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andriy pereplyotkin

Ensino Superior - A Entrada, a Estadia, o Adeus

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Precisava urgentemente de melhorar o meu nível de inglês. Estou mal, diria num A2. Que sugestões têm para progredir o mais rápido possível?

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Citação de Simeone, Em 08/08/2023 at 20:01:

Mestre em Direito Forense 

Abri o tópico e foi o primeiro post que vi.

Parabéns! Fiquei curioso para saber mais... Direito forense é o quê? Para miúdos sff :mrgreen:

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Citação de neymar17, há 54 minutos:

Precisava urgentemente de melhorar o meu nível de inglês. Estou mal, diria num A2. Que sugestões têm para progredir o mais rápido possível?

Ir passar uma temporada a um pais q fale ingles.

Duolingo

Aquelas escolas q certificam tipo Clifton College, Oxford etc.

Consumir séries legendadas em ingles e parar quando n perceberes e ires procurar o significado.

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Citação de Dominator, há 34 minutos:

Abri o tópico e foi o primeiro post que vi.

Parabéns! Fiquei curioso para saber mais... Direito forense é o quê? Para miúdos sff :mrgreen:

Provavelmente menos interessante do que estás a ver. Tem a ver com o que é do foro dos tribunais, sendo mais virado para o contencioso. É sobretudo à base de processo penal e processo civil.

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Citação de neymar17, há 3 horas:

Precisava urgentemente de melhorar o meu nível de inglês. Estou mal, diria num A2. Que sugestões têm para progredir o mais rápido possível?

 

Citação de Bashir, há 2 horas:

Ir passar uma temporada a um pais q fale ingles.

Duolingo

Aquelas escolas q certificam tipo Clifton College, Oxford etc.

Consumir séries legendadas em ingles e parar quando n perceberes e ires procurar o significado.

A isto, adicionar mais 2 coisas que parecem super simples: jogar os jogos em inglês e ler. Ler, ler, ler

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Conversar na língua é muito importante. Só assim deixas de pensar em portugues e traduzir.

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Os ‘pais-helicóptero’ já chegaram à universidade

Juventude Professores universitários queixam-se de uma interferência cada vez maior de pais na vida académica dos estudantes. Especialistas alertam para a progressiva diminuição da autonomia e aumento da imaturidade dos jovens

Na semana passada, a coordenadora da licenciatura em Ciências da Comunicação da Universidade Nova de Lisboa mandou aos 383 estudantes do curso um e-mail taxativo: “Mensagens enviadas por pais de alunos não terão resposta.” O objetivo foi travar a interferência das famílias na vida académica dos jovens, que Marisa Torres da Silva garante ser cada vez maior. “Os contactos por parte de pais, que antes não existiam, estão a tornar-se comuns. Os exemplos sucedem-se. O pai de uma aluna mandou um e-mail a refilar por causa de uma nota. Outro queixou-se a todos os órgãos da faculdade porque a filha não tinha vaga numa disciplina opcional. Uma mãe escreveu a reclamar por não ter sido dada equivalência ao filho numa determinada cadeira”, enumera. Perante a multiplicação dos casos, a professora optou agora por impor limites à comunicação. “Sentimos necessidade de deixar claro que, por princípio, não respondemos a pais. Os alunos são maiores de idade e não devem ser infantilizados. Não alinhamos numa dinâmica que contribua para lhes retirar autonomia e maturidade.”

A situação repete-se noutras instituições de ensino superior. Luís António Santos, professor da Universidade do Minho, nota que a tendência acentuou-se, sobretudo, depois da pandemia. “Houve pais que entraram em contacto comigo porque estavam preocupados com o bem-estar dos filhos. A mãe de uma aluna queria saber se podíamos promover convívios para facilitar a construção de amizades entre os colegas de turma porque a filha não tinha amigos. Outros estão apreensivos com a empregabilidade e perguntam-nos que tipo de atividades devem incentivar os filhos a fazer para se tornarem mais distintivos e terem mais facilidade de conseguir um emprego no futuro”, exemplifica.

O aumento da presença dos pais parece proporcional à diminuição da maturidade dos jovens, notada nos últimos anos por muitos professores universitários. “Sinto que uma grande parte tem um nível de maturidade mais próximo de adolescentes de 15 anos do que daquele que seria de esperar em alunos do ensino superior. São irrequietos nas aulas e estão sempre a meter-se uns com os outros. Dizem-me ‘ó professor, ela fez-me isto ou fez-me aquilo’ e eu penso: ‘Caramba, isto parece o liceu!’”

Em muitas instituições de ensino superior, os funcionários dos serviços administrativos são, frequentemente, os primeiros a ter de lidar com as famílias dos estudantes. E começa logo no período de matrículas. “Hoje, grande parte dos jovens vem fazer a inscrição na faculdade na companhia dos pais, que insistem em ajudar na matrícula e em participar na sessão de boas-vindas aos alunos. Explicamos-lhes que não faz sentido e pedimos que aguardem numa sala à parte, que tivemos necessidade de reservar apenas para pais”, conta Sílvia José, diretora dos Serviços de Gestão do Ensino do ISCTE.

