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Citação de Hammerfall, há 9 minutos:

Basicamente é isso. Isto na escolinha dos grupos de 5 onde trabalhava 1 ou 2 e os outros ficavam a espera de se safar na apresentação do trabalho é diferente do que numa empresa, digo eu. O patrão não é burro nenhum e sabe os recursos humanos que tem ao seu dispôr.

O que é que uma coisa tem a ver com a outra?

TU és um funcionário 5 estrelas, és o melhor da tua equipa, cumpres a 100% o que deves cumprir.

Alguém fez m*rda, quer porque se atrasou, quer porque planeou mal os prazos. Tu não te dispões a fazer horas extras porque a) a culpa não é tua e b) interfere com o funcionamento normal da tua vida. Chegas ao fim do mês e quem é promovido é o Zé Nabo que decidiu lamber um bocado o cú, ou decidiu que o dinheiro a mais dava jeitou, ou que as férias que iriam ser compensadas iam calhar bem. Tu, que foste correto em todas as situações, simplesmente ficas para trás.

As horas extras (mais uma vez, continuadas, regulares, causadas por erros de outros) são erradas a todos os niveis. Desvirtuam a visão do mérito dos trabalhadores, são um abuso aos trabalhadores e permitem que a empresa continue a funcionar quando o normal seria contratar novos colaboradores, nem que fosse por periodos mais curtos de tempo. 

Do lado dos trabalhadores, usar isso para subir posições é errado. É parvo suportar isso só para poder ter no CV que trabalhou numa big4.

Enfim.

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Jasus, que história recambulesca. Onde é que isto já vai.

E a conclusão final é mesmo cinco estrelas.

  • Concordo! 1

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Citação de Bashir, há 1 minuto:

O que é que uma coisa tem a ver com a outra?

TU és um funcionário 5 estrelas, és o melhor da tua equipa, cumpres a 100% o que deves cumprir.

Alguém fez m*rda, quer porque se atrasou, quer porque planeou mal os prazos. Tu não te dispões a fazer horas extras porque a) a culpa não é tua e b) interfere com o funcionamento normal da tua vida. Chegas ao fim do mês e quem é promovido é o Zé Nabo que decidiu lamber um bocado o cú, ou decidiu que o dinheiro a mais dava jeitou, ou que as férias que iriam ser compensadas iam calhar bem. Tu, que foste correto em todas as situações, simplesmente ficas para trás.

As horas extras (mais uma vez, continuadas, regulares, causadas por erros de outros) são erradas a todos os niveis. Desvirtuam a visão do mérito dos trabalhadores, são um abuso aos trabalhadores e permitem que a empresa continue a funcionar quando o normal seria contratar novos colaboradores, nem que fosse por periodos mais curtos de tempo. 

Do lado dos trabalhadores, usar isso para subir posições é errado. É parvo suportar isso só para poder ter no CV que trabalhou numa big4.

Enfim.

Quando isto acontece, é fazer as malas e por-se na alheta. Se és bom, vais arranjar trabalho. Quem fica a arder é o meco que preferiu promover um ch*pa pilas sem skills nenhumas.

E quando disse aquilo, foi imediatamente ao ler o quote, houve depois uma catrafada de coisas que foram ditas depois e não li,  que concordo.

Apenas defendo a ideia que, dando o exemplo do @w0, se for preciso trabalhar mais do que o que me é pedido, seja para cumprir prazos ou para se adiantar alguma coisa para se concentrar noutra mais importante, trabalha-se. Acho que nessas situações, é importante sermos abnegados, mostra o teu lado professional. O exemplo que deste é o outro extremo da balança, imo.

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Citação de Elvis, há 3 minutos:

Jasus, que história recambulesca. Onde é que isto já vai.

E a conclusão final é mesmo cinco estrelas.

Porreiro.

Citação de Hammerfall, há 1 minuto:

Quando isto acontece, é fazer as malas e por-se na alheta. Se és bom, vais arranjar trabalho. Quem fica a arder é o meco que preferiu promover um ch*pa pilas sem skills nenhumas.

E quando disse aquilo, foi imediatamente ao ler o quote, houve depois uma catrafada de coisas que foram ditas depois e não li,  que concordo.

