tnk

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The Homecoming

 

Basicamente uma encenação integral da peça de teatro escrita por Harold Pinter, realizada por Peter Hall (que faleceu este mês), pai da Rebecca Hall.

 

Os seis atores têm boas interpretações, gostei particularmente do Paul Rogers, do Ian Holm e da Vivien Merchant.

 

Tem algumas cenas interessantes a nível de enquadramento da câmara e dos personagens, mas é o texto e as interpretações que carregam o filme.

 

A peça é estranha, críptica e fascinante, abordando a dinâmica entre homem e mulher, a família, o machismo, a misoginia, o intelectualismo, com uma constante inversão e reversão das posições dominantes.

E, a grande questão: afinal, quem é que regressa a casa?

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E, a grande questão: afinal, quem é que regressa a casa?

Por acaso essa questão não se materializou, na minha mente, quando li a peça. Acho que fiquei demasiado abananado pelo quão críptico e peculiar o texto é, mas depois de ler sobre a peça cruzei-me com esse aspeto, essa dualidade, deixando uma nota mental para tomar atenção quando visse o filme.

 

 

No filme a resposta a essa questão é mais definitiva, pois visualmente o final coloca a Ruth sentada na cadeira do Max, do patriarca; pelo que a inversão de papéis como que culmina, com a Ruth a ocupar o vazio deixado pela Jessie, mas numa posição verdadeiramente de matriarca, com o Teddy a ir embora e a Ruth a declarar, "Don't become a stranger", com o Joey sentado no chão aos seus pés, com o Max a sucumbir, ficando de joelhos ao seu lado, com o Sam prostrado e só o Lenny é que se mantém de pé, mas numa posição de subserviência depois de ter concedido a todos os desejos da Ruth. Ainda assim o filme termina com uma imagem por trás da cadeira (uma poltrona), pelo que a Ruth não é visível, estando completamente obscurecida pelas costas da cadeira; mantendo um pouco a dualidade de significado ou, pelo menos, evocando uma certa futilidade a respeito da luta daqueles personagens.

 

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Fui ver o "Mother!". Ainda não consegui digerir tudo. Tenho problemas de ansiedade e passei mesmo mal no cinema :lol: . Além de estar com os dedos em sangue de tanto os roer. Fez-me lembrar quando fui ver o "Melancholia".

 

As interpretações foram fantásticas, a realização incrível e o som foi do melhor que já ouvi. Quanto ao enredo, ainda estou a tentar juntar tudo e a formar uma teoria. Isto sem ter lido nada ainda.

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Pelos vistos o Joss Whedon vai também ser creditado como guionista no filme "Justice League", o que significa que teve mão na revisão de mais de um terço do guião, que até agora era atribuído ao Chris Terrio.

 

Em outras notícias, depois da saída do Colin Trevorrow, o J. J. Abrams vai escrever e realizar o episódio IX de 'Star Wars'... e o Chris Terrio também foi anunciado como novo guionista. :lol:

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Fui ver o "Mother!". Ainda não consegui digerir tudo. Tenho problemas de ansiedade e passei mesmo mal no cinema :lol: . Além de estar com os dedos em sangue de tanto os roer. Fez-me lembrar quando fui ver o "Melancholia".

 

As interpretações foram fantásticas, a realização incrível e o som foi do melhor que já ouvi. Quanto ao enredo, ainda estou a tentar juntar tudo e a formar uma teoria. Isto sem ter lido nada ainda.

Já conseguiste? Fui ver ontem e ainda não consegui. Mas adorei :mrgreen:

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The Man Who Laughs

 

O Conrad Veidt é fantástico no papel de Gwynplaine. Impressionante a emoção que ele consegue transmitir apesar da permanência daquele sorriso.

 

Naturalmente trata-se de uma adaptação concisa e simplista; em última análise diferindo em tom da obra do Victor Hugo.

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Good Time

Filmaço! A técnica e edição disto estão soberbas. Faz lembrar certos filmes americanos dos anos 60/70 e a maneira como capturavam o ambiente urbano. Papelaço do Pattinson. É uma pena que esteja em tão poucos cinemas. Ahh, e uma grande banda sonora do Oneohtrix Point Never. Muito entusiasmado com o futuro dos irmãos Safdie, estão a explorar a sua própria linguagem cinematográfica. É a primeira vez que conseguem um orçamento tão alto, muito por culpa de terem conseguido o Pattinson, que adorou o último filme deles, o Heaven Knows What. É um filme desconfortável, que nos mostra o lado escuro do ser humano, mas ao mesmo tempo, é um exercício de empatia. Por detrás de toda aquela camada de escuridão, há algo, uma luz, mas que é ofuscada quase constantemente por desejos, ganâncias. Uma bonita janela para uma realidade desagradável.

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It Conquered the World

 

Filme bem entretido de quão ridículo é, oferecendo boas risadas. O Lee Van Cleef e a Beverly Garland têm as melhores prestações. A Beverly Garland brilha na parte final, ao ponto de ter torcido por ela.

 

Invasion of the Body Snatchers

 

Considero que a história se desenrola demasiado rápido, especialmente tendo em conta a obra original do Jack Finney. No livro o declínio de Santa Mira é mais gradual e o mistério é trabalhado de uma forma mais morosa e satisfatória. Ainda assim muito bom filme.

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