HappyKing Publicado 24 Outubro 2024 Citação de bug, há 31 minutos: E os que entraram no nosso país de 2022 para a frente estão contabilizados onde? Dos dados do INE. População residente em 2023 era de 27554, valores inferiores à população de 2011 (27753). Mas podem dar as desculpas que quiserem para a vossa xenofobia: as caves, as garagens, a incapacidade das pessoas preencherem censos (quando no caso de Leiria a maior percentagem de imigrantes é de forma esmagadora do Brasil e portanto falam a mesma língua que nós), o que quiserem. Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Le God, há 12 minutos: É normal, com tanto movimento de imigrantes têm que arranjar maneira deles atravessarem a rua. São sensações apenas, não te deixes iludir. Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado 24 Outubro 2024 Citação de El Colosso, há 1 minuto: Mas o movimento na rua é influenciado por isso. Teres os programas da manhã e da tarde passarem horas a mostrar qualquer coisa que acontece em qualquer terriola, a CMTV a fazer o mesmo, as histórias no twitter, no facebook e no instagram, as m*rda que são espalhadas pelos grupos do whatsapp. Isto não aparece do nada. 20 anos atrás era o pessoal do leste europeu, agora é o pessoal indostânico. Certo, as redes sociais, comunicação social, etc influenciam a opinião pública. De acordo. Mas as pessoas também podem ter essa perceção na rua ou não? Se as pessoas têm outro tom de pele é normal que se note mais. E não estou a dizer isto com nenhum sentido pejorativo, antes que tentem. Compartilhar este post Link para o post
lastdance Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Descartes, há 18 minutos: Sorte a tua. A minha agora está cheia de pilaretes e passadeiras de 20 em 20 metros. deves viver na rua do McDonald's da charneca. Mas 20m é capaz de ser exagerado, deve ser de 10 em 10. Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado 24 Outubro 2024 Citação de HappyKing, há 4 minutos: Dos dados do INE. População residente em 2023 era de 27554, valores inferiores à população de 2011 (27753). Mas podem dar as desculpas que quiserem para a vossa xenofobia: as caves, as garagens, a incapacidade das pessoas preencherem censos (quando no caso de Leiria a maior percentagem de imigrantes é de forma esmagadora do Brasil e portanto falam a mesma língua que nós), o que quiserem. Eu nem me estava a referir propriamente ao concelho de Peniche, mas leva lá a taça. Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 24 Outubro 2024 Citação de HappyKing, há 3 minutos: Dos dados do INE. População residente em 2023 era de 27554, valores inferiores à população de 2011 (27753). Mas podem dar as desculpas que quiserem para a vossa xenofobia: as caves, as garagens, a incapacidade das pessoas preencherem censos (quando no caso de Leiria a maior percentagem de imigrantes é de forma esmagadora do Brasil e portanto falam a mesma língua que nós), o que quiserem. Já que gostas do INE, aproveita e analisa o gráfico que mostra os imigrantes e emigrantes permanentes e consequente saldo migratório desde 2012 a 2023. Compartilhar este post Link para o post
Thierry Henry Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Su1, há 36 minutos: Por acaso tenho sentido que a população de gunas em rio tinto tem baixado drasticamente. Um gajo agora sai à rua e arrisca-se a não ser assaltado Param todos nos dois cafés aqui ao lado de casa. Mas é boa malta. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 24 Outubro 2024 Citação de bug, há 9 minutos: Foste tu que disseste, não fui eu. Por acaso às vezes até me dão jeito para trocar a película do telemóvel. Eu não percebo é onde queres chegar com essa conversa. Sim, há mais imigrantes em Portugal. Sim, o crescimento da imigração tem sido substancial nos últimos anos. Sim, o país tem que criar condições para o seu acolhimento sob pena de ver degradar, ainda mais, a situação social que já é degradante em vários locais. Sim, a imigração tem crescido porque a economia necessita de mão de obra. Sim, a imigração tem-nos dado um auxílio precioso no que respeita ao aumento da natalidade e à sustentabilidade da Segurança Social. Isto é tudo sabido, mais que estudado e unânime. São factos. Citação de lastdance, há 6 minutos: deves viver na rua do McDonald's da charneca. Mas 20m é capaz de ser exagerado, deve ser de 10 em 10. Não. Mas é uma praga que está a alastrar por todo o concelho. