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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Puto Perdiz, há 2 horas:

os impostos verdes (taxa de carbono) só entraram há uns 5 anos e andavam à volta de 3 cêntimos por litros, agora andam à volta de 6 cêntimos.

os apoios são quase os mesmos do tempo do Sócrates e andas a pagar mais impostos verdes. Mas pronto, continuem a apoiar essa energia verde de nome Biomassa que polui tanto ou mais quanto o carvão.

Sim, é isto, a única energia verde disponível no mundo

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Citação de Burkina2008, há 2 horas:

Os carros usados na Alemanha sao mais baratos sem duvida. Eu tenho carro na Alemanha e sei...novos não, ate porque o preco quando é cotado para carros na Alemanha (preco base) nem radio inclui. Existe uma diferenca logo inicial de topologia do base de pais para pais.

Fica aqui o sitio de onde tirei a tabela - https://www.statista.com/statistics/425095/eu-car-sales-average-prices-in-by-country/

Mas so porque tambem fiquei curioso - preco base de um BMW 116i em Portugal - 28506 Euros - https://configure.bmw.pt/pt_PT/configure/F40/7K11/FEGAT,P0300,S01CB,S01DF,S01DZ,S01TK,S0230,S0240,S0249,S02VB,S0320,S0423,S0428,S0493,S04GN,S0508,S0544,S0548,S05AQ,S05DA,S0654,S06AE,S06AF,S06AK,S06C1,S06S3,S07NH,S0889,S08KA,S08R9,S08S3,S08TF

Preco na Alemanha - 27860 Euros - https://configure.bmw.de/de_DE/configure/F40/7K11/FEGAT,P0668,S01CB,S01DF,S01DZ,S01TK,S0230,S0240,S0249,S02VB,S0423,S0428,S04GN,S04NE,S0548,S05AQ,S05DA,S0654,S06AE,S06AF,S06AK,S06C1,S0801,S0851,S0879,S08KA,S08R9,S08TF

 

Isto é para um carro nacional, modelos estrangeiros Portugal passa a ser mais barato enquanto que modelos alemaes de maior cilindrada ficam mais baratos ainda do quem em Portugal devido a incidencia dos impostos sobre isso.

Entoa é em modelos usados que variam bastante? Até tinha a ideia que nos novos também havia uma variação importante. No entanto o preço é similar, sendo que na Alemanha ganham mais. Mas foi positivo, aprendi uma coisa que não sabia 😅 😉

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Citação de Lip McBoatface, há 11 minutos:

Sim, é isto, a única energia verde disponível no mundo

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é o dobro da fotovoltaica.

 

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E o artigo de hoje do Pedro Nuno Santos?

 
Citação

 

Das presidenciais de ontem às lições para o futuro

 

Ao ter optado por não marcar presença no debate político das presidenciais, o PS contribuiu involuntariamente para a afirmação do candidato da extrema-direita. Se tivesse apresentado um candidato próprio, o PS até poderia ter perdido a corrida eleitoral de 24 de janeiro, mas teria reforçado a polarização entre esquerda e direita e, com isso, a estabilidade da nossa democracia.

Sílvia Amaro
Pedro Nuno Santos

1. Passadas as eleições presidenciais de 24 de janeiro, é importante o Partido Socialista refletir sobre a estratégia que escolheu seguir e sobre os resultados do ato eleitoral. A perceção generalizada de que o PS, ao não apresentar um candidato próprio, apoiava a (previsível) reeleição de Marcelo Rebelo de Sousa, parecia ser confortável e segura. Embora se possa compreender a pouca disponibilidade do partido do Governo para se envolver numa disputa presidencial num momento em que se encontrava concentrado noutras frentes da ação governativa, nunca me pareceu, porém, uma estratégia que nos interessasse – disse-o nos órgãos internos do PS e disse-o publicamente. Depois da vitória esperada do candidato Marcelo Rebelo de Sousa, não encontro motivo para alterar a avaliação que expressei há vários meses. A “derrota” que o PS evitou (ou mesmo a “vitória” reclamada por alguns) só é boa para o partido no curtíssimo prazo.