Apenas defendo a ideia que, dando o exemplo do @w0, se for preciso trabalhar mais do que o que me é pedido, seja para cumprir prazos ou para se adiantar alguma coisa para se concentrar noutra mais importante, trabalha-se. Acho que nessas situações, é importante sermos abnegados, mostra o teu lado professional. O exemplo que deste é o outro extremo da balança, imo.

Certo, eu peguei no teu post para desenvolver um bocado o que penso sobre este assunto.

O primeiro páragrafo é onde eu quero chegar. Se os bons profissionais não cederem, mais cedo ou mais tarde o paradigma muda e quem cede é a empresa. Mas há mais maus profissionais do que bons, e os bons por fincarem o pé ás vezes é que passam por alguem que não quer trabalhar.

Quanto ao exemplo do w0, provavelmente foi mal estimado. Ou então não, mas fazer dois meios dias não é exagerado, e é um evento único, onde lançaram a app. É diferente de horas extras continuadas e regulares. Se calhar podiam ter sido evitadas, mas não é por aí.

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Visitante

Já eu daquilo que são quase 10 anos dr experiencia é que quanto mais pequena a empress mais horas fazes porque os recursos ou sao limitados ou fracos. Ainda no outro dia tive de ir eu desenhar um site porque os designers que lá estao percebem tanto de UX/UI como o meu cao. Isto para dizer que muitas vezes as horas nao sao para subir our outra porra qualquer que nao seja garantir que recebes o ordenado que e algo que nao e garantido e uma realidade pela qual ja passei nesta agencia e em todas praticamente (da mais internacional à mais local)

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Falando na área de IT. O que vejo é que os miúdos que saem agora da faculdade vêm com uma ideia de que o trabalho é fácil.

O Júnior que está a trabalhar em conjunto comigo, não sabe coisas básicas que me estão a tirar do sério.

Tenho trabalhado pelos dois, mas já avisei o meu chefe, porque isto não é normal. Claro que o processo de recrutamento na minha empresa, neste momento é praticamente inexistente e mesmo que o pessoal mais sénior já tenha chamado a atenção para isso, cagam-nos na cabeça. O que interessa é contratar e depois não se investe na formação de quem entra.

Alguém que sai da faculdade e que não sabe aplicar sequer o CamelCase e que tem um nível de inglês que até miúdos de 10 anos lhe dão coça, não é normal.

E depois a atitude que ele tem é incrível. Não sabe fazer nada, mas eu explico-lhe alguma coisa e  o que sai da boca dele é: "Isso é fácil!". Passadas duas horas está-me a perguntar como se faz.

Quanto ao que se vem discutindo aqui.

Eu estive quase dois anos num cliente que tinha prazos e um ambiente péssimo. Corri quase todos os projetos deles e era uma espécie de bombeiro. Cheguei a ter semanas em que trabalhava 60/70 horas, sem contar com as noites sem dormir para acompanhar processos e a ajudar o suporte. Penso que era o @Solero que trabalhava lá também, embora num projeto mais calmo e muito mais bem gerido (pelo menos enquanto lá estive). Obviamente que o esforço que fiz nesses quase dois anos não foi devidamente recompensado imediatamente. No entanto, nesses dois anos tive dois aumentos salariais razoáveis e o cliente decidiu dar-me um prémio monetário, quando vim embora, pelo meu esforço (que não compensaram, de todo, o mal que fiz a mim mesmo e as coisas de que me privei para conseguir ter sempre as coisas prontas a tempo porque a equipa consistia apenas e só numa pessoa, quando deviam ser pelos menos três).

É verdade que aprendi muito lá, principalmente no que toca à área de negócio em que aquela empresa se insere e que me deu bases para o desafio que tive de seguida. Desafio esse que não se assemelhava em nada ao que tinha encontrado no primeiro cliente em que estive alocado. O ambiente e a organização eram a roçar a perfeição. Nunca tínhamos que trabalhar até mais tarde e conseguíamos sair muitas vezes mais cedo.

O meu desafio passa agora por organizar este novo projeto dessa forma, se bem que preciso urgentemente de pessoas competentes para adicionar à equipa.

Portanto, é verdade que o esforço às vezes compensa. Pode não compensar no curto prazo, mas compensará no longo prazo, se as pessoas que estão acima de ti souberem avaliar como deve ser. Isto é o ponto chave.

