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Guest Dpitz

Tópico da Política e Economia

Publicações recomendadas

.Peso do emprego publico no emprego total

 

 

Não é o único dado para avaliar o peso do Estado na economia mas é um indicador interessante.

 

Nunca pensei que a Dinamarca e a Suécia tivessem tanto emprego público, logicamente sempre associei esses países a um bom Estado Social mas pensava que tinham reformado o Estado nos anos 90, especialmente a Suécia depois dos Governos do Goran Peersson e Frederik Reinfeldt

Editado por ascom

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17h - "Ofereci ao meu amigo Jack Lew, por estes dias, uma troca: trazíamos Porto Rico para a zona euro e, se os Estados Unidos quiserem, levam a Grécia para a união do dólar", disse o ministro alemão das Finanças, Wolfgang Schäuble, num evento em Frankfurt. Lew, o secretário norte-americano do Tesouro, "pensou que era uma piada", ainda acrescentou Schäuble. Porto Rico, que faz parte da 'commonwealth' norte-americana, e está actualmente com 72 mil milhões de dólares de dívida, que o governador diz que a ilha não consegue pagar.

lol...

 

 

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First Sighting of Drachma in the Wild, Via Credit-Card Mystery

Editado por Sumudica by Night

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Amigos, postos de parte os lugares comuns e o discurso vazio do Costa, quero partilhar convosco que esta entrevista, pelo formato e pelo final, teve contornos de Tesourinho Deprimente.

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E a TVI tem que rever o seu conceito de primeira vez. Eles próprios, já fizeram algo assim com o Sócrates.

Ah, e a Judite Pessoa não tem jeitinho nenhum para isto.

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E a TVI tem que rever o seu conceito de primeira vez. Eles próprios, já fizeram algo assim com o Sócrates.

Ah, e a Judite Pessoa não tem jeitinho nenhum para isto.

Bem me parecia que já tinha visto aquilo em algum lado.

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E a TVI tem que rever o seu conceito de primeira vez. Eles próprios, já fizeram algo assim com o Sócrates.

Ah, e a Judite Pessoa não tem jeitinho nenhum para isto.

Tenho a ideia que também fizeram aqui há para aí um ano o mesmo com o PPC.

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Permite-me discordar de ambos os pontos:

 

1 - O facto de alguem ser ultrapassado por uma mulher (neste caso) com menos competencias, apenas tem que ver com o facto de existir já alguem nos 67% que é pior tanto que a mulher como de quem foi passado a frente; logo o problema é essa pessoa não a mulher. Isto porquê? Porque num mundo ideal e tendo em conta que a populacao se devide em quase 50/50 entre ambos os seculos, isso quer dizer que também pessoas competentes sao 50/50 de ambos os sexos em qualquer empresa. Não te enganes, o problema não esta nos 67%, esta nos 33%.

Até te dou um exemplo que descobri no ano passado. Na Africa do Sul depois do Apartheid, as empresas têm que ter uma certa percentagem de negros, mulheres e mestiços. Claro que sobretudo no inicio entravam estas classes a frente de gente mais competente branca. Mas isto porquê? Porque em 1996 a taxa de escolaridade da população branca era muuuuuito maior do que a dos outros. Com o tempo as coisas estabilizaram mas os brancos ainda se queixam que sao ultrapassados por outros com menos competencias. O problema não são as quotas, mas sim o apartheid que criou as condições iniciais. Da mesma forma em Portugal o problema da mentalidade so vai mudar quando mulheres ocuparem cargos de chefia.

 

2- Para cada bom exemplo de gente que saiu do governo para empresas e fez um bom trabalho, existem centenas onde só foram lá para receber o tachinho. Posto isto o problema é que se alguem quisesse contratar para ministro das finanças/economia uma pessoa que sabemos ser competente pelo trabalho efectuado no privado tem que lhe pagar pelo menos o que ele recebe no privado (o que é inconstitucional) ou esperar que ele tenha de tal forma um amor pela patria que so quer ajudar o pais (pouco provavel).

Em Portugal a classe politica é extremamente mal paga e essa é uma das principais razoes pelas quais só vão para lá parasitas com ideias de beneficiar certas empresas para depois ocuparem cargos nas mesmas, ou gente das maquinas dos partidos que têm pouca ou nenhuma ideia do que é gerir seja o que for.

 

Desculpa lá só responder agora e desenterrar isto mas a faculdade tira-me o tempo todo com exames.