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 24 Outubro 2024 Sinto que já estamos na curva ascendente, falta pouco pessoal. Push, push. 1 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 24 Outubro 2024 Citação de André Sousa, há 3 minutos: Já que gostas do INE, aproveita e analisa o gráfico que mostra os imigrantes e emigrantes permanentes e consequente saldo migratório desde 2012 a 2023. https://eco.sapo.pt/2023/07/14/estrangeiros-pagam-70-mais-que-nacionais-para-terem-casa-em-lisboa-e-no-porto/ No primeiro trimestre deste ano, o preço mediano dos negócios em Lisboa envolvendo estrangeiros superou em 72% o preço das transações com nacionais. A média em Portugal foi de 58%. Mas sim, são os imigrantes pobres do Médio Oriente e de África, que muitas vezes não têm alternativa a não ser viver em espaços pequenos e em sobrelotação, que vos roubam as casas. São é um alvo fácil. 1 Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 24 Outubro 2024 Epá desculpem me a pergunta mas este tipo de discussão destes gajos também acontece quando há crimes com "portugueses de bem" ou é só com pessoas de outras etnias/raças? Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Descartes, há 1 minuto: Eu não percebo é onde queres chegar com essa conversa. Sim, há mais imigrantes em Portugal. Sim, o crescimento da imigração tem sido substancial nos últimos anos. Sim, o país tem que criar condições para o seu acolhimento sob pena de ver degradar, ainda mais, a situação social que já é degradante em vários locais. Sim, a imigração tem crescido porque a economia necessita de mão de obra. Sim, a imigração tem-nos dado um auxílio precioso no que respeita ao aumento da natalidade e à sustentabilidade da Segurança Social. Isto é tudo sabido, mais que estudado e unânime. São factos. Concordo que a imigração vem resolver muitas das nossas debilidades, mas também defendo que tem que haver algum controlo, para não ser uma entrada desenfreada de pessoas de diversas culturas e daqui a uns tempos termos um enorme choque cultural. E sim, por muito que queiram esconder realidades e entretanto chegará o Happy das Stats, a imigração também trouxe uma maior sensação de insegurança. Tem coisas boas e coisas menos boas, faz parte. Onde queria chegar era a confirmação de que de facto temos mais pessoas no nosso país. E se estamos relativamente estagnados no que toca à construção, é normal que existam mais pessoas para menos casas, que era o que se estava a discutir. Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 24 Outubro 2024 Citação de HappyKing, há 4 minutos: https://eco.sapo.pt/2023/07/14/estrangeiros-pagam-70-mais-que-nacionais-para-terem-casa-em-lisboa-e-no-porto/ No primeiro trimestre deste ano, o preço mediano dos negócios em Lisboa envolvendo estrangeiros superou em 72% o preço das transações com nacionais. A média em Portugal foi de 58%. Mas sim, são os imigrantes pobres do Médio Oriente e de África, que muitas vezes não têm alternativa a não ser viver em espaços pequenos e em sobrelotação, que vos roubam as casas. São é um alvo fácil. Quê? Qual é a relevância de um artigo que mostra que, em média, o cidadão com domicílio fiscal estrangeiro paga mais por uma casa que um cidadão português? Os portugueses compram casas para todos os gostos, desde o típico apartamento T2 na periferia de Lisboa por 150.000,00€ a precisar de obras, à moradia T5 na Beloura por uns milhões. Um estrangeiro que compre casa em Portugal nem sequer recorre a crédito na maioria das vezes, simplesmente paga e pronto. Os imigrantes que vêm numa situação mais carenciada não têm dinheiro para comprar casas nem condições para recorrer a crédito bancário, por isso não o fazem. Natural que o preço médio das casas compradas por cidadãos estrangeiros seja superior como mostra esse artigo que enviaste. Isto é sequer surpreendente? Compartilhar este post Link para o post