2. As eleições presidenciais são eleições unipessoais, mas nelas não elegemos apenas indivíduos. Os candidatos personificam uma determinada visão da sociedade – ideias, valores, princípios –, bem como formas de concretizar esse ideal, na forma de políticas públicas que dão corpo à sua identidade política. Ao não ter apoiado um candidato da sua área política, o PS tentou escapar a um confronto com a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa – e, dessa forma, a uma eventual derrota -, mas esta opção teve duas consequências negativas.

3. Por um lado, o PS perdeu uma oportunidade para se bater no campo das ideias e dos valores. Deixámos a tarefa de defesa dos valores do socialismo democrático a Ana Gomes, uma distinta militante do PS que, sem o apoio da nossa organização, corajosamente defendeu quase sozinha a matriz do nosso ideário. Ao mesmo tempo, permitimos uma colagem implícita do PS a uma candidatura que o partido não apoiou explicitamente e deixámos que se retirassem conclusões sobre o seu posicionamento político-ideológico, ao ponto de a reeleição do atual Presidente da República, político conservador e ex-líder do mais importante partido adversário do PS, servir para alguns defenderem um realinhamento do partido ao centro.

4. Por outro lado, ao evitarmos um confronto eleitoral com Marcelo Rebelo de Sousa, prejudicámos o saudável e democrático antagonismo dialético entre esquerda e direita. Uma democracia saudável e madura alimenta – e alimenta-se – da polarização ideológica e política entre esquerda e direita, ou seja, entre os que defendem diferentes formas de o Estado se relacionar com o mercado na organização da nossa vida em comunidade. Mas esta não é a única polarização possível; uma outra, muito mais perigosa para a estabilidade do regime, pode emergir entre partidos democratas e partidos anti-sistema. Quando permitimos que a polarização entre democratas (sejam de esquerda ou de direita) e extremistas anti-sistema se substitua progressivamente à polarização entre esquerda e direita, facilitamos a vida a quem ambiciona ir além da “esquerda e da direita” na ideologia e nas políticas e tornamos o regime democrático mais frágil e instável por darmos palco a quem, sob a capa da defesa da “refundação” da República, quer impor regressões civilizacionais nas nossas liberdades e intoxicar o nosso espaço público.

 
Pode haver quem acalente a ideia de transformar o PS num “partido do centro”, na expetativa de assim conseguir apoio eleitoral que permita ao partido manter-se no poder. Tal estratégia, de resto votada ao fracasso por toda a Europa, representaria uma traição ao espírito socialista dos fundadores e dos milhares de militantes do PS
 

5. Só precisamos de olhar para o exemplo francês para perceber o que acontece quando esta substituição tem lugar: mais de 30 anos depois da alteração do sistema eleitoral promovida por Mitterrand ter aberto as portas da Assembleia Nacional francesa a Jean-Marie Le Pen (para muitos com o objetivo de retirar força à direita de Chirac), a democracia francesa vive hoje polarizada entre o centrismo de Macron e a extrema-direita de Le Pen. Ou seja, já não é a direita que ficou tomada pela extrema-direita: hoje é todo o debate político francês que é moldado por uma força política que beneficiou do colapso da esquerda socialista e da direita republicana.

