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johan

Universidade obriga alunos a usarem capacetes anti-copianço

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Partilho da opinião que o saber deve ser partilhado. Ainda no secundário, um amigo que só tirava negas baixas a Inglês começou no 3º perdiodo a sentar-se ao pé de mim nos testes. Passou à disciplina e ainda tirou um 16

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ainda me vou rir com essa do big mac daqui a uns anos

deus queira que não, mas de certa forma era bem feito

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Por ter dificuldades a Inglês não quer dizer seja "burro"

Editado por Underscore

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Por ter dificuldades a Inglês não quer dizer seja "burro"

Já tu és tão "inteligente" que até retiras significados que não existem em post nenhum.

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Já tu és tão "inteligente" que até retiras significados que não existem em post nenhum.

 

Este foi um post inocente?

 

O suficiente para perceberem o que é "big mac"

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Esse post remete para o facto de que passam sem saber nada e que portanto não se safam. Se é verdade ou não, não sei. Mas não toca em inteligência.

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O que eu penso sempre que vejo um tópico com posts seguidos do xicantonio e da freudianslip:

 

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Sempre copiei e ajudei a copiar quando andava na escola/faculdade.

Senti que devia partilhar.

 

até nisso és comuna, raio parta o moçe.

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Aposto que ficou a falar fluentemente. O saber deve ser aprendido.

Não, nem ia aprender. Se se andasse a arrastar no secundário ia acabar por sair para trabalhar. Assim concluiu o secundário e talvez essas habilitações tenham valido o seu emprego de hoje, para o qual não precisa saber inglês para ser competente.

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Não, nem ia aprender. Se se andasse a arrastar no secundário ia acabar por sair para trabalhar. Assim concluiu o secundário e talvez essas habilitações tenham valido o seu emprego de hoje, para o qual não precisa saber inglês para ser competente.

Lógica da batata, sinceramente. Só se arrasta quem quer, não acredito que mais de dois anos a ter a mesma disciplina não se consiga reter conhecimento suficiente para passar no limite, mas isso são outras histórias. Mas ainda bem que tá a trabalhar. Vamos só dizer aos miúdos para começarem a escolher ao que querem passar/o que acham útil e que copiem no resto. É que nem significa que as pessoas que não sabem, sejam incultas ou que não se ajeitem no trabalho, mas se estão ali para ficarem qualificados para alguma coisa então que não se faça disso uma brincadeira. Mas pronto, assim podemos ficar em primeiro: http://thedoghousediaries.com/large/5414.png

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Lógica da batata, sinceramente. Só se arrasta quem quer, não acredito que mais de dois anos a ter a mesma disciplina não se consiga reter conhecimento suficiente para passar no limite, mas isso são outras histórias. Mas ainda bem que tá a trabalhar. Vamos só dizer aos miúdos para começarem a escolher ao que querem passar/o que acham útil e que copiem no resto. É que nem significa que as pessoas que não sabem, sejam incultas ou que não se ajeitem no trabalho, mas se estão ali para ficarem qualificados para alguma coisa então que não se faça disso uma brincadeira. Mas pronto, assim podemos ficar em primeiro: http://thedoghousediaries.com/large/5414.png

 

Muito isto. Mas cada vez mais se promove este pensamento do só estudar e interessar pelo que gostamos. E muitas vezes vem dos pais. Quantas vezes não ouço "Ah, ele só estuda história. Só gosta daquilo". "Só me interessa que ele perceba de matemática, para economia é o que interessa". Depois acabamos por ter uma geração de adolescentes que não sabe conversar sobre nenhum tema, não gosta de estar informado nem em quem podemos confiar para assumir as responsabilidades que podiam assumir melhor do que ninguém. E são os pais do futuro.

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lol "Graduating High School"

 

Isso de só se "fazer" o que gosta há por aí aos pontapés, depois infelizmente como consequência acabam sempre por fazer o que não gostam mais tarde.

 

Já fiz um teste inteiro a um amigo meu que não tinha estudado patavina e deixo copiar. Também já copiei naquela questão que não estou a ver como se faz, acho que não é crime nenhum, todos nós já tivemos essa experiência. Agora não vou para um teste sem saber nada e meto-me a copiar tudo, acho isso estúpido (mesmo que já tenha ajudado um amigo nesta situação), não faz parte da minha maneira de ver as coisas, mas é uma prática usual hoje em dia.

 

Muito isto. Mas cada vez mais se promove este pensamento do só estudar e interessar pelo que gostamos. E muitas vezes vem dos pais. Quantas vezes não ouço "Ah, ele só estuda história. Só gosta daquilo". "Só me interessa que ele perceba de matemática, para economia é o que interessa". Depois acabamos por ter uma geração de adolescentes que não sabe conversar sobre nenhum tema, não gosta de estar informado nem em quem podemos confiar para assumir as responsabilidades que podiam assumir melhor do que ninguém. E são os pais do futuro.

 

Disseste tudo. Felizmente os meus pais nunca foram assim. Sempre me disseram " Na vida nós não fazemos tudo o que queremos/gostamos. Eu e o teu pai também nos levantamos todos os dias para ir trabalhar quando preferíamos estar em casa a descansar " lol. E isso sempre me foi incentivando para estudar para aquilo que não gosto por exemplo, faz parte da aprendizagem, porque sou um menino nestas coisas e fico a pensar no dinheiro e sacrifícios que os meus pais já fizeram para me educar, o que me dava animo extra.