Jamarcus Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Longineu, há 3 minutos: Epá desculpem me a pergunta mas este tipo de discussão destes gajos também acontece quando há crimes com "portugueses de bem" ou é só com pessoas de outras etnias/raças? Sabes bem a resposta. Compartilhar este post Link para o post
Longineu Publicado 24 Outubro 2024 Citação de Jamarcus, Agora: Sabes bem a resposta. Claro que sei. Era só para ter a certeza absoluta. Compartilhar este post Link para o post
Lip McBoatface Publicado 24 Outubro 2024 (editado) Citação de André Sousa, há 17 minutos: Já que gostas do INE, aproveita e analisa o gráfico que mostra os imigrantes e emigrantes permanentes e consequente saldo migratório desde 2012 a 2023. ou então o gráfico em forma de banheira que demonstra o aumento de população de 2011 até 2021. Admiro o nível de confiança de variados participantes desta conversa no que toca a Análise Estatística ou conceitos de causalidade, correlação, amostragem, etc... Como quem diz, este fórum tem uns autênticos profissionais em manipular narrativas para acomodar aquilo em que querem acreditar. Vejo muito poucos users aqui que tenham demonstrado alguma tentativa de discutir o que se passa estruturalmente, entendendo que um sistema não se decompõe maioritariamente num único sintoma (ou que um único sintoma merece maior importância), provavelmente porque a conversa continua a ser levada para a lama. No meu caso, a razão pela qual não o faço é por tentar ter noção que não estudei este assunto o suficiente para mandar teses que tenha tarimba para defender. Peço encarecidamente uma pausa de 1 dia neste assunto para deixar respirar o tópico. Talvez assim venha alguém que perceba verdadeiramente da poda que tenha vontade em nos ensinar alguma coisa, sem sentir que está a tentar navegar por um cano de esgoto. Editado 24 Outubro 2024 por Lip McBoatface 1 3 Compartilhar este post Link para o post
HappyKing Publicado 24 Outubro 2024 (editado) Citação de André Sousa, há 8 minutos: Os imigrantes que vêm numa situação mais carenciada não têm dinheiro para comprar casas nem condições para recorrer a crédito bancário, por isso não o fazem. Portanto não são esses imigrantes que concorrem com os portugueses pela compra de casa. Obrigado. Mas vou seguir a sugestão do Lip. Comentem o que entenderem. Editado 24 Outubro 2024 por HappyKing 1 Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 25 Outubro 2024 (editado) Citação de HappyKing, há 4 minutos: Portanto não são esses imigrantes que concorrem com os portugueses pela compra de casa. Obrigado. Indiretamente concorrem. O preço das casas subiu também porque hoje um imóvel representa um valor muito superior no mercado de arrendamento, devido ao que expliquei lá para trás. Não compras casas apenas para HPP. Agora se estás à espera de ver casas de valores superiores a 500.000,00€ a serem compradas com esse fim, podes tirar o cavalinho da chuva. Quem compra casas desses valores não está propriamente interessado em metê-las a arrendar. Já casas de valores mais baixos são muitas vezes alvo disso. Como dizem os parasitas das imobiliárias, outros que também têm a sua quota parte de responsabilidade pelo estado do mercado, são imóveis "ideais para investimento". O fix and flip, apesar de ainda dar para fazer, foi chão que já deu uvas. Se tiveres uma casa que sabes que pode render a alguém X/mês, vais avaliar a casa em função disso. Ainda para mais nos dias de hoje, em que qualquer buraco que sirva para pôr uma cama tem vários cifrões à frente. Agora peço-te que me expliques o que é que não faz sentido nisto, sff. Editado 25 Outubro 2024 por André