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Tópico da Política, Ambiente e Economia

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Não vou comentar a parte técnica que não faço ideia

O que eu não entendo é o amadorismo político. Falar à boca cheia que não é preciso ajuda quando as coisas estão descontroladas e está previsto tempo quente e vento forte, é estúpido porque se arrisca a ter de dar o dito por não dito (como aconteceu). Regressar às férias antes das coisas estarem controladas, mesmo que não faça diferença nenhuma estar no terreno, é estúpido porque passa uma imagem de m*rda. Não entendo como este gajo tem 30 ou 40 anos de política e comete erros tão básicos quando ainda por cima tem um governo minoritário instável

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Desafio:

Este texto foi escrito por qual destas opções:

1. Um comentador politico de renome

2. Um facho no twitter

3. Um liberal social do twitter

4. O user do cmpt @mestes

"A meu ver a única forma de combater o que quer que seja é discutindo ideias.
Se as ideias forem boas, aceitá-las e promovê-las, se forem más, rejeitá-las.l; se criminosas, denunciá-las."

 

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Citação de Plagio o Original, há 19 minutos:

Desafio:

Este texto foi escrito por qual destas opções:

1. Um comentador politico de renome

2. Um facho no twitter

3. Um liberal social do twitter

4. O user do cmpt @mestes

"A meu ver a única forma de combater o que quer que seja é discutindo ideias.
Se as ideias forem boas, aceitá-las e promovê-las, se forem más, rejeitá-las.l; se criminosas, denunciá-las."

 

Fiz batota e procurei no Google. A resposta certa é a 3. Vinda deste senhor:

image.thumb.jpeg.4fce56740d800c37c5288fc03f30bfcc.jpeg

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Citação de Jamarcus, há 2 minutos:

Fiz batota e procurei no Google. A resposta certa é a 3. Vinda deste senhor:

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Usar motores de pesquisa é batota

Apaga maluco. O desafio era pra toda a gente

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Citação de Plagio o Original, há 1 hora:

Usar motores de pesquisa é batota

Apaga maluco. O desafio era pra toda a gente

A melhor maneira de apagar o atual fogo na ilha da Madeira é debatendo com ele. Sugiro, a título de exemplo, os teóricos do programa da IL. E quanto mais perto do fogo, melhor.

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Citação de noikeee, há 3 horas:

Não vou comentar a parte técnica que não faço ideia

O que eu não entendo é o amadorismo político. Falar à boca cheia que não é preciso ajuda quando as coisas estão descontroladas e está previsto tempo quente e vento forte, é estúpido porque se arrisca a ter de dar o dito por não dito (como aconteceu). Regressar às férias antes das coisas estarem controladas, mesmo que não faça diferença nenhuma estar no terreno, é estúpido porque passa uma imagem de m*rda. Não entendo como este gajo tem 30 ou 40 anos de política e comete erros tão básicos quando ainda por cima tem um governo minoritário instável

Eu só acompanho a política da Madeira por este tópico, mas parece-me claro que ele sabe que pode dizer e fazer o que quiser, pois acabará sempre por ser eleito.

Se houvesse eleições amanhã e ele hoje dissesse que os madeirenses são todos uns filhos da p*ta, ganhava as eleições à mesma.

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Citação de smashing_pumpkin , Agora:

Entretanto o secretário da saúde e protecção civil juntou-se ao albuquerque em termos de férias no porto santo.

Estão a começar a convencer-me que Porto Santo é um ótimo destino de férias

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Citação de Quan Chi, há 2 horas:

Eu só acompanho a política da Madeira por este tópico, mas parece-me claro que ele sabe que pode dizer e fazer o que quiser, pois acabará sempre por ser eleito.

Se houvesse eleições amanhã e ele hoje dissesse que os madeirenses são todos uns filhos da p*ta, ganhava as eleições à mesma.

Ele faz o que quer e entende pois até agora tem sido fácil de comprar votos. E mesmo tendo cada vez mais dificuldade em ser governo, acha que basta querer e compra quem quiser, seja como for. 

