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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de BrunoCardoso, há 2 horas:

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Coimbra pode ter tem muitos defeitos, mas é uma cidade com História e Memória. Aqui ninguém se esquece o quanto a cidade sofreu à conta do fascismo.

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Citação de Black Hawk, há 12 minutos:

Coimbra pode ter tem muitos defeitos, mas é uma cidade com História e Memória. Aqui ninguém se esquece o quanto a cidade sofreu à conta do fascismo.

Pau no cu desse corno. Passei lá em trabalho e estava bem animado o cenário. E ele com cara de carneiro mal morto. Deixou-me feliz.

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Citação de Sumudica by Night, há 18 minutos:

fds, a entrevista da MJM à Ana Gomes, nossa que martírio.

Velhinhos podem ir à missa apanhar COVID e não furam o confinamento.

A sério que esta gente faz jornalismo?

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Citação de Black Hawk, há 1 hora:

Coimbra pode ter tem muitos defeitos, mas é uma cidade com História e Memória. Aqui ninguém se esquece o quanto a cidade sofreu à conta do fascismo.

Estavas lá nas manifs? 

Citação de Lebohang, há 4 horas:

Abstenção Recorde + Eleitorado fiel em Marcelo e João Ferreira que pode não votar por ser mais velho + Candidato Ventura que ninguém sabe quanto vale + Eleitorado que vota em Ventura que com certeza vai-se mobilizar em força para votar porque é negacionista + Eleitorado de esquerda que votaria em Marisa mas que vai votar Ana Gomes.

Muitos motivos para ninguém arriscar numa sondagem.

Tirando o parvo do Ticampos. Ai ai, vou-me queimar tanto em certas comunidades quando não bater a bota com a perdigota (assim como as sondagens oficiais que tiverem a coragem suicida de publicar). 

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Citação de Sumudica by Night, há 1 hora:

fds, a entrevista da MJM à Ana Gomes, nossa que martírio.

é a porcaria que se estava à espera. A MJM é uma imbecil e a Ana Gomes não fica atrás.

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Citação de Sumudica by Night, há 1 hora:

fds, a entrevista da MJM à Ana Gomes, nossa que martírio.

Fui ver e tenho-a silenciada no twitter.

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Esperava maior confronto de ideais nisto, tanto que esperava que me ajudasse a escolher qual o candidato a esquerda a votar, ainda estou indeciso. Só o Pacheco Pereira e o João Ferreira teve um confronto que se diga.

No fundo a pergunta que tenho presa é quem quero que me represente nas relações internacionais, na supervisão da constituição e do seu cumprimento, e que irá fazer esse cargo da maneira que o vejo que deve ser cumprido, e qual o ideal de democracia que defendo, a nível de europeísmo e globalização. E se pensava que a nível do artigo 7 da constituição isso tirava o João Ferreira do plano, fiquei surpreendido mas não totalmente convencido. No entanto a Ana Gomes ainda me faltou ve-la a dar o devido foco ao ambiente que gostava de ver. Quanto a Marisa a conversa improvável que ela teve ajudou zerinho em perceber a candidata dentro das diferenças que tem com outras campanhas, pqp.

Mas fico contente com os candidatos apresentados a esquerda, já os seguia minimamente devido ao seu trabalho na Comissão Europeia e agora tenho de decidir entre eles, pqp. Já estava demasiado habituado a identificar-me com um voto em branco e isto está a ser difícil pela positiva. Sábado vou a Haia votar e aposto que até lá vou andar sem saber que fazer.

 

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Citação de Lip McBoatface, há 2 minutos:

Esperava maior confronto de ideais nisto, tanto que esperava que me ajudasse a escolher qual o candidato a esquerda a votar, ainda estou indeciso. Só o Pacheco Pereira e o João Ferreira teve um confronto que se diga.

No fundo a pergunta que tenho presa é quem quero que me represente nas relações internacionais, na supervisão da constituição e do seu cumprimento, e que irá fazer esse cargo da maneira que o vejo que deve ser cumprido, e qual o ideal de democracia que defendo, a nível de europeísmo e globalização. E se pensava que a nível do artigo 7 da constituição isso tirava o João Ferreira do plano, fiquei surpreendido mas não totalmente convencido. No entanto a Ana Gomes ainda me faltou ve-la a dar o devido foco ao ambiente que gostava de ver. Quanto a Marisa a conversa improvável que ela teve ajudou zerinho em perceber a candidata dentro das diferenças que tem com outras campanhas, pqp.

