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Resende93

Adolescentes na figueira da foz agredido por duas raparigas

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Porquê? Porque o pai é funcionário da Câmara? :lol:

 

Yap, é a minha opinião.

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Não vai acontecer nada porque isto já prescreveu.

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Yap, é a minha opinião.

 

Vaart, o Salazar já patinou há quase 50 anos... Quando ele mandava nisto é que os funcionários públicos tinham poder de influência...

 

Se fosse o Presidente da Câmara, um vereador, até um dirigente de topo ainda vá... Agora um simples funcionário... E ser "quadro superior" não quer dizer nada. É apenas um gajo com uma licenciatura e com a categoria de Técnico Superior.

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Até podes ter razão, mas fico sempre de pé atrás.

Isto tornou-se, ou está a tornar-se demasiado mediático, para qualquer pessoa com algum "poder" conseguir encobrir isto, percebo o que queres dizer, mas não pode acontecer, nunca, muito menos neste tipo de casos.

Editado por JP_

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Querem desenvolver essa de 'esta geração e a próxima não estarem preparados para serem pais'? Onde é que se encontra o fundamento disso?

 

E já agora que geração é que esteve devidamente preparada para serem pais?

Editado por Mayday

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Querem desenvolver essa de 'esta geração e a próxima não estarem preparados para serem pais'? Onde é que se encontra o fundamento disso?

 

E já agora que geração é que esteve devidamente preparada para serem pais?

O pessoal está cada vez mais instruído e cada vez mais sem tempo para os filhos e outras cenas que se aprende em sociologia.

a geração que esteve mais preparada para serem pais foi a que viveu no tempo do salazar. os gajos eram burros e tinham mais tempo pros filhos e davam mais chapadas.

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Querem desenvolver essa de 'esta geração e a próxima não estarem preparados para serem pais'? Onde é que se encontra o fundamento disso?

 

E já agora que geração é que esteve devidamente preparada para serem pais?

 

Boa intervenção. Porque se a geração que está a aparecer pode ter muitos defeitos... todas as anteriores também os tiveram, conforme o tempo em que se viveu. Acho que não faz sentido em falar numa geração mais preparada do que outra. As coisas vão fazendo sentidos diferentes em contextos diferentes.

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Esta m*rda foi por ele não querer chafurdar naquelas jabardonas?

Yup. Ainda pensei que ele tivesse ido lá a uma e a tenha posteriormente mandado passear mas não.

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Yap, é a minha opinião.

:lol:

 

 

Sim, como bem sabemos todos os políticos são corruptos, é lançar uma bomba na assembleia. Não se aproveita nenhum! Cambada de ladrões!

 

Morte aos técnicos superiores das Câmaras Municipais!

Editado por Mad Cup

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Querem desenvolver essa de 'esta geração e a próxima não estarem preparados para serem pais'? Onde é que se encontra o fundamento disso?E já agora que geração é que esteve devidamente preparada para serem pais?

 

Para a questão da geração mais bem preparada para exercer a parentalidade, já tinha deixado uma adenda num dos posts anteriores:

 

Aliás, ninguém está preparado, literalmente, para ser pai/mãe, mas há competências que uma pessoa tem que a tornam mais pre-disposta para desempenhar esse papel.

 

Quanto ao facto de considerar esta geração a menos preparada para exercer a parentalidade deixo, abaixo, um conjunto de premissas que podem explicar a minha opinião.

 

Na atualidade, fruto do contexto dinâmico do mundo laboral, os pais têm cada vez menos tempo disponível para estar com os seus filhos, especialmente devido aos horários de trabalho que se estendem, muitas vezes, para lá do horário de expediente. Ademais, vários são os pais que, mesmo após saírem do local de trabalho, têm que continuar a resolver problemas laborais a partir, por exemplo, do seu telemóvel e email.

 

Como consequência, o tempo para estar com os filhos é cada vez mais reduzido. Durante a semana, os pais acabam por chegar tarde a casa, bem como cansados, o que reduz a sua disponibilidade, física e mental, para estar com os filhos. Resta o tempo ao fim-de-semana, onde os pais têm que organizar a sua vida em outros âmbitos e as crianças, muitas vezes, têm que completar as suas tarefas escolares. Ademais, neste mesmo espaço de tempo (i.e., fim-de-semana), muitas pessoas estão mais preocupadas em descansar. Assim sendo, algumas crianças começam a ser pouco acompanhadas pelos seus pais. Não digo que isto seja propositado, porque não acredito que o seja, mas acaba por acontecer, infelizmente.

