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Mister Master

Infantário CMPT

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Eu comprava logo um Ferrari para não me sobrar nenhum e precisar de subsidio.

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Citação de whatever, há 17 horas:

Mais ainda? Não te chegam os benefícios em sede de IRS, por exemplo? E a decisão de ter um filho é tua, não é do Estado, que absurdo é este de terem de ser os contribuintes a pagarem a roupa e a cadeira do carro do teu filho?

No meu caso não chegou, este ano recebi (eu e a mulher) 100% do que deduzi no IRS 650€. (Não recebi nada que não tivesse doado para lá). Não é pagar, é ajudar a pagar! e não é em café ou discoteca, é roupa e cadeira para um filho.

Espero que tenhas o mesmo raciocínio quando vês dinheiro teu ('contribuinte') a ser gasto em m*rda muito menos importantes.

 

Citação de Ghelthon, há 17 horas:

Anteriormente destacaste a frase "alguns apoios do Estado", isso para mim é algo geral. É evidente que nunca um apoio será específico para roupa ou para carrinhos.

A ideia que falei era tipo algo como o cheque dentista. Um vale de um determinado valor para ser gasto em lojas do género. Como falamos em cima, em certos locais são vales/dinheiro e gastas do que achas melhor.

 

Citação de RoMbA, há 17 horas:

Por mim o apoio devia ser no abono. Para se ter um bebé é claro que se tem de pensar em todos os encargos que se irá ter. 

É claro que deixei de ter certos "luxos" mas é a vida. Não me arrependo de nada. Ver aquele sorriso, assim do nada, não tem preço ❤️

Sim mas como te disse em cima, fazes contas para um e sai dois, como fazes? que remedio tens que te desenrrascar, em vez de comprares 5 brinquedos compras 4 mas é praticamente tudo a dobrar, não é como tens filhos com 1 ano de diferença que em termos de roupa serve, por ex.

 

Citação de Mafia_SCP, há 13 horas:

Onde noto mais é que agora é raro comprar roupa ou sapatilhas para mim, só se estiver mesmo a precisar. Também quando vou ao shopping ando sempre atrás dele, nem consigo ver nada, ele já não quer andar no carrinho, diz que é para os bebés ?

Sim, por acaso também não sou muito de comprar muita roupa mas, em 14/15 meses de vida delas, devo ter gasto uns 100/150€ em roupa para mim e para a minha mulher.

 

Citação de Jimpo, há 11 horas:

As creches é que deveriam ser comparticipadas pelo estado. Ninguém tem culpa de não ter os avós disponíveis para guardar as crianças, sendo que faz parte do desenvolvimento da criança e tem outros benefícios (sociabilidade, aprendizagem de regras, viver em comunidade, até mesmo o facto de estarem mais sujeitos a doenças estimula o sistema imunitário) 

(...)

Para quem nascer agora já vão ter creche grátis. Boa medida! (Pena não ser abrangido!?)

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Citação de Mafia_SCP, há 23 horas:

Se for um subsidio de fraldas e fores gastar no café a beber uns copos, é lá contigo. Se acho correcto? Óbvio que não

Exato, não tenho de controlar se o vizinho está desempregado e consegue sustentar o bmw.

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Citação de RoMbA, há 18 horas:

A sorte é que a creche agora é gratuita até ao primeiro ano de idade. 

Eu ainda gostava de perceber ao certo como funciona isto...

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Citação de kareca, há 8 minutos:

Exato, não tenho de controlar se o vizinho está desempregado e consegue sustentar o bmw.

7WTykfnaXDSLUL43pZ00OPEAkcN8qQe6SW5CoJeE

Editado por Adriano17

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Sobre o preço dos leites, basicamente dependendo do leite também o sítio onde é mais barato varia. Houve uma altura em que a pediatra desconfiava que o meu puto tinha intolerância à proteína do leite, então andavamos a dar-lhe Nestlé Althera (na Wells, 23€ cada lata de 400g...). Felizmente, encontrei uma farmácia em Carnaxide, mesmo perto do trabalho, que vendia cada lata a pouco mais de 14€. Foi uma diferença tão grande que acabei por comprar latas que me sobraram e agora estão ali no armário ?

Depois ele mudou para o Nutriben Expert Pro e também esse encontrei uma farmácia em Alfragide que vendia uns 4 ou 5€ abaixo do preço dos supermercados.

Agora entretanto já passou para o leite 2, mas de qualquer forma ele não gosta de leite. Só bebe um biberão de manhã (ou tenta-se... normalmente bebe metade e o resto vai para papa), de resto come sopa e fruta ao almoço, iogurte ao lanche e novamente sopa ao jantar.

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Citação de Adriano17, há 39 minutos:

No meu caso não chegou, este ano recebi (eu e a mulher) 100% do que deduzi no IRS 650€. (Não recebi nada que não tivesse doado para lá). Não é pagar, é ajudar a pagar! e não é em café ou discoteca, é roupa e cadeira para um filho.

