Keyser Publicado 4 Agosto 2021 Portugal, más cómodo con el 25 de Abril que con sus capitanes Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 4 Agosto 2021 Citação de antifa, há 9 horas: O amigalhaço do Ventura não postes estas m*rda, sff. Ng sabe quem é essa gente, é escusado mudar isso Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 4 Agosto 2021 O Pacheco de Amorim é pior do que o Bannon. Essa m*rda é muito grave Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 4 Agosto 2021 (editado) Citação de IlidioMA, há 2 horas: não postes estas m*rda, sff. Ng sabe quem é essa gente, é escusado mudar isso O desconhecimento nunca foi, nem nunca será na minha opinião, solução para nada. Editado 4 Agosto 2021 por HappyKing Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado 4 Agosto 2021 Citação de IlidioMA, há 3 horas: não postes estas m*rda, sff. Ng sabe quem é essa gente, é escusado mudar isso Ok André Compartilhar este post Link para o post
IlidioMA Publicado 4 Agosto 2021 Citação de HappyKing, há 2 horas: O desconhecimento nunca foi, nem nunca será na minha opinião, solução para nada. estava a falar do outro tweet. Citar o tweet da notícia é uma coisa. Dar palco a um artolas qualquer a dizer coisas histriónicas gratuitamente, não. Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 4 Agosto 2021 Citação de IlidioMA, há 36 minutos: estava a falar do outro tweet. Citar o tweet da notícia é uma coisa. Dar palco a um artolas qualquer a dizer coisas histriónicas gratuitamente, não. Não é um artolas qualquer. Faz parte da estrutura de um partido do nosso país. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 4 Agosto 2021 (editado) Citação de IlidioMA, há 1 hora: estava a falar do outro tweet. Citar o tweet da notícia é uma coisa. Dar palco a um artolas qualquer a dizer coisas histriónicas gratuitamente, não. É só a pessoa mais próxima do Ventura. "Diz-me com quem andas" e essa coisa toda. E confesso que este a mim bem me enganou, pensei durante muito tempo que fosse apenas um vendedor de banha da cobra a navegar na popularidade global da alt-right, hoje tenho poucas duvidas de que de facto acredita no que diz. Editado 4 Agosto 2021 por antifa Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 4 Agosto 2021 Muito boa entrevista do Fernando Rosas: https://www.publico.pt/2021/08/04/politica/entrevista/discurso-oficioso-governo-presidente-lusotropicalista-1972962?ref=hp&cx=stories_cover__important_b--507490 Citação Entrevista com Fernando Rosas “O discurso oficioso do Governo e Presidente é lusotropicalista” Fernando Rosas defende que, nos 50 anos do 25 de Abril, Portugal proponha aos governos de Angola, Moçambique, Guiné uma plataforma internacional de estudos e intercâmbio sobre os problemas sensíveis do colonialismo. Ana Sá Lopes 4 de Agosto de 2021, 7:10 Partilhar notícia 870 Partilhar no Facebook Partilhar no WhatsApp Partilhar no Messenger Partilhar no Twitter Comentar Partilhar no Messenger Partilhar no LinkedIn Partilhar no Pinterest Enviar por email Guardar Comentar Oferecer artigo Receber alertas Foto Nuno Ferreira Santos Para o historiador Fernando Rosas, “o 25 de Abril acabou com a guerra, mas não acabou com a ideologia colonial e sobretudo não acabou com a ideologia lusotropicalista” que, na sua opinião, está presente nos discursos oficiosos de Governo e Presidente da República. Já conseguimos discutir a guerra colonial normalmente? Um país que perde uma guerra tem muita dificuldade de estabelecer uma relação tranquila com esse passado. O problema é que a guerra colonial é uma guerra que o regime, o Estado Novo, e o Exército perderam. Não se tratou de uma vitória militar numa batalha clássica como em Dien Bien Phun – ou seja, a que levou à derrota dos franceses na Indochina – mas foi o cansaço da guerra, num país onde não havia possibilidade desse cansaço se exprimir pelos meios próprios de uma democracia, a imprensa livre, os partidos políticos, o voto anual de um Orçamento com as despesas da guerra… Se havia um tabu feroz no antigo