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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Duda34, há 18 minutos:

 

No plano político, mais um ponto para o Pedro Nuno Santos.

Quais são os outros pontos? 

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Citação de Puto Perdiz, há 10 minutos:

Quais são os outros pontos? 

O maserati

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Citação de Tio Hans, há 2 horas:

Só para mudar um pouco de assunto e não relevar por algum tempo Venturas, Garcias e mamíferos similares, sou só eu que estou muito satisfeito com esta aposta na ferrovia?

deixo aí o que já tinha escrito a proposito desse tema

Citação de IlidioMA, Em 20/04/2021 at 00:39:

se estas linhas ferroviárias avançarem, das duas uma: ou se mete a presente geração governamental no banco dos Reus, ou a geração do Cavaco.

 

Mas arrancar linhas, para agora as ir voltar a pôr, duplicando o investimento e a despesa que o país fez - e que deveriam para ter sido feitos apenas uma vez - é gozar com o país e as suas finanças, o povo e as suas expectativas.

 

Seja como for é a prova provada de que em Portugal não existe qualquer tipo de visão estratégica sequer a médio prazo. Arranca hoje a vinha, planta-se macieira; passado uns tempo, arranca a maçã e mete uva de novo; agora o surge a moda dos gojis, arranca uva e põe o goji. Somo uns país de tolos armados em inteligentes, que acham que é preciso estar sempre a fazer qualquer coisa - ou a dar semblante que se está a fazer qualquer coisa - para fingir que se é novo, fresco e diferente. 

 

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Citação de IlidioMA, há 16 minutos:

deixo aí o que já tinha escrito a proposito desse tema

 

Poucas linhas foram arrancadas. Essencialmente foram abandonadas, o que é diferente. Portugal tem um défice tremendo ao nível da via férrea. Faltam linhas, faltam serviços de qualidade, falta muita coisa. 

Também não alinho na conversa do Cavaco. Sim, é verdade que o governo do Cavaco apostou nas estradas. Se calhar apostou demais. Mas nota que foi no governo do Cavaco que Porto e Lisboa ficaram ligadas por AE. Nós estávamos atrasadíssimos a esse nível. Mais a mais, desde que o Cavaco deixou o governo já passaram 25 ou 26 anos. Nesses 25 ou 26 anos, com mais dinheiro, fez-se mais asneira. A maioria das AE que hoje estão vazias, não foram invenções do Cavaco, foram posteriores, do Guterres, do Barroso e do Sócrates, principalmente. O Cavaco acabou a 1ª AE Porto-Lisboa. Acho que ninguém discute a importância desta estrada. E quem fez a 2ª? E quem quis fazer a 3ª?

A via férrea está abandonada desde sempre. Nós hoje temos, sensivelmente, a mesma rede de caminhos-de-ferro que tínhamos no tempo em que Portugal era uma monarquia. As jóias a coroa da CP, os alfas, têm para aí 25 anos. 

O Cavaco fez muita m*rda e eu não gosto dele, mas está longe de ser o único culpado do estado a que os comboios portugueses chegaram.

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Citação de Tio Hans, há 4 horas:

Só para mudar um pouco de assunto e não relevar por algum tempo Venturas, Garcias e mamíferos similares, sou só eu que estou muito satisfeito com esta aposta na ferrovia?

Eu tinha dito atrás e reafirmo que se uma boa parte deste plano for para a frente já fico satisfeito, mas só quando começarem as mudanças a ser visiveis é que se verá. Mas como alguém disse também antes se não aproveitarem agora então ficamos ainda mais para trás neste capitulo.

A falta de infraestruturas ferroviarias(especialmente de mercadorias) é um dos factores que afasta muita empresas de investirem aqui ou que os leva a deslocalizar para outro lado. Lembro-me por exemplo há uns anos quando visitei a Gelgurte no final do mestrado que um dos problemas deles era precisamente o escoamento do que produziam, pelo que davam primazia a clientes que tivessem os proprios camiões (Pingo doce e Dia) e não apostavam tanto quanto poderiam na marca propria. Isto falando apenas em iogurtes e de uma marca nacional, imagino com outros produtos de muito maior dimensão.
 

