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Ricardo Pinto

I Liga alargada para 20 equipas em 2016/2017

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Lutar fora dos Tribunais será como? Com atentados à bomba? :medinho:

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COMUNICADO

 

A Gil Vicente Futebol Clube – Futebol SDUQ, Lda., vem por este meio comunicar aos associados, adeptos, simpatizantes e opinião pública em geral o seguinte:

 

O Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa no Processo n.º 2141/06, relativo ao denominado “Caso Mateus” declarou nulo o acórdão do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol de 22 de Agosto de 2006, o qual aplicou a pena de descida de divisão ao Gil Vicente Futebol Clube.

 

A Federação Portuguesa de Futebol decidiu não recorrer da sentença, como havia afirmado publicamente e recomendou à Liga Portuguesa de Futebol Profissional que reintegrasse o Gil Vicente Futebol Clube na Iª Liga na época 2016/2017.

 

A Direção da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, decidiu primeiramente que iria acatar a decisão do Tribunal e a recomendação da Federação Portuguesa de Futebol, mas recuou nessa intenção posteriormente, por razões que se recusa a explicar cabal e publicamente e sem que tenha dado qualquer direito de pronúncia prévio ao seu associado Gil Vicente Futebol Clube sobre essa intenção de alterar a sua prévia decisão.

 

O Gil Vicente Futebol Clube regista e dá pública nota que para além da súbita e injustificada alteração de posição da Liga Portuguesa de Futebol Profissional, o Clube de Futebol “Os Belenenses”, veio interpor um recurso contra a sentença proferida pelo Tribunal Administrativo de Círculo de Lisboa, a qual não o afeta minimamente e depois dessa parte estar silenciosa no processo durante anos a fio.

 

O Gil Vicente Futebol Clube não pode deixar de estranhar e lamentar o comportamento de ambas as partes em causa – Liga Portuguesa de Futebol Profissional e Clube de Futebol “Os Belenenses” – e irá promover os meios judiciais para responsabilidade dos mesmos e dos seus dirigentes por pretenderem, com as suas ações, dilatar de modo ilegal e ilegítimo, a execução de uma sentença cuja razoabilidade não é discutível, nem é já discutida pela principal parte no processo “Mateus”: a Federação Portuguesa de Futebol.

 

Tem o Gil Vicente Futebol Clube a dizer, ainda, que o recurso interposto pelo Clube de Futebol “os Belenenses” se afigura completamente desprovido de sentido, pois que nesse recurso, essa parte tenta contrariar o que já de senso comum: o direito fundamental de se recorrer aos tribunais em questões não “estritamente desportivas” e que na base do “Caso Mateus” não está uma questão “estritamente desportiva”.

 

Mais uma vez se verifica, no “Caso Mateus” que tem 10 anos de duração, que as entidades responsáveis pelo futebol profissional tudo fazem de ilegal e ilegítimo, para evitar que as decisões dos tribunais sejam executadas e que a justiça e a legalidade seja reposta.

 

O Gil Vicente Futebol Clube, após ponderação aturada, decidiu a este momento não utilizar meios judiciais que possam determinar a paralisação das competições de futebol, mas recorrerá aos meios competentes para perseguir as entidades e pessoas responsáveis pelos mais recentes actos ilegais e obter a sua reposição na Iª Liga e indemnizações devidas por todos os prejuízos sofridos desde o início do “Caso Mateus”.

 

Barcelos, 19 de julho de 2016

 

O Presidente da Direcção do Gil Vicente Futebol Clube – Futebol, SDUQ, Ldª.

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Citação do jornal "O Jogo" online

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Liga prepara-se para reintegrar o Gil Vicente na I Liga

Alteração ao Regulamento de Competições no sentido de permitir a reintegração do clube de Barcelos estará em discussão na Assembleia Geral extraordinária que tem lugar na terça-feira.

A alteração ao Regulamento das Competições organizadas pela Liga Portuguesa de Futebol Profissional, tendo em vista uma eventual reintegração do Gil Vicente na I Liga, vai estar em discussão na Assembleia-Geral (AG) extraordinária do organismo, na terça-feira.

Os gilistas tinham visto, em maio de 2016, o Tribunal Administrativo de Lisboa ter considerado nulo o acórdão de agosto de 2006 do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que condenou na altura o Gil Vicente a descer à II Liga, mas o clube de Barcelos não chegou a ser reintegrado no escalão principal pela Liga.

Na temporada passada, a Liga não reintegrou o Gil Vicente na I Liga depois de o Belenenses, uma das partes envolvidas no "caso Mateus", que ditou a despromoção gilista, ter recorrido da decisão, alegando "a defesa da honra de antigos dirigentes do Belenenses, vilipendiada a pretexto deste caso".

