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Black Hawk

Sporting - Futebol

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Para mim o denominador comum antes de ser o Abel é mesmo o Sporting, mas enfim. De resto já se sabe que isto do futebol é tudo uma realidade paralela, se algum de nós mandasse os nossos superiores hierárquicos para aqui e para acolá sabe bem que na manhã seguinte estava no centro de emprego.

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Para mim o denominador comum antes de ser o Abel é mesmo o Sporting, mas enfim. De resto já se sabe que isto do futebol é tudo uma realidade paralela, se algum de nós mandasse os nossos superiores hierárquicos para aqui e para acolá sabe bem que na manhã seguinte estava no centro de emprego.

Nisso também tens razão Whetever. Veremos como as coisas correm até final da época, espero que não surjam mais casos e a direcção veja o que é melhor.

 

Falando no próximo jogo, cheira-me que vamos ter Slimani e Montero na frente. Acho que o LJ neste momento já não tira o Sli da equipa, tem estado em destaque e até favorece o futebol que o treinador tem pretendido nos últimos jogos.

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Para mim o denominador comum antes de ser o Abel é mesmo o Sporting, mas enfim. De resto já se sabe que isto do futebol é tudo uma realidade paralela, se algum de nós mandasse os nossos superiores hierárquicos para aqui e para acolá sabe bem que na manhã seguinte estava no centro de emprego.

 

Sem dúvida. Mas eu, se fosse dono de uma empresa e um dos supervisores acumulasse casos destes, iria querer apurar a origem destes focos de indisciplina. Talvez o supervisor não seja a pessoa apropriada para o cargo...

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Quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro, mas isto já não são juvenis, a partir do momento em que têm contrato acabou a escolinha e não pode haver desculpa para faltarem ao respeito a quem quer que seja da equipa técnica. Até porque se ninguém parece achar o Abel um treinador relevante, também acho que ninguém acredita que o homem ande a tratar mal os jogadores às escondidas de toda a gente.

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Sem dúvida. Mas eu, se fosse dono de uma empresa e um dos supervisores acumulasse casos destes, iria querer apurar a origem destes focos de indisciplina. Talvez o supervisor não seja a pessoa apropriada para o cargo...

Era aqui que queria chegar.

 

Quem está no convento é que sabe o que lá vai dentro, mas isto já não são juvenis, a partir do momento em que têm contrato acabou a escolinha e não pode haver desculpa para faltarem ao respeito a quem quer que seja da equipa técnica. Até porque se ninguém parece achar o Abel um treinador relevante, também acho que ninguém acredita que o homem ande a tratar mal os jogadores às escondidas de toda a gente.

Não é tratar mal, mas estou a pensar, por exemplo, em meter um jogador no banco sem lhe explicar o porquê.

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Que três :lol:

 

----------------

 

Quanto à questão Abel vs putos, quem quer que tenha razão, só quero é os interesses do Sporting em primeiro lugar, não os de a, b ou c.

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Não é que discorde de ti mas os jogadores têm de ser postos no lugar e se não o treinador não o faz então que faça a direcção como tem feito.

 

Acho que era importante para o ano ir buscar um treinador batido na formação e não ir atrás de ex-jogadores

De acordo.

Acho que é importante ter alguém tipo Sá Pinto como adjunto por uma questão de motivação/disciplina. Mas o que nos tem faltado na B é um treinador que saiba trabalhar com jovens e que perceba realmente de futebol.

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Não é tratar mal, mas estou a pensar, por exemplo, em meter um jogador no banco sem lhe explicar o porquê.

 

Quando ia para o banco ninguém me explicava o porquê, se o quisesse saber tinha de ser eu a deslocar-me ao pé do treinador e fazer a pergunta.

E se não gostava da resposta só tinha de calar e comer, estava ali para trabalhar e dar o litro, não era para armar confusão.

Até podia ser a razão mais estúpida do mundo para me deixar de fora, mas tinha noção de que quem trabalhava era recompensado e por isso não ia deixar de o fazer.

