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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

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Comissão do BES: Salgado detalha dois encontros com Cavaco Silva e um com Paulo Portas

 

Ricardo Salgado escreveu hoje à comissão de inquérito ao BES, onde detalha todos os encontros que teve com personalidades políticas no início de 2014. O Observador teve acesso à missiva.

 

Ricardo Salgado admitiu um encontro com Cavaco Silva em Belém, mas agora, o antigo banqueiro revela que afinal teve duas reuniões com o Presidente da República. Numa carta dirigida à comissão de inquérito ao BES – e a que o Observador teve acesso em exclusivo -, Ricardo Salgado diz ainda que se encontrou duas vezes com Pedro Passos Coelho, com Maria Luís Albuquerque, uma vez com Carlos Moedas, então secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, uma vez com Durão Barroso, então presidente da Comissão Europeia e ainda com Paulo Portas, vice-primeiro-ministro.

 

Se uma grande parte destes encontros já era conhecida, revelada pelo próprio aquando da sua audição na comissão de inquérito no início de dezembro, Salgado detalha agora as datas de todos os encontros que não eram do conhecimento público. Perante os deputados da comissão, Salgado admitiu ter-se encontrado com Cavaco Silva em março de 2014 para o assegurar das boas relações mantidas com Angola. No entanto, disse ainda que o Presidente “não teve mais nenhuma intervenção neste processo”. Agora, na carta enviada esta quinta-feira por Salgado à comissão, este admite ter-se encontrado novamente com Cavaco Silva em maio de 2014 para fazer um “pedido de apoio institucional” e “confiança nos planos de recuperação” do BES.

 

Outro encontro desconhecido até agora era a reunião com Paulo Portas também em maio. O intuito do encontro é o mesmo por que marcou a reunião com o Presidente e o banqueiro terá oferecido os mesmos argumentos ao vice-primeiro-ministro. Estes esclarecimentos chegam agora ao Parlamento depois de um requerimento do Bloco de Esquerda para que os encontros e os seus efeitos fossem detalhados pelo antigo líder do grupo Espírito Santo.

 

Segundo a carta de Salgado, este encontrou-se com o mesmo propósito no dia 2 de maio com Carlos Moedas e no dia 14 de maio com Maria Luís Albuquerque e Pedro Passos Coelho. As reuniões com Cavaco Silva e Paulo Portas ocorreram respetivamente a 6 e 20 de maio. Para além destes encontros, em abril, Salgado já se tinha reunido com Cavaco Silva, Passos Coelho, Maria Luís Albuquerque e Durão Barroso de modo a apresentar as garantias de Angola face aos problemas encontrados no BESA. Estes encontros tinham também já sido relatados pelos próprios na audição.

 

Na carta, Salgado diz ainda que tentou reconstituir as datas dos encontros através de memória e “informações prestadas por outros intervenientes”, pois as suas agendas foram apreendidas pelo Ministério Público. Quanto aos efeitos que estas reuniões possam ter tido junto dos atores políticos, Salgado diz que esses resultados o “transcendem”, mas julga que tiveram alguma influência para a informação do Governo sobre os problemas no BES, citando a carta que Maria Luís Albuquerque dirigiu a Carlos Costa, governador do Banco de Portugal em que dava conta que “responsáveis do grupo” já a tinham alertado para “eventuais riscos para a estabilidade financeira” do BES.

 

Primeira ronda de reuniões:

 

– 31/03/2014: Encontro com Presidente da República

– 07/04/2014: Encontro com primeiro-ministro

– 08/04/2014: Encontro com ministra das Finanças

– 22/04/2014: Encontro com o então presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso

 

Segunda ronda de reuniões:

 

– 02/05/2014: Encontro com o então secretário de Estado Adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moedas

– 06/05/2014: Encontro com Presidente da República

– 14/05/2014: Encontro com ministra das Finanças

– 14/05/2014: Encontro com primeiro-ministro

– 20/05/2014: Encontro com vice-primeiro-ministro

 

* a data do primeiro encontro com Cavaco Silva foi corrigida: a carta refere março e não janeiro, como estava aqui escrito inicialmente.

 

@Observador.pt

 

BPI com prejuízos de 161,6M€ em 2014.

Editado por Vaart

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Desemprego na zona euro a descer

 

A taxa de desemprego estimada para a zona euro em dezembro de 2014 é de 11,4%, a mais baixa registada desde agosto de 2012, segundo os dados hoje divulgados pelo Eurostat.

 

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), a taxa de desemprego - corrigida das variações sazonais - recuou 0,1 pontos percentuais em dezembro, tanto face aos 11,5% de novembro no total dos 18 países que então compunham a zona euro, quanto relativamente aos 11,8% de dezembro de 2013.

 

Nos 28 Estados-membros da UE, por seu lado, a taxa de desemprego fixou-se nos 9,9% em dezembro de 2014, abaixo dos 10% de novembro e dos 10,6% de dezembro de 2013.

 

No conjunto de todos os Estados-membros, é a primeira vez desde outubro de 2011 que a taxa se fixa abaixo dos 10%.

 

As taxas de desemprego mais baixas registaram-se, em dezembro de 2014, na Alemanha (4,8%) e na Áustria (4,9%), enquanto as mais elevadas pertenceram à Grécia (25,8% em outubro de 2014) e à Espanha (23,7%).

 

Na comparação homóloga, o maior recuo no desemprego foi registado na Estónia (de 9,0% para 6,6%, entre novembro de 2013 e novembro de 2014), na Bulgária (de 12, 8% para 10,8%), na Grécia (de 27,8% para 25,8% entre outubro de 2013 e outubro de 2014), na Hungria (9,3% para 7,3% entre novembro de 2013 e novembro de 2014) e na Polónia (10,0% para 8,0%).