Então mas se não chegou isso é um problema das tuas finanças pessoais. Ter um filho é uma opção de vida, não é uma necessidade absoluta como ter acesso a cuidados de saúde, educação e segurança.

E em relação ao IRS estava a referir-me ao facto que existem tabelas para quem tem filhos e quem não tem que naturalmente são mais vantajosas (ou menos penalizadoras, vá) para quem tem filhos.

 

Citação de Ghelthon, há 18 horas:

Anteriormente destacaste a frase "alguns apoios do Estado", isso para mim é algo geral. É evidente que nunca um apoio será específico para roupa ou para carrinhos.

A questão é essa mesmo, já há alguns apoios do Estado e não me parece que a solução para um país de baixos salários seja tentar suprir esse défice através de subsídios estatais mais ou menos discricionários.

E para além disso sinceramente gostava de saber da eficácia destas medidas de apoio financeiro no aumento da natalidade.

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Citação de whatever, há 8 minutos:

Então mas se não chegou isso é um problema das tuas finanças pessoais. Ter um filho é uma opção de vida, não é uma necessidade absoluta como ter acesso a cuidados de saúde, educação e segurança.

E em relação ao IRS estava a referir-me ao facto que existem tabelas para quem tem filhos e quem não tem que naturalmente são mais vantajosas (ou menos penalizadoras, vá) para quem tem filhos.(...)

Acho que não percebeste o meu ponto de vista mas tudo bem, também não vai mudar nada.

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Citação de Adriano17, há 32 minutos:

7WTykfnaXDSLUL43pZ00OPEAkcN8qQe6SW5CoJeE

Para quem se queixa de ter gastado 1000€ por ter filho, estás com moral.

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Citação de whatever, há 14 minutos:

E para além disso sinceramente gostava de saber da eficácia destas medidas de apoio financeiro no aumento da natalidade.

Desconheço, estou a falar de cor, claro. Não tenho filhos, mas quero ter e, felizmente, tenho todas as condições para isso sem necessitar de ajudas estatais. No entanto, imagino que seja um factor importante para casais com orçamentos mais apertados.

De resto, concordo absolutamente que alguém que queira ter filhos deve, ANTES, pensar se terá capacidade financeira para os criar convenientemente. Pelo menos para mim não faria grande sentido pensar em ter filhos sabendo de antemão que isso iria lixar completamente as minhas finanças e que não iria conseguir dar uma qualidade de vida decente ao meu filho, e/ou precisar sempre de ajudas externas.

Editado por Ghelthon

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Citação de kareca, há 1 minuto:

Para quem se queixa de ter gastado 1000€ por ter filho, estás com moral.

não percebi.

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Citação de Adriano17, há 2 minutos:

Acho que não percebeste o meu ponto de vista mas tudo bem, também não vai mudar nada.

O teu ponto de vista é que existem despesas específicas com uma criança que caso não fosses pai não existiriam, logo o Estado, o dinheiro dos contribuintes, devia chegar-se à frente. Mas lá está, esse género de despesas são consequência da tua decisão de vida para o qual já existe todo uma série de benefícios, subsídios e abonos.

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Citação de Ghelthon, Agora:

Desconheço, estou a falar de cor, claro. Não tenho filhos, mas quero ter e, felizmente, tenho todas as condições para isso sem necessitar de ajudas estatais.

No entanto, imagino que seja um factor importante para casais com orçamentos mais apertados. De resto, concordo absolutamente que alguém que queira ter filhos deve, ANTES, pensar se terá capacidade financeira para os criar convenientemente. Pelo menos para mim não faria grande sentido pensar em ter filhos sabendo de antemão que isso iria completamente as minhas finanças e que não iria conseguir dar uma qualidade de vida decente ao meu filho, e/ou precisar sempre de ajudas externas.

Tens ou achas que tens? E se nascem 2? ou até 3, tens?

Citação de whatever, Agora:

O teu ponto de vista é que existem despesas específicas com uma criança que caso não fosses pai não existiriam, logo o Estado, o dinheiro dos contribuintes, devia chegar-se à frente. Mas lá está, esse género de despesas são consequência da tua decisão de vida para o qual já existe todo uma série de benefícios, subsídios e abonos.

Como existem outros apoios para outras coisas muito menos importantes.

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Citação de Adriano17, Agora:

Tens ou achas que tens? E se nascem 2? ou até 3, tens?

Tenho.

E os filhos não são a COVID, não se tem um filho por alguém espirrar em cima. Claro que se corre sempre o risco de saírem gémeos, mas felizmente tenho capacidade para isso, como digo.

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Citação de Ghelthon, há 1 minuto:

Tenho.

E os filhos não são a COVID, não se tem um filho por alguém espirrar em cima. Claro que se corre sempre o risco de saírem gémeos, mas felizmente tenho capacidade para isso, como digo.

'Graças a deus' então.

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Citação de Adriano17, há 1 minuto:

'Graças a deus' então.

