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Tópico da Política, Ambiente e Economia

Publicações recomendadas

Citação de Descartes, há 6 horas:

 

Portanto, não se deve usar o termo vítima mas sim denunciante é isso?

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Citação de smashing_pumpkin , há 9 horas:

Estamos a falar de um político na época das fake news, das redes sociais e de todos os disparates que daí surgem. É um candidato a presidente da república. Só tinha que negar e colocar os seus advogados a tratar do assunto. É a m*rda de uma publicação numa rede social, não é uma acusação judicial. E no entanto teve o dom de transformar isto num monstro gigante. Como possível presidente da república, promete.

Numa era de fake news onde essas fake news já foram instrumentais para decidir eleições, sim, é mais um argumento a favor da perturbação do homem. E ele ontem estava com uma cara horrível na entrevista que deu ao Now.

Citação de Duda34, há 9 horas:

Eu já ficaria se nem fosse publicamente

Obviamente.

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Mete-me um absoluto nojo ver as reações das celebridades e do meltdown das pessoas com relações parassociais com os seus politicos favoritos a escolherem automaticamente defender o beto de 64 anos boémio de londres, uma pessoa já nem pode fazer scroll no instagram em paz enquanto tá na sanita

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Citação

João Cotrim de Figueiredo volta a escrever a Luís Montenegro, desta vez na sua qualidade de presidente do PSD, para lhe pedir que deixe cair Marques Mendes e declare apoio à candidatura do eurodeputado da IL, com o objetivo de impedir uma vitória do candidato do PS, António José Seguro, ou do Chega, André Ventura.

Esta iniciativa política surge horas depois da divulgação da sondagem da RTP, que coloca Cotrim em 3.º, com 19% das intenções de voto, à frente de Marques Mendes, com 14%. O trabalho de campo da sondagem terminou na sexta-feira, 9 de janeiro, em pleno “momentum” de crescimento da campanha de Cotrim, e três dias antes da controversa resposta sobre Ventura e de ter surgido a alegação de assédio sexual a uma ex-assessora da Iniciativa Liberal. Portanto, ainda não reflete eventuais mudanças de opinião no eleitorado provocadas por essas duas situações.

“Sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura”, escreve Cotrim de Figueiredo, que se mostra convicto de que a sua candidatura é a única capaz de impedir a eleição de António José Seguro ou a de André Ventura.

O candidato cita as palavras do próprio Luís Montenegro, usadas para apelar ao voto em Marques Mendes: “Não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta.”

Cotrim de Figueiredo recorda na carta que apoiou as candidaturas de Carlos Moedas em Lisboa e de Pedro Duarte no Porto: “Confiei no PSD.” Refere saber que há vários dirigentes do PSD que confiam em si, apela à coragem e cita uma frase de Sá Carneiro: “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um.”

Este é o texto integral do Apelo Público:

“Exmo. Sr. Presidente do Partido Social Democrata,
Caro Luís Montenegro,

Coimbra, 14 de janeiro de 2026

Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram – e os estudos de opinião confirmam – que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio.

Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República.

Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.

Como V. Exa. afirmou na passada semana, “não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta”. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras.

Nas eleições autárquicas do passado mês de outubro, não hesitei em apoiar as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa. Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD.

Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”.

Portugal precisa de um Presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor. Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco.

Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como Presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura.

Com os melhores cumprimentos,

João Cotrim Figueiredo"

https://observador.pt/2026/01/14/cotrim-escreve-a-montenegro-para-deixar-cair-marques-mendes/#

  • Haha 1

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Citação de Lebohang, há 13 minutos:
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João Cotrim de Figueiredo volta a escrever a Luís Montenegro, desta vez na sua qualidade de presidente do PSD, para lhe pedir que deixe cair Marques Mendes e declare apoio à candidatura do eurodeputado da IL, com o objetivo de impedir uma vitória do candidato do PS, António José Seguro, ou do Chega, André Ventura.