regime era o tabu sobre a questão da guerra. A nação não se discute, defende-se. Era absolutamente proibido. Esse cansaço da guerra é interpretado pelos militares, por uma dessas ironias em que a história é tão abundante… São os militares que conduzem a guerra no terreno – os capitães – que vão interpretar esse cansaço social, organizando um movimento militar que representa em si mesmo a desistência da guerra. Quando se discute hoje que poderia ter havido uma outra política colonial… Acho que isso é muito difícil de defender… Reproduzir 0% Volume 00:00 00:00 Ecrã inteiro Marcelo Caetano não poderia ter feito isso? Sim, se o tivesse feito (risos). E o Salazar também, em 1961, começando a descolonizar. Poderia ter seguido a pressão dos americanos para organizar uma transição para a independência faseada, com a defesa dos interesses dos portugueses que lá estavam. Mas não fez. Como não fez, levou à exaustão do exército colonial, que se traduziu na recusa de continuar a guerra, com o apoio da opinião pública. Quando começa a descolonização em Portugal em 1974, com as negociações com a Guiné, não há apoio da opinião pública [à continuação da guerra] – “Nem mais um soldado para as colónias” –, não há apoio das Forças Armadas que no terreno estão a pedir a litoralização do dispositivo e o embarque rapidamente e em força… quando não estão em plenários, que se organizaram em Angola e em Moçambique, a exigir que se aceitem as condições que os movimentos de libertação colocavam. Ou seja, reconhecimento imediato do direito à independência e negociação com os movimentos que faziam a luta armada. E não tem apoio internacional, porque as Nações Unidas seguem a política da Organização da Unidade Africana (OUA), que na altura existia, que é negociar já a independência com os movimentos de libertação que conduzem a guerra no terreno. Era impossível fazer outra descolonização? Qual era a alternativa? [O novo regime] não tem [o apoio da] opinião pública, não tem Exército para apoiar uma política alternativa, não tem apoio internacional. Apesar destas três enormes dificuldades, a descolonização foi tão eficaz quanto era historicamente possível. Tinha-se chegado a um colapso do Estado em Portugal. E nem é bem o Estado que conduz a descolonização em 1974 e 1975… são as Forças Armadas. O Estado está lá para fingir que está. É aquela célebre cena do acordo de Lusaca com o Otelo a abraçar o Samora Machel – quando o Otelo tinha sido enviado pelo Spínola para vigiar o Mário Soares, que era suspeito de simpatias comunistas [o acordo de Lusaca foi assinado a 7 de Setembro de 1974, quando Portugal reconhece o direito de Moçambique à independência e inicia negociações com a Frelimo]. O Spínola queria impor aos movimentos de libertação a seguinte premissa: um acordo sobre o cessar-fogo já. E os movimentos diziam: só há cessar-fogo quando houver reconhecimento do direito imediato à independência e negociação com os movimentos. Há aqui um impasse e como o impasse demorou – como o Valentim Alexandre diz na entrevista ao PÚBLICO – tivemos um número excepcional de mortes em combate naqueles meses. O Spínola, a seguir ao 25 de Abril, resiste a descolonizar… O Spínola não quer a descolonização! Ou seja, admitia uma descolonização na Guiné, provavelmente. Mas queria encontrar outro tipo de soluções, sobretudo para Angola. Uma independência branca que fosse aceitável para a África do Sul de forma a preservar no corno de África um poder branco, ainda que formalmente independente. Uma solução rodesiana. E era impossível, o Exército não queria continuar a guerra. Foto Soldados portugueses perto de Ancuabe, Cabo Delgado, Moçambique, em Julho de 1973 David Hume Kennerly/Getty Images E Spínola acaba por ceder… Acaba por ceder. É derrotado na luta política interna. Chega a Julho de 1974 e não tem os apoios suficientes. As coisas foram como foram. Acho que era impossível terem sido muito diferentes. Disse numa entrevista que a história dos crimes do colonialismo “está longamente por contar”… Acha que a Comissão