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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Citação de Thierry Henry, há 13 horas:

Lembram-se daquele juiz negacionista que desafiou um polícia para um combate de MMA? 

Voltou ainda melhor. 

 

Editado por Burkina2008
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Citação de Puto Perdiz, há 5 minutos:

Ainda me lembro quando o Chicão queria mandar embora a Cecília Meireles.

O mais engraçado é que o Chicão é um líder terrível mas esta gente toda está disposta a apoiar o Nuno Melo.

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Citação de Tio Hans, Agora:

O mais engraçado é que o Chicão é um líder terrível mas esta gente toda está disposta a apoiar o Nuno Melo.

Se a coisa não endireita com um nortenho de pêlo na benta, então nunca se irá endireitar!

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Citação de Tio Hans, há 5 minutos:

O mais engraçado é que o Chicão é um líder terrível mas esta gente toda está disposta a apoiar o Nuno Melo.

De um lado Chicão, do outro Nuno Melo e Telmo Correia. Não dá para extinguir o partido de vez?

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Citação de SAS_Robben, há 2 horas:

De um lado Chicão, do outro Nuno Melo e Telmo Correia. Não dá para extinguir o partido de vez?

A Rês Pública: CDS EM CAMPANHA

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Os dados preliminares dos Censos não são lá muito animadores. Uma quebra populacional de mais de 200 mil pessoas, pior registo desde as décadas de 60 e 70, embora tenhamos um saldo migratório positivo.

E a tendência mantêm-se: menos gente no interior (Alentejo com piores registo) e mais gente na AML. Com 50% da população residente em Portugal a estar agora concentrada em 31 dos 308 concelhos, quase todos da AML e AMP.

No fundo, mais do mesmo, mas um bocadinho pior.

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Discussão pública sobre novas políticas de incentivo à natalidade é que nada. Mais do mesmo.

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Citação de ElliotReid13, há 48 minutos:

Discussão pública sobre novas políticas de incentivo à natalidade é que nada. Mais do mesmo.

Podemos atacar a questão de outra forma: dar mais razões para os estudantes do litoral migrarem para o interior.

Muitos dos meus amigos de Bragança acabaram por ficar por lá. Em primeiro lugar, uma das razões pelas quais as pessoas escolhem o IPB é pelo facto de ter as propinas mais baixas do País. Segundo, o arrendamento é mais barato que a média nacional. Agora tem também um parque empresarial que vai ganhando corpo.

Se convencermos os jovens a sair de casa dos pais e a estudar no interior, dando-lhes condições para terem um custo de vida baixo e ofertas de emprego (nem que sejam estágios, qualquer coisa que sirva de ponto de partida) antes do último dia de estudos, estamos a criar condições para que eles fiquem lá.

Eu próprio fiquei 3 anos após concluir os estudos, mas já tinha namorada no Porto e isso foi determinante. Quem trabalhou comigo ainda lá está.

E claro, isto implica incentivos a criar emprego no interior...ou desincentivos no litoral.

Editado por Mica

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Citação de Ghelthon, há 10 minutos:

“Parto-te a boca, corto-te o pescoço”: Carlos Alexandre leva 27 neonazis a julgamento

Grupo de Hammerskins que espancou negros, comunistas e homossexuais vai ser julgado por tentativa de homicídio, discriminação racial e sexual ou ofensa à integridade física qualificada. Entre eles, há um guarda prisional e neonazis já condenados no processo da morte de Alcindo Monteiro em 1995

O juiz Carlos Alexandre decidiu levar a julgamento 27 elementos dos Portugal Hammerskins (PHS), a fação mais violenta dos skinheads, por 77 crimes, entre eles tentativa de homicídio, discriminação racial e sexual, ofensa à integridade física qualificada, detenção da arma proibida ou roubo. Entre eles, há um guarda prisional e neonazis já condenados no processo da morte de Alcindo Monteiro, em junho de 1995.