 

As maiores subidas registaram-se na Finlândia (de 8,3% para 8,9%), em Itália (de 12,6% para 12,9%) e em França (de 10,2% para 10,3%).

 

Em Portugal, a taxa de desemprego recuou 0,1 pontos percentuais para os 13,4%, face a novembro de 2014, sendo a descida mais acentuada na comparação com os 15,2% de dezembro de 2013.

 

Quanto ao desemprego dos jovens com menos de 25 anos, este atingia 23,0% nos 18 países da zona euro e 21,4% na União Europeia. Em ambos os casos, tal significou um recuo face aos 23,9% e 23,1%, respetivamente, em dezembro de 2013.

 

Em Portugal, a taxa de desemprego jovem subiu para os 34,5% em dezembro, face aos 33,4% de novembro, mas caiu na comparação anual com os 35,2% de dezembro de 2013.

 

As taxas mais elevadas registaram-se em Espanha (51,4%), na Grécia (50,6% em outubro), na Croácia (44,8% no quarto trimestre de 2014) e em Itália (42,0%).

 

As mais baixas foram observadas na Alemanha (7,2%), na Áustria (9,0%) e na Holanda (9,6%).

 

@SICNoticias.sapo.pt

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Supostamente, o Salgado está a escrever as memórias. Deve andar muito boa gente de rabo trilhado.

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Supostamente, o Salgado está a escrever as memórias. Deve andar muito boa gente de rabo trilhado.

 

Li sobre isso na revista do expresso, um artigo do Pedro Santos Guerreiro.

Se Salgado estiver em modo " eu vou, mas comigo vem tudo atrás ", acredito que haja gente muito nervosa.

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Alguém sabe onde é que se vendem os tais ecrãs LSD que ele tanto fala? Também queria uns dois ou três.

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As inequality soars, the nervous super rich are already planning their escapes

Hedge fund managers are preparing getaways by buying airstrips and farms in remote areas, former hedge fund partner tells Davos during session on inequality

 

With growing inequality and the civil unrest from Ferguson and the Occupy protests fresh in people’s mind, the world’s super rich are already preparing for the consequences. At a packed session in Davos, former hedge fund director Robert Johnson revealed that worried hedge fund managers were already planning their escapes. “I know hedge fund managers all over the world who are buying airstrips and farms in places like New Zealand because they think they need a getaway,” he said.

 

(...)

http://www.theguardian.com/public-leaders-network/2015/jan/23/nervous-super-rich-planning-escapes-davos-2015

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As inequality soars, the nervous super rich are already planning their escapes

Hedge fund managers are preparing getaways by buying airstrips and farms in remote areas, former hedge fund partner tells Davos during session on inequality

 

With growing inequality and the civil unrest from Ferguson and the Occupy protests fresh in people’s mind, the world’s super rich are already preparing for the consequences. At a packed session in Davos, former hedge fund director Robert Johnson revealed that worried hedge fund managers were already planning their escapes. “I know hedge fund managers all over the world who are buying airstrips and farms in places like New Zealand because they think they need a getaway,” he said.

 

(...)

http://www.theguardian.com/public-leaders-network/2015/jan/23/nervous-super-rich-planning-escapes-davos-2015

para quem quiser comprar uma ilha:

http://www.privateislandsonline.com/

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Guest Dpitz

Novo governo da Grécia apoia sanções contra a Rússia

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Guest Dpitz

3-620x465.jpg

3 militantes do ISIS, um dos quais Comandante, a posar para a fotografia numa tenda da USAID. Dúvidas houvesse..

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É preciso dar tempo às medidas do Varoufakis para ver os reais efeitos. Esperar 2/3 anos para avaliar o trabalho, mas do que vi do CV dele e do discurso parece-me bastante competente e qualificado para o trabalho. Estudou sempre todos os graus de Universidade em Inglaterra, foi prof em Universidades da Europa e dos EUA... não é um "ignorante"... vamos ver. Não me admirava nada que fizesse um "milagre".

 

A medida de parar com as privatizações numa altura de grande desvalorização parece-me bastante acertada.

 

Ah e agora que a bolsa de Atenas está a subir (já chegou aos 6%) não é tão notícia como quando estava a cair... grande comunicação social.

Editado por Harvey Specter

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É preciso dar tempo às medidas do Varoufakis para ver os reais efeitos. Esperar 2/3 anos para avaliar o trabalho, mas do que vi do CV dele e do discurso parece-me bastante competente e qualificado para o trabalho. Estudou sempre todos os graus de Universidade em Inglaterra, foi prof em Universidades da Europa e dos EUA... não é um "ignorante"... vamos ver. Não me admirava nada que fizesse um "milagre".

 

A medida de parar com as privatizações numa altura de grande desvalorização parece-me bastante acertada.

 

Ah e agora que a bolsa de Atenas está a subir (já chegou aos 6%) não é tão notícia como quando estava a cair... grande comunicação social.

O Vítor Gaspar também tem um CV impressionante.

 

Anyway, alguém ouviu o Paulinho das Feiras na passada sexta? A dizer que é português e não é grego?

Editado por Tio Hans

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O Vítor Gaspar também tem um CV impressionante.

 

Mas transmite outras "vibrações". Olho para o Vitor Gaspar e vejo uma pessoa com todo o saber mas sem qualquer tipo de personalidade, carisma, sentimento de transmissão de confiança. Olha-se e ouve-se o Varoufakis e não se vê um homem a ler apenas um papel, sem personalidade. Vê-se confiança acima de tudo naquilo que se está a fazer e isso ajuda ao sucesso.

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