de Verdade e Reconciliação que propôs o historiador Mustafah Dhada é possível? Da parte portuguesa acho difícil. A história da guerra colonial tem tido várias fases. A primeira fase foi a fase do silêncio, do trauma da derrota. Ainda hoje um militar quando ouve falar da derrota na guerra faz um prefácio de 20 páginas a explicar que não há uma derrota militar… É verdade que não foi uma derrota do ponto de vista militar, não se perdeu numa batalha, ou em duas, ou em três, mas perdeu-se politicamente. A guerra deixou de ter apoio quer na sociedade, quer nas Forças Armadas e o Exército depôs armas e negociou a independência. E fizeram muito bem, era necessário fazê-lo e só temos que agradecer àqueles sectores das Forças Armadas que tiveram a coragem de dar esse passo que libertou o país de uma guerra sem sentido, feita contra o vento da história, depredadora da economia. Foto Há uma parte dos crimes de guerra que eram considerados oficialmente, já depois do 25 de Abril, como actos de heroicidade Partilhar citação Partilhar no Facebook Partilhar no Twitter Houve um primeiro momento de silêncio. Depois há uma segunda fase em que se começa a falar sobre a guerra e essa fase permitiu fazer a história político-militar da guerra, mas vista bastante sob o ponto de vista metropolitano. O outro lado estava ainda bastante silencioso. Finalmente, há uma terceira fase que começa agora, sob influência de uma nova geração de investigadores notável, tanto de Lisboa como de Coimbra como do Porto. É uma geração que começa a falar dos crimes da guerra, os crimes que a ocupação colonial cometeu em África e nomeadamente os crimes que o exército colonial e as polícias políticas cometeram em África. E esse é o terreno mais sensível de todos, que toca nos que fizeram o 25 de Abril. E por terem feito a guerra e terem adquirido a consciência da inanidade desse esforço acabaram com ela. Agora, há uma parte dos crimes de guerra que eram considerados oficialmente, já depois do 25 de Abril, como actos de heroicidade. Por exemplo, quando foi o julgamento dos Pides em 1976 e 1977, foi considerada circunstância atenuante os feitos militares em África. Os feitos militares em África da PIDE foi a tortura e o assassinato. A PIDE foi considerada associação criminosa por ter torturado as pessoas aqui, mas quando se tratava de África eram atenuantes para o Tribunal Militar! E também tivemos Cavaco a condecorar Pides. Essa parte da guerra colonial – os crimes cometidos pela tropa durante a guerra – até agora era uma parte absolutamente intocada na investigação. E devemos a esta nova geração – o Miguel Bandeira Jerónimo, o Pedro Oliveira, o Miguel Cardina, que já nasceram depois do 25 de Abril – esta nova investigação. Há também uma influência muito importante, as associações dos afro-descendentes, cidadãos portugueses que têm ascendência em África, que querem ter um papel nas questões da discriminação racial, de género, e isso implica também o refazer da história colonial. Passaram quase 50 anos mas o ex-Império ainda é um assunto fracturante na sociedade… Aliás, o debate sobre os jardins de Belém é um exemplo. Muito presente. Com este renascimento da extrema-direita esse argumentário do império regressa. Regressa sem nunca ter completamente desaparecido. E há uma razão histórica para isso. O império representava, do ponto de vista da história económica e social, um grande volume de interesses. O comércio colonial era um dos grandes pilares da oligarquia portuguesa até ao 25 de Abril. Um comércio que tinha o privilégio de vender em África, de uma forma protegida, as mercadorias que muitas vezes não se vendiam em mais lado nenhum. Houve períodos em que se exportavam para África enxadas e cimento! Apesar deles poderem comprar as enxadas e o cimento na África do Sul por muito menos de metade do preço. Além dos oligarcas, há um mundo de pequenas e médias actividades que vive dos privilégios do império. Não é possível não abrir feridas. Há pessoas que ficaram sem nada, há pessoas que foram mortas, há