Este grupo terá feito 18 vítimas em espancamentos seletivos na Grande Lisboa que visavam gays, comunistas, negros e muçulmanos. O Ministério Público explica que “está enraizado no grupo PHS como norma não escrita e como ritual de iniciação aos “supporters” e “prospects” que estes deverão apresentar serviço perante os membros de pleno direito, os ditos “hammers”, nomeadamente, praticando atos de violência física contra indivíduos negros, indianos, homossexuais ou que defendam uma ideologia política de esquerda, sendo que, sempre que necessário os próprios “hammers” também se envolvem diretamente”.

O GUARDA QUE QUERIA SER HAMMERSKIN
João Vaz era um pretendente ao estatuto de hammer. No dia 20 de setembro de 2015, depois de regressar de uma manifestação contra imigrantes, estava com os camaradas a beber na taberna “Ginginha” quando vários militantes comunistas que tinham participado num comício passaram por perto. “Augusto Pinheiro levava consigo uma bandeira do Partido Comunista Português e ostentava ao peito um autocolante”, diz a acusação.

Vaz e outros elementos não identificados gritaram: “Filho da p*ta, c*brão, comunista de m*rda, parto-te a boca toda, corto-te o pescoço comunista de m*rda”. De seguida, “cumprindo o ritual que impõe que os “supporters” apresentem serviço perante os “hammers”, João Vaz e outros neonazis não identificados “dirigiram-se a Augusto Pinheiro e desferiram-lhe indiscriminadamente, inúmeros socos e pontapés por várias partes do corpo”. Empurraram uma mulher que tentou ajudar o comunista caído e só fugiram quando os outros militantes que tinham participado no comício acorreram para o salvar. Durante a fuga, João Vaz deixou cair a carteira. Lá dentro tinha o cartão de Guarda Prisional, profissão que ainda exerce.

A vítima sofreu “como consequências permanentes, quadro neuropsicológico sequelar, de predomínio disexecutivo pós-traumático.”. Ou como disse numa entrevista ao "Diário de Notícias", “Fiquei desconfigurado”.

AGREDIDO POR SER NEGRO
Ainda segundo o MP, só se podem candidatar a um lugar nos hammerskins “indivíduos do sexo masculino, com idade superior a 18 anos que sejam, única e exclusivamente descendentes de caucasianos, até onde seja possível identificar essa característica”. “O grupo perfilha a ideologia nazi apelando e exaltando a superioridade da raça branca, pretendendo expulsar ou impedir a entrada em Portugal de todas as minorias étnicas, bem como agredir os nacionais negros e ciganos.”

E não é só uma teoria: Na madrugada de 3 de novembro de 2013 Wilson Neto saía do autocarro quando um carro branco parou perto de si. Lá dentro, seguiam “Alexandre da Silva, à data “prospect” do grupo, e outros homens que não foram identificados. Saíram do carro e perguntaram a Wilson se se considerava “engraçado”. A vítima não respondeu e começou a correr mas “as pernas falharam-lhe” e “foi alcançado pelo arguido e restantes indivíduos que, indiscriminadamente lhe desferiram inúmeros socos e pontapés, por várias partes do corpo e ainda facadas na coxa esquerda”. O homem ainda conseguiu libertar-se e atravessar para o outro lado da rua “onde viria a cair desfalecido, junto a uma parede”. Nesse momento, foi novamente alcançado pelo grupo “que voltaram a desferir-lhe socos e pontapés por várias partes do corpo, facadas no abdómen e tórax, e ainda golpes com uma chave de rodas na mão esquerda”. Motivo: é negro.

A acusação descreve ainda o ataque e roubo a um vendedor ambulante que andava pelo Bairro Alto a vender óculos escuros e que foi atacado pelo facto de ser negro. Duas raparigas não identificadas pelas autoridades ainda lhe roubaram alguma da mercadoria depois de a vítima ter sido atirada ao chão.