Mas fico contente com os candidatos apresentados a esquerda, já os seguia minimamente devido ao seu trabalho na Comissão Europeia e agora tenho de decidir entre eles, pqp. Já estava demasiado habituado a identificar-me com um voto em branco e isto está a ser difícil pela positiva. Sábado vou a Haia votar e aposto que até lá vou andar sem saber que fazer.

 

A conversa da Susana Peralta com o Marcelo também permitiu algum confronto, gostei de ouvir.

 

EDIT se bem que o Marcelo às vezes é um chato do crl

Editado por Sandes.

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Citação de Lip McBoatface, há 11 minutos:

Esperava maior confronto de ideais nisto, tanto que esperava que me ajudasse a escolher qual o candidato a esquerda a votar, ainda estou indeciso. Só o Pacheco Pereira e o João Ferreira teve um confronto que se diga.

Em teoria Pacheco x JF, Peralta x Marcelo, FMS x Ventura e Loff x Mayan seriam todas conversas potencialmente interessantes. As outras duas é que são escolhas pobres, a MJM está muito próxima da Ana Gomes e o MEC é o MEC.

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Por acaso gostava de tivesse sido a Susana Peralta ou o Pacheco Pereira a entrevistar o Ventura. Pelo lulz até podia ser a MJM

edit: mas pior que a MJM talvez seja a Inês Moreira. Não sei se é colunista na Público.

Editado por Puto Perdiz

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Citação de Puto Perdiz, Agora:

Por acaso gostava de tivesse sido a Susana Peralta ou o Pacheco Pereira a entrevistar o Ventura. Pelo lulz até podia ser a MJM

Eu acho que politicamente o FMS até pode ser dos que mais lhe lixa a vida. Um pouco como no debate v. Mayan, mas com um gajo muito mais competente.

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Citação de andriy pereplyotkin, há 43 minutos:

Eu acho que politicamente o FMS até pode ser dos que mais lhe lixa a vida. Um pouco como no debate v. Mayan, mas com um gajo muito mais competente.

espero estar enganado, mas não vejo o FMS com pulso suficiente para o confrontar a sério. ele é um gajo muito inteligente mas encona-se um bocado nos debates (não vejo religiosamente o Sem Moderação, vejo uma vez por outra). por outro lado, representa a direita que não se identifica com o chega, que tem sido muito mais eficaz a debater com ele do que a esquerda.

também preferia ver a Susana Peralta ou o Pacheco Pereira

já agora alguém consegue arranjar isto? https://observador.pt/opiniao/o-voto-dos-catolicos-na-eleicao-presidencial/

parece que a opus dei já se demarcou deste artigo e quero muito ler para a lolada total

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Os Aventureiros que aterraram aqui de pára-quedas como se isto fosse um jogo de Fortnite contam para os votos na poll mesmo depois de terem sido expulsos? De repente vi 11 votos Ventura e assustei-me. 

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Citação de F_Tex, há 6 minutos:

Participar numa eleição é um acto que, pela sua própria natureza, é intrinsecamente moral e, portanto, tem pertinência pastoral. Quem vota, responsabiliza-se, de algum modo, pelo candidato, ou pelo partido, que sufraga. Quem não vota, é igualmente responsável por essa sua atitude e pelas suas consequências.

Se qualquer votação tem transcendência moral, a próxima eleição presidencial tem uma especial relevância ética. Com efeito, depois de o parlamento se ter recusado a ouvir, em referendo, os portugueses, elaborou uma proposta de lei da eutanásia, que o próximo chefe de Estado deverá, ou não, promulgar. Por isso, é necessário que os eleitores conheçam a posição relativa à eutanásia de todos os candidatos presidenciais.

Segundo o Público de 14-1-2021, à pergunta “Concorda com a despenalização da morte assistida?”, Ana Gomes, Marisa Matias, Tiago Mayan Gonçalves e Vitorino Silva responderam: “concordo”. João Ferreira foi evasivo: “Tendo a compreender e a respeitar as diferentes posições que se manifestam perante uma situação de sofrimento extremo, em resultado de uma doença fatal e incurável”. Marcelo Rebelo de Sousa também não quis, por enquanto, assumir nenhuma posição: “Vamos esperar pela lei e, conhecida a lei, definirei a minha posição definitiva sobre a matéria”. Só André Ventura teve uma resposta negativa clara: “Não. Eu, pessoalmente, não concordo”. Sem excluir, por exigência constitucional, a possibilidade da promulgação, assegura que, “como Presidente da República, exerceria influência para que houvesse um grande referendo nacional e um grande debate sobre a eutanásia em Portugal.”