pessoas que foram presas, torturadas. Há vítimas de um lado e de outro que ainda hoje têm razões de queixa fortes. Mas há outra terapia para este tipo de situação que não seja falar dela de forma aberta e plural? Não há. Partilhar citação Partilhar no Facebook Partilhar no Twitter E esse espírito transpôs-se para a democracia? Transpôs-se o mito que se construiu acerca disso. Uma espécie de prosperidade infindável que só esperava ser aproveitada. Num país miserável em quase tudo do ponto de vista económico e social, havia a compensação do mito do eldorado colonial que estava à espera de ser explorado. Mas é possível a tal comissão de verdade e reconciliação? O império criou uma base de interesses muito forte, uma mitologia muito forte, mitologia que explorou e sustentou do ponto de vista do discurso os nautas, santos, cavaleiros, a heroicidade da saga dos descobrimentos. E criou um discurso hegemónico acerca do colonialismo e do império. E esse discurso tem hoje peso. Continuamos na fase “não discutimos a pátria e a sua história”, como dizia Salazar? Em parte. A mitologia colonial tem duas fases. Nos anos 50 começa o lusotropicalismo, antes disso a mística do império, das descobertas, existia em absoluto, mas era darwinismo social. Ou seja, o branco está no império para fazer os pretos trabalhar. O trabalho liberta, arbeit macht frei. A libertação através da obrigação de pôr o negro a trabalhar. O trabalho forçado é legitimado porque é uma forma de elevar o indígena à fé. Há uma assunção clara da superioridade do branco em relação ao negro. Depois, é o lusotropicalismo, em grande parte como reacção às descolonizações. O discurso da superioridade do homem branco era insustentável numas Nações Unidas onde metade dos países eram novos países africanos. E o Adriano Moreira vai buscar o Gilberto Freyre. E o Gilberto Freyre vai pela mão dos ministros passear-se pelo império. Prestou-se a esse serviço, andou por Angola, Moçambique, Índia. É certo que fez algumas observações desagradáveis, nomeadamente na Lunda, na zona dos diamantes de Angola. Na Índia aquilo era de tal maneira evidente que mesmo alguns lusotropicalistas convictos… A Índia era a falência total do lusotropicalismo. Há discursos na Assembleia Nacional de deputados do Estado português da Índia contra o abuso do colonialismo. Agora, o 25 de Abril acabou com a guerra, mas não acabou com a ideologia colonial e sobretudo não acabou com a ideologia lusotropicalista. Pode constatar que o discurso oficioso do Governo e do Presidente da República é lusotropicalista. O papel dos portugueses, os primeiros a acabar com a escravatura – os últimos, por acaso… Há todo um discurso oficioso de raiz lusotropicalista que continua a ser uma espécie de expressão oficial da nossa relação com o outro. Falam-me numa comissão de verdade e de justiça? E quem é que lá vai, da parte de Portugal? Os generais que fizeram a guerra? Agora, há outra coisa que se pode fazer, que talvez seja mais produtiva. Fazer uma aposta séria e intensa, de parte a parte, nos estudos e na investigação histórica, sociológica, sobre o assunto. A guerra civil, sobretudo em Angola e Moçambique, paralisou os estudos sobre a história da independência. Ganhava-se com um grande investimento – que o Estado devia apoiar, do ponto de vista logístico – de estudo conjunto sobre o sistema colonial. Abordar os problemas sensíveis do colonialismo, a maneira como foi feita a descolonização. Agora, nos 50 anos do 25 de Abril, Portugal poderia ter essa iniciativa de propor aos governos de Angola, Moçambique, Guiné – os países onde houve guerra – que se criasse uma plataforma internacional de estudos e intercâmbio. Uma comissão de verdade e reconciliação é muito oficial, é muito difícil fugir aos interesses de momento que o Estado tem. O Presidente da República defendeu no discurso do 25 de Abril que se devia “dissecar tudo” sobre a história colonial, mas sem abrir feridas. O que achou? Dissecar tudo significa abrir feridas… Como se vê… Fala-se do Marcelino da Mata, um