O ALVO PARECIA GAY
Mas havia mais alvos: numa noite de agosto de 2014 um rapaz e duas amigas foram abordados por um elemento de um grupo de dez skinheads. Queria um cigarro. Ninguém tinha. Ao afastar-se, o rapaz deu a impressão “pela maneira de andar e de falar” que era homossexual. Por isso, o grupo de skinheads foi no seu encalço, e quando este já estava dentro do carro “um elemento do grupo saltou para cima do veículo e começou aos saltos no vidro para-brisas até que este se rachasse”. Com medo que o vidro se partisse, a vítima “ abriu a porta e nessa ocasião foi puxado para o exterior por um dos elementos do grupo” e “fazendo uso de objetos corto-perfurantes, desferiram-lhe golpes na face, abdómen e no tórax, até que este caísse por terra inanimado”. Ficou com dentes partidos, cicatrizes na cara e vários ferimentos nas costas. Motivo: parecia homossexual.

Nuno Cláudio Cerejeira, é um dos 27 PHS que vão a julgamento. Em entrevista ao Expresso, em 2016, após a Operação da Polícia Judiciária que desmantelou o grupo neonazi, afirmou: “Chamar preto a alguém não é crime. Agressões há todos os dias em Lisboa. Não estive envolvido em nenhuma e não me arrependo de nada do que fiz”.

Ele era dono do armazém em Odivelas onde os hammerskins se reuniam e vocalista da banda Blood In, Blood Out, que canta hinos racistas como “The Horrible Jew”. Há 25 anos, foi ele quem organizou o jantar do 10 de junho, o dia da raça, celebrado no Bairro Alto a espancar negros. Um deles, Alcindo Monteiro, morreu, vítima de pontapés na cabeça. Cerejeira apanhou dois anos e meio de cadeia e em 2010 voltou a ser condenado noutro processo de discriminação racial, novamente a dois anos de prisão.

NOTA

Notícia alterada às 16h00 com a retirada de uma referência familiar ao arguido Nuno Cerejeira, já que o Código Deontológico do Expresso impede a referência a laços familiares a menos que tenham relevância para a notícia.

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Têm uma ideologia diferente da nossa e é imperativo dialogar com estas facções e procurar pontos de convergência. 

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"Mas havia mais alvos: numa noite de agosto de 2014 um rapaz e duas amigas foram abordados por um elemento de um grupo de dez skinheads. Queria um cigarro. Ninguém tinha. Ao afastar-se, o rapaz deu a impressão “pela maneira de andar e de falar” que era homossexual. Por isso, o grupo de skinheads foi no seu encalço, e quando este já estava dentro do carro “um elemento do grupo saltou para cima do veículo e começou aos saltos no vidro para-brisas até que este se rachasse”. Com medo que o vidro se partisse, a vítima “ abriu a porta e nessa ocasião foi puxado para o exterior por um dos elementos do grupo” e “fazendo uso de objetos corto-perfurantes, desferiram-lhe golpes na face, abdómen e no tórax, até que este caísse por terra inanimado”. Ficou com dentes partidos, cicatrizes na cara e vários ferimentos nas costas. Motivo: parecia homossexual."

Estou desconfiado que alguns queriam ter relações com o rapaz para terem a certeza se era homossexual ou não. Pela causa, claro, no homo.

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Citação de Plagio o Original, há 5 horas:

Já existem programas de incentivos para as pessoas irem pro interior

De câmaras municipais?

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Citação de Seferogol, há 59 minutos:

Nuno Cláudio Cerejeira, é um dos 27 PHS que vão a julgamento. Em entrevista ao Expresso, em 2016, após a Operação da Polícia Judiciária que desmantelou o grupo neonazi, afirmou: “Chamar preto a alguém não é crime. Agressões há todos os dias em Lisboa. Não estive envolvido em nenhuma e não me arrependo de nada do que fiz”. Ele era dono do armazém em Odivelas onde os hammerskins se reuniam e vocalista da banda Blood In, Blood Out, que canta hinos racistas como “The Horrible Jew”. Há 25 anos, foi ele quem organizou o jantar do 10 de junho, o dia da raça, celebrado no Bairro Alto a espancar negros. Um deles, Alcindo Monteiro, morreu, vítima de pontapés na cabeça. Cerejeira apanhou dois anos e meio de cadeia e em 2010 voltou a ser condenado noutro processo de discriminação racial, novamente a dois anos de prisão.