Quanto mais me deixasse de esforçar, mais facilmente era posto de lado.

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Quando ia para o banco ninguém me explicava o porquê, se o quisesse saber tinha de ser eu a deslocar-me ao pé do treinador e fazer a pergunta.

E se não gostava da resposta só tinha de calar e comer, estava ali para trabalhar e dar o litro, não era para armar confusão.

Até podia ser a razão mais estúpida do mundo para me deixar de fora, mas tinha noção de que quem trabalhava era recompensado e por isso não ia deixar de o fazer.

Quanto mais me deixasse de esforçar, mais facilmente era posto de lado.

Mas também é incompreensível deixar-te no banco, um jogador do teu gabarito.

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Mas também é incompreensível deixar-te no banco, um jogador do teu gabarito.

 

Obviamente, e ainda bem que sabes. :mrgreen:

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Quando ia para o banco ninguém me explicava o porquê, se o quisesse saber tinha de ser eu a deslocar-me ao pé do treinador e fazer a pergunta.

E se não gostava da resposta só tinha de calar e comer, estava ali para trabalhar e dar o litro, não era para armar confusão.

Até podia ser a razão mais estúpida do mundo para me deixar de fora, mas tinha noção de que quem trabalhava era recompensado e por isso não ia deixar de o fazer.

Quanto mais me deixasse de esforçar, mais facilmente era posto de lado.

Deduzindo que estás a falar de uma experiência na formação, se ninguém te explicasse o porquê e se a razão fosse a mais estúpida do mundo, provavelmente o treinador não seria propriamente a pessoa ideal para ali estar. E perguntar nunca ofende nem cria confusão. Só ofende a quem não está seguro daquilo que anda a fazer.

 

É como o Refutador diz. A linha hierárquica bem delimitada entre treinador e jogador há muito que deixou de fazer sentido. E há muito treinador que ainda não percebeu isso. E a acrescentar a isso, há que dizer que a equipa B ainda é, em parte, uma equipa de formação de jogadores. Obviamente que se o jogador se vai arrastar de propósito para dentro de campo, então não há desculpa possível. Mas se este parece ser o caso do Iuri, o mesmo não se pode dizer, de todo, do João Mário. Ou do Tobias, pelo menos dos jogos que vi.

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Nem é tanto tê-lo em pouca consideração, é mais achar que lhe faltam aqueles aspectos do jogo que ele considera serem essenciais ao João Mário, mas que toda a gente vê que não são, de todo, assim tão importantes para o jogador. Aliado a isso, provavelmente não gostou nada do jogador ter questionado as opções tácticas da equipa, e criou-se ali uma rotura entre treinador e jogador. Neste caso, eu acho que a culpa foi mais do treinador do que do jogador.

 

Mas pronto, em princípio este problema será resolvido no fim da época e o Abel deixará de ser o treinador da equipa B.

 

Não foi por causa do Sá Pinto que aconteceu o que aconteceu, obviamente.

 

Há alguma informação nesse sentido? Por acaso não curto o Abel, até posso estar a ser injusto, mas gostava de alguém que fosse mesmo treinador de formação.

 

E também não curto nada o Magrão e afins irem ganhar minutos para a B.

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Há alguma informação nesse sentido? Por acaso não curto o Abel, até posso estar a ser injusto, mas gostava de alguém que fosse mesmo treinador de formação.

 

E também não curto nada o Magrão e afins irem ganhar minutos para a B.

Acho que não, mas parece-me claramente a atitude a tomar.

 

Se o treinador da equipa B for competente e a equipa apresentar princípios de jogo bem definidos e um fio de jogo consistente, essas "rodagens" de jogadores na equipa B não são problema nenhum. É trocar uma peça por outra. Perde-se algum rendimento, obviamente, mas nada de transcendente.

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Esta época não houve competições europeias e saímos bem cedo da taça. Como tal tivemos muito poucos jogos.. logo não deu para rodar a equipa, dar minutos a certos jogadores. Penso que para o ano, com competições europeias a mistura, e uma melhor campanha na taça, a coisa será diferente. Na B, para ganhar minutos, só mesmo alguém que venha de lesão relativamente prolongada (1 mês)

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Acho que não, mas parece-me claramente a atitude a tomar.