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Visitante

Em Portugal, se vais confiar num juízo de valor a longo prazo das pessoas que estão acima de ti, vais passar mal na maioria das vezes. Eu acho que cada um tem a sua experiência, e o que faz sentido numa empresa pode não fazer sentido noutra. Mas uma coisa é certa, quantas mais pessoas se deixarem sujeitar às horas extra indiscriminadas, mais normalizados esses tipos de hábitos se tornarão, e mais difícil ficará para as pessoas que simplesmente querem dar um trabalho de qualidade nas 8h que passam na empresa e que preferem ir à sua vida no final do dia. Sendo que eu trabalho numas 3 ou 4 coisas em simultâneo, sinto-me logo a ser f*dido quando me vêm com o "ah e tal, mas às vezes tem de ser ..."

 

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Citação de ElliotReid13, há 10 minutos:

Em Portugal, se vais confiar num juízo de valor a longo prazo das pessoas que estão acima de ti, vais passar mal na maioria das vezes. Eu acho que cada um tem a sua experiência, e o que faz sentido numa empresa pode não fazer sentido noutra. Mas uma coisa é certa, quantas mais pessoas se deixarem sujeitar às horas extra indiscriminadas, mais normalizados esses tipos de hábitos se tornarão, e mais difícil ficará para as pessoas que simplesmente querem dar um trabalho de qualidade nas 8h que passam na empresa e que preferem ir à sua vida no final do dia. Sendo que eu trabalho numas 3 ou 4 coisas em simultâneo, sinto-me logo a ser f*dido quando me vêm com o "ah e tal, mas às vezes tem de ser ..."

 

 

Podem fechar. é isto, basicamente é o tem de ser da parte das empresas, e o tem de ser da parte das pessoas porque precisam daquilo, nalguns casos com idades mais avançadas ou com familia, empréstimos, wtv

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Citação de ElliotReid13, há 1 hora:

Em Portugal, se vais confiar num juízo de valor a longo prazo das pessoas que estão acima de ti, vais passar mal na maioria das vezes. Eu acho que cada um tem a sua experiência, e o que faz sentido numa empresa pode não fazer sentido noutra. Mas uma coisa é certa, quantas mais pessoas se deixarem sujeitar às horas extra indiscriminadas, mais normalizados esses tipos de hábitos se tornarão, e mais difícil ficará para as pessoas que simplesmente querem dar um trabalho de qualidade nas 8h que passam na empresa e que preferem ir à sua vida no final do dia. Sendo que eu trabalho numas 3 ou 4 coisas em simultâneo, sinto-me logo a ser f*dido quando me vêm com o "ah e tal, mas às vezes tem de ser ..."

 

É por isto que as entidades empregadoras adoram Portugal... pessoas altamente qualificidades, pagas a preço de bananas importadas da Colômbia, e trabalhadoras até cairem pro lado... mas verdade seja dita, muitos de nós faz isso por brio profissional e porque somos ambicioso. Mas depois, os “altos cargos”, são preenchidos por meia dúzia de otários que tiraram curso na Católica e se chamam Tomás ou Martín, que nada sabem do modos operandi da empresa.... a meritocracia aqui é quase nula....

 

PS - Desculpa aos Martins e Tomás que tiraram curso na Católica e andam por aqui.....

Editado por HIM
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Citação de Sumudica by Night, há 10 minutos:

Que software/ferramentas usam no vosso local de trabalho (gestão de tarefas, eventos, time tracking, etc)?

Boostnote para gerir tarefas, cliente de email para gerir reuniões/wtv (no meu caso emClient), time tracking uso o relógio do pc

Pessoal, é normal quando se estão a candidatar para uma empresa pedirem 3 referências de colegas com quem trabalharam?

 

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Citação de Sumudica by Night, há 23 minutos:

Que software/ferramentas usam no vosso local de trabalho (gestão de tarefas, eventos, time tracking, etc)?

JIRA.

 

Citação de Solero, há 11 minutos:

Boostnote para gerir tarefas, cliente de email para gerir reuniões/wtv (no meu caso emClient), time tracking uso o relógio do pc

Pessoal, é normal quando se estão a candidatar para uma empresa pedirem 3 referências de colegas com quem trabalharam?

 

Nunca me aconteceu.

