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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Jamarcus, há 5 horas:

Não é não.

2022 Sondagem à Boca das Urnas - Legislativas.
18-24
Partidos considerados de Direita - 49% (Podemos dar 1% Por causa do CDS) 
29% PSD
12% IL
7% CH
Partidos considerados de Esquerda - (Livre não está especificado, podemos considerar 3%) - 42%
27% PS
8% BE
4% CDU
 

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Citação de F_Tex, há 12 horas:

diria que não é só a questão da geração, é também muito por causa do mercado de trabalho (nesta área). o mercado está aberto, é fácil arranjar  trabalho. eu comecei numa big4 em 2015, e já se notava aguma diferença comparando com a malta que entrou nos anos da troika, eram naturalmente mais agarrados ao emprego e com mais medo de reivindicar. não tenho grandes dúvidas que num dia em que o mercado volte a fechar e que haja mais desemprego, lá se vão os inconformismos.. infelizmente 

É uma questao generacional do momento economico. Estamos em pleno emprego ha alguns anos, a situacao era bem diferente em outras decadas.

Dito isto, aqui na California enquanto ha 6 meses os empregadores competiam por candidatos até fraquinhos (porque simplesmente toda a gente estava a contratar) entretanto em muito pouco tempo a coisa mudou 180 graus. Muita gente despedida nos ultimos 3 meses, a "great resignation" basicamente deixou de existir uma vez que os saving mediano das familias estao a pouco mais de 3% do GDP (estavam perto de 20% em meados de 2020).

Isto infelizmente comeca aqui mas em 1 ano vai-se fazer sentir em Portugal...

  • Concordo! 1

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Eu já notei bem. Andava com muita dificuldade em contratar, porque a empresa me dá um teto máximo que fica 30% abaixo de mercado, e de repente começaram a chover currículos, a preços 20-30% abaixo do habitual para este ano. Acho que vou contratar 3 pessoas de uma vez.

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Citação de Burkina2008, há 7 horas:

É uma questao generacional do momento economico. Estamos em pleno emprego ha alguns anos, a situacao era bem diferente em outras decadas.

Dito isto, aqui na California enquanto ha 6 meses os empregadores competiam por candidatos até fraquinhos (porque simplesmente toda a gente estava a contratar) entretanto em muito pouco tempo a coisa mudou 180 graus. Muita gente despedida nos ultimos 3 meses, a "great resignation" basicamente deixou de existir uma vez que os saving mediano das familias estao a pouco mais de 3% do GDP (estavam perto de 20% em meados de 2020).

Isto infelizmente comeca aqui mas em 1 ano vai-se fazer sentir em Portugal...

já se sente aqui. Na minha zona há fábricas grandes que empregavam centenas de pessoas que despediram +60% dos trabalhadores nos últimos meses devido a quebras inesperadas de faturação comparado com 2021

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Citação de HappyKing, Em 07/11/2022 at 23:03:

A grande maioria dos cargos públicos deviam surgir de concurso público.

Pode ter sido sem querer mas isso é um completo disparate.

 

Citação de Mayday, Em 08/11/2022 at 22:04:

Os ajustes directos são o maior cancro das autarquias.

Não. Em qualquer organismo público (e até privado) o cancro não está na ferramenta ou no procedimento. Está na forma como se utiliza.

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Citação de Descartes, há 45 minutos:

Pode ter sido sem querer mas isso é um completo disparate.

Tirando o aumento do tempo de contratação, quais seriam as outras consequências negativas? Posso perfeitamente estar errado sobre o assunto e estou disponível para aprender.

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Tirando o aumento do tempo de contratação, quais seriam as outras consequências negativas? Posso perfeitamente estar errado sobre o assunto e estou disponível para aprender.

O disparate reside no próprio conceito de "cargo público". Não confundas titular de cargo público com funcionário público ou prestador de serviços.

Os titulares de cargos públicos são, e muito bem, determinados por 2 formas: eleição ou nomeação. Os funcionários públicos, onde se incluem os dirigentes, são determinados por concurso público. Os prestadores de serviços são determinados por concursos públicos, por consultas prévias ou por ajustes diretos, conforme definido nos termos legais.

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Citação de Descartes, há 15 minutos:

 

Não tinha essa distinção tão bem feita na minha cabeça. Obrigado pelo reparo.

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Citação de HappyKing, há 4 minutos:

Não tinha essa distinção tão bem feita na minha cabeça. Obrigado pelo reparo.

Não te martirizes muito porque estás bem acompanhado. Aparentemente até há quem esteja baralhado no próprio Ministério Público. Isto a tomar como verdadeiras as notícias de que a Presidente da Câmara de Matosinhos foi constituída arguida porque nomeou a sua chefe de gabinete.

Das duas uma: ou falta conhecer muita coisa nesse processo ou está tudo maluco. Não tarda nada está o Marcelo a ser constituído arguido porque nomeou o Costa como Primeiro Ministro em vez de ter feito um concurso público...

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Citação de kareca, Em 12/11/2022 at 13:58:

Fartinho das big4 ser barometro para o que quer que seja.

Quando muito, que seja barómetro para como não tratar os funcionários.

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Independentemente da discordância em alguns pontos, já tinha gostado da entrevista ontem e voltei a ficar com uma boa sensação hoje. Aquela ideia de político de gente como a gente. E as perguntas não foram propriamente simpáticas, nomeadamente a última por exemplo (e bem, não tem de o ser naturalmente). 