Sousa Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 25 Outubro 2024 Citação de bug, há 15 minutos: Concordo que a imigração vem resolver muitas das nossas debilidades, mas também defendo que tem que haver algum controlo, para não ser uma entrada desenfreada de pessoas de diversas culturas e daqui a uns tempos termos um enorme choque cultural. E sim, por muito que queiram esconder realidades e entretanto chegará o Happy das Stats, a imigração também trouxe uma maior sensação de insegurança. Tem coisas boas e coisas menos boas, faz parte. Onde queria chegar era a confirmação de que de facto temos mais pessoas no nosso país. E se estamos relativamente estagnados no que toca à construção, é normal que existam mais pessoas para menos casas, que era o que se estava a discutir. Mas desde quando é que não há controlo? Não tens visto as notícias dos últimos meses das dificuldades da AIMA em regularizar a situação do número crescente de imigrantes? Existe controlo. Sem ter a sua situação regularizada não podem aceder a coisas tão básicas como o SNS, pôr os filhos na Escola ou arrendar uma casa. O problema é que tu estás a falar de controlo mas queres discutir quotas e limitações. O que não faz qualquer sentido num contexto em que a economia precisa de mão de obra em alguns setores como do pão para a boca. E qual é o problema dos choques culturais? Qualquer profissional da área sabe que o multi-culturalismo é e sempre foi uma mola impulsionadora da criatividade e da vitalidade cultural. Ainda por cima quando falamos de cultura portuguesa que sempre bebeu da troca de experiências entre várias culturas e da miscigenação. O conservadorismo cultural que nos prende ao fado, às touradas, ao vira, corridinho e fandango é bafiento e salazarista. Quanto a sentimento de insegurança só existe na narrativa dos bafientos salazaristas. Quanto mais se passa a mensagem, e tem passado em doses industriais, mais as pessoas sentem essa realidade como verdadeira. Mais do que sentimento de insegurança o que existe é sugestão de insegurança, promovida pelo salazarista-mor, Dr. Pedro Passos Coelho e seguida pelo seu acólito Ventura. Sim, há falta de casas. Têm que se construir mais casas. E para isso precisamos dos imigrantes porque elas não se constroem sozinhas. Podes perguntar ao André. 10 Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 25 Outubro 2024 Citação de Lip McBoatface, há 11 minutos: ou então o gráfico em forma de banheira que demonstra o aumento de população de 2011 até 2021. Admiro o nível de confiança de variados participantes desta conversa no que toca a Análise Estatística ou conceitos de causalidade, correlação, amostragem, etc... Como quem diz, este fórum tem uns autênticos profissionais em manipular narrativas para acomodar aquilo em que querem acreditar. Vejo muito poucos users aqui que tenham demonstrado alguma tentativa de discutir o que se passa estruturalmente, entendendo que um sistema não se decompõe maioritariamente num único sintoma (ou que um único sintoma merece maior importância), provavelmente porque a conversa continua a ser levada para a lama. No meu caso, a razão pela qual não o faço é por tentar ter noção que não estudei este assunto o suficiente para mandar teses que tenha tarimba para defender. Peço encarecidamente uma pausa de 1 dia neste assunto para deixar respirar o tópico. Talvez assim venha alguém que perceba verdadeiramente da poda que tenha vontade em nos ensinar alguma coisa, sem sentir que está a tentar navegar por um cano de esgoto. Se é um gráfico em forma de banheira não pode demonstrar um aumento de população constante de 2011 até 2021. No entanto, parece-me algo relativamente natural se tivermos em consideração que em 2011 ainda estávamos em crise. Mas mete aí o gráfico. Sobre o resto, é suposto discutir o quê? A conversa acabou por tocar em vários pontos que podem ser alvo de discussão, mas as ideias base são fáceis de perceber. Portugal precisa de imigração como de pão para boca, pela