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Citação de HIM, há 12 minutos:

É por isto que as entidades empregadoras adoram Portugal... pessoas altamente qualificidades, pagas a preço de bananas importadas da Colômbia, e trabalhadoras até cairem pro lado... mas verdade seja dita, muitos de nós faz isso por brio profissional e porque somos ambicioso. Mas depois, os “altos cargos”, são preenchidos por meia dúzia de otários que tiraram curso na Católica e se chamam Tomás ou Martín, que nada sabem do modos operandi da empresa.... a meritocracia aqui é quase nula....

 

 PS - Desculpa aos Martins e Tomás que tiraram curso na Católica e andam por aqui.....

epa

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Citação de HIM, há 15 minutos:

É por isto que as entidades empregadoras adoram Portugal... pessoas altamente qualificidades, pagas a preço de bananas importadas da Colômbia, e trabalhadoras até cairem pro lado... mas verdade seja dita, muitos de nós faz isso por brio profissional e porque somos ambicioso. Mas depois, os “altos cargos”, são preenchidos por meia dúzia de otários que tiraram curso na Católica e se chamam Tomás ou Martín, que nada sabem do modos operandi da empresa.... a meritocracia aqui é quase nula....

 

PS - Desculpa aos Martins e Tomás que tiraram curso na Católica e andam por aqui.....

Foste logo quotar um LOL

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.

Editado por HIM

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Aqui temos um portal proprio e usamos o TFS também, estão ligados.

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Citação de w0, há 18 horas:

Belo tema. A malta aqui fez um esforço para lançar a tempo a versão beta (btw, já está disponível). Anyway. Estamos agora a tentar decidir como compensar o esforço que todos fizeram (e não estou a falar de terem ficado todos os dias a fazer 12h ou 14h por dia). Fizeram 2 sábados até meio da tarde, acho. E fizeram-no porque perceberam que era preciso sem ninguém pedir para.

Para  os 'mais novos' estamos a pensar no passe do Alive. Mas os 2 mais seniores, um f.d.s nas pousadas pestana para eles e o SO. Alguém tem ideias?

Tenho a ideia que a empresa não será (ainda) assim tão grande para que não possam oferecer algo individual. A mim, por exemplo, se me desses o pass para o Alive cagava de alto nisso mas tenho colegas na mesma posição que eu que iriam dar esse valor, por exemplo. Acho que podes tentar meter um budget limite e, a partir daí, individualizar as ofertas a cada um consoante aquilo que sabem ser os gostos de cada um

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Citação de HIM, há 38 minutos:

É por isto que as entidades empregadoras adoram Portugal... pessoas altamente qualificidades, pagas a preço de bananas importadas da Colômbia, e trabalhadoras até cairem pro lado... mas verdade seja dita, muitos de nós faz isso por brio profissional e porque somos ambicioso. Mas depois, os “altos cargos”, são preenchidos por meia dúzia de otários que tiraram curso na Católica e se chamam Tomás ou Martín, que nada sabem do modos operandi da empresa.... a meritocracia aqui é quase nula....

 

PS - Desculpa aos Martins e Tomás que tiraram curso na Católica e andam por aqui.....

lulz

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Visitante
Citação de Elvis, há 1 hora:

Foste logo quotar um LOL

Não sou Tomás nem Martim, e está bem perceptível que ele não fala da Católica pela Catolica, mas pelos betos com conexões 

Editado por Visitante

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Citação de ElliotReid13, há 11 minutos:

Não sou Tomás nem Martim, e está bem perceptível que ele não fala da Católica pela Catolica, mas pelos betos com conexões 

Nem mais 😉

Editado por HIM

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Citação de Elvis, há 11 horas:

🤣 

Adoro. Que post espectacular. Acordei, li isto e fiquei feliz. Obrigado Mayday.

 

Partner, como ainda estás no escritório, podes só puxar o autoclismo que eu fui o ultimo a cagar e acho que me esqueci. Obrigado, partner. 

Citação de Modulor, há 1 hora:

lulz

E... temos o nosso primeiro Martim.

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Citação de Mayday, há 36 minutos:

 

E... temos o nosso primeiro Martim.

Noup. Achei mesmo rizivel só. Generalizações são sempre perigosas, mas como acho que o @HIM sabe disso, afirmar uma coisa daquelas, daqueles modo, só se for com uma boa dose de ironia.

