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Sporting - Futebol

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E o Ruiz não faz mais a diferença porque na frente temos Slimani e Teo. Há uns tempos li uma frase sobre o Montero e sobre a diferença que ele poderia fazer em campo: "Um Montero tem de jogar com outros Monteros". O Montero aparecia nos espaços certos e sabia exactamente o que tinha de fazer e o problema era não ter outros jogadores capazes de dar seguimento a esse desequilíbrio no espaço defensivo adversário que ele tinha acabado de causar, fosse por não o "encontrarem" nesses espaços, quer fosse no seguimento do que o Montero quisesse fazer com a bola e ninguém perceber.

 

Aquilo que aconteceu em Moscovo não foi acidente (jogo da dupla Ruiz-Montero e ainda com Matheus). Tratavam-se dos dois melhores criativos, um a procurar os espaços e o outro a descobri-los e os dois a saberem exactamente o que cada um deles ia fazer, quase num pensamento telepático entre os dois. Porque são foras-de-série e que viam aquilo que mais ninguém via dentro de campo.

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Para mim criatividade não é bem isso. É ver o que mais ninguém vê.

Também associo a criatividade aos passes para ocasião, mas não é só isso.

Agora quem é criativo e gosta de arriscar com a sua criatividade, provavelmente terá mais passes para a ocasião. Isto se a equipa também estiver trabalhada para potenciar as qualidades desse mesmo criativo.

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Criativo?

Criativo é o Moutinho que todos os anos cria expectativas que vai para o United, para o Arsenal, para o Real, para o Barcelona, para o Bayern, para o Inter, para o Milan, para a Juventus e acaba no Mónaco da vida.

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Ruiz :heart: :prayer:

 

gajo tão inteligente que até treina a fazer daqueles cubos (ver a mala)

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O Ruiz tem o cachecol da central... vai na volta.

E é o cubo de rubik crl, como raio não se sabe o nome do cubo mais famoso do mundo ? :mrgreen:

 

E quanto à conversa da criatividade, só para dar a achega sobre o jogador ser criativo ou não. Vocês estão a focar-se demasiado apenas no contexto com bola. A criatividade de um jogador, para mim, deve ser medida tanto nos aspectos com bola como sem bola porque no final a criatividade é a capacidade de um jogador criar e transformar situações normais de jogo em ocasiões flagrantes, seja através do drible, do passe ou de um simples movimento de rotura que te permita arrastar e abrir defesas.

E quando digo movimentos de rotura não falo de movimentos simples de profundidade e verticalidade (que é a única coisa que o Teo faz).

Falo de um jogador colocar o cérebro a trabalhar e ser capaz de perceber qual a melhor zona para atacar mediante a organização defensiva adversária.

O Montero era um criativo do crl tanto sem bola como com bola, sendo que sem bola era capaz de perceber e movimentar-se consoante o posicionamento defensivo adversário não oferecendo assim uma referência fixa para a marcação.

Para mim o aspecto da criatividade no trabalho sem bola também é decisivo porque é um dos factores que permite aos jogadores da tua equipa terem mais soluções para o que fazer com bola.

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E quanto à conversa da criatividade, só para dar a achega sobre o jogador ser criativo ou não. Vocês estão a focar-se demasiado apenas no contexto com bola. A criatividade de um jogador, para mim, deve ser medida tanto nos aspectos com bola como sem bola porque no final a criatividade é a capacidade de um jogador criar e transformar situações normais de jogo em ocasiões flagrantes, seja através do drible, do passe ou de um simples movimento de rotura que te permita arrastar e abrir defesas.

E quando digo movimentos de rotura não falo de movimentos simples de profundidade e verticalidade (que é a única coisa que o Teo faz).

Falo de um jogador colocar o cérebro a trabalhar e ser capaz de perceber qual a melhor zona para atacar mediante a organização defensiva adversária.

O Montero era um criativo do crl tanto sem bola como com bola, sendo que sem bola era capaz de perceber e movimentar-se consoante o posicionamento defensivo adversário não oferecendo assim uma referência fixa para a marcação.

Para mim o aspecto da criatividade no trabalho sem bola também é decisivo porque é um dos factores que permite aos jogadores da tua equipa terem mais soluções para o que fazer com bola.