Editado por Badjoras

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Lógica da batata, sinceramente. Só se arrasta quem quer, não acredito que mais de dois anos a ter a mesma disciplina não se consiga reter conhecimento suficiente para passar no limite, mas isso são outras histórias. Mas ainda bem que tá a trabalhar. Vamos só dizer aos miúdos para começarem a escolher ao que querem passar/o que acham útil e que copiem no resto. É que nem significa que as pessoas que não sabem, sejam incultas ou que não se ajeitem no trabalho, mas se estão ali para ficarem qualificados para alguma coisa então que não se faça disso uma brincadeira. Mas pronto, assim podemos ficar em primeiro: http://thedoghousediaries.com/large/5414.png

Lá por não acreditares não quer dizer que não seja verdade. Estamos a falar de miúdos de 15/16 anos, é bom não esquecer isso e não julgar as coisas do alto de um pedestal de maturidade e intelectualidade. Há pessoas que não têm a mínima competência para certas áreas (mesmo aplicando-se), outras que são bastante boas a tudo. Além da simples falta de capacidade, pode-se alegar outras razões para o insucesso como a desmotivação e o desinteresse, que podem resultar do 1º factor ou até de outros. Além disso não é um 10 que garante competência ao que quer que seja. Porventura terás tido colegas que tenham tido positiva a Inglês, Português ou Matemática e que não sejam competentes nessa área.

 

Mas vamos dizer o quê? Estás a e tentar transformar as coisas porquê? O exemplo que dei foi de 2 miúdos, onde um deles tinha extremas dificuldades a uma disciplina e conseguiu passar à mesma a copiar. Nem sequer se colocava aqui a questão do achar útil ou não, nem foi o resultado de movimentos externos. Pois realmente o passar a uma disciplina por copiar nuns testes não diz nada acerca da sua inteligência, cultura ou competência. Então porquê todo esse complexo? E como já disse em cima, o ter positiva a uma disciplina não garante qualificação nenhuma. E ninguém fez disso uma brincadeira. Se houvesse mais brincadeira e menos obrigatoriedade no ensino, talvez os miúdos não se sentissem obrigados a passar e assim a recorrer a copianços e etc, e passassem realmente a divertirem-se com a aprendizagem e obterem conhecimento de forma mais eficaz e prazerosa.

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Cábulas nem é muito a minha cena, tirando em cadeiras que é mesmo só para encher o curso e que é só marranço e toda a gente faz o exame com uma mão na caneta e outra no smartphone :lol: Mas nessas até os professores sabem, tanto que mesmo que copies tudo igualzinho ninguém saca mais de 16.

 

Agora em exames de cadeiras "a sério" se tiver alguém ao meu lado que me possa ajudar em algo que não me lembre, ou não saiba mesmo, não vou rejeitar só porque fica bem. E não tenho problema nenhum em que me peçam ajuda, desde que já tenha terminado e não quando estou a meio do raciocínio, aí faço-me de surdo :mrgreen:

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Lá por não acreditares não quer dizer que não seja verdade. Estamos a falar de miúdos de 15/16 anos, é bom não esquecer isso e não julgar as coisas do alto de um pedestal de maturidade e intelectualidade. Há pessoas que não têm a mínima competência para certas áreas (mesmo aplicando-se), outras que são bastante boas a tudo. Além da simples falta de capacidade, pode-se alegar outras razões para o insucesso como a desmotivação e o desinteresse, que podem resultar do 1º factor ou até de outros. Além disso não é um 10 que garante competência ao que quer que seja. Porventura terás tido colegas que tenham tido positiva a Inglês, Português ou Matemática e que não sejam competentes nessa área.

 

Mas vamos dizer o quê? Estás a e tentar transformar as coisas porquê? O exemplo que dei foi de 2 miúdos, onde um deles tinha extremas dificuldades a uma disciplina e conseguiu passar à mesma a copiar. Nem sequer se colocava aqui a questão do achar útil ou não, nem foi o resultado de movimentos externos. Pois realmente o passar a uma disciplina por copiar nuns testes não diz nada acerca da sua inteligência, cultura ou competência. Então porquê todo esse complexo? E como já disse em cima, o ter positiva a uma disciplina não garante qualificação nenhuma. E ninguém fez disso uma brincadeira. Se houvesse mais brincadeira e menos obrigatoriedade no ensino, talvez os miúdos não se sentissem obrigados a passar e assim a recorrer a copianços e etc, e passassem realmente a divertirem-se com a aprendizagem e obterem conhecimento de forma mais eficaz e prazerosa.

 

Se ele tinha extremas dificuldades, podia esforçar-se, a professora valorizava isso e passava-o. Tenho a certeza absoluta, porque tenho amigos que fizeram assim Matemática. Com o esforço deles, com a vontade deles e um pouco premiados pelos professores, mesmo que as notas (apesar da força de vontade) fossem na mesma ainda baixas.

O teu amigo que aprendeu daí? Aprendeu que, tendo uma dificuldade, se copiar safa-se. Aprendeu a contornar as regras, a enganar-se a ele próprio. Não se pede que vocês, com 15 ou 16 anos têm juízo para perceber isso. Mas isso não implica que esteja correto.

Ele nem aprendeu inglês...nem aprendeu a lutar por um objetivo e a vencer as suas dificuldades com o seu próprio esforço. E esta última é que é grave.

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