A Liga adiou assim a decisão de reintegração e solicitou um parecer ao Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), cujas conclusões apontam para a possibilidade de reintegração do clube de Barcelos no campeonato principal.

Nesse mesmo parecer, o TAD deixa em aberto as várias opções a seguir após uma eventual reintegração gilista, sempre no sentido de proteger as entidades desportivas envolvidas, tais como as disputas de liguilhas ou play-off, que determinem as restantes equipas a compor os quadros das I e II ligas, devido aos inevitáveis alargamentos.

Neste ponto, os clubes vão ainda deliberar sobre os quadros competitivos dos campeonatos profissionais, sendo que a direção do organismo já se mostrou favorável à presença de 18 equipas em cada um dos escalões.

A AG da Liga vai ainda debruçar-se sobre as respostas apresentadas por membros da ex-comissão executiva, presidida por Mário Figueiredo, no seguimento de uma deliberação tomada na reunião magna de 7 de outubro de 2016, estando prevista a apreciação, discussão e votação de propostas quanto ao prosseguimento do processo.

Na reunião de 7 de outubro, os clubes tinham decidido, por unanimidade, dar 30 dias à anterior comissão executiva para explicar verbas que poderão representar danos para o organismo.

Na base da decisão estava o facto de os representantes dos clubes presentes naquela reunião, e após análise do relatório apresentado pela Deloitte, terem levantado dúvidas sobre valores de viagens e comissões pagas pelo anterior executivo.

"Os clubes analisaram os prós e os contras desse documento, discutiram várias alternativas que podiam ser tomadas, tendo em conta alguns atos praticados, e, antes de tomar qualquer medida judicial contra o dr. Mário Figueiredo, decidiram, por unanimidade, enviar uma carta para todos os elementos da comissão executiva da altura para que eles pudessem se pronunciar sobre as conclusões do relatório", explicou na altura Mário Costa, presidente da AG da Liga.

Entre os vários pontos da ordem de trabalhos, consta ainda a apreciação, discussão e votação de propostas de alteração à norma transitória 'A' do Regulamento das Competições organizadas pela LPFP, nomeadamente o critério de desempate no play-off de acesso do Campeonato de Portugal (CP) à II Liga.

A Liga decidiu reduzir no final da edição de 2016/17 o número de equipas participantes na II Liga de 22 para 20, tendo ficado definido que desciam os quatro últimos no campeonato e subiam os dois vencedores das duas séries do CP, enquanto os outros dois serão encontrados num play-off entre os 17º e 18º da II Liga e os segundos classificados das duas séries do CP.

No regulamento, ficou definido que será realizado um sorteio entre as duas equipas do CP para determinar qual joga frente ao 17.º e qual frente ao 18.º da II Liga, numa eliminatória com jogos casa e fora e por pontos, ficando a faltar os critérios em caso de desempate, o que será definido nesta AG.

A reunião magna servirá ainda para alterar os estatutos e o Regulamento Geral da Liga, tendo em vista retirada ao Conselho Jurisdicional das competências disciplinares, que já são exercidas pelo Conselho de Disciplina da FPF.

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Como é que vão manter 18 equipas na Primeira Liga? Só se não subisse o 2º da Segunda Liga, ou descesse mais uma equipa na Primeira Liga. A meio da época não podem alterar os regulamentos. Sinceramente não vejo outra solução que não seja o alargamento a 20 equipas.

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Como é que vão manter 18 equipas na Primeira Liga? Só se não subisse o 2º da Segunda Liga, ou descesse mais uma equipa na Primeira Liga. A meio da época não podem alterar os regulamentos. Sinceramente não vejo outra solução que não seja o alargamento a 20 equipas.

O previsto é só subir o 1º classificado.

Tudo em volta desta gestão é ridícula. Anda-se nisto de subir só uma equipa e de se fazer liguinhas em Maio para corrigir problemas de secretaria do passado. As ligas profissionais deviam de estar a reduzir gradualmente o número de equipas e com estas decisões torna-se complicado.

Editado por fns

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Ou 22 equipas e só desce uma, caso perca no playoff. O que Portugal precisa é um de um campeonato bem largo, bastantes equipas com salários em atraso e que não saiam da 1º Liga.

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As ligas profissionais deviam de estar a reduzir gradualmente o número de equipas...

 

Até chegarmos ao número mágico de 4 equipas na 1ª Liga. O resto só está a ocupar espaço.

Editado por Descartes

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Eu acho uma tristeza andar a mudar as coisas a meio, mas enfim. Nada impressiona no Tugão, já.

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Até chegarmos ao número mágico de 4 equipas na 1ª Liga. O resto só está a ocupar espaço.

Foi mesmo isso que eu disse.