 

Era isso que estava a tentar dizer aqui:

 

E o Ruiz não faz mais a diferença porque na frente temos Slimani e Teo. Há uns tempos li uma frase sobre o Montero e sobre a diferença que ele poderia fazer em campo: "Um Montero tem de jogar com outros Monteros". O Montero aparecia nos espaços certos e sabia exactamente o que tinha de fazer e o problema era não ter outros jogadores capazes de dar seguimento a esse desequilíbrio no espaço defensivo adversário que ele tinha acabado de causar, fosse por não o "encontrarem" nesses espaços, quer fosse no seguimento do que o Montero quisesse fazer com a bola e ninguém perceber.

 

Aquilo que aconteceu em Moscovo não foi acidente (jogo da dupla Ruiz-Montero e ainda com Matheus). Tratavam-se dos dois melhores criativos, um a procurar os espaços e o outro a descobri-los e os dois a saberem exactamente o que cada um deles ia fazer, quase num pensamento telepático entre os dois. Porque são foras-de-série e que viam aquilo que mais ninguém via dentro de campo.

 

 

:)

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Chegou com o rótulo de que não conseguia ter mais de 60 minutos nas pernas, vamos já no oitavo jogo consecutivo a cumprir os noventa minutos em campo. Chegou como velho, em busca de uma reforma mais digna, e como jogador que se terá movido por euros e não por perspectiva de carreira. Aceitou reduzir o seu simpático ordenado apenas para actuar ao mais alto nível, num clube em busca do título que lhe foge à mais de uma década.

 

Como sempre, em Portugal, a chegada de Bryan Ruiz chegou envolta em dúvidas, desconfianças e pouca euforia. Porque o nível que apresentou no Mundial não seria o “seu nível” e porque experiências no passado ditavam que a experiência pode ser também motivo de destabilização de um balneário. Mas Bryan não é nenhum Pranjic, muito menos um Bolo de Arroz. Bryan é um jogador que tem encantado o mundo do futebol desde que apareceu, na Holanda. É um jogador que o mais purista amante do desporto Rei tem seguido, é um jogador que a quem todos desejavam melhor sorte, e é agora um dos melhores a actuar no nosso campeonato.

 

Classe à solta no relvado, sem provocar rivais, sem discutir com árbitros, sem uma entrada feia e com um respeito imenso por colegas leões e adeptos na bancada. Sempre secundado pelo “seu” João Mário, jogador que Bryan diz ser o mais inteligente e talentoso do nosso plantel, Ruiz tem distribuído passes de sonho, recepções de predestinado e uma vontade semana após semana que o levam ao patamar mais regular da sua carreira, depois de sair do Twente.

 

A um jogador destes agradece-se. Por nos ter escolhido, por gostar do nosso projecto, por estar empenhado em ser campeão de leão ao peito, sem nunca se ouvir o discurso de “passagem” que muitos jogadores estrangeiros têm passados uns mesinhos de cá andarem.

 

Bryan não faz muitas capas. Talvez porque não tenha passado por um Barcelona, ou não seja um produto que agentes tentam valorizar à força. Mas também não precisa. A classe que solta a cada jogo, é a mesma que aplica fora do relvado, sempre de sorriso tímido, sempre virado para a curva, em jeito de agradecimento, sempre com um discurso de senhor, como foi o caso de ontem. Só Ruiz poderia marcar um golo como o de ontem e por a mão na cabeça, como quem pede desculpa ao adversário porque não os queria enganar, sorrindo apenas para Adrien e João Mário, que o abraçavam efusivamente.

 

Se formos campeões, Ruiz será um bastião deste plantel e ficará na nossa história como o costa riquenho que parado fintava quatro jogadores, que saia de zonas de pressão com a bola redondinha, que aparecia nos jogos grandes e que desde o primeiro jogo se afirmou como a voz de Jesus em campo.

 

http://atascadocherba.com/2016/02/23/hoje-ha-pipis-classe-a-solta/

 

leiam que vale bem a pena :heart:

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Até o Bryan sabe quem é o maior :cool: :mrgreen:

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O Bryan está banhado em hype.

 

É um tronco com olhos que nunca teve sucesso no futebol a sério.

 

Vejam como foi anulado pelo underrated Iris e lidem!

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A jogada ao minuto 2 é qualquer coisa... Aquela finta de corpo. :prayer: Mas pronto, lá tinha o Teo de desperdiçar aquela oportunidade.

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O Bryan está banhado em hype.

 

É um tronco com olhos que nunca teve sucesso no futebol a sério.

 

Vejam como foi anulado pelo underrated Iris e lidem!

 

Uish, soltem o Refutador.

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