Só não percebo como é que quem realmente manda nisto permite que ele ande q enterrar cada vez mais o psd. Começa é a parecer que a ideia é mesmo atirá-lo aos lobos e e ver se o próximo dá ar fresco. O Albuquerque está completamente descontrolado, faz lembrar o período em que se falava que ia ser corrido pelo psd-nacional e que culminou com a entrada do Calado para vice (e que na realidade começou a mandar e a aparecer em tudo)

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Citação de Quan Chi, há 2 horas:

Eu só acompanho a política da Madeira por este tópico, mas parece-me claro que ele sabe que pode dizer e fazer o que quiser, pois acabará sempre por ser eleito.

Se houvesse eleições amanhã e ele hoje dissesse que os madeirenses são todos uns filhos da p*ta, ganhava as eleições à mesma.

Se é essa a percepção dele, está bastante enganado. Não faltou assim tantos pontos percentuais nas últimas eleições para ser o Cafofo a ser indigitado presidente. Os votos no PSD têm progressivamente diminuído e diminuído

Uma coisa que quem está fora pode não entender é que o Albuquerque é bastante impopular. Os madeirenses não gostam dele. Muita gente ainda vota é por toda a estrutura que está à volta e todos os interesses que mexem. Se o Albuquerque sai e é excomungado como o bode expiatório e entra uma outra figura qualquer que não tenha tantos anticorpos acumulados, aí sim acredito que seja quase impossível tirar o PSD Madeira do governo

Citação de smashing_pumpkin , Agora:

Começa é a parecer que a ideia é mesmo atirá-lo aos lobos e e ver se o próximo dá ar fresco.

Passou-me a mesma coisa pela cabeça

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Citação de Petar Musa, há 2 minutos:

Estão a começar a convencer-me que Porto Santo é um ótimo destino de férias

Metade da madeira vai (ou ia) para o porto santo de férias. Já o psd-madeira vai todo em romaria junto ao chefe, já era assim com o AJJ. Quem não estava presente significava que estava em vias de ser corrido.

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https://www.publico.pt/2024/08/21/politica/noticia/albuquerque-actuacao-governo-regional-avaliada-funcao-resultados-2101421

Vale a pena ler para se ter noção do excelentíssimo senhor que temos a mandar na ilha (ou a fingir que manda). 10 a 14% da ilha ardeu, há focos ainda descontrolados, já há zona de laurissilva a ser afectada e este excelentíssimo m*rda acha que está tudo bem. O maior património da região está em risco, desde que ele rebentou com os meios florestais que vai ardendo cada vez mais património mas claro que para o senhor do betão está tudo ok desde que haja construções e tetas por onde mamar.

Só para se ter noção, em 1975 existiam 2300 funcionários nos serviços florestais e de momento temos 300.

 

 

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Podemos estar todos descansados pois o Albuquerque disse que a estratégia foi um sucesso. Ilha a arder há 7 dias, até às 12h de ontem arderam quase 5mil hectares, vieram 2 canadairs de espanha que amanhã vão começar a actuar, mas hey, a situação está a ser gerida de modo sensacional. A cara de pau é inacreditável.

Editado por smashing_pumpkin

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Citação de smashing_pumpkin , há 1 minuto:

Podemos estar todos descansados pois o Albuquerque disse que a estratégia foi um sucesso. Ilha a arder há 7 dias, até às 12h de ontem arderam quase 5mil hectares, vieram 2 canadairs de espanha que amanhã vão começar a actuar, mas hey, a situação está a ser gerida de modo sensacional. A cara de pau é inacreditável.

Ele sabe que Porto Santo não arde portanto está tudo bem desde que possar ir de férias novamente.

Eu não sei é como vocês não estão já todos de tochas e forquilhas na mão atrás deste gajo.

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Citação de SAS_Robben, há 4 minutos:

Ele sabe que Porto Santo não arde portanto está tudo bem desde que possar ir de férias novamente.

