smashing_pumpkin Publicado Friday às 19:29 (editado) Nem quero imaginar como se sentirão aqueles miúdos que vão olhar para a pauta e ver um espaço em branco no lugar da sua nota. E o que sentirão os outros que não fazem ideia se a sua nota está certa ou se as irregularidades apenas não foram detetadas. Editado Friday às 19:29 por smashing_pumpkin Compartilhar este post Link para o post
smashing_pumpkin Publicado Friday às 19:43 https://www.dnoticias.pt/2026/7/17/499506-ministro-diz-que-vai-responsabilizar-directores-se-notas-nao-forem-divulgadas-hoje/ Cada vez que abre a boca ainda mais absurdo fica tudo. E já que aparentemente vai responsabilizar toda a gente, já pensou em incluir o seu nome na lista? Compartilhar este post Link para o post
Pavel Publicado Friday às 20:05 daily reminder que a incompetência dos quadros do psd e potenciais membros do governo era mais do que pública na altura das eleições portugal teve o que quis e infelizmente parece-me que não quererá nada muito diferente disto 1 Compartilhar este post Link para o post
Rajnack Publicado Friday às 20:07 (editado) O ministro da Educação esteve há pouco na SIC Notícias e insinuou que os diretores das escolas poderiam ser removidos do cargo se não acatassem o seu "pedido" para trabalhar fora de horas. Depois tentou dar a volta quando foi apertado pelo pivot sobre essa insinuação, dizendo que, se isso acontecer, serão casos esporádicos, porque conhece bem as escolas e os diretores e sabe que não vão fazer isso, porque são excelentes profissionais e servidores públicos. Editado Friday às 20:12 por Rajnack Compartilhar este post Link para o post
fornix Publicado Friday às 20:25 O Durão estaria orgulhosíssimo. Caminhamos a passos largos para uma grande democracia. Compartilhar este post Link para o post
antifa Publicado Friday às 20:33 (editado) Merecia era uma greve à segunda fase. Obrigar as escolas a ficarem abertas à noite só para as notas saírem no dia que o ministro disse é uma para ficar no anedotário nacional. Editado Friday às 20:40 por antifa 1 Compartilhar este post Link para o post
SAS_Robben Publicado Friday às 20:35 Eu percebo que o Seguro fique calado até hoje. Mas agora tem de falar nos próximos dias. Temos em causa o futuro e os sonhos de milhares de portugueses e suas famílias. 11 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Friday às 20:44 Citação de Axadrezado, há 1 hora: Se a ultima sondagem dos 29% tiver alguma credibilidade só temos o que merecemos. Nunca se viu tal caos, temos um desgoverno. Também via muitos a dizerem o mesmo em relação ao Moedas quando houve a cena do elevador e ele ganhou ainda mais fortalecido que em todas as sondagens. Compartilhar este post Link para o post
El Shafto Publicado Friday às 20:46 Citação de Rajnack, há 37 minutos: O ministro da Educação esteve há pouco na SIC Notícias e insinuou que os diretores das escolas poderiam ser removidos do cargo se não acatassem o seu "pedido" para trabalhar fora de horas. Depois tentou dar a volta quando foi apertado pelo pivot sobre essa insinuação, dizendo que, se isso acontecer, serão casos esporádicos, porque conhece bem as escolas e os diretores e sabe que não vão fazer isso, porque são excelentes profissionais e servidores públicos. Foi hilariante de ver, foi mesmo um caso do gajo já estar meio nervoso e fugir-lhe a língua do discurso planeado, passou o resto do tempo a tentar chutar para canto. Eu que pensava que depois de ele abrir essa parte da conversa todo sorridente e orgulhoso a laurear como as pessoas trabalharam noite e dia para chegar aqui não ia ficar melhor, bem que estava enganado. Que artolas do crl 1 1 Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado Friday às 20:52 Citação de SAS_Robben, há 15 minutos: Eu percebo que o Seguro fique calado até hoje. Mas agora tem de falar nos próximos dias. Temos em causa o futuro e os sonhos de milhares de portugueses e suas famílias. Ele já falou. Disse com todas as letras que o processo não correu bem. E depois acrescentou que tomará posição no tempo e no local próprio. Uma desilusão para os jornalistas habituados ao marcelismo que estavam à espera que fosse desta que o Seguro largasse uns quantos soundbytes. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Friday às 20:54 (editado) Citação de Descartes, há 4 minutos: https://observador.pt/2026/07/17/seguro-sobre-falhas-nos-exames-nacionais-processo-nao-correu-bem-e-nenhum-aluno-deve-ficar-prejudicado/&ved=2ahUKEwi36oqDzNqVAxXNUaQEHRmFB0EQxfQBKAB6BAgQEAE&usg=AOvVaw2YY_31FSjv8O-MtvJX-hJj Yup. Editado Friday às 20:56 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Vaart10 Publicado Friday às 21:17 Citação de JohnyM, há 2 horas: Os ministros da Administração Interna e da Educação ainda estarem em funções depois do que se passou nas 2 últimas semanas diz bem da impunidade que temos. E entretanto as gasolineiras continuam a divertir-se connosco, mas a senhora ministra está muito preocupada e vai fazer uma investigação que talvez saia quando vierem as notas dos exames E a Ministra da Saúde? Esse mistério é ainda maior. Citação de SAS_Robben, há 39 minutos: Eu percebo que o Seguro fique calado até hoje. Mas agora tem de falar nos próximos dias. Temos em causa o futuro e os sonhos de milhares de portugueses e suas famílias. Não há-de abordar o assunto já. Goste-se ou não, é uma pessoa (muito) ponderada. Compartilhar este post Link para o post