É graças a mim que trabalho para isso, Deus não se mete nisso. ?

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Citação de Adriano17, há 3 minutos:

Tens ou achas que tens? E se nascem 2? ou até 3, tens?

Como existem outros apoios para outras coisas muito menos importantes.

Essa conversa do "coisas muito menos importante" já me está a parecer tirada de café. A solução para o problema de haver subsídios para "coisas muito menos importantes" não é haver mais subsídios para outras coisas, como os tais apoios que achas que devem haver, que não são essenciais.

Citação de Ghelthon, há 4 minutos:

Desconheço, estou a falar de cor, claro. Não tenho filhos, mas quero ter e, felizmente, tenho todas as condições para isso sem necessitar de ajudas estatais. No entanto, imagino que seja um factor importante para casais com orçamentos mais apertados.

Do que já li sobre o assunto retiro este parágrafo que acho que pode ser elucidativo:

Citação

Several evaluations suggest that policies that provide financial support to families or paid leave at the time of childbirth have a positive, but rather limited, impact in fertility. Of all the policies introduced over the years, provision of childcare services appears to be the most effective in encouraging families to have children and women to remain in the workforce.

https://www.un.org/en/development/desa/population/events/pdf/expert/24/Policy_Briefs/PB_France.pdf

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Citação de whatever, há 1 minuto:

Do que já li sobre o assunto retiro este parágrafo que acho que pode ser elucidativo:

https://www.un.org/en/development/desa/population/events/pdf/expert/24/Policy_Briefs/PB_France.pdf

Certo, mas eu estava a referir-me a apoios no geral, no qual um cheque podia ser apenas um deles. Claro que ter educação gratuita (incluindo creches) é super importante também.

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Citação de Ghelthon, há 1 hora:

Certo, mas eu estava a referir-me a apoios no geral, no qual um cheque podia ser apenas um deles. Claro que ter educação gratuita (incluindo creches) é super importante também.

Diria que mais do que ser gratuita ou ter um custo indexado, seria importante existir mais oferta. Não me parece fazer sentido teres de pré inscrever uma criança na creche quando estás grávida de 3 meses como disseram aqui, ou a minha irmã que no caso dela a minha sobrinha só ia entrar na creche em Janeiro e para segurar o lugar dela começou a pagar a creche em Setembro.

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Não acho que o Estado precise de dar mais benefícios. Como foi referido já há mecanismos discricionários como o pagar menos impostos sobre o rendimento.

Acho no entanto que não haver uma rede escolar para suportar a educação dos filhos até aos 3 anos (pré-escolar), provavelmente devido ao histórico de que antigamente deixavam nos avós (inclusive eu), não faz sentido.
Nas creches públicas, pelo menos tendo em conta a realidado do Porto, são poucas e apresentam mensalidades absurdas porque para o Estado alguém que ganhe acima de 1500€ brutos entra na categorização de rico. Talvez dependa de cidade, pq às pessoas que conheço não apresentaram os tais 190€ de teto máximo para ir para uma creche pública, apresentaram uma mensalidade tão ou mais alta do que os melhores privados do Porto (mais perto do 500€).

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Citação de Ego Sum, há 33 minutos:

Não acho que o Estado precise de dar mais benefícios. Como foi referido já há mecanismos discricionários como o pagar menos impostos sobre o rendimento.

Acho no entanto que não haver uma rede escolar para suportar a educação dos filhos até aos 3 anos (pré-escolar), provavelmente devido ao histórico de que antigamente deixavam nos avós (inclusive eu), não faz sentido.
Nas creches públicas, pelo menos tendo em conta a realidado do Porto, são poucas e apresentam mensalidades absurdas porque para o Estado alguém que ganhe acima de 1500€ brutos entra na categorização de rico. Talvez dependa de cidade, pq às pessoas que conheço não apresentaram os tais 190€ de teto máximo para ir para uma creche pública, apresentaram uma mensalidade tão ou mais alta do que os melhores privados do Porto (mais perto do 500€).

Fui eu que falei nos 190 de teto máximo, o meu anda numa ipss e pensava que era igual em todas, pelos vistos pelo que disseram aqui numa ipss a pagar 300euros, não sei se existe teto máximo em todas mas de valores diferentes ou como funciona isso. Mas dos valores que vejo aqui no fórum, afinal as creches daqui até são baratas, é preciso é arranjar vaga.

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Sim, o valor varia consoante a zona do país. Em Lisboa, salvo erro, ronda os 350€ o teto máximo. Mas não arranjei vagas :c

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Citação de xicantonio, há 7 minutos:

Não tenho nem quero ter mas querem que vos ajude a ter? Está bem. 

Tendo em conta que vão ser os nossos filhos a pagar a tua reforma, sim. ?

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Citação de verY, há 28 minutos:

Tendo em conta que vão ser os nossos filhos a pagar a tua reforma, sim. ?

Pensava que era o meu trabalho. Sendo assim acho que me despeço já.

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