 

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Citação de Demander, há 15 minutos:

Eu tinha dito atrás e reafirmo que se uma boa parte deste plano for para a frente já fico satisfeito, mas só quando começarem as mudanças a ser visiveis é que se verá. Mas como alguém disse também antes se não aproveitarem agora então ficamos ainda mais para trás neste capitulo.

A falta de infraestruturas ferroviarias(especialmente de mercadorias) é um dos factores que afasta muita empresas de investirem aqui ou que os leva a deslocalizar para outro lado. Lembro-me por exemplo há uns anos quando visitei a Gelgurte no final do mestrado que um dos problemas deles era precisamente o escoamento do que produziam, pelo que davam primazia a clientes que tivessem os proprios camiões (Pingo doce e Dia) e não apostavam tanto quanto poderiam na marca propria. Isto falando apenas em iogurtes e de uma marca nacional, imagino com outros produtos de muito maior dimensão.
 

 

Mas para exportações, estamos dependentes do que Espanha quiser fazer. Para exportar para a Europa precisamos de linhas em bitola europeia. Não vale assim tanto a pena exportar por comboio e depois andar a perder tempo a trocar de comboio nos Pirinéus. Tivemos (e temos) que esperar para ver o que Espanha quer fazer a esse respeito.

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Foi com o Cavaco que começaram os concursos para a passagem férrea na ponte 25 de Abril, muitos se esquecem que quem ia do Algarve tinha que descer no Barreiro e apanhar o barco para Lisboa.

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Citação de Tio Hans, há 3 horas:

Poucas linhas foram arrancadas.

Linha do Tua e do Sabor não estão lá. Linha do Minho, pós Valença, também não.

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Se fizessem uma linha de Viana aos Arcos/Barca, era o rebimbomalho.

Isso e fazerem da linha do Vouguinha algo de jeito.
Sempre que quis vir a OAZ do Porto, iam-me buscar a Ovar/Estarreja.

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Citação de Tio Hans, há 3 horas:

Mas para exportações, estamos dependentes do que Espanha quiser fazer. Para exportar para a Europa precisamos de linhas em bitola europeia. Não vale assim tanto a pena exportar por comboio e depois andar a perder tempo a trocar de comboio nos Pirinéus. Tivemos (e temos) que esperar para ver o que Espanha quer fazer a esse respeito.

A questão das bitolas é um problema que limita a estrategia de transporte ferroviario entre Portugal e o resto da Europa sem duvida.
No entanto, a questão é que ao nível que temos a ferrovia hoje até o transporte entre varios pontos do país e as zonas portuárias está longe de ser a ideal, fazendo com que estejamos muito dependentes do transporte Rodoviário que gera problemas logisticos a nivel de tempos de entrega e volume de mercadorias. Mesmo as zonas que têm melhores infraestuturas hoje beneficiavam de uma mais rapida circulação dos comboios.

Não deveriamos ficar a espera que a Espanha se decida a trocar a bitola(que parece não estar para breve) para resolvermos os problemas logisticos que vão afastando investimento produtivo porque temos onde melhorar. Mas acredito que algo a ser mexido neste ponto será apenas residual, é apenas mais wishfull thinking acreditar que algo mais podia ser feito, isto se realmente este plano ferroviario Nacional se tornar realidade e não se limitar apenas a jogo de intenções.

 

Editado por Demander

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Já disse há uns dias, acho que desde que me lembro que existo que ouço falar na restruturação da ferrovia em Portugal.

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Citação de Puto Perdiz, há 22 horas:

Quais são os outros pontos? 

Pontos aos olhos de gente do PS. A mim parece me ser alguém que é visto com bons olhos no seio do partido. A história da TAP parece me bom exemplo. E eu não concordo, atenção

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Citação de IlidioMA, há 21 horas:

Linha do Tua e do Sabor não estão lá. Linha do Minho, pós Valença, também não.

Diria que não invalida o que disse.

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Citação de Tio Hans, há 1 minuto:

Diria que não invalida o que disse.

mas tb não invalida o que eu disse. Irem agora pôr linhas de comboio até Bragança, 29 anos depois de as arrancarem (e arrancaram pela calada na noite, como bandidos) é gozarem com as gentes locais. E é gozarem com o contribuinte, que tem de pagar esse investimento, que já estava feito deste os tempos do Hintze Ribeiro. Causa-me asco esta situação. É daquelas coisas que me envergonha de ser cidadão deste país. Não há muitas; esta é uma delas.

