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[Núcleo] Ligas de Futebol Não-Europeias

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A MLS já não é mesmo a liga dos reformados

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O avançado australiano chegou a acordo com o Al-Wahda, clube treinado pelo português José Peseiro.

 

Tim Cahill, de 35 anos, está a um pequeno passo de oficializar a transferência para o Al-Wahda, clube dos Emirados Árabes Unidos treinado pelo português José Peseiro. A notícia está a ser avançada pelo jornal "The National".

 

Cahill, que tem contrato com os norte-americanos do New York Red Bulls até junho de 2015, deverá transferir-se de imediato para o clube dos Emirados.

Editado por Diogo Peixoto

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não sei onde meter, mas Chile x EUA num amigável a jogar neste momento. 12' e já está 1-1 :lol:

os EUA têm lá uma quantidade de titulares, mas o Chile acho que só estão lá o Rojas e mais outro. E mesmo assim estão a jogar muito bem.

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O Benoit Cheyrou assinou pelo Toronto FC.

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Ah, bem visto. São irmãos :mrgreen:

 

Por acaso Cheyrou-me algo mal, aquele Benoit

Editado por kareca

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Toronto não vai ter limite de jogadores designados? Giovinco, Altidore, Cheyrou, Bradley e ainda têm outro brasileiro qualquer

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Famosa pelas 500 milhas, Indianapolis tem projeto ousado para novo estádio de futebol

 

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Indianapolis é uma cidade conhecida nos Estados Unidos pelo automobilismo, com as mundialmente conhecidas 500 milhas, e por ser a casa dos Colts, equipa de futebol americano, além dos Indiana Pacers, equipa da NBA. Só que há outro desporto que tem tido sucesso na cidade. Estamos a falar do futebol. O Indy Eleven joga na NASL, uma liga considerada a segunda divisão dos Estados Unidos (embora não haja descidas nem entradas). O sucesso do clube fez com que surgisse uma proposta de estádio para três desportos: futebol, futebol americano e lacrosse.

 

Na temporada 2014 da NASL, o Indy Eleven teve a maior média de público da liga com 10.465 pessoas por jogo. E o clube nem esteve grande coisa dentro de campo. No campeonato de primavera, foi o último entre os 10 participantes. No campeonato de outono, ficou em sétimo. Assim, não jogou os playoffs da competição. Um dos destaques da equipa é bastante conhecido. O médio Kleberson, ex-Atlético Paranaense e campeão do mundo pela seleção brasileira em 2002. Ele foi o melhor marcador da equipa, com oito golos marcados.

 

A ideia de fazer um estádio maior não é nova. A boa média de público, claro, acaba por ser um incentivo a mais. Foi feito um site para divulgar e promover o projeto do estádio que fala sobre o interesse da cidade no futebol. Diz que o clube foi o primeiro a esgotar todos os bilhetes em todos os jogos da temporada. “Indiana é um centro para o futebol no Centro-Oeste, com mais de 65 mil crianças registadas para jogar futebol, alguns do programas de liderança do futebol universitário, incluindo o campeão da NCAA, Indiana University, e Notre Dame, e uma produção de talentos que recentemente se destacou tanto na selecção masculina quanto na feminina, incluindo DaMarcus Beasley e Lauren Holiday.

 

O estádio, de 18.500 lugares, terá uma cobertura que abrigará a maior parte do público e terá um desenho parecido com o famoso Ninho de Pássaro, o palco mais importante das Olimpíadas de Pequim, em 2008. É a segunda proposta de estádio do clube, que tentou um outro projeto em 2014, antes mesmo de se estrear na liga, mas foi rejeitado. Um dos motivos é o financiamento público do estádio. O projeto atual é de 82 milhões de dólares, 5 milhões a menos que o projeto proposto no ano anterior.

 

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“A grande diferença deste ano para o ano passado – provavelmente porque não tivemos muito tempo e nós não nos tínhamos provado a nós mesmos – é que os legisladores não nos envolveram tanto na discussão. Este ano eles parecem estar a tentar encontrar soluções e a procurar melhores meios de fazê-lo”, disse o presidente do Indy Eleven, Peter Wilt.

 

Como o clube esgotou todos os bilhetes nos 14 jogos que fez em casa, o projeto ganha mais força.

 

 

http://trivela.uol.com.br/famosa-pelas-500-milhas-indianapolis-tem-projeto-ousado-para-novo-estadio-de-futebol/

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Comentador habitual de partidas da Major League Soccer na BTV, Luís Catarino aceitou o desafio de conversar sobre o presente e o futuro da competição. O jornalista desportivo não mostra receios em passar um atestado de qualidade à mais importante prova de clubes dos EUA, afirmando inclusive que se trata do “melhor campeonato do continente americano”.

 

Como começou a sua aventura profissional pela MLS? Já acompanhava o campeonato?