rcoelho14 Publicado Friday às 22:04 Violência obstétrica: conceito desaparece da lei e episiotomias deixam de ser penalizadas Spoiler O termo "violência obstétrica" entrou pela primeira vez na lei em Março do ano passado. Foi “uma vitória” para as associações que defendem os direitos das mulheres, mas foi recebida com desagrado pela Ordem dos Médios (OM), que considerou que a lei estava "mal elaborada". Nesta sexta-feira, a Assembleia da República (AR) aprovou um novo texto que elimina da lei sobre os direitos na gravidez, no parto e no puerpério essa expressão, substituindo-a por "intervenções inadequadas, desrespeitosas ou não consentidas". O Parlamento retirou ainda do diploma as sanções previstas para hospitais e obstetras que realizassem episiotomias sem justificação. O Livre e o Bloco de Esquerda votaram contra e o Chega absteve-se. O texto agora aprovado altera a Lei n.º 33/2025, publicada a 31 de Março desse ano, que introduzia as palavras "violência obstétrica" pela primeira vez na lei portuguesa. Agora, por iniciativa do PSD (numa alteração a um projecto do Livre), o conceito foi retirado de todos os artigos em que aparecia anteriormente e passou a designar-se “intervenções inadequadas, desrespeitosas ou não consentidas na gravidez, no parto e no puerpério”. No ano passado, na aprovação da lei anterior, a OM tinha referido que “hoje em dia não se fala de violência obstétrica”, acrescentando que, “hoje, fala-se de cuidados obstétricos humanizados, respeitosos da mulher, da grávida e da criança”. A lei de 31 de Março foi considerada "desfasada da realidade” e com “conceitos mal definidos e em desuso” pelas ordens profissionais. Num comunicado enviado aos meios de comunicação logo depois da votação desta sexta-feira, a OM reagiu e saudou a aprovação da alteração legislativa, classificando-a como "uma vitória da ciência, da ética clínica e dos direitos das mulheres”. Nesse documento, o professor universitário e especialista Diogo Ayres de Campos reforça a ideia de que esta alteração "vem eliminar uma terminologia desaconselhada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e por toda a comunidade científica europeia”. Pelo lado das mulheres, o Observatório de Violência Obstétrica (OVO) aponta “falta de coragem de assumir o termo violência obstétrica”. Em comunicado, a organização garante que este termo foi “validado em relatórios do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (2023), nas resoluções do Parlamento Europeu (2024) e nas directrizes estratégicas da OMS (2025)”. Acusa ainda os partidos que votaram a favor desta alteração de “não-reconhecimento da mulher como sujeito de direitos plenos de saúde materna”. Em Março do ano passado, a presidente da Associação Portuguesa pelos Direitos da Mulher na Gravidez e Parto (APDMGP), Sara do Vale, referiu que “só o facto de a palavra violência obstétrica estar numa matéria de lei em Portugal era uma grande vitória”. Foi ainda mais longe, ao acrescentar que “o problema da violência obstétrica em Portugal é que está tão entrincheirada nas práticas diárias que as pessoas não só esperam que aconteça, como acham que é normal”. Outra das mudanças aprovadas com o novo diploma é a revogação do artigo que penalizava financeiramente e com sanções pecuniárias os hospitais e profissionais de saúde que realizassem episiotomias (corte vaginal durante o parto) injustificadas. Agora, não existe nenhuma referência directa na legislação a este procedimento. O anterior artigo previa a “erradicação da episiotomia de rotina”, uma medida que tinha sido bem recebida pelas associações de defesa pelos direitos das mulheres na gravidez e parto. O OVO, aquando da aprovação da lei em Março de 2025, considerou, em comunicado, esta medida “um passo para eliminação” da violência obstétrica em Portugal. Contudo, apontaram ainda “insuficiências” na lei por deixar de fora outras “práticas violentas” como a manobra de Kristeller (pressão na barriga para pressionar a expulsão no parto) e a administração de fármacos sem consentimento. O texto de substituição define ainda aquilo que entende por "intervenções inadequadas, desrespeitosas ou não consentidas”: actos sem indicação clínica fundamentada, sem consentimento informado, em desrespeito pela dignidade, autonomia ou integridade da mulher, ou por mera conveniência institucional ou profissional. Contudo, salvaguarda no artigo 2.