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Citação de smashing_pumpkin , Em 30/04/2021 at 19:55:

E o Pingo Doce volta a fazer pouco do dia do trabalhador. É que só mete nojo.

Por acaso aqui no PD da zona era uma fila de quase 30 metros à espera, era para ir ao bacalhau e caguei na cena, foi alguma promoção???

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Citação de PRFA47, há 2 minutos:

Por acaso aqui no PD da zona era uma fila de quase 30 metros à espera, era para ir ao bacalhau e caguei na cena, foi alguma promoção???

Fazias 100€ em compras e ficavas com 100 em cartão(20 agora e 10 por mês até ao fim do ano)

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https://www.publico.pt/2021/05/01/opiniao/noticia/mel-problema-pegajoso-1960755

Este MEL tem um pequeno problema: é pegajoso

Acho muito bem que o Movimento Europa e Liberdade faça uma convenção e acho muito bem que convide quem entender. Mas, o que é que Rui Rio está a fazer lá?

Antes de mais, para que não haja confusões deliberadas – hoje a maioria das confusões são deliberadas –, eu acho muito bem que o Movimento Europa e Liberdade (MEL) faça uma convenção com os seus; acho muito bem que convide quem entender; acho muito bem que, se Sérgio Sousa Pinto, Álvaro Beleza e Luís Amado se sentem bem lá, devem ir; acho muito bem que se o MEL quer Ventura lá, o convide; e acho que a clarificação que daqui resulta é positiva para a política portuguesa. O caso de Rui Rio fica para o fim.

A clarificação vale muito e a lista de pessoas vale muito mais. No seu núcleo duro está a tribo. Este núcleo vem da comunicação social, em particular do principal think tank da direita radical em Portugal, o grupo de comunicação social do Observador, online, rádio e revistas, que pelos seus financiamentos é claramente um braço armado de um lóbi empresarial, e assenta numa lógica política sectária. O jornal tem qualidade e, de novo, ainda bem que existe. Mas convém não ter a ilusão de que se trata de um projecto de comunicação social – é um projecto político da ala mais radical da direita portuguesa e o que verdadeiramente nele conta é a opinião e a mobilização da tribo pelos comentários. E é essa opinião que está em peso no MEL, Rui Ramos, José Manuel Fernandes, Helena Matos, Jaime Nogueira Pinto, Alexandre Homem Cristo, João Marques de Almeida, Vítor Cunha, etc.

Esta lista comunica com blogues, alguns actualmente muito próximos do Chega e da extrema-direita, que não é a mesma coisa que a direita radical. E tem uma presença muito activa nas redes sociais, a que se acrescenta a opinião no PÚBLICO (Fátima Bonifácio, João Miguel Tavares) e no Jornal de Negócios (Camilo Lourenço, Joaquim Aguiar), na imprensa económica em geral, e nas televisões em sinal aberto, com Portas e Júdice. Só a lista de nomes e posições revela como a vitimização da direita sobre o acesso aos órgãos de comunicação social é apenas isso, vitimização, para se apresentarem como perseguidos quando têm vindo a aumentar significativamente a sua presença nos jornais, rádios e televisões. O problema não está tanto na opinião, está na crescente influência na agenda editorial. De novo, para não haver mais daquelas confusões intencionais, acho muito bem na opinião, até porque alguns deles são gente com qualidade. Agora não me venham com histórias da carochinha sobre vitimizações.

A Maçonaria está também presente, a do PSD e a outra, da direita radical. Depois há gente do PSD, e da Aliança, na sua esmagadora maioria opositores de Rui Rio, vindos do “passismo”, reciclado em nostalgia da troika, como Morgado, Pinto Luz, Paulo Sande, Nogueira Leite, etc. Do mesmo modo, a esmagadora maioria dos presentes que não são do PSD andaram nessas águas durante o governo Passos-Portas-troika e são agressivos opositores de Rio, que tratam como uma espécie de traidor serventuário de António Costa e do PS. Para eles, o que é preciso é correr o mais depressa possível com Rio para “reconfigurar a direita” com o único partido que tem votos, o PSD.

Há outra questão. O MEL não está a fazer um colóquio ou um debate, está a fazer uma “convenção”. Isso significa que há pertença, e é por isso que tem sentido falar de uma espécie de “congresso” de uma certa direita, a direita que inclui o Chega, a Iniciativa Liberal, o CDS e… parte do PSD.