Ao longo do ano letivo, não são raras as vezes em que pais se deslocam à secretaria para fazer todo o tipo de reclamações ou saber informações sobre as notas dos filhos — incluindo no caso de finalistas de licenciatura. “Os funcionários têm orientação para não dar essas informações, até porque, legalmente, estamos impedidos de o fazer, uma vez que os jovens são maiores de idade. Mas há pais que reagem mal e ficam muito zangados”, diz.

Nos últimos anos, Sílvia José tem constatado igualmente uma diminuição da autonomia dos estudantes, até para tratar das coisas mais simples, e um aumento da sua imaturidade. Em muitos casos, não só não ficam envergonhados pela presença dos pais, como se sentem mais confortáveis e seguros na sua companhia. E parecem ter menor capacidade de tomar decisões, de lidar com o imprevisto ou a adversidade, diz. “Este ano, o sistema informático esteve em baixo durante algum tempo e houve jovens que começaram a chorar porque não conseguiam inscrever-se. É aflitivo. Eu só pensava no que lhes vai acontecer quando entrarem no mercado de trabalho. Faz-nos pensar que tipo de geração estamos nós a criar.

Prolongamento da adolescência

A tendência para um envolvimento cada vez maior dos pais em todos os aspetos da vida dos filhos não é de agora. Aliás, o conceito de ‘pais-helicóptero’, que descreve um estilo de parentalidade hiperprotetor, em que os pais estão sempre a ‘pairar’ sobre os filhos, tentando acompanhá-los e protegê-los em tudo, foi criado na década de 1990 e generalizou-se sobretudo a partir dos anos 2000. A diferença é que costumava aplicar-se a pais de crianças. Só que as crianças de então estão agora no ensino superior e, com elas, os ‘pais-helicóptero’ chegaram à universidade.

“Há uma relação quase umbilical que se perpetua no tempo. Esta tendência, que resulta de um maior investimento afetivo nos filhos, vem de trás, mas está mais disseminada do que nunca”, diz a socióloga Lia Pappamikail, investigadora do Observatório Permanente da Juventude da Universidade de Lisboa. O envolvimento parental na vida escolar tem aumentado nas últimas décadas, à medida que cresceu a importância social atribuída às qualificações e que foi subindo a habilitação média dos pais. “As famílias, sobretudo as mais favorecidas, sentem uma grande ansiedade em relação ao futuro dos filhos. Querem dar-lhes todas as condições para que possam singrar, o que por vezes as leva a ultrapassar o que seria normal no que diz respeito à sua proteção, criando-se uma dependência recíproca, não apenas dos filhos em relação aos pais, mas também dos pais em relação aos filhos.”

O acompanhamento parental até idades cada vez mais tardias tem-se notado ao longo dos anos em diferentes indicadores. Por exemplo, dados do Censos 2021 revelam que 52% dos alunos até aos 18 anos vão para a escola à boleia dos pais, quando antes era comum irem sozinhos logo no 2º ciclo. E a idade média de saída de casa da família tem subido. Atualmente, mais de metade dos jovens (54,4%) até aos 34 anos vive com os progenitores e as razões não são apenas económicas, frisa a socióloga Maria João Valente Rosa. “A forma como vivemos a família é algo que culturalmente nos diferencia e que partilhamos com outros países da Europa do Sul”, explica.

À medida que diminuiu o número de filhos, aumentou muito o investimento emocional em cada criança e criou-se uma tendência para um “prolongamento da adolescência e um retardamento da entrada na vida adulta”, adianta Valente Rosa. E houve como que um recuo nas fases da vida. Se os 30 são os novos 20, os 20 são os novos 15. E a licenciatura — encurtada para três anos com o Processo de Bolonha — passou mentalmente a equivaler ao liceu. “A própria universidade começou a infantilizar os estudantes, uma vez que, apesar de terem mais de 18 anos, há um controlo permanente das presenças e, em muitos casos, a classificação final é afetada pelas faltas”, diz a socióloga Teresa Seabra.

Mas a infantilização torna os jovens menos autónomos e capazes de lidar com os desafios próprios do crescimento, alertam os especialistas. “Níveis exagerados de controlo parental traduzem-se, inevitavelmente, numa maior imaturidade, que os deixa menos preparados para lidar com a vida”, salienta o psiquiatra Daniel Sampaio, um dos precursores da Terapia Familiar em Portugal. E questiona: “Se não são treinados para tratar dos seus próprios assuntos, o que vai acontecer depois do curso? Vão levar os pais para o emprego?”

 

https://leitor.expresso.pt/semanario/semanario2663/html/primeiro-caderno/sociedade/os-pais-helicoptero-ja-chegaram-a-universidade

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Até é rápido. Ou melhor, não é tão lento como parece. Em 25 minutos despachei isso ontem. 

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Citação de lucho^, há 1 minuto:

Até é rápido. Ou melhor, não é tão lento como parece. Em 25 minutos despachei isso ontem. 

Eu já fiz 4x e só 1 delas é que consegui preencher o formulário e mesmo assim deu erro

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Citação de Robe, há 1 minuto:

Eu já fiz 4x e só 1 delas é que consegui preencher o formulário e mesmo assim deu erro

Qual é o principal problema? É que a meu ver foi tudo bastante intuitivo, aquilo preenchia automaticamente a maioria dos dados. 