6. Se não tivesse surgido a candidatura de Ana Gomes, André Ventura teria muito provavelmente ficado em segundo lugar nestas eleições presidenciais, o que lhe teria permitido apresentar-se ao país como a verdadeira oposição ao sistema, ou seja, à democracia que conhecemos. Ora, ao ter optado por não marcar presença no debate político das presidenciais, o PS contribuiu involuntariamente para a afirmação do candidato da extrema-direita. Se tivesse apresentado um candidato próprio, o PS até poderia ter perdido a corrida eleitoral de 24 de janeiro, mas teria reforçado a polarização entre esquerda e direita e, com isso, a estabilidade da nossa democracia. É que, como já várias vezes disse (bem) o secretário-geral do Partido Socialista, a convergência no posicionamento ideológico e nas políticas entre os principais partidos num bloco central permite o crescimento da extrema-direita. A referência era relativa às eleições legislativas e não a presidenciais; mas o argumento é extensível a estas, sobretudo quando – como está a acontecer neste caso – se retiram conclusões da opção do PS sobre as eleições presidenciais para o seu posicionamento político-ideológico.

Demasiadas pessoas que hoje se sentem atraídas pelo discurso anti-sistema só deixarão de estar zangadas quando sentirem que não estão esquecidas nem abandonadas e quando voltarem a acreditar que a política pode contribuir para que as suas vidas melhorem

7. Pode haver quem acalente a ideia de transformar o PS num “partido do centro”, na expetativa de assim conseguir apoio eleitoral que permita ao partido manter-se no poder. Tal estratégia, de resto votada ao fracasso por toda a Europa, representaria uma traição ao espírito socialista dos fundadores e dos milhares de militantes do PS. O nosso partido não foi criado, nem existe, apenas para estar no poder mas, sobretudo, para transformar Portugal num país onde se vive bem em comunidade, onde trabalhadores são respeitados e as liberdades sociais e políticas aprofundadas. Também seria uma estratégia destrutiva a prazo, tanto para o PS como para o regime democrático. Uma estratégia de diluição político-ideológica numa amálgama centrista, sobretudo se confortável com o crescimento da extrema-direita ao ponto de tornar a direita democrática dela refém para poder regressar ao poder, levaria não apenas à desfiguração da sua identidade socialista, mas também, a prazo, à substituição da polarização virtuosa entre esquerda e direita pela polarização entre forças democratas e anti-sistema, em que as segundas se assumiriam como a legítima “oposição” à democracia social em que vivemos.

8. É importante que todos os socialistas e os mulheres e homens de esquerda percebam que: (i) a direita não se derrota torcendo para que ela dependa da extrema-direita para governar; (ii) a extrema-direita não se derrota com cedências no plano dos valores ou no plano programático; (iii) a extrema-direita só será derrotada quando as pessoas que estão zangadas com os políticos, em geral, deixarem de o estar; (iv) as pessoas só deixarão de estar zangadas quando formos capazes de responder aos seus justos anseios; e (v) só conseguiremos responder aos anseios dos portugueses quando conseguirmos identificar os bloqueios externos e internos que não deixam muitas famílias portuguesas saírem da “cepa torta”. Embora seja verdade que sempre existirão pessoas que odeiam os políticos e a política, demasiadas pessoas que hoje se sentem atraídas pelo discurso anti-sistema só deixarão de estar zangadas quando sentirem que não estão esquecidas nem abandonadas e quando voltarem a acreditar que a política pode contribuir para que as suas vidas melhorem. A nossa missão deve ser a de nos afirmarmos como um partido popular, socialista e capaz de federar as esquerdas à volta de um programa ambicioso e de esperança.

 

 

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Então, segundo o PNS, houve eleitores que votaram no Ventura porque o PS não declarou apoio por um dos candidatos? É este o futuro de Portugal?

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Citação de Ghelthon, há 3 horas:

Sim, clara. Auto-estradas é uma vergonha, marcas diferentes mas preços iguais. Em muitas cidades tens postos de supermercados diferentes, por exemplo, com os mesmos preços.

Claro que não é uma concertação total, mas ela existe.

Sabes que o normal, em mercado concorrencial é o preço ser muito similar entre os vários operadores, certo?

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Citação de Tio Hans, há 9 minutos:

Sabes que o normal, em mercado concorrencial é o preço ser muito similar entre os vários operadores, certo?