 

Os pais, como forma de compensar a sua ausência e pouca disponibilidade, podem começar a recompensar as crianças (i.e., dando-lhes brinquedos ou outras coisas) ou então acedem a todos os seus desejos para não ter que aturar as suas birras, uma vez que a paciência já é pouca. Como tal, as crianças, desde cedo, começam a perceber que podem ter tudo o que quiserem dos seus pais sem terem que fazer qualquer esforço. Ora isto, parecendo que não, é uma lacuna em termos parentais, dado que os pais nunca dizem um "não" aos seus filhos. E crescer com a ausência desta palavra, faz com que as crianças não aprendam a lidar com a frustração relacionada com a não satisfação das suas necessidades, ainda que momentâneas. Querer aquele brinquedo, naquele preciso momento, pode saciar momentaneamente uma necessidade psicológica, mas será que dar tudo não tem os seus contras?

 

Por outro lado, fruto do pouco tempo disponível, os pais começam a empurrar para a escola parte da educação dos seus filhos. As escolas, cujos horários são bastante extensos, começam a assumir-se, assim, como uma espécie de segundo pai/mãe, onde as crianças acabam muitas vezes por ficar de manhã à noite. Nestes estabelecimentos encontram-se, igualmente, os pares e os grupos sociais, essenciais para o processo de socialização. Além disso, a escola começa a ser o centro da vida da criança e aqui decorrem as suas maiores aprendizagens, sejam elas positivas ou negativas.

 

Falemos no caso das experiências negativas. Imaginemos que uma criança tem uma nota negativa num teste e que reage de forma menos correta com o professor ou até mesmo com algum colega. A que se poderá dever essa reação? É óbvio que ninguém gosta de ter más notas, porém as pessoas menos capazes de lidar com essa frustração são aquelas que exibem comportamentos menos adequados nessas situações. E onde podem ter origem esses comportamentos? Num estilo parental mais permissivo que opta por dar tudo às crianças e que nunca lhes diz não a nada, pensando que está a fazer bem, quando não o está. Isto é apenas um exemplo, não é a regra.

 

Posteriormente, os pares e os grupos sociais começam a ganhar preponderância na vida da criança. Todos querem ter "amigos" e estar inseridos num grupo social, levando a que, muitas vezes, se cometam alguns excessos. Esses excessos, caso haja um acompanhamento parental correto, ocorrem menos vezes comparativamente a situações onde esse acompanhamento é diminuto ou praticamente inexistente. E porquê? Porque as crianças, devido ao contacto com os seus pais e familiares mais próximos, já internalizaram um conjunto de regras, normas e valores que regem a sua vida. Claro que na ausência dessas regras, normas e valores estamos na mistura de um cocktail potencialmente explosivo em termos de asneiras.

 

Agora, imaginemos que estes indivíduos, aqueles que foram alvo de um estilo parental bastante permissivo durante a sua infância e adolescência, seguem as suas normas e padrões desajustados na vida adulta. Como será que se irão comportar como pais? Podem vir a ser bons pais, é verdade, mas, tendo em conta o seu passado, o prognóstico não é muito favorável.

 

Contudo, isto são apenas um conjunto de premissas e não um dogma, atenção. Não gosto de dogmas e reajo muito mal à presença dos mesmos. E é muito importante que se perceba isso, porque há crianças bem acompanhadas que viram marginais e outras que cresceram isoladas, mas que se tornaram indivíduos totalmente funcionais. É sempre importante entender que há excepções à regra.

 

:lol:Sim, como bem sabemos todos os políticos são corruptos, é lançar uma bomba na assembleia. Não se aproveita nenhum! Cambada de ladrões!Morte aos técnicos superiores das Câmaras Municipais!

 

:mrgreen:

 

Agora, algo mais produtivo

Editado por Vaart

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Se estava lá mais pessoal, sim, agora se eram os que aparecem no vídeo, assim que virasse a primeira gaja, as outra já não se metiam, depois sobrava lá o outro moço, mas também não parece ser gajo com capacidade para parar um gajo que estava ali a acumular nervos por estar a levar. De qualquer maneira, o melhor a fazer era quando tivesse a passar 1 ou 2 gajos, ele gritar por ajuda e começar a bombardear. É que deixar-se levar, de repente levava um bem dado, podia cair para o lado e correr muito mal

Dá para ver que estavam alí no mínimo umas 6 ou 7 pessoas. E praí 3 pelo menos eram rapazes.

A cena de chamar ajuda era difícil, aquilo parece que não aconteceu na escola, devem ter escolhido um sítio específico onde estivessem à vontade para se divertirem a humilhar o rapaz, só mesmo se fugisse. E se fugisse, no dia a seguir levava outra vez, não é solução.

 

btw, o puto tava amarrado? o meu pai é que me falou nisso, o rapaz tá sempre com as mãos nas costas. (edit: nop, já fui conferir) Outra cena que eu não percebi, o gajo só ofereceu alguma resistência contra o gajo, as gajas limitou-se a ficar ali. um bocado estranho..

Editado por lolitos

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Agora, algo mais produtivo

De produtivo, peço-te a ti.