Esta iniciativa política surge horas depois da divulgação da sondagem da RTP, que coloca Cotrim em 3.º, com 19% das intenções de voto, à frente de Marques Mendes, com 14%. O trabalho de campo da sondagem terminou na sexta-feira, 9 de janeiro, em pleno “momentum” de crescimento da campanha de Cotrim, e três dias antes da controversa resposta sobre Ventura e de ter surgido a alegação de assédio sexual a uma ex-assessora da Iniciativa Liberal. Portanto, ainda não reflete eventuais mudanças de opinião no eleitorado provocadas por essas duas situações.

“Sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura”, escreve Cotrim de Figueiredo, que se mostra convicto de que a sua candidatura é a única capaz de impedir a eleição de António José Seguro ou a de André Ventura.

O candidato cita as palavras do próprio Luís Montenegro, usadas para apelar ao voto em Marques Mendes: “Não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta.”

Cotrim de Figueiredo recorda na carta que apoiou as candidaturas de Carlos Moedas em Lisboa e de Pedro Duarte no Porto: “Confiei no PSD.” Refere saber que há vários dirigentes do PSD que confiam em si, apela à coragem e cita uma frase de Sá Carneiro: “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um.”

Este é o texto integral do Apelo Público:

“Exmo. Sr. Presidente do Partido Social Democrata,
Caro Luís Montenegro,

Coimbra, 14 de janeiro de 2026

Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram – e os estudos de opinião confirmam – que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio.

Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República.

Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.

Como V. Exa. afirmou na passada semana, “não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta”. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras.

Nas eleições autárquicas do passado mês de outubro, não hesitei em apoiar as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa. Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD.

Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”.

Portugal precisa de um Presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor. Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco.

Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como Presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura.

Com os melhores cumprimentos,

João Cotrim Figueiredo"

https://observador.pt/2026/01/14/cotrim-escreve-a-montenegro-para-deixar-cair-marques-mendes/#

Essa devia ter sido a escolha do PSD desde o início mas é algo que está além daquilo que é a cultura política em Portugal. É pena

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Citação de Lebohang, há 15 minutos:
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João Cotrim de Figueiredo volta a escrever a Luís Montenegro, desta vez na sua qualidade de presidente do PSD, para lhe pedir que deixe cair Marques Mendes e declare apoio à candidatura do eurodeputado da IL, com o objetivo de impedir uma vitória do candidato do PS, António José Seguro, ou do Chega, André Ventura.

Esta iniciativa política surge horas depois da divulgação da sondagem da RTP, que coloca Cotrim em 3.º, com 19% das intenções de voto, à frente de Marques Mendes, com 14%. O trabalho de campo da sondagem terminou na sexta-feira, 9 de janeiro, em pleno “momentum” de crescimento da campanha de Cotrim, e três dias antes da controversa resposta sobre Ventura e de ter surgido a alegação de assédio sexual a uma ex-assessora da Iniciativa Liberal. Portanto, ainda não reflete eventuais mudanças de opinião no eleitorado provocadas por essas duas situações.

“Sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura”, escreve Cotrim de Figueiredo, que se mostra convicto de que a sua candidatura é a única capaz de impedir a eleição de António José Seguro ou a de André Ventura.

O candidato cita as palavras do próprio Luís Montenegro, usadas para apelar ao voto em Marques Mendes: “Não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta.”

Cotrim de Figueiredo recorda na carta que apoiou as candidaturas de Carlos Moedas em Lisboa e de Pedro Duarte no Porto: “Confiei no PSD.” Refere saber que há vários dirigentes do PSD que confiam em si, apela à coragem e cita uma frase de Sá Carneiro: “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um.”

Este é o texto integral do Apelo Público:

“Exmo. Sr. Presidente do Partido Social Democrata,
Caro Luís Montenegro,

Coimbra, 14 de janeiro de 2026

Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram – e os estudos de opinião confirmam – que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio.

Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República.

Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.

Como V. Exa. afirmou na passada semana, “não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta”. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras.

Nas eleições autárquicas do passado mês de outubro, não hesitei em apoiar as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa. Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD.

Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”.

Portugal precisa de um Presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor. Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco.

Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como Presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura.

Com os melhores cumprimentos,

João Cotrim Figueiredo"

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Agora é demasiado tarde.

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Citação de Lebohang, há 23 minutos:
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João Cotrim de Figueiredo volta a escrever a Luís Montenegro, desta vez na sua qualidade de presidente do PSD, para lhe pedir que deixe cair Marques Mendes e declare apoio à candidatura do eurodeputado da IL, com o objetivo de impedir uma vitória do candidato do PS, António José Seguro, ou do Chega, André Ventura.

Esta iniciativa política surge horas depois da divulgação da sondagem da RTP, que coloca Cotrim em 3.º, com 19% das intenções de voto, à frente de Marques Mendes, com 14%. O trabalho de campo da sondagem terminou na sexta-feira, 9 de janeiro, em pleno “momentum” de crescimento da campanha de Cotrim, e três dias antes da controversa resposta sobre Ventura e de ter surgido a alegação de assédio sexual a uma ex-assessora da Iniciativa Liberal. Portanto, ainda não reflete eventuais mudanças de opinião no eleitorado provocadas por essas duas situações.

“Sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura”, escreve Cotrim de Figueiredo, que se mostra convicto de que a sua candidatura é a única capaz de impedir a eleição de António José Seguro ou a de André Ventura.

O candidato cita as palavras do próprio Luís Montenegro, usadas para apelar ao voto em Marques Mendes: “Não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta.”

Cotrim de Figueiredo recorda na carta que apoiou as candidaturas de Carlos Moedas em Lisboa e de Pedro Duarte no Porto: “Confiei no PSD.” Refere saber que há vários dirigentes do PSD que confiam em si, apela à coragem e cita uma frase de Sá Carneiro: “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um.”

Este é o texto integral do Apelo Público:

“Exmo. Sr. Presidente do Partido Social Democrata,
Caro Luís Montenegro,

Coimbra, 14 de janeiro de 2026

Estamos a quatro dias das eleições presidenciais. Os últimos dias mostram – e os estudos de opinião confirmam – que estamos agora numa corrida a três para a segunda volta do sufrágio.

Com sentido de responsabilidade, e sem querer menorizar a candidatura apoiada pelo partido liderado por V. Exa., assim como pelo CDS-PP, venho hoje apelar ao voto do PSD na minha candidatura à Presidência da República.

Exorto-o a fazê-lo por estar certo de que, tal como eu, não deseja ver o candidato do Partido Socialista nem o candidato do Partido Chega no Palácio de Belém. A minha candidatura é, hoje, a única capaz de impedir esse cenário.

Como V. Exa. afirmou na passada semana, “não podemos cair na armadilha de dispersar votos e ficarmos amarrados a não termos escolhas boas na segunda volta”. Não poderia estar mais de acordo consigo. Está na hora de tomar a decisão consequente com as suas próprias palavras.

Nas eleições autárquicas do passado mês de outubro, não hesitei em apoiar as candidaturas de Pedro Duarte, no Porto, e de Carlos Moedas, em Lisboa. Fi-lo por acreditar que era o melhor para os dois municípios em apreço e para as respetivas populações. Fi-lo, portanto, por considerar tratar-se do melhor para Portugal. Confiei no PSD.

Estou consciente de que grande parte dos eleitores e dirigentes do PSD já confiam em mim. Peço-lhe que se junte a eles. Sei que mudar o sentido de uma decisão destas exige coragem, mas, como nos ensinou Francisco Sá Carneiro, “Primeiro o país, depois o partido e, por fim, a circunstância pessoal de cada um”.

Portugal precisa de um Presidente exigente, que colabore com o Governo na implementação das reformas urgentes de que o país precisa para ter um futuro melhor. Conte comigo. Eu conto consigo. Os portugueses contam connosco.

Termino como comecei. Se não quer o candidato do Chega ou o do PS como Presidente da República, apelo a que recomende o voto do PSD na minha candidatura.

