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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Ele é o Presidente da República, a opinião dele tem a legitimidade que o povo lha deu quando venceu as eleições presidenciais. Ao fim e ao cabo queixavam-se dele quando não fazia nada, agora que tomou uma posição é novamente criticado.

 

Independentemente da sua declaração ter o efeito dum tiro pela culatra, pois o que se viu foi a esquerda ainda mais unida, o que ele fez, na minha opinião é legítimo de um presidente da república.

 

 

Mas que legitimidade tem o presidente para produzir um discurso de ódio em relação a 2 partidos que representam quase 20 % do eleitorado? O papel do presidente é de mediação, não de facção.

Editado por Túrin_Turambar

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Nas últimas semanas tem havido tanta gente a dizer coisas que não devia ter dito, que o cavaco até nem tem destoado do resto do(s) rebanho(s).

 

 

:mrgreen:

 

Welcome to Portugal, where we don't give a fuck about what we do to others untill others do the same thing to us. :mrgreen:

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Eu nem queria acreditar no que ouvia quando o Cavaco começou a falar nos compromissos europeus para justificar a sua escolha. O papel do PR é fazer atuar as leis da República e cuidar pela sua Constituição. Não tem de se substituir ao governo e preocupar-se com cenários macroeconômicos. E se o povo entregasse a maioria a esses partidos antieuropeístas? Também iria fazer desses cidadãos umas cabaças?

 

Eu até compreendo os seus receios quanto à estabilidade que esta coligação de esquerda pudesse vir a ter enquanto governo, mas a conversa sobre a tradição de boas relações com a Europa, neste contexto, é uma treta. E a obrigação de zelar pela vontade do povo do qual é o representante máximo fica onde?

 

Este deve ser o pior momento que me lembro de acontecer na presidência da República.

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Este deve ser o pior momento que me lembro de acontecer na presidência da República.

 

Não está mau... É política pura e dura. Pior ou melhor depende da perspetiva com que se encare a situação. Lá que é extremamente interessante e histórico não tenho dúvidas nenhumas.

 

Eu, sem necessidade de recuar muito no tempo, lembro-me de outros episódios igualmente curiosos envolvendo a Presidência da República: o "Direito à Indignação do Povo" proclamado pelo Mário Soares; o "Há Vida Para Além do Défice" do Jorge Sampaio; a nomeação do Santana Lopes pelo Sampaio e posterior dissolução da Assembleia da República que abriu caminho ao Sócrates; a acusação do Cavaco de que andava a ser escutado pelo Sócrates; a recusa do pedido de demissão do Passos Coelho e puxão de orelhas ao "irrevogável revogável".

Editado por Descartes

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Para mim o pior é mesmo o do Jorge Sampaio e o dissolve/não dissolve a Assembleia. À pala disso o Ferro Rodrigues demitiu-se quando viu que aquilo não ia a eleições...mas depois foi :lol:

 

Até fiquei com pena do Santana Lopes, isso mais aquela cena do José Mourinho... :lol:

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Eu até compreendo os seus receios quanto à estabilidade que esta coligação de esquerda pudesse vir a ter enquanto governo, mas a conversa sobre a tradição de boas relações com a Europa, neste contexto, é uma treta. E a obrigação de zelar pela vontade do povo do qual é o representante máximo fica onde?

Ou seja, achas que em 2 argumentos ele tem razão em 50%. Para o cavaco, está bem acima da média :mrgreen:

 

 

Este deve ser o pior momento que me lembro de acontecer na presidência da República.

eish que exagero. a nossa imberbe democracia está cheia de exemplos de momentos ridículos de PRs, alguns até que tiveram bons mandatos (não é o caso) e decisões más demais para ser verdade (também não é o caso) quando chegaram os momentos "a sério".

 

Lá que é extremamente interessante e histórico não tenho dúvidas nenhumas.

Isso.

 

O que estou a achar mais piada é que os jornais e tvs continuam a repetir o discurso do bicho papão "ai os mercados têm medo da instabilidade, nada de mudanças", como se todo o sistema só podesse tomar decisões que não alterassem nada, e depois (mesmo sabendo que há alguma mão do BCE) a PaF ganha as eleições, discute-se governo de esquerda, PR nomeia passos, AC fala na muralha de aço e em cada situação os juros ou baixam ou sobem meia cagagésima :confuso:

Editado por Cabeça de giz

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Não está mau... É política pura e dura. Pior ou melhor depende da perspetiva com que se encare a situação. Lá que é extremamente interessante e histórico não tenho dúvidas nenhumas.