Portanto, para um cristão coerente, as candidaturas de Ana Gomes, Marisa Matias, Tiago Mayan Gonçalves e Vitorino Silva estão, à partida, excluídas. O ‘nim’ de João Ferreira, que é comunista, tende a ser um sim à eutanásia; mas o ‘nim’ do actual Presidente, que é católico, pode vir a ser um ‘não’. Se assim for, para os católicos, só existem duas candidaturas presidenciais compatíveis com a doutrina social da Igreja: a do actual Presidente e a do deputado do Chega. Ambos dizem-se católicos, mas são-no verdadeiramente?

Enquanto Marcelo Rebelo de Sousa se assume como sendo da ‘direita social’, André Ventura é tido como representante da direita autoritária e xenófoba. É sobre esta questão que incidem as críticas ao catolicismo deste candidato: as suas posições públicas, em relação a algumas etnias, bem como à imigração e aos refugiados, parecem contradizer os princípios cristãos e, mais em concreto, os ensinamentos do Papa. Com efeito, Francisco fez desta temática e da questão ecológica e climática as predominantes preocupações sociopolíticas do seu pontificado.

André Ventura é alvo das críticas dos crentes que não se revêem no seu programa político. É perfeitamente legítimo que católicos discordem das propostas políticas deste candidato presidencial, mas não lhes compete questionar a ortodoxia da sua fé, como fez o artigo “Para enviado de Deus, André Ventura não serve”, da Visão. Neste auto-de-fé, que chega a ser calunioso, declara-se ex cathedra que “um verdadeiro católico não pode rever-se no pregador Ventura (sic), em confronto permanente com o que foram os ensinamentos de Cristo e o que a Igreja Católica e o Papa Francisco hoje defendem”. A Visão, qual nova Inquisição, dixit.

Não compete a um qualquer fiel, nem muito menos a um jornalista, declarar em quem é que os católicos devem, ou não, votar: só a hierarquia pode orientar a acção social e política dos fiéis. Os sacerdotes, que se devem abster da actividade partidária, não podem substituir os fiéis na sua actuação cívica: os leigos devem intervir com plena liberdade e responsabilidade pessoal. Mesmo que, por hipótese, houvesse um único católico a concorrer, esse candidato não representaria a Igreja, não agiria em nome da hierarquia, nem em representação dos seus irmãos na fé. Instrumentalizar a religião para fins político-partidários é, sempre, uma detestável manifestação de clericalismo.

Todos os fiéis devem ser coerentes, sobretudo se se apresentam ao eleitorado como crentes. Os princípios políticos que os candidatos católicos devem respeitar são, única e exclusivamente, os que correspondem à doutrina social da Igreja e não às legítimas opiniões dos membros da hierarquia. O Santo Padre tem certamente as suas opções políticas, económicas e desportivas, que são pessoais e não podem ser impostas aos fiéis, nem os católicos têm por que as partilhar, sem que, por o não fazerem, se possa pôr em causa a sua fidelidade à Igreja, ou a sua obediência ao Papa, que só em matérias de fé é devida. O mesmo se diga dos bispos e padres que, como cidadãos, têm também as suas preferências políticas, mas que as não podem impor, nem propor, aos fiéis.

É legítimo que um cristão defenda a possibilidade da pena de prisão perpétua, como também é lícito que outro cristão a ela se oponha. O mesmo se diga em relação à imigração e ao acolhimento dos refugiados, salvaguardadas as necessárias exigências humanitárias. O Estado Cidade do Vaticano está murado, mas um católico pode ser contra a construção de muros nas fronteiras entre os Estados. Não consta que, no devoluto apartamento pontifício, ou na residência papal em Castelgandolfo, que o Papa também não usa, tenham sido recebidos imigrantes, embora, durante a segunda Guerra Mundial, Pio XII aí tenha acolhido muitos judeus perseguidos pelos regimes fascista e nazi. Um fiel pode entender, sem contradizer o Santo Padre, que seria desejável habilitar esses espaços para o acolhimento de refugiados, ou de pessoas sem abrigo, mas não que o Papa Francisco, por o não ter feito, é racista, xenófobo, ou contra os imigrantes e os sem abrigo.

Nestas questões discutíveis, nenhum fiel pode recorrer à fé para impor a sua opinião aos outros crentes. E, se os defensores e opositores dessas medidas forem bons cristãos, saberão respeitar, com caridade, os seus adversários, defendendo a sua liberdade. Se é assim nas questões opináveis, o mesmo não se pode dizer em relação aos temas doutrinais em que não há liberdade de opção: um católico não pode ser racista, nem a favor do aborto, nem partidário da eutanásia. Não deixa de ser curioso, senão mesmo farisaico, que os clérigos e leigos católicos que se insurgem contra a candidatura que, não sendo racista nem xenófoba, defende teses opináveis sobre política criminal e imigração, não censuram, pelo menos com a mesma veemência, o deputado do Bloco de Esquerda que, dizendo-se católico, é o principal promotor da eutanásia em Portugal!