Eu não sei é como vocês não estão já todos de tochas e forquilhas na mão atrás deste gajo.

https://www.jm-madeira.pt/regiao/governo-aumenta-apoio-as-casas-do-povo-para-um-milhao-ID15619357

Junta-se a isto um périplo diário por empresas, pelo menos 2 por dia (manhã e tarde) sempre prometendo coisas (mesmo que a sua palavra seja tão valiosa que só se pode acreditar no que ele diz depois de ver isso escrito no jornal oficial da região autónoma da madeira, joram).

De resto muita gente tem uma vida para viver, gente para alimentar e não quer ver a vida andar para trás. Falava-se muito do AJJ mas neste momento o medo é algo bem real.

Basta ver o que fez aos próprios laranjas, apoiantes do seu adversário. Andou tudo a ser saneado, desde quadros superiores a motoristas. 

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Citação de smashing_pumpkin, há 11 horas:

https://www.jm-madeira.pt/regiao/governo-aumenta-apoio-as-casas-do-povo-para-um-milhao-ID15619357

Junta-se a isto um périplo diário por empresas, pelo menos 2 por dia (manhã e tarde) sempre prometendo coisas (mesmo que a sua palavra seja tão valiosa que só se pode acreditar no que ele diz depois de ver isso escrito no jornal oficial da região autónoma da madeira, joram).

De resto muita gente tem uma vida para viver, gente para alimentar e não quer ver a vida andar para trás. Falava-se muito do AJJ mas neste momento o medo é algo bem real.

Basta ver o que fez aos próprios laranjas, apoiantes do seu adversário. Andou tudo a ser saneado, desde quadros superiores a motoristas. 

A caça às bruxas na Madeira

República das bananas ou a Venezuela da Europa

Sindicato dos Jornalistas denuncia pressões e restrições no acesso à informação na cobertura dos incêndios

Editado por Ed

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Esse alerta veio publicamente em primeiro lugar de um tipo que mora nas Flores e que ao consultar o Marine Traffic (Flightradar dos barcos) deu de caras com isso. Efectivamente o dados do AIS indicavam a presença de navios chineses de pesca na nossa ZEE. 

Pelos vistos as autoridades já tinham ido (e bem) verificar a área antes do alerta ter sido publico. 

O resto é o Chega a ser Chega. 

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Citação de Pavel, há 1 hora:

ando eu a pagar impostos para isso

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Citação de lucho^, há 2 horas:

Diretor executivo do SNS admite concentração de urgências de obstetrícia na região de Lisboa: “Não queremos que isto continue”

Na primeira entrevista, António Gandra d’Almeida diz que quer acabar com o atual esquema de rotatividade dos blocos de parto na região de Lisboa e Vale do Tejo. “Temos de encontrar uma solução. Se for concentrar essas urgências e fixar um dos pontos na rede com uma urgência mais fortalecida, assim o faremos.” E revela que visitou a mulher que perdeu o bebé e alegadamente ficou à espera de ser atendida à porta do Hospital das Caldas. O Plano de Inverno já está pronto

Tomou posse a 25 de junho como diretor executivo do Serviço Nacional de Saúde e logo se viu a mãos com a crise nas urgências de obstetrícia. Gandra d’Almeida revela que, mais do que soluções concretas, está ainda a recolher ideias para resolver os problemas mais imediatos do SNS. Puxa dos galões para garantir que não há doentes oncológicos sem cirurgias marcadas ou por operar fora do tempo recomendado e conta que foi visitar a mulher que sofreu um aborto e ficou à porta do Hospital das Caldas da Rainha.

No final de maio havia 9734 doentes oncológicos em espera para cirurgia. No final de julho eram 8111. Nas marcações, a evolução é maior. Marcou-se muito, mas não se operou assim tanto...

Este programa desenvolvido nos últimos meses foi tido como um ponto importante para os doentes que sofriam de cancro e uma tentativa de cumprir os tempos. Dos cerca de 9 mil doentes inscritos, nem todos estavam fora do tempo máximo de resposta garantido. É preciso ver que neste período não foram operados só esses 9 mil, até agora foram operados 20 mil.