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Parece tão inofensivo

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Citação de Seferogol, há 3 horas:

“Parto-te a boca, corto-te o pescoço”: Carlos Alexandre leva 27 neonazis a julgamento

Grupo de Hammerskins que espancou negros, comunistas e homossexuais vai ser julgado por tentativa de homicídio, discriminação racial e sexual ou ofensa à integridade física qualificada. Entre eles, há um guarda prisional e neonazis já condenados no processo da morte de Alcindo Monteiro em 1995

O juiz Carlos Alexandre decidiu levar a julgamento 27 elementos dos Portugal Hammerskins (PHS), a fação mais violenta dos skinheads, por 77 crimes, entre eles tentativa de homicídio, discriminação racial e sexual, ofensa à integridade física qualificada, detenção da arma proibida ou roubo. Entre eles, há um guarda prisional e neonazis já condenados no processo da morte de Alcindo Monteiro, em junho de 1995.

Este grupo terá feito 18 vítimas em espancamentos seletivos na Grande Lisboa que visavam gays, comunistas, negros e muçulmanos. O Ministério Público explica que “está enraizado no grupo PHS como norma não escrita e como ritual de iniciação aos “supporters” e “prospects” que estes deverão apresentar serviço perante os membros de pleno direito, os ditos “hammers”, nomeadamente, praticando atos de violência física contra indivíduos negros, indianos, homossexuais ou que defendam uma ideologia política de esquerda, sendo que, sempre que necessário os próprios “hammers” também se envolvem diretamente”.

O GUARDA QUE QUERIA SER HAMMERSKIN
João Vaz era um pretendente ao estatuto de hammer. No dia 20 de setembro de 2015, depois de regressar de uma manifestação contra imigrantes, estava com os camaradas a beber na taberna “Ginginha” quando vários militantes comunistas que tinham participado num comício passaram por perto. “Augusto Pinheiro levava consigo uma bandeira do Partido Comunista Português e ostentava ao peito um autocolante”, diz a acusação.

Vaz e outros elementos não identificados gritaram: “Filho da p*ta, c*brão, comunista de m*rda, parto-te a boca toda, corto-te o pescoço comunista de m*rda”. De seguida, “cumprindo o ritual que impõe que os “supporters” apresentem serviço perante os “hammers”, João Vaz e outros neonazis não identificados “dirigiram-se a Augusto Pinheiro e desferiram-lhe indiscriminadamente, inúmeros socos e pontapés por várias partes do corpo”. Empurraram uma mulher que tentou ajudar o comunista caído e só fugiram quando os outros militantes que tinham participado no comício acorreram para o salvar. Durante a fuga, João Vaz deixou cair a carteira. Lá dentro tinha o cartão de Guarda Prisional, profissão que ainda exerce.

A vítima sofreu “como consequências permanentes, quadro neuropsicológico sequelar, de predomínio disexecutivo pós-traumático.”. Ou como disse numa entrevista ao "Diário de Notícias", “Fiquei desconfigurado”.

AGREDIDO POR SER NEGRO
Ainda segundo o MP, só se podem candidatar a um lugar nos hammerskins “indivíduos do sexo masculino, com idade superior a 18 anos que sejam, única e exclusivamente descendentes de caucasianos, até onde seja possível identificar essa característica”. “O grupo perfilha a ideologia nazi apelando e exaltando a superioridade da raça branca, pretendendo expulsar ou impedir a entrada em Portugal de todas as minorias étnicas, bem como agredir os nacionais negros e ciganos.”

