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Sporting - Futebol

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Porque é o Bryan. O Gelson falhou pior e o estádio aplaudiu de pé.

Não é preciso tanto. O lance seguinte ao do Bryan (ou dos seguintes) é um remate de pé direito (também o mais fraco, tal como no caso do Bryan) do Campbell que foi parar quase fora do estádio. Aplausos, obviamente.

 

Mete pena o gelson estar a ser queimado como está...

 

Mais uns jogos e é assobiado por tudo e por nada

Quem é que está a queimar o Gelson?

 

Isto era perfeitamente expectável, e é por casos como este que eu odeio avaliar um jogador pelo rendimento. Nem o Gelson era um fenómeno antes por fintar o mundo todo, nem vai passar a ser um cepo agora porque a malta se fartou de o ver fintar e quer mais qualquer coisa. No meu ponto de vista, sempre foi, continua a ser e vai continuar a ser um bom jogador neste contexto, que para ser grande, tanto aqui como lá fora, ainda precisa de evoluir em vários aspectos.

 

O Bryan já não tem idade para tentar fazer um chapéu com o pé mais fraco quando a equipa está em dificuldades. Não aceito que um jogador com a sua idade e experiência faça uma coisa daquelas. É displicência pura que um jogador com 31 anos não pode cometer. Espero uma coisa dessas de um miúdo como o Gélson (e a que este falhou foi defesa do guarda redes), mas do Ruiz não, que já tem idade para ter juízo.

Era a finalização mais adequada para o lance. Era muito difícil de executar? Era. Meteu-se a jeito para ser assobiado e criticado? Sem dúvida. Mas quando o vi isolado, a primeira coisa em que pensei foi no chapéu também. E se era a mais adequada, fez bem em tentar. Posso é criticá-lo por ter um tijolo no lugar do pé direito, pelo menos naquele lance.

 

Seria sempre difícil marcar, porque o direito dele é fraquíssimo. E como o comentador disse na altura, o último toque dele na bola antes de rematar foi defeituoso, porque me pareceu que a intenção dele era puxar para o pé esquerdo.

 

Esse lance de 3x2 sim, acho que esteve bastante mal.

Consequência do lance anterior. Como falhou e foi assobiado, nesse lance já nem pensou, e desfez-se da bola.

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não era a finalização mais adequada. Podia e devia ter puxado ligeiramente para o pé esquerdo e tentado em jeito. Ele teve perfeitamente tempo para se enquadrar com o seu melhor pé e não o fez. Foi uma má decisão.

 

Ele não deixa de ser um jogador que aprecio imenso, tem um cosmos inteiros nos pés, mas anda a decidir mal que f*de...e nem é normal nele. Na época passada passou a vida a decidir bem.

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Ele quis fazer isso, mas o último toque que dá na bola não foi o melhor, e tirou-lhe essa possibilidade.

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não era a finalização mais adequada. Podia e devia ter puxado ligeiramente para o pé esquerdo e tentado em jeito. Ele teve perfeitamente tempo para se enquadrar com o seu melhor pé e não o fez. Foi uma má decisão.

 

Ele não deixa de ser um jogador que aprecio imenso, tem um cosmos inteiros nos pés, mas anda a decidir mal que f*de...e nem é normal nele. Na época passada passou a vida a decidir bem.

Sim, tens razão. Era a mais adequada no momento final, porque ele deu ali um último toque horrível na bola. Se a tivesse controlado bem, era usar o pé mais forte.

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Por acaso, foi engraçado de ver o estádio a levantar-se em conjunto para insultar o Ruiz pelo chapéu falhado, para logo a seguir aplaudir o brilhante remate do Campbell que ia saindo pela bandeirola de canto :lol:

 

Só rir, mas não é nada que me surpreenda. Aquele estilo molengão do Ruiz só é tolerado quando se ganha. Nessa altura, já passa a ser "classe".

 

O Alan Ruiz ontem é que parecia dopado. Melhor exibição que o vi fazer no Sporting, de muito longe. O passe para o segundo golo é incrível.

Editado por Refutador

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É uma questão de estilo, e será sempre assim. Daqui por 3 ou 4 anos vamos ter aí outro gajo qualquer com um perfil semelhante ao de Bryan, Montero, Matias e tantos outros, e também ele vai acabar por ser corrido a assobios no estádio.

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o bryan é o único jogador que tem o seu nome numa camisola minha (e sim, comprei depois do falhanço da época passada), mas aquela decisão é tudo menos aceitável e não é o facto do campbell e o gelson também as terem tido que desculpa.

fiquei possesso com esse lance e o seguinte do joel.

de resto não entrou mal.

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Lá na minha zona no estádio, o Bryan é o ódio de estimação. O que me rio com os comentários.

 

Há uns atrás de mim e do depina que está sempre a manda-la para o raio que o parta e sempre a falar mal dele. Pareceu eu com o Schelotto ou com o Marvin :lol:

Depois do chapeu até o chamou jogador de mrd

Editado por marte

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RUIZ, O SEGUNDO

 

Nunca devemos matar um sonho de criança. Ser ponta-de-lança da Seleção, ser treinador uma equipa na final da Champions (PlayStation não conta), ser presidente do nosso clube do coração, ou, para os 'wanna be' Jorge Mendes, ser o agente que trouxe para o campeonato português um médio-ofensivo da estirpe de Maradona ou Messi que faça esquecer, até quem sabe, João Mário.