Na minha opinião a 1ª liga devia voltar às 16 equipas. E uma 2ª liga não pode ter 22 equipas em que só suba uma ou duas. As duas vão passar para 18 equipas mas acho que o modelo devia ser revisto com uma centralização de direitos televisivos. Mas isso é outra conversa e duvido que aconteça tão cedo aqui no condado.

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Eu acho uma tristeza andar a mudar as coisas a meio, mas enfim. Nada impressiona no Tugão, já.

 

O que já não impressiona são as tuas conclusões precipitadas. Onde é que leste que vão mudar as coisas a meio?

 

Os clubes de futebol aprovaram hoje a harmonização dos quadros competitivos para 18 clubes na I Liga e II Liga em 2018/19, bem como uma época de premeio entre qualquer decisão judicial de reintegração do Gil Vicente e a sua aplicação.

 

A decisão anunciada pelo presidente da Assembleia Geral da Liga de clubes, Mário Costa, significa que o Gil Vicente apenas terá a hipótese de disputar novamente a Liga em 2018/19, caso a decisão do caso Mateus – decorre neste momento um recurso do Belenenses contra a reintegração – transite em julgado ainda nesta época.

 

A verificar-se esse caso - com o Gil Vicente ou qualquer outra situação análoga - nessa época subirá apenas o primeiro classificado da II Liga, além do clube visado.

 

Atualmente a I Liga tem 18 clubes, enquanto o segundo escalão é disputado por 22 equipas.

 

Aqui: http://desporto.sapo.pt/futebol/primeira_liga/artigo/2017/02/07/competicoes-profissionais-com-18-clubes-em-2018-19-e-gil-vicente-aguardara-reintegracao

 

 

Foi mesmo isso que eu disse.

Na minha opinião a 1ª liga devia voltar às 16 equipas. E uma 2ª liga não pode ter 22 equipas em que só suba uma ou duas. As duas vão passar para 18 equipas mas acho que o modelo devia ser revisto com uma centralização de direitos televisivos. Mas isso é outra conversa e duvido que aconteça tão cedo aqui no condado.

 

Mea culpa!

 

Pensei que eras daqueles que defendem que a solução para o futebol português passa por campeonatos com 10 ou 12 equipas a 4 voltas. :wink:

 

Eu acho que o número ideal se encontra no intervalo entre 16 e 20 equipas. O que representa campeonatos com 30, 34 ou 38 jornadas. Depende da calendarização e da certeza que um ano só tem 52 semanas e tem que haver pré-época, jogos de seleções, competições europeias e Taças a disputar. Mas acima de tudo o que eu espero é estabilização. E aparentemente os clubes decidiram estabilizar nos 18. Eu assino por baixo.

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Eu acho uma tristeza andar a mudar as coisas a meio, mas enfim. Nada impressiona no Tugão, já.

O que é que muda a meio? O Gil não entrará na 1ª Liga antes de 18/19. O número de equipas da 1ª Liga não irá alterar-se mesmo que o Gil entre na 1ª Liga.

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Para mim a Primeira Liga devia ter 18 equipas, descendo 3 e a Segunda Liga com 18 ou 20 equipas subindo 3.

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Foi mesmo isso que eu disse.

Na minha opinião a 1ª liga devia voltar às 16 equipas. E uma 2ª liga não pode ter 22 equipas em que só suba uma ou duas. As duas vão passar para 18 equipas mas acho que o modelo devia ser revisto com uma centralização de direitos televisivos. Mas isso é outra conversa e duvido que aconteça tão cedo aqui no condado.

 

Eu gosto do modelo de 18-18 na 1.ª e 2.ª Liga. A subir 3 e descer 3, não a palhaçada de subir 2 da segunda liga e descer 2 da primeira.

 

Neste momento, além de se reduzir a 2.ª Liga (que foi ridiculamente destruída para encaixar as equipas B), há que haver uma luta no sentido da centralização dos direitos televisivos.

Inicialmente os grandes iriam perder um bocado, mas acredito que com o tempo isto ia levar a um campeonato mais forte no geral e que acabaria por beneficiar todos.

 

Além disto, acho que é tempo de alterar o modelo da Taça da Liga. Tudo rondas a eliminar. Na meia-final e final fazia-se a tal final four como este ano, com o campeão de inverno (achei piada a esta ideia sinceramente). Acima de tudo, há que encontrar uma maneira de tornar esta competição mais aliciante.

Editado por rcoelho14

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O que já não impressiona são as tuas conclusões precipitadas. Onde é que leste que vão mudar as coisas a meio?

 

Os clubes de futebol aprovaram hoje a harmonização dos quadros competitivos para 18 clubes na I Liga e II Liga em 2018/19, bem como uma época de premeio entre qualquer decisão judicial de reintegração do Gil Vicente e a sua aplicação.