Especialmente em produtos relativamente homogéneos como os combustíveis.

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Citação de Tio Hans, há 18 minutos:

Sabes que o normal, em mercado concorrencial é o preço ser muito similar entre os vários operadores, certo?

Imagino que sim. Havendo concorrência pura e dura, as margens são espremidas ao máximo, tendendo portanto para um preço semelhante.

Contudo, semelhante não é igual.

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Citação de Puto Perdiz, há 46 minutos:

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é o dobro da fotovoltaica.

 

Há incentivos do estado para produção de biomassa? E está discriminada por tipos diferentes de biomassa?

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Citação de Lip McBoatface, Agora:

Há incentivos do estado para produção de biomassa? E está discriminada por tipos diferentes de biomassa?

há, depende da produção de cada central. As do Fundão e de Viseu recebem à volta de uns 10 a 15 milhões ano.

Ainda há isto:

“a queima de biomassa florestal contribui com a emissão de grandes quantidades de gases de efeito de estufa para a atmosfera, assim como para a destruição de ecossistemas cruciais para a captura de carbono, atrasando em décadas a luta contra as alterações climáticas”.

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Citação de Puto Perdiz, há 29 minutos:

há, depende da produção de cada central. As do Fundão e de Viseu recebem à volta de uns 10 a 15 milhões ano.

Ainda há isto:

“a queima de biomassa florestal contribui com a emissão de grandes quantidades de gases de efeito de estufa para a atmosfera, assim como para a destruição de ecossistemas cruciais para a captura de carbono, atrasando em décadas a luta contra as alterações climáticas”.

Sim, pelo menos a de Viseu foi construída com fundos europeus, mas tu vens com a frase "continuem a apoiar a biomassa" quando a produção de energia a partir da biomassa é, sem dúvida nenhuma, melhor que a produção a partir de combustíveis fósseis, se efetivamente se usarem resíduos florestais e não árvores novas e em bom estado. Claro que liberta CO2, mas é a partir de árvores, que retiram precisamente CO2 da atmosfera. Nem sei se este balanço é nulo, mas nem interessa, porque nenhum país está verdadeiramente dependente disso ou tem planos para estar. É uma solução cujo objetivo é, precisamente, estar menos dependente de combustíveis fósseis e diversificar a produção de energia. 

Para além de que, para países como Portugal, onde a gestão florestal é tão importante, pode-se juntar o útil ao agradável. Claro que podemos passar a tarde a discutir se efetivamente se faz isto, se é material bom ou mau, se é justo que recebam fundos europeus, mas creio que esse não é o ponto sequer.  

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Citação de Jpa, há 8 minutos:

Sim, pelo menos a de Viseu foi construída com fundos europeus, mas tu vens com a frase "continuem a apoiar a biomassa" quando a produção de energia a partir da biomassa é, sem dúvida nenhuma, melhor que a produção a partir de combustíveis fósseis, se efetivamente se usarem resíduos florestais e não árvores novas e em bom estado. Claro que liberta CO2, mas é a partir de árvores, que retiram precisamente CO2 da atmosfera. Nem sei se este balanço é nulo, mas nem interessa, porque nenhum país está verdadeiramente dependente disso ou tem planos para estar. É uma solução cujo objetivo é, precisamente, estar menos dependente de combustíveis fósseis e diversificar a produção de energia.

 

Se sabes que o apoio para a construção da central veio em parte da UE (cerca de 100 milhões), também sabes que as centrais estão a ser acusadas de não usar biomassa residual e que estão a usar madeira de qualidade.