 

Em relação ao primeiro ponto, eu não culpo a mulher que passa à frente do homem, é óbvio que a sociedade de alguma forma distorceu os tais 50-50(ou próximo disso) que idealmente deviam existir a questão é que a medida em particular não deixa de ir contra a liberdade empresarial do empregador e não deixa de ser emprego semi-decretado. Mas eu concordo que algo tem de ser feito a começar na educação e tentar contrariar determinados papeis sociais que são atribuídos a homens e mulheres.

 

Quanto à África do Sul é um caso mais particular e com um background mais grave( apartheid). Essa medida faz parte de um grande pacote de medidas em favor dos negros que dura até hoje(o ano passado a SA Airlines deixou de admitir pilotos brancos) e uma das medidas mais emblemáticas foi a reforma agrária em que tirou terra dos brancos para dar aos negros - resultado: A grandíssima maioria dos novos proprietários faliu as terras sobretudo porque não tinham o know how de como gerir aquelas grandes quintas que os boers tinham.(Obviamente porque o apartheid o incapacitou)

 

Em suma, eu sou muito cético em relação a estas medidas de descriminação positiva e tenho algumas reservas, admito em alguns casos mais extremos(por exemplo a certa altura na africa do sul) mas é preciso ter algum cuidado na aplicação de certas medidas porque podem acabar por promover a ineficiência e falta de produtividade. É preferível na minha opinião apostar no Estado Social e educação para dar as ferramentas necessárias aos mais jovens para que se capacitem para estarem em pé de igualdade com quem quer se seja. É claro que tem um senão, é uma medida que leva mais tempo a atingir os patamares ideais em termos de igualdade.

 

De qualquer forma, a áfrica do sul é outra história, eu acho que é um Estado quase falhado que nem devia existir como existe como aliás, a maior parte dos Países da África Subsariana.

 

 

 

em relação ao segundo ponto, eu não discordo de nada em particular, eu referi só a questão dos privados/publico porque ser ministro não deixa de ser prestigiante e algo que valoriza o curriculum e pode valer a pena abdicar de anos em que se ganhar eventualmente mais de 7K para ganhar isso e anos depois ganhar muito muito mais. Mas são casos raros admito, e prova disso são todos aqueles cargos de ''presidentes de assembleia geral'' ou ''administrador não executivo'' atribuídos a gente que foi de partidos e nem tem nada a ver com a empresa. Eu acrescento que esses nem lá estão pelo tacho, porque é raro empresas privadas darem tacho, estão lá para fazerem lobbying e rent seeking.

Eu não me oponho a que os ministros ganhem mais para atrair gente mais competente, mas quanto mais? E qual a diferença de pagamento Portugal para outros Países onde existe uma classe política mais capaz?

 

De qualquer forma, eu acho que há outros males que atualmente desqualificam grande parte dos políticos em Portugal que são as estruturas dos partidos que muitas vezes se formam e premeiam ovelhas em vez de gente com capacidade crítica e normalmente as pessoas mais competentes encaixam no segundo grupo.

 

Ainda assim esta ingerência de certas estruturas de partidos não deve ser desculpa para as pessoas não participarem(na medida das suas possibilidades) na política. Se quem é competente se afasta completamente dos partidos então toda esta gente exótica com cursos tirados ao Domingo e se contenta com um tacho numa junta vai proliferar.

 

---------------------

 

Btw, saiu um estudo na fundação francisco Manuel dos santos obre 25 anos de Portugal europeu coordenado pelo ex ministro Augusto Mateus. Aconselho.

 

http://www.ffms.pt/upload/docs/PortEuroUmBal3Dec.pdf

Editado por ascom

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Então parece que a Grécia finalmente vai apresentar uma proposta que é basicamente aquela que foi recusada no referendo de Domingo, mas em que o plano em vez de ter a duração de 5 meses será de 3 anos com o objectivo de conseguir poupar 53 mil milhões.

Fala-se de algum mal estar no partido.

 

Snap analysis of Greek proposal: (1/5) breaks taboo of raising tax on islands, starting with big ones (e.g. Rhodes).

(2/5): earlier removal of pension supplement; very tough move to age 67 retirement pension - and more privatisations.

(3/5) the €13n figure is simply cumulative result over more years - however privatisations may bring tangible extra money to table

(4/5) Syriza MPs meet at 8am local, parliament at 1400 local. Everybody saying “betrayal” should have read earlier drafts; its incremental

(5/5) if no debt relief and no structural funds this will tank Greek economy for 3 years. ergo… over to the lenders.

https://twitter.com/paulmasonnews

 

Ah e o Nova Democracia já anunciou que votará a favor disto :lol:

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Este gajo so demonstra falta de coragem. Primeiro empurra a decisão para o povo que já o tinha mandatado para recusar a austeridade e agora caga no povo e aceita a austeridade de joelhos.

