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Ricardo Pinto

I Liga alargada para 20 equipas em 2016/2017

Publicações recomendadas

Eu preferia um campeonato da 1º Liga entre 14 e 16 equipas. Aumentava a competitividade, os melhores jogadores/treinadores, estariam mais centralizados, melhores jogos, menor distribuição de receitas já que teria menos clubes.

 

Na minha opinião a competitividade até aumentou desde que se mudou de 16 para 18 equipas...

 

E até em termos de salários em atrasado, na primeira divisão já não é uma realidade tão habitual como antes foi.

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Na minha opinião a competitividade até aumentou desde que se mudou de 16 para 18 equipas...

 

E até em termos de salários em atrasado, na primeira divisão já não é uma realidade tão habitual como antes foi.

Comeste tanto brie que te esqueceste como se escreve direito...

 

 

 

 

:mrgreen:

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Na minha opinião a competitividade até aumentou desde que se mudou de 16 para 18 equipas...

 

E até em termos de salários em atrasado, na primeira divisão já não é uma realidade tão habitual como antes foi.

 

Normalíssimo. Quantos mais jogos, mais € de transmissão e mais € de patrocinadores. Por algum motivo se aumentou o Mundial de selecções.

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Na minha opinião a competitividade até aumentou desde que se mudou de 16 para 18 equipas...

 

E até em termos de salários em atrasado, na primeira divisão já não é uma realidade tão habitual como antes foi.

 

Ainda me lembro em 2011/2012, quando o Leiria foi a jogo com 8 porque os jogadores rescindiram o contrato.

Nesse ano o Setúbal e acho que era a Olhanense ou o Beira-Mar (ou os dois, not sure) andavam com salários em atraso.

Fora a 2.ª Liga que era uma desgraça todos os anos.

 

Felizmente esses tempos estão a desaparecer, e espero que não mais apareçam.

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Para mim o formato ideal é 18+18 com 3 promovidos e 3 despromovidos mas o problema do futebol escocês não tem a ver com o formato da competição. Se fizessem um campeonato a 18 continuaria a haver falta de qualidade.

 

Nem o futebol escocês nem nenhum outro. Quem defende que o número de equipas num campeonato determina a sua qualidade está só a analisar as coisas num plano teórico. Porque, na prática, cada equipa só pode jogar com 11 e os melhores que o nosso mercado pode apresentar estarão sempre naquelas 3 ou 4 equipas do costume. Quer tenhamos 12 equipas ou 20. O que a redução de equipas traria com certeza era a ainda maior centralização do negócio, aumento do desemprego/emigração entre os jogadores e técnicos profissionais e a banalização dos jogos entre os Grandes.

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Reduzir o campeonato para 10-14 equipas é das medidas mais absurdas que me lembro. 18-20 equipas com Taça de Portugal está bom.

 

Aliás, nunca percebi o porquê de se ter criado outra taça e nunca ninguém me conseguiu explicar qual é o propósito das taças da liga que há por esses países fora.

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A TdL foi criada com o propósito de se jogar com os jogadores mais jovens, não é por acaso que a média de idades é o 3º critério de desempate. E serve também para vermos outros jogadores do plantel, o plantel e este ano foi bem mais levada a sério. Tem é que se valoriza-la.

O que está errado não é a existência dela, mas sim o formato.

Editado por pedritsh

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18 na 1ª, 18 na 2ª. Descem 3 da 1ª, sobem 3 e descem da 2ª. Centralização dos direitos televisivos. Inscrição de pelo menos 4 jogadores da formação e 8 jogadores formados localmente numa lista limitada a 25 jogadores (à semelhança do que acontece para a inscrição nas provas europeias, como a Champions), que poderia ser revista em Janeiro, com até 5 alterações permitidas. Para além desta lista, poderiam ser utilizados sem ser necessária inscrição todos os jogadores com idade júnior ou inferior, bem como jogadores até aos 21 anos, desde que formados no clube.

 

Isto é o básico, e depois também tenho mais um par de medidas mais "alternativas" na cabeça. Mas para mim, esta estrutura chega a ser quase óbvia. Só que é utópica. Pelo menos a parte da centralização. Mas tenho para mim que mesmo a questão das inscrições seria recebida com enorme contestação por parte de muitos clubes. É que isso obrigaria muitos agentes e presidentes de clubes a fazerem uma ginástica tremenda para continuarem a mexer jogadores de um lado para o outro, de modo a irem enchendo o bolso aos poucos. Além disso, como se calhar se percebe, isto serviria para incentivar fortemente a aposta na formação e no jogador local por parte de todos os clubes. E esses dão pouco dinheiro a ganhar.

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depois também tenho mais um par de medidas mais "alternativas" na cabeça.

Tenho curiosidade.

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Uma limitação de jogadores extra-comunitarios tambem seria excelente (principalmente para os adeptos do Estoril :mrgreen: ) porque a maioria do entulho vem da América...

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Uma limitação de jogadores extra-comunitarios tambem seria excelente (principalmente para os adeptos do Estoril :mrgreen: ) porque a maioria do entulho vem da América...

 

Os brasileiros contam como extra comunitários em Portugal?

Lembro-me de no FM05 não contarem :mrgreen:

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Os brasileiros contam como extra comunitários em Portugal?

Lembro-me de no FM05 não contarem :mrgreen:

Espero que sim senão nao ia servir de nada

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Tenho curiosidade.