 

Grandes pequenas razões que nos fazem sorrir só de recordar/imaginar e que o futuro, noventa e nove vezes em cem, encarrega-se de enterrar no abismo que separa o futebol sul-americano do futebol europeu. A presente, que aqui nos prende, não é exceção. Na abertura do último mercado de verão Alan Ruiz já não era um diamante perdido na América do Sul, nem sequer um 'Messi escocês'. Na prática, aos 23 anos de idade, foi uma escolha que não surpreendeu o mercado, que não seja pelo exotismo do valor da aposta. Jogador da geração de 93, era por demais conhecida uma evolução promissora pelas seleções jovens da azul celeste, que aliás, o haviam levado a uma tangente ao mais alto nível no campeonato... brasileiro.

 

Em 2014 atuou por empréstimo (com opção de compra não exercida) no Grémio de Porto Alegre, clube com a fama e a tradição de ser o mais europeu dos grandes do Brasil, prometeu muito, para no final do empréstimo ficar aquém de cumprir, e assim retornou para a Argentina para o Atlético Cólon, clube que impressiona pouco no currículo.

 

Alan Ruiz é um jogador de armas, com um belíssimo pé esquerdo pleno de técnica e potência, em posse da bola no último terço, se lhe derem aquele tempo que ele entende ser só seu, pode provocar todos estragos que se lhe pedem. Passes de rutura mesmo por entre o buraco da agulha, como aquele que deu no segundo contra o Feirense, são a sua marca registada, numa demonstração de interpretação do jogo ofensivo muito acima da média. E que dizer dos remates de meia distância predominantemente enquadrados e cuja execução denuncia o evidente talento do jogador e a sua relação natural com a bola?

 

Este é o mundo de Alan Ruiz, uma circunferência de 30 metros algures entre a linha do meio campo e a grande área adversária. Um futebol só de uma baliza, de operários e artistas, todos com as suas funções bem definidas. Este é o espaço do 10 clássico, como aquele do tempo em que Manuel Fernandes capitaneava os verde e brancos em campo. Enfim, saudades desse jogador a quem não se lhe era pedido para defender, sem outras obrigações que o obrigassem à vida regrada de um profissional, a quem na volta do Natal todas as gramas a mais na balança lhe eram perdoadas.

 

Na verdade, o futebol está repleto de jogadores assim, aqueles a quem numa certa gíria alcunham de 'vacas', ora pela forma como pisam, ora por como lhe assentam os calções, ora porque pelo talento de que dispõem abusam da boa vontade dos treinadores mais teimosos que acreditam a toda a força no transformação da essência de qualquer jogador que lhes passe pelas mãos. É que para um jogador assim, ter uma carreira internacional na Europa, é preciso ter 'vaca'.

 

Sagrados sejam os adeptos que esperam por mais um pormenor de classe de um jogador que deixa a sua equipa a jogar com dez de cada vez que perde a bola.

 

Alan é ainda um jogador num mundo à parte, apenas no mundo da bola. A bola que trata bem quando a tem, sempre numa mesma cadência, quase num cortejo que promete logo a partir do primeiro toque. Mas haja alguém que lhe diga: "Agora está a jogar na Europa!" Assim que apanhou o avião em Buenos Aires o seu Mundo mudou.

 

Alan é jogador, é mesmo muito bom jogador, mas não o suficiente para o que custou, nem para o que até agora jogou. A qualidade está lá, mas parece dar sempre menos do que o que pode, se até parecer não poder mesmo mais a partir dos 70 minutos. É uma questão de tempo, mas também de espaço. No campo o espaço não é seu problema, tem os recursos técnicos mais do que suficientes para defender a sua mais-que-tudo em quaisquer circunstâncias, desde que esta role sobre a relva.

 

Todavia, no jogo, no seu entendimento e compromisso para com a equipa, ele parece um corpo estranho. Aqui é preciso querer jogar como aqui se joga, é preciso esquecer o romantismo do tango, e reapaixonar-se por um jogo sério, de exigência permanente, que não vai na tanga de uns rins ainda demasiado densos, próprios de um corpo que trabalha, mas que mesmo quando trabalha parece querer estar noutro qualquer lugar. Não é pois de estranhar as notícias do interesse de clubes brasileiros já para este mercado que no hemisfério sul marca o início da época.

 

Pode ser que o Alan tenha sorte, de volta ao futebol do século XX, ele será com toda a certeza O Primeiro.

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O Bryan para mim o que me irrita é a displicência na finalização, com 2-1 e o Sporting a ser estupidamente pressionado num 1vs1 um jogador que quer fazer um chapéu com o pior pé e falha tem de ser assobiado. Em tudo na vida as escolhas têm consequências, se vais pelo caminho dificil tens de ter arcaboiço para lidar com elas se falhares. De resto é um génio mas neste momento não cabe no melhor 11 pois está fora de forma.

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O passe para o segundo golo é incrível.

Parecia o Pedro Barbosa:

 

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Bruno Paixao :prayer:

 

E grande Ricardo :lol:

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Ao ver esse vídeo pergunto-me do que é que nos queixamos hoje em dia.

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Por acaso, foi engraçado de ver o estádio a levantar-se em conjunto para insultar o Ruiz pelo chapéu falhado, para logo a seguir aplaudir o brilhante remate do Campbell que ia saindo pela bandeirola de canto :lol:

 

Só rir, mas não é nada que me surpreenda. Aquele estilo molengão do Ruiz só é tolerado quando se ganha. Nessa altura, já passa a ser "classe".

 

O Alan Ruiz ontem é que parecia dopado. Melhor exibição que o vi fazer no Sporting, de muito longe. O passe para o segundo golo é incrível.

Parecia o teu ídolo nesse lance :mrgreen:

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