 

A decisão anunciada pelo presidente da Assembleia Geral da Liga de clubes, Mário Costa, significa que o Gil Vicente apenas terá a hipótese de disputar novamente a Liga em 2018/19, caso a decisão do caso Mateus – decorre neste momento um recurso do Belenenses contra a reintegração – transite em julgado ainda nesta época.

 

A verificar-se esse caso - com o Gil Vicente ou qualquer outra situação análoga - nessa época subirá apenas o primeiro classificado da II Liga, além do clube visado.

 

Atualmente a I Liga tem 18 clubes, enquanto o segundo escalão é disputado por 22 equipas.

 

Aqui: http://desporto.sapo.pt/futebol/primeira_liga/artigo/2017/02/07/competicoes-profissionais-com-18-clubes-em-2018-19-e-gil-vicente-aguardara-reintegracao

Certo, de facto falei sem saber. Obrigado pelo esclarecimento.

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Eu preferia um campeonato da 1º Liga entre 14 e 16 equipas. Aumentava a competitividade, os melhores jogadores/treinadores, estariam mais centralizados, melhores jogos, menor distribuição de receitas já que teria menos clubes.

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O que já não impressiona são as tuas conclusões precipitadas. Onde é que leste que vão mudar as coisas a meio?

 

Os clubes de futebol aprovaram hoje a harmonização dos quadros competitivos para 18 clubes na I Liga e II Liga em 2018/19, bem como uma época de premeio entre qualquer decisão judicial de reintegração do Gil Vicente e a sua aplicação.

 

A decisão anunciada pelo presidente da Assembleia Geral da Liga de clubes, Mário Costa, significa que o Gil Vicente apenas terá a hipótese de disputar novamente a Liga em 2018/19, caso a decisão do caso Mateus – decorre neste momento um recurso do Belenenses contra a reintegração – transite em julgado ainda nesta época.

 

A verificar-se esse caso - com o Gil Vicente ou qualquer outra situação análoga - nessa época subirá apenas o primeiro classificado da II Liga, além do clube visado.

 

Atualmente a I Liga tem 18 clubes, enquanto o segundo escalão é disputado por 22 equipas.

 

Aqui: http://desporto.sapo.pt/futebol/primeira_liga/artigo/2017/02/07/competicoes-profissionais-com-18-clubes-em-2018-19-e-gil-vicente-aguardara-reintegracao

 

 

 

 

Mea culpa!

 

Pensei que eras daqueles que defendem que a solução para o futebol português passa por campeonatos com 10 ou 12 equipas a 4 voltas. :wink:

 

Eu acho que o número ideal se encontra no intervalo entre 16 e 20 equipas. O que representa campeonatos com 30, 34 ou 38 jornadas. Depende da calendarização e da certeza que um ano só tem 52 semanas e tem que haver pré-época, jogos de seleções, competições europeias e Taças a disputar. Mas acima de tudo o que eu espero é estabilização. E aparentemente os clubes decidiram estabilizar nos 18. Eu assino por baixo.

 

 

100% de acordo.

 

Já discuti isto aqui mais vezes que as touradas e só volto a acrescentar que um campeonato elitista com 12 ou 14 equipas, com mais dinheiro a ser partilhado por menos equipas, com menos hipoteses de rotação entre clubes de primeira categoria não é de todo a solução como se vê na Escócia, Suíça e companhia.

 

18 equipas parece-me francamente o ideal.

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Para mim o formato ideal é 18+18 com 3 promovidos e 3 despromovidos mas o problema do futebol escocês não tem a ver com o formato da competição. Se fizessem um campeonato a 18 continuaria a haver falta de qualidade.

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Basta ver que o campeonato ucraniano sempre teve os mesmos níveis de competitividade que tem o nosso e com as mesmas equipas. Duas a três equipas a dominar internamente e quatro ou cinco de bom nível e o resto médio/fraco. Este ano passou para 14 e não foi por isso que a coisa ficou mais competitiva. 18 equipas é o ideal.

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Mais clubes. Mais jogos. Mais dinheiro. Diminuir é um retrocesso. 20 clubes + Taça da Liga + Taça de Portugal. Os clubes que se adaptem e comecem a dar maior rotatividade aos planteis como se faz em Inglaterra. O Campeonato Nacional Prio evoluiu o suficiente para não se estar a encurtar desta forma a 2ª Divisão. Meter a 2º divisão com 18 clubes vai desvirtuar a competição porque pelo menos 5 de 18 equipas serão equipas B que dificilmente descem porque têm orçamento para meter outro nível de jogadores se precisarem de lutar pela manutenção caso necessitem. Haverá espaço para 13 outras equipas, o que é muito pouco, quando há muita equipa com boa massa adepta que podia estar na 2ª Divisão a jogar um campeonato profissional. A 2ª Divisão está muito bem com 22 equipas.

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