 

Eu, sem necessidade de recuar muito no tempo, lembro-me de outros episódios igualmente curiosos envolvendo a Presidência da República: o "Direito à Indignação do Povo" proclamado pelo Mário Soares; o "Há Vida Para Além do Défice" do Jorge Sampaio; a nomeação do Santana Lopes pelo Sampaio e posterior dissolução da Assembleia da República que abriu caminho ao Sócrates; a acusação do Cavaco de que andava a ser escutado pelo Sócrates; a recusa do pedido de demissão do Passos Coelho e puxão de orelhas ao "irrevogável revogável".

Do meu ponto de vista, o PR cometer uma ingerência nas competências do governo como o Cavaco fez ao revelar uma anormal preocupação com assuntos de política externa no seu discurso de indigitação do PM, é algo de preocupante. Usar isso como justificação para as suas ações é inenarrável. Péssimo. Na formação de um novo governo não devem ser contabilizados critérios que não sejam primariamente de acordo com a expressão popular e os interesses da nação. E o cumprimento de um memorando europeu está longe disso, como todos os índices de desenvolvimento social e humano têm vindo a demonstrar.

 

 

 

 

 

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Do meu ponto de vista, o PR cometer uma ingerência nas competências do governo como o Cavaco fez ao revelar uma anormal preocupação com assuntos de política externa no seu discurso de indigitação do PM, é algo de preocupante. Usar isso como justificação para as suas ações é inenarrável. Péssimo. Na formação de um novo governo não devem ser contabilizados critérios que não sejam primariamente de acordo com a expressão popular e os interesses da nação. E o cumprimento de um memorando europeu está longe disso, como todos os índices de desenvolvimento social e humano têm vindo a demonstrar.

 

Aí está, na indigitação de um PM, o PR deve, também ter, bem presente, esses interesses nacionais, que, na opinião dele, os assuntos europeus são de primeira importância.

Ao fazer o discurso, na minha ponião, acho que é obrigação dele, explicar aos portugueses o porquê de indigitar como PM o líder da PáF, e não de uma possível coligação entre PS/CDU/BE.

 

Se o tom para com os partidos mais à esquerda do PS foi muito corrosivo? Sim, eu acho que foi desnecessário aquele tom para com o BE e CDU.

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Ou seja, achas que em 2 argumentos ele tem razão em 50%. Para o cavaco, está bem acima da média icon_mrgreen.gif

:grin:

 

Eu não lhe dou razão nenhuma, apenas lhe reconheço legitimidade no argumento. Da mesma forma que é legítimo que se ache que um governo de esquerda teria estabilidade para governar. É um argumento com sentido e à altura do momento.

 

 

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Aí está, na indigitação de um PM, o PR deve, também ter, bem presente, esses interesses nacionais, que, na opinião dele, os assuntos europeus são de primeira importância.

Ao fazer o discurso, na minha ponião, acho que é obrigação dele, explicar aos portugueses o porquê de indigitar como PM o líder da PáF, e não de uma possível coligação entre PS/CDU/BE.

 

Se o tom para com os partidos mais à esquerda do PS foi muito corrosivo? Sim, eu acho que foi desnecessário aquele tom para com o BE e CDU.

Pois, mas eu encontro nisso uma contradição. O melhor para o país é pensar nos outros? Noutros contextos até poderia ver sentido nisso, não na indigitação do representante maior do governo.

 

O tom é algo de irrisório. Fica-lhe mal, mas não é nada que não se lhe conhecesse.

 

 

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Um pormenor engraçado: Os partidos que o Cavaco acha não servirem para governar tiveram mais votos que o próprio Cavaco...

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amanhã há eleições parlamentares na Polónia, e este banana vai concorrer (criou o seu próprio partido LOL)

https://en.wikipedia.org/wiki/Janusz_Korwin-Mikke

segundo as mais recentes sondagens tem 4.1% dos votos e tem uma valente massa adepta.

 

se quiserem rir um pouco abram o link que meti aí e vão a "Controversy"

:lol:

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Não é preciso. Mas se não há acordo porque é que dá a alguém que tem menos votos que outro? O PS, sozinho, tem ainda menos condições para governar que a PàF. À falta de um acordo, é perfeitamente legítima a decisão de indigitar o PPC.