conhecido criminoso de guerra, e há o escândalo que houve. O Marcelino da Mata era um homem que inclusivamente o Exército português tentou processar criminalmente! Mário Cláudio tentou, como jurista do Estado, perseguir vários crimes e foi impedido de o fazer porque houve uma decisão político-militar ao mais alto nível para parar. Falar destas coisas e outras abre feridas. Não é possível não abrir feridas. Há pessoas que ficaram sem nada, há pessoas que foram mortas, há pessoas que foram presas, torturadas. Há vítimas de um lado e de outro que ainda hoje têm razões de queixa fortes. Mas há outra terapia para este tipo de situação que não seja falar dela de forma aberta e plural? Não há. Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado 4 Agosto 2021 https://jornaldocentro.pt/noticias/especiais/-nao-tenho-nada-contra-a-comunidade-lgbt-mas-se-nao-houver-mato-nao-ha-incendios-esclarece-candidato-do-chega Se for eleito, pro exemplo, acabaria com manifestações como as que existem em Viseu da comunidade LGBT? Eu não tenho nada contra a comunidade LGBT. Mas se não houver mato não há incêndios. Isso quer dizer o quê? Se houver necessidade de pôr a arder qualquer coisa vão lá pôr o mato. Se não houvesse pobres havia socialismo? Eu acho que não, porque não havia necessidade. Da mesma forma que se não andassem permanentemente com esta coisa, por exemplo, do “black lives matter” e não sei quê.. as pessoas alimentam isso… não há necessidade Portanto ser homossexual não há problema nenhum desde que não se manifestem? Eu penso que é uma utopia alimentar este tipo de coisas. Porque faz de conta que ela não existem, mas precisam de existir quando elas existem de facto. Sempre houve maricas, desde a Grécia em que os soldados tinham um rapazinho que era a pessoa que lhes fazia tudo e favores sexuais. 🙃 Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 4 Agosto 2021 Citação de antifa, há 16 minutos: Pode constatar que o discurso oficioso do Governo e do Presidente da República é lusotropicalista. O papel dos portugueses, os primeiros a acabar com a escravatura – os últimos, por acaso… ? Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado 4 Agosto 2021 (editado) Citação de antifa, há 33 minutos: Muito boa entrevista do Fernando Rosas: https://www.publico.pt/2021/08/04/politica/entrevista/discurso-oficioso-governo-presidente-lusotropicalista-1972962?ref=hp&cx=stories_cover__important_b--507490 A minha professora de história da escola Dalila Mateus, que por sinal era grande amiga dele, era além do mais uma enorme especialista em assuntos da PIDE/Colonialismo em África, etc, pena já ter morrido, escreveu alguns livros interessantes sobre o tema, tenho 2. A meu ver a guerra colonial era insustentável, tenho amigos de infância neocolonialistas com os quais não dá simplesmente para falar de política. Usam o argumento que a Guerra Colonial só se perdeu em 25 de Abril. Eles não entendem que se o 25 de Abril não tivesse ocorrido em 1974,teria acontecido em 1975 ou 1976 ou 1977, mais tarde ou mais cedo aconteceria, aquele regime em um conjunto de canos rotos, já estava a dar problemas por todos os lados. Não há nenhuma nação que tenha conseguido manter as suas colónias em África, porque seríamos nós a excepção? Eles acreditam realmente que Angola ainda seria Portuguesa em 2021? Editado 4 Agosto 2021 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 4 Agosto 2021 Citação de Rain Dog, há 23 minutos: https://jornaldocentro.pt/noticias/especiais/-nao-tenho-nada-contra-a-comunidade-lgbt-mas-se-nao-houver-mato-nao-ha-incendios-esclarece-candidato-do-chega Se for eleito, pro exemplo, acabaria com manifestações como as que existem em Viseu da comunidade LGBT? Eu não tenho nada contra a comunidade LGBT. Mas se não houver mato não há incêndios. Isso quer dizer o quê? Se houver necessidade de pôr a arder qualquer coisa vão lá pôr o mato. Se não houvesse pobres havia socialismo? Eu acho que não, porque não havia necessidade. Da mesma forma que se não andassem permanentemente com esta coisa, por exemplo, do “black lives matter” e não sei quê.. as pessoas alimentam isso… não há necessidade Portanto ser homossexual não há problema nenhum desde que não se manifestem? Eu penso que é uma utopia alimentar este tipo de coisas. Porque faz de conta que ela não existem, mas precisam de existir quando elas existem de facto. Sempre houve maricas, desde a Grécia em que os soldados tinham um rapazinho que era a pessoa que lhes fazia tudo e favores sexuais. 🙃 Compartilhar este post Link para o post