 

Era um espetador pontual da MLS antes de começar os comentários na BTV. Cheguei ao canal em agosto de 2013 e ainda comentei bastantes jogos da MLS desse ano. Sempre li muita informação sobre a competição, mas foi à medida que fazia os comentários na BTV que aprofundei conhecimentos e que comecei a ganhar o gosto pelo campeonato. Acho que, nesta temporada, foram muito mais os jogos bons a que assisti, do que os jogos maus. Isso é um bom sinal, ao contrário daquilo que acontecia com a liga brasileira, ali bem perto. Acho que, hoje, em termos de estímulo, de organização e de estrutura, a MLS dá 10 a 0 ao Brasileirão.

 

O que o surpreendeu mais na MLS?

 

Pela positiva, a atmosfera festiva que existe nos estádios. Pela negativa, talvez a grande carga de jogos a que os jogadores são submetidos. Tens uma temporada muito grande, desde março até dezembro. São deslocações de costa a costa nos EUA, que é um país bem maior do que o nosso ou do que qualquer outro país europeu, com a exceção da Rússia. Todas essas questões imprimem um grande desgaste a nível físico, e havendo esse desgaste, é pedido aos jogadores norte-americanos um grande trabalho ao nível da resistência. Hoje, no futebol norte-americano privilegia-se mais a questão do “super-atleta”, em termos físicos, e acho que isso deteriora um pouco o treino na vertente técnica. Gostaria de ver na MLS um treino mais dedicado ao futebol mais técnico. Neste momento, ainda é difícil para os jogadores mais tecnicistas emergirem, porque é muito privilegiado o jogo mais físico, o contato. Acho que isso tem muito a ver com o conceito do desporto norte-americano que adora o choque e o contato. Vamos ver como é a MLS vai evoluir. Existe pujança financeira, ainda que Don Garber, o Comissário Executivo da MLS, esteja a lutar por uma serenidade no controlo financeiro das contas dos clubes. Não entrar em loucuras nem em grandes gastos, para que os clubes tenham sustentabilidade no futuro, e para que não sejam cometidos os erros do passado, nomeadamente a questão da NASL.

 

Já tem um clube norte-americano preferido?

 

Respeito muito os Seattle Sounders por apresentarem uma média de espetadores acima dos 40 mil. Gosto também da cidade de Seattle, muitas bandas norte-americanas do grunge vieram daí. Tenho um particular apreço pelo Seattle, embora nesta temporada tenha gostado da forma como os FC Dallas jogavam. Gostava muito da velocidade imprimida pelos dois médios-ala, o Castillo e o Escobar. No Seattle também gostava na perspetiva da marcação à zona dos centrais do Marshall e do Scott, porque é uma vertente onde o futebol norte-americano ainda falha, na demasiada procura da marcação individual. O futuro da MLS também passa um pouco pela questão do treino. Trazer treinadores europeus que consigam implementar mais marcação à zona porque esse é um dos fatores decisivos para a evolução tática d futebol norte-americano. Acho que ainda existe demasiado protecionismo em termos da conservação dos treinadores norte-americanos na MLS.

 

A final da MLS 2014 foi seguida em todo o mundo por 2 milhões de espetadores, números que representam um aumento quase de 100% em relação à temporada anterior. Com a chegada de mais dois clubes, um deles com fortes ligações à Europa, acredita que 2015 será um ano de viragem no que diz respeito ao mediatismo da MLS?

 

Sim. Jogadores como o Lampard, o Villa e o Káká trazem obviamente muito mais carga mediática, e aproveita-se de certa forma o balanço da campanha no Campeonato do Mundo. Vamos ver como é que vai ser gerida essa situação da seleção norte-americana, na sua relação com a MLS. O caminho é num sentido positivo. Acho que gradualmente, e os registos estatísticos e financeiros têm sido favoráveis. Todos os anos existe evolução, tanto em termos de receitas televisivas, como na venda de merchandising de produtos associados aos clubes. A competição está a crescer. Se calhar não vai crescer ao ritmo que as pessoas esperam, mas a tendência é gradualmente positiva, e jogadores como o Lampard, o Káká ou o Villa, certamente vão dar um grande impulso, e se calhar não vamos ficar por aqui. A expansão é uma certeza, e isso é um sinal de vitalidade da MLS.

 

Debrucemo-nos agora sobre os campeões LA Galaxy. Poderá o abandono de Landon Donovan comprometer a hegemonia dos californianos e de Bruce Arena (3 campeonatos em 4 anos)?

 

É uma excelente questão. Tenho dúvidas, e vamos esperar pelo começo de 2015 para percebermos esse efeito. Os LA Galaxy souberam reagir à retirada do Beckham, mas ainda assim, contavam com o Donovan. O Keane, mesmo sendo o jogador mais valioso da temporada, consegue ser substituído por outro Jogador Designado, agora o Donovan tinha mais do que isso. Era um verdadeiro símbolo do futebol norte-americano e impunha muito respeito aos adversários.

 

A temporada de 2015 marca também a estreia de dois novos emblemas na MLS: o Orlando City Soccer Club e o New York City Football Club. O que devemos esperar deste alargamento?