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Citação de lucho^, Agora:

Qual é o principal problema? É que a meu ver foi tudo bastante intuitivo, aquilo preenchia automaticamente a maioria dos dados. 

3x erro na página e na única vez que consegui preencher o formulário, apareceu uma mensagem no final a dizer para repetir o processo

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Citação de Roland, há 2 horas:

Fds, to velho, não me qualifico, doutor @António @costa, faça alguma coisa

Já com o IRS jovem foi igual

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Citação de Kenny Omega, Em 23/02/2024 at 17:00:

As pós-graduações não contam? 

Não, só mesmo as licenciaturas e mestrado. ("os jovens licenciados e que concluíram o mestrado ou o mestrado-integrado têm de possuir até 35 anos “)

Editado por DValente_
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Para conseguir uma vaga é tranquilo ou é uma cena muito lixada ? Ou depende para onde me candidate ?

Vou-me candidatar para o IEES (antigo IESF) que fica situado em Fafe, é uma universidade privada. Hoje recebi a nota das avaliações e tive média de 14. 19 na entrevista, 14 no CV profissional e escolar e 10 na prova de Português. Tenho receio que seja uma media baixa, até porque não estou ciente dessa questão que eu fiz acima sobre as vagas. 

Não sei se a questão de ser privada e as propinas ser mais caras também pode ajudar e haver mais vagas.

Pensei mesmo que a prova de Português me tivesse corrido melhor sinceramente. Nem ainda tive a acesso ao que acertei e errei.

Editado por BrunoCardoso

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Citação de BrunoCardoso, há 2 horas:

Para conseguir uma vaga é tranquilo ou é uma cena muito lixada ? Ou depende para onde me candidate ?

Vou-me candidatar para o IEES (antigo IESF) que fica situado em Fafe, é uma universidade privada. Hoje recebi a nota das avaliações e tive média de 14. 19 na entrevista, 14 no CV profissional e escolar e 10 na prova de Português. Tenho receio que seja uma media baixa, até porque não estou ciente dessa questão que eu fiz acima sobre as vagas. 

Não sei se a questão de ser privada e as propinas ser mais caras também pode ajudar e haver mais vagas.

Pensei mesmo que a prova de Português me tivesse corrido melhor sinceramente. Nem ainda tive a acesso ao que acertei e errei.

A média ser boa ou má depende da Universidade que pretendes e do curso.

https://www.dges.gov.pt/guias/

Vê esse site. Consegues ver as media do ano passado e as vagas.

Ps: no meu tempo era possivel ter acesso a correcção do exame na secretaria da escola. Tinhas era de pagar.

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Citação de Tiago1921, há 3 horas:

A média ser boa ou má depende da Universidade que pretendes e do curso.

https://www.dges.gov.pt/guias/

Vê esse site. Consegues ver as media do ano passado e as vagas.

Ps: no meu tempo era possivel ter acesso a correcção do exame na secretaria da escola. Tinhas era de pagar.

Só consegui ver as vagas.

Eu vou entrar no concurso para maiores de 23 anos.

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Isso depende das vagas disponibilizadas para +23 que a universidade definiu. Pode ser uma, duas, três... Tens de te informar.

Isto nas públicas, nas privadas não sei como funcionará.

Mas a nota do teu exame poderá condicionar a tua seleção. Boa sorte.

Editado por Alonso.
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Citação de Alonso., há 15 minutos:

 

Mas a nota do teu exame poderá por condicionar a tua seleção. Boa sorte.

Esqueci-me de responder a esta parte mas o Alonso ja o fez.

No fundo a nota de entrada é calculada por uma formula em que ha notas (normalmente as que fazes exame) que tem um "peso" maior do que outras.

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Citação de BrunoCardoso, há 16 horas:

Só consegui ver as vagas.

Eu vou entrar no concurso para maiores de 23 anos.

Porque não fazer uma chamada para a faculdade em questão a colocar essas questões?

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Citação de Rumpas, há 26 minutos:

Porque não fazer uma chamada para a faculdade em questão a colocar essas questões?

Sim, tens razão, fi-lo hoje, só me falaram que havia vagas, até agora só uma pessoa foi aprovada, e para me candidatar. Não sei se é por ser privada que não divulgam.

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Citação de BrunoCardoso, Em 25/06/2024 at 15:02:

Sim, tens razão, fi-lo hoje, só me falaram que havia vagas, até agora só uma pessoa foi aprovada, e para me candidatar. Não sei se é por ser privada que não divulgam.

Acho que podes colocar várias alternativas de cursos por ordem de preferência, se não entrares na primeira escolhas, entras no segunda e assim sucessivamente. 

Caso não entres naquela que pretendias, mais vale ficares um ano fora e tentar para o próximo. E ires as aulas de preparação dos exames +23 que normalmente as UNI fornecem aos alunos.

Só se conseguires pedir transferência entre cursos mas não sei isso aplica-se aos +23 e se é possível. 

Editado por Alonso.

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