Lebohang Publicado 4 Agosto 2021 Nota 10 nas suíças, é lidar. Compartilhar este post Link para o post
noikeee Publicado 4 Agosto 2021 Citação de Rain Dog, há 54 minutos: https://jornaldocentro.pt/noticias/especiais/-nao-tenho-nada-contra-a-comunidade-lgbt-mas-se-nao-houver-mato-nao-ha-incendios-esclarece-candidato-do-chega Se for eleito, pro exemplo, acabaria com manifestações como as que existem em Viseu da comunidade LGBT? Eu não tenho nada contra a comunidade LGBT. Mas se não houver mato não há incêndios. Isso quer dizer o quê? Se houver necessidade de pôr a arder qualquer coisa vão lá pôr o mato. Se não houvesse pobres havia socialismo? Eu acho que não, porque não havia necessidade. Da mesma forma que se não andassem permanentemente com esta coisa, por exemplo, do “black lives matter” e não sei quê.. as pessoas alimentam isso… não há necessidade Portanto ser homossexual não há problema nenhum desde que não se manifestem? Eu penso que é uma utopia alimentar este tipo de coisas. Porque faz de conta que ela não existem, mas precisam de existir quando elas existem de facto. Sempre houve maricas, desde a Grécia em que os soldados tinham um rapazinho que era a pessoa que lhes fazia tudo e favores sexuais. 🙃 Tive um aneurisma a ler isto e tentar compreender. 1 Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 4 Agosto 2021 (editado) Citação de antifa, há 5 horas: Muito boa entrevista do Fernando Rosas: https://www.publico.pt/2021/08/04/politica/entrevista/discurso-oficioso-governo-presidente-lusotropicalista-1972962?ref=hp&cx=stories_cover__important_b--507490 Portugal, Guiné, Angola, etc... nao devem ter assuntos mais importantes com que se entreter... Editado 4 Agosto 2021 por Burkina2008 Compartilhar este post Link para o post
Black Hawk Publicado 4 Agosto 2021 Citação de Burkina2008, há 8 minutos: Portugal, Guiné, Angola, etc... nao devem ter assuntos mais importantes com que se entreter... Ele é historiador e especialista na época contemporânea, em especial no período do Estado Novo. É natural que uma entrevista com ele acabe por invariavelmente abordar esses temas, são a sua área de especialização. Compartilhar este post Link para o post
Burkina2008 Publicado 4 Agosto 2021 Citação de Black Hawk, há 1 minuto: Ele é historiador e especialista na época contemporânea, em especial no período do Estado Novo. É natural que uma entrevista com ele acabe por invariavelmente abordar esses temas, são a sua área de especialização. Nao estou a dizer o contrario, apenas que a criacao da tal comissao com membros de Angola, Guine, Mocambique, etc...me parece de pouca prioridade para Portugal e de menor ainda para os outros paises Compartilhar este post Link para o post
a.lopes Publicado 5 Agosto 2021 https://m.tuttomercatoweb.com/serie-a/buffon-io-fascista-solo-orgoglioso-di-rappresentare-l-italia-sono-anarchico-conservatore-1567367 Gigi é fascista? Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado 5 Agosto 2021 Citação de a.lopes, há 11 minutos: https://m.tuttomercatoweb.com/serie-a/buffon-io-fascista-solo-orgoglioso-di-rappresentare-l-italia-sono-anarchico-conservatore-1567367 Gigi é fascista? Pelo menos quando era puto sim, é sabido em Itália desde a primeira passagem no Parma. Compartilhar este post Link para o post
Mica Publicado 5 Agosto 2021 O Buffon já era juvenil no tempo do Mussolini, acho eu Compartilhar este post Link para o post
Visitante Publicado 5 Agosto 2021 Se é nacionalista, de certeza que é fascista 🙄 Compartilhar este post Link para o post