escassez de mão de obra em vários sectores. No entanto, isto não legitima a imigração descontrolada (santinho) a que se tem assistido. Isto não é nenhum ataque aos imigrantes, é apenas apertar o controlo na entrada e na permanência, para garantir que os que vêm, vêm para acrescentar. Qual é a celeuma disto? Não entendo. Muito disto tem uma perspetiva empirista, já que contacto diariamente com imigrantes. Olhar para os imigrantes apenas como uma receita fiscal, fazendo contas de merceeiro, também não faz sentido. O imobiliário é afetado naturalmente pela imigração em massa. Em 2018 supostamente havia 480.000 imigrantes, hoje existem mais de 1 milhão. Argumentar que o imigrante sem posses não concorre com o português é apenas meia verdade, já que faz com que o preço do imobiliário suba pelas razões que apontei atrás. Também me parece uma lógica simples de perceber. A juntar à quantidade AL, que até tenho ideia de terem abrandado nestes últimos anos, apesar de continuarem a retirar casas para habitação permanente, à falta de mão de obra e absurdo de burocracias para a construção de novas casas... simples também. É para falar dos ciganos? Se usar o dialecto do Ghelton e falar em probabilidades pode ser que passe entre os pingos da chuva. Ou isso ou se substituir ciganos por claques de futebol. Resolver isto não é uma situação fácil mas também ninguém disse que era, e não há uma solução imediata que garanta que isto fica tudo nos conformes de forma imediata, mas também é uma das razões pelas quais não aprecio particularmente política. Com a quantidade de interesses que existem é complicado acreditar que Montenegros, PNS, Venturas, Marcelos, quem quer que seja, consiga ter capacidade para fazer um bom trabalho. 1 1 Compartilhar este post Link para o post
What Publicado 25 Outubro 2024 Citação de André Sousa, há 3 horas: Sabemos? Porquê? Porque aparecem umas estatísticas habilidosas que supostamente corroboram isso? Eheh. O bebâdo quando cai, a culpa também é do chão que está torto. Compartilhar este post Link para o post
kareca Publicado 25 Outubro 2024 Citação de Descartes, há 7 minutos: E qual é o problema dos choques culturais? É preciso tempo para eles perceberem as diferenças entre Sikhs e Talibans, apesar do pano que usam na cabeça. Compartilhar este post Link para o post
André Sousa Publicado 25 Outubro 2024 (editado) Citação de Descartes, há 17 minutos: Mas desde quando é que não há controlo? Não tens visto as notícias dos últimos meses das dificuldades da AIMA em regularizar a situação do número crescente de imigrantes? Existe controlo. Sem ter a sua situação regularizada não podem aceder a coisas tão básicas como o SNS, pôr os filhos na Escola ou arrendar uma casa. O problema é que tu estás a falar de controlo mas queres discutir quotas e limitações. O que não faz qualquer sentido num contexto em que a economia precisa de mão de obra em alguns setores como do pão para a boca. E qual é o problema dos choques culturais? Qualquer profissional da área sabe que o multi-culturalismo é e sempre foi uma mola impulsionadora da criatividade e da vitalidade cultural. Ainda por cima quando falamos de cultura portuguesa que sempre bebeu da troca de experiências entre várias culturas e da miscigenação. O conservadorismo cultural que nos prende ao fado, às touradas, ao vira, corridinho e fandango é bafiento e salazarista. Quanto a sentimento de insegurança só existe na narrativa dos bafientos salazaristas. Quanto mais se passa a mensagem, e tem passado em doses industriais, mais as pessoas sentem essa realidade como verdadeira. Mais do que sentimento de insegurança o que existe é sugestão de insegurança, promovida pelo salazarista-mor, Dr. Pedro Passos Coelho e seguida pelo seu acólito Ventura. Sim, há falta de casas. Têm que se construir mais casas. E para isso precisamos dos imigrantes porque elas não se constroem sozinhas. Podes perguntar ao André. Que tipo de controlo é que há? No aeroporto, à chegada, uma boa parte nem é