Incentivos/prémios monetários às equipas que dessem mais minutos a jogadores até 21 anos, por jogador. O jogador ultrapassava os 900 minutos na Liga (atirei um número à sorte), e o clube recebia um bónus de x por isso. Incentivo à aposta no jogador jovem, portanto. Bónus monetário à equipa com menos cartões no final da Liga (este até é capaz de já existir, não fui confirmar). Na Taça da Liga (que passava a eliminatórias em jogo único, durante toda a competição), reforçava a inclusão de jogadores formados localmente (acho que são 2, actualmente), bem como adicionava também a obrigatoriedade de presença de pelo menos dois jogadores da formação na ficha de jogo.

 

Isto são apenas ideias que volta e meia me vão surgindo sobre este assunto. Muito provavelmente, seria difícil aprovar a maior parte delas.

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Incentivos/prémios monetários às equipas que dessem mais minutos a jogadores até 21 anos, por jogador. O jogador ultrapassava os 900 minutos na Liga (atirei um número à sorte), e o clube recebia um bónus de x por isso. Incentivo à aposta no jogador jovem, portanto. Bónus monetário à equipa com menos cartões no final da Liga (este até é capaz de já existir, não fui confirmar). Na Taça da Liga (que passava a eliminatórias em jogo único, durante toda a competição), reforçava a inclusão de jogadores formados localmente (acho que são 2, actualmente), bem como adicionava também a obrigatoriedade de presença de pelo menos dois jogadores da formação na ficha de jogo.

 

Isto são apenas ideias que volta e meia me vão surgindo sobre este assunto. Muito provavelmente, seria difícil aprovar a maior parte delas.

 

Concordo com tudo, mas acho que a Taça da Liga devia ter, à semelhança do que acontece em Inglaterra, o jogo de repetição se o primeiro jogo terminar empatado. Era algo que gostaria de ver por cá.

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Concordo com tudo, mas acho que a Taça da Liga devia ter, à semelhança do que acontece em Inglaterra, o jogo de repetição se o primeiro jogo terminar empatado. Era algo que gostaria de ver por cá.

 

Isso acontece na FA Cup e não na Taça da Liga Inglesa :wink: .

Seja como for seria uma ideia interessante

Editado por marte

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Concordo com tudo, mas acho que a Taça da Liga devia ter, à semelhança do que acontece em Inglaterra, o jogo de repetição se o primeiro jogo terminar empatado. Era algo que gostaria de ver por cá.

Na Taça da Liga, em Inglaterra, tens penalties se empatado no final do primeiro jogo.

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18 na 1ª, 18 na 2ª. Descem 3 da 1ª, sobem 3 e descem da 2ª. Centralização dos direitos televisivos. Inscrição de pelo menos 4 jogadores da formação e 8 jogadores formados localmente numa lista limitada a 25 jogadores (à semelhança do que acontece para a inscrição nas provas europeias, como a Champions), que poderia ser revista em Janeiro, com até 5 alterações permitidas. Para além desta lista, poderiam ser utilizados sem ser necessária inscrição todos os jogadores com idade júnior ou inferior, bem como jogadores até aos 21 anos, desde que formados no clube.

 

Isto é o básico, e depois também tenho mais um par de medidas mais "alternativas" na cabeça. Mas para mim, esta estrutura chega a ser quase óbvia. Só que é utópica. Pelo menos a parte da centralização. Mas tenho para mim que mesmo a questão das inscrições seria recebida com enorme contestação por parte de muitos clubes. É que isso obrigaria muitos agentes e presidentes de clubes a fazerem uma ginástica tremenda para continuarem a mexer jogadores de um lado para o outro, de modo a irem enchendo o bolso aos poucos. Além disso, como se calhar se percebe, isto serviria para incentivar fortemente a aposta na formação e no jogador local por parte de todos os clubes. E esses dão pouco dinheiro a ganhar.

 

Não concordo minimamente com a limitação a 25 jogadores.

 

Os clubes com equipas B's seriam claramente beneficiados.

 

Na minha opinião um plantel com 25 jogadores tem tudo para ser um plantel bem composto, mas sabemos que nem sempre assim é.

 

 

EDIT: Em relação à taça da liga, apoio que se o jogo acaba empatado ir a decisão de penaltis, até estenderia isso para a fase de grupos, onde não seria possível haver empates.

Editado por Ricardo Pinto

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18+18 (maneira de subir ou descer é indeferente, podia ser direto ou então playoffs no 16º e 3º lugar por ex)

+

Obrigação de usar 2/3 portugueses por equipa (próxima época) e 3/4 na época seguinte.

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Essa dos extra-comunitários já houve (havia no virar do século, por exemplo), e os brasileiros contavam como extra-comunitários.

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Espero que sim senão nao ia servir de nada

Tenho ideia que não poderiam ser considerados pelos acordos de trabalho (e não só) que Portugal tem com o Brasil.

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Essa dos extra-comunitários já houve (havia no virar do século, por exemplo), e os brasileiros contavam como extra-comunitários.

 

Não contavam como extra-comunitários.

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Não? Tinha a ideia que naquela altura contavam, mas que vários tinham uma segunda nacionalidade europeia qualquer.

Editado por doom_master

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Por mim os campeonatos tinham os dois 20 equipas.

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Os brasileiros não contam como extra-comunitários, nem qualquer travão à sua inscrição lhes poderá ser tentada, pois existe um acordo bilateral entre Portugal e o Brasil que estabelece uma coisinha chamada estatuto de igualdade, que permite aos cidadãos brasileiros que tenham autorização de residência permanente em Portugal usufruir dos mesmos direitos que os cidadãos portugueses, à excepção de direitos e deveres políticos.

Editado por Carmelo Anthony

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