Que seja uma cena ridícula e a mudar? Concordo. Que existe a potes? Existe. Mas o que não falta para aí são “altos cargos” geridos por Tozés que estudaram debaixo do chaparro e apanharam a carroça certa e continuam sem perceber um boi da coisa. 

A conversa pega-se um bocado com o que já se falou aqui há uns tempos. Este tique de bater e dizer que a culpa está em tudo o está plantado na linha do estoril ou usa lacoste é um bocado de quem só quer pensar as coisas pela rama. 

Ps: o meu nome cheira a subúrbio, onde nasci e cresci.  

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Citação de Mayday, há 41 minutos:

Partner, como ainda estás no escritório, podes só puxar o autoclismo que eu fui o ultimo a cagar e acho que me esqueci. Obrigado, partner. 

E... temos o nosso primeiro Martim.

Mais depressa te oferecia um contrato para seres o palhacito aqui do sítio, para subir o mood da malta. Mas não sei se conseguirias controlar a ansiedade. 😟

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Citação de JohnyM, há 2 horas:

Tenho a ideia que a empresa não será (ainda) assim tão grande para que não possam oferecer algo individual. A mim, por exemplo, se me desses o pass para o Alive cagava de alto nisso mas tenho colegas na mesma posição que eu que iriam dar esse valor, por exemplo. Acho que podes tentar meter um budget limite e, a partir daí, individualizar as ofertas a cada um consoante aquilo que sabem ser os gostos de cada um

Concordo.

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Citação de ElliotReid13, há 5 horas:

Em Portugal, se vais confiar num juízo de valor a longo prazo das pessoas que estão acima de ti, vais passar mal na maioria das vezes. Eu acho que cada um tem a sua experiência, e o que faz sentido numa empresa pode não fazer sentido noutra. Mas uma coisa é certa, quantas mais pessoas se deixarem sujeitar às horas extra indiscriminadas, mais normalizados esses tipos de hábitos se tornarão, e mais difícil ficará para as pessoas que simplesmente querem dar um trabalho de qualidade nas 8h que passam na empresa e que preferem ir à sua vida no final do dia. Sendo que eu trabalho numas 3 ou 4 coisas em simultâneo, sinto-me logo a ser f*dido quando me vêm com o "ah e tal, mas às vezes tem de ser ..."

 

não é por ser portugal

é q n há ngm q pense nas outras pessoas sem q elas sejam mt importantes

duvido q o meu chefe vá para casa pensar "epá aquele gajo fez bue cenas hj, excelente trabalho", ou que vá refletir no trabalho q tenho feito nos últimos 6 meses e concluir que tenho feito um bom trabalho. e duvido que vá para casa pensar nos meus interesses e objetivos para o futuro. ninguém pensa nas outras pessoas, os patrões também não

além disso, quanto maior é a "diferença de capacidades" entre ti e um colega teu, mais dificil é distinguir aqueles q trabalham mais do que os q trabalham menos. quando estás há procura de casas, o preço das melhores casas baixam se tiverem à sua volta caixas mt piores. Com o trabalho é a mesma coisa. o teu valor descer com o valor do teu colega. e se o teu valor aumenta o valor da equipa, é o valor da equipa que é aumentado, não é o teu. "Boa equipa, bom trabalho". Além de que se começares a destacar-te muito, os teus "achievements" vão ser minimizados por outros. É o chamado "crayfish syndrome". Por isso, a ideia de que "Epá se eu trabalhar mt vou ser recompensado" é errada.

E depois temos o facto mais importante. Apesar de sermos todos capitalistas na sociedade, no trabalho somos todos comunistas. "From each according to his ability, to each according to his need.". O zé do lado passa a vida a jogar a liga fantasy, tu és a pessoa q toda a gente vai para resolver um problema. O zé foi o criador da lista do amigo secreto no natal e o gajo a que toda a gente convida para beber uns copos depois do trabalho, tu és quem toda a gente confia numa crise e o que ajudou o chefe numa situação que podia ter prejudicado a empresa. Well, guess what, o zé recebe o mesmo que tu

posto isto, concluo q o esforço e a recompensa no trabalho é um conceito inventado pela sociedade e que não existe.

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