parada na imigração. Os que são parados, muitas vezes, vêm com o discurso preparado e conseguem passar com alguma facilidade. Volta e meia lá são bem apertados mas dificilmente isso resulta em barramento. O modus operandi é fácil e já o disse por aí. Arranjar uma carta convite, comprar um bilhete de ida e volta com um intervalo de tempo inferior a 2 meses entre viagens, ter uma história plausível... e dificilmente não entram. Depois de entrarem estão à vontade. O que não faltam agora são supostas empresas que a troco de dinheiro tratam de NIF, que obriga a representante fiscal, atestado de residência, que (supostamente) obriga a duas testemunhas, NISS, manifestação de interesse, contrato de trabalho, abertura de conta no banco... Depois estão por sua conta. Onde é que há controlo nisto? Fiscalização é zero. Imigrantes a trabalharem ao dia sem contrato de trabalho, inscrição na SS, e seguro de AT, na construção civil e na restauração, são ao pontapé. Isto para não ir mais longe aos pobres coitados que são autenticamente explorados por valores ridículos, como aconteceu no Alentejo. Sobre as sensações de segurança não vale a pena tecer grandes comentários. Serão sempre perspetivas subjetivas inquinadas. Relativamente ao imobiliário, mais do que construir casas, eu procurava rentabilizar primeiro o património que se encontra devoluto. Não faz sentido fazer da habitação um direito e permitir a existência de tanto património devoluto, sendo que uma boa parte dele poderia ser recuperado com um custo consideravelmente inferior ao de uma construção nova. Isto também não significa que a ideia fosse expropriar, atenção. Citação de What, há 12 minutos: O bebâdo quando cai, a culpa também é do chão que está torto. É, como se a manipulação de dados estatísticos não existisse... Ainda assim, quando procuro por dados estatísticos, o que me aparece é: https://www.publico.pt/2024/03/31/sociedade/noticia/criminalidade-atinge-2023-valor-elevado-10-anos-2085387 Editado 25 Outubro 2024 por André Sousa Compartilhar este post Link para o post
bug Publicado 25 Outubro 2024 Citação de Descartes, há 5 minutos: Mas desde quando é que não há controlo? Não tens visto as notícias dos últimos meses das dificuldades da AIMA em regularizar a situação do número crescente de imigrantes? Existe controlo. Sem ter a sua situação regularizada não podem aceder a coisas tão básicas como o SNS, pôr os filhos na Escola ou arrendar uma casa. O problema é que tu estás a falar de controlo mas queres discutir quotas e limitações. O que não faz qualquer sentido num contexto em que a economia precisa de mão de obra em alguns setores como do pão para a boca. E qual é o problema dos choques culturais? Qualquer profissional da área sabe que o multi-culturalismo é e sempre foi uma mola impulsionadora da criatividade e da vitalidade cultural. Ainda por cima quando falamos de cultura portuguesa que sempre bebeu da troca de experiências entre várias culturas e da miscigenação. O conservadorismo cultural que nos prende ao fado, às touradas, ao vira, corridinho e fandango é bafiento e salazarista. Quanto a sentimento de insegurança só existe na narrativa dos bafientos salazaristas. Quanto mais se passa a mensagem, e tem passado em doses industriais, mais as pessoas sentem essa realidade como verdadeira. Mais do que sentimento de insegurança o que existe é sugestão de insegurança, promovida pelo salazarista-mor, Dr. Pedro Passos Coelho e seguida pelo seu acólito Ventura. Sim, há falta de casas. Têm que se construir mais casas. E para isso precisamos dos imigrantes porque elas não se constroem sozinhas. Podes perguntar ao André. Existe nos últimos meses e nos últimos 2 ou 3 anos? Será que existiu? Ou agora é tentar remediar o que já está feito? De uma vez por todas, eu não sou contra imigrantes. Mas se entraram indiscriminadamente, é normal que nem todos sejam pessoas à procura de uma vida com melhores condições. Não tenho problemas com multi-culturalismo, mas é normal que