Parece é que afinal ele queria era outro resultado no referendo e descartar a responsabilidade pela austeridade.

Nao passa e de um vendedor da banha da cobra.

 

So tinha é que respeitar as duas decisões do povo e recusar qualquer austeridade

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Tsipras tells Syriza parliamentary group that "between a bad and a catastrophic choice, we must chose the former."

 

A proposta será votada ainda hoje no parlamento, espera-se que alguns deputados da ala esquerda do Syriza votem contra e pode haver 1 ou 2 ministros a demitirem-se.

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Visitante

Alguém sabe de algum sitio onde possa ver quanta dívida pública a Grécia tem, e quais são os credores?

Acho a posição da Europa, e sobretudo a alemã, nojenta nestes últimos meses. Esta crise também se deve à Europa/Alemanha que não soube fazer valer as regras escritas nos vários tratados europeus para as consolidações orçamentais e tectos da dívida pública, e permitiu que o dinheiro fosse sendo sempre emprestado a baixo custo à Grécia. Agora que eles não têm capacidade para o pagar, porque não têm, exigem que saia do corpo do povo grego a todo o custo. Com o arrastar da situação, também os restantes países foram afectados pela crise grega, e não me parece que haja vontade de resolver o problema, apenas a de utilizar a Grécia como exemplo para o futuro, quando era tão melhor perdoar a dívida (que ao que vou lendo, não é assim tão significativa aos países do Norte/Comissão Europeia/BCE tendo em conta a totalidade dos fundos de que dispõem). Acho também alguma piada que a Alemanha e outros países sejam tão tenazes quanto ao reembolso dos seus empréstimos, quando a origem deste dinheiro provém dos seus excedentes orçamentais, que para além de serem proibidos se recorrentes, são sobretudos originários das grandes trocas comerciais com os países agora mais aflitos, fruto da sua integração numa união europeia e numa moeda única que lhes conferiu vantagens extraordinárias, nomeadamente uma moeda mais fraca que aquela que tinham que torna os seus produtos mais acessíveis por cá.

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A meio das peças noticiosas sobre o “Estado da Nação”, a RTP decidiu mostrar uma série de infografias no telejornal com os principais dados macroeconómicos, comparando 2011 com 2015. Até aqui tudo bem. A contextualização da informação faz parte do trabalho jornalístico e facilita a compreensão das peças. O que não faz parte do trabalho jornalístico é pegar nos dados fornecidos por um dos intervenientes, neste caso o governo, e apresentá-los como um contributo para a notícia. Os exemplos que se seguem nas fotos demonstram o nível de manipulação dos dados*. É propaganda. E má. A maioria dos indicadores que avaliam a legislatura são projeções - não por acaso todas favoráveis ao governo. Vejamos. A dívida está nos 130,3% (já agora, quando o governo tomou posse estava nos 106,6% e não 111%). O défice em 2014 ficou nos 4,5%, mas, com Novo Banco, pode até chegar perto dos 6%. O PIB em 2014 cresceu 0,9%. As projeções são como os chapéus. Há muitas. E as do Governo raras vezes acertam. Como a RTP, neste caso.

 

* é digno de nota que o site do governo da república não tenha o registo histórico dos anteriores governos, como devia num site oficial, mas tenha todo o tipo de dados com a "narrativa" da coligação.

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Guest Dpitz

podiam por ai também os números do desemprego, da emigração e da imigração, da quantidade de portugueses a viver abaixo do limiar da pobreza, da média salarial, ...

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Listas do PS apresentadas e sinceramente gosto, estão lá nomes que não aprecio muito quer por serem do aparelho ou por divergências ideológicas mas finalmente as listas de deputados estão a abrir-se a pessoas de mérito da sociedade civil: O cientista Tiago Brandão Rodrigues cabeça de lista por viana do castelo e tem um artigo aqui para quem não conhece, o Alexandre Quintanilhas pelo Porto, o economista Manuel Caldeira Cabral por Braga, a vice reitora da Universidade de Coimbra por Coimbra e outros nomes tipo Capoulas Santos por Évora que é um tipo competente na área dele. Também o Mário Centeno e o Paulo Trigo Pereira devem ser candidatos como independentes.

Editado por ascom

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Estás a elogiar a de Coimbra só por ser vice-reitora? E qual é?

Helena Freitas. Não, epah Comi o nome dela. acredito que esteja a ser pensada para ministra do ambiente.

 

Atenção, eu não fico contente por eles terem x ou y cargos ou serem isto e aquilo, fico é contente por se estar a dar mais relevância a independentes que têm ideias diferentes em vez dos aparelhistas do costume que ainda lá estão mas com menos relevância.

Editado por ascom

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