 

Sobre o Orlando City Soccer Club, ainda só vi um jogo esta temporada. Acho que é uma equipa que pratica bom futebol. Não sei se isso será suficiente para conseguir uma série de resultados positivos na dimensão da MLS. Relativamente aos New York City Football Club, acho que vai ser extremamente empolgante o fato de jogarem no Yankee Stadium, pelo menos para já enquanto não têm o seu estádio próprio. Vai ser entusiasmante ter um clube verdadeiramente da cidade de Nova Iorque, mas obviamente que o plantel vai viver muito à base do Lampard e do Villa. Vão funcionar com uma espécie de eucalipto e sugar a qualidade toda.

 

Que argumentos utilizaria para convencer um adepto de futebol que não siga a MLS, a passar a fazê-lo?

 

Em primeiro lugar, tens sempre a garantia de jogos animados e com muita vivacidade. São equipas que nunca jogam para o empate, com tudo o que isso tem de bom e de mau. Por vezes falta-lhes alguma perspicácia para segurar os resultados, ainda lhes falta essa cultura de futebol europeu. De todos os jogos da MLS que eu fui comentando, na sua esmagadora maioria das vezes eram jogos empolgantes. Acho que ainda existe por parte das pessoas uma certa resistência ao futebol norte-americano. Há bons argumentos a favor da MLS, que é, na minha opinião, o melhor campeonato do continente americano, de longe.

 

Melhor do que o campeonato mexicano?

 

Em termos de relação qualidade técnica com o mediatismo e a envolvência, sim.

 

Então o que explica o domínio mexicano na Liga dos Campeões da CONCACAF? Desde o novo formato implementado em 2008/09, os vencedores foram todos oriundos do México, e apenas por uma vez um conjunto da MLS marcou presença na final.

 

Talvez falte alguma sagacidade. Primeiro, o teto salarial das equipas norte-americanas barra um pouco o crescimento dos clubes, ainda que existam questões positivas nessa limitação, porque as equipas criam mais sustentabilidade financeira e conseguem crescer de uma forma mais delineada. Comparativamente com os clubes do México, acho que o jogador mexicano tem mais ratice. Isso tem a ver com uma questão que eu defendo de forma acérrima que é a aposta no futebol de rua, que falta nos EUA. Por muitas condições que sejam criadas através das academias, a verdadeira capacidade técnica e criatividade são ganhas no futebol de rua, com campos de futebol de 5 mais inóspitos, espaços curtos, tentar encontrar soluções contra jogadores mais velhos. Num registo mais anárquico, o jogador é obrigado a crescer, seja por onde for. No México, o jogador é mais matreiro, no sentido positivo da palavra, e depois, ainda existe grande saúde financeira por parte do capital privado no campeonato.

 

Escolhas de Luís Catarino sobre a MLS 2014

 

Melhor Jogador: Robbie Keane

Melhor Jogador Jovem: Fabián Castillo

Equipa Sensação: New England Revolution

Equipa Desilusão: Toronto FC

Jogador Revelação: Kekuta Manneh

Jogador Desilusão: Eddie Johnson

Jogador Confirmação: João Plata

Melhor Treinador: Bruce Arena

 

Onze da temporada

 

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Citação do site "Maisfutebol"

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Sporting e Lagartos de Bambadinca na liderança

Sporting de Bissau e Lagartos de Bambadinca estão na frente do campeonato da Guiné-Bissau com 6 pontos.

A segunda jornada do campeonato ficou marcada por um duelo entre leões, o Sporting de Bissau venceu o Sporting de Bafatá, por 2-1, e os Lagartos de Bambadinca bateram o Portos por 1-0.

A grande surpresa foi a derrota do Benfica de Bissau frente ao recém-promovido São Domingos.

Os Lagartos e o Sporting de Bissau têm mais dois pontos do que o Nuno Tristão de Bula, campeão em título.

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Ao menos que estejam em 1º em alguma coisa.

 

e logo com duas equipas em primeiro

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O Paulo Renato está a treinar à experiência no San Jose EarthQuakes.

 

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Quando começa a MLS? E qual a(s) melhor(es) equipa(s) para acompanhar?

 

Começa em Março e as melhores equipas para acompanhares deverão ser: Seattle Sounders, Fc Dallas, LA Galaxy, NY Red Bulls e os Salt Lake.

 

Depois tens os NY City que vão ter o Villa a brincar com aquilo

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6 de Março, LA Galaxy vs Chicago Fire.

 

Isso depende. Não estou assim tão por dentro, mas os La Galaxy e os Seattle Sounders são as melhores equipas, à partida, apesar de os primeiros terem perdido o Donovan, continua lá o Deus Keane. NY Red Bulls perderam Henry e Cahill, vamos ver como reagem. Chicago Fire, depois de uma época decepcionate, foram buscar o Maloney ao Wigan. Depois temos as novas equipas. New York City, com o Villa a liderar e mais tarde chega o Lampard, e Orlando City com o Kaká.

 

Ah, e o Toronto FC, com as entradas do Giovinco e Altidore, também pode ser uma equipa a ter em conta.

 

 

Postámos praticamente ao mesmo tempo. :mrgreen:

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:mrgreen:

 

Esqueci-me de Toronto, sem duvida uma das equipas com melhor plantel.

Editado por Quintero

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