Mas esses 20 mil são todos os doentes oncológicos e não apenas os que estavam fora do tempo clínico recomendado, para os quais o programa Oncostop foi criado.

Àquela data havia ‘x’ doentes que ultrapassavam o tempo. Se alguns não fossem operados entretanto, todos os dias a lista ia aumentando.

Mas dentro dos 9 mil, quantos já foram operados? Esse é um número que continuamos a não ter.

O importante é que, neste momento, não temos nenhuma pessoa com cancro que esteja para ser operada fora do tempo de resposta garantido. A indicação que temos dos conselhos de administração e das listas de integração é que não temos nenhum doente oncológico fora do tempo que não esteja agendado ou operado. No meio disto existem pessoas que não têm condições para serem operadas ou recusaram. Pelo menos, cumprimos esse tempo com honestidade com os portugueses.

Ou seja, até 31 de agosto, ninguém vai estar por operar ou sem ter uma cirurgia marcada.

Esse é um objetivo que já cumprimos.

E tiveram de ir fora do SNS?

Foi uma percentagem mínima, vestigial, foi 1%. Mas se tivéssemos de o fazer, recorreríamos mais fora. O raciocínio é sempre o SNS a trabalhar o melhor possível para aquilo que foi criado há 45 anos. E o SNS funciona e é seguro. Muitas vezes não temos noção de tudo o que se faz de tão bom, que faz com que consigamos dormir sossegados.

Afinal, a solução estava dentro do SNS e foi possível oferecendo mais recursos financeiros às equipas.

Não acho que o dinheiro resolva tudo.

Sim, mas este programa tem incentivos financeiros claros.

Se fosse dinheiro para tudo, tínhamos os problemas resolvidos. O incentivo financeiro é um incentivo, mas é preciso mais ajuda, envolver as equipas, as equipas darem de si, prescindirem do tempo com a família e do tempo de descanso.

Há algum mecanismo que vá monitorizar as cirurgias marcadas? Alguns médicos dizem que há marcação de bloco, mas isso não significa que a cirurgia esteja assegurada.

O agendamento é feito pelos Conselhos de Administração, direções dos serviços, com as equipas completas e, como em tudo, pode acontecer algum imprevisto. O importante é reconhecer o imprevisto e reagendar o mais depressa possível. Não pretendemos perder doentes nem fazer um agendamento que depois não seja cumprido. Tivemos o foco oncológico neste tempo, mas já estamos há algum tempo a olhar para os restantes.

Qual é o plano do Governo para resolver o que está a acontecer nas urgências obstétricas?

A DE-SNS está a trabalhar em muita proximidade com os Conselhos de Administração e as direções clínicas para tentar dar a melhor resposta possível. Depois do parto, também temos um bebé. De manhã à noite, articulamos, tentamos resolver as questões e dar a melhor resposta possível. Fazemos em rede e até agora não tivemos nenhuma grávida que não tivesse sido atendida, nenhuma criança que precisasse de neonatologia que não tivesse sido vista. E mesmo em Lisboa não tivemos grandes disrupções nem saídas de utentes para fora da sua área.

A anterior DE-SNS pôs na gaveta um plano para rever a rede de saúde materno-infantil. Ponderam revisitar o plano que previa a concentração destas urgências em Lisboa?

Claro que sim. Não queremos que isto [fechos rotativos] continue. É uma grande pressão para todos, ano após ano.

Admite concentrar urgências na região de Lisboa de forma definitiva?

Claro, responderei que sim. Admito revisitar a rede e tentar potenciar a rede. Foi feita agora uma comissão nova e as coisas vão mudar. A minha posição não é fechada. Temos de encontrar uma solução. Se for concentrar essas urgências e fixar um dos pontos da rede com uma urgência mais fortalecida, assim faremos.

Em relação à linha SNS Grávida, está a estudar uma ligação direta com os hospitais ou com enfermeiros especialistas nos hospitais?