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Citação de noikeee, há 43 minutos:

Tem umas parecenças de cara ao Gorbachov.

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Citação de noikeee, há 2 horas:

Tem umas parecenças de cara ao Gorbachov.

Fará uma Perestroika no PCP?

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Citação de Tio Hans, há 6 minutos:

https://www.publico.pt/2022/11/15/politica/noticia/camara-caminha-manipulou-site-ajudar-miguel-alves-2027739

Se nós tivéssemos um Presidente da República em vez de uma popstar...

O que faria o presidente da república? Dissolvia a câmara de Caminha? É que a grande maioria das (possíveis) ilegalidades parecem-me ter sido cometidas lá.

Editado por HappyKing

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Não é neste caso. É pelo facto deste caso ser responsabilidade de um membro do governo e que levou à demissã do mesmo. 

Note-se que estamos perante governos sucessivos com uma parafernália de casos polémicos, casos judiciais, etc. Por muito menos o Jorge Sampaio deu um chuto no rabo do Santana Lopes.

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Citação de Tio Hans, há 3 minutos:

Por muito menos o Jorge Sampaio deu um chuto no rabo do Santana Lopes.

A comparação é muito feliz. Desde logo pelo facto do Santana ter ganho as eleições. (E não: ter uma maioria não legítima que se possa fazer tudo e alguma coisa mas a comparação fica ferida de morte logo nesse ponto).

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Citação de HappyKing, Agora:

A comparação é muito feliz. Desde logo pelo facto do Santana ter ganho as eleições. (E não: ter uma maioria não legítima que se possa fazer tudo e alguma coisa mas a comparação fica ferida de morte logo nesse ponto).

O Jorge Sampaio teve oportunidade de dissolver a AR quando o cherne se pirou para Bruxelas. A partir do momento que não o fez (e é fácil de saber porque não o fez, porque se o fizesse o PS, liderado pelo Ferro Rodrigues iria perder, certamente), o governo está legitimado.

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Citação de Tio Hans, há 9 minutos:

Não é neste caso. É pelo facto deste caso ser responsabilidade de um membro do governo e que levou à demissã do mesmo. 

Note-se que estamos perante governos sucessivos com uma parafernália de casos polémicos, casos judiciais, etc. Por muito menos o Jorge Sampaio deu um chuto no rabo do Santana Lopes.

Ora bem, comparar um governo que, entre outras coisas, teve um ministro que soube qual era a sua pasta no momento da tomada de posse e cujos ministros não se entendiam uns com os outros nem com o Santana, com um governo onde um secretário de estado está a ser investigado (embora seja bastante evidente que há muito cheiro a esturro) por corrupção ou algo parecido, parece-me meio estranho. Tanto quanto sei, a queda do governo do Santana foi porque aquilo não era nada, era um executivo apoiado num castelo de cartas. Não parece de todo ser o caso deste.

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Citação de Tio Hans, há 12 minutos:

O Jorge Sampaio teve oportunidade de dissolver a AR quando o cherne se pirou para Bruxelas. A partir do momento que não o fez (e é fácil de saber porque não o fez, porque se o fizesse o PS, liderado pelo Ferro Rodrigues iria perder, certamente), o governo está legitimado.

Não é esse o meu ponto. O Costa teve uma maioria vinda das eleições, o Santana não. Percebia melhor a comparação do governo da geringonça com o do Santana. Não este governo.  

Para além disso tiveste ministros a saber no dia da posse que iam ficar com mais uma pasta, ministros a passar de adjunto do primeiro-ministro a titular da pasta do Desporto, ministros a dizer que o primeiro ministro tinha feito uma  "grave inversão dos valores de lealdade e verdade", etc. 

Dito isto, este caso em específico parece-me muito mais ser autárquico que outra coisa qualquer. 

Por fim, estou de acordo que os casos são demasiados. 

Editado por HappyKing

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Citação de Ghelthon, há 6 minutos:

Ora bem, comparar um governo que, entre outras coisas, teve um ministro que soube qual era a sua pasta no momento da tomada de posse e cujos ministros não se entendiam uns com os outros nem com o Santana, com um governo onde um secretário de estado está a ser investigado (embora seja bastante evidente que há muito cheiro a esturro) por corrupção ou algo parecido, parece-me meio estranho. Tanto quanto sei, a queda do governo do Santana foi porque aquilo não era nada, era um executivo apoiado num castelo de cartas. Não parece de todo ser o caso deste.

Não, não é um Governo onde um secretário de Estado está a ser investigado, é um governo onde também dois ministros o estão a ser, que se saiba. E ainda tens membros do governo com problemas que os podem fazer perder o mandato. E quanto a não se entenderem, a rábula do aeroporto resolve esse ponto.

Citação de HappyKing, há 2 minutos:

Não é esse o meu ponto. O Costa foi eleito, o Santana não. 

Para além disso tiveste ministros a saber no dia da posse que iam ficar com mais uma pasta, ministros a passar de adjunto do primeiro-ministro a titular da pasta do Desporto, ministros a dizer que o primeiro ministro tinha feito uma  "grave inversão dos valores de lealdade e verdade", etc. 

Dito isto, este caso em específico parece-me muito mais ser autárquico que outra coisa qualquer. 

Por fim, estou de acordo que os casos são demasiados. 

Eu percebo o que queres dizer, mas formalmente, o Costa foi tão eleito como o Santana. Houve uma maioria na AR que aprovou ambos os governos.

Editado por Tio Hans

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