Em defesa da liberdade das consciências, há que denunciar o inaceitável clericalismo dos que, em nome da fé, querem impor aos católicos o voto da sua preferência, ou anatemizar candidaturas legítimas a que têm aversão. À hierarquia compete, certamente, esclarecer os católicos sobre o seu direito e dever de participação política, nomeadamente através do voto, mas no mais escrupuloso respeito pela liberdade de escolha dos fiéis, desde que a sua opção seja compatível com os princípios fundamentais da doutrina social da Igreja.

Os fiéis não estão obrigados a votar num candidato presidencial que professe a sua religião, mas devem, em consciência, sufragar a candidatura que, no seu entender, melhor expressa as suas convicções e valores humanistas. A hierarquia deve proporcionar aos fiéis os critérios necessários para que a sua participação eleitoral seja livre e responsável, mas também esclarecida e coerente com a fé. Os clérigos, respeitando a liberdade de voto dos católicos, não devem manifestar preferências. Os leigos devem receber dos pastores a formação doutrinal que lhes permita fazer a melhor opção de voto, rejeitando qualquer interferência clerical, pois seria ofensiva da sua autonomia e dignidade. Só assim se realiza a “liberdade gloriosa dos filhos de Deus” (Rm 8, 21).

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Nova sondagem da RTP. Ana Gomes com 14% (menos um pp em relação a dezembro), André Ventura com 10% (mais dois pp). Marcelo com 63% (menos 5 pp). JF com 5% e Marisa e Mayan com 3%. Tino com 2%.

Importante dizer que, tendo em contra outro questionário, nas pessoas que vão de certeza votar, a diferença entre a Ana Gomes e o AV já é só 2%.

 

Editado por Jpa
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Citação de Simeone, há 2 minutos:

 

Parabéns, soube ler o texto que lhe foi entregue.

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Citação de Jpa, há 41 minutos:

Nova sondagem da RTP. Ana Gomes com 14% (menos um pp em relação a dezembro), André Ventura com 10% (mais dois pp). Marcelo com 63% (menos 5 pp). JF com 5% e Marisa e Mayan com 3%. Tino com 2%.

Importante dizer que, tendo em contra outro questionário, nas pessoas que vão de certeza votar, a diferença entre a Ana Gomes e o AV já é só 2%.

 

Finalmente se esta a perceber que o Marcelo esta mesmo a baixar tal como eu pensava. E o Ventura a subir, tal como o Mayan. E tambem esta a haver mobilizacao em torno da Ana Gomes por parte de bloquistas, que deixam de votar Marisa, ou entao preferem votar JF (que chegou a 5.1% na minha previsao de ontem). Mas tambem e so uma sondagem, vamos esperar pelas restantes.

OBS - A Ana Gomes subiu.

Editado por Ticampos

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81% dos eleitores diz não ter medo de ir votar. Numa amostra de 2000.

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Citação de Jpa, há 1 hora:

Nova sondagem da RTP. Ana Gomes com 14% (menos um pp em relação a dezembro), André Ventura com 10% (mais dois pp). Marcelo com 63% (menos 5 pp). JF com 5% e Marisa e Mayan com 3%. Tino com 2%.

Importante dizer que, tendo em contra outro questionário, nas pessoas que vão de certeza votar, a diferença entre a Ana Gomes e o AV já é só 2%.

 

Estou aqui a refletir para os meus butoes... Foi a católica que fez a sondagem à boca das urnas. E se eles estiverem certos e o Marcelo estiver mesmo nos 63% ou até superior? Verdade seja dita, que ele caiu 5% e não sei até que ponto não o baixaram mais para não destoar de forma gritante da última que tinham publicado. Eu não consigo aumentar o Marcelo segundo os meus questionários. Não dá. E ainda menos sabendo que ele desceu na sondagem oficial. 

Citação de Mayday, há 18 minutos:

81% dos eleitores diz não ter medo de ir votar. Numa amostra de 2000.

Isso é importante, mas temos que pensar que possivelmente muita gente não aceita participar na sondagem porque não vai votar devido à pandemia. 

Editado por Ticampos

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Citação de Mayday, há 19 minutos:

81% dos eleitores diz não ter medo de ir votar. Numa amostra de 2000.

100% dos tugas dizem não ter medo de nada.

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