Passei a manhã a discutir qual será a melhor forma. Nada está fechado: a marcação a curto prazo, ter alguém que siga a grávida... ainda não sabemos qual é o modelo que melhor serve às portuguesas.

Tivemos a margem sul do Tejo e o Oeste sem uma urgência aberta. Houve falta de capacidade para agilizar uma solução? Depois acabou por conseguir.

Em relação às idas para o Porto e Coimbra, houve essa tentativa de articulação e, como tudo, os planeamentos são mutáveis. Coimbra passou a ter capacidade para tal depois de avaliar como estava a correr. Os partos de Leiria para o Porto foram feitos com autorização das grávidas, foi garantido o transporte e correu tudo muito bem, ficaram todas muito satisfeitas. Tudo foi equacionado e articulado com as equipas e respeitando a lei.

Já tem o relatório sobre o que aconteceu nas Caldas da Rainha?

A senhora está bem.

Isso já sabíamos. É uma história com versões diferentes dos bombeiros e da presidente do hospital.

A presidente do Conselho de Administração tomou logo conta da situação e eu fui lá, nesse dia. Visitei a senhora, falei com os profissionais todos, com a presidente do Conselho de Administração para agradecer o trabalho que fizeram em relação a isto e a estas questões.

E conseguiu perceber qual das versões está mais correta?

Não tenho qualquer motivo para duvidar do que os Conselhos de Administração dizem.

Os peritos falam também num papel mais ativo dos enfermeiros especialistas em saúde materno-infantil nos partos de baixo risco. Está em cima da mesa?

Os enfermeiros já fazem isso.

Fazem, mas quando houve uma tentativa de alterar a diretiva da DGS voltou para trás.

Os enfermeiros especialistas são uma parte fundamental no processo. Existe sempre uma disponibilidade muito grande em relação às questões técnicas e que estejam de acordo com as duas ordens, a dos médicos e a dos enfermeiros. Ainda recentemente, o bastonário da Ordem dos Médicos falou sobre o que fazer quando temos equipas reduzidas dentro das maternidades, sobre qual a capacidade que existe correspondente aos níveis de segurança.

O bastonário Carlos Cortes defendeu a redução das equipas das urgências de obstetrícia. Convenceu-o?

Não estamos a discutir a redução das equipas. Ninguém quer reduzir equipas. A questão é, quando estão menos profissionais, o que é possível fazer? Um hospital que deveria ter seis especialistas, se tiver cinco, o que pode fazer? Podemos fazer 15 partos, 10, mas isso não sou eu que tenho de dizer. Se calhar, o modelo que está é o correto, mas temos de falar e perceber. Há um trabalho muito grande, muito moroso.

Tem falado com Carlos Cortes, há alguma negociação?

Não existe negociação. Falo com toda a gente, e falo mesmo. O que preciso é que as Ordens dos Médicos e dos Enfermeiros e todos os envolvidos digam quais são os diferentes níveis [de constituição das equipas de urgência] e como funcionam. E pode ficar exatamente como está. A parte técnica é que tem de dizer claramente como é que vão funcionar as coisas. Não vai ser a DE-SNS que vai diminuir ou fazer alterações sem ouvir as partes competentes. Não devemos trabalhar por tentativa e erro. Devemos ser consistentes para termos resultados, para não andarmos com as limitações e os problemas ano após ano.

Já sabe como, quando e onde vão ser colocados os mil funcionários das extintas ARS que estão num limbo?

As soluções estão para muito breve, o diploma já está pronto. Vão ter escolha. Podem ir para organismos públicos, incluindo a DE-SNS. Temos muitos quadros para preencher.

 

 
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Citação de kareca, há 20 minutos:

Sim, mas este programa tem incentivos financeiros claros.

Se fosse dinheiro para tudo, tínhamos os problemas resolvidos. O incentivo financeiro é um incentivo, mas é preciso mais ajuda, envolver as equipas, as equipas darem de si, prescindirem do tempo com a família e do tempo de descanso.

Ou interpretei isto mal ou isto é cuspir na cara de quem tem sustentado o SNS.

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