Com os melhores cumprimentos,

João Cotrim Figueiredo"

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Está completamente perdido

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Marques Mendes caiu nas sondagens porque não se distanciou do Governo e o que faz Cotrim agora? Cola-se ao Governo.

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Citação de Prata, há 10 minutos:

Essa devia ter sido a escolha do PSD desde o início mas é algo que está além daquilo que é a cultura política em Portugal. É pena

Mas o que o Cotrim defende está minimamente alinhado com o que o eleitor base do PSD defende?

O PSD é que não devia ter escolhido uma figura que nunca teve grande aceitação por parte do público e que nunca foi além de ser uma piada devido à sua altura.

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Que speedrun hilariante 

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Pareço eu na altura em que jogava Fifa. Começava a perder e disparatava num instante: eram remates do meio-campo; eram saídas a fintar tudo desde a minha grande área; eram entradas de carrinho. Vai Cotrim, ainda viras isto! E se não virares pelo menos fazes rage-quit em estilo 

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Citação de smashing_pumpkin , há 6 minutos:

Mas o que o Cotrim defende está minimamente alinhado com o que o eleitor base do PSD defende?

O PSD é que não devia ter escolhido uma figura que nunca teve grande aceitação por parte do público e que nunca foi além de ser uma piada devido à sua altura.

O medo de ter um PR socialista. De qualquer forma, ontem a sondagem indica que 30% dos eleitores do PSD vão votar Cotrim.

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Citação de smashing_pumpkin , há 10 minutos:

Mas o que o Cotrim defende está minimamente alinhado com o que o eleitor base do PSD defende?

O PSD é que não devia ter escolhido uma figura que nunca teve grande aceitação por parte do público e que nunca foi além de ser uma piada devido à sua altura.

Como está tudo a inclinar à direita (acho que foi o Antifa que referiu a Overton Window), uma boa parte dos eleitores do PSD também estão. Não nesta altura mas, se fosse antes, não estranharia nada um apoio do PSD ao Cotrim

  • Concordo! 1

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Citação de smashing_pumpkin , há 17 minutos:

Mas o que o Cotrim defende está minimamente alinhado com o que o eleitor base do PSD defende?

Desde quando é que isso interessa? Achas que esta gente liga a isso? É tudo uma questão de esquerda/direita, mais nada.

Como aliás o Cotrim provou na situação do Ventura. Ele não rejeitou apoiar o Ventura na segunda volta porque sabe bem que prefere ter lá o Ventura do que alguém de esquerda (sendo que dizer que o Seguro é que esquerda é incrivelmente surreal, mas nos tempos que vivemos já nada é surreal, no fundo).

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Eu não entendo, mas esta malta manda cartas uns aos outros? vêm com aquele selo de cera com o brasão da sua casa que eles metem no game of thrones?

Editado por Plagio o Original

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Finalmente alguém para lutar pelo premio attention whore com o cabeça de geleia

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Fica complicado defender alguém que foi indicado para um cargo europeu, tenta saltar para outro, pisca o olho ao facho, diz que é independente e hoje "abre as pernas" aos PSD.

Pela vitória, sem coluna sempre!

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Citação de Axadrezado, há 2 minutos:

Fica complicado defender alguém que foi indicado para um cargo europeu, tenta saltar para outro, pisca o olho ao facho, diz que é independente e hoje "abre as pernas" aos PSD.

Pela vitória, sem coluna sempre!

Ahh,pois é, ele era eurodeputado, porquê que saiu?

https://sicnoticias.pt/pais/2024-06-24-joao-cotrim-figueiredo-desiste-da-candidatura-a-lideranca-do-grupo-dos-liberais-no-parlamento-europeu-abaaf05b

Por uma pesquisa rapida, parece que não gostaram lá muito dele

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Mas não eram todos, mais ou menos, socialistas à excepção deles? Querem apoio de um partido com ideias socialistas?

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O perigo de ter Seguro ou Ventura, dois extremistas, como presidentes exige uma acção do único verdadeiro democrata.

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