O que estou a falar é do que o estado paga em termos de diferencial de preços de produção (os tais cerca de 10 milhões anos). Se estamos a pagar para ter energia verde e redução de co2, não vamos andar a pagar impostos para uma industria que:

"Apesar do conceito teórico de biomassa ser positivo, na prática pode ter consequências negativas. Pode levar ao (1) aumento de desflorestação, (2) perda de biodiversidade, (3) diminuição da produtividade e aumento da erosão dos solos, (4) colocar mais CO2 na atmosfera que a queima de carvão"

Podes  ler o resto:

https://www.scimed.pt/geral/a-ilusao-da-energia-renovavel-versao-biomassa/

 

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Então os liberais já vieram enaltecer a excelente parceria entre o dinheiro público e a gestão privada agora que a tal farmacêutica desviou as doses para outros países e não cumpriu o contracto que assinou com quem lhes pagou a investigação e vai atrasar, na europa, a vacinação em mais de 40 milhões de doses? Hipócritas.

Parece também que a EDP leu o post do Elliot e decidiu não entregar ao estado o imposto devido pela venda das barragens. 

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Citação de ElliotReid13, há 5 horas:

Então, segundo o PNS, houve eleitores que votaram no Ventura porque o PS não declarou apoio por um dos candidatos? É este o futuro de Portugal?

Eu acho que ele tem alguma razão. Ao não apresentar uma alternativa credível ao Marcelo, abriu-se espaço extra para o Ventura se afirmar como a principal alternativa. 

O que é um bocado manhoso neste argumento é que tenta passar a ideia de que a Ana Gomes era uma candidata credível como alternativa (não era), e de que bastava o PS lhe dar apoio oficial (não bastava). Seria necessário era apresentar um candidato forte. Que se calhar nem existe. 

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Na France 5 estão a passar um documentário de 4 episódios sobre a guerra no Iraque da altura do pai Bush, após a invasão do Koweit pelo Iraque. 

Incrível o sofrimento imposto pelos USA ao povo iraquiano com o embargo. 

Como é que esta malta conseguiu sobreviver. 

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Citação de Plagio o Original, há 20 minutos:

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O @Liberblue é o do canto inferior direito

fds tava a vir bem fast para ser o primeiro a meter esta :(

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Citação de Jimpo, há 34 minutos:

Na France 5 estão a passar um documentário de 4 episódios sobre a guerra no Iraque da altura do pai Bush, após a invasão do Koweit pelo Iraque. 

Incrível o sofrimento imposto pelos USA ao povo iraquiano com o embargo. 

Como é que esta malta conseguiu sobreviver. 

esse é o que mostram os ricaços a beber coca-cola na boa? E é o que mostra os ainda mais ricos irem de barco para águas internacionais, a sul do país, beber álcool?

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Citação de Gorki, há 28 minutos:

Agora imagina Cuba, que tem um embargo para aí há uns 50 anos 

Até o covid sobreviveram melhor que nós

E ainda mandaram médicos pra Itália ou o q foi

Glória e honra à república de Cuba

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Citação de Gorki, há 14 minutos:

Mesmo antes do COVID já tinham muitas equipas de médicos espalhadas pelo mundo. Sobretudo na América do Sul e em África

Malditos comunistas e a sua maléfica ajuda humanitária

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Citação de Liberblue, há 2 minutos:

é só premios nobeis em cuba

 

Não posso garantir mas acho que tem tantos como a Estónia.

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Citação de Descartes, há 5 minutos:

 

Não posso garantir mas acho que tem tantos como a Estónia.

Tem pra ai uns 10 ou 15, Cuba é muita bom nisso. Nisso e no campeonato estadual da florida de surf em jangada.  

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Citação de Liberblue, há 6 minutos:

Tem pra ai uns 10 ou 15, Cuba é muita bom nisso. Nisso e no campeonato estadual da florida de surf em jangada.  

Claro que sim. Vê lá bem se não são uns 20 ou 30...

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Citação de Descartes, Agora:

Claro que sim. Vê lá bem se não são uns 20 ou 30...

o que? campeonatos de surf em jangada da florida? nos ultimos 50 anos prai 1 milhão deles.

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