 

Se o treinador da equipa B for competente e a equipa apresentar princípios de jogo bem definidos e um fio de jogo consistente, essas "rodagens" de jogadores na equipa B não são problema nenhum. É trocar uma peça por outra. Perde-se algum rendimento, obviamente, mas nada de transcendente.

O que me está a custar a acreditar é que o BdC corte com essas pessoas. Quer o Abel, quer o LJ quando chegar a altura de evoluir para outro patamar. Não sei, tou apreensivo.

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Deduzindo que estás a falar de uma experiência na formação, se ninguém te explicasse o porquê e se a razão fosse a mais estúpida do mundo, provavelmente o treinador não seria propriamente a pessoa ideal para ali estar. E perguntar nunca ofende nem cria confusão. Só ofende a quem não está seguro daquilo que anda a fazer.

 

Eu defendo que se deve perguntar, mas não tem de ser o treinador a correr atrás do jogador para isso.

E duvido que algum treinador afaste algum jogador pela razão mais estúpida, basta uma desculpa como a de existirem pessoas a treinar melhor que tu que ficas logo arredado da conversa porque a avaliação dos treinos é feita por esse mesmo treinador.

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O que me está a custar a acreditar é que o BdC corte com essas pessoas. Quer o Abel, quer o LJ quando chegar a altura de evoluir para outro patamar. Não sei, tou apreensivo.

Pois, de momento também não consigo imaginar isso, no caso do Abel. O caso do Jardim é diferente, porque espero que ele ainda dure algum tempo por cá.

 

Eu defendo que se deve perguntar, mas não tem de ser o treinador a correr atrás do jogador para isso.

E duvido que algum treinador afaste algum jogador pela razão mais estúpida, basta uma desculpa como a de existirem pessoas a treinar melhor que tu que ficas logo arredado da conversa porque a avaliação dos treinos é feita por esse mesmo treinador.

O treinador, idealmente, devia explicar ao jogador, sim. Sobretudo num processo de formação, como este. Porque a equipa B ainda é um espaço de formação, embora diferente. Os jogadores já estão inseridos num contexto sénior, já há uma maior pressão para conseguir o resultado, e é o último patamar antes de serem "lançados às feras".

 

E tantos e tantos treinadores que afastam o jogador x apenas porque este, embora seja bem melhor aos olhos de toda a gente, não tem aquela característica específica e completamente irrelevante mas que, aos olhos do treinador é importantíssima e que ele adora. Que raio, às vezes é apenas uma questão de, e desculpem o termo, "encornar" com o jogador, e aí não adianta ele trabalhar milhões, que não tem sorte nenhuma.

 

Não podemos defender um jogador que se arrasta em campo e, consequentemente, arrasta o símbolo que representa. Mas também devemos questionar as opções de um treinador que apresenta decisões estranhas aos olhos de praticamente toda a gente. Sobretudo se este não apresentar resultados visíveis com as suas ideias, sejam esses resultados traduzidos na forma de vitórias ou na qualidade de jogo.

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Guest fiasco

Há só duas coisas que devo acrescentar.

Primeiro em relação ao Blackhawk/Refutador.

Apurar as razões da indisciplina? Em 24 jogadores de plantel, haver 3 casos é motivo para apurar as razões da mesma noutro sitio que não nos jogadores? Não estamos a falar de 18 jogadores terem problemas com o treinador. São 3. Acho que é óbvio que o que há a corrigir será o dos jogadores com problemas. E bem.

 

A outra diz respeito ao Poeira/Refutador.

Eu não sei se depende da convicção com que dizem as cenas, ou não, mas as vezes fico abananado com as novas abordagens ao desporto que magicam nas vossas cabeças.