E não é só uma teoria: Na madrugada de 3 de novembro de 2013 Wilson Neto saía do autocarro quando um carro branco parou perto de si. Lá dentro, seguiam “Alexandre da Silva, à data “prospect” do grupo, e outros homens que não foram identificados. Saíram do carro e perguntaram a Wilson se se considerava “engraçado”. A vítima não respondeu e começou a correr mas “as pernas falharam-lhe” e “foi alcançado pelo arguido e restantes indivíduos que, indiscriminadamente lhe desferiram inúmeros socos e pontapés, por várias partes do corpo e ainda facadas na coxa esquerda”. O homem ainda conseguiu libertar-se e atravessar para o outro lado da rua “onde viria a cair desfalecido, junto a uma parede”. Nesse momento, foi novamente alcançado pelo grupo “que voltaram a desferir-lhe socos e pontapés por várias partes do corpo, facadas no abdómen e tórax, e ainda golpes com uma chave de rodas na mão esquerda”. Motivo: é negro.

A acusação descreve ainda o ataque e roubo a um vendedor ambulante que andava pelo Bairro Alto a vender óculos escuros e que foi atacado pelo facto de ser negro. Duas raparigas não identificadas pelas autoridades ainda lhe roubaram alguma da mercadoria depois de a vítima ter sido atirada ao chão.

O ALVO PARECIA GAY
Mas havia mais alvos: numa noite de agosto de 2014 um rapaz e duas amigas foram abordados por um elemento de um grupo de dez skinheads. Queria um cigarro. Ninguém tinha. Ao afastar-se, o rapaz deu a impressão “pela maneira de andar e de falar” que era homossexual. Por isso, o grupo de skinheads foi no seu encalço, e quando este já estava dentro do carro “um elemento do grupo saltou para cima do veículo e começou aos saltos no vidro para-brisas até que este se rachasse”. Com medo que o vidro se partisse, a vítima “ abriu a porta e nessa ocasião foi puxado para o exterior por um dos elementos do grupo” e “fazendo uso de objetos corto-perfurantes, desferiram-lhe golpes na face, abdómen e no tórax, até que este caísse por terra inanimado”. Ficou com dentes partidos, cicatrizes na cara e vários ferimentos nas costas. Motivo: parecia homossexual.

Nuno Cláudio Cerejeira, é um dos 27 PHS que vão a julgamento. Em entrevista ao Expresso, em 2016, após a Operação da Polícia Judiciária que desmantelou o grupo neonazi, afirmou: “Chamar preto a alguém não é crime. Agressões há todos os dias em Lisboa. Não estive envolvido em nenhuma e não me arrependo de nada do que fiz”.

Ele era dono do armazém em Odivelas onde os hammerskins se reuniam e vocalista da banda Blood In, Blood Out, que canta hinos racistas como “The Horrible Jew”. Há 25 anos, foi ele quem organizou o jantar do 10 de junho, o dia da raça, celebrado no Bairro Alto a espancar negros. Um deles, Alcindo Monteiro, morreu, vítima de pontapés na cabeça. Cerejeira apanhou dois anos e meio de cadeia e em 2010 voltou a ser condenado noutro processo de discriminação racial, novamente a dois anos de prisão.

NOTA

Notícia alterada às 16h00 com a retirada de uma referência familiar ao arguido Nuno Cerejeira, já que o Código Deontológico do Expresso impede a referência a laços familiares a menos que tenham relevância para a notícia.

O Juiz Carlos Alexandre é que está por trás de todos estes mega processos que aparecem neste país? 

Apenas ele e o Ivo Rosa é que podem fazer este tipo de julgamentos? 

Editado por Ticampos

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Citação de Ticampos, há 5 minutos:

O Juiz Carlos Alexandre é que está por trás de todos estes mega processos que aparecem neste país? 

Apenas ele e o Ivo Rosa é que podem fazer este tipo de julgamentos? 

sim, o TIC só tem 2 juízes

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Citação de Puto Perdiz, há 4 minutos:

sim, o TIC só tem 2 juízes

Porquê só 2?

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Citação de Ticampos, há 2 minutos:

Porquê só 2?

não sei, supostamente foi debatido na AR o aumento para 9.

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Citação de Seferogol, há 4 horas:

NOTA

Notícia alterada às 16h00 com a retirada de uma referência familiar ao arguido Nuno Cerejeira, já que o Código Deontológico do Expresso impede a referência a laços familiares a menos que tenham relevância para a notícia.

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