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Quando o código do trabalho não protege o empregado, está tudo dito. Rever aquilo é que é uma chatice.

ACT com isso, FabioK, e boa sorte.

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Só ainda não fiz nada porque estava a ver se eles pagavam o resto que falta, mas já passou uma semana desde que supostamente era para ficar tudo regularizado.

 

Para além disso o ambiente não é nada famoso e o meu contrato só acaba dia 2 de Abril e tenho um certo receio que se fizer queixas deles as coisas piorem até lá :doubt:

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Só ainda não fiz nada porque estava a ver se eles pagavam o resto que falta, mas já passou uma semana desde que supostamente era para ficar tudo regularizado.

 

Para além disso o ambiente não é nada famoso e o meu contrato só acaba dia 2 de Abril e tenho um certo receio que se fizer queixas deles as coisas piorem até lá :doubt:

Se já te queixaste e eles não fazem nada, avança com isso. Provavelmente, eles estão na esperança que tu não te mexas por essas exatas razões.

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Não está disponível, o que era?

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http://p3.publico.pt/node/19684?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+P3rss+%28P3+Geral%29

 

Proprietários decidiram encerrar actividade da Work4u depois das primeiras diligências da ACT. Mas a “marca” é apenas uma fachada de um negócio maior envolvendo cursos duvidosos e o recurso ilegal a estagiários. “Fortes indícios de fraude” devem levar o caso até ao Ministério Público

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“Aceitamos condições como a da Work4u por desespero”

 

"Marca" que oferecia estagiários de borla e à experiência já fechou portas. Quantas pessoas foram já lesadas pela Work4u ninguém sabe. O P3 falou com Joana Fernandes. O "desespero" por um lugar no mercado de trabalho quase a fez cair na teia

 

Fez 200 quilómetros para comparecer numa entrevista de emprego que era afinal um processo de selecção para possíveis entrevistas de emprego futuras. Para ter acesso a elas, teria de pagar 30 euros e, caso fosse seleccionada, mais 30. O anúncio de “estágio remunerado” na área de Design de Moda ao qual respondeu não tinha afinal remuneração para além de 200 euros mensais para alimentação e transporte — valor variável consoante a vontade da empresa. Joana Fernandes bateu a porta. Mas só no dia seguinte, ao cruzar-se com a denúncia feita pela plataforma Ganhem Vergonha, percebeu o que tinha vivido nas instalações da Work4u.

 

Joana é apenas uma entre os muitos candidatos a emprego que passaram pela Work4u, uma “marca” por detrás de um negócio maior que envolve duas empresas e uma associação, todas geridas pelos mesmos empresários. A actividade da Work4u foi entretanto encerrada, mas o que está por detrás desta “fachada” é algo maior.

 

Para a jovem algarvia de 25 anos este seria já o quarto estágio num período de um ano. É licenciada em Design de Moda e Têxtil e mestre em Design de Vestuário e Têxtil. Nunca teve um emprego remunerado, não conhece um contrato de trabalho. Nem através dos estágios do Instituto de Emprego e Formação Profissional conseguiu ainda um lugar. “Hoje em dia é difícil encontrar o primeiro emprego”, lamenta. Por que razão se sujeitam tantas pessoas à precariedade? “Aceitamos condições como a da Work4u por desespero.”

 

O contacto com o projecto começou no primeiro dia do mês de Fevereiro. Joana lembra-se dos passos detalhadamente. Respondeu online a um anúncio “urgente” de “estágio remunerado” para “prestigiada empresa cliente na área de Design de Moda” e o “feedback” foi quase imediato. Uma funcionária da Work4u contactou-a por telefone e sugeriu-lhe uma entrevista no número 96 da rua Bartolomeu Dias, em Lisboa, para o dia 3. Tinha de levar um currículo e 30 euros para a inscrição na Work4u. Para que empresa estava exactamente a concorrer? Recusaram responder.