 

Essa da linha marcada de hierarquias não existir ou ser prejudicial é o próximo degrau no futebol? Onde é que viram isso? Na "imagem" que os treinadores passam cá para fora? Ou passam mesmo os dias nos balneários dos clubes?

A hierarquia existe, e existirá sempre e bem, o oposto a ser alternativa, garanto que o será por pouco tempo.

 

Mas nem sequer percebo é porque é que essa conversa vem a lume, porque o Abel não é de todo um gajo autoritário. Ou "marcadamente" hierárquico. É um gajo que gosta que toda a gente reme para um lado. Podes remar bem ou mal, tens é de remar para o mesmo lado.

E um gajo que não reme, ou reme para o lado contrario, ficará sempre atrás dos que remam mal.

E isso não é ser autoritário. É ser justo. É fazer as coisas como elas devem ser feitas. Sejam o Ronaldo ou o Pereirinha.

 

 

E é natural que isto aconteça mais no Sporting que nos outros clubes (e mesmo assim não acontece tanto quanto isto), porque aqui eles têm um sonho (que é muito mais real e possivel que num Benfica ou Porto) de lá chegar acima. E não é fácil lidar com isso.

E aqui tenta-se realmente educar um jogador para ser profissional de futebol. E não tentar ganhar tudo até aos juniores e depois "amanha-te na vida."

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Pois, de momento também não consigo imaginar isso, no caso do Abel. O caso do Jardim é diferente, porque espero que ele ainda dure algum tempo por cá.

 

 

Sim, é só hipoteticamente.

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Pessoal, pergunta inocente: O Sporting detém a totalidade do passe do William?

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Há só duas coisas que devo acrescentar.

Primeiro em relação ao Blackhawk/Refutador.

Apurar as razões da indisciplina? Em 24 jogadores de plantel, haver 3 casos é motivo para apurar as razões da mesma noutro sitio que não nos jogadores? Não estamos a falar de 18 jogadores terem problemas com o treinador. São 3. Acho que é óbvio que o que há a corrigir será o dos jogadores com problemas. E bem.

Então, quantos casos de indisciplina teriam de ocorrer até se começar a pensar se o Abel é o homem certo para o lugar? Quando houvesse um motim no balneário? Para mim, 3 casos de indisciplina num balneário (e foram suficientemente graves, já que o Tobias e o João Mário tiveram que abandonar o grupo e o Iuri foi repreendido em privado e em público por mais do que uma vez) já deviam dar que pensar.

 

A outra diz respeito ao Poeira/Refutador.

Eu não sei se depende da convicção com que dizem as cenas, ou não, mas as vezes fico abananado com as novas abordagens ao desporto que magicam nas vossas cabeças.

As novas abordagens, como tu lhes chamas, não nascem do ar. Joguei futebol federado durante 3 anos e o meu irmão joga futsal federado há quase 10 anos, por isso sei o que é e como funciona um balneário. E o Poeira, se não estou enganado, também já teve experiência a esse nível. E tu também. Por isso, não vamos entrar por aí. São três pessoas com conhecimento de causa, mas com visões diferentes sobre o mesmo assunto.

 

Essa da linha marcada de hierarquias não existir ou ser prejudicial é o próximo degrau no futebol? Onde é que viram isso? Na "imagem" que os treinadores passam cá para fora? Ou passam mesmo os dias nos balneários dos clubes?

A hierarquia existe, e existirá sempre e bem, o oposto a ser alternativa, garanto que o será por pouco tempo.

Atenção, eu não disse que a hierarquia não deve existir. O Iuri deve ser castigado (btw, existem outros tipos de castigos, sem ser reprimendas e jogos na bancada, mas isso fica para outro dia), assim como o Tobias e o João Mário, se realmente faltaram ao respeito a um superior e/ou à instituição. O que estou a dizer é que, nos dias que correm, em que os jogadores estão cada vez mais mediatizados e mais bem informados, uma liderança mais horizontal, que envolva os jogadores nas suas decisões, é mais adequada do que uma liderança vertical. Estou a falar de liderança, apenas e só isso. O jogador deve obedecer porque o treinador fê-lo acreditar na sua competência e não porque ele lhe é superior na hierarquia. É este o conceito de liderança do Mourinho e revejo-me totalmente nele. E se isto era novidade há 10/12 anos atrás, quando o Mourinho apareceu e revolucionou, entre outras coisas, a forma de gerir um balneário, agora já não devia ser.