 

Se acreditas que o processo não irá decorrer com naturalidade, sê directo e não estejas a especular sem nunca concretizar a tua opinião.

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Outra cena que eu não percebi, o gajo só ofereceu alguma resistência contra o gajo, as gajas limitou-se a ficar ali. um bocado estranho..

nessa altura tavam a ameaçar dar-lhe um pontapé nos colhoes. n é nada estranho

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Excelente visão Vaart. Eu concordo em absoluto, e até acho que isso não será uma realidade não só no contexto familiar, mas até a nível pessoal, relacional e profissional.

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Eu não discordo de nada Vaart mas isto sucede em todas as gerações. Só mudam os factores.

 

Já agora estamos a comprar com que gerações? Com as que não tinham sequer oito horas de trabalho? Com as que viviam abaixo do limiar da pobreza? Com as que viveram no tempo da ditadura e lhes faltava tudo? Com a das drogas e Rock & Roll dos anos 80? :mrgreen:

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De produtivo, peço-te a ti.Se acreditas que o processo não irá decorrer com naturalidade, sê directo e não estejas a especular sem nunca concretizar a tua opinião.

 

Eu acredito, perfeitamente, que pode ocorrer (e repara que digo "pode ocorrer" e não "vai ocorrer", duas coisas distintas) alguma perturbação da investigação porque um dos pais dos envolvidos é técnico superior na Câmara Municipal da Figueira da Foz.

 

Todavia, até posso estar enganado e até é possível que o esteja, uma vez que toda a situação já ganhou um grande mediatismo, mas é certo e sabido que, por vezes, algumas situações são "abafadas" devido ao poder político.

 

Eu não discordo de nada Vaart mas isto sucede em todas as gerações. Só mudam os factores. Já agora estamos a comprar com que gerações? Com as que não tinham sequer oito horas de trabalho? Com as que viviam abaixo do limiar da pobreza? Com as que viveram no tempo da ditadura e lhes faltava tudo? Com a das drogas e Rock & Roll dos anos 80? :mrgreen:

 

Faz uma tese sobre isso :mrgreen:

 

Eu, em tudo o que escrevi, fui pensando numa coisa que acabei por não colocar. Esta geração tem uma coisa que outras gerações não tiveram, conviveram, desde cedo, com a internet e redes sociais, o que mudou, por si só, a sua noção de socialização. Quando eu era mais novo raramente vinha ao computador e passava bastante tempo na rua com os meus amigos, mas as crianças, na atualidade, socializam através das redes sociais e não experienciam "in loco" algumas das coisas que nós vivemos e que nos ensinaram a viver em sociedade.

 

No meu entender, este aspeto é um fator de risco.

Editado por Vaart

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muito bem.

 

claro que diz o que é óbvio, mas hoje em dia é tão raro que é de louvar. que os outros pais tenham a mesma atitude.

 

btw, já acompanhei de muito perto situações semelhantes, e das que ficaram bem resolvidas, nenhuma foi resolvida à pancada. a que envolveu violência acabou com o pai de um dos intervenientes preso.

Editado por F_Tex

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Polícia Segurança Pública

4 h · Editado ·

NOTA DE IMPRENSA:

Na sequência da publicação de um vídeo onde eram visualizadas agressões por parte de várias jovens do sexo feminino a um jovem do sexo masculino, estão a ser feitas diligências investigatórias por parte da PSP - Divisão Policial da Figueira da Foz e em coordenação com o Ministério Publico.

Das diligências já efetuadas, é possível adiantar que os factos terão ocorrido durante o verão passado, nas férias escolares. Alguns dos intervenientes são da Figueira da Foz e são já conhecidas algumas identificações dos mesmos, bem como foi hoje formalizado o procedimento criminal por parte da vítima, a qual se deslocou pessoalmente às instalações policiais para o efeito e confirmou o momento e circunstâncias do ocorrido.

A PSP continua atenta ao evoluir da situação.

Coimbra, 12 de maio de 2015

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A moral de uma pessoa que pertencia aos "Gunas da Areosa que assaltavam estudantes universitários na cidade do Porto, cheira-me que ele também anda metido neste barulho, lol

Editado por el_bandido

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E esse facebook é mesmo verdadeiro? É que parece-me só um engraçadinho a tentar ter piada com uma figura mais ou menos conhecida.

 

Eu considero que o rapaz teve a postura correta. Independentemente de estar mais gente ou não, o facto é que só ali estavam umas quantas broeiras e pelo menos um rapaz. Se ele tentasse responder, o mais provável era apanhar mais do que as que levou, e a coisa podia-se tornar feia.

 

 

Mas não deixo de sorrir quando vejo os facebooks dos agressores. Resolvem a violência gratuita com mais violência gratuita. O pessoal diverte-se mesmo com estes casos.

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