estranhemos alguns costumes no nosso país. Por exemplo, somos um país onde não é usual as mulheres andarem de burka e naqueles fatos todas tapadas, não é. Não existe aqui essa opressão e as pessoas são livres para se vestirem como quiserem. Ver pessoas no dia a dia a circularem pelas nossas ruas dessa forma, cria choque cultural. Mas aí ainda é razoável. Agora outro exemplo. Aqui na minha zona, no Verão, alguma senhoras com essas vestimentas foram assim, literalmente (aqui está bem usado, olha só) com essas roupas para dentro uma piscina pública. É normal em Portugal as pessoas tomarem banho desta forma? Vestidas? Não existe choque cultural aqui? É expectável que as outras pessoas se sintam confortáveis? Não é sugestão de insegurança como queres fazer parecer. Pode, efetivamente, existir um certo ênfase, mas tenho pessoas próximas que já foram alvo de tentativas de carjacking por pessoas claramente imigrantes e existem mais assim. Mulheres que tinham por hábito fazer corridas ao fim da tarde e que optaram por abdicar dessa prática. São todas xenófobas, é isso? Não estou a dizer que não precisamos de imigrantes. Não estou a dizer que os imigrantes são todos uns criminosos. Não estou a dizer que dantes não existia crime. Estou a dizer que tem, ou devia ter havido uma maior controlo nas pessoas que entram/entraram no nosso país. Compartilhar este post Link para o post
Descartes Publicado 25 Outubro 2024 Citação de André Sousa, há 13 minutos: Que tipo de controlo é que há? No aeroporto, à chegada, uma boa parte nem é parada na imigração. Os que são parados, muitas vezes, vêm com o discurso preparado e conseguem passar com alguma facilidade. Volta e meia lá são bem apertados mas dificilmente isso resulta em barramento. O modus operandi é fácil e já o disse por aí. Arranjar uma carta convite, comprar um bilhete de ida e volta com um intervalo de tempo inferior a 2 meses entre viagens, ter uma história plausível... e dificilmente não entram. Depois de entrarem estão à vontade. O que não faltam agora são supostas empresas que a troco de dinheiro tratam de NIF, que obriga a representante fiscal, atestado de residência, que (supostamente) obriga a duas testemunhas, NISS, manifestação de interesse, contrato de trabalho, abertura de conta no banco... Depois estão por sua conta. Onde é que há controlo nisto? Fiscalização é zero. Imigrantes a trabalharem ao dia sem contrato de trabalho, inscrição na SS, e seguro de AT, na construção civil e na restauração, são ao pontapé. Isto para não ir mais longe aos pobres coitados que são autenticamente explorados por valores ridículos, como aconteceu no Alentejo. Sobre as sensações de segurança não vale a pena tecer grandes comentários. Serão sempre perspetivas subjetivas inquinadas. Relativamente ao imobiliário, mais do que construir casas, eu procurava rentabilizar primeiro o património que se encontra devoluto. Não faz sentido fazer da habitação um direito e permitir a existência de tanto património devoluto, sendo que uma boa parte dele poderia ser recuperado com um custo consideravelmente inferior ao de uma construção nova. Isto também não significa que a ideia fosse expropriar, atenção. Sim, há muito trabalho a fazer no que respeita ao acolhimento dos imigrantes, no que respeita à fiscalização e no que respeita ao combate ao tráfico humano e à "nova" escravatura. Solução óbvia para pessoas sem amarras ideológicas, para utilizar a expressão em voga: melhorar esses aspetos do funcionamento dos serviços públicos. Solução óbvia para os outros: impedi-los de entrar em Portugal para não nos criarem constrangimentos. Quanto ao imobiliário cá vem a solução da cartilha: apresentar soluções simplistas para problemas complexos. Rentabilizar património devoluto. E cá está a solução tirada da cartola. Falta só dar resposta às perguntas básicas: Qual? Onde? Como? Quando? Quanto custa? Quem paga? Quem reabilita? Quem rentabiliza? E aqui é que a porca torce o rabo. Compartilhar este post Link para o post