 

De resto, isto nem sequer é uma crítica ao Abel. Não o conheço suficientemente bem para saber se ele é um bom líder ou não. E muito menos é uma defesa das pseudo-vedetas. Só quis reforçar que a relação trabalhador-superior hierárquico não é unilateral, ou seja, não é só o trabalhador que tem de respeitar o superior, o contrário também deve acontecer.

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A outra diz respeito ao Poeira/Refutador.

Eu não sei se depende da convicção com que dizem as cenas, ou não, mas as vezes fico abananado com as novas abordagens ao desporto que magicam nas vossas cabeças.

 

Essa da linha marcada de hierarquias não existir ou ser prejudicial é o próximo degrau no futebol? Onde é que viram isso? Na "imagem" que os treinadores passam cá para fora? Ou passam mesmo os dias nos balneários dos clubes?

A hierarquia existe, e existirá sempre e bem, o oposto a ser alternativa, garanto que o será por pouco tempo.

 

Mas nem sequer percebo é porque é que essa conversa vem a lume, porque o Abel não é de todo um gajo autoritário. Ou "marcadamente" hierárquico. É um gajo que gosta que toda a gente reme para um lado. Podes remar bem ou mal, tens é de remar para o mesmo lado.

E um gajo que não reme, ou reme para o lado contrario, ficará sempre atrás dos que remam mal.

E isso não é ser autoritário. É ser justo. É fazer as coisas como elas devem ser feitas. Sejam o Ronaldo ou o Pereirinha.

 

 

E é natural que isto aconteça mais no Sporting que nos outros clubes (e mesmo assim não acontece tanto quanto isto), porque aqui eles têm um sonho (que é muito mais real e possivel que num Benfica ou Porto) de lá chegar acima. E não é fácil lidar com isso.

E aqui tenta-se realmente educar um jogador para ser profissional de futebol. E não tentar ganhar tudo até aos juniores e depois "amanha-te na vida."

Não sei se é o próximo ou o anterior, mas é melhor que ter uma linha hierárquica bem delineada e rígida. Disso não tenho dúvidas. E não é questão de imagem. Há mesmo treinadores que assumem em público preferir manter uma relação menos vincada de hierarquia com os jogadores, que preferem comunicar mais com eles individualmente, que explicam as suas decisões individualmente e ao grupo, e que têm resultados a sério com isso. O maior exemplo, como disse o Refutador, chama-se José Mourinho. E isso não significa que não exista uma hierarquia. Aliás, este tipo de atitudes só ajuda a solidificar a hierarquia, sem ela estar sempre bem presente na cabeça do jogador.

 

O Abel não é autoritário. É um boneco. Vai sendo útil para a equipa B porque combina bem com o Jardim, come o que lhe dão e está bem em sintonia com a estrutura. Mas está muito longe de ser um treinador aceitável para o escalão. E se com o Iuri até pode ter razão, duvido muito que o João Mário tenha deixado de remar. Ou o Tobias, por muito que fora das 4 linhas não seja exemplar. É como já disse: são 3 casos no espaço de um ano. Neste meio, são muitos casos. E o Abel está envolvido em todos. Onde há fumo, há fogo.

 

E sinceramente, já achei mais que fossemos um exemplo no que toca a formar profissionais de futebol para triunfarem no futebol e terem uma boa carreira.

 

Pessoal, pergunta inocente: O Sporting detém a totalidade do passe do William?

60%. Os outros 40%, salvo erro, pertencem a um fundo.

 

E sim, eu também tive 6 anos e mais uns "pózinhos" de futebol federado.

Editado por Poeira

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Temos 60% do William, Godinho Lopes vendeu 40% por 400mil € ..

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