Depois, o resto é o que se espera. Nenhum problema do país, e da sua realidade de atraso, pobreza, exclusão, desigualdade, injustiça, exploração, desequilíbrio nas relações laborais, baixos salários, débil protecção social, ambiente, corrupção, estará presente nas intervenções, ou, se não estiver ausente, será de forma perversa, para falar de outras coisas. Nem nenhum problema sério da direita conservadora, democrática e liberal será lá discutido. Compreende-se que seja assim, não é para isso que eles vão lá.

Os três problemas desta direita serão iludidos. O primeiro problema da direita é a ineficácia eleitoral, não é o adormecimento das pessoas pelas habilidades de Costa, nem a “perseguição” de que são “vítimas”, nem o esmagar das liberdades do povo português manipulado pelo PS a pretexto da pandemia. Tretas. O segundo problema, que é a causa do primeiro, é a sua radicalização e tribalização. Criam grande identidade e militância, para dentro, mas marcam fronteiras de ferro e fogo para fora. Para além da sua fronteira, todos são comunistas ou idiotas úteis da esquerda. E a tribo está longe de ser grande, daí o desejo de capturarem o PSD e o estarem à vontade com o Chega, porque precisam do populismo agressivo. Desprezam-no como gente fina que são, mas precisam de alguma rua. O terceiro problema, que deriva do segundo e explica o primeiro, é a errada análise da realidade política, com uma aproximação ideológica e política que tem medo de dizer ao que vem, com uma enorme ambiguidade em relação à ditadura e à guerra colonial, com contradições profundas entre um nacionalismo de bandeira e a aceitação do poder não-democrático da Europa, se lhes servir de reforço para a TINA, entre o reaccionarismo de costumes, a agenda evangélica à portuguesa e às modas a que são sensíveis pela idade e pelo corpo, entre o machismo, a xenofobia, o racismo e o autoritarismo para que tendem, e a perversão da palavra liberdade. 

Tenham, pois, uma boa convenção. Mas, o que é que Rui Rio está a fazer lá?

 

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Citação de IlidioMA, Em 01/05/2021 at 15:33:

mas tb não invalida o que eu disse. Irem agora pôr linhas de comboio até Bragança, 29 anos depois de as arrancarem (e arrancaram pela calada na noite, como bandidos) é gozarem com as gentes locais. E é gozarem com o contribuinte, que tem de pagar esse investimento, que já estava feito deste os tempos do Hintze Ribeiro. Causa-me asco esta situação. É daquelas coisas que me envergonha de ser cidadão deste país. Não há muitas; esta é uma delas.

Mas envergonha pôr de novo ou terem retirado em primeira instância? Não concordas que fazem falta/sentido?

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Citação de Ion Timofte, Em 30/04/2021 at 18:02:

Se fizessem uma linha de Viana aos Arcos/Barca, era o rebimbomalho.

Provavelmente seria um boost de turismo (o que talvez a malta de lá não queira).

Ainda ontem estava a ver casas (quando dá aquele laivo de loucura de querer sair da cidade e voltar ao meio rural) e vi uma em Ponte de Barca que seria um sonho. Pena ser no cu de judas e eu me ter habituado a ter tudo perto 😅

Editado por Ego Sum
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Por falar em ferrovia, fiquei a saber ontem que o comboio diurno de Lisboa para Madrid demora 12 horas.

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Citação de Ego Sum, há 1 hora:

Provavelmente seria um boost de turismo (o que talvez a malta de lá não queira).

Ainda ontem estava a ver casas (quando dá aquele laivo de loucura de querer sair da cidade e voltar ao meio rural) e vi uma em Ponte de Barca que seria um sonho. Pena ser no cu de judas e eu me ter habituado a ter tudo perto 😅

Por curiosidade fui ver as casas na remax e fiquei parvo. Nesse local as casas são muito mais baratas que no Algarve, vi uma a 390 mil euros que se fosse cá em baixo andava à volta dos 600 mil.

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Citação de Solero, há 10 horas:

Foi gira a comissão de inquérito ao Moniz da Maia

Gozou com quem lá estava e acima de tudo gozou com nós portugueses.

As respostas às perguntas da Mariana Mortágua então.. 

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