 

Apesar de o pai ter achado “estranho” o pedido de um pagamento, Joana Fernandes decidiu arriscar. Viajou do Algarve até à capital. “Cheguei à morada que me deram e deparei-me com um centro de formação de nome Ibérica.” O local onde decorreu a entrevista era “uma sala de formação de medicina ou algo do género”, descreve.

 

Só quando a entrevistadora perguntou para que vaga estava a concorrer é que a ficha caiu completamente: “Não estava na empresa de Design de Moda.” Explicaram-lhe que aquele era um processo de selecção antes da entrevista com a empresa. Primeira desilusão. Mas havia mais: o “estágio remunerado” tinha, afinal, apenas um vencimento de 200 euros para transporte e alimentação — e este valor podia até ser outro, mais baixo. Como, aliás, se percebia no anúncio que deu início à polémica: “É a empresa que define o valor mensal de apoio.”

 

“Disse-me que o estágio seria extra-curricular e que assim são todos os estágios que realizam”, recorda Joana. Mas, como refere a Ganhem Vergonha num resumo do caso que fez na plataforma: “Apesar de muitas vezes referenciado em anúncios, estágio extra-curricular é um tipo de vínculo que não está previsto em nenhuma lei e que é inventado por muitos empregadores.”

 

Joana ainda não tinha desistido. De que “empresa prestigiada” se tratava afinal, insistiu. Recusaram-se a dizer. Saiu das instalações da Ibérica com um sabor amargo. Ainda vacilou, mas o facto de estar deslocada de casa tornava inviável mudar-se para Lisboa a receber 200 euros. “Ponderei porque trabalhar na área é o que qualquer jovem licenciado ou mestre pretende”, admite. “Muitas pessoas aceitam por acharem que pode ser a única oportunidade. Preferem realizar este tipo de estágios sem condições algumas a estar paradas.”

http://p3.publico.pt/actualidade/economia/19689/aceitamos-condicoes-como-da-work4u-por-desespero

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Guest trz

Eles continuam a publicar anúncios..

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Fui para o fundo de desemprego agora no inicio de Fevereiro mas decidi concorrer a um anuncio, fui chamado a entrevista e a empresa propôs um contrato de 1 mês, (porque não tenho experiência na nova área) agora a questão é, e depois do' mês'?

existe 3 opções,

podem propor algo para mim, renovação e, espero, aumento de salário ou não propor nada ou eu não aceitar (dependendo das condições)

o problema é que, no caso de eu não aceitar posso ficar sem o fundo o que seria chato no futuro :facepalm: mas também é chato eles fazerem uma proposta de salário mínimo e eu ser obrigado a aceitar :facepalm:

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Tenho novidades em relação ao estágio IEFP: A directora de recursos humanos da empresa, disse-me que o meu processo já passou para uma " nova fase" e que estão a tentar acelerar o processo, uma vez que o IEFP está a despachar bastantes processos. Não sei até que ponto isto é verdade ou não.

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Guest trz

Há quanto tempo estás à espera?

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Eu estou à espera há quase 4 meses e nada. Mas, afinal de contas, as empresas ou pressão que estas possam exercer, têm influência na celeridade do processo?

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Não. O meu demorou 3 meses.. e isso agora está mais atrasado porque houve este filme todo com o Orçamento de Estado. Pelo menos foi o que disseram à minha maria no centro de Emprego.

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Pelo menos foi o que me informaram, o senhor da empresa de recrutamento (tipo Randstad) que está a tratar do meu processo disse-me na semana passada que tinha a indicação de que o estágio seria aprovado em duas/três semanas no máximo.

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Parece que algures em outubro acabou a verba (?) disponível para os estágios IEFP. Com a aprovação do Orçamento de Estado devem começar a despachar em catadupa, um amigo meu está à espera desde inícios de novembro e já lhe disseram que até ao final do mês deve ter os papéis.

Editado por kaRam

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Eu sou do Porto, dizem que é dos serviços IEFP mais lentos. Mas Deus queira que seja assim, que já ando a desesperar.

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