º as intervenções clinicamente necessárias, desde que proporcionais. Direito ao acompanhamento em saúde mental O novo diploma agora aprovado acrescenta ainda dois artigos que pressupõem o direito ao acompanhamento em saúde mental das mulheres se reportarem “experiências negativas” durante as fases da maternidade. “Devem receber apoio e aconselhamento nas estruturas de saúde materna, com orientação, sempre que necessário, pelos serviços de saúde mental no Serviço Nacional de Saúde”, indica a nova legislação. A par disso, prevê ainda um questionário de satisfação disponível em todos os estabelecimentos de saúde que prestem cuidados maternos. Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto revelou que a prática de episiotomias nos hospitais públicos portugueses diminuiu significativamente entre 2013 e 2022. Publicada na revista científica International Journal of Gynecology and Obstetrics, a investigação concluiu que a percentagem de episiotomias realizadas em partos vaginais não instrumentados caiu de 63%, em 2013, para 21%, em 2022. Ainda assim, Portugal continua a apresentar uma das taxas mais elevadas da Europa. Um estudo publicado em 2022 na revista médica The Lancet Regional Health – Europe, baseado num inquérito anónimo a mulheres de 12 países, revelou que 40,7% das parturientes portuguesas foram submetidas a uma episiotomia durante um parto vaginal espontâneo, mais do dobro da média dos países analisados (20,1%). Em 2018, a OMS recomendou que a episiotomia fosse utilizada apenas de forma criteriosa, apontando para uma taxa máxima de cerca de 10%. Compartilhar este post Link para o post
Ibrahimovic_9 Publicado Friday às 22:11 Este Prof que está na SIC Notícias é um osso muito duro de roer. 1 Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Friday às 22:34 (editado) O governo consegue juntar incompetência, arrogância e mentira na mesma fórmula. Se a incompetência existe e está presente, o mínimo que se lhes exigiria era serem minimamente humildes, honestos e terem admito logo que falharam e erraram. A reação a toda esta situação teria sido totalmente diferente e a opinião pública também. Editado Friday às 22:36 por Ticampos Compartilhar este post Link para o post
Axadrezado Publicado Friday às 22:41 Qualquer debate na SIC é tudo contra 1. Adoro esta conversa da aversão ao digital quando isto é absurdo do ponto de vista tecnológico. Compartilhar este post Link para o post
Ibrahimovic_9 Publicado Friday às 22:44 Citação de Axadrezado, há 1 minuto: Qualquer debate na SIC é tudo contra 1. Neste caso a professora de Geografia está mais para o lado do ministro. Compartilhar este post Link para o post
Plagio o Original Publicado Friday às 22:45 (editado) Eu achava que os exames eram feitos no computador, o meu sobrinho já os fez no computador na escola primária As pessoas terem que digitalizar os exames todos é hilariante Editado Friday às 22:45 por Plagio o Original Compartilhar este post Link para o post
Ticampos Publicado Friday às 23:22 https://sol.iol.pt/politica/noticias/madeiras-do-estado-em-mesa-e-bancos-do-monte-alentejano/20260716/6a593b4a0cf2b42132dbacf1 Compartilhar este post Link para o post
depina Publicado Friday às 23:49 Houve pessoas com -3 no exame, espetáculo 8 Compartilhar este post Link para o post
Abraxas Publicado ontem às 00:37 Montes de alunos com as notas suspensas. Espera-se que os pedidos de reavaliação seja multiplicado por 10x devido a esta palhaçada, alunos que não se podem candidatar ao ensino superior porque não tem nota, ou pior vão ter 2 ou 3 horas max na segunda para o fazer. Entre mães a parir na rua e isto não sei o que é pior. Que tristeza Compartilhar este post Link para o post
Che Publicado ontem às 03:02 A mão invisível está a corrigir o mercado de miúdos que vão para o ensino superior. Compartilhar este post Link para o post
Keyser Publicado ontem às 06:57 Os atributos para se ser ministrio neste governo é ser arrogante e prepotente e nunca assumir qualquer responsabilidade? 1 1 Compartilhar este post Link para o post
dpitz Publicado ontem às 07:27 Com o clima de desconfiança que existe, está-se mesmo a ver que depois de publicadas as notas, vai ser uma batelada de pedidos de revisão de notas nunca antes visto. Pelo menos era o que eu faria se tivesse feito exames nesta situação. Se assim for, vai ser mais uma longa jornada Compartilhar este post Link para o post
Rain Dog Publicado ontem às 08:13 engraçado vai ser quando acontecer exatamente a mesma coisa nas revisões Compartilhar este post Link para o post