 

Aliás, adicionando, isso é que eu acho que não seria democrático. Ele agora indigita o Coelho e pede para formar Governo. PS, BE e PCP chegam a acordo. O PS apresenta moção de rejeição e esta é aprovada. PS, BE e PCP voltam a reunir com o PR e dizem "temos uma solução real, estável e firmada". Queres maior prova democrática?

 

Porque esse com menos votos, tem o apoio dos lideres de partidos que representam uma maioria no parlamento? Que eu saiba o PS não está sozinho e não foi o único a dizer ao Cavaco para indigitar o sr. Costa como PM.

 

Vamos imaginar que os prazos para apresentação de programa de governo eram de 2 anos. Se um partido tivesse sido o mais votado e o que elegia mais deputados tendo 1% dos votos e elegendo dois deputados em 230, estando todos os restantes 228 de acordo com quem devia ser nomeado PM era democrático indigitar o líder do partido com 2 deputados como PM?

Isto é democrático? Não brinquem comigo sff....

O que muda desta situação para a nossa é só a intensidade, porque o principio é exactamente o mesmo. Ou não?

 

O acordo é mais do que falsa questão. Qualquer acordo que não seja um cheque em branco ia ser inconsistente e não ia assegurar a estabilidade para 4 anos.

 

Onde está o programa/medidas dessas pessoas dispostas a governar formalmente?

 

Está num sítio onde ninguém pode fazer copy-paste de umas quantas medidas para o programa de governo do PAF, de forma a proporionar o maior choradinho da história depois do seu chumbo.

 

 

Essa esquerdalha reles do Telegraph! Nunca me enganou esse bando de anarquistas!

 

Uma mão cheia de nada. Com a da esquerda são duas mãos cheias de nada.

_ _ _

 

The Portuguese President's Decision Shows The EU Is Becoming Like The Soviet Union

 

Forbes? Forbes? FORBES? Ó meu amigo não poluas este tópico com essa verborreia de lunáticos!

 

Ganha vergonha na cara, respeito pela tua pátria e posta aí uns artigos do observador o único jornal credível que resta na imprensa mundial.

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Concordo totalmente com o Perep em tudo.

E tb me parece que a única coisa democrática a fazer caso (óbvio) a coligação não passe na Assembleia, é dar oportunidade ao segundo partido mais votado.

 

De resto, o discurso do Cavaco foi absolutamente deprimente como foi ontem o discurso do Ferro Rodrigues.

Dois homens que não merecem minimamente o cargo que ocupam.

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Porque esse com menos votos, tem o apoio dos lideres de partidos que representam uma maioria no parlamento? Que eu saiba o PS não está sozinho e não foi o único a dizer ao Cavaco para indigitar o sr. Costa como PM.

 

Vamos imaginar que os prazos para apresentação de programa de governo eram de 2 anos. Se um partido tivesse sido o mais votado e o que elegia mais deputados tendo 1% dos votos e elegendo dois deputados em 230, estando todos os restantes 228 de acordo com quem devia ser nomeado PM era democrático indigitar o líder do partido com 2 deputados como PM?

Isto é democrático? Não brinquem comigo sff....

O que muda desta situação para a nossa é só a intensidade, porque o principio é exactamente o mesmo. Ou não?

 

O acordo é mais do que falsa questão. Qualquer acordo que não seja um cheque em branco ia ser inconsistente e não ia assegurar a estabilidade para 4 anos.

Já é a segunda vez que me atiras cenários "apocalípticos" brutalmente hipotéticos para a frente :lol: Muda a intensidade e o princípio perde valor porque estamos a falar de uma AR com 229 partidos diferentes...

 

Neste caso o PS, o BE e o PCP não chegaram a acordo. Que garantias tem o Cavaco de que vão chegar? A decisão do Cavaco força-os a tomar uma decisão. É tão simples quanto isso! À data da decisão que ele próprio tomou, de indigitar o Passos, não havia consenso de esquerda. Não é uma falsa questão, tanto que só com acordo o PS consegue governar. Ou achas que o BE e o PCP vão permitir uma governação do PS que seja semelhante à do Sócrates, p.ex?

 

 

Nota apenas quanto à questão do Telegraph. Não é por serem esquerdalhas que têm aquela opinião, é por serem contra o Euro e a UE. Mas não é imparcial na mesma.

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O Jerónimo está a enrolar-se no discurso desde o início da entrevista, quando tinha aqui uma boa oportunidade para dar mais umas facadas no corpo já defunto do Cavaco e na coligação. Vá lá, homem...

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Já é a segunda vez que me atiras cenários "apocalípticos" brutalmente hipotéticos para a frente :lol: Muda a intensidade e o princípio perde valor porque estamos a falar de uma AR com 229 partidos diferentes...

 

Neste caso o PS, o BE e o PCP não chegaram a acordo. Que garantias tem o Cavaco de que vão chegar? A decisão do Cavaco força-os a tomar uma decisão. É tão simples quanto isso! À data da decisão que ele próprio tomou, de indigitar o Passos, não havia consenso de esquerda. Não é uma falsa questão, tanto que só com acordo o PS consegue governar. Ou achas que o BE e o PCP vão permitir uma governação do PS que seja semelhante à do Sócrates, p.ex?

 

 

Nota apenas quanto à questão do Telegraph. Não é por serem esquerdalhas que têm aquela opinião, é por serem contra o Euro e a UE. Mas não é imparcial na mesma.

 

O principio perde valor porquê? O principio é exactamente o mesmo...

Qual é então a percentagem de votos que um partido tem de ter para passar a ser democrático indigitar o seu líder para PM, contra a opinião de líderes partidários que representam uma maioria na AR? 5%? 10% 20%? 38.3%?

 

Já todos chegaram a acordo que querem António Costa como PM. Era esse o único acordo necessário agora, depois se não chegassem a um acordo mais concreto que se traduzisse num programa de governo, caíam na AR. Depois sim procuravam-se outras soluções..

Dizes que um acordo à esquerda não é uma falsa questão porque só com ele é que o Costa consegue governar. E sem acordo maioritário como é que o PSD governa? Achas que o PS vai permitir uma governação do PAF que seja semelhante à anterior governação do PAF?

Caso não saibas o PSD e CDS assinaram logo acordo de governo entre si dia 7 e depois encenaram negociações. É com base nesse acordo minoritário, que penso não ser público que o PR indigita o PM?

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O principio perde valor porquê? O principio é exactamente o mesmo...

Qual é então a percentagem de votos que um partido tem de ter para passar a ser democrático indigitar o seu líder para PM, contra a opinião de líderes partidários que representam uma maioria na AR? 5%? 10% 20%? 38.3%?

 

Já todos chegaram a acordo que querem António Costa como PM. Era esse o único acordo necessário agora, depois se não chegassem a um acordo mais concreto que se traduzisse num programa de governo, caíam na AR. Depois sim procuravam-se outras soluções..

Dizes que um acordo à esquerda não é uma falsa questão porque só com ele é que o Costa consegue governar. E sem acordo maioritário como é que o PSD governa? Achas que o PS vai permitir uma governação do PAF que seja semelhante à anterior governação do PAF?

Caso não saibas o PSD e CDS assinaram logo acordo de governo entre si dia 7 e depois encenaram negociações. É com base nesse acordo minoritário, que penso não ser público que o PR indigita o PM?

É a percentagem da boa noção. Tu achas que podemos olhar para a AR da mesma forma se houver 230 deputados de 229 partidos? :lol:

 

Todos chegaram a acordo que não querem o PSD/CDS no poder, é diferente. Não há acordo, não há maioria. O programa com maior apoio, neste momento, é o da PàF. Logo é como dizes, que caíam na AR e surjam outras alternativas.

Não, acho que o PSD e o CDS não conseguem governar. E a prova disso vai dar-se na AR. Mas é perfeitamente legítimo indigitar o Passos pelo que disse antes. Alguém tinha de ser indigitado, ou vamos aqui andar a brincar até os partidos de esquerda se decidirem a assumir um acordo?

 

O PCP já mudava de liderança.

Comité central*

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Estou inclinado para não gostar. Excepto em matérias de ordem local, em que acho que cada um deve defender o seu círculo eleitoral e isso por vezes diverge da posição do partido. Mas acho que as divergências devem ser discutidas dentro do partido, para fora as instituições serão tão mais fortes quanto mais falarem a uma só voz. E além disso acho que cresceria ainda mais e a um nível perigosíssimo o poder